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Prof. Dr. Vitor Painelli
UNIDADE III
Nutrição Aplicada
ao Esporte
Água – um novo nutriente?
 Influência da temperatura interna (Ti) sobre o desempenho físico.
 Mecanismos de termorregulação.
 Desidratação e desempenho físico.
Estratégias para atenuar a elevação da Ti:
 Aclimatação;
 Imersão em água gelada;
 Hidratação.
O que eu vou dizer a vocês – termorregulação e hidratação
Fonte: https://labnetwork.com.br/noticias/suor-pode-
ser-usado-para-diagnostico-de-cancer/
Fonte: 
https://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/i
mprensa/noticias/Informes/166694-
agua-mineral-do-TJPA-esta-dentro-
dos-padroes-de-consumo.xhtml
A água como nutriente – conteúdo hídrico nos alimentos
Fonte: adaptado de: Popkin et al. (2010).
Percentual Alimento
100% Água
90-99% Leite, melão, morango, melancia, alface, repolho, aipo, espinafre, 
picles, abóbora cozida
80-89% Suco de frutas, iogurte, maçã, uva, laranja, cenoura, brócolis cozido, 
pera, abacaxi
70-79% Banana, abacate, queijo cottage, queijo ricota, batata assada, milho 
cozido, camarão
60-69% Macarrão, legumes, salmão, sorvete, peito de frango
50-59% Carne moída, hot dog, queijo feta, filé-mignon (cozido)
40-49% Pizza
30-39% Pão, baguete, queijo cheddar
20-29% Bolachas, bolo, peperoni
10-19% Margarina, manteiga, uva-passa
1-9% Amendoim, nozes, biscoito de chocolate, pretzels, bolacha água e 
sal, manteiga de amendoim
0% Óleos, açúcares
A água como nutriente – conteúdo hídrico nos tecidos corporais
Conteúdo hídrico em diferentes tecidos corporais.
Fonte: adaptado de: Marquezi; Lancha Jr. (1998).
TECIDO
CORPORAL
CONTEÚDO
HÍDRICO
PARTICIPAÇÃO
NO PESO
CORPORAL TOTAL
Músculos 76% 43%
Ossos 22% 15%
Tecido adiposo 10% 12%
Pele 72% 18%
Órgãos 76% 7%
Sangue 83% 5%
AUXILIA NA
TERMORREGULAÇÃO
FACILITADORA DE
REAÇÕES QUÍMICAS
LUBRIFICA AS
ARTICULAÇÕES
TRANSPORTE DE
OXIGÊNIO E ÍONS
DIGESTÃO E EXCREÇÃO
DO ORGANISMO
PROTEÇÃO DE ÓRGÃOS
Fonte: adaptado de: Grandjean; Campbell (2010); Nascimento et al. (2014).
Fonte: https://www.posuscs.com.br/tomar-agua-
muito-rapido-pode-fazer-mal/noticia/843
A água como nutriente – funções da água no organismo
Estado de 
hidratação
% variação 
peso corporal
Coloração da 
urina
Gravidade 
específica da 
urina
Eu-hidratado +1 a -1 Amarelo-claro a 
amarelo-citrino <1.010
Desidratação 
mínima -1 a -3 Amarelo-citrino a 
amarelo-âmbar 1.010-1.020
Desidratação 
significativa -3 a -5 Amarelo-âmbar a 
acastanhado 1.021-1.030
Desidratação 
grave > -5 Acastanhado a 
amarronzado > 1.030
Estado de hidratação e recomendação
Fonte: adaptado de: DRI (2002); Ministério da Saúde (2005).
Tabela 1 – Valores de AI (Adequate Intake)*
para reposição hídrica, segundo o sexo
AI (L/dia)
Masculino
1 a 3 anos 1,3
4 a 8 anos 1,7
9 a 13 anos 2,4
14 a 18 anos 3,3
Feminino
1 a 3 anos 1,3
4 a 8 anos 1,7
9 a 13 anos 2,1
14 a 18 anos 2,3
E DURANTE O EXERCÍCIO?
Produção de calor durante o exercício físico
Fonte: adaptado de: Donkoh (1989); Zhou; Yamamoto (1997); Sawka et al. (2011); Casa et al. (2015).
