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Uma Análise da Aplicação da FMEA nas Normas de: Sistema de
Gestão pela Qualidade (ISO9000 e QS9000), Sistema de Gestão
Ambiental (ISO14000) e Sistema de Gestão da Segurança e Saúde do
Trabalho (BS8800 - futura ISO18000)
Carlos Eduardo Sanches da Silva, M.Sc.
Jorge Vitor Tin, Gr.
Vanderlei C. de Oliveira, Gr.
Escola Federal de Engenharia de Itajubá - EFEI / Departamento de Produção - DPR
Av. BPS, no 1303 - Caixa Postal 50 - Fone: (035) 629-1208 - Itajubá/MG CEP 37500-000
Abstract:
This paper aims to describe FMEA (Failure Mode and Effect Analysis) and its application
according to ISO 9000, ISO 14000, BS 8800 and QS 9000.
Keywords: Quality, FMEA, norm
1. Introdução
No mundo atual tomado pela globalização do mercado onde as empresas lutam pela
sobrevivência é imprescindível que os produtos e serviços comercializados tenham, não só, a
qualidade exigida pêlos consumidores (usuários), como também, um custo mínimo para as
empresas.
A proliferação de normas abordando a gestão da qualidade (ISO 9000 e QS9000),
gestão ambiental (ISO 14000) e gestão da segurança e saúde do trabalho (BS8800 futura
ISO18000) abordam de maneira objetiva ações pró-ativas na buscando minimizar prejuízos
oriundos de deficiências crônicas da face de planejamento. O FMEA é uma ferramenta que se
utilizada de forma correta pode atender aos requisitos específicos de prevenção destas normas.
Este artigo busca descrever o FMEA e sua aplicação nas normas ISO9000, QS9000,
ISO14000, BS 8800 e ISO14000.
2 - Apresentação do FMEA:
Stamatis [1] define FMEA (Failure Mode and Effect Analysis) como um método
de análise de produtos ou processos usado para identificar todos os possíveis modos
potenciais de falha e determinar o efeito de cada um sobre o desempenho do sistema
(produto ou processo), mediante um raciocínio basicamente dedutivo (não exige
cálculos sofisticados). É portanto, um método analítico padronizado para detectar e
eliminar problemas potenciais de forma sistemática e completa.
O manual complementar FMEA [2] da QS9000 descreve como um grupo
sistemático de atividades, comprometidos com:
1. Reconhecer e avaliar o potencial de falha de um produto/processo e seus
efeitos;
2. Identificar ações que podem eliminar ou reduzir as chances de uma falha
potencial ocorrer;
3. Documentar o processo.
Os engenheiros sempre executam uma espécie de FMEA mental na análise de
projetos e processos, porém a primeira aplicação formal foi na indústria aeroespacial na
metade dos anos 60.
Na indústria automobilística o FMEA é uma prática bem difundida, pois trata-se
de uma exigência contratual de fornecimento, ou seja, é exigida dos fornecedores de
auto peças.
Na FMEA raciocina-se de “baixo para cima” (botton-up): procura-se determinar
modos de falha dos componentes mais simples, as suas causas e de que maneira eles
afetam os níveis superiores do sistema.
O esquema abaixo procura apresentar os conceitos básicos do FMEA:
P/SP/S C
Função
Modo ou Tipo 
de FalhaCAUSAS
OCORRÊNCIAOCORRÊNCIA
DETECÇÃODETECÇÃO
GRAVIDADEGRAVIDADE
Figura 1 - Conceitos Fundamentais da FMEA
Existem dois tipos de FMEA: de Produto e de Processo. A diferença entre elas
reside no fato de que na FMEA de Produto, as causas de falha serão aquelas pertinentes
a problemas no projeto do produto (mau dimensionamento, má especificação de
material, etc.), enquanto que na FMEA de Processo as causas de falha serão
decorrentes de uma inadequação do processo de fabricação (formação de vazios
durante a fundição, etc.).
