Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Ju
ni
o 
20
17
SA
SE
(c
)-1
-1
-2
.0
00
Sanecor®
Sistema de Saneamiento en PVC Corrugado
La solución sostenible y óptima para redes de saneamiento
Gama Soporte técnico 
y comercial
Servicio 
logístico
Material classification
La Nueva Generación de Tuberías de PVC Orientado
YEAR
WARRANTY
TO
M
 P
VC
-O
 Pipes
La excelencia en las conducciones de agua a presión
Sanecor®
Sistema de Saneamiento en PVC Corrugado
La solución sostenible y óptima para redes de saneamiento
Soporte técnico 
y comercial
Servicio 
logístico
Material classification
La Nueva Generación de Tuberías de PVC Orientado
YEAR
WARRANTY
TO
M
 P
VC
-O
 Pipes
La excelencia en las conducciones de agua a presión
Sistema de saneamento em PVC corrugado
Máxima eficiência para redes de esgotos
MOLECOR
Ctra. M-206 Torrejón-Loeches Km 3.1 - 28890 Loeches (Madri) - Espanha
T: + 34 949 801 459 | F: + 34 949 297 409
GA-2001/0255
Serviço 
logístico
Suporte técnico
e comercial
GamaProdutos 
diferenciados e 
inovadores
QualidadeExperiência
001/007322
UNE-EN 13476-1 
UNE-EN 13476-3
T. + 34 949 801 459
F. + 34 949 297 409
T. + 35 1 913 739 977
T. + 34 911 337 090
F. + 34 916 682 884
T. + 35 1 913 739 977
sac@molecor.com info@molecor.comwww.molecor.com
GESTIÓN
DE LA CALIDAD
ISO 9001
ER-0440/1996
M
ol
ec
or
©
 Ju
nh
o 
20
22
 S
AN
EC
O
R®
 é
 u
m
a 
m
ar
ca
 re
gi
st
ad
a
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 1Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 1 02/06/2022 15:11:3602/06/2022 15:11:36
 1. A solução sustentável e ótima para redes de saneamento
1.1. Tubagens de saneamento em Espanha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
1.2. Características das tubagens plásticas para saneamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
1.3. Otimização de tubagens para saneamento: tubagens SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . 10
1.4. Ficha técnica das tubagens SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
1.5. Nota sobre a instalação de tubagens enterradas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
1.6. Acessórios do sistema SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
 2. Poços estanques em redes de saneamento
2.1. Caixas e bueiros SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
2.2. Componentes e instalação dos bueiros SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
2.3. Acabamento do poço SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
2.4. Poço de ressalto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
2.5. Caixas e poços especiais 38
 3. Referências de tubagem SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
 4. Normativas e certificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
Conteúdo
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®2
SISTEMA
43
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 2Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 2 02/06/2022 15:11:4302/06/2022 15:11:43
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
3
1. A solução sustentável e ótima para redes 
de saneamento
1.1. Tubagens de saneamento em Espanha 
COLETOR DE BETÃO ARMADO.
TUBAGENS EM PVC LISO SN4 PARA SANEAMENTO.
COLETOR E POÇOS SANECOR® PARA ÁGUAS RESIDUAIS JUNTO A COLETOR 
DE ÁGUAS PLUVIAIS EM BETÃO.
O desenvolvimento das instalações hidráulicas em 
geral, e concretamente das relativas ao saneamento 
das águas urbanas, deve ter em conta determinadas 
exigências sociais e do meio ambiente. Um sistema de 
saneamento deve estar bem desenhado e executado
para conseguir os índices de salubridade e de proteção 
do meio ambiente que a nossa sociedade atual exige, 
enquanto ao mesmo tempo deve contribuir para 
preservar ao máximo os recursos disponíveis para as 
gerações futuras.
Estes requisitos tiveram uma influência muito 
significativa no desenvolvimento de novos sistemas 
de tubagens para saneamento, nos quais, tanto a 
composição e morfologia dos tubos como o desenho 
dos diferentes componentes da rede, têm por 
objetivo conseguir instalações mais estanques, mais 
duradouras e com menores custos de exploração. 
Esta otimização das características da instalação, 
consegue-se, além disso, com materiais que 
produzem um menor consumo energético, e portanto 
uma menor emissão de CO2 para a atmosfera, 
durante todo o ciclo de vida dos componentes da dita 
instalação. Definitivamente, a eleição dos materiais 
empregues nas redes de saneamento deve contribuir 
também para um desenvolvimento sustentável 
perante as necessidades futuras.
A importância crescente dos critérios anteriores 
levou nas últimas décadas a uns níveis muito altos de 
investimento em infraestruturas para saneamento. 
Isto deu lugar a uma eleva diversidade de condutas 
existentes na atualidade, tanto no que se refere ao 
material como à morfologia das tubagens.
Uma primeira classificação seria a que distingue 
materiais rígidos de materiais flexíveis, ambos com 
suas vantagens e inconvenientes. Os primeiros são 
basicamente os materiais convencionais, utilizados 
desde há muito tempo, enquanto que os segundos 
correspondem a materiais plásticos que são os que 
tiveram um maior desenvolvimento nas últimas 
décadas. Na tabela 1 indicamos os mais difundidos.
Deve dizer-se que, embora uma tubagem de 
saneamento, que está normalmente enterrada e 
que vai suportar cargas de tráfego, exija um elevado 
grau de rigidez, é também desejável que tenha 
alguma flexibilidade para transmitir esforços ao 
enchimento da vala na qual é instalada e absorver 
possíveis assentamentos tanto do terreno como da 
própria tubagem.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 3Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 3 02/06/2022 15:11:4602/06/2022 15:11:46
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®4
Materiais usados em tubagens de saneamento (tabela I)
MATERIAIS RÍGIDOS
Betão em massa
Betão armado
Fibrocimento
Grés vitrificado
Ferro fundido nodular
Ferro fundido dúctil
MATERIAIS PLÁSTICOS
PVC liso compacto
PVC liso alveolar
PVC liso multi-camada
PVC corrugado
PVC com nervuras
PVC helicoidal
PE liso compacto
PE corrugado
PP corrugado
Bobina de filamento PRFV
PRFV centrifugado
Betão polímero
PRINCIPAIS PERFIS UTILIZADOS EM TUBAGENS PLÁSTICAS ESTRUTURADAS.
MATERIAIS PLÁSTICOS MAIS UTILIZADOS EM SANEAMENTO.
PVC corrugado. PP corrugado.
PE corrugado.
PRFV.
Dentro do grupo de tubos de plástico estão os tubos 
compactos e lisos, feitos a partir de uma extrusão 
tubular simples do material plástico, e os chamados 
tubos estruturados que incorporam uma secção de 
tubo mais sofisticada, para aumentar a rigidez do 
tubo sem a necessidade de o tornar mais caro. Na 
figura seguinte apresentamos algumas das secções 
estruturadas mais utilizadas.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 4Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 4 02/06/2022 15:11:5202/06/2022 15:11:52
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
5
MATERIAIS UTILIZADOS APENAS OCASIONALMENTE EM SANEAMENTO.
EFEITOS DA CORROSÃO EXTERIOR E INTERIOR EM TUBAGENS.ENSAIO DE RESISTÊNCIA QUÍMICA.
Grés. PE liso (comum em emissários submarinos). Betão polímero (tubagens de enterramento).
Resistência química
1.2. Características das tubagens plásticas para saneamento
De todos os materiais relacionados na tabela 1, 
apenas alguns se destacaram a nível nacional pela sua 
boa relação qualidade/preço.Assim, por exemplo, 
o betão em massa, sendo muito barato, está a cair 
em desuso pela sua baixa resistência mecânica. 
As tubagens em grés ou ferro fundido, tendem a 
desaparecer pelo seu elevado custo. As tubagens em 
fibrocimento deixaram de fabricar-se ao ser proibido 
o uso de amianto, ainda que continuem a ter uma 
presença muito importante nas redes existentes. As 
tubagens de PVC com nervuras, alvéolos ou multi-
camadas perderam a sua presença em Espanha, não 
sendo suficientemente competitivas. Por último, 
existem tubagens que, devido ao seu elevado 
custo, são utilizadas apenas em aplicações especiais, 
como as de polietileno compacto, geralmente 
limitadas a emissários submarinos, ou as de betão 
polímero, compostas por resina de poliéster reforçada 
com agregados, utilizadas apenas como tubagens 
de enterramento.
O uso de materiais plásticos nas tubagens de 
saneamento tem múltiplas vantagens que resumimos 
a seguir:
As características específicas das águas residuais
determinam a necessidade de que as condutas de
saneamento tenham muito bom comportamento 
perante o pH dos componentes químicos presentes, 
nos caudais circulantes.
Esta é uma das características mais marcantes das 
tubagens plásticas, qualquer que seja o seu material, 
já que em geral possuem resistências muito altas à 
maioria dos produtos presentes nas águas residuais.
Embora o PE e especialmente o PP se comportem 
melhor a altas temperaturas, o PVC é mais resistente 
do que os anteriores ao ataque de gorduras, óleos 
minerais e combustíveis, tão frequente nas
águas urbanas de escoamento superficial.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 5Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 5 02/06/2022 15:11:5302/06/2022 15:11:53
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®6
Ausência de corrosão
Resistência à abrasão
Depósitos e incrustações
TUBAGENS QUE SOFRERAM ATAQUES POR 
CORROSÃO ELETROQUÍMICA.
TUBAGEM DE SANEAMENTO COM DEPÓSITOS DE MATERIAL.
MÉTODO DE ENSAIO E EFEITO PRODUZIDO PELA ABRASÃO.
As tubagens plásticas, em geral, são inertes aos 
efeitos da corrosão. Isto pressupõe uma vantagem 
importante, uma vez que o material das condutas 
não deve oxidar-se pela corrosão aeróbia, nem sofrer 
corrosão anaeróbia provocada pelos componentes 
e micro-organismos das águas circulantes e dos 
terrenos circundantes. 
Os tubos devem ser resistentes à ação eletroquímica, 
ou seja, contra correntes de corrosão criadas quando 
o estado da parede é diferente em dois pontos na 
superfície da conduta, ou quando o terreno que 
envolve a tubagem tiver concentrações diferentes 
de oxigénio ou sais ao longo do traçado (o que 
normalmente ocorre).
As correntes de corrosão passam apenas através de 
tubagens cujo material é mais condutor do que o 
solo e corroem-no da mesma forma que as correntes 
vagabundas que nascem nas proximidades de 
instalações elétricas. Em caso de efluentes ou solos 
particularmente agressivos, devem ser utilizadas 
condutas de materiais resistentes a tais agressões e/
ou sistemas especiais de proteção ou revestimentos 
suficientemente espessos, estáveis e resistentes.
As condutas devem ser resistentes à abrasão a 
que serão submetidas pelas partículas sólidas 
transportadas pelo efluente. Isto é particularmente 
importante nas condutas usadas em sistemas de 
saneamento unitário e na rede de águas pluviais dos 
sistemas de separação.
Os menores valores de rugosidade interna das 
tubagens de plástico têm um impacto favorável no 
seu comportamento perante a abrasão.
Na verdade, a abrasão na superfície interna 
de qualquer tubagem plástica progride muito 
lentamente. Pode ter a certeza de que, a velocidades 
normais, o desgaste por abrasão é insignificante e a 
vida útil da tubagem, por este motivo, é praticamente 
ilimitada. Assim, foi possível contrastar nas tubagens 
de PVC que, por serem as de material plástico que 
estão instaladas há mais tempo, demonstraram 
manter um excelente comportamento contra este 
tipo de ataque.
A falta de porosidade da superfície interna das 
tubagens plásticas impede a formação de incrustações 
de materiais contidos nas águas residuais e nas 
águas pluviais. Por seu turno, este efeito é muito 
importante em tubagens fabricadas em materiais 
com cimento: betão, fibrocimento e ferro fundido 
(argamassa interna).
Quanto à deposição, a maior velocidade alcançada 
pela água numa tubagem plástica minimiza este 
efeito, o que ocorre mais em tubagens com alta 
porosidade como nos materiais convencionais. No 
entanto, no caso das tubagens de plástico, deve ter-
se em conta que, consoante o material, as tubagens 
podem ter uma flexibilidade longitudinal acentuada e 
uma ensacamento excessivo. Este efeito pode resultar 
em declives e, por conseguinte, numa deposição não 
intencional. Com tubagens de saneamento feitas de 
PVC que possui um módulo elástico elevado, este 
problema não ocorre.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 6Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 6 02/06/2022 15:11:5302/06/2022 15:11:53
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
7
Estanquidade das juntas
UNIÃO POR MANGA DE BORRACHA EM TUBAGENS PRFV DE GRANDE DIÂMETRO.
FUGA PELA JUNTA EM TUBAGEM DE BETÃO.
CONEXÃO MANUAL DE TUBAGEM CORRUGADA.
CONEXÃO ESTANQUE EM POÇOS SANECOR®.
UNIÃO POR ENCOBRIMENTO DE TUBAGENS DE PVC LISO.
Atualmente, é um requisito fundamental que numa
 rede de saneamento não existam quaisquer fugas que 
possam atuar como um poluente no meio ambiente. 
A infiltração de água do subsolo em condutas também 
deve ser evitada, a qual, se for excessiva, aumenta o 
consumo de energia e os custos de purificação em 
geral, podendo até afetar o funcionamento normal 
das redes e estações de esgoto. Por este motivo, deve 
ser exigir-se a estanquidade perfeita das tubagens, 
especialmente no que diz respeito às juntas, entradas, 
poços, etc., que representam os pontos críticos para 
o cumprimento deste requisito fundamental.
A este respeito, recomenda-se particularmente 
a utilização de sistemas de união pré-fabricados 
baseados em juntas elásticas, cuja estanquidade 
pode ser assegurada pelo controlo do fabricante, ao 
invés de juntas realizadas "in situ" cuja garantia de 
execução exige um controlo muito rigoroso em obra 
e difícil de realizar na prática. É imperativo efetuar 
ensaios de pressão hidráulica in situ (a 0,5 atmosferas) 
