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Universidade Feral Rural de Pernambuco
Departamento de Zootecnia 
MANEJO E PRODUÇÃO DE FRANGO 
DE CORTE
Prof. Carlos Bôa-Viagem Rabello
carlos.rabello@ufrpe.br
1. Introdução;
2. Linhagem comercial de frango de corte
3. Linhagem caipira de frango de corte
4. Planejamento de criação
5. Manejo antes da chegada dos pintainhos
6. Instalações dos equipamentos no galpão;
7. Qualidade da cama; 
8. Escolha e qualidade do pintainho;
9. Transporte dos pintos para a granja;
10. Manejo pré-alojamento; 
11. Manejo na recepção dos pintos;
12. Manejo pós-recepção;
13. Manejo na primeira semana;
Sumário
14. Manejo na segunda semana;
15. Manejo da terceira semana ao abate; 
16. Manejo alimentar e exigências nutricionais
17. Avaliação do desempenho do lote; 
18. Manejo na retirada do lote; 
19. Destinos das aves mortas e doenças
20. Planejamento/ instalações
Sumário
INTRODUÇÃO
Fonte:https://opresenterural.com.br/
Introdução
➢ O manejo inicia antes mesmo da chegada dos pintinhos, e vai até a véspera do abate da 
ave com condições adequadas.
▪ Limpeza das instalações e equipamentos 
▪ Montagem e verificação dos equipamentos
▪ Escolha da cama (varia de região)
▪ Formulas das rações 
▪ Densidade do lote
▪ Limpeza dos bebedouros
▪ Ventilação, aspersão
Fonte: https://www.portalagropecuario.com.br/
LINHAGEM COMERCIAL 
PARA CORTE 
Fonte:https://globoaves.com.br/
As linhagens Cobb e Ross representam aproximadamente 85% do mercado 
de frango de corte no Brasil 
PRINCIPAIS LINHAGENS DE FRANGOS DE CORTE NO BRASIL 
Linhagens Empresas
Cobb (500-700- Avian 48) Cobb-vantress do brasil
Ross (308 AP – 408) Aviagen
Arbor acres Aviagen
Hybro Hygen
Hubbard Planalto
Fonte:https://slideplayer.com.br/
LINHAGEM CAIPIRA PARA 
CORTE 
Fonte: https://docplayer.com.br/
Pescoço pelado (Label Rouge) Vermelho pesadão
CarijóMaster Griss
Embrapa 041
Tricolor 
Fonte: https://docplayer.com.br/
PLANEJAMENTO
DE
CRIAÇÃO
Fonte: https://portuguese.alibaba.com/
Planejamento
Simultâneo
Aves na mesma
 idade
“All in all out”
➢ Vantagem:
sanitário
➢ Desvantagens:
comercialização
Sucessivo
Aves com idade 
diferentes
Saída de cada lote em períodos #
➢ Vantagem:
Comercialização +versátil
Fluxo/caixa (constante e contínuo)
Redução (equipamentos/fase inicial)
Exemplo
Galpão n° 1
1 dia de idade
Galpão n° 2
14 dias de idade
Galpão n° 3
28 dias de idade
Galpão n° 4
42 dias de idade
Alojamento Venda
Daqui a 14 
dias alojar-
se-ão outras 
aves
MANEJO ANTES DA 
CHEGADA DOS
PINTAINHOS
Fonte: http://www.fornariindustria.com.br/
Checklist - Verificar os seguintes pontos:
▪ Limpeza de instalações e equipamentos
▪ Retirar restos de ração
▪ Remover equipamentos
▪ Retirar cama
▪ Limpeza a seco: varrer/raspar 
▪ ➔ Tetos, Telas, Paredes, Pilastras, Silos e pisos.
▪ Lavar com água sob pressão (de cima p/ baixo)
▪ Utilizar sabão ou detergente
Fonte: https://portuguese.alibaba.com/
▪ Desinfecção de instalações e equipamentos
▪ Poder desinfetante depende: higienização, 
coeficiente fenólico, diluição, temperatura, modo de 
aplicação.
▪ Inseticida, controle de roedores
▪ Vazio sanitário ➔ ≥10, ≤ 14 dias
Manejo antes da chegada dos pintos
Fonte: https://ruralpecuaria.com.br/
Fonte: Revista AveWorld - Edição 29. Adaptado de H. M. Optiz. Disponível em: 
<http://www.aveworld.com.br/default.php?acao=documento&cod=4322>
DIAS SEMANAS MESES ANOS
Micoplasmas
Pasteurella 
(cólera)
Salmonella Clostridium
Haemophylus Campylobacter
Bronquite 
infecciosa
Esporos/Fungos
Espiroqueta
CAV (Anemia 
infecciosa).
Vírus da Doença 
de Marek
IBVD (Gumboro) DNV (New Castle) Pox (Bouba)
ILT 
(Laringotraqueíte)
AEV 
(Encefalomielite)
Eimeria
Esporos e fungos
Tempo de sobrevivência fora do hospedeiro de alguns agentes etiológicos.