Para a elaboração de uma análise via FMEA sugere Helman [3] seguir o
fluxograma indicado:
1 - D ef in ir a E q u ipe R e s p o n s á v e l p e l a E x e c u ç ã o
2 - D ef in ir os I tens do S i s tem a q u e s e r ã o C o n s i d e r a d o s
3 - P r e p a r a ç ã o P r é v i a e C o l e t a d e D a d o s
4 - A n á l ise Prel im inar dos I t ens C o n s i d e r a d o s
5 - Ident i f i cação dos M o d o s d e F a l h a e s e u s E f e i t o s
6 - Ident i f i cação das C a u s a s d a s F a l h a s
7 - Ident i f i cação dos C o n troles A tua i s de D e t e c ç ã o d a s F a l h a s
8 - D eterm inação dos Índ ice s de cr i t i ca l idade
 ( O corrênc ia , G r a v i d a d e , D e t e c ç ã o e R i sco )
9 - A n á l i se das R e c o m e n d a ç õ e s
1 0 - R e v i s ã o d o s P r o c e d i m entos
1 1 - P r e e n c h i m e n t o d o s F o r m u lár ios de FM E A , 
a par t i r , das L i s tas de V er i f i cação
1 2 - R e f l e x ã o s o b r e o P r o c e s s o
Figura 2 - Fluxo para elaboração da FMEA
A FMEA utiliza um formulário que serve como um roteiro para sua elaboração e uma
forma de dispor e organizar os dados obtidos.
A definição de cliente abordada pela FMEA, não é simplesmente o usuário final,
mas toda a cadeia produtiva (desenvolvimento, produção, vendas e logística).
O FMEA é um documento vivo, sendo sempre atualizado com as mudanças
ocorridas ou com informações adicionais obtidas pela equipe que o desenvolve.
3 - Descrição das Normas:
Uma breve explicação das normas citadas será descrita a seguir:
3.1 - Normas ISO 9000:
Em 1987 , a Organização Internacional para a Normalização , ISO , publicou um
conjunto de cinco normas que estabelece um sistema para gestão e garantia da qualidade,
tanto para produtos quanto para serviços .
O objetivo dessas normas não é a melhoria contínua ou a busca da excelência, mas a
garantia da estabilidade e uniformidade de um processo produtivo .
Inicialmente , a norma ISO/série 9000 foi concebida para ser a linguagem comum da
qualidade na Europa Unificada ( MCE ) porém essa tendência se alastrou para os demais
países que participam da Organização Internacional para a Padronização. Da mesma maneira ,
os Estados Unidos adotaram um conjunto de normas idêntico batizado de Q-90 , o Japão , os
Tigres Asiáticos e os demais países como o Brasil (NBR 19000) aderiram a essa nova ordem
mundial.
Dessa forma , o certificado ISO-9000 é documento indispensável para qualquer
empresa no comércio internacional servindo como passaporte para aqueles que querem
comercializar seu produtos nos países que adotam a norma ISO .
São normas que especificam requisitos de sistemas de qualidade que podem ser
utilizadas para fins de garantia de qualidade externa ,para o fornecedor demonstrar sua
capacidade e para a avaliação dessa capacidade por partes externas .
A família ISO 9000 é constituída pelas seguintes normas básicas:
• ISO 9000 / 1994 - Gestão da Qualidade e padrões da garantia da qualidade - Parte 1:
Diretrizes para seleção e uso.
• ISO 9001 / 1994 - uso quando a conformidade com requisitos especificados tiver que ser
garantida pelo fornecedor durante projeto ,desenvolvimento, produção, instalação e serviços
associados .
• ISO 9002 / 1994 - uso quando a conformidade com requisitos especificados tiver que ser
garantida pelo fornecedor durante produção, instalação e serviços associados .
• ISO 9003 / 1994 - uso quando a conformidade com requisitos especificados tiver que ser
garantida pelo fornecedor somente em inspeção e ensaios finais .
• ISO 9004 - 1 / 1994 - Gestão da qualidade e elementos do sistema da qualidade - diretrizes.
