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Seção 7.4 polarização por divisor de tensão 12. Para o circuito da Figura 7.85, determine: a) VG. b) IDQ e VGSQ. c) VD e VS. d) VDSQ. 13. a) Repita o Problema 12 com RS = 0,51 kΩ (cerca de 50% de seu valor no Problema 12). Qual é o efeito de um RS menor sobre IDQ e VGSQ? b) Qual é o valor mínimo possível de RS para o circuito da Figura 7.85? 14. Para o circuito da Figura 7.86, VD = 12 V. Determine: a) ID. b) VS e VDS. c) VG e VGS. d) VP. 15. Determine o valor de RS para o circuito da Figura 7.87 de modo a estabelecer VD = 10 V. Seção 7.5 Configuração porta-comum *16. Para o circuito da Figura 7.88, determine: a) IDQ e VGSQ. b) VDS e VS. *17. Dado VDS = 4 V para o circuito da Figura 7.89, determine: a) ID. b) VD e VS. c) VGS. , , , Figura 7.85 Problemas 12 e 13. IDSS = 12 mA VP = –8 V 16 V VD = 10 V R1 36 k R2 12 k RD 2 k RS Figura 7.87 Problema 15. kΩ2 18 V 110 kΩ 680 kΩ kΩ0,68 ID IDSS = 8 mA DV = 12 V 12 V + – VDS V VG VSGS – + Figura 7.86 Problema 14. 20 V 2 V 1,2 kΩ Figura 7.89 Problema 17. , , Figura 7.88 Problemas 16 e 39. 396 Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos Boylestad_2012_cap07.indd 396 3/11/13 5:55 PM 23. Para a configuração com polarização por divisor de tensão da Figura 7.95, determine: a) IDQ e VGSQ. b) VD e VS. Seção 7.6 Caso especial: VGSQ = 0 v 18. Para o circuito da Figura 7.90: a) Determine IDQ. b) Determine VDQ e VDSQ. c) Calcule a potência fornecida pela fonte e dissipada pelo dispositivo. 19. Determine VD e VGS para o circuito da Figura 7.91 usando as informações fornecidas. Seção 7.7 moSfETs tipo depleção 20. Para a configuração com autopolarização da Figura 7.92, determine: a) IDQ e VGSQ. b) VDS e VD. *21. Para o circuito da Figura 7.93, determine: a) IDQ e VGSQ. b) VDS e VS. Seção 7.8 moSfETs tipo intensificação 22. Para o circuito da Figura 7.94, determine: a) IDQ. b) VGSQ e VDSQ. c) VD e VS. d) VDS. IDSS = 4 mA VP = –6 V 16 V VDVD 4 V4 V 1,8 k 1,2 k 3,6 k 1 k + – VGS Figura 7.91 Problema 19. , , Figura 7.93 Problema 21. RD 1,8 kΩ 1,2 kΩ 18 V VP = 4 mAIDSS = –2 V ID VDS + – Figura 7.90 Problema 18. , , Figura 7.92 Problema 20. VGS(Th) = 4 V ID(ligado) = 7 V VGS(ligado) = 5 mA , , Figura 7.94 Problema 22. Capítulo 7 polarização do fET 397 Boylestad_2012_cap07.indd 397 3/11/13 5:55 PM Seção 7.10 Circuitos combinados *24. Para o circuito da Figura 7.96, determine: a) VG. b) VGSQ e IDQ. c) IE. d) IB. e) VD. f) VC. *25. Para o circuito combinado da Figura 7.97, determine: a) VB e VG. b) VE. c) IE, IC e ID. d) IB. e) VC, VS e VD. f) VCE. g) VDS. Seção 7.11 projeto *26. Projete um circuito com autopolarização utilizando um transistor JFET com IDSS = 8 mA e VP = – 6 V para con- seguir um ponto Q em IDQ = 4 mA usando uma fonte de 14 V. Considere que RD = 3RS e use valores comerciais de resistências. *27. Projete um círculo de polarização por divisor de tensão utilizando um MOSFET tipo depleção com IDSS = 10 mA e VP = – 4 V, de modo que o ponto Q se situe em IDQ = 2,5 mA usando uma fonte de 24 V. Além disso, estabeleça VG = 4 V e use RD = 2,5RS com R1 = 22 MΩ. Utilize valores comerciais de resistência. 