para verificar a estanquidade adequada do sistema. 
A estanquidade nas tubagens plásticas, é geralmente 
superior à das tubagens rígidas, uma vez que um 
tubo flexível colabora com a sua deformação para um 
melhor fecho com a união elástica. No entanto, isto
dependerá do tipo de união que se projete. 
É frequentemente o caso de, face a uma maior 
poupança de custos, a junta não ser de qualidade 
e, por conseguinte, não se conseguir uma 
estanquidade adequada. Mais à frente, abordamos 
os tipos mais importantes de uniões utilizadas nas 
tubagens de plástico.
Finalmente, além das tubagens, existem outros 
elementos na rede através dos quais pode ocorrer 
infiltração de água, sendo que os bueiros são os 
mais evidentes. Estas infiltrações ocorrem quando 
a instalação de saneamento está abaixo do nível 
freático. Por conseguinte, o requisito de estanquidade 
deve ser alargado a todos os elementos da rede, 
especialmente na presença de níveis freáticos, 
e especialmente aos bueiros, onde as ligações a 
coletores e conexões pressupõem pontos de fuga e 
entradas de água frequentes.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 7Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 7 02/06/2022 15:11:5302/06/2022 15:11:53
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®8
Capacidade hidráulica
Valores do coeficiente K
para diferentes materiais (tabela 2)
TIPO DE TUBAGEM K (mm)
Grés 0,10-0,25
PVC parede interna lisa 0,10-0,25
PE-AD parede interna lisa 0,10-0,25
PRV centrifugado0,10-0,25
Bobina de filamento PRV 0,20-0,50
Fibrocimento 0,25-0,40
Betão liso de alta qualidade 0,40-0,80
Betão liso de qualidade média 0,80-1,50
Betão rugoso 1,20-4,00
Betão “in situ” 2,50-6,00
Rendimento e custos de instalação
Segurança na montagem
À ESQUERDA, MONTAGEM DE TUBAGENS SANECOR® COM MEIOS 
MECÂNICOS DISCRETOS (DIÂMETROS MÉDIOS E GRANDES). À DIREITA, 
UNIÃO MANUAL (DIÂMETROS PEQUENOS).
NAS TUBAGENS PLÁSTICAS O COEFICIENTE DE FRICÇÃO INTERNO 
É MÍNIMO.
SUPERFÍCIE INTERIOR DOS TUBOS SANECOR®.
Esta é uma propriedade estreitamente relacionada 
com a necessidade de conduzir as águas residuais 
rapidamente e sem estagnação. Nas redes de 
saneamento de água existem fatores não presentes 
em condutas de águas limpas, tais como depósitos 
no fundo e paredes das condutas, bueiros, maior 
número de juntas, etc. Por isso, na rugosidade 
uniforme equivalente , K, das tubagens (Prandtl-
Colebrook), incorporam-se estes efeitos, atribuindo 
diferentes valores à conduta de acordo com o tipo 
de fluido que circula na mesma (águas limpas, 
águas pluviais, águas pretas, águas industriais, etc.). 
Também é tido em consideração o efeito, sobre 
essa rugosidade equivalente, do uso e preservação 
da conduta. Os valores normalmente utilizados nas 
condutas de águas residuais estão listados abaixo.
Os valores mais baixos da Tabela 2 são particularmente 
aplicáveis a condutas novas ou bem mantidas, com 
ramais retos e longos entre bueiros, para coletores 
principais e para emissários. Os valores superiores, 
em caso contrário.
Outro fator determinante para a capacidade 
hidráulica de um tubo é o diâmetro interior. Nas 
tubagens plásticas, o diâmetro nominal corresponde 
em quase todos os casos ao diâmetro exterior do 
tubo. Isto significa que o diâmetro interior, e portanto 
a capacidade hidráulica dependerá da espessura 
que cada fabricante atribua à sua tubagem. No caso 
das tubagens estruturadas, esta espessura pode 
ser muito considerável. Devido à importância que 
este fator tem como elemento diferenciador das 
diferentes tubagens deste tipo, ele é desenvolvido 
em detalhe posteriormente.
As tubagens plásticas são geralmente muito 
ligeiras, e no caso das estruturadas ainda mais. Esta 
funcionalidade resulta em custos de manuseamento e 
montagem muito baixos, resultando numa poupança 
significativa tanto em máquinas como em pessoal 
necessários durante a instalação.
Para além do anterior, o baixo peso aumenta 
consideravelmente o rendimento da obra, o que 
resulta numa redução do prazo e, por conseguinte, 
nos custos fixos, o que pode ser decisivo para a 
viabilidade económica do projeto.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 8Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 8 02/06/2022 15:11:5402/06/2022 15:11:54
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
9
Flexibilidade da conduta
Consumo energético
MONTAGEM DE TUBOS DE PRFV EM VALA ESCORADA. TUBAGEM SANECOR® DE 1200 mm COM DESVIO ANGULAR.
 A FLEXIBILIDADE DAS TUBAGENS PLÁSTICAS É IMPORTANTE PARA 
ABSORVER DESLIZES DO TERRENO.
Por último, mas não menos importante, outra 
vantagem fundamental da leveza destas tubagens é a 
maior segurança do pessoal que realiza a instalação. 
Para tubagens profundas, onde é necessário efetuar 
o escoramento das paredes das valas, quanto menos 
tempo os operários permanecerem nas mesmas, 
maior será a segurança na obra.
As condutas de uma rede são muitas vezes sujeitas a 
tensões e deformações causadas por assentamentos 
diferenciais do solo, os quais não devem causar rutura 
ou qualquer tipo de fuga. Isto exige flexibilidade 
da conduta para se adaptar às deformações, 
minimizando as tensões locais.
Uma conduta plástica de juntas elásticas adapta-
se aos assentamentos, absorve facilmente as 
tensões produzidas, enquanto que num sistema de 
elementos rígidos, incapaz de se adaptar às mesmas 
deformações, aparecem enormes tensões que 
podem ser causa de ruturas e consequentes fugas.
De acordo com um estudo (*) realizado pelo 
Laboratório de Modelagem Ambiental do 
Departamento de Projetos de Engenharia da 
Universidade Politécnica da Catalunha, o consumo 
energético e a emissão de CO2 para a atmosfera, ao 
longo do ciclo de vida destes produtos, são muito 
baixos em tubagens de plástico em comparação com 
os valores atribuídos a tubos de betão armado.
(*): "Estimativa do consumo energético e das emissões de CO2 
associadas à produção, utilização e eliminação final de tubagens 
de PVC, PEHD, PP, ferro fundido e betão" (dezembro 2005). 
Autores: Dr. José María Baldasano Recio, Dr. Pedro Jiménez 
Guerrero, María Gonçalves Ageitos e Dr. René Parra Narváez.
Este ciclo de vida inclui todas as etapas que o produto 
atravessa durante a sua vida útil:
• Extração das matérias-primas que constituem 
o tubo. 
• Transporte de matérias-primas para a fábrica de 
produção de tubagens.
• Fabrico das tubagens.
• Transporte dos tubos para a obra onde 
serão instalados.
• Instalação das tubagens.
• Utilização dos tubos: trabalhos de manutenção 
e reparações
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 9Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 9 02/06/2022 15:11:5402/06/2022 15:11:54
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®10
TRANSPORTE TRANSPORTE
CONFORMAÇÃO
TUBAGEM
INSTALAÇÃO 
TUBAGEM
UTILIZAÇÃO
EXTRAÇÃO DE 
RECURSOS
PRODUÇÃO DE 
MATERIAIS
E M I S S Õ E S C O2
Tubagens de saneamento - consumo energético e emissão de CO2 para 3 m de tubagem
CONSUMO DE ENERGIA (kW/h) EMISSÃO DE CO2 (kg DE CO2)
ESQUEMA DO CICLO DE VIDA DE UMA TUBAGEM ENTERRADA (SEM FASE DE RECICLAGEM).
PVC liso SN4 (80% reciclado) DN315
PVC corrugado SN8 (80% reciclado) DN315
PE corrugado SN8 (80% reciclado) DN400
PP corrugado SN8 (80% reciclado) DN400
PVC SN4 (0% reciclado) DN315
PVC corrugado SN8 (0% reciclado) DN315
PE corrugado SN8 (0% reciclado) DN400
PP corrugado SN8 (0% reciclado) DN400
Betão DN400
69,0
34,7
64,4
60,4
262,2
121,3
211,0
191,0
345,0
22,0
11,5
21,0
21,6
76,9
36,1
58,6
61,5
129,4
C O N S U M O E N E R G É T I C O
1.3. Otimização de tubagens para saneamento: tubagens SANECOR®
Os resultados deste estudo estão resumidos na 
tabela anterior. Como se pode observar, os valores 
dos materiais plásticos são inferiores aos do betão, 
devido ao baixo peso e baixo teor de matérias-primas 
dos primeiros, em comparação com os segundos. Esta 
diferença é muito maior se forem utilizados materiais 
plásticos com uma elevada taxa de reciclagem. 
Observa-se também que o diâmetro dos dois tubos 
de PVC foi considerado como D315 mm, enquanto 
que nos restantes foi considerado um diâmetro 
equivalente superior, D400 mm. Vamos analisar mais 
à frente a razão para estas diferenças.
Até meados dos anos 70, as tubagens em Espanha 
para redes de saneamento por gravidade eram 
principalmente de betão ou de fibrocimento, materiais 
tradicionais por muitos anos. A partir daí, aparecem 
as primeiras tubagens de PVC, que representam um 
avanço qualitativo pelas propriedades dos materiais 
já descritas na secção anterior. Contudo, devido ao 
custo do PVC, estes tubagens lisas são fabricados 
apenas com uma certa espessura para cada 
diâmetro, assegurando uma rigidez anular inicial 
mínima de 4 kN/m2 (rigidez nominal SN4), que, em 
determinadas condições da instalação, é insuficiente 
para evitar deformações excessivas a médio e longo 
prazo. É por isso que, nos anos de 80, começamos a 
desenvolver tubos de PVC com paredes estruturadas 
que aumentam a rigidez sem encarecer os tubos. Isto 
representa um importante salto conceptual, uma vez 
que se obtém uma melhoria estrutural através da 
otimização do consumo de matérias-primas e, por 
conseguinte, de energia ao longo de todo o ciclo de 
vida da tubagem.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 10Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 10 02/06/2022 15:11:5402/06/2022 15:11:54
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
11
Máxima rigideza curto e longo prazo
ΔY K1 . Qvt
D
=
K2 . Es + K3 . RCE
Ec . I
RCE =
Dm3
COLETOR DE PVC CORRUGADO SN8.
Com este critério, lançamos no final dos anos 
80 a tubagem SANECOR®, na qual a espessura é 
conformada com duas camadas, sendo a exterior 
ondulada e a interior, lisa. Desde o início, esta 
tubagem nasceu com o objetivo de alcançar um 
produto altamente sustentável, visando satisfazer 
plenamente as necessidades de uma rede de 
saneamento, otimizando também os consumos 
energéticos associados à sua produção, instalação 
e operação, e minimizando a interação ambiental 
com o meio ambiente. Para tal, incorpora 
vantagens importantes em relação à maioria das 
tubagens de plástico, das quais resumimos as mais 
importantes abaixo.
Como vimos anteriormente, a flexibilidade das 
tubagens de plástico é um fator positivo para se 
adaptarem aos assentamentos do terreno. No 
entanto, isto está em contradição com o facto ainda 
mais importante de o tubo ter de ser suficientemente 
rígido a curto e longo prazo, ou seja, deve ser capaz 
de suportar cargas externas durante toda a vida útil 
da conduta. Estas cargas não só gravitam no tubo, 
como também no terreno circundante, pelo que 
é essencial que a tubagem esteja corretamente 
instalada. Mas a instalação pode ser controlada 
corretamente? Normalmente, não. No entanto, a 
qualidade da tubagem é facilmente assegurável, 
uma vez que as suas caraterísticas, como a 
rigidez, estão sujeitas a ensaios padronizados. 
Na prática, dependendo das condições do terreno 
em torno de uma tubagem, maior ou menor 
relevância terá a capacidade da mesma para 
resistir às cargas externas. Estas condições 
dependerão, em grande parte, da forma como o tubo 
foi instalado, ou seja, das dimensões da vala e do tipo 
de enchimento e da sua compactação.
O anterior pode ser quantificado a partir da fórmula 
da deformação de um tubo enterrado:
Esta deformação, medida em % do diâmetro do tubo, 
é uma função direta das cargas verticais Qvt, às quais 
se opõem 2 fatores:
• Es = módulo de elasticidade do solo ao redor do 
tubo, que depende da vala e do tipo de enchimento e 
sua compactação, ou seja, da qualidade da instalação.
• RCE = rigidez circunferencial específica do tubo, que 
se define como:
onde:
• Ec = módulo de elasticidade do material da conduta.
• I = momento de inércia por unidade de comprimento, 
que depende da espessura do tubo.
• Dm = diâmetro médio do tubo.
Na fórmula da deformação vemos que, se a 
componente do terreno for suficientemente alta 
(valor alto de Es), a rigidez do tubo não requer 
valores elevados. Se, por outro lado, o módulo de 
elasticidade do solo Es não for suficientemente alto, 
a deformação do tubo depende em grande parte da 
rigidez do tubo.
Por outro lado, ao utilizar tubagens de plástico, os 
documentos técnicos mais frequentes (em Espanha, 
a especificação do MOPU ou a norma UNE 53331, 
entre outros) limitam a deformação das tubagens 
de plástico a um valor de 5 % do seu diâmetro a 50 
anos. Este prazo está ligado à caraterística conhecida 
dos elementos plásticos e dos polímeros em geral, de 
sofrer uma diminuição do módulo elástico ao longo 
do tempo, quando esses elementos são sujeitos a 
tensões mecânicas.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 11Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 11 02/06/2022 15:11:5402/06/2022 15:11:54
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®12
Módulo 
elástico (MPa)
Intervalo de medição
50 anos
Tempo (h)
1
DIAGRAMA GERAL DA CURVA DE REGRESSÃO 
DE UM MATERIAL PLÁSTICO.
ENSAIO DE RIGIDEZ DE UM TUBO FLEXÍVEL.
Cf = Ep0 / Ept
Esta perda, denominada fluência, que se deve à 
deformação das macro-moléculas dos polímeros, 
é muito forte no início, vai diminuindo ao longo 
do tempo e é assimptótica no horizonte a 50 anos. 
A fluência é tipicamente representada pela curva de 
regressão do material, que é visualizada através de 
uma escala de tempo logarítmica, como na figura 
a seguir:
No caso de tubos que devem suportar pressão 
interna, as normas de produto correspondentes 
exigem que o tubo suporte a pressão de trabalho 
prevista, 50 anos após a sua colocação em serviço. 
Isto força os fabricantes a projetar tubos que 
inicialmente resistem a pressões muito maiores do 
que o necessário, de modo a que as resistências 