Fontes:
https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/autocuidado/a-
melhor-forma-para-sair-do-sedentarismo-e-comecar-a-
correr,25bce82493be5b4164f935cf541be93ex0jx7dcp.
htmlhttps://active.com
https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/03/150
330_saude_meia_idade_cancer_fd
CONTRAÇÃO
MUSCULAR
TRABALHO
25%
ENERGIA
QUÍMICA
CALOR
75%
Cálcio
ADP PATP
ATP ases
+
+
+
~36,5 °C 37 °C
Produção de calor durante o exercício físico
↑ TEMPERATURA 
INTERNA
↓ FORÇA E POTÊNCIA 
MUSCULARES
↑ PERCEPÇÃO SUBJETIVA 
DE ESFORÇO
↑ FREQUÊNCIA 
CARDÍACA
↓ DESEMPENHO 
FÍSICOFonte:
Casa et al. (2015); Gonzalez-Alonso et al. (2008); 
Nybo; Nielsen (2001).
suor
glândula
sudorípara
Controle da temperatura corporal
Detecta a baixa temperatura
Detecta a alta temperatura
Fontes:
https://tucuerpohumano.com
https://irp-cdn.multiscreensite.com
https://dicionariosaude.com
https://mdsaude.com
Pelos
Corpúsculo de Krause
Epidermis
Corpúsculo de Ruffini
Calor/Energia
PeleCapilares
dilatados
Dissipação de calor durante o exercício físico
(Ex.: diversas pessoas dentro de um elevador)
(Para objetos
mais frios)
(Ex.: cachorro deitando
no chão)
(Via movimentação de fluidos)
(Ex.: piscina /
ventilador no rosto)
(Vaporização da umidade
na superfície da pele)
(Ex.: evaporação do suor)
Fonte: adaptado de: Nadel et al. (1977).
Irradiação (para o ambiente)
Evaporação
Convecção
Condução
 Principal defesa do organismo contra o aumento
da temperatura interna.
 Ureia, potássio, cloreto ... E, principalmente, sódio e água;
 Perda de calor: superfície exposta ao ambiente!
Taxa de sudorese
Fonte: Taylor et al. (1984).
TAXA DE SUDORESE (TS): TS = peso antes (kg) – peso depois (kg) + volume ingerido (L) – volume de urina (L)
duração do exercício (h)
TS = 75 – 72 + 1 – 0
2
TS = 4 
2 TS = 2 litros / hora 
EXERCÍCIO SEM 
EXPOSIÇÃO DE 
SUPERFÍCIE?
ENXUGAR O SUOR?
Fonte: https://sorrisologia.com.br
Fonte: https://unidospelavida.org.br
 A água representa um importante nutriente para a sobrevivência dos seres humanos; ela 
possui diversas funções e está presente em inúmeros órgãos e tecidos; seu conteúdo 
corporal deve ser cuidadosamente mantido, por exemplo, por meio de recomendações.
 O calor metabólico proveniente da contração muscular pode gerar um aumento da 
temperatura interna (Ti), principalmente quando associado a um ambiente quente, induzindo 
algumas alterações no organismo, e, em última instância, a fadiga.
 O organismo humano possui alguns mecanismos de defesa contra a elevação da Ti, sendo a 
evaporação do suor a defesa mais eficiente.
 O suor humano é composto principalmente de água e sódio; 
logo, taxas de sudorese elevadas proporcionarão perdas 
exacerbadas desses nutrientes.
Take-home messages – mensagens para casa
Calcule a taxa de sudorese de um atleta judoca, de 24 anos, altura 1,72 metro, que realizou 
uma sessão de treino de judô por 240 minutos, tinha como peso inicial 82,4 kg e teve como 
peso final 81,2 kg:
a) 5 mL/min.
b) 10 mL/min.
c) 15 mL/min.
d) 7 mL/min.
e) 20 mL/min.
Interatividade
Calcule a taxa de sudorese de um atleta judoca, de 24 anos, altura 1,72 metro, que realizou 
uma sessão de treino de judô por 240 minutos, tinha como peso inicial 82,4 kg e teve como 
peso final 81,2 kg:
a) 5 mL/min.
b) 10 mL/min.
c) 15 mL/min.
d) 7 mL/min.
e) 20 mL/min.
Resposta
 Baixas concentrações de sódio no sangue (<135 mEq/L).
Sintomas mais leves:
 Câimbras;
 Descoordenação motora;
 Desorientação e confusão mental;
 Tonturas e dores de cabeça.
Sintomas mais intensos:
 Edemas pulmonar e cerebral;
 Convulsão e parada
cardiorrespiratória;
 Morte súbita.
Hiponatremia
Fonte: Hew-Butler et al. (2017).
Fonte: adaptado de: https://digitalinta.com
Fonte: https://naturalrunningcenter.com
HIPONATREMIA
< 135 mEq/L
CONCENTRAÇÃO
NORMAL
135 – 145 mEq/L
HIPERNATREMIA
> 145 mEq/L
Na+ Na+ Na+
Desidratação
Te
m
pe
ra
tu
ra
 re
ta
l (
°C
)
Fr
eq
uê
nc
ia
 c
ar
dí
ac
a
(b
at
/m
in
)
Tempo (min)
Pe
rc
ep
çã
o
de
 e
sf
or
ço
Tempo (min)
Tempo (min)
Fonte: Logan-Sprenger et al. (2015).