28. Projete um circuito como o que aparece na Figura 7.39 utili- zando um MOSFET tipo intensificação, com VGS(Th) = 4 V e k = 0,5 × 10–3 A/V2 para um ponto Q em IDQ = 6 mA. Utilize uma fonte de 16 V e valores comerciais de resistência. Seção 7.12 análise de defeitos *29. O que as leituras para cada configuração da Figura 7.98 sugerem sobre a operação do circuito? *30. Apesar de as leituras da Figura 7.99 sugerirem, à primeira vista, que o circuito se comporta adequadamente, determi- ne a possível causa para o estado indesejável em que ele se encontra. *31. O circuito da Figura 7.100 não está operando adequada- mente. Qual é a causa específica para sua falha? Seção 7.13 fET de canal p 32. Para o circuito da Figura 7.101, determine: a) IDQ e VGSQ. b) VDS. c) VD. 33. Para o circuito da Figura 7.102, determine: a) IDQ e VGSQ. b) VDS. c) VD. Seção 7.14 Curva universal de polarização para o jfET 34. Repita o Problema 1 utilizando a curva universal de pola- rização para o JFET. 35. Repita o Problema 6 utilizando a curva universal de pola- rização para o JFET. 36. Repita o Problema 12 utilizando a curva universal de polarização para o JFET. VS,VC VE IB , , Figura 7.97 Problema 25. VG , , Figura 7.96 Problema 24. VGS – + 24 V IDQ 10 MΩ Ω6,8 M VGS(Th) = 3 V ID(ligado) = 5 mA VGS(ligado) = 6 V kΩ2,2 kΩ0,75 Q Figura 7.95 Problema 23. 398 Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos Boylestad_2012_cap07.indd 398 3/11/13 5:55 PM 37. Repita o Problema 16 utilizando a curva universal de polarização para o JFET. Seção 7.17 análise computacional 38. Desenvolva uma análise do circuito do Problema 1 utili- zando o PSpice para Windows. 39. Desenvolva uma análise do circuito do Problema 6 utili- zando o PSpice para Windows. 40. Desenvolva uma análise do circuito do Problema 16 utili- zando o Multisim. 41. Desenvolva uma análise do circuito do Problema 33 utili- zando o Multisim. , , , Figura 7.99 Problema 30. , , Figura 7.101 Problema 32. Figura 7.98 Problema 29. , Figura 7.100 Problema 31. VGS(Th) = – 3 V ID(ligado) = 4 mA VGS(ligado) = –7 V Figura 7.102 Problema 33. Capítulo 7 polarização do fET 399 Boylestad_2012_cap07.indd 399 3/11/13 5:55 PM amplificadores com FeTamplificadores com FeT objetivos • Familiarizar-se com o modelo CA de pequenos sinais do JFET e do MOSFET. • Ser capaz de realizar uma análise CA de pequenos sinais em uma variedade de configurações com JFET e MOSFET. • Passar a valorizar a sequência de projeto aplicada a configurações com FET. • Compreender os efeitos de um resistor de fonte e de um resistor de carga sobre a impedância de entrada, a impedância de saída e o ganho global. • Ser capaz de analisar as configurações em cascata em amplificadores com FETs e/ou TBJ. 888888888888888 8.1 inTrodução Os amplificadores que utilizam transistores de efeito de campo proporcionam um excelente ganho de tensão, além de fornecer alta impedância de entrada. Também são considerados dispositivos muito pequenos e leves, com baixo consumo de potência e aplicáveis a uma ampla fai- xa de frequências. Tanto os dispositivos JFETs quanto os MOSFETs tipo depleção e os MESFETs podem ser usados em amplificadores com ganhos de