prevista se mantenham a longo prazo.
No caso de tubagens subterrâneas sem pressão, 
as cargas atuantes devem-se apenas a fatores 
externos, tais como o peso do solo acima, as forças 
dinâmicas do tráfego de veículos, a carga estática de 
elementos pontuais na superfície, etc. Como vimos 
anteriormente, ao esforço destas cargas opõem-se os 
valores de resistência do próprio solo e a rigidez do 
tubo. Caso se preveja que as condições do solo após 
a instalação não sejam suficientemente boas para 
atingir valores elevados de Es, ou se não for possível 
garantir uma instalação correta, deve ser garantida 
uma rigidez inicial suficientemente elevada do tubo 
RCE0 , para que a rigidez a longo prazo RCE50 seja 
mantida em valores aceitáveis.
Neste sentido, define-se o coeficiente de fluência de 
um determinado elemento de plástico p durante um 
determinado período de tempo t, como:
isto é, como a relação entre o módulo de elasticidade 
do inicial do plástico p e o módulo desse plástico 
p decorrido o tempo t. O valor do coeficiente de 
fluência para o tempo t a ser considerado (2 anos, 50 
anos, etc.) determinará o valor inicial da rigidez do 
tubo plástico. Como veremos abaixo, os coeficientes 
de fluência podem variar muito dependendo do tipo 
de plástico que consideramos.
Considerando a importância destes conceitos devido 
à sua influência na durabilidade das tubagens 
plásticas, vejamos como otimizar a escolha do tipo 
de tubagem entre as opções mais comuns. Para tal, 
utilizamos duas normas:
 A norma alemã DIN 16961-2: Tubagens e 
acessórios termo-plásticos com superfície 
revestida exterior e lisa interior.
Nela definem-se os módulos elásticos iniciais dos 
três materiais considerados de acordo com os 
seguintes valores:
• PVC-U (PVC não plastificado):
 E0 = 3600 MPa
• PEAD (polietileno de alta densidade):
 E0 = 800 MPa
• PP (polipropileno copolímero em bloco):
 E0 = 800 MPa
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 12Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 12 02/06/2022 15:11:5502/06/2022 15:11:55
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
13
3500
3000
2500
2000
1500
1000
500
0
PVC
PE
PP
1 MIN.
3600
800
800
24 HRS.
3000
380
360
2000 HRS
2300
250
210
50 A—OS
1750
150
120
8
7
6
5
4
3
2
1
0
PVC
SN8
PE
SN8
PP
SN8
INICIAL
8,0
8,0
8,0
24 HRS.
6,7
3,8
3,6
2000 HRS
5,3
2,4
2,1
50 ANOS
4,0
1,5
1,2
Linha do valor mínimo para 
a rigidez da Ficha Técnica 
do MOPU (3,9 kN/m2) para 
tubagens de saneamento.
COMPARAÇÃO DOS MÓDULOS DE ELASTICIDADE AO LONGO DO TEMPO, 
DE ACORDO COM A NORMA DIN 16961.
EVOLUÇÃO DA RIGIDEZ RCE = (Exl)Dm3 COM O TEMPO 
DE ACORDO COM DIN 16961.
Se levarmos estes valores para a fórmula de rigidez 
vista anteriormente, fica claro que para alcançar 
uma determinada rigidez inicial, os tubos de PE e PP 
corrugados terão que aumentar significativamente o 
momento de inércia I e, portanto, a espessura, em 
relação aos tubos de PVC, uma vez que estes têm um 
valor muito mais elevado de E0.
Por outro lado, e devido ao efeito redutor, a norma 
acima referida define para cada material uma série 
de valores do módulo elástico que diminuem ao 
longo do tempo quando as tubagens estão sob 
tensão, como é o caso das tubos enterrados sob 
tráfego de veículos. No primeiro dos 2 gráficos 
seguintes, é apresentada a diminuição no módulo 
Ete, no segundo, a partir dos tubos SN8, a 
diminuição correspondente da rigidez na mesma 
proporção, uma vez que na fórmula deste último o
valores de I e de Dm permanecem inalterados ao 
longo do tempo.
A partir dos valores de Et deduzimos os coeficientesde fluência para os 3 materiais considerados. Assim, 
para os valores E50 a 50 anos:
• CPVC 50 = 2,06
• CPE 50 = 5,33
• CPP 50 =6,67
Estes mesmos coeficientes são os que seriam 
correspondentes à perda de rigidez, se as cargas 
experimentadas pelos tubos fossem da ordem de 
magnitude das contempladas por esta norma.
Nos tubos de PVC SN8, incluindo o tubo SANECOR®, 
a diminuição de rigidez a 50 anos representa metade 
do valor inicial, uma vez que o desenho original 
destes tubos procurava uma rigidez a 50 anos de 
3,9 kN/m2, consistente com o valor mínimo inicial 
das Especificações Técnicas para Tubagens de 
Saneamento do MOPU de 1986. Embora a dita ficha 
técnica marque esse valor como inicial, a experiência 
baseada numa infinidade de instalações que não 
são executadas corretamente, levou ao desenho 
de tubagens de saneamento com esse valor como 
requisito a 50 anos. Assim, a rigidez inicial necessária 
para os tubos de PVC era: RCEmin = 3,9 x 2,06 = 8 kN/m2, 
ou seja tubos SN8. Assim, entre outros, nasceu o tubo 
corrugado SANECOR®, tão amplamente distribuído 
por toda a Espanha desde o início dos anos 90. 
Com os mesmos requisitos em tubagens de PE e PP, 
os desenhos nas ditas tubagens teriam resultado a 
uma rigidez inicial mínima de: 21 kN/m2 y 26 kN/m2, 
respetivamente. É evidente que a rigidez SN8 
nestas tubagens é claramente insuficiente quando 
a instalação do tubo não é efetuada corretamente, 
razão pela qual a utilização destas tubagens em 
redes de saneamento resulta geralmente em grandes 
ovalizações das condutas. Entretanto, o preço 
baixo que conseguem fez com que se difundissem 
consideravelmente. Este preço deve-se a serem 
muito leves e cada tubo tem um custo muito baixo 
em matérias-primas.
Para o tubo compacto SN4 em PVC, uma situação 
em que as condições da vala e as cargas atuantes 
resultam numa perda do módulo elástico, conforme 
previsto na norma acima mencionada, resultaria num 
tubo com uma rigidez residual de cerca de 2 kN/m2, 
insuficiente para evitar deformações acentuadas a 
longo prazo.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 13Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 13 02/06/2022 15:11:5502/06/2022 15:11:55
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®14
2
3200
800
1250
2000
200
312
3500
3000
2500
2000
1500
1000
500
0
INICIAL 2 ANOS
PVC
SANECOR®
PE
PP
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
INICIAL 2 ANOS
PVC SN8
SANECOR®
PE
SN8
8,0
8,0
8,0
5,0
2,0
2,0PP
SN8
Ótima estanquidade
EVOLUÇÃO DA RIGIDEZ AO LONGO DO TEMPO DE ACORDO COM 
UNE-EN 13476.
Linha do valor mínimo 
para a rigidez da Ficha 
Técnica do MOPU 
(3,9 kN/m2) para tubagens 
de saneamento.
MÓDULOS DE ELASTICIDADE AO LONGO DO TEMPO DE ACORDO COM 
UNE-EN 13476.
A norma europeia UNE-EN 13476: Sistemas 
de tubagens de plástico para saneamento 
e drenagem subterrânea sem pressão – 
sistemas de tubagens de parede estruturada 
feitas de poli(cloreto de vinilo) não plastificado 
(PVC-U), polipropileno (PP) e polietileno (PE).
Nesta norma, mais recente, são definidos coeficientes 
máximos de fluência a 2 anos e módulos iniciais 
de elasticidade para os 3 materiais considerados, 
que são:
 • CfPVC ≤ 2,5 E0, PVC = 3200 MPa
 • CfPE ≤ 4 E0, PE = 800 MPa
 • CfPP ≤ 4 E0, PP = 1250 MPa
Esta norma contempla coeficientes apenas a 2 anos, já 
que após este período de tempo as perdas de rigidez 
já são pequenas, e facilita a realização do ensaio 
de fluência, que para os 2 anos requer um ensaio 
acelerado de apenas 2 meses (o dos 50 anos exige 
um ensaio acelerado de 14 meses). Variam também 
alguns dos módulos elásticos iniciais definidos nesta 
norma, devido à utilização de determinados aditivos 
que garantem uma qualidade superior dos materiais 
utilizados nestes tubos.
Dado que os valores de CfPE e CfPP estão sempre muito 
próximos de 4, devido à sua elevada procura e que o 
valor CfPVC é de cerca de 1,6 para o tubo SANECOR®, 
os gráficos para esta norma ficariam como mostrado 
abaixo. Neste caso, podemos observar que 2 anos 
após serem enterradas as tubagens sob cargas
que resultem em perdas do módulo elástico da 
magnitude das consideradas, o tubo SANECOR® 
ainda tem uma rigidez de 5 kN/m2, enquanto os 
tubos de PE e PP corrugado mantêm apenas uma 
rigidez de cerca de 2 kN/m2, insuficiente para evitar 
deformações importantes neste período de tempo.
A partir do exposto podemos concluir que o tubo de 
PVC SN8 SANECOR® é, entre as tubagens comuns e 
competitivas em termos de custo, o que apresenta 
o melhor desempenho, a curto e longo prazo, contra 
cargas externas.
A normativa atual permite diferentes tipos de 
união para as tubagens de plástico, embora na 
maioria das vezes esta união seja sempre efetuada 
através de uma junta elástica. No caso dos tubos 
compactos SN4 em PVC, a ligação está normalizada 
e é feita através de encobrimento (encaixe de 
campânula), mas nas tubagens estruturadas a 
norma UNE-EN 13476 contempla tipologias muito 
diferentes, limitando, na realidade, a indicar que 
o sistema de ligação deve manter a estanquidade 
adequada. Esta norma especifica tanto as uniões 
por encobrimento como pela utilização de mangas. 
Em qualquer caso, os ensaios de estanquidade são 
efetuados de acordo com a norma UNE-EN1277. 
Na norma para tubagens de PRFV, os tipos de união 
também são muito variados, admitindo-se não apenas 
junta elástica (tanto por encaixe com campânula como
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 14Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 14 02/06/2022 15:11:5602/06/2022 15:11:56
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
15
DIFERENTES SISTEMAS DE UNIÃO DE TUBAGENS PLÁSTICAS 
ESTRUTURADAS.
TUBAGENS DE PVC CORRUGADO (COR DE TELHA) E
DE PE CORRUGADO (COR PRETA).
A TUBAGEM SANECOR® (À DIREITA) É A ÚNICA QUE POSSUI UM JUNTA 
BILABIAL PARA OTIMIZAR A ESTANQUIDADE DA UNIÃO.
COPO TUBO
JUNTA DE FIXAÇÃO DUPLA EM SANECOR® DN160-500.
JUNTA DE FIXAÇÃO SIMPLES EM SANECOR® DN630-1200.
UNIÃO POR ENCOBRIMENTO DO TUBO SANECOR®.Das soluções apresentadas na figura acima, as duas 
de cima são feitas através do encobrimento do tubo 
numa das suas extremidades. São típicas de PVC e PP. 
As 2 de baixo são usadas para os tubos de PE que não
admitem um encobrimento correto. No modelo do 
lado esquerdo, trata-se de um copo soldado e, no 
modelo do lado direito, trata-se de uma manga de 
união.
A ligação do tubo SANECOR ® é feita através do 
primeiro dos sistemas designados por copo com bocal 
integrado, no qual se mantêm as caraterísticas do 
resto do tubo (ondulados e espessuras), tornando-o 
o mais fiável das várias soluções disponíveis.
Outro aspeto muito importante que afeta a 
estanquidade da união é a junta elastomérica. 
Enquanto que nas tubagens lisos a dita junta é 
disposta num alojamento fabricado para este fim no 
interior do copo, as tubagens corrugadas utilizam os 
vales das ondulações para alojar a junta.
No tubo SANECOR®, esta junta esta é bilabial até 
ao diâmetro DN500, com um perfil que impede a 
deslocação da junta durante a montagem do tubo, 
por um lado, e assegura uma maior estanquidade, 
por outro. Nas tubagens de maior diâmetro 
(DN630 – DN1200), a junta tem um rebordo único, 
uma vez que a maior profundidade das ondulações 
impede que a junta se desloque facilmente para 
fora do respetivo alojamento.
A junta deve conseguir cumprir amplamente os 
ensaios de estanquidade da norma UNE-EN 1277, 
que requerem a manutenção da estanquidade 
em condições de pressão interior (0,5 atm) e de 
depressão interior (-0,3 atm), e com deflexão 
diferencial do tubo em relação ao copo ou à manga 
(maior deflexão no primeiro), ou com um desvio 
angular determinado pelo diâmetro. Com os perfis 
dos tubos SANECOR®, conseguem-se desvios 
angulares muito acima da norma.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 15Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 15 02/06/2022 15:11:5902/06/2022 15:11:59
SISTEMA 
A SOLUÇÃOSUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®16
DIFERENÇAS MÉDIAS DE CAUDAL EM PERCENTAGEM DE TUBAGENS CORRUGADAS SN8 (BASE DE 100% PARA O TUBO SANECOR®).
DN Ângulo máximo 
normalizado
Ângulo máximo em 
tubo SANECOR®
160
200
250
315
400
500
600
800
1000
1200
6º
5º
4º
3º
1º
1º
1º
1º
1º
1º
9º
7º
6º
5º
3º
3º
3º
3º
2º
2º
Máxima capacidade hidráulica
Ec . I
RCE = Dm3
DESVIO ANGULAR MÁXIMO DA UNIÃO ENTRE TUBOS.
100%
95%
90%
85%
80%
75%
70%
65%
60%
55%
50%
160
PVC
PE
PP 200 250 315 400 500 600 800 1000 1200
VISTA INTERIOR DE COLETOR SANECOR®
COM DESVIO ANGULAR
A capacidade hidráulica de um tubo de saneamento, 
ou gravidade é determinada por dois fatores: o 
coeficiente de fricção da água com o tubo e o 
diâmetro interno do tubo. Como já mencionamos, 
nos tubos plásticos, o coeficiente de fricção é 
K = 0,10 na fórmula de Prandtl-Colebrook para águas 
residuais, 10 vezes menor do que o considerado para 
um tubo de betão.
Quanto ao diâmetro interno, a maior parte dos 
tubos plásticos segue o critério DN = Dexterior, pelo 
que o diâmetro interno dependerá da espessura 
do tubo e será variável de acordo com o fabricante. 
Isto proporciona diferentes caudais, com declive e 
rugosidade interna iguais, para o mesmo diâmetro 
nominal. A tubagem SANECOR® segue este critério 
apenas até ao diâmetro DN500, devido à necessidade 
dos tubos serem compatíveis com as peças e 
acessórios habituais no mercado. Por outro lado, a 
partir de DN630, a tubagem SANECOR® otimiza o seu 
diâmetro (Dexterior > DN).
Por outro lado, para uma determinada rigidez do 
tubo (RCE), a espessura do mesmo está condicionada 
pelo tipo de material a partir do qual é feito que, 
tendo um certo módulo de elasticidade Ec, força um 
valor do momento de inércia I na fórmula:
Como I é uma função da espessura (num tubo 
liso I = e3), nos tubos de PE e PP corrugados 
(valor 
1
12 de Ec pequeno), a espessura terá de ser 
superior à do PVC corrugado (valor deEc alto) para 
conseguir a mesma rigidez. Portanto, no tubo 
SANECOR®, a capacidade hidráulica é sempre maior 
do que em outros materiais termoplásticos, e ainda 
mais em diâmetros superiores a DN500.
O gráfico seguinte representa, em percentagem, as 
taxas médias de fluxo na secção cheia dos diferentes 