Desinfetante Espectro da atividade*
Ácidos Bactericida, Esporicida, Atua sobre alguns vírus
Formaldeído
Glutaraldeído
Bactericida, Esporicida, Viricida, Fungicida
Compostos de Iodo Bactericida, Esporicida, Viricida, Fungicida
Compostos de Cloro Bactericida, Esporicida, Viricida, Fungicida
Peróxido de Hidrogênio Bactericida, Atua sobre alguns vírus
Fenol
Cresol
Bactericida, Fungicida, Atua sobre alguns vírus
Compostos de Amônia 
Quartenária
Bactericida, Esporicida, Fungicida, Atua sobre alguns 
vírus
Propriedades dos desinfetantes mais frequentes.
▪ A capacidade de ação entre as bases e os tipos específicos de microrganismos 
Fonte: Revista AveWorld - Edição 29. Disponível em: 
<http://www.aveworld.com.br/default.php?acao=documento&cod=4322>
Desinfetante bom:
Barato e germicida
Baixa toxicidade
Solúvel em água
Alto poder residual e não corrosivo
Efetivo mesmo em quantidade moderada de MO
Inodoro, estável quando estocado
Boa capacidade de penetração
Biodegradável
Fonte: Lana, 2000.
Fonte:www.avisite.com.br/revistadoovo/materias/
Cloro Iodo Fenol
Amônia 
quartenária
Fenol
Bactericida + + + + +
Fungicida - + + +/- +
Virucida +/- + + +/- +
Toxidade + - + + +
Atividade c M.O +++ ++ + +++ +
Corrosividade ++ ++ ++ - +
Irritabilidade ++ + +++ - ++++
Odor +++ - ++++ - ++++
Nivel em ppm recomendado 200 a 250 100 a 150 1000 a 10000 250 a 500 variável
Fonte: https://pt.slideshare.net/carpen2/manejo-do-frango-de-corte
QUALIDADE DA CAMA 
Fonte: http://www.horseproducts.com.br/
As funções da cama de frangos 
➢ Capacidade de: 
▪ Absorver a umidade. 
▪ Diluir a excreta, minimizando o contato das aves com os excrementos.
▪ 
▪ Fornecer isolamento em relação à baixa temperatura do piso. 
Fonte: http://www.horseproducts.com.br/
▪ Partícula de tamanho médio, homogêneo
▪ Capacidade de absorver a umidade 
▪ Baixa condutividade térmica 
▪ Boa capacidade de amortecimento 
▪ Umidade 
▪ Baixo custo e alta disponibilidade na região de criação
▪ Altura no verão: 5-8 cm
▪ Altura no inverno: 8-10 cm
Como deve ser a cama do aviário?
Fonte: https://pt.slideshare.net/carpen2/manejo-do-frango-de-corte
– livre de material estranho
– evitando encrostamentos
– (Bom isolamento do piso)
– (evitar calos)
➔ 20 – 25 %
Cama
Maravalha
Casca de arroz
Casca de amendoim
Casca de café
Palhas de culturas
Bagaço de cana
Areia
Fonte: https://slideplayer.com.br/slide
Materiais Características 
Maravalha Boa absorção e decomposição. Possível contaminação por inseticidas, os quais 
podem ser tóxicos e organoclorados que podem causar odor desagradável na 
carcaça.
Palha picada Palha de trigo é o mais indicado. Possível contaminação por agrotóxicos, 
fungos e micotoxinas. De lenta decomposição, mais indicado se misturado 
50/50 com maravalha 
Papel picado Pode ser de difícil manejo em condições úmidas. Papel liso não e 
recomendado.
Casca e resíduos de cereais de arroz não e muito absorvente. Melhor se misturado a outros materiais. Pode ser 
ingerido. 
Pó de serra Não e adequado. Poeirento e pode ser ingerido
Grãos de palha tratados quimicamente Usar conforme recomendações do fabricante.
Areia Comumente usada em áreas áridas sobre solo de concreto. Pode funcionar bem, 
mas as aves terão dificuldades de locomoção se estiver muito profundo
Características dos materiais de cama mais comuns
Fonte: AGROCERES ROSS MELHORAMENTO GENÉTICO DE AVES S.A,. 2004.
Materiais Características 
Maravalha de pinus Excelente absorção. 
Maravalha de madeira de lei Pode conter tanino que preocupa pela toxicidade e pelas lascas que podem 
causar lesões no papo. 
Serragem Apresenta alta umidade, podendo facilitar o desenvolvimento de fungos. Além 
disso, os pintos podem consumi-la, o que pode causar aspergilose. 
Palha picada Preferir palha de trigo a palha de cevada pela capacidade de absorção. A palha 
picada não refinada tende a aglutinar nas primeiras semanas. 
Papel De difícil manejo quando úmido, pode apresentar discreta tendência a aglutinar. 
Papel não funciona bem. 
Casca de arroz Uma opção barata em algumas áreas e pode ser uma boa opção de cama. 