3.2 - Norma QS 9000:
Com a proliferação das normas da família ISO 9000 [5] em todo o mundo, a indústria
automotiva, por sua iniciativa, desenvolveu um sistema de qualidade baseado na estrutura da
ISO 9000. Este sistema é capaz de satisfazer aos padrões internacionais e aos requisitos
individuais de produtos das companhias, e , ao mesmo tempo, pode proporcionar uma
harmonização de todos os padrões e dos requisitos coletivos de sua rede de fornecedores. O
sistema é encontrado no Quality System Requirements (Requisitos do Sistema da Qualidade):
QS-9000. Na sua totalidade, a QS-9000 foi desenvolvida por um grupo tarefa da indústria
automotiva a fim de padronizar os sistemas de qualidade e manuais fundamentais, assim como
ferramentas de avaliação dos fornecedores.
Na década de 1980,nos Estados Unidos, iniciou-se uma corrida para a qualidade na
indústria automotiva, resultando numa variedade de programas e metodologias para melhorar
o produto, a satisfação do cliente, e as relações com os fornecedores. O que se obteve foi uma
enormidade de normas, políticas e procedimentos tão individualizados que, para todos os
intentos e propósitos, acabaram focalizando a parte burocrática, em vez da qualidade do
produto.
Algo tinha que ser feito. As normas e políticas individualizadas estavam começando a
sufocar a rede de fornecedores. Chrysler, Ford e General Motors, conhecidos como “Os Três
Grandes” ( “Big Three” ), iniciaram conversações sobre a criação de um sistema através do
qual todos os seus requisitos pudessem ser padronizados. As negociações resultaram na
formação do Grupo Tarefa Automotivo e , ultimamente, do Grupo de Ação da Indústria
Automotiva (AIAG - Automotive Industry Action Group) . A função desses grupos era e
continua sendo, o desenvolvimento de sistemas harmonizados para a indústria automotiva
em geral.
A QS-9000 substitui, especificamente, o Supplier Quality Assurance Manual (Manual
da Garantia da Qualidade do Fornecedor) da Chrysler, o North America Operation’s Targets
for Excellence (Alvos da Operação para a Excelência da America do Norte) da General
Motors, e o Q 101 Quality System Standard (Padrão do Sistema da Qualidade Q 101) da Ford.
A base da norma é a ISO 9001:1994 Seção 4 que está escrita em itálico. Entretanto, requisitos
adicionais estão incluídos em letras normais. A aplicabilidade da QS 9000 estende-se a todos
os fornecedores internos e externos de produção, serviços e materiais. No mais, ela aplica-se
aos fornecedores responsáveis por projetos.
Elementos
 Adicionais
Qualidade
Total
Manuais de Referência:
SPC - Statistical Process Control
FMEA - Failure Mode and Effects Analyis
MSA - Measurement System Analysis
PAQP - Production Part Approval Process
Elementos
Adicionais
Malcolm
Baldrige
Norma
Internacional
ISO 9000
Seção I
Requisitos Específicos:
• Proceso de Aprovação de Peças de Produção - PAPP
• Melhoria Contínua
• Capacidade de Fabricação
Seção II
Requisitos Específicos dos Clientes Seção III
Figura 3 - Descrição da QS 9000
3.3 - Norma BS 8800 ( futura ISSO 18000):
A norma britânica BS 8800 [4], é um guia de diretrizes bastante genérico que se aplica
tanto a indústrias complexas, de grande porte e altos riscos, como a organizações de pequeno
porte e baixos riscos. Levou cerca de quinze meses para ser discutida e aprovada oficialmente,
entrou em vigor no dia 15 de maio de 1996. No desenvolvimento da BS 8800, não havia
modelos pré-estabelecidos para o Sistema de gestão da Segurança e Saúde do Trabalho.
Entretanto, o comit6e britânico responsável pela elaboração da norma, a fim de obter consenso
das partes envolvidas, desenvolveu duas abordagens para a utilização do guia: uma, baseada
no HSE guidance - Successful Health and Safety Management -HS(G) 65 ( já adotada
amplamente no Reino Unido ), e outra, baseada na ISO 14001 sobre Sistemas de Gestão
Ambiental. A orientação apresentada em cada abordagem é essencialmente a mesma, sendo a
única diferença significativa sua ordem de apresentação. Desenvolveremos a abordagem
baseada na norma ISO 14001, por ser ela uma norma internacional.