tensão similares. O cir- cuito com MOSFET tipo depleção (MESFET) apresenta, contudo, uma impedância de entrada muito mais alta do que uma configuração equivalente com JFET. Enquanto o dispositivo TBJ controla uma grande corrente de saída (coletor) mediante uma baixa corrente de entrada (base), o dispositivo FET controla uma corrente de saída (dreno) por meio de uma baixa tensão de entrada (porta-fonte). Em suma, portanto, o TBJ é um disposi- tivo controlado por corrente, e o FET, um dispositivo controlado por tensão. Note, contudo, que a corrente de saída é a variável controlada em ambos os casos. Devido à característica de alta impedância de entrada do FET, o modelo CA equivalente é um pouco mais simples do que aquele utilizado para os TBJs. Enquanto o TBJ tem um fator de amplificação β (beta), o FET possui um fator de transcondutância, gm. O FET pode ser usado como amplificador linear ou como dispositivo digital em circuitos lógicos. Na verdade, o MOSFET tipo intensificação é muito comum na produção de circuitos digitais, especialmente em circuitos CMOS que necessitam de um consumo de potência muito baixo. Os dispo- sitivos FET também são largamente utilizados em aplicações de alta frequência e como “buffers” (interfaces). A Tabela 8.1, localizada na Seção 8.13, resume os circuitos amplificadores com FET de pequenos sinais e as fórmulas relacionadas. Embora o circuito de fonte-comum seja o mais conhecido e forneça um sinal amplificadoe invertido, podemos encontrar também circuitos de dreno-comum (seguidor de fonte) com ganho unitário e sem inversão do sinal e circuitos de porta-comum, que permitem ganho sem inversão. Como acontece com os amplificadores com TBJ, dentre as importantes características descritas neste capítulo estão o ganho de tensão, a impedância de entrada e a impedância de saída. Devido à impedância de entrada muito alta, normalmente consideramos que a corrente de entrada é 0 μA, e que o ganho de corrente é uma quantidade indefinida. Enquanto o ganho de tensão de um amplificador com FET costuma ser menor do que aquele de um amplifi- cador que utiliza TBJ, o amplificador com FET proporciona uma impedância de entrada muito mais alta do que a de um circuito com TBJ. Os valores para a impedância de saída de ambos os circuitos são comparáveis. Boylestad_2012_cap08.indd 400 3/11/13 5:56 PM Os circuitos amplificadores CA com FET podem ser analisados por meio de software de simulação de circuitos. Com o PSpice ou o Multisim, é possível fazer a análise CC para obter as condições de polarização do circuito e a análise CA para determinar o ganho de tensão para pequenos sinais. Utilizando os modelos de transistor do PSpice, podemos analisar o circuito por meio de modelos de transistor espe- cíficos. Por outro lado, é possível desenvolver um programa em uma linguagem, como o C++, que realize as análises CA e CC e forneça os resultados em um formato especial. 