Tempo total para completar 30 km:
 HIDRATADO: 31,8 ± 4,1 min
 DESIDRATADO: 36,0 ± 3,1 min
-13%!!!
Ciclistas treinados;
90 minutos a 65% VO2máx;
Seguido de um contrarrelógio
de ~30 km;
Restrição hídrica vs. sem restrição;
Iniciaram o teste com 
-0,6% do peso corporal;
Terminaram com 
-3,0% do peso corporal.
 Ciclistas treinados;
 Sem exposição a temperaturas > 10 °C nos últimos 4 meses;
 Contrarrelógio de 43.4 km;
 TTC = Controle = 8 °C;
 TTH1 = 1° dia a 37 °C;
 TTH2 = 6° dia a 37 °C;
 TTH3 = 14° dia a 37 °C.
Estratégias para atenuar a elevação da temperatura interna – aclimatação
Fonte: adaptado de Racinais et al. (2014).
Fonte: https://lance.com.br
Fonte:
https://www.benettibike.com.br/co
mo-pedalar-no-frio
TTC TTH-1 TTH-2 TTH-3
Performance
Potência (W) 304 ± 9 256 ± 19 280 ± 19 294 ± 15 TTC > TTH-3 > TTH-2 > TTH-1
Velocidade (km/h)39.4 ± 2.0 34.8 ± 2.6 37 ± 2.5 39.8 ± 2.3 (TTC and TTH-3) > TTH-2 > TTH-1
Tempo (h:min:s) 1:06.13 ± 3.26 1:17.17 ± 6.26 1:09.25 ± 4.37 1:05.37 ± 3.44 (TTC and TTH-3) < TTH-2 < TTH-1
 Temperatura ambiente: 40 °C;
 Umidade relativa: 19%;
 Exercício até a exaustão 
(60% Wmáx).
Imersão em tanque de água a:
 17 °C / 36 °C / 40 °C
Estratégias para atenuar a elevação da temperatura interna –
imersão em água gelada
Fonte: https://exercisemed.org
Fonte: https://ge.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2016/03/gelo-
apos-exercicio-saiba-quando-usar-crioterapia-para-rapida-
recuperacao.html
Te
m
pe
ra
tu
ra
re
ta
l (
°C
)
Tempo até a exaustão (min)
17°C
36°C
40°C
0 10 20 30 40 50 60 70
38
37
36
35
34
33
32
31
30
29Fonte: adaptado de: 
González-Alonso 
et al. (1999).
Fr
eq
uê
nc
ia
 c
ar
dí
ac
a
(b
at
./m
in
ut
o)
Tempo até a exaustão (min)
17 °C
36 °C
40 °C
0 10 20 30 40 50 60 70
205
185
165
145
125
105
85
65
 36 °C;
 70% VO2máx.
90 minutos de exercício:
 Divididos em 2 períodos 
de 45 minutos;
 15 minutos de intervalo 
entre eles.
Estratégias para atenuar a elevação da temperatura interna – hidratação
Fonte: Adaptado de Geor & McCutcheon, 1998.
Sem fluidos
Solução de CHO + 
eletrólitos
Fonte: https://aminhacorrida.com
Água
Te
m
pe
ra
tu
ra
 (°
C
)
Sem fluidos
Solução de CHO + eletrólitos
Água
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45
41
40
39
38
37
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 min
Al
te
ra
çã
o 
no
 v
ol
um
e 
pl
as
m
át
ic
o 
(%
)
Repouso
0 5 15 30 45
0
-5
-10
-15
-20
-25
0 5 15 30 45
Time (min)
 Estratégia de melhor custo-benefício!
Estratégias para atenuar a elevação da temperatura interna – hidratação
Fonte: adaptado de: Painelli et al. (2017).
REPOSIÇÃO
HÍDRICA
Volume
plasmático
Débito
cardíaco
Volume
sistólico
Temperatura
interna
Frequência
cardíaca
Fluxo
sanguíneo
Percepção de
esforço
 Ingerir 5 a 10 mL de líquidos/kg, 2 a 4 horas antes do exercício.
 Durante o exercício, ingerir ~0.4 a 0.8 L/hora (30 a 60 g de CHO se o exercício for de longa 
duração – glicose ou maltodextrina); se curta duração (< 60 minutos), ingerir 
preferencialmente água.
 Se o exercício for de longa duração (e se a taxa de sudorese for maior do que 
1.2 L/h), incluir de 0.5 a 0.7 g/L de Na+ (concentração de sódio no suor é de 
aproximadamente 1.0 g/L).
 Usar bebidas com temperaturas entre 0.5 e 5 °C.
 A reposição de fluidos pós-exercício é encorajada a 125-150% 
da perda final de peso (ex.: 1,25 L para 1 kg perdido) –
reposição também deve conter sódio.