Casca de amendoimTende a aglutinar e incrustar, mas é manejável. 
Bagaço de Cana Solução barata em certas áreas.
Opções de Cama
Fonte: Manual cobb 2019.
Tipo de Cama Profundidade / Volume Mínimo
Maravalha de Madeira 2,5 cm (1 pol.)
Serragem Seca 2,5 cm (1 pol.)
Palha Picada 1 kg/m² (0,2 lb/pé²)
Casca de Arroz 5 cm (2 pol.)
Cascas de Sementes de Girassol 5 cm (2 pol.)
Requisitos Mínimos da Cama 
Fonte: Manual cobb 2019.
1) Altura no verão: 5-8 cm
2) Altura no inverno: 8-10 cm
Dado que 1m³ = 187,5 kg cama
Cálculo da quantidade de cama
Quantidade = Largura x Comprimento x Espessura
L 12,8 m x C 125 m x E 0,05 m: 80m3 (x187,5) =15.000 kg
1. L 12,8 m 
2. C 125 m 
Dados:
Área do galpão= 1500m2
7 aves/m2
Cálculo da quantidade de cama
Dados:
• 500 a 600 kg para cada 1000 aves; 
• 1m3 para 15m2 de área (altura de 10 cm)
Ex: 
Área do galpão = 1500 m2 ; 
1 m3 /15m2 = 1500/15 = 100 m3 = 14,5 ton 
OU 
1500 m2 com densidade de 7 aves/m2 
7 x 1500 = 10500 aves; 
600 kg/1000 aves 
(600 x 1050)/10 = 6300 kg
Alternativa para cama
Lâminas de plástico/ripas
Desvantagens:
• Umidade e controle de moscas 
• Baixo fluxo de ar abaixo das lâminas
Cama de frango:
Reutilização Descarte 
Processos de fermentações 
e desinfecções
Composteira / queima em 
caso de doenças no lote
▪ Cama reutilizada + 
de 5 vezes;
▪ Muito emplastada ;
▪ Muito molhada;
▪ Doença no lote
Motivos para o descarte da cama 
Reutilização da Cama:
▪ Retirada de todos os equipamentos
▪ Retirar as partes emplastadas
▪ Lança chamas(penas) revolver cama e queimar as penas
▪ Amontoar a cama, se possível retira-la do galpão
▪ Umidecê-la (35-45%), se estiver seca Lavar e desinfetar o galpão
▪ Amontoada - (ideal 21dias)
Reutilização da Cama:
▪ Boa fermentação = Bom vazio sanitário do galpão
▪ Cama + desinfetante ( cal auxilia na secagem da cama)
▪ Revolvê-la várias vezes até que atinja a umidade de 20-25%
Avaliação da Cama
➢ Pegar um punhado da cama nas mãos e aperta-la suavemente.
▪ A cama deve aderir levemente à mão e desmanchar-se quando jogada ao chão. 
▪ Se houver umidade excessiva, a cama permanecerá compacta mesmo após ser 
jogada no chão.
▪ Se a cama estiver seca demais, não irá aderir à mão quando apertada.
➢ O excesso de umidade da cama (>35%) pode causar problemas de saúde e/ou 
bem-estar nas aves
Avaliação da umidade da cama 
INSTALAÇÕES DOS
EQUIPAMENTOS 
NO GALPÃO 
Fonte: http://www.regiaodosvales.com.br/
Fonte: Bombardelliavicasp, 2020
Aquecimento das aves – Importância do aquecimento ?
Circulo de criação/proteção Câmara de Alojamento (Casulo)
➢ Os 10 primeiros dias de idade os pintinhos não tem seus 
sistemas de termorregulação bem desenvolvidos
Fonte: https://www.pasreform.com/
Montagem do circulo de criação/proteção:
➢Vantagem: 
▪ Proteção contra correntes de ar
▪ Limitar a área disponível
➢Tipos:
▪ Chapas de Eucatex
▪ Duratex
▪ Compensado de madeira
▪ Folhas Metálicas
➢Altura: 40 – 60 cm
➢Diâmetro: 3 a 5m ➔ 500 pintinhos
➢ Forrar sobre a cama folhas de papel madeira/jornal
Fonte: www.nutriavesdistribuidora.com.br/avicultura/equipamentos
Equipamentos
Comedouros - 1 : 100 aves
Bebedouros - 1 : 100 aves
Campânulas - 1 : 500 aves
Cortinas
Fonte: www.nutriavesdistribuidora.com.br/avicultura/equipamentos
➢ Esquema de montagem do círculo de proteção, dos sistemas de 
aquecimento em piso, com cobertura
Fonte: https://pt.slideshare.net/carpen2/manejo-do-frango-de-corte
Câmara de Alojamento (Casulo)
➢ Geralmente utilizado em instalações com isolamento 
inadequado.
▪ Objetivo: reduzir as flutuações de temperatura.
▪ Como funciona?: por meio da instalação de uma mini-
cortina (casulo) dentro do galpão.