8.2 Modelo de JFeT para pequenos sinais A análise CA de um circuito que utiliza dispositivos JFET requer o desenvolvimento de um modelo CA de pequenos sinais para o dispositivo. Um componente prin- cipal do modelo CA reflete o fato de que uma tensão CA aplicada aos terminais porta-fonte do dispositivo controla o valor da corrente entre os terminais dreno-fonte. A tensão porta-fonte controla a corrente dreno-fonte (canal) de um JFET. Mencionamos no Capítulo 7 que uma tensão porta-fonte controla o valor da corrente CC de dreno por meio de uma rela- ção conhecida como equação de Shockley: ID = IDSS (1 – VGS/VP)2. A variação na corrente de dreno que resultará de uma variação na tensão porta-fonte pode ser determinada utilizando-se o fator de transcondutância gm da seguinte maneira: ID = gm VGS (8.1) (8.1) O prefixo trans na terminologia aplicada a gm revela que esse parâmetro estabelece uma relação entre uma quantidade de saída e a quantidade de entrada. O radical condutância foi escolhido porque gm é determinado por uma razão corrente-tensão similar à razão que define a condutância de um resistor G = 1/R = I/V. Determinando gm na Equação 8.1, obtemos: gm = ID VGS )2.8( (8.2) determinação gráfica de gm Se examinarmos a característica de transferência da Figura 8.1, veremos que gm é na verdade a inclinação da curva no ponto de operação. Isto é, gm = m = y x = ID VGS (8.3) (8.3) Ao acompanharmos a curvatura da característica de transferência, fica claro que a inclinação, e portanto gm, aumenta à medida que a curva é percorrida de VP até IDSS. Em outras palavras, conforme VGS se aproxima de 0 V, o valor de gm aumenta. A Equação 8.2 revela que gm pode ser determina- do em qualquer ponto Q sobre a curva característica de transferência, bastando para isso que escolhamos um incremento finito em VGS (ou em ID) em torno do ponto Q e depois determinemos a variação correspondente em ID (ou VGS, respectivamente). As variações resultantes em cada variável são então substituídas na Equação 8.2 para determinar gm. eXeMplo 8.1 Determine o valor de gm para um JFET que apresenta IDSS = 8 mA e VP = – 4 V nos seguintes pontos de ope- ração CC: a) VGS = – 0,5 V. b) VGS = –1,5 V. c) VGS = –2,5 V. solução: A curva de transferência é gerada como mostra a Figura 8.2, utilizando-se o procedimento definido no Capítulo 7. Cada ponto de operação é então identificado, e uma reta tangente é traçada sobre cada ponto para melhor refletir a inclinação da curva na região. Escolhemos um incremento apropriado para VGS que reflita uma varia- ção para ambos os lados de cada ponto Q. A Equação 8.2 é a seguir aplicada para a determinação de gm. a) gm = ID VGS 2,1 mA 0,6 V = 3,5 mS VP ID ΔID IDSS VGS ΔVGS 0 ΔIDgm ≡ ΔVGS (= Inclinação no ponto Q) Ponto Q Figura 8.1 Definição de gm a partir da curva característica de transferência. Capítulo 8 amplificadores com FeT 401 Boylestad_2012_cap08.indd 401 3/11/13 5:56 PM b) gm = ID VGS 1,8 mA 0,7 V 2,57 mS c) gm = ID VGS = 1,5 mA 1,0 V = 1,5 mS Note que gm se torna menor à medida que VGS se apro- xima de Vp. definição matemática de gm O procedimento gráfico que acabamos de descrever é limitado pela precisão do gráfico de transferência e pelo cuidado com que se determinam as variações em cada quantidade. Naturalmente, quanto maior o gráfico, maior a precisão, mas isso pode virar um problema complicado. Um método alternativo para a determinação de gm