materiais utilizados em tubagens corrugadas, para os 
mesmos valores de inclinação (1,5%) e rugosidade 
interior (k=0,10).
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 16Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 16 02/06/2022 15:12:0002/06/2022 15:12:00
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
17
Mínimo consumo energético
SANECOR®, a solução mais sustentável
400
350
300
250
200
150
100
50
0
CONSUMO ENERGÉTICO (Kw/h)
PVC lis
o SN4
(80% re
cic
lado) D
N315
PVC co
rru
gado SN8
(80% re
cic
lado) D
N315
PE co
rru
gado SN8
(80% re
cic
lado) D
N400
PP co
rru
gado SN8
(80% re
cic
lado) D
N400
PVC SN4
(0% re
cic
lado) D
N315
PVC co
rru
gado SN8
(0% re
cic
lado) D
N315
PE co
rru
gado SN8
(0% re
cic
lado) D
N400
PP co
rru
gado SN8
(0% re
cic
lado) D
N400
Betão DN400
PVC lis
o SN4
(80% re
cic
lado) D
N315
PVC co
rru
gado SN8
(80% re
cic
lado) D
N315
PE co
rru
gado SN8
(80% re
cic
lado) D
N400
PP co
rru
gado SN8
(80% re
cic
lado) D
N400
PVC SN4
(0% re
cic
lado) D
N315
PVC co
rru
gado SN8
(0% re
cic
lado) D
N315
PE co
rru
gado SN8
(0% re
cic
lado) D
N400
PP co
rru
gado SN8
(0% re
cic
lado) D
N400
Betão DN400
140
120
100
80
60
40
20
0
EMISSÃO DE CO2 (Kg de CO2)
GRÁFICOS DO CONSUMO ENERGÉTICO E EMISSÃO DE CO2 PARA A ATMOSFERA, DOS MATERIAIS MAIS UTILIZADOS
EM TUBAGENS DE SANEAMENTO POR GRAVIDADE.
APOIO DE TUBAGEM SANECOR®.
Como vimos na página 10, e de acordo com o estudo 
mencionado, as tubagens plásticas produzem um 
consumo energético durante toda a vida útil do tubo, 
que pode ser muito inferior ao produzido pelos tubos 
de betão. Por sua vez, dentro dos tubos plásticos 
analisados, que são os mais utilizados, os tubos de 
PVC reduzem o diâmetro nominal em relação aos 
tubos corrugados de PE e PP, como observado no 
ponto anterior, e em relação ao tubo de betão pelo 
menor coeficiente de fricção. No entanto, o tubo 
de PVC compacto SN4 é o que causa mais consumo 
porque é o mais pesado. No que diz respeito aos tubos 
corrugados, aquele que produz a maior poupança 
de energia é o PVC corrugado SN8, tipo SANECOR®, 
uma vez que, embora o seu peso seja superior ao dos 
tubos de PE e PP, otimiza o diâmetro necessário em 
relação a estes últimos, e tem um menor consumo 
na produção de matérias-primas e das tubagens. Pela 
mesma razão, é o tubo mais ecológico do ponto de 
vista da emissão de CO2 para a atmosfera. Os valores 
para o estudo acima são apresentados na tabela da 
página 10 e são representados nos gráficos abaixo.
Um produto é sustentável quando satisfaz as 
necessidades das gerações atuais sem comprometer 
as possibilidades das gerações futuras de satisfazerem 
as suas próprias necessidades. Neste sentido, é 
importante que este produto tenha um ciclo de 
vida longo e, por conseguinte, seja duradouro, mas 
ao mesmo tempo que, durante o seu ciclo de vida, 
o consumo de recursos seja mínimo, em especial o 
gasto energético, e igualmente mínima deve ser o 
seu impactos no contexto social e ambiental.
No caso da tubagem para saneamento SANECOR®, 
vimos nos pontos anteriores uma série de 
caraterísticas que contribuem para uma alta 
sustentabilidade do produto.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 17Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 17 02/06/2022 15:12:0002/06/2022 15:12:00
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®18
Dimensões da gama de tubagens 
SANECOR®
 160 146 160 182 105
 200 182 200 228 122
 250 228 250 284 165
 315 285 315 358 190
 400 364 400 448 199
 500 452 500 563 230
 630 590 649 734 252
 800 775 856 954 330
 1000 970 1072 1222 495
 1200 1103 1220 1379 547
Máxima versatilidade no Sistema SANECOR®
CARACTERÍSTICA DURABILIDADE POUPANÇA 
DE ENERGIA
RESPEITO
PELO AMBIENTE
Matérias-primas -
Peso do tubo - -
Reciclabilidade do material - 
Resistência química -
Ausência de corrosão -
Resistência à abrasão - -
Depósitos/incrustações -
Rigidez a longo prazo - - 
Flexibilidade do material - -
Capacidade hidráulica - -
 Custos de instalação - -
Segurança laboral - -
Estanquidade -
Custos de manutenção - -
PROPRIEDADES DO TUBO SANECOR® QUE AUMENTAM A 
SUSTENTABILIDADE DO PRODUTO.
VISTA DA TUBAGEM SANECOR® INSTALADA EM VALA.
MANIPULAÇÃO EM OBRA DO TUBO SANECOR®.
COMPRIMENTO 
MÉDIO BOCALDN D INTERIOR 
TUBO
D EXTERIOR 
TUBO
D EXTERIOR 
MÁXIMO 
DO COPO
A tabela seguinte resume o impactos das propriedades 
deste produto nos fatores que contribuem para uma 
maior sustentabilidade.
A tubagem SANECOR® tem uma das mais amplas 
gamas de tubos de plástico para saneamento. A 
tabela seguinte apresenta as principais dimensões 
dos diferentes diâmetros.
As peças especiais também são fabricadas em todos 
os diâmetros da gama com o mesmo material, sendo 
peças lisas de rigidez nominal SN4 nos diâmetros 
DN160-DN500 e de superfície exterior corrugada e 
rigidez nominal SN8, as fabricadas para os diâmetros 
DN500-DN1200.
No que diz respeito aos acessórios para as ligações, 
o sistema SANECOR® tem modelos diferentes que 
correspondem a circunstâncias específicas em 
termos de diâmetro, instalação, normativas, etc.
Por último, o tubo SANECOR® dispõe da gama 
mais versátil de bueiros disponíveis com materiais 
plásticos. Estes elementos, que são muitas vezes 
críticos no que se refere à estanquidade e aos custos 
de manutenção de uma rede de saneamento, mantêm 
com a solução SANECOR® as mesmas caraterísticas 
ideais que o tubo.
Da página 22 à 24 listamos a gama de peças especiais 
e acessórios SANECOR®.
A partir da página 26, descrevemos ao pormenor o 
poço SANECOR® e os seus componentes.Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 18Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 18 02/06/2022 15:12:0102/06/2022 15:12:01
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
19
O SISTEMA INTEGRAL SANECOR® TEM UMA GRANDE VERSATILIDADE DE ACESSÓRIOS E COMPONENTES ESTANQUES.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 19Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 19 02/06/2022 15:12:0102/06/2022 15:12:01
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®20
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS
Densidade 1350 a 1520 kg/m3
Coeficiente de dilatação linear 8 x 10-5 m/m. ºC
Condutividade térmica 0,13 kcal/m.h. ºC
Calor específico 0,2 a 0,3 cal/g.ºC
Temperatura de Amolecimento Vicat ≥ 79 ºC, segundo a norma UNE-EN 727
Limites de pH Entre 3 e 9, a 20 ºC
Resistência ao diclorometano a 15 ºC, durante 30 minutos, segundo UNE-EN 580
Ensaio da estufa De acordo com a norma UNE-EN ISO 580
CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS
Rigidez Anelar (também denominada RCE = 
Rigidez Circunferencial Específica) RCE ≥ 8 kN/m2, segundo UNE-EN ISO 9969
Coeficiente de Fluência a 2 anos ≤ 2,5, segundo UNE-EN ISO 9967
 O valor real oscila entre 1,6 e 1,8
Resistência ao Impacto Segundo UNE-EN 744 (Método do Mostrador de Relógio)
Flexibilidade Anelar 30% de deformação em DN160 a D315, e 20% em DN400 a 
 DN1200, segundo UNE-EN ISO 13968
CARACTERÍSTICAS HIDRÁULICAS
Estanquidade com junta elastomérica Ensaios a 0,05 MPa com desvio angular e com deflexão
com pressão interna diametral, segundo UNE-EN1277
Estanquidade com junta elastomérica Ensaios a -0,03 MPa com desvio angular e com deflexão
a depressão interna diametral, segundo UNE-EN1277
Rugosidade equivalente (Prandtl-Colebrook) K= 0,01 mm (para águas limpas)
 K= 0,10 a 0,25 mm (para águas residuais)
INSTALAÇÃO DE TUBAGENS SANECOR® EM GALERIA E EM VALA.
1.4. Ficha técnica da tubagem SANECOR®
A tabela seguinte resume as caraterísticas técnicas da tubagem SANECOR®.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 20Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 20 02/06/2022 15:12:0102/06/2022 15:12:01
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
21
1
2
3
4
SECÇÃO TIPO HABITUAL DE UMA VALA PARA TUBAGEM ENTERRADA.
ENCHIMENTO NORMAL 
SELECIONADO, SEM TORRÕES 
E PEDRAS COM 
COMPACTAÇÃO ≥ 95% P.N.
MATERIAL 
GRANULAR 
≥95%
P.N.
≥ D + 0,5 m.
COMPACTAÇÃO 
DOS RINS
CAMADA DE 
MATERIAL GRANULAR
≥10 + D/10 cm.
H > 1 m.
30 cm.
1.5. Nota sobre a instalação de tubagens enterradas
Para a instalação de tubagens, devem ser seguidos os 
regulamentos e códigos de boas práticas existentes, 
entre os quais podemos citar a Ficha Técnica de 
Tubagens para Saneamento de Povoações do MOPU, 
o Guia Técnico sobre Tubagens para o Transporte de 
Água do CEDEX e as normas UNE-EN 1610, UNE-EN 
1452-6 E UN-CEN/TR1046.
Resumos a seguir os aspetos mais básicos compilados 
na dita regulamentação.
As valas para o alojamento das tubagens devem ser 
feitas de forma a que a separação entre o tubo e a 
parede da vala permita aos operários trabalhar na 
disposição da tubagem e na compactação adequada 
do enchimento. A largura da vala deve ser tal que a 
largura à altura da geratriz do tubo seja A= Dext + X, 
em que Dext é o diâmetro exterior do tubo e X varia 
entre 0,4 e 1,0 m, dependendo do diâmetro. 
É essencial colocar uma camada de material granular 
(areia ou gravilha de granulometria aproximada de 
5 – 10 mm), de altura suficiente, H (cm) = 10 + D/10, 
para evitar que qualquer desigualdade na rugosidade 
da base da vala provoque apoios em pontos isolados 
sobre pedras ou torrões. O apoio direto sobre uma 
base rígida de betão é contraproducente no caso dos 
tubos de plástico, uma vez que, por um lado, toda 
a carga que recai sobre o tubo, desde o enchimento 
ao trânsito, produzirá uma reação no suporte que 
poderá provocar a rutura do tubo e, por outro, 
qualquer deformação ou assentamento diferencial 
fará com que a base de betão se quebre e funcione 
como cisalhamento na tubagem, causando ruturas 
ou fugas. Caso, devido a circunstâncias especiais, a 
tubagem tenha que ser betonada, esta deve ser feita 
na totalidade, permanecendo como uma cofragem 
perdida. O contrário produziria tensões significativas 
nas geratrizes do tubo, onde se passa de betão para 
enchimento granular. Caso os declives sejam muito 
pequenos e seja necessário colocar uma soleira de 
betão, deve ser colocada sobre a mesma uma camada 
de enchimento conforme descrito acima.
No leito de suporte, deve ser efetuado um 
enchimento lateral com camadas de 25-30 cm, 
tendo o cuidado de que o material de enchimento 
penetre nas áreas de difícil acesso (fundo do tubo) 
e fique bem compactado, dando ao tubo o ângulo 
de suporte necessário (mínimo 120º) em todo o seu 
comprimento. O material utilizado para o enchimento 
lateral deve atingir uma altura de 30 cm acima da 
chave do tubo. 
Isto pode ser solo natural da escavação, desde 
que assegure que as caraterísticas consideradas 
nos cálculos sejam obtidas. Recomenda-se que o 
material seja de granulometria 5-15 mm, idealmente 
granulado ou cascalho que, sem necessidade de 
meios externos, garanta uma compactação natural 
mínima de 95% no ensaio Proctor normal.
O resto do enchimento da vala até ao piso de 
rodagem ou ao nível do solo, pode ser de terreno 
natural proveniente da escavação, isento de pedras 
e de torrões, desde que as suas caraterísticas sejam 
adequadas de acordo com os regulamentos em 
vigor. Deve ter uma compactação de, pelo menos, 
95%, mas se houver tráfego intenso, deve ser de 
100% para evitar deformações no próprio piso de 
rodagem. De qualquer modo, estas últimas camadas 
nunca devem ter uma compactação inferior a 90 % 
no ensaio Proctor normal.
Para ampliar as informações relativas às condições de 
instalação de tubagens subterrâneas, recomendamos 
que consulte o nosso manual "Instalação de tubagens 
para abastecimento, irrigação e saneamento, de 
acordo com a regulamentação em vigor.” 
A figura seguinte mostra uma vala tipo, indicando 
os aspetos mais relevantes a considerar ao instalar 
as tubagens.
Por último, convém recordar que, para verificar a 
validade das tubagens nas condições específicas 
de cada instalação, deve ser efetuado um cálculo 
mecânico com base na regulamentação de cálculo 
em vigor. A Molecor tem um programa de cálculo 
deste tipo, concebido para a tubagem corrugada 
SANECOR® e baseado na diretriz alemã ATV A-127. 
Esta diretriz é a que recomendamos como a mais 
adequada para simular o comportamento de um 
tubo plástico enterrado, a curto e longo prazo.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 21Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 21 02/06/2022 15:12:0202/06/2022 15:12:02
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®22
Peças especiais
PEÇAS ESPECIAIS TÍPICAS PARA TUBAGEM SANECOR® - COM SUPERFÍCIE EXTERIOR LISA SN4 E SUPERFÍCIE EXTERIOR CORRUGADA SN8.
1.6. Acessórios do sistema SANECOR®
Em qualquer rede de saneamento, é desejável 
que todos os componentes tenham caraterísticas 
semelhantes para manter a estabilidade mecânica do 
sistema, garantir uma estanquidade ótima e facilitar 
a manutenção da rede. A tubagem tubos SANECOR® 
possui uma vasta gama de peças e acessórios especiais 
feitos do mesmo material. Nas Tabelas de Preços da 
Molecor especificam-se os dados dimensionais e os 
esboços detalhados de todos estes elementos.
A gama de peças especiais da tubagem SANECOR® foi 
desenvolvida em todos os diâmetros até ao diâmetro 
DN1200 e é composta por duas séries: Série lisa 
SN4 para peças até DN500 e Série ondulada SN8 
até DN1200. Os tipos de peças padrão são comuns: 
mangas de união para extremidades sem copo, 
manga de passagem para montagem de bobinas de 
reparação, cotovelos de 30º, 45º e 90º, extensões 
de diâmetro, derivações de 45º e 90º de diâmetro 
igual ou diferente e tampões. No entanto, épossível 
realizar, sob encomenda, um grande número de 
peças personalizadas.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 22Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 22 02/06/2022 15:12:0502/06/2022 15:12:05
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
23