▪ É formada por um teto falso (forro) que corre de um beiral 
do telhado ao outro.
▪ Esse teto falso reduzirá bastante a perda de calor e 
facilitará o controle da temperatura.
➢ Cortina interna: Instalada a 1 metro da cortina externa
▪ Promoverá a vedação completa do piso até o teto falso nas 
extremidades dos beirais.
▪ A abertura dessa cortina deve ser feita pela parte superior, e 
nunca pela parte inferior.
▪ O mínimo movimento de ar no nível do piso causará o 
resfriamento dos pintos.
➢ Segunda cortina: pode ser usada para ventilação nos
primeiros estágios.
CASULO 
Fonte: https://pt.slideshare.net/carpen2/manejo-do-frango-de-corte
Densidade de Alojamento da Câmara
Idade (dias) Densidade (aves/m²)
0 a 3 55 a 60
4 a 6 40 a 45
7 a 9 30 a 35
10 a 12 20 a 25
13 a 15 10 a 15
OBS: A lotação inicial não deve exceder mais de 50 – 60 aves / m² (inverno) e 
40 - 50 aves / m² (verão).
Fonte: C o b b - v a n t r e s s . c o m 2019.
Sistema de aquecimento:
Aquecedores a lenha
Campânulas
Fornalhas
Aquecedores 
elétricos
Campânulas elétricas
Lâmpadas infravermelhas
Resistência embutida o piso
Aquecedores a gás
Campânulas a gás
Campânulas de placa cerâmica
Campânulas infravermelhas
Geradores de ar quente
Alternativos
Aproveitamento de resíduos (Fornalhas, biogás)
Canalização de água quente no piso
Aquecimento solar
Fonte: https://pt.slideshare.net/carpen2/manejo-do-frango-de-corte
Fonte: https://pt.slideshare.net/carpen2/manejo-do-frango-de-corte
Fonte: https://pt.slideshare.net/carpen2/manejo-do-frango-de-corte
Sistema de aquecimento
Iniciar o aquecimento 3h antes 
da chegada dos pintos
❖ Temperatura média de 32ºC
Fonte: https://pt.slideshare.net/carpen2/manejo-do-frango-de-corte
Programas de Luz
➢ Finalidades: 
▪ Estimular o consumo de alimento;
▪ Melhorar o crescimento e adaptá-los ao 
galpão.
➢ Exemplos:
▪ 18 horas de luz por dia: acender às 04:00 
horas e apagar ao clarear e acender ao 
entardecer e apagar às 22:00 horas.
▪ 20 horas de luz por dia: acender às 22 horas 
e apagar ao amanhecer.
▪ Luz diária+controle intermitente à noite: 
deixar 1 hora nos escuro e 3 horas com luz.
▪ Luz 24 horas por dia
▪ Somente luz natural
Fonte: https://wall.alphacoders.com/
➢Os programas dependem: 
▪ Linhagem, 
▪ Região, 
▪ Estação do ano, 
▪ Desempenho do lote 
▪ Manejo adotado
➢ Contínuos – iluminação a noite inteira
➢ Contínuos – com interrupção – adota-se luz a noite inteira, exceto durante 
1 hora (23 e 24 horas)
➢ Intermitentes – Ex.: Intercalação de 3 horas de iluminação com 1 hora de 
escuridão (ambientes controlados)
Fonte: https://wall.alphacoders.com/
Fonte: manual Cobb 2019.
VENTILAÇÃO NA FASE DE ALOJAMENTO
Velocidades máximas do ar no nível das aves com base na idade:
➢ Até 14 dias de idade, as práticas da ventilação mínima deverão ser usadas para 
evitar o resfriamento acidental das aves.
Fonte: Cobb vantress.com
➢ As temperaturas exigidas para que as aves encontrem conforto ambiental são 
as seguintes:
TEMPERATURAS
32°C = 1°dia 
30°C = 2° ao 7° dia 
29°C = 2ª semana 
27°C = 3ª semana 
24°C = 4ª semana. 
➢ O bom controle da temperatura irá propiciar melhor conversão alimentar 
e maior taxa de crescimento. 
Temperatura 
Frio Quente Normal 
Piando Bico e asas abertos Silenciosos 
Aglomeração Fuga do calor Bem espalhados 
Problemas respiratórios Diarréia Alimentação normal 
Empenamento fraco Desidratação Empenamento normal
Alta mortalidade Alta mortalidade Mortalidade baixa
Fonte: Universidade Federal de Pelotas Conjunto Agrotécnico Visconde da Graça
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Zootecnia 
Parte 2 - MANEJO E PRODUÇÃO DE 
FRANGO DE CORTE
ESCOLHA E QUALIDADE
DO PINTAINHO
Escolha do pintainho depende
➢ Preço e qualidade do pinto
➢ Distância e idoneidade do incubatório
➢ Objetivos da criação do lote
Fonte: http://fagundeslima.blogspot.com/
▪ Frango vivo
▪ Carcaça grande
▪ Carcaça galeto
▪ Cortes
Qualidade dos pintainhos
➢ Características dos pintinhos de boa qualidade: 
Fonte: https://www.pasreform.com/
▪ Penugem bem seca, longa e fofa. 