emprega a abordagem utilizada no Capítulo 1 para a solução da resistência CA de um diodo, onde definimos que: a derivada de uma função em um ponto é igual à incli- nação da reta tangente traçada nesse ponto. Se utilizarmos, portanto, a derivada de ID em relação a VGS (cálculo diferencial) por meio da equação de Shockley, podemos deduzir uma equação para gm da seguinte maneira: gm = dID dVGS ` Ponto Q = d dVGS c IDSSa1 - VGS VP b 2 d = IDSS d dVGS a1 - VGS VP b 2 = 2IDSS c1 - VGS VP d d dVGS a1 - VGS VP b = 2IDSS c1 - VGS VP d c d dVGS (1) - 1 VP dVGS dVGS d = 2IDSS c1 - VGS VP d c0 - 1 VP d gm = dID dVGS ` Ponto Q = d dVGS c IDSSa1 - VGS VP b 2 d = IDSS d dVGS a1 - VGS VP b 2 = 2IDSS c1 - VGS VP d d dVGS a1 - VGS VP b = 2IDSS c1 - VGS VP d c d dVGS (1) - 1 VP dVGS dVGS d = 2IDSS c1 - VGS VP d c0 - 1 VP d e gm = 2IDSS 0VP 0 c1 - VGS VP d )4.8( (8.4) onde |VP| representa somente a magnitude para garantir um valor positivo para gm. Já mencionamos que a inclinação da curva de trans- ferência é máxima em VGS = 0 V. Introduzindo VGS = 0 V na Equação 8.4, temos a seguinte equação para o valor máximo de gm em um JFET no qual IDSS e VP foram es- pecificados: gm = 2IDSS 0VP 0 c1 - 0 VP d e gm0 = 2IDSS 0VP 0 (8.5) (8.5) onde o subscrito 0 adicionado serve para nos lembrar de que se trata do valor de gm quando VGS = 0 V. A Equação 8.4 então se transforma em: gm = gm0 c1 - VGS VP d (8.6) (8.6) eXeMplo 8.2 Para o JFET com a curva de transferência do Exem- plo 8.1: a) Determine o valor máximo de gm. b) Determine o valor de gm em cada ponto de operação do Exemplo 8.1 utilizando a Equação 8.6 e compare esse valor com os resultados gráficos. solução: a) gm0 = 2IDSS 0VP 0 = 2(8 mA) 4 V = 4 mS (valor máximo possível de gm) b) Em VGS = – 0,5 V, gm = gm0 c1 - VGS VP d = 4 mS c1 - -0,5 V -4 V d = 3,5 mS gm = gm0 c1 - VGS VP d = 4 mS c1 - -0,5 V -4 V d = 3,5 mS (versus 3,5 mS obtidos graficamente) 8 7 6 5 4 3 1 0 1,0 V 0,7 V 0,6 V gm em −0,5 V VGS (V) ID (mA) −4 −3 −2 −1 VP gm em −1,5 V gm em −2,5 V ID = 8 mA 2 −4 V VGS1 −( ) 2 2,1 mA 1,8 mA 1,5 mA Figura 8.2 Cálculo de gm em vários pontos de polarização. 402 dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos Boylestad_2012_cap08.indd 402 3/11/13 5:56 PM Em VGS = –1,5 V, gm = gm0 c1 - VGS VP d = 4 mS c1 - -1,5 V -4 V d = 2,5 mS gm = gm0 c1 - VGS VP d = 4 mS c 1 - -1,5 V -4 V d = 2,5 mS (versus 2,57 mS obtidos graficamente) Em VGS = –2,5 V, gm = gm0 c 1 - VGS VP d = 4 mS c1 - - V -4 V d = 1,5 mSgm = gm0 c 1 - VGS VP d = 4 mS c1 - - V -4 V d = mS2,5 gm = gm0 c1 - VGS VP d = 4 mS c1 - - V -4 V d = 1,5 mSgm = gm0 c1 - VGS VP d = 4 mS c1 - - V -4 V d = mS2,5 (versus 1,5 mS obtido graficamente) Os resultados do Exemplo 8.2 são suficientemente próximos para validar as equações 8.4 a 8.6 para uso futuro quandofor necessário determinar gm. Nas folhas de dados, gm é frequentemente dado como gƒs ou yƒs, onde y indica que esse parâmetro faz parte de um circuito equivalente de admitâncias. A letra ƒ significa condutância de transferência direta, e o s indica que está conectada ao terminal de fonte. Na forma de equação, gm = gfs = yfs (8.7) (8.7) Para o JFET da Figura 6.20, gƒs varia