Elementos para conexões
FIXAÇÃO DE CLIPE MECÂNICO PARA TUBAGEM SANECOR®.
1
A SANECOR® TEM UMA VASTA GAMA DE PEÇAS ESPECIAIS ATÉ DN1200 (À ESQUERDA, REPARAÇÃO COM MANGAS DE PASSAGEM).
Existem soluções diferentes, mas devem ser 
escolhidas aquelas que possuam uma montagem 
simples, garantam uma boa estanquidade e tenham 
uma boa relação custo-eficácia.
O sistema SANECOR® suporta os seguintes tipos 
de conexão:
Conexões por clipes mecânicos. As fotos 
na parte inferior mostram as diferentes
fases da montagem deste tipo de acessórios. 
São uma solução em PVC de qualidade muito 
elevada, disponível para conexões de diâmetros 
160 e 200 mm num coletor de 315 mm. A gama é 
reduzida pelo elevado custo de investimento 
necessário para fabricar estas peças. Estas 
conexões são totalmente estanques, muito fáceis 
de montar e não penetram no interior do coletor.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 23Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 23 02/06/2022 15:12:0902/06/2022 15:12:09
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®24
2
3
PONTES PARA CONEXÕES DE TUBAGEM SANECOR®.
CLIPES ELASTOMÉRICOS COM MODELO DE CORTE PARA CONEXÕES.
SEQUÊNCIA DE MONTAGEM DA PEÇA "BANDOLETE” PARA O BATENTE DAS CONEXÕES SANECOR®.
Conexões através de peças ponte. São fabricadas 
através da soldagem da ligação para a conexão a 
uma peça em forma de meia cana que reproduz 
interiormente a forma ondulada exterior do 
coletor. A união da peça a este último é feita 
com cola. Tem a vantagem de ter conexões a 45º 
(ou mesmo com outros ângulos), além das de 
90º (87,5º).
Conexões por clipes elastoméricos.
Aproveitando as altas espessuras do tubo ondulado SANECOR®, é possível usar juntas para conexão 
fabricadas em borracha EPDM, que são muito competitivas no preço e garantem uma estanquidade total. São 
desenhadas à medida para a conexão a coletores SANECOR® e, devido ao custo acessível do investimento, 
estas peças são fabricadas para todas as combinações possíveis: conexões de 160 a 630 mm para coletores 
de 315 a 1200 mm. A seguir representamos o processo de montagem para esta solução. Este procedimento 
é explicado em detalhe no documento "Instruções de Instalação para Poços de Registo SANECOR®".
No caso da utilização destes clipes elastoméricos, e para que a ligação não possa invadir o coletor, temos algumas 
peças “em arco” instaladas no vale de uma das ondulações que funcionam como um batente, como mostrado 
na sequência seguinte.
No caso da utilização destes clipes elastoméricos, e para que a ligação não possa invadir o coletor, temos algumas 
peças “em arco” instaladas no vale de uma das ondulações que funcionam como um batente, como mostrado 
na sequência seguinte.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 24Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 24 02/06/2022 15:12:1202/06/2022 15:12:12
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
25
SANECOR®, COM MAIS DE 20 ANOS DE EXPERIÊNCIA, ORIENTADA PARA A DURABILIDADE E SUSTENTABILIDADE DOS SEUS PRODUTOS.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 25Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 25 02/06/2022 15:12:1302/06/2022 15:12:13
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®26
 POÇOS DE BUEIRO EM MATERIAIS PLÁSTICOS (POLIÉSTER E POLIETILENO).
FALTA DE ESTANQUIDADE EM 
POÇOS DE BETÃO.
LIGAÇÃO COM ELEMENTOS 
PLÁSTICOS PRÉ-FABRICADOS.
POÇOS DE BUEIRO EM MATERIAIS CONVENCIONAIS (BETÃO E LADRILHO). À DIREITA, ANÉIS PRÉ-FABRICADOS DE BETÃO.
2. Poços estanques em redes de saneamento
2.1. Caixas e bueiros SANECOR®.
A missão dos bueiros numa rede de saneamento 
é a de ter acesso à conduta, para a realização de 
trabalhos de inspeção, manutenção, reparações, 
etc. Tradicionalmente, estes poços eram fabricados 
no local com materiais baratos como betão armado 
ou alvenaria de ladrilho, ainda que desde há vários 
anos é também muito habitual construí-los a partir 
de elementos pré-fabricados, como betão ou 
materiais plásticos.
As vantagens dos materiais plásticos para a tubagem 
de saneamento foram descritas na segunda 
secção deste documento. A maior parte destas 
vantagens pode ser extrapolada para os outros 
elementos da rede, nomeadamente para os bueiros: 
comportamento químico, resistência à corrosão e à 
abrasão, perdas de carga menores, desempenho e 
custos de instalação, segurança em obra, etc. Deve 
ser feita uma menção separada ao conceito de 
estanquidade que é extremamente importante nos 
bueiros, uma vez que uma parte muito importante 
dos problemas de funcionamento de uma rede de 
saneamento, fugas e infiltrações da mesma, resulta 
da falta de estanquidade nos bueiros.
Em termos de custo, embora os materiais plásticos 
sejam muito mais caros do que os materiais 
tradicionais, a diferença de custo entre os poços é 
muito reduzida quando comparada com as unidades 
instaladas. Isto deve-se ao desempenho de montagem 
muito mais elevado devido ao baixo peso do material 
e à simplicidade da montagem destes elementos pré-
fabricados. Finalmente, deve-se notar também que, 
dependendo da espessura da parede do poço e do 
material utilizado, a resistência mecânica do poço 
plástico pode não ser suficiente contra as cargas
externas do terreno e do trânsito existente. Neste 
caso, o poço deve ser revestido com betão, uma 
vez instalado. Nesse sentido, deve-se esclarecer 
que os coletores de uma rede de saneamento 
urbano geralmente estão localizados sob as estradas 
existentes, coletando água das ligações que saem 
dos prédios.
Na Molecor, temos uma longa experiência no fabrico 
de bueiros com diferentes materiais, o que nos 
permitiu, ao longo dos anos, constatar as vantagens e 
desvantagens de cada um deles (fibrocimento, betão, 
PRFV, HDPE e PVC). 
Esta experiência, combinada com a estratégia de 
inovação permitiu-nos conceber e desenvolver uma 
gama importante de bueiros que, por um lado, tiram 
partido das caraterísticas vantajosas dos materiais
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 26Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 26 02/06/2022 15:12:1402/06/2022 15:12:14
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
27
ESQUEMA GERAL DOS COMPONENTES DO POÇO DO SANECOR® COM AS 
DIFERENTES ALTERNATIVAS DE LIGAÇÃO AO COLETOR.
DIAGRAMA GERAL DE POÇO SANECOR®.
CONE DE REDUÇÃO
CLIPE ELASTOMÉRICO
PATAS
BASE
BUEIROS SANECOR®.
2.2. Componentes e instalação dos bueiros SANECOR®
plásticos, e por outro lado, resolvem as desvantagens 
decorrentes de outras soluções plásticas anteriores, 
fundamentalmente relacionadas com o custo, a 
resistência mecânica e a adaptação in situ da solução 
pré-fabricada.
O design SANECOR®, que proporciona uma grande 
redução de custos, garante um comportamento 
mecânico ideal e uma excelente estanquidade da 
rede. Tem também mais de 12 anos de experiência 
e centenas de referências distribuídas por toda 
a Espanha.
Podemos dividir o poço em três partes distintas que, 
de cima para baixo, seriam:
1. O acesso ao poço através de uma peça cónica de 
rigidez muito elevada que reduz o diâmetro do poço 
ao diâmetro do bueiro (600 mm).
2. O fuste ou corpo do poço, da altura necessária e 
com as patas de acesso já instaladas na fábrica. A sua 
elevada rigidez não requer reforço de betão.
3. O fundo do poço, onde estão localizadas as 
conexões ao coletor. Dependendo do diâmetro do 
dispositivo, pode ser feito de diferentes formas. 
Até um certo diâmetro, que por sua vez depende 
do diâmetro do poço, as tubagens são ligadas 
diretamente ao corpo do poço através de juntas 
elastoméricas, que, aproveitando a grande espessurada parede ondulada, garantem um estanquidade 
total. A partir de um determinado diâmetro, a ligação 
ao coletor pode ser efetuada quer através de bases 
com bueiro que ligam o poço à chave do coletor, quer 
através de peças de conexão que permitem o acesso 
ao coletor num secção completa.
Os diagramas a seguir mostram a configuração descrita.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 27Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 27 02/06/2022 15:12:1602/06/2022 15:12:16
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®28
Corpo do poço
O CORPO DO POÇO SANECOR® É FABRICADO A PARTIR DO 
TUBO SANECOR SN8.
Acesso ao bueiro
CONE REDUTOR DE POÇO DE DIÂMETRO 800 mm.
CONE REDUTOR DE POÇO DE DIÂMETRO 1000 E 1200 mm.
POÇO D 600 mm POÇO D 800 mm POÇO D 1000 E 1200 mm
AL
TU
RA
 N
O
M
IN
AL
AL
TU
RA
 N
O
M
IN
AL
AL
TU
RA
 N
O
M
IN
AL
GAMA PADRÃO DE CORPOS SANECOR®.
Cada um destes componentes é descrito em 
detalhe abaixo.
O cone redutor de acesso ao poço é fabricado a 
partir de HDPE de alta qualidade, utilizando um 
sistema que permite a produção de peças de plástico 
de grande volume a um preço muito competitivo. 
Este cone, cuja entrada é de 600 mm, é assimétrico 
e incorpora 2 patas, nos poços de 1000 e 1200 mm, 
enquanto que é simétrico e sem patas nos de 800 
mm. O design incorpora nervuras que garantem uma 
elevada rigidez. 
O cone fica montado na extremidade superior do 
corpo e o seu posicionamento é muito simples. 
Opcionalmente, pode ser instalado um anel de 
vedação entre o cone redutor e o corpo do poço, para 
garantir a estanquidade em caso de níveis elevados 
de água.
É fabricado a partir de tubo de PVC ondulado de 
rigidez nominal SN8, o que garante uma resistência 
muito elevada a cargas externas durante toda a vida 
útil do poço.
Com este material, assegura-se que os poços não 
necessitam de receber betonagem para reforçar a 
sua rigidez. Pelo contrário um material flexível pode 
ser muito vantajoso perante os assentamentos de 
terras. Os poços SANECOR® têm um diâmetro entre 
600 e 1200 mm. 
Para poços rasos, podem ser utilizadas caixas de 
600 mm de diâmetro (sem cone ou patas), que são 
muito adequadas para alturas inferiores a 1,5 m de 
altura, ou 800 mm para alturas superiores, com a 
possibilidade de incorporar patas.
Para os poços mais comuns de diâmetros de 1000 e 
1200 m, que, salvo pedido em contrário, incorporam 
sempre patas, o intervalo de altura varia entre 
1,5 e 9 m.
As patas já instaladas no corpo do poço são de aço, 
e estão revestidas a polipropileno para assegurar a 
estanquidade perante as entradas de água do nível 
freático. Vão montados na crista do ondulado com 
uma separação constante de, no máximo, 30 cm.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 28Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 28 02/06/2022 15:12:2102/06/2022 15:12:21
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
29
DETALHE DA ÂNCORA DA PATA.
POÇOS FUNDOS UTILIZANDO 2 MÓDULOS
GRADIL DE POLIÉSTER EM POÇOS SANECOR®.
NÚCLEO DE AÇO
PATA
M.24
PAREDE DO POÇO
PORCA DE PP
ANILHA 
DE BORRACHA
ANILHA DE PP
CORPO DE 3 m 
COM COPO
CORPO INFERIOR
FURAÇÃO
Ligação de conexões no corpo do poço.
A altura dos corpos é adaptada às profundidades 
presentes na obra (os corpos são fabricados em 
comprimentos que variam 0,5 m), atingindo um 
máximo de 5,5 m, correspondendo a poços de 6 m. 
Para poços mais profundos, é utilizado um segundo 
módulo com uma extremidade encoberta para 
permitir a sua adesão ao módulo anterior.
Em poços de certa profundidade, é necessário ter 
um gradil ou plataformas de segurança que, além de 
protegerem contra possíveis acidentes, oferecem a 
possibilidade de realizar paragens seguras durante 
a descida. Recomenda-se a instalação destes 
elementos a cada 2,5 a 3 m de profundidade.
Os poços SANECOR® possuem um gradil 
personalizado, feito de poliéster reforçado para 
evitar a corrosão eletroquímica.
As conexões do coletor ou possíveis ligações ao 
corpo do poço são feitas por juntas de borracha 
denominadas clipes elastoméricos, que são montados 
após a realização dos orifícios correspondentes in 
situ. A elevada espessura das estruturas onduladas 
permite a instalação de clipes de comprimento 
suficiente para garantir uma estanquidade total, 
mesmo quando existe um determinado desvio 
angular. Para este efeito, estas peças são adaptadas 
às dimensões do corpo ondulado. É importante 
salientar que a estanquidade dos poços SANECOR® 
só é garantida através da utilização dos clipes 
elastoméricos originais.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 29Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 29 02/06/2022 15:12:2502/06/2022 15:12:25
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®30
PROCEDIMENTO DE PERFURAÇÃO DE ORIFÍCIOS PARA INSERÇÃO DE CLIPES ELASTOMÉRICOS.
CLIPE ELASTOMÉRICO. INSTALAÇÃO. INSTALE DE TUBAGENS NO CORPO DO POÇO.
REALIZAÇÃO DE VÁRIAS CONEXÕES IN SITU.
O método de execução das ligações é muito simples 
e não requer mão-de-obra especializada. A ilustração 
seguinte mostra o procedimento utilizado. O clipe 
é fornecido com uma fita adesiva que, instalada 
sobre o corpo do poço na mesma vala, permite que 
a perfuração seja efetuada de forma rápida e fiável.
Até diâmetros de 250 mm de tubagem, o orifício 
pode ser efetuado com uma coroa de corte instalada 
num berbequim manual. Para diâmetros maiores, 
deve ser utilizada uma serra de recorte. No entanto, 
o modelo fornecido com instruções permite realizar 
o corte com muita facilidade. As imperfeições de uma 
orifício feito à mão são absorvidas pela profundidade 
elevada e pelo ajuste personalizado do canal interno 
do clipe elastomérico.
Este sistema permite a ligação dos tubos ao corpo do 
poço in situ e no ponto exato onde devem ser ligados, 
sem necessidade de efetuar adaptações como as 
exigidas pelos elementos pré-fabricados.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 30Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 30 02/06/2022 15:12:2602/06/2022 15:12:26
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
31
Acabamento do fundo com conexão da tubagem ao corpo do poço
 DN poço DN máximo do coletor
 