Hidratação – recomendações
Repositores hídricos em baixa temperatura poderiam conferir vantagem ao:
 Atuarem como dissipadores de calor;
 Melhorarem a palatabilidade da bebida;
 Aumentarem a ativação de centros 
cerebrais que controlam as sensações 
de “recompensa” e “motivação”.
Hidratação – influência da temperatura da bebida?
Fonte: adaptado de: Painelli et al. (2017).
TEMPERATURA
INTERNA
DISSIPAÇÃO
DE CALOR
PERCEPÇÃO
DE ESFORÇO
PALATABILIDADE
MOTIVAÇÃO
DRIVE
CENTRAL
REPOSITORES
HÍDRICOS EM BAIXA
TEMPERATURA
Hidratação – influência da temperatura da bebida?
Te
m
pe
ra
tu
ra
 (°
C
)
Fria
Quente
Tempo (min)
40.0
39.5
39.0
38.5
38.0
37.5
37.0
36.5
36.0
-35 -30 -25 -20 -15 -10 -5 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70
Fr
eq
uê
nc
ia
 c
ar
dí
ac
a 
(b
at
/m
in
)
Tempo (min)
Fria
Quente
190
180
170
160
150
140
130
120
110
100
90
80
70
60
50
-35 -30 -25 -20 -15 -10 -5 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70
Teste a 65% VO2máx, 
realizado até a exaustão em um 
ambiente quente (35° C) e 
úmido (60%):
Bebida a 4 °C
Bebida a 37 °C
+23% NO TEMPO ATÉ A EXAUSTÃO!
Hidratação – influência da temperatura da bebida?
Te
m
pe
ra
tu
ra
 (°
C
)
Fria
Quente
Tempo (min)
40.0
39.5
39.0
38.5
38.0
37.5
37.0
36.5
36.0
-35 -30 -25 -20 -15 -10 -5 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70
Fr
eq
uê
nc
ia
 c
ar
dí
ac
a 
(b
at
/m
in
)
Tempo (min)
Fria
Quente
190
180
170
160
150
140
130
120
110
100
90
80
70
60
50
-35 -30 -25 -20 -15 -10 -5 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70
Pe
rc
ep
çã
o 
de
 e
sf
or
ço
Tempo (min)
Fria
Quente
20
18
16
14
12
10
5 15 25 35 45 55 65 75
Teste a 65% VO2máx, 
realizado até a exaustão em um 
ambiente quente (35° C) e 
úmido (60%):
Bebida a 4 °C
Bebida a 37 °C
 Taxas excessivas de sudorese podem levar à desidratação e à hiponatremia.
 Ambas, a desidratação e a hiponatremia, podem induzir alterações centrais, 
cardiovasculares, térmicas e do desempenho físico.
 A aclimatação e a imersão em água gelada são eficazes para atenuar a elevação da TI 
durante o exercício em ambientes quentes. A reposição de fluidos parece ser a estratégia 
com melhor custo-benefício para contra-atacar esse problema.
 A temperatura dos repositores hídricos também pode 
influenciar o desempenho (necessidade de padronização nas 
recomendações internacionais?).
Take-home messages – mensagens para casa
Sobre os mecanismos ergogênicos da reposição hídrica, assinale a alternativa incorreta.
a) Atenuam o aumento da frequência cardíaca.
b) Aumentam o volume plasmático e do fluxo sanguíneo.
c) Promovem uma alteração na oxidação de substratos energéticos.
d) Atenuam a elevação da temperatura interna.
e) Promovem uma diminuição da percepção subjetiva de esforço.
Interatividade
Sobre os mecanismos ergogênicos da reposição hídrica, assinale a alternativa incorreta.
a) Atenuam o aumento da frequência cardíaca.
b) Aumentam o volume plasmático e do fluxo sanguíneo.
c) Promovem uma alteração na oxidação de substratos energéticos.
d) Atenuam a elevação da temperatura interna.
e) Promovem uma diminuição da percepção subjetiva de esforço.
Resposta
Suplementação de creatina;
 Mecanismos de ação;
 Efeitos sobre o desempenho físico-esportivo;
 Efeitos colaterais.
Suplementação com “tamponantes” (β-alanina 
e bicarbonato de sódio);
 Mecanismos de ação;
 Efeitos sobre o desempenho físico-esportivo;
 Efeitos colaterais.
O que eu vou dizer a vocês – recursos ergogênicos
Fonte: 
https://www.ipump
shop.com/br/optim
um-nutrition-beta-
alanine
Fonte: 
https://m.magazineluiza.co
m.br/creatina-caveira-
preta-300g-black-skull-
pura/p/dd612827jj/sa/sacr/
Fonte: https://endocrinologiaesportiva.com.br/consumo-
exagerado-de-vitaminas-e-sais-minerais/
 Sintetizada endogenamente a partir
dos aminoácidos arginina e glicina.