Diversos países tem manifestado interesse para que a ISO - International
Standardization Organization, desenvolva normas internacionais voluntárias sobre Sistemas de
gestão da Segurança e Saúde do Trabalho ( possível série ISO 18000 ). Estudos estão sendo
realizados no sentido de encontrar soluções que harmonizadas para a gestão da prevenção de
acidentes e doenças ocupacionais, evitando assim que requisitos divergentes possam emergir
ao nível de países ou regiões.
A BS 8800 busca auxiliar na minimização dos riscos para os trabalhadores, melhorar o
desempenho dos negócios e estabelecer uma imagem responsável perante o mercado.
Introdução
1. Objetivo
2. Referências Informativas
3. Definições
4. Elementos do Sistema de Gestão da
 Segurança e Saúde do Trabalho ( SST ):
4.0 - Introdução
4.1 - Política de SST
4.2 - Planejamento
4.3 - Implementação e Operação
4.4 - Verificação e Ação Corretiva
4.5 - Análise Crítica pela Administração
 Anexos:
B - Organização
C - Planejamento e Implementação
D - Avaliação de Riscos
E - Mensuração do Desempenho
F - Auditoria
BS 8800 ( ISO 18000 )
Figura 4 - Esquema da BS 8800
3.4 - Normas ISO 14000:
A série ISO 14000 é um conjunto de normas técnicas referentes a métodos e análises,
que possibilita certificar vários produtos e organizações, que estejam de acordo com a
legislação ambiental e não produzem danos ao meio ambiente.
A interatividade entre ambiente e qualidade segue uma tendência para a utilização de
sistemas integrados de gestão, agrupando outras áreas e aproveitando o esforço das ações em
conjunto. Estas normas terão abrangência internacional, permitindo a análise da certificação de
qualidade ambiental como padrão geral, pré-determinado.
As 6 áreas de abrangência da ISO 14000 podem ser distribuídas em 2 blocos: o
processo produtivo e o produto. As áreas são: sistemas de gestão ambiental, auditorias
ambientais, selos verdes, avaliação de desempenho ambiental, análise do ciclo de vida do
produto e termos e definições.
Como forma simplificada, a série ISO 14000 pode ser assim resumido: ISO 14001,
atribui certificado de qualidade ambiental às empresas; ISO 14004, é um guia de princípios,
sistemas e técnicas de suporte para que as empresas possam se enquadrar e, no futuro,
conseguir a certificação; ISO 14010 a 14012, são as diretrizes para a auditoria dos métodos
produtivos das empresas; ISO14020 a 14024, normaliza objetos, princípios, termos e
definições para a rotulagem ambiental; ISO 14040 a 14043, seguindo os padrões da gestão
ambiental, define a avaliação do ciclo de vida dos produtos; ISO 14050, estabelece termos e
definições, padronizando o vocabulário da gestão ambiental.
ISO 14001
4.2 - Política Ambiental
4.3 - Planejamento
4.4 - Implementação e Operação
4.5 - Verificação e Ação Corretiva
4.6 - Análise Crítica pela Administração
ISO 14000 - Diretrizes Gerais Sobre os Princípios e Aplicações
ISO 14002 - Considerações Sobre Pequenas e Médias Empresas
ISO 14003 - Inclusão dos Aspectos Ambientais nos Produtos
ISO 14004 - Rotulagem Ambiental
ISO 14010,14011 e 14012 - Ciclo de Vida do Produto
ISO 14015 (-1a-6) - Diretrizes para auditoria Ambiental
Figura 5 - Esquema das Normas ISO 14000
4 - Relação entre as Normas e a FMEA:
A tabela abaixo não apresenta o requisito da norma, mas sim o local de sua existência e
comenta a adequação da FMEA para atender sua conformidade, além de ser em si uma
evidência de sua implementação.