 600 315
 800 400
 1000 500
 1200 600
1
SOLEIRA DA VALA COM PROCTOR A 95%
*LEITO DE AREIA DE RIO OU SIMILAR
CLIPE 
ELASTOMÉRICO
CALÇAR A BASE
COM LADRILHOS
CONEXÃO DE 
TUBAGEM
CORPO DO POÇO
BETONAGEM DO FUNDO DO POÇO. 2ª FASE.
BETONAGEM DO FUNDO DO POÇO. 1ª FASE.
ACABAMENTO DO FUNDO DO POÇO REMATADO COM BETÃO. 
1ª FASE.
ACABAMENTO DO FUNDO DO POÇO REMATADO COM BETÃO.
 2ª FASE.
BETÃO OU 
ARGAMASSA
Como já mencionámos anteriormente, o acabamento 
do fundo do poço pode ser feito de diferentes formas, 
dependendo do diâmetro do coletor.
A conexão direta ao corpo do poço por clipes 
elastoméricos está limitada a um diâmetro máximo 
do coletor, de acordo com o seguinte diagrama:
Nestes casos, que são os mais frequentes, o fundo 
do poço é acabado com betão. Se existir um nível 
freático na vala, a extremidade inferior do corpo 
é fechada com uma base plástica de HDPE, que 
incorpora uma junta de vedação, de forma a evitar a 
entrada de água no fundo. Temos, portanto, 2 casos:
 Embora a utilização da base de plástico estanque 
seja sempre recomendada, se não existir nível freático 
na vala, o fundo do poço pode ser feito de betão. 
Para isso, constrói-se uma soleira de determinadas 
dimensões conforme o diâmetro do poço, com uma 
profundidade que permita inserir as 2 ondulações 
inferiores do corpo do poço, e que deixe também um 
fundo livre abaixo do mesmo, de cerca de 10 cm. 
Na prática, um procedimento comum é fazer as 
conexões no poço primeiro, deixá-lo calçado e, em 
seguida betonar por baixo até à altura necessária.
CLIPE 
ELASTOMÉRICO
SOLEIRA DE VALA COM ENSAIO 
PROCTOR A 95% + LEITO DE AREIA 
DE RIO OU SIMILAR
Cátalogo SANECOR portugués2022 FINAL.indd 31Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 31 02/06/2022 15:12:2702/06/2022 15:12:27
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®32
2
BASE
ESTANQUE
SOLEIRA DA VALA COM PROCTOR A 95%
*LEITO DE AREIA DE RIO OU SIMILAR
CORPO 
DO POÇO
ANEL 
DE VEDAÇÃO
CONEXÃO 
DE TUBAGEM CLIPE 
ELASTOMÉRICO
BETÃO OU 
ARGAMASSA BETÃO OU 
ARGAMASSA
INTERIOR DO POÇO COM BASE ESTANQUE.
ACABAMENTO DO FUNDO DO POÇO COM BASE ESTANQUE.
 Se o poço estiver instalado com a sua base de 
plástico, também é preparada uma soleira de limpeza 
em betão, embora agora apenas para fixar o fundo do 
poço, uma vez que a estanquidade é garantida pela 
base plástica que incorpora uma junta de vedação. 
Neste caso, o poço deve ser sempre betonado por 
dentro até à geratriz inferior do coletor, para dar 
balastro ao poço perante as pressões verticais do 
nível freático.
Finalmente, recomenda-se que o acabamento 
interior do fundo seja feito corretamente, de modo a 
que a perda de carga seja mínima no poço.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 32Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 32 02/06/2022 15:12:2702/06/2022 15:12:27
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
33
Acabamento do fundo do poço através de uma bueiro
Acabamento do fundo do poço através de uma peça de conexão de passagem total
PEÇAS DE DE CONEXÃO DE PASSAGEM TOTAL.
 DN coletor DN máximo do bueiro 
 