 Rins, pâncreas e fígado (1 g/dia).
 Encontrada no cérebro, no músculo cardíaco e
no músculo esquelético (95%!!!)  CreaT.
 60 a 70% – forma livre.
 30 a 40% – forma fosforilada  hidrofílica.
 Espontaneamente convertida à creatinina (2 g/dia).
Creatina: síntese, captação e excreção
CR da dieta (~1 g/dia)
Excreção urinária de creatinina
Fonte: adaptado de Persky et al. (2003).
Molécula de creatina
AGAT – glicina amidinotransferase
GAMT – guanidinoacetato metil transferase
AdoMet – adenosilmetionina
AdoHcy – adenosilacisteína 
 Síntese de fosforilcreatina (PCr).
 “Tampão temporal energético”.
 Fornecimento do fosfato
necessário para a ressíntese
de adenosina trifosfato (ATP).
 Contudo, a PCr é rapidamente
depletada sob elevada demanda
por ATP não suprida pela
respiração mitocondrial.
Funções da creatina
ATPATPATP
ADP ADP ADP
ADPPCr
Cr
ATP
CK CK CKCK ATPase
CK
ATPase
Creatina quinase mitocondrial
Creatina citosólica
AtPase citosólica
CK
Mitocôndria Citoplasma
Fonte: adaptado de: Verheijen (1998).Fonte: adaptado de: Ferreira (2014).
 Síntese de fosforilcreatina (PCr).
 “Tampão temporal energético”.
 Fornecimento do fosfato
necessário para a ressíntese
de adenosina trifosfato (ATP).
 Contudo, a PCr é rapidamente
depletada sob elevada demanda
por ATP não suprida pela
respiração mitocondrial.
Funções da creatina
ATPATPATP
ADP ADP ADP
ADPPCr
Cr
ATP
CK CK CKCK ATPase
CKATPase
Creatina quinase mitocondrial
Creatina citosólica
AtPase citosólica
CK
Mitocôndria Citoplasma
Tempo (s)
Exaustão
Fonte: adaptado de: Verheijen (1998); Ferreira (2014).
%
 d
o 
va
lo
r d
e 
re
po
us
o
 Suplementação de creatina
é uma ferramenta eficaz para
aumentar o conteúdo total de
creatina muscular.
 Limite para o aumento 
ponto de saturação!
 Respostas individuais.
Creatina: efeitos da suplementação sobre o seu conteúdo muscular
C
on
te
úd
o 
to
ta
l d
e 
cr
ea
tin
a
(m
m
ol
/k
g 
de
 m
ús
cu
lo
 s
ec
o)
Voluntários
Ponto
de
saturação
Fonte: adaptado de: Harris et al. (1992).
170
160
150
140
130
120
5 14 1 13 1R 3 8 4 6
4 4
4.5
2 2
2
4
7
10
3.5 7
4.5
4.5 3
7
5
7 3
5
3
7
7
521
2
21
2
21
221
2
 Homens treinados em força.
 Controle, placebo ou creatina
(25 gramas por dia, 5 dias).
 Teste de resistência de força.
 5 séries até a falha (80% 1-RM).
Efeitos ergogênicos da suplementação de creatina: treinamento de força
Fonte: adaptado de: Volek et al. (1995).
Fonte: 
https://www.dica
sdetreino.com.b
r/supino-reto/
R
ep
et
iç
õe
s
Série 1 Série 2 Série 3 Série 4 Série 5
14
12
10
8
6
4
2
0
Controle
Placebo
Creatina
 Meta-análise.
 Efeitos da suplementação de creatina
associada ao treinamento de força em
pessoas idosas.
 Efeito médio sobre a massa muscular:
+1.37 kg.
Efeitos ergogênicos da suplementação de creatina: treinamento de força
Fonte: https://altorendimiento.com/actividad-
fisica-beneficios-3a-edad/
Efeito médio (e desvio-padrão) da intervenção 
-5 0 +5 +10
Favorece o placebo Favorece a creatina
Fonte: adaptado de: Chilibeck et al. (2017).
 Homens fisicamente ativos.
 Placebo ou creatina
(20 gramas por dia, 6 dias).
 10 x 6 segundos all-out
(30 segundos de intervalo).
Efeitos ergogênicos da suplementação de creatina: exercícios intermitentes
* * * *
Efeito da suplementação de creatina sobre a manutenção do desempenho em séries 
repetidas de exercício de alta intensidade. Fonte: adaptado de: Balsom et al. (1995).
Fontes: https://br.pinterest.com/pin/469078117411833599/
https://www.strandfitness.com.au/classes-item/rpm/rpm-2/
 Homens treinados;
 3 meses de creatina (20 g/dia, por 5 dias; 5 g/dia até o fim do estudo) ou placebo;
 Avaliados pelo clearance de EDTA;
 Sem diferenças!