de 1.000 μS a 5.000 μS ou de 1 mS a 5 mS. Gráfico de gm versus VGS Visto que o fator a1 - VGS VP b da Equação 8.6 é menor do que 1 para qualquer valor de VGS diferente de 0 V, o valor de gm diminui à medida que VGS se aproxi- ma de VP e a razão VGS VP aumenta de valor. Em VGS = VP, gm = gm0(1 – 1) = 0. A Equação 8.6 define uma linha reta com um valor mínimo igual a 0 e um valor máximo igual a gm, como mostra o gráfico da Figura 8.3. De modo geral, portanto, o valor máximo de gm ocorre onde VGS = 0 V e o valor mínimo em VGS = VP. Quanto mais negativo o valor de VGS, menor o valor de gm. A Figura 8.3 mostra também que, quando o valor de VGS é metade do valor de pinch-off, o valor de gm é metade do valor máximo. eXeMplo 8.3 Trace o gráfico gm versus VGS para os JFETs dos exem- plos 8.1 e 8.2. solução: Observe a Figura 8.4. efeito de ID sobre gm Uma relação matemática entre gm e a corrente CC de polarização ID pode ser deduzida pela verificação de que a equação de Shockley pode ser escrita da seguinte forma: 1 - VGS VP = Ä ID IDSS )8.8( (8.8) A substituição da Equação 8.8 na Equação 8.6 resulta em: gm = gm0a1 - VGS VP b = gm0Ä ID IDSS )9.8( (8.9) Usando a Equação 8.9 para determinar gm para alguns valores específicos de ID, obtemos os seguintes resultados: a) Se ID = IDSS, gm = gm0 Ä IDSS IDSS = gm0 VP gm (S) gm0 gm0 2 VGS (V) 2 VP 0 Figura 8.3 Gráfico de gm versus VGS. gm (S) VGS (V)0 4 mS 2 mS −2 V− 4 V Figura 8.4 Gráfico de gm versus VGS para um JFET com IDSS = 8 mA e VP = – 4 V. Capítulo 8 amplificadores com FeT 403 Boylestad_2012_cap08.indd 403 3/11/13 5:56 PM b) Se ID = IDSS/2, gm = gm0 Ä IDSS>2 IDSS = 0,707gm0 c) Se ID = IDSS/4, gm = gm0 Ä IDSS>4 IDSS = gm0 2 = 0,5gm0 eXeMplo 8.4 Trace o gráfico de gm versus ID para o JFET dos exem- plos 8.1 a 8.3. solução: Observe a Figura 8.5. Os gráficos dos exemplos 8.3 e 8.4 revelam clara- mente que: os valores mais altos de gm são obtidos quando VGS se aproxima de 0 V e quando ID se aproxima de seu valor máximo IDSS. impedância de entrada do JFeT (Zi) A impedância de entrada de todos os JFETs dispo- níveis comercialmente é suficientemente alta para assu- mirmos que os terminais de entrada aproximam-se de um circuito aberto. Na forma de equação: Zi (JFET) = (8.10) (8.10) Para o JFET, um valor usual é 109 Ω (1000 MΩ), enquanto um valor de 1012 Ω a 1015 Ω são mais comuns para os MOSFETs e os MESFETs. impedância de saída do JFeT (Zo) A impedância de saída do JFET possui valor similar ao da impedância de saída dos TBJs convencionais. Nas folhas de dados do JFET, a impedância de saída normal- mente aparece como gos ou yos, com unidades de μS. O parâmetro yos é um componente do circuito equivalente de admitâncias, sendo que o subscrito o significa parâme- tro de saída do circuito (output), e s, o terminal de fonte (source) ao qual está ligado no modelo. Para o JFET da Figura 6.20, gos varia de 10 μS a 50 μS ou 20 kΩ (R = 1/G = 1/50 μS) a 100 kΩ (R = 1/G = 1/10 μS). Na forma de equação: Zo (JFET) = rd = 1 gos = 1 yos (8.11) (8.11) A impedância de saída é definida nas curvas ca- racterísticas da Figura 8.6 como a inclinação da curva característica horizontal no ponto