 600 315
 800 400
 1000 500
 1200 600 INSTALAÇÃO DO CORPO COM BUEIRO.
AL
TU
RA
 N
O
M
IN
AL
ANEL DE VEDAÇÃO
CORPO DO POÇO
CLIPE 
ELASTOMÉRICO
AL
TU
RA
 N
O
M
IN
AL
PEÇA DE 
LIGAÇÃO EM PE
COLETOR 
SANECOR
Para poços com diâmetros de 1000 e 1200 mm, quando o diâmetro do 
coletor for superior a 500 e 600 mm, respetivamente, a união do poço 
ao coletor pode ser feita com um fundo com bueiro. A extremidade 
inferior do corpo é fechada com uma base com uma junta de vedação, 
mas aberta no centro, deixando uma abertura concêntrica que permite 
que o coletor seja inspecionado pela chave do mesmo. Esta abertura 
tem um acabamento com um colar vertical que permite a ligação ao 
coletor através de um clipe elastomérico para garantir uma estanquidade 
completa do conjunto.
O diâmetro máximo da superfície de inspeção é em função 
do diâmetro do coletor:
Em poços com diâmetros de 1000 e 1200 mm, quando 
o diâmetro do coletor for superior a 500 e 600 mm, 
respetivamente, a união do poço ao coletor pode ser 
feita opcionalmente com uma peça em T fabricada 
em HDPE. Com esta peça, mantém-se o acesso 
ao coletor à secção completa, sendo este visitável 
pelas 3 patas incorporadas no corpo da peça pela sua 
parte tangencial. Para evitar possíveis deformações 
devido a sobrecargas excessivas, esta peça deve 
ser betonada até cobrir metade do colar de ligação 
ao poço.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 33Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 33 02/06/2022 15:12:2802/06/2022 15:12:28
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®34
INSTALAÇÃO DE POÇOS EM COLETORES COM MUDANÇA DE DIREÇÃO.
INSTALAÇÃO DE PEÇA DE CONEXÃO DE PASSAGEM TOTAL.
Poços em coletores com mudança de direção
CONE
JUNTA ELASTOMÉRICA
JUNTA ELASTOMÉRICA
JUNTA ELASTOMÉRICA
CLIPE ELASTOMÉRICO
CURVA EM ÂNGULO PARA POÇO
BUEIRO
POÇO
Para manter a estanquidade, a conexão ao poço e a 
ambas as extremidades do coletor deve ser feita com 
as mesmas juntas que têm os tubos para se unirem 
entre si.
Quando há mudanças de direção no traçado da rede 
de coletores, a prática habitual é instalar um bueiro 
no ponto em que a direção muda.
Quando o diâmetro do coletor permite a ligação direta 
ao corpo do poço, o sistema de instalação destes 
poços permite a ligação com o ângulo necessário.
Quando o poço é instalado por meio de um bueiro, 
o sistema SANECOR® fornece curvas de grande 
diâmetro para a localização do poço na mudança de 
direção.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 34Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 34 02/06/2022 15:12:2802/06/2022 15:12:28
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
35
POÇOS EM COLETORES DE GRANDE DIÂMETRO COM MUDANÇA DE DIREÇÃO.
Por fim, quando forem necessárias peças de ligação 
de passagem completo para coletores de grande 
diâmetro, podem ser utilizados cotovelos curtos nas 
extremidades das peças de conexão de HDPE, ou 
saídas soldadas ao corpo do poço.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 35Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 35 02/06/2022 15:12:2802/06/2022 15:12:28
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®36
ACABAMENTO DO REBORDO DO BUEIRO.
CARGAS VERTICAIS
VEDAÇÃO DA TAMPA 
DO BUEIRO
CONE DE REDUÇÃO 1000/600 (HDPE)
AREIA COMPACTADA
BETÃO
ASFALTO
REBORDO DO POÇO.
2.3. Acabamento do poço SANECOR®
No que diz respeito ao enchimento e compactação ao 
redor do poço, é ideal tratá-lo da mesma forma que 
a tubagem, embora seja verdade que o requisito aqui 
é menor para o componente das cargas. No entanto, 
é necessário que o enchimento não contenha torrões 
ou pedras que possam danificar o corpo ou o cone 
do poço.
Também no caso da utilização da base de plástico 
estanque, o fundo da vala deve ser curado como no 
caso dos tubos.
No que diz respeito ao rebordo do poço, deve 
considerar-se que o cone plástico não deve suportar 
diretamente as cargas verticais. Se pelo tipo de 
superfície final não estiver previsto, deve ser feita uma 
pequena laje de betão à volta da boca do cone que, 
através da vedação da tampa do bueiro, distribuirá 
as cargas de tráfego que, de outro modo, afetariam a 
vertical do poço. É claro que a vedação também não 
deve assentar na extremidade do cone de plástico. 
Deve ter-se em conta que, no caso de tráfego intenso, 
a superfície do cone será a que recebe as cargas 
mais elevadas, devido à profundidade reduzida 
a que se encontra. A desvantagem destas cargas 
serem transmitidas através de uma coluna plástica 
é que a coluna teria deslocamentos verticais, que 
por pequenos que sejam poderiam gretar a camada 
de aglomerado.
Se necessário, a altura do cone pode ser ajustada 
recortando uma parte do seu colar superior ou, se a 
diferença de dimensões for muito grande, cortando 
até as ondulações do corpo do poço (cada uma mede 
aproximadamente 10 cm).
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 36Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 36 02/06/2022 15:12:2902/06/2022 15:12:29
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
37
DIAGRAMA DA DISPOSIÇÃO DOS POÇOS DE RESSALTO.
POÇOS DE RESSALTO COM O SISTEMA DE POÇOS SANECOR® (À ESQUERDA, O TIPO MADRID).
POÇO DE RESSALTO SANECOR®.
2.4. Poços de Ressalto
O sistema de poços SANECOR® também inclui a 
instalação de poços de ressalto estanques. Estes 
elementos são utilizados nos casos em que o traçado 
do coletor tenha pendentes muito íngremes. Como 
o coletor não deve geralmente ter pendentes 
superiores a 3º, são utilizados poços com ressaltos 
que diminuem esta pendente. 
As figuras a seguir mostram a versatilidade do 
sistema SANECOR®. A fotografia abaixo é de um poço 
de ressalto, que é utilizado quando a diferença de 
cotas entre a entrada e a saída do coletor é superior 
a 1 m. A entrada de água no poço é desviada para a 
base para evitar que a água caia desde cima.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 37Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 37 02/06/2022 15:12:3002/06/2022 15:12:30
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®38
POÇOS DE RESSALTO SANECOR® EM SIFÃO.
CAIXAS DE PASSAGEM DIRETA.
BETONAGEM
BETONAGEM
Caixas de passagem direta
2.5. Caixas e poços especiais
Também são utilizados poços de ressalto em caso da 
utilização de sifões para a passagem de obstáculosque interferem com o traçado. Estes poços permitem 
que o sifão seja registado. 
A tubagem SANECOR dispõe de caixas de passagem 
direta para saídas nos diâmetros DN160 e D200. 
Fabricadas em polipropileno de alta qualidade, estas 
caixas, de grande resistência mecânica devido ao 
design prismático do seu corpo central, oferecem uma 
alternativa muito fiável às soluções convencionais
 destes elementos.
A estanquidade é garantida através de juntas elásticas 
que permitem absorver certos desvios angulares 
e assentamentos do terreno, em conformidade 
com os requisitos da normativa em vigor. As juntas 
são feitas de EPDM com anel de segurança de 
PP, em conformidade com a norma UNE-EN 681, 
garantindo uma vedação perfeita da instalação. 
Estas juntas também são amovíveis. Da mesma 
forma, a capacidade hidráulica é otimizada através 
da inclinação (3.5%) e da suavidade interna do canal 
principal, evitando a acumulação de sedimentos. A 
sua colocação em obra é melhorada por:
• Ter uma base inferior aberta que facilita o 
assentamento, nivelamento e penetração de betão 
durante a instalação.
• Evitar deslocamentos devido às reentrâncias na 
secção do corpo da caixa, para encher e compactar 
com betão ou areia.
• Possuir simbologia gráfica de setas de direção do 
fluxo que impedem uma instalação incorreta.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 38Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 38 02/06/2022 15:12:3002/06/2022 15:12:30
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
39
GUIA PARA 
COMPORTA 
SEPARADORA 
DE COLHEITA 
DE AMOSTRAS
BUJÃO DE BUEIRO 
ROSCADO
ENXERTO M-F 87,5º
ADAPTADOR DE PEÇA 
LISA-ONDULADO
ADAPTADOR DE PEÇA 
LISA-ONDULADO
CAIXA SEPARADORA DE GORDURAS. CAIXA SIFÓNICA
POÇO SIFÓNICO COM SEPARADOR DE GORDURA POÇO PARA RECOLHA DE AMOSTRAS.
POÇOS PARA SEPARAÇÃO DE GORDURAS.
SEPARADOR 
DE GORDURAS
SEPARADOR 
DE GORDURAS ADAPTADOR PEÇA 
LISA-CORRUGADO
GORDURAS
ÁGUA
BETÃO
GORDURAS
ÁGUA
BETÃO
COTOVELO 87,5º
Outras aplicações com caixas e poços SANECOR®®
RAMAL EM T
BUJÃO DE 
BUEIRO ROSCADO
ADAPTADOR PEÇA 
LISA-ONDULADO
COTOVELO 87,5º
Com o sistema SANECOR® podem executar-se várias 
soluções de caixas e poços para diversas aplicações. 
Nas imagens seguintes mostramos alguns exemplos, 
que são auto-descritivos.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 39Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 39 02/06/2022 15:12:3502/06/2022 15:12:35
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®40
Referências de tubagem corrugada de PVC
SANECOR® (em km)
MADRID 5946
ALBACETE 937
CIUDAD REAL 1082
CUENCA 693
GUADALAJARA 1564
TOLEDO 3655
CASTELA-LA MANCHA 7932
BADAJOZ 1050
CÁCERES 664
EXTREMADURA 1960
CORUNHA 1144
LUGO 286
OURENSE 74
PONTEVEDRA 1518
GALIZA 3022
ASTÚRIAS 627
CANTÁBRIA 632
ÁVILA 257
BURGOS 401
LEÃO 1100
PALÊNCIA 430
SALAMANCA 960
SEGÓVIA 533
SÓRIA 254
VALLADOLID 1370
ZAMORA 182
CASTELA-LEÃO 5487
ÁLAVA 29
GUIPÚZCOA 17
BISCAIA 76
PAÍS BASCO 122
NAVARRA 181
RIOJA 119
HUESCA 810
TERUEL 625
SARAGOÇA 930
ARAGÃO 2366
BARCELONA 1018
GIRONA 664
LLEIDA 375
TARRAGONA 424
CATALUNHA 2480
BALEARES 1158
ALICANTE 1312
CASTELLÓN 550
VALÊNCIA 2006
COM.VALENCIANA 3867
MURCIA 1246
CADIZ 2752
HUELVA 1231
MÁLAGA 1284
SEVILHA 1601
ALMERIA 443
CÓRDOBA 1541
GRANADA 341
JAÉN 1213
ANDALUZIA 10 406
CEUTA 206
MELILLA 66
LAS PALMAS 2759
TENERIFE 156
CANÁRIAS 2916
TOTAL NACIONAL 50 739
PORTUGAL 2884
FRANÇA 1527
RESTO EXPORTAÇÃO 91
TOTAL SANECOR® 55.241
3. Referências de tubagem SANECOR®
A tubagem corrugada SANECOR® é fabricada desde 1992. Desde então, foram realizadas milhares de obras 
distribuídas por Espanha, bem como em França e Portugal. A grande maioria tem sido a drenagem por gravidade 
e as instalações de saneamento, tanto de águas residuais como de águas pluviais, embora com esta solução, 
também tenham sido executadas condutas para irrigação agrícola sem pressão principalmente em obras de 
transformação de canais em tubagens enterrados.
O comprimento da tubagem instalada atinge quase 50 000 km, dos quais 90% estão instalados em Espanha. 
Os quilómetros de tubagem instalados em cada uma das Comunidades Autónomas são listados abaixo com os 
detalhes por província.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 40Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 40 02/06/2022 15:12:3502/06/2022 15:12:35
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA
41
Certificado AENOR de produto
Certificado CERTIF de produto
 
