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EMPREENDEDORISMO
AULA 6
Prof. Marcos Ruiz da Silva
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CONVERSA INICIAL
Após saber mais sobre o empreendedorismo e sua relação com o esporte,
nesta aula abordaremos alguns grupos de oportunidades empreendedoras no
âmbito do esporte (lembre-se de que falamos de esporte incorporando também
atividade física e outras práticas corporais).
Ao identificar uma oportunidade ou lacuna no mercado, a criação de uma
nova empresa ou de um novo negócio pode surgir. Assim, é importante conhecer
diferentes formas das quais essa empresa ou negócio pode ser criado, inclusive
considerando as tendências recentes que a tecnologia e a sociedade vêm
promovendo. Nesse ponto, é importante relembrar as possibilidades
apresentadas sobre a indústria do esporte, bem como as atividades econômicas
abertas aos profissionais de educação física.
Nesta aula, falaremos especificamente das possibilidades de criação de
novos negócios na forma de assessorias, consultorias, parcerias, alianças
estratégicas, franquias, startups e negócios digitais.
TEMA 1 – ASSESSORIAS
As assessorias esportivas parecem ter se desenvolvido tomando como
base um desdobramento da atividade do personal trainer. Se, por um lado, o
personal trainer oferece um serviço individualizado, em diferentes espaços, a
assessoria atende a um grupo de pessoas, tendo se popularizado na corrida de
rua (Ribeiro et al., 2018).
Esse perfil de empreendimento se relaciona à corrida de rua, por diversas
razões: a crescente divulgação dos benefícios de atividades aeróbias para a
saúde, a possibilidade de prática em espaços abertos, a possibilidade de prática
sem a necessidade de habilidade específica e o acompanhamento profissional
do treinamento, mesmo que o objetivo de alto rendimento não seja
preponderante. O envolvimento em um grupo pode ser um fator motivacional
importante, provocando também benefícios sociais e psicológicos que auxiliam
na adesão à prática (Truccolo; Maduro; Feijó, 2008).
Como modelo de negócio, as assessorias têm como característica a
prestação de serviço com centralidade no treinamento, mas que podem incluir
serviços correlatos, como inscrição em eventos, viagens, vestimenta e materiais
esportivos, suporte nutricional, médico e fisioterápico. Esses serviços podem
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estar incluídos na taxa ou mensalidade, ou serem oferecidos por meio de
indicação de parceiros. Considerando o estudo realizado por Ribeiro et al.
(2018), é possível notar que há uma grande variação no porte das assessorias.
Tomando como base 47 assessorias estudadas no Rio de Janeiro, o número de
profissionais varia de 1 a 16, e o número de alunos, de 5 a 200. Dessa maneira,
a oferta de horários, dias e locais pode ser maior ou menor, com base na relação
com a demanda dos alunos.
Conforme o mesmo estudo, existe um número grande de profissionais que
trabalham sem a formalização do negócio como pessoa jurídica (39% como
pessoa física e 61% como pessoa jurídica), ou seja, mais de um terço não criou
uma empresa para o negócio. Entre aqueles que estão formalizados como
pessoa jurídica (61%), 38% estão na categoria microempreendedor individual
(MEI) e 62% como microempresa (Ribeiro et al., 2018).
Quando há a formalização como microempreendedor individual (MEI), a
empresa pode ter no máximo um empregado, com faturamento de até R$
81.000,00 por ano (ou R$ 6.750,00 por mês). O custo mensal é de R$ 54,90 em
2019 (para empresas de prestação de serviços, como é o caso de assessorias),
mas se torna isento dos impostos federais, além de possuir benefícios sociais
(auxílio-maternidade, afastamento remunerado por problemas de saúde e
aposentadoria). É um enquadramento que se aplica aos profissionais
autônomos, que passam a ter um cadastro como pessoa jurídica (CNPJ)
(Sebrae, 2019a). Já a microempresa tem um porte maior, com faturamento de
até R$ 360.000,00 por ano (ou R$ 30.000,00 por mês), o que torna seu processo
de abertura mais burocrático, praticamente dependente de um contador, além
de haver maiores despesas com impostos (Sebrae, 2019b).