Suplementação de creatina: efeitos colaterais?
período PÓSPRÉ
150
120
90
60
51
C
r-
ED
TA
 c
le
ar
an
ce
(m
L/
m
in
/1
.7
3 
m
2 )
B
Creatina
Placebo
Fonte: adaptado de: Lugaresi et al. (2014).
 Pessoas idosas diabéticas;
 3 meses de creatina (5 g/dia até o fim do estudo) ou placebo;
 Avaliados pelo clearance de EDTA;
 Sem diferenças!
Suplementação de creatina: efeitos colaterais?
PL
PÓSPRÉ
130
115
100
85
76
70
55
40
51
C
r-
ED
TA
 c
le
ar
an
ce
(m
L/
m
in
/1
.7
3 
m
2 )
CR
PÓSPRÉ
Fonte: adaptado de: Gualano et al. (2011).
 A creatina (Cr) pode ser sintetizada endogenamente (~1 g/dia) ou obtida por meio de dieta 
(carnes) (~1 g/dia). Ela é convertida diariamente em creatinina (~2 g/dia) e excretada
pelos rins.
 No músculo esquelético, a Cr auxilia na síntese de fosforilcreatina, um importante substrato 
energético do sistema anaeróbio alático.
 A suplementação de Cr é uma ferramenta eficaz para aumentar o conteúdo muscular total de 
Cr; no entanto, respostas individuais à suplementação devem ser esperadas.
 Possui comprovada eficácia ergogênica em tarefas com 
predominância do sistema anaeróbio alático.
 As evidências na literatura não nos permitem afirmar que a 
suplementação de Cr prejudica a função renal em populações 
saudáveis ou sem problemas renais prévios.
Take-home messages – mensagens para casa
Sobre a suplementação de creatina (Cr) e seu metabolismo, é incorreto afirmar que:
a) A Cr é encontrada no músculo esquelético sob as formas livre (60 a 70%) e fosforilada (30 
a 40%).
b) A Cr é naturalmente sintetizada pelo fígado, pelos rins e pelo pâncreas, mas também pode 
ser obtida via alimentação e por meio da ingestão de suplemento alimentar.
c) Tanto pessoas jovens quanto pessoas idosas podem se beneficiar da suplementação
de Cr.
d) Quanto maior o conteúdo muscular inicial de Cr, menor o aumento de Cr muscular com a 
suplementação e vice-versa.
e) Em modalidades predominantemente aeróbias ou em que o 
peso corporal pode ser um fator limitante para a 
performance, a suplementação de Cr provavelmente 
produzirá efeitos positivos sobre o desempenho físico.
Interatividade
Sobre a suplementação de creatina (Cr) e seu metabolismo, é incorreto afirmar que:
a) A Cr é encontrada no músculo esquelético sob as formas livre (60 a 70%) e fosforilada (30 
a 40%).
b) A Cr é naturalmente sintetizada pelo fígado, pelos rins e pelo pâncreas, mas também pode 
ser obtida via alimentação e por meio da ingestão de suplemento alimentar.
c) Tanto pessoas jovens quanto pessoas idosas podem se beneficiar da suplementação
de Cr.
d) Quanto maior o conteúdo muscular inicial de Cr, menor o aumento de Cr muscular com a 
suplementação e vice-versa.
e) Em modalidades predominantemente aeróbias ou em que o 
peso corporal pode ser um fator limitante para a 
performance, a suplementação de Cr provavelmente 
produzirá efeitos positivos sobre o desempenho físico.
Resposta
 Diminuição da liberação de Ca2+ do R. Sarcoplasmático;
 Depleção de substratos (PCr e glicogênio);
 Acúmulo de metabólitos; 
 ADP / Pi / K+ / H+.
Possíveis causas e mecanismos da fadiga durante os exercícios 
de alta intensidade
Fonte: Sahlin (1992); Fitts (1994); Allen et al., (2008)
Fonte: https://gq.globo.com/Corpo/Saude/noticia/2020/02/cancer-
de-prostata-os-sinais-de-alerta.html
Fonte: https://okdietology.com/chem-mogut-byt-
chrevaty-dlya-organizma-bolshie-fizicheskie-nagruzki/
Íons H+ e fadiga
Fonte: adaptado de: Fitts (1994); Robergs et al. (2004).
GLICOGÊNIO GLICOGÊNIO (n-1)
glicogênio 
fosforilase
GLICOSE
fosfo-fruto-
quinase (PFK)
2 PIRUVATO
2 LACTATO2 ACETIL-CoA
Miosina
ATP
Actina
TropomiosinaTnTTnC
TnI
Troponina
Íons H+ e fadiga
Ca++
Fonte: adaptado de: Fitts (1994); Robergs et al. (2004).
