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Leishmaniose visceral canina Etiologia, cadeia epidemiológica, patogenia, sinais clínicos, diagnóstico, tratamento e prevenção. Acadêmicas: Giovana Carvalho 1 1. Introdução Doença infecciosa sistêmica causada por parasitas do gênero Leishmania Atacam preferencialmente o sistema imunológico do hospedeiro Animais silvestres e domésticos Zoonose A transmissão se dá pela picada de um inseto vetor Por lei,a notificação dos casos no Brasil é obrigatória 2 2. Etiologia O agente etiológico causador da Leishmaniose Visceral é o protozoário Leishmania chagasi (syn =Leishmania infantum) unicelulares dimórficos Heteroxeno (um vertebrado e um invertebrado) O vetor invertebrado mais comum pertence ao gêneroLutzomyia e o cão (Canis familiaris) é o principal reservatório em ambientes urbanos A forma promastigota é alongada, com aspecto fusiforme, e tem um flagelo livre A forma amastigota (fase intracelular infectiva) possui formato esféricoa ovoide, núcleo esférico localizado em um dos lados A)Forma promastigota B)Forma amastigota 3 3. Cadeia Epidemiológica Fonte de Infecção Vetor Via de eliminação Secreções do sistema respiratório, urogenital, glândula mamaria(leite), fezes e saliva Meio de transmissão Aerossóis, alimento (leite), transplacentária e contato direto Porta de entrada Mucosa (respiratoria, gastrointestinal), oral 4 Risco de infecção 5 Risco de infecção 6 4. Patogenia 7 5. Sinais Clínicos A maioria dos animais infectados permanecem assintomáticos Artrite Dificuldade de locomoção e claudicação Paresia que evolui para tetraparesia Ataxia secundaria dos posteriores Andar em circulo Cegueira Nistagmo Tremores Inclinação da cabeça 8 5. Sinais Clinicos 9 5. Sinais Clínicos 10 5. Sinais Clínicos 11 6. Sinais Clínicos 12 7. Diagnóstico Testes Sorológicos: realizados apenas em animais com mais de seis meses de idade, tendo validade de até três meses PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) Imuno-histoquímica Histopatologia dos órgão acometidos Teste western blot TESTES PADRÃO PELA OIE: Teste de imunodifusão em gel de Agar (IDGA) e ELISA 13 8. Tratamento Não existe uma terapêutica eficaz que consiga eliminar o vírus em rebanhos ou o uso de vacinas. 14 9. Prevenção e Controle Programa Nacional de Sanidade de Caprinos e Ovinos Determinar a prevalência no rebanho Abate ou isolamento e restrição da movimentação dos animais positivos Quarentena de até seis meses Ordenhar primeiro as fêmeas jovens negativas; em segundo as fêmeas adultas negativas e, por fim, as fêmeas positivas Obter embriões livres da CAE 15 10. Referência BEZERRA, A.O. et al. Artrite encefalite caprina. PUBVET, Londrina, V. 8, N. 21, Ed. 270, Art. 1802, Novembro, 2014. PINHEIRO, R. R. et al. Artrite encefalite caprina viral (CAEV). Sobral^ eCE CE: EMBRAPA-CNPC, 1989. LARA, M. C. C. S. et al. Aspectos clínicos da artrite-encefalite dos caprinos. Arq. bras. med. vet. zootec, p. 736-740, 2005. 16 image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png