▪ Olhos brilhantes, redondos e ativos. 
▪ Comportamento ativo e alerta.
▪ Umbigos completamente cicatrizados. 
▪ Pernasbrilhantes e cerosas ao tato. 
▪ Ausência de tornozelos avermelhados. 
▪ Ausência de deformidades ex. pernas tortas, 
 pescoço torcido ou bico cruzado.
Métodos de Sexagem Utilizados no Incubatório
Métodos:
. Empenamento
. Cor da plumagem
. Cloaca 
TRANSPORTE DOS 
PINTOS PARA A GRANJA
Fonte: santos 2013
➢ Utilização de caminhão apropriado para o 
transporte dos pintainhos do incubatória até a 
granja
➢ O caminhão deve ter ambiente controlado, com 
temperatura entre 26 e 29 ºC, com 70% UR( 
medida dentro da caixa dos pintainhos), com Min 
de corrente de ar de 0,7 m³ P/min.
➢ Manter espaço suficiente entre as pilhas de caixas 
para circulação de ar
Temp (°C)
Umid. 
Rel. (%)
CO2 
(ppm)
Fluxo de ar
Manejo dos pintos e 
sala de despacho
22-28 50-60 500-600 Suficiente
Caminhão 22-28 50-60 500-600 Suficiente
Granja
Ar:32-35
50-60 500-600 Desprezível
Chão: 28-60
Fonte: Jaqueline, 2015 cassia_slv@hotmail.com
MANEJO PRÉ-ALOJAMENTO 
▪ Verificar disponibilidade e distribuição de água e ração
▪ Acertar horário adequado para a chegada dos pintainhos
▪ Pessoal para descarregar
▪ Acender as campânulas com 3hs de antecedência
▪ Checar os círculos de proteção
▪ Descarregar as caixas próximo aos círculos
▪ Acender a iluminação interna
▪ Providenciar material de expediente (balança, caneta, calculadora, papel, etc)
Recepção de pintainhos: Checklist
MANEJO NA RECEPÇÃO DOS 
PINTAINHOS:
▪ Calcular o PM e unf das aves
Recepção de pintainhos: O que Observar e Avaliar nos pintainhos?
I.Pesando as caixas individualmente (100 pintos) 100/100
II.Considerar intervalo de 5% em relação ao peso médio
➢ Anotar o máximo de informações possíveis
➢ Amostrar algumas aves para necrópsia
➢ Retirar as caixas vazias imediatamente e queimá-las
➢ Retirada do caminhão 
➢ Amostrar 2-5% do lote e proceder a contagem e seleção
▪ Pintos saudáveis e de boa qualidade;
▪ Ativos, olhos brilhantes, umbigo bem cicatrizado, 
tamanho e cor uniformes;
▪ Plumagem seca e macia, sem emplastamento na 
cloaca;
▪ Canelas brilhantes e lustrosas, sem deformidades;
▪ Não apresentar anomalias: pernas retorcidas, bicos 
cruzados, cabeça ou olhos defeituosos;
▪ Peso mínimo: 37- 47 g: Apresentar Uniformidade.
Recepção de pintainhos: O que Observar e Avaliar nos pintainhos?
Fonte: https://br.pinterest.com/
➢ Primeiramente soltar os pintos cuidadosamente no 
círculo e se possível molhando o bico.
➢ Logo após, disponibilizar ração própria para a fase.
Fonte: manual Ross
RECEPÇÃO DOS PINTOS
➢ Iniciar o controle zootécnico do lote 
▪ Quantidade de animais e data de chegada
▪ Marca comercial dos pintos
▪ Número do lote e o tratador
▪ Vacinas efetuadas no incubatório 
Fonte: manual Ross
➢ Observar constantemente a temperatura e o comportamento 
dos pintos nas instalações
RECEPÇÃO DOS PINTOS
MANEJO PÓS–RECEPÇÃO
➢ Verificar: temperatura dos pés das aves contra o pescoço ou o rosto do 
examinador... Se os pés estiverem frios, reavaliar a temperatura de pré-
aquecimento.
Manejo Pós-Alojamento: 1ª Checagem 4 a 6 Horas
Fonte: https://www.fcav.unesp.br/
➢ Consequências da Cama Fria:
▪ Baixo consumo precoce de ração
▪ Baixo crescimento
▪ Baixa uniformidade da ave
Amostragem de ~100 aves/pinteiro
Manejo Pós-Alojamento: 2ª Checagem 24 h após - Inglúvio
➢ Meta de padrão de consumo de ração e água 
➢ Macios e flexíveis 
➢ Papos endurecidos 
➢ Papos inchados e distendidos
➢ Vazio
O inglúvio de 95% das aves devem estar macios e flexíveis ao toque
– Okay
– Não houve acesso à água... O fornecimento 
de água deve ser verificado imediatamente.