Mecanismos de defesa contra a “acidose” muscular
intracelular
 extracelular
 respiratório
 renal
imediatos
curto prazo
longo prazo
Tamponamento Dinâmico
Tampões Químicos Sanguíneos
Fosfatos, aminoácidos, 
dipeptídeos,...
Transportadores de H+
(MCT, NHE1,...)
Fosfatos, aminoácidos,...
 BICARBONATO (HCO3)
Tampões Químicos Intracelulares
Fonte: adaptado de: Juel (2004).
Suplementação de β-alanina: mecanismos de ação
L-histidina Carnosina
pKa 
6.83
pKa 
6.1
+
β-alanina
Fator limitante para que a reação ocorra!
 pKa expressa, em escala logarítmica, a força relativa de um 
ácido ou base. Quanto mais forte é um ácido, menor é seu 
pKa; quanto mais forte uma base, maior o pKa;
 Bons tampões de íons H+ possuem pKa próximo ao pH do 
meio em que atuam.
Fonte: adaptado de: Sale et al. (2013).
 6 meses de suplementação;
 β-alanina (6,4 g/dia) ou placebo;
 Análise da carnosina
muscular a cada mês.
Efeitos da suplementação de β–alanina sobre a carnosina muscular 
M
ud
an
ça
 n
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ca
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m
us
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cu
lo
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o)
Semana 4 Semana 8 Semana 12 Semana 16 Semana 20 Semana 24
35
30
25
20
15
10
5
0
-5
b
b
b b
b,c b,c
Fonte: adaptado de: Saunders et al. (2017).
 Exercícios com predominância glicolítica (lática), isto é, limitados pela acidose muscular, 
parecem ser os mais beneficiados pela suplementação de β-alanina.
Suplementação de β–alanina: que exercícios podem se beneficiar?
EFEITO MÉDIO: 2.85%
Duração do exercício (segundos)
Ta
m
an
ho
 d
o 
ef
ei
to
2.50
2.00
1.50
1.00
0.50
0.00
-0.50
-1.00
-1.50
<60 60-240 >240
Fonte: adaptado de: Hobson et al. (2012).
 Parestesia = “formigamento”
Suplementação de β–alanina: efeitos colaterais?
40 mg/kg
20 mg/kg
10 mg/kgPARESTESIA!
- mãos;
- pescoço;
- rosto.
- dose única máxima = 800 mg
- tempo de desaparecimento = 3h
horas
Beta-alanina plasmática
Suplementação com bicarbonato de sódio: mecanismos de ação
HCO3
- + H+ CO2 + H2O
NHE1 MCT 
IV
Na+ / 
K+
H+
Na+
H+ Lactato
K+
EXTRA
INTRA
Na+
ATP
ADP + Pi
Fonte: adaptado de: Juel et al. (2008).
 Os gradientes de pH entre o 
músculo esquelético e o 
sangue influenciam a taxa de 
transporte dos íons H+ para 
fora do músculo;
 Logo: alcalinização do sangue 
= manutenção do pH muscular 
durante a contração muscular.
Suplementação com bicarbonato de sódio: mecanismos de ação
pH
 s
an
gu
ín
eo
pH
 m
us
cu
la
r
Repouso – Exercício (min) Recuperação (min)
7.40
7.30
7.20
7.10
7.10
7.00
6.90
6.80
6.70
6.60
6.50
Control
NaHCO3
P < 0.05
-50 0 2 4 6 8 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 30
Fonte: adaptado de: Costill et al. (1984).
Suplementação com bicarbonato de sódio: que exercícios
podem se beneficiar?
Fonte: adaptado de: McNaughton (1992).
A letra “a” refere-se à diferença significante (P<0.05) comparada às condições Placebo e Controle.
EFEITO MÉDIO: 1.70% (±2.0)
Fonte: adaptado de: Carr et al. (2011).
Fonte: https://darubama.com/sodium-bicarbonate/
Controle Placebo Bicarbonato
Grupo Trabalho total Potência Trabalho total Potência Trabalho total Potência
10 s 7.21± 0.19 1185 ± 110 7.19 ± 0.21 1178 ± 104 7.23 ± 0.19 1183 ± 113
30 s 19.6 ± 2.1 1179 ± 121 19.2 ± 2.7 1181 ± 134 19.7 ± 2.4 1171 ± 127
120 s 69.7 ± 7.5 1145 ± 131 68.3 ± 6.2 1151 ± 129 74.3 ± 7.9* 1243 ± 135*
240 s 109.1 ± 66.2 1097 ± 126 112.9 ± 58.7 1132 ± 135 122.4 ± 63.9* 1228 ± 128*
Suplementação com bicarbonato de sódio: efeitos colaterais?