Microempreendedor
Individual (MEI)
Microempresa
Faturamento
Até R$ 81.000,00 por ano (ou
R$ 6.750,00 por mês)
Até R$ 360.000,00 por ano
(ou R$ 30.000,00 por mês)
Abertura Facilitado
Burocrático (dependente
de contador)
Despesa
R$ 54,90/mês (prestação de
serviços), conforme Simples
Nacional
Diversos impostos
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Atualmente, esse modelo de negócios se estendeu para outras
modalidades que são desenvolvidas como atividades nas assessorias, como
treinamento funcional, futevôlei, natação, surfe, ginástica localizada, frescobol,
tênis de areia, muay thai, crossfit e alongamento. Muitas delas utilizam espaços
públicos, tornando-se visíveis aos clientes potenciais que já praticam atividades
físicas, mas estão suscetíveis ao atendimento ou desatendimento dos serviços
públicos, como segurança, iluminação e limpeza (Ribeiro et al., 2018). Nesse
ponto, muitas assessorias não realizam investimentos em espaços físicos, ainda
que possam transportar os materiais necessários em suas atividades.
TEMA 2 – CONSULTORIAS, PARCERIAS E ALIANÇAS ESTRATÉGICAS
A consultoria é um serviço por meio do qual o consultor busca auxiliar o
cliente a compreender sua realidade, diagnosticando quais são os processos ou
características que precisam ser melhoradas para se alcançar os resultados
esperados. Também pode se caracterizar pela contratação da consultoria para
aquisição de um conhecimento que a empresa não possui (Gonçalves;
Vasconcelos, 1991). Por vezes, a descrição do trabalho da consultoria esportiva
é misturada ao da assessoria esportiva ou, ainda, do personal trainer. No
contexto do esporte e da atividade física, a principal atuação dos profissionais
se dá de forma direta, tanto com o treinamento personalizado, quanto em grupo.
Assim, a atuação sob a forma de consultoria é menos evidente no mercado.
No esporte, é perceptível a presença de consultorias em psicologia do
esporte, comandada por psicólogos (Scala, 2001), e as pesquisas que
consultorias já consolidadas no Brasil e no mundo realizam sobre diferentes
indústrias, inclusive a do esporte. Consultorias em diferentes áreas, como
gestão, marketing, finanças e tecnologia, também prestam seus serviços a
empresas do ramo esportivo, em suas áreas de especialidade.
Em alguns casos, empresas que se especializam em editais públicos e
leis de incentivo ao esporte podem prestar consultoria, ainda que seus modelos
de negócios mais comuns sejam a produção de projeto com ganho percentual
sobre o recurso aprovado e recebido. Assim, a identificação de lacunas de
mercado que podem ser cobertas com a criação de consultorias especializadas
no esporte é uma oportunidade empreendedora.
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Já as parcerias são estratégias comuns nas organizações, quando
buscam relacionamentos com outras empresas. Geralmente isso acontece entre
negócios complementares, porém não concorrentes – é o caso do esporte
realizando parcerias com a nutrição, psicologia, medicina, publicidade, marketing
etc. As parcerias permitem diversificar os serviços oferecidos, trazendo uma
facilidade aos clientes, com a possibilidade de acesso a outros clientes
potenciais. As parcerias também podem ser formadas entre organizações
esportivas e fornecedores, com políticas de desconto e fidelidade.
Toda parceria pode ser considerada uma aliança estratégica. Isso porque
o relacionamento entre organizações supõe a análise de benefício mútuo, além
de compatibilidade com os objetivos e estratégias organizacionais. O patrocínio
esportivo é um exemplo disso, uma vez que a marca patrocinadora tem um
objetivo (visibilidade, melhoria de imagem ou aumento de vendas) ao associar
seu nome a uma organização esportiva (equipe, atleta ou clube), enquanto o
clube se beneficia dos recursos recebidos.Na mesma lógica, têm-se o naming
rights (direito de nome) – quando uma empresa paga para ter sua marca dando
o nome de uma instalação esportiva, clube ou evento – e o licenciamento –
quando o clube, atleta ou evento permite o uso da sua marca em produtos
produzidos por uma indústria (como camisetas, chaveiros, canecas etc.).