– Não houve acesso à ração ou não estão 
encontrando ração suficiente... o fornecimento 
de ração deve ser verificado imediatamente.
– Sem Chance!
Fonte: manual HY-line W-80.
Manejo Pós-Alojamento
➢ Sistema completar de Bebedouros – retirar após 48 h
➢ Posicioná-los à altura dos olhos nas primeiras 72 h...Após esse período mantê-los 
ligeiramente acima da cabeça das aves...
➢ Nipple - Observar os Pés das Aves: Devem estar em contato com a cama...as aves 
não devem ficar na ponta dos pés para beber água
➢ Regular os comedouros de modo que a borda do prato esteja na altura do dorso da 
ave
Fonte: https://produto.com.br/
Fonte: https://docplayer.com.br/
Aconselha-se que a borda superior da 
calha do comedouro coincida com o 
dorso das aves, conforme demonstrado na 
Figura, com o tubular.
Bebedouros pendulares preconiza-se uma 
regulagem que o pinto possa beber 
confortavelmente de forma que, a partir de 5 a 
20 dias a base superior do bebedouro esteja à 
altura de 5 cm do dorso da ave.
Fonte: EMBRAPA 
MANEJO NA PRIMEIRA 
SEMANA
Manejo na primeira semana
▪ 23h de luz + 1h escuro na primeira semana
▪ Substituição constante de água do bebedouro tipo pressão
▪ Fornecimento de ração diária
▪ Retirar o forro de papel ou jornal no 3º dia
▪ Controlar/averiguar a temperatura do círculo constantemente
Idade (dias) Temperatura °C
1 – 7 32
8 – 14 29
15 – 21 26
22 – 28 23
29 – 35 20
Fonte:https://www.metropoles.com/
➢Aumentar gradativamente o tamanho do círculo de criação 
aumentando o número de equipamentos unindo os círculos em 
dois a dois.
Fonte: Rocha, 2019 
MANEJO NA SEGUNDA 
SEMANA
▪ Um programa de luz com no mínimo de 4 horas de 
escuro
▪ Desfazer o círculo utilizando-se apenas para quebrar 
os cantos das instalações
▪ Manter bebedouros na proporção de 1:50 ou 
começar a substitui-los pelos definitivos
▪ Manejar as cortinas de acordo com a temperatura
Fonte: https://alivefm.pt/
▪ Limpeza constante dos bebedouros
▪ Abastecimento de ração quando necessário
Fonte: http://docplayer.com.br/
MANEJO DA TERCEIRA 
SEMANA ATÉ O ABATE
▪ Elevar gradativamente a altura dos equipamentos
▪ Distribuir uniformemente os equipamentos evitando 
movimentação desnecessária e desuniformidade dos 
animais 
▪ Retirada definitiva dos aquecedores
▪ Realizar viragem da cama (1 – 2 vezes na semana)
▪ Favorecer conforto térmico aos animais constantemente
▪ Certificar-se do bom funcionamento dos equipamentos
Fonte: https://www.marangoni.com.br/
▪ Retirar as aves mortas ➔ problemas
▪ Registrar consumo de ração, mortalidade, medicamentos e 
vacinações efetuadas
▪ Realizar avaliações semanais do desenvolvimento baseadas 
principalmente no peso corporal, empenamento, coloração e 
uniformidade dos frangos (aspectos visuais)).
Fonte: http://www.agronovas.com.br/
Regulagem bebedouros e comedouros
MANEJO ALIMENTAR E 
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
Ração: Tipos de Fornecimento
PROGRAMA TIPO DE RAÇÃO
01 Farelada em todas a fases
02 Farelada (PI), Triturada (I), Peletizada (C-E-F)
03 Triturada (PI-I), Peletizada (C-E-F)
04 Triturada (PI-I), Peletizada (C-E), Farelada (F)
Fonte: https://agroruralnews.blogspot.com/
Programas de alimentação utilizados com frangos de corte - Fases e dias 
Disponível em: <http://www.polinutri.com.br/conteudo_artigos_anteriores_setembro02.htm>
Fonte: Rostagno, Toledo e Albino, 2002. Adaptado por Ribeiro, 2020. 
3 rações Inicial 1-21 dias Crescimento 22-42 dias
Terminação 43-47 
dias
4 rações 
Pré-inicial 
1-10
Inicial 
11-21
Crescimento 22-42 Terminação 43-47
5 rações
Pré-inicial 
1-10
Inicial 
11-21
Crescimento I 
(22-33)
Crescimento II 
(34-42) 
Terminação 43-47
➢ O consumo médio de ração é:
 
▪ Ração pré-inicial (1 a 10d) – 245 g/ave
▪ Ração inicial (11 a 21d) – 780 g/ave
▪ Ração engorda (22 a 42d) – 3.445 g/ave
▪ Ração acabamento (43 a 47d) – 810 g/ave
Fonte: https://www.agriexpo.online/
Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Machos de Desempenho Médio-Superior 
Fonte: ROSTAGNO et al., 2017.