de operação. Quanto mais horizontal a curva, maior a impedância de saída. Se a curva for perfeitamente horizontal, a situação ideal estará de acordo com a impedância de saída infinita (um circuito aberto) — uma aproximação bastante comum. Na forma de equação: rd = VDS ID ` VGS =constante (8.12) (8.12) Note que, ao aplicarmos a Equação 8.12, a tensão VGS deve permanecer constante quando rd for determinada. Isso é feito traçando-se uma linha reta que se aproxime da linha de VGS no ponto de operação. Um ΔVDS ou ΔID é então escolhido, e a outra variável é medida para ser utilizada na equação. gm (S) 4 mS 2 mS 2,83 mS 4 3 2 1 0 1 2 3 4 4 5 6 7 8 9 10 ID (mA) IDSS 2 IDSS IDSS Figura 8.5 Gráfico de gm versus ID para um JFET com IDSS = 8 mA e VGS = –4 V. 404 dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos Boylestad_2012_cap08.indd 404 3/11/13 5:56 PM eXeMplo 8.5 Determine a impedância de saída para o JFET da Figura 8.7 com VGS = 0 V e VGS = –2 V em VDS = 8 V. solução: Para VGS = 0 V, uma reta tangente é desenhada e ΔVDS é escolhida como sendo igual a 5 V, o que resulta em ΔID de 0,2 mA. Substituindo na Equação 8.12, temos rd = VDS ID ` VGS =0 V = 5 V 0,2 mA = 25 k Para VGS = –2 V, uma reta tangente é desenhada e ΔVDS é escolhida como sendo igual a 8 V, o que resulta em ΔID igual a 0,1 mA. Substituindo na Equação 8.12, temos: rd = VDS ID ` VGS = -2 V = 8 V 0,1 mA = 80 k o que revela que o valor de rd muda de uma região de operação para outra com valores menores ocorrendo para valores menores de VGS (próximos a 0 V). Circuito equivalente Ca do JFeT Agora que os parâmetros importantes de um circuito equivalente CA foram introduzidos e discutidos, um mo- delo de transistor JFET no domínio CA pode ser construído. O controle de ID por Vgs é incluído como uma fonte de corrente gmVgs conectada do dreno para a fonte, como vemos na Figura 8.8. A seta da fonte de corrente aponta o dreno para a fonte para estabelecer um deslocamento de fase de 180° entre as tensões de saída e de entrada, assim como ocorrerá na operação real. A impedância de entrada é representada pelo circuito aberto nos terminais de entrada, e a impedância de saída é representada pelo resistor rd do dreno para a fonte. Observe que, nesse caso, a tensão porta-fonte é representada por Vgs (subscritos em letra minúscula) para que seja distinguida dos valores CC. Além disso, registre o fato de que a fonte é comum aos circuitos de entrada e saída, enquanto os terminais de porta e dreno se “relacionam” apenas através da fonte de corrente controlada gmVgs. ΔVDS ID (mA) VGS = 0 V −1 V −2 V Δ ID VDS (V) VGS VGS = constante em −1 V ΔVDS = ΔID rd 0 Ponto Q Figura 8.6 Definição de rd a partir das curvas características de dreno do JFET. ID (mA) VGS = 0 V Δ ID = 0,2 mA VGS = −1 V ΔVDS = 5 V VGS = −2 V VGS = −3 V VGS = −4 V VDS (V) 8 6 5 4 3 2 1 0 8765432 413121110191 ΔVDS = 8 V 7 Δ ID = 0,1 mA Figura 8.7 Curvas características de dreno utilizadas para calcular rd no Exemplo 8.5. Vgs G D SS gmVgs rd + − Figura 8.8 Circuito equivalente CA do JFET. Capítulo 8 amplificadores com FeT 405 Boylestad_2012_cap08.indd 405 3/11/13 5:56 PM 08Boylestad_cap08_ALTA_COR_11mar