Diversas outras parcerias acontecem na promoção de eventos e
competições relacionados à venda de ingressos e serviços de hospitalidade –
vínculo de empresas de turismo na venda de passagem, hospedagem,
transporte e alimentação, por exemplo. Em todos esses casos, há uma aliança
estratégica, com a troca recursos financeiros por benefícios diversos de
visibilidade e aumento de vendas.
O quadro a seguir apresenta um resumo sobre as consultorias e parcerias.
Significado Exemplos
Consultorias
Auxílio ao cliente na
identificação de problemas ou
prestação de serviços que o
cliente não possui. Não deve ser
confundido com serviços de
personal trainer e assessorias.
Áreas como a psicologia do
esporte, lei de incentivo ao
esporte, gestão, marketing,
finanças e tecnologia.
Parcerias
Relacionamentos e alianças
entre organizações, visando à
melhoria dos serviços e à
ampliação do mercado.
Negócios complementares,
patrocínio, naming rights,
licenciamento e
hospitalidade.
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TEMA 3 – FRANQUIAS
Conforme vimos anteriormente, não há unanimidade em entender as
franquias como empreendedorismo, porque trata-se de uma nova empresa, mas
não um negócio inovador. Sendo a implementação de uma empresa com base
em uma ideia já estabelecida, as franquias são uma oportunidade para
empreender em um negócio já testado, por vezes com padronização nos
produtos, processos e serviços, que facilitam algumas das incertezas comuns
em uma nova empresa. No Brasil, há uma lei específica para as franquias (Lei
n. 8.955, de 15 de dezembro de 1994).
Ao considerar a abertura de uma franquia, é preciso ponderar alguns
termos específicos, abordados no quadro a seguir.
Termo Significado
Franqueador O proprietário do negócio.
Franqueado Quem compra o direito de “copiar” o negócio.
Circular de
Oferta de
Franquia (COF)
Apresenta a franquia aos interessados, com informações
econômicas, jurídicas e operacionais.
Investimento
inicial
Valor divulgado pelo franqueador, geralmente envolvendo
a cobertura de contas iniciais (instalações, equipamentos,
sistema de gestão, marketing, despesas de inauguração,
etc.).
Taxa de
franquia
Pago no início, pelo franqueado, para poder usar a marca.
Taxa de
royalties
Pago mensalmente pelo franqueado. Varia de 4-10% em
franquias de serviço e 20-40% das compras quando o
franqueador produz produtos ao franqueado.
Taxa de
publicidade
Pago pelo franqueado para ações institucionais da rede,
podendo ser um valor mensal ou 2-4% do faturamento
bruto.
Capital de giro
Recurso financeiro para manter o negócio em atividade até
que tenha fluxo de caixa positivo (suficiente para pagar as
despesas e criar uma reserva).
Faturamento
mensal médio
Estimativa do montante a ser recebido por mês com o
negócio.
Lucro mensal
médio
Estimativa do lucro por mês.
Prazo de
retorno
Estimativa do tempo (em meses) para que o investimento
seja recompensado.
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Prazo de
contrato
Estabelece o tempo de relacionamento entre o franqueado
e franqueador em meses ou anos. A renovação pode gerar
novo pagamento de taxas.
Fonte: adaptado de Central do Franqueado, 2019.
No setor esportivo, destacam-se as franquias de academias e escolinhas
de futebol. Quanto às academias, existem diferentes possibilidades de negócios
conforme o público-alvo (por exemplo: academias apenas para mulheres), as
atividades a serem ofertadas e a proposta do negócio. Três exemplos de
franquias e seus respectivos custos são apresentados a seguir.
Termo Curves Team Nogueira Smart Fit
Característica
Exclusivamente
ao público
feminino
Ensino de artes
marciais
Planos a preços
acessíveis
Investimento
total
R$ 210 mil R$ 250 mil
R$ 2,8 milhões a
R$ 4 milhões
Taxa de
franquia
R$ 110 mil R$ 70 mil
A partir de R$ 100
mil
Taxa de
royalties
R$ 1,4 mil
7% do
faturamento bruto
A partir de 5%
Faturamento
médio
R$ 25 mil R$ 80 mil Não informado
Prazo de
retorno
13 a 24 meses 20 a 48 meses
A partir de 36
meses
Fonte: adaptado de Azevedo, 2016.