 
 
 
 
Certificado AENOR de Producto 
Plásticos 
 
 
 
 Rafael GARCÍA MEIRO 
Director General 
 
 
 
 
 AAEENNOORR IINNTTEERRNNAACCIIOONNAALL SS..AA..UU. 
Génova, 6. 28004 Madrid. España 
Tel. 91 432 60 00.- www.aenor.com Entidad de certificación de producto acreditada por ENAC con acreditación nº 1/C-PR271 
 
 
O
rig
in
al
 E
le
ct
ró
ni
co
 
 
 
 
 
001/007322 
 
 
AENOR certifica que la organización 
 
MOLECOR CANALIZACIONES S.L. 
 
con domicilio social en CTRA M-206, S/N 28890 LOECHES (Madrid - España) 
 
suministra Tubos de poli (cloruro de vinilo) no plastificado, de pared estructurada 
para aplicaciones de saneamiento subterráneo sin presión. Superficie 
interna lisa y externa perfilada. 
 
conformes con UNE-EN 13476-1:2018 (EN 13476-1:2018) 
UNE-EN 13476-3:2019 (EN 13476-3:2018) 
 
Marca comercial ADEQUA SANECOR 
 
Más información en el anexo al certificado. 
 
Centro de producción P.I. Alces - AV. de los Vinos, 24 13600 Alcázar de San Juan - Ciudad Real 
(España) 
 
Esquema de certificación Para conceder este Certificado, AENOR ha ensayado el producto y ha 
comprobado el sistema de la calidad aplicado para su elaboración. AENOR 
realiza estas actividades periódicamente mientras el Certificado no haya 
sido anulado, según se establece en el Reglamento Particular RP 01.45. 
 
 Este certificado anula y sustituye al 001/006430, de fecha 2021-02-23 
 
Fecha de primera emisión 
Fecha de expiración 
 2021-11-12 
2024-02-17 
 
 
 
 
 
AENOR Product Certificate 
Plastics 
 
 
 
 Rafael GARCÍA MEIRO 
Chief Executive Officer 
 
 
 
 
 AAEENNOORR IINNTTEERRNNAACCIIOONNAALL SS..AA..UU. 
Génova, 6. 28004 Madrid. España 
Tel. 91 432 60 00.- www.aenor.com Product certification body accredited by ENAC, number 1/C-PR271 
 
 
O
rig
in
al
 E
le
ct
ro
ni
c C
er
tif
ic
at
e 
 
 
 
 
001/007322 
 
 
AENOR certifies that the organization 
 
MOLECOR CANALIZACIONES S.L. 
 
registered office CTRA M-206, S/N 28890 LOECHES (Madrid - España) 
 
supplies Unplasticized polyvinyl chloride (PVC-U) structured-wall pipes for non-
pressure undenground drainage and sewerage. Smooth inner surface and 
outer profiled surface. 
 
in compliance with UNE-EN 13476-1:2018 (EN 13476-1:2018) 
UNE-EN 13476-3:2019 (EN 13476-3:2018) 
 
Trademark ADEQUA SANECOR 
 
See annex for more information. 
 
Production site P.I. Alces - AV. de los Vinos, 24 13600 Alcázar de San Juan - Ciudad Real 
(España) 
 
Certification scheme In order to grant this Certificate, AENOR has tested the product and has 
verified the quality system implemented for its manufacture. AENOR 
performs these tasks periodically while the Certificate has not been 
cancelled, in accordance with Specific Rules RP 01.45. 
 
 This certificate supersedes 001/006430, dated 2021-02-23 
 
First issued on 
Validity date 
 2021-11-12 
2024-02-17 
4. Normativas e Certificação
A norma de produto para a tubagem de PVC ondulado SANECOR® é a UNE-EN 13476: "Sistemas de canalização 
em materiais plásticos para evacuação e saneamento enterrado sem pressão". A tubagem SANECOR® tem as 
marcas de qualidade AENOR (Espanha) e CERTIF (Portugal), de acordo com esta norma. O centro de produção 
também possui o certificado de Gestão da Qualidade UNE-EN ISO 9001, nº ER-0440/1996, e o de Gestão 
Ambiental UNE-EN ISO 14001, Nº GA-2001/0255.
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 41Cátalogo SANECOR portugués 2022FINAL.indd 41 02/06/2022 15:12:3802/06/2022 15:12:38
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®42
Certificados Sistema de Gestão da Qualidade
Certificados Sistema de Gestão Ambiental
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 42Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 42 02/06/2022 15:12:4602/06/2022 15:12:46
 1. A solução sustentável e ótima para redes de saneamento
1.1. Tubagens de saneamento em Espanha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
1.2. Características das tubagens plásticas para saneamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
1.3. Otimização de tubagens para saneamento: tubagens SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . 10
1.4. Ficha técnica das tubagens SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
1.5. Nota sobre a instalação de tubagens enterradas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
1.6. Acessórios do sistema SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
 2. Poços estanques em redes de saneamento
2.1. Caixas e bueiros SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
2.2. Componentes e instalação dos bueiros SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
2.3. Acabamento do poço SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
2.4. Poço de ressalto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
2.5. Caixas e poços especiais 38
 3. Referências de tubagem SANECOR® . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
 4. Normativas e certificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
Conteúdo
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
SISTEMA 
A SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL E ÓTIMA PARA REDES DE SANEAMENTO
Sistema de saneamento em PVC corrugado SANECOR®2
SISTEMA
43
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 2Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 2 02/06/2022 15:11:4302/06/2022 15:11:43
Ju
ni
o 
20
17
SA
SE
(c
)-1
-1
-2
.0
00
Sanecor®
Sistema de Saneamiento en PVC Corrugado
La solución sostenible y óptima para redes de saneamiento
Gama Soporte técnico 
y comercial
Servicio 
logístico
Material classification
La Nueva Generación de Tuberías de PVC Orientado
YEAR
WARRANTY
TO
M
 P
VC
-O
 Pipes
La excelencia en las conducciones de agua a presión
Sanecor®
Sistema de Saneamiento en PVC Corrugado
La solución sostenible y óptima para redes de saneamiento
Soporte técnico 
y comercial
Servicio 
logístico
Material classification
La Nueva Generación de Tuberías de PVC Orientado
YEAR
WARRANTY
TO
M
 P
VC
-O
 Pipes
La excelencia en las conducciones de agua a presión
Sistema de saneamento em PVC corrugado
Máxima eficiência para redes de esgotos
MOLECOR
Ctra. M-206 Torrejón-Loeches Km 3.1 - 28890 Loeches (Madri) - Espanha
T: + 34 949 801 459 | F: + 34 949 297 409
GA-2001/0255
Serviço 
logístico
Suporte técnico
e comercial
GamaProdutos 
diferenciados e 
inovadores
QualidadeExperiência
001/007322
UNE-EN 13476-1 
UNE-EN 13476-3
T. + 34 949 801 459
F. + 34 949 297 409
T. + 35 1 913 739 977
T. + 34 911 337 090
F. + 34 916 682 884
T. + 35 1 913 739 977
sac@molecor.com info@molecor.comwww.molecor.com
GESTIÓN
DE LA CALIDAD
ISO 9001
ER-0440/1996
M
ol
ec
or
©
 Ju
nh
o 
20
22
 S
AN
EC
O
R®
 é
 u
m
a 
m
ar
ca
 re
gi
st
ad
a
Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 1Cátalogo SANECOR portugués 2022 FINAL.indd 1 02/06/2022 15:11:3602/06/2022 15:11:36

Mais conteúdos dessa disciplina