AVALIAÇÃO DO 
DESEMPENHO DO LOTE
PM = Peso vivo do lote na retirada
 Número de aves retiradas
CR = Consumo de ração 
 Número de aves retiradas
CA = Consumo de ração do lote
 Peso vivo do lote 
Viabilidade = Número de frangos retirados x 100Números de pintos recebidos
Fator de Produção = PM (kg) x Viabilidade x 100
 Idade do abate(dias) x conversão alimentar
FP = PM (kg) x Viabilidade x 100
 Idade do abate(dias) x conversão alimentar
➢ O Desempenho Zootécnico de Frangos de Corte é medido pelo Fator de 
Produção (FP):
Exemplo 1:
✓ Peso do lote: 52.785 kg
✓ Idade ao abate: 43 dias
✓ Número de aves alojadas: 20.000
✓ Nº de aves mortas: 450
✓ Ração enviada: 123.093 kg
✓ Sobra de ração: 6.551,125 kg 
Fonte: https://www.fcav.unesp.br 2016.
https://www.fcav.unesp.br/
MANEJO NO PRÉ-ABATE 
E NA RETIRADA 
DO LOTE
Manejo pré-abate
➢8-10h de jejum ( calcular transporte e espera). Não exceder 12h!
➢Consequências do tempo prolongado: 
▪ Ingestão de cama; 
▪ Perda de peso; 
▪ Proliferação de salmonella e campylobacter; 
▪ Insensibilidade inadequada.
➢ Cuidados são necessários
Retirada do lote
▪ Aviso de recolhimento do lote;
▪ Inspeção pré-abate (peso médio, uniformidade e 
estado sanitário);
▪ Pessoal (equipe de 14 pessoas para 12000 frangos);
▪ Retirar a ração 6 horas antes da retirada do lote;
▪ Retirar a água 15 minutos antes;
▪ Retirar equipamentos;
▪ Evitando contusões, lesões nas pernas, calos de peito, etc. 
➢ Manejo de retirada do lote:
▪ Carregamento diurno (pequenos círculos 150 a 200 
aves);
▪ Carregamento noturno (usar luz azul);
▪ Tempo de carregamento (200 caixas em 45 minutos);
▪ Números de aves/caixa: 0,020m2/kg no inverno e 
0,024m2/kg no verão;
▪ Fazer a apanha sem estressar as aves e não bater as 
caixas no carregamento;
▪ Transportar as aves nas horas mais frescas do dia.
Retirada do lote
Easyload System
Fonte: http://download.poultryandmeatprocessing.com/
Transporte 
▪ Baixa densidade de aves / caixa em dias quentes
▪ Início da manha e fim de tarde
▪ Trajeto 
Fonte: https://civilizacaoengenheira.wordpress.com/ Fonte: https://www.embrapa.br/documents/
Problemas na avicultura
 de corte
Problemas locomotores
➢ Deformidade óssea devido ao rápido crescimento
▪ Bem-estar animal
▪ Desempenho
▪ Prejuízos
▪ Alojamento
▪ Manejo
Problemas locomotores
• Alterações na placa de crescimento (raquitismo, discondroplasia, 
condrodistrofia ou perose e degeneração femoral)
• Desordens do desenvolvimento e/ou congênitas (espondilolistese e defeitos 
de angulação do tipo valgus e varus)
• Doenças infecciosas (osteomielite e lesões dos tendões)
▪ Dores
▪ Sentadas
▪ Calos no peito, feridas nos pés, queimaduras na região do tarso (dermatites de 
contato)
▪ Comprometimento da carcaça
Problemas locomotores
• Desarranjos nutricionais (deficiências e imbalanços)
• Fatores genéticos 
• Patógenos
• Práticas de manejo....
São fatores que afetam diretamente o crescimento e desenvolvimento normal do 
tecido ósseo
Ascite e Síndrome da morte súbita
Ascite
• Acúmulo de líquido na cavidade abdominal
• Velocidade de crescimento e ganho de peso
• Alta necessidade de oxigênio nos tecidos
• Desenvolvimento muscular superior ao desenvolvimento dos órgãos 
importantes (coração, pulmão)
• Sobrecarga no sistema respiratório O2 e CO2
Ascite e Síndrome da morte súbita
Síndrome da morte súbita 
• Morte do animal sem causa aparente
• Velocidade de crescimento e ganho de peso
• Alta necessidade de oxigênio nos tecidos
• Desenvolvimento muscular superior ao desenvolvimento dos órgãos 
importantes (coração, pulmão)
• Sobrecarga no sistema cardiorespiratório O2 e CO2
• Animais encontrados mortos na posição de decúbito dorsal
Ascite e Síndrome da morte súbita
González et al. 2001
DESTINO DAS 
AVES MORTAS 
Destino das aves mortas
➢ Incineração → Indicada quando ocorrer um problema sanitário grave.