No caso do futebol, clubes e atletas utilizam sua imagem reconhecida pelo
público e fãs da modalidade para tornarem-se franquias. É importante salientar
que as escolinhas não servem como base para seleção de atletas potenciais,
embora exista uma expectativa por parte dos participantes e pais, e também a
possibilidade de maior acesso por representantes dos clubes.
TEMA 4 – STARTUPS
Conforme abordamos anteriormente, o empreendedorismo é um espaço
de incerteza. A criação de um novo negócio ou empresa demanda riscos que
precisam ser assumidos pelos empreendedores. Quando se fala em startup,
essa condição aumenta. De acordo com Nardes e Miranda (2014, p. 255), “pode-
se dizer que startups são pessoas empreendendo num cenário com poucas
variáveis conhecidas, buscando um modelo de negócios que seja repetível e
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escalável.” De forma complementar, os autores explicam que um “negócio
repetível e escalável é aquele que consegue crescer rapidamente em receitas,
mantendo uma estrutura de custos enxuta” (Nardes; Miranda, 2014, p. 255).
Embora o conceito seja bastante debatido, a criação de startups está
muito relacionada ao setor de tecnologia, especialmente por se tratar de uma
área que permite grande inovação. Ao mesmo tempo, por estar em um espaço
de grandes incertezas, as startups se diferenciam dos empreendimentos
tradicionais, exigindo, desse modo, ferramentas e métodos específicos. Há uma
maior experimentação, por meio da criação de protótipos, e uma frequente
necessidade de mudanças, diferenciando, assim, esse ambiente de negócios
(Nardes; Miranda, 2014).
Para fomentar a abertura de startups, nesse universo é comum a
realização de eventos para apresentação de ideias. É possível que o evento
tenha maior duração, como um final de semana (StartUp Weekend), em que
pessoas diferentes podem se reunir para pensar em um negócio relacionado a
uma ideia, ou empreendedores podem ser convidados a apresentar suas ideias
mais desenvolvidas em pequenas falas, de 3 a 10 minutos. Por exemplo, o Open
Startups (2019) cria eventos na forma de desafios, para conectar startups e
investidores potenciais. No desafio Esporte, os temas foram os seguintes:
Soluções para a formação de jovens através do esporte,
afastando-os da criminalidade;
Criação de condições para a prática de atividade física para
Silver Economy1;
Novas formas de exploração do marketing esportivo
viabilizado pelo marketing digital;
Novas tecnologias e materiais voltados para a melhoria de
eficiência na prática do esporte;
Novos métodos de treinamento para atletas de alta
performance, manutenção da saúde e recreacional;
Megaeventos;
Esporte e atividades físicas como promoção da cultura,
turismo, inclusão da terceira idade, deficientes físicos e
promoção da saúde e bem-estar;
Soluções voltadas ao esporte paralímpico: novas tecnologias
em equipamentos e alternativas inovadoras de treinamento;
Infraestrutura esportiva e utilização do espaço público e
práticas;
Formação de comunidades e redes sociais para a prática de
esporte recreacional;
1 Parte da economia relacionada aos idosos.
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Programas de inclusão e desenvolvimento social a partir do
esporte;
Soluções baseadas em IoT2 que possam ser utilizadas para
acompanhamento e aprimoramento do desempenho do atleta
(profissional ou amador).
Fonte: Open Startups, 2019, s. p.
Tomando como baseessa lista, é possível notar as possibilidades de
criação de startups por profissionais de educação física, que poderiam atuar de
forma conjunta com profissionais de outras áreas (engenharia, computação,
marketing, economia, sociologia, assistência social etc.). Ao mesmo tempo,
estão expostos alguns desafios que poderão ser superados com base em ideias
criativas e com o auxílio da tecnologia. Nesse aspecto, abre-se um espaço para
a discussão dos negócios digitais no próximo tema.