Fonte: https://princessofpavement.com/2010/07/28/
Fonte: 
https://www.toitumistarkus.ee/
refluksi-ja-korvetiste-
valtimiseks-kasutatavad-
happealandajad-voivad-
tekitada-narvikahjustusi-
arritunud-soole-sundroomi-ja-
osteoporoosi/
 A suplementação de beta-alanina aumenta a carnosina muscular, um tampão intracelular, e 
pode melhorar o desempenho físico em exercícios de alta intensidade intermitentes ou 
contínuos (com duração entre 60 e 240 segundos).
 A suplementação com bicarbonato de sódio induz um aumento dos níveis sanguíneos de 
bicarbonato e pH, melhorando a performance em exercícios contínuos e intermitentes de alta 
intensidade.
 Apesar da parestesia, não existem relatos de grandes efeitos 
colaterais decorrentes da suplementação de beta-alanina.
 Devido aos moderados a severos efeitos colaterais do 
bicarbonato de sódio, a eficácia desse suplemento deve ser 
cuidadosamente e individualmente testada.
Take-home messages – mensagens para casa
Assinale a alternativa incorreta. A carnosina é um dipeptídeo encontrado em abundância no 
músculo esquelético de vertebrados, o qual:
a) Tem a sua síntese realizada pela ação da enzima carnosina-sintase, a partir dos 
aminoácidos L-histidina e β-alanina.
b) É um importante tampão de íons H+ dentro da célula muscular.
c) Fornece substrato à célula para a ressíntese de ATP.
d) Pode ser obtido por meio da dieta, exclusivamente por meio do consumo de carnes.
e) Tem a sua síntese limitada pela disponibilidade de β-alanina.
Interatividade
Assinale a alternativa incorreta. A carnosina é um dipeptídeo encontrado em abundância no 
músculo esquelético de vertebrados, o qual:
a) Tem a sua síntese realizada pela ação da enzima carnosina-sintase, a partir dos 
aminoácidos L-histidina e β-alanina.
b) É um importante tampão de íons H+ dentro da célula muscular.
c) Fornece substrato à célula para a ressíntese de ATP.
d) Pode ser obtido por meio da dieta, exclusivamente por meio do consumo de carnes.
e) Tem a sua síntese limitada pela disponibilidade de β-alanina.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!
	Número do slide 1
	O que eu vou dizer a vocês – termorregulação e hidratação
	A água como nutriente – conteúdo hídrico nos alimentos
	A água como nutriente – conteúdo hídrico nos tecidos corporais
	A água como nutriente – funções da água no organismo
	Estado de hidratação e recomendação
	Produção de calor durante o exercício físico
	Produção de calor durante o exercício físico
	Controle da temperatura corporal
	Dissipação de calor durante o exercício físico
	Taxa de sudorese
	Take-home messages – mensagens para casa
	Interatividade
	Resposta
	Hiponatremia
	Desidratação
	Estratégias para atenuar a elevação da temperatura interna – aclimatação
	Estratégias para atenuar a elevação da temperatura interna – �imersão em água gelada
	Estratégias para atenuar a elevação da temperatura interna – hidratação
	Estratégias para atenuar a elevação da temperatura interna – hidratação
	Hidratação – recomendações
	Hidratação – influência da temperatura da bebida?
	Hidratação – influência da temperatura da bebida?
	Hidratação – influência da temperatura da bebida?
	Take-home messages – mensagens para casa
	Interatividade
	Resposta
	O que eu vou dizer a vocês – recursos ergogênicos
	Creatina: síntese, captação e excreção
	Funções da creatina
	Funções da creatina
	Creatina: efeitos da suplementação sobre o seu conteúdo muscular
	Efeitos ergogênicos da suplementação de creatina: treinamento de força
	Efeitos ergogênicos da suplementação de creatina: treinamento de força
	Efeitos ergogênicos da suplementação de creatina: exercícios intermitentes
	Suplementação de creatina: efeitos colaterais?
	Suplementação de creatina: efeitos colaterais?
	Take-home messages – mensagens para casa
	Interatividade
	Resposta
	Possíveis causas e mecanismos da fadiga durante os exercícios �de alta intensidade
	Íons H+ e fadiga
	Íons H+ e fadiga
	Mecanismos de defesa contra a “acidose” muscular
	Suplementação de β-alanina: mecanismos de ação
	Efeitos da suplementação de β–alanina sobre a carnosina muscular 
	Suplementação de β–alanina: que exercícios podem se beneficiar?
	Suplementação de β–alanina: efeitos colaterais?
	Suplementação com bicarbonato de sódio: mecanismos de ação
	Suplementação com bicarbonato de sódio: mecanismos de ação
	Suplementação com bicarbonato de sódio: que exercícios�podem se beneficiar?
	Suplementação com bicarbonato de sódio: efeitos colaterais?
	Take-home messages – mensagens para casa
	Interatividade
	Resposta
	Número do slide 56

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