Fonte: https://www.resiclean.com.br/
➢ Deposição em fossas sépticas → Telhado sólido; Tampa com encaixe perfeito; 
Acessíveis e eficazes; Longe de lençóis freáticos.
Fonte: http://estaticog1.globo.com/
Destino das aves mortas
➢Valas abertas ou parcialmente cobertas → Atrai animais silvestres; Fontes de contaminação; 
Vetores de doenças.
Fonte: https://www.comprerural.com/
➢Compostagem→ 
Fonte: https://images.engormix.com/
Mão-de-obra; Econômico e fácil de manejar; 
Não polui o ambiente; Adubo.
PLANEJAMENTO/ 
INSTALAÇÕES
➢ Qual o número de galpões para uma produção semanal ou quinzenal 
predefinida ?
Fonte: http://licenciadorambiental.com.br/ Fonte: https://www.feedfood.com.br/
Planejamento da criação 
➢ Ciclo de produção: CP = Criação + Limpeza/Desinfecção/Descanso
CP = P + D
➢ Depende do ciclo de criação:
▪ Exportação: 35 dias + 14 dias de descanso/ vazio = 49 dias
▪ Interno: 45 dias + 14 dias de descanso/ vazio = 59 dias 
▪ Partes: 52 dias + 14 dias de descanso/ vazio = 66 dias
Planejamento da criação 
➢ Intervalo de entrada de um lote para outro = frequência da venda
▪ Semanal 
▪ Quinzenal
▪ 3 semanas (mínimo)
▪ Mensal 
Quanto menor o intervalo – mais racional o uso da mão de obra e equipamentos
Cálculo do n° de galpões e/ou núcleos
Núcleo = conjunto de galpões de uma mesma idade
I =
𝐶𝑃
𝐸
➢ n° Galpões depende do volume de produção a cada intervalo. Está em 
função da capacidade de cada galpão
I = número de instalações ou galpões
CP = ciclo produtivo, onde, é determinado pela idade da venda ou abate + 
vazio sanitário (média de 14 dias – compreende período de limpeza e 
descanso) 
E= intervalo de entrada de aves (=frequencia de venda ou abate das aves )
Calcule a quantidade de galpões para criação de 10 mil frangos para serem abatidos com 42 dias 
de idade, com uma frequência de alojamento semanal:
I = (42 +14)/7 = 8 galpões. 
Número de lotes/galpão/ano
365 dias : 56 (CP) = 6,51 lotes/galpão/ano
Aves produzidas/ano/galpão = 10.000 - ~ 3% (mortalidade e refugagem) x 6,51 = 63.147 aves
Aves produzidas/ano na granja = 63.147 x 8 galpões – 505.176 aves produzidas
Desempenho de Frangos de Corte - Linhagem COBB
Fêmeas - Linhagem COBB Machos - Linhagem COBB Misto - Linhagem COBB
Literatura utilizada 
Manual Cobb vantress 2019.
https://www.cobb-vantress.com/assets/Cobb-Files/df5655a7e9/Broiler-Guide-2019-POR-WEB.pdf 
Manual Ross 2018.
http://pt.aviagen.com/assets/Tech_Center/BB_Foreign_Language_Docs/Portuguese/Ross-BroilerHandbook2018-
PT.pdf
Manejo de frangos de corte aula PDF
https://docplayer.com.br/8270589-Manejo-de-frangos-de-corte-prof-dr-levy-rei-de-franca.html
Relatório de Estágio de Acompanhamento de Rotina em Granja de Integração Comercial, 2013. 
https://www.passeidireto.com/arquivo/49330178/avicultura
Manejo de frango de corte-UNESP, 2016.
https://www.fcav.unesp.br/Home/departamentos/zootecnia/edneypereiradasilva/a_5.pdf
Produção de frangos de corte- Profa. Nilva K. Sakomura, 2014.
https://www.fcav.unesp.br/Home/departamentos/zootecnia/NILVAKAZUESAKOMURA/aula_3_producao_de_frango
s_de_corte.pdf
Tabelas Brasileiras para aves e suínos, 2017. 
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4532766/mod_resource/content/1/Rostagno%20et%20al%202017.pdf
➢ Frangos de corte: Cuidados com a ambiência na fase inicial:
 https://www.youtube.com/watch?v=ti5ZwoZYx9Q&t=189s
➢ Ação&Manejo: Pintinhos: avaliando sua qualidade:
 https://www.youtube.com/watch?v=aoY1HyDHmzk
➢ Frango de corte - Importância da primeira semana:
 https://www.youtube.com/watch?v=m2-Ty_Znrws
➢ Nutrição de precisão para frangos de corte - PARTE 1:
 https://www.youtube.com/watch?v=ziekL79CYKI
➢ Nutrição de precisão para frangos de corte - PARTE 2:
 https://www.youtube.com/watch?v=9SpFR8xsB5k
➢ Manejo pré abate:
 https://www.youtube.com/watch?v=4HygYCJirMg&app=desktop
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