TEMA 5 – NEGÓCIOS DIGITAIS
A importância do universo digital em nossas vidas é crescente, alterando
as relações pessoais, profissionais e de estudo, quando utilizamos a tecnologia
para acessar à internet, buscando informação e comunicação. Para as
empresas, não é mais possível desconsiderar a tecnologia e a internet, que são
muito relevantes para todos, mas chegam a ser centrais em alguns tipos de
negócios.
Em um primeiro momento, pode parecer que a educação física não se
relaciona com o digital, especialmente considerando a relação direta que se faz
entre o digital e o sedentarismo. Porém, é por meio dos equipamentos que
acessam o mundo digital (smartphones, tablets, computadores, televisão,
videogames e outros objetos com acesso à internet, bluetooth e GPS) que é
possível conectar pessoas entre si, com informações e com o consumo
esportivo.
Com o olhar nessas novas formas de relacionamento, empreendedores
visualizam as possibilidades de inserção do esporte. Anteriormente, destacamos
alguns empreendimentos relacionados ao esporte, como o Goleiro de Aluguel e
o TacticalPad, que podem estimular a prática esportiva e gerar melhorias de
desempenho. Entre a lista de temas a serem trabalhados pelas startups, existe
2 IoT: do inglês Internet of Things (internet das coisas, na tradução livre), a conexão realizada entre os
objetos do cotidiano com base na tecnologia de informação e comunicação.
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a busca por conhecimento, tanto sobre o marketing digital, quanto por inovar em
equipamentos e métodos para treinamento, que poderão utilizar meios digitais
para receber informações. Além disso, empresas que usam o esporte
(recordando o conceito abordado anteriormente) também buscam formas de
aproximação com seus clientes, utilizando como meio de comunicação a
internet. Assim, é crescente o número de marcas com anúncios ou venda de
produtos pela internet.
Abordar os negócios digitais é perceber um universo de oportunidades
empreendedoras, com possibilidades tão crescentes quanto os avanços
tecnológicos e as mudanças sociais no mundo. Para identificar e aproveitar
essas lacunas, é preciso ter um olhar aguçado para as mudanças e trabalhar em
equipe, reunindo o conhecimento em diferentes áreas para resolver os
problemas e lidar com as incertezas.
NA PRÁTICA
Você acredita no seu potencial empreendedor e pretende tornar suas ideias em
um novo negócio. Assim, resolve criar um startup. Após participar de vários
treinamentos sobre o assunto, ficou claro alguns riscos que deverá enfrentar.
Apresente alguns deles.
FINALIZANDO
Nesta aula, ressaltamos os seguintes pontos:
1
Assessorias: atendimento a um grupo de pessoas, associado à corrida
de rua e a espaços públicos.
2
Consultorias: auxilia o cliente a diagnosticar pontos de melhoria ou
adquirir novo conhecimento. Parcerias e alianças estratégicas: podem
ser com negócios complementares ou na forma de patrocínio, naming
rights, licenciamento e hospitalidade. 3
Franquias: demanda um investimento inicial e o pagamento de taxas ao
franqueado, com o benefício de receber um negócio já formatado.
4
Startups: ambiente de negócios com grande incerteza, em que as
empresas (startups) buscam rápido crescimento em uma estrutura
enxuta.
5
Negócios digitais: relacionado à tecnologia de informação e
comunicação, mostra-se um espaço de amplas oportunidades.
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REFERÊNCIAS
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Sucesso, 07 jan. 2016. Disponível em:
<https://guiafranquiasdesucesso.com/11-franquias-de-academia/>. Acesso em:
6 jun. 2019.
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franquia empresarial (franchising) e dá outras providências. República
Federativa {do} Brasil. Brasília, 15 dez. 1994.
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<https://centraldofranqueado.com.br/blog/>. Acesso em: 6 jun. 2019.
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NARDES, F. B. S.; MIRANDA, R. C. da R. Lean Startup e Canvas: uma
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<https://www.portaldoempreendedor.gov.br/duvidas-mais-sobre-o-mei/as-
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2008.
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RESPOSTA
Produto/serviço que ainda não foi testado no mercado;
Construir público/clientes;
Problemas com clientes: produtos/serviços com processos mal definidos.