Norma Requisito Comentário
ISO 14001
4.3.1 - Aspectos Ambientais:
Análise e priorização de impactos
ambientais
A utilização da FMEA assegura a
análise e priorização dos impactos
ambientais
4.5.2 - Não-Conformidade e Ações
Corretiva e Preventiva
A FMEA é em si uma técnica
preventiva, pode também ser utilizada
para solucionar problemas de forma
sistemática na identificação da(s)
causa(s) fundamental(is)
SO 9001/2/3
4.4 - Controle de Projeto:
 Análise Crítica
4.14 - Ações Corretivas e Preventivas A FMEA é em si uma técnica
preventiva, pode também ser utilizada
para solucionar problemas de forma
sistemática na identificação da(s)
causa(s) fundamental(is)
Seção I:
4.4 - Controle de Projeto
QS 9000
4.14 - Ações Corretivas e Preventivas A FMEA é em si uma técnica
preventiva, pode também ser utilizada
para solucionar problemas de forma
sistemática na identificação da(s)
causa(s) fundamental(is)
Seção II:
Processo de Aprovação de Peças de
Produção (PPAP)
A FMEA além de ser um dos manuais
complementares da QS 9000 é um dos
documentos obrigatórios para
aprovação de peças.
BS 8800
4.2 - Planejamento A organização deve realizar uma
avaliação de riscos, incluindo a
identificação de perigos. O uso da
FMEA atende perfeitamente este
requisito.
4.4 - Verificaçãoe Ação Corretiva A FMEA, pode também ser utilizada
para solucionar problemas de forma
sistemática na identificação da(s)
causa(s) fundamental(is)
Anexo D - Avaliação de Riscos A utilização da FMEA assegura a
análise e priorização dos riscos de
condições inseguras e prejudiciais a
saúde presentes no trabalho
Tabela 1 - Relação entre os requisitos das Normas e a FMEA
5 - Considerações Finais:
A FMEA é uma ferramenta da qualidade que não se resume apenas em um mero
preenchimento de formulário. Se usada de maneira racional pode atender perfeitamente alguns
requisitos das normas apresentadas neste artigo.
Uma das dificuldades encontradas na elaboração da FMEA reside no fato de que as
empresas não possuem uma base histórica de dados para uma avaliação mais objetiva. Com
isso, torna-se difícil a determinação dos índices de ocorrência e detecção. A elaboração de uma
FMEA em equipe minimiza este efeito pois possibilita uma visão mais ampla das causas
(histórico informal).
Novas séries de normas tem surgido, é comum ouvir de alguns estudiosos que estas
normas são fruto da pretensão européia de barrar exportações de outros blocos econômicos.
Partindo desse pressuposto, estes sistemas seriam basicamente uma tentativa de criar barreiras
alfandegárias. Porém existem pontos positivos: conscientizar as empresas e auxilia-las
fornecendo uma orientação nas questões: garantia da qualidade, ambientais e de segurança e
saúde no trabalho. A adoção destras normas são uma oportunidade de aperfeiçoamento e a
FMEA pode contribuir através de uma sistemática formalizada, que documenta a disciplina
mental das pessoas e reforça o trabalho em equipe com o objetivo de identificar potenciais
resultados indesejáveis, suas causas e ações preventivas de bloqueio.
Bibliografia:
[ 1 ] STAMATIS, D.H.. Failure Mode and Effect Analysis. ASQC Quality Press, Milwaukee,
Wisconsin, 1995;
[ 2 ] Ford. Quality System Requirements - QS-9000. USA, 1994;
[ 3 ] HELMAN, Horácio e ANDERY, P.R.P. Análise de Falhas (Aplicação dos Métodos de
FMEA - FTA), Fundação Christiano Ottoni, Universidade Federal de Minas Gerais,
Belo Horizonte, Brasil, 1995;
[ 4 ] STANDARDIZATION, International Organization for. ISSO 9000 Compendium
International Satndards for Quality Management, Genève, 1993;
[ 5 ] BSI, British Standards Institution. BS 8800. London, 1996;

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