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prefeitura municipal de arujá estado de são paulo concurso público 013. Prova objetiva professor de educação básica fundamental i � Você recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 60 questões objetivas. � Confira seus dados impressos na capa deste caderno e na folha de respostas. � Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta imperfeições. 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(Fernando Gonsales, Níquel Náusea. em: Folha de S.Paulo, 03.01.2019. adaptado) 01. de acordo com a norma-padrão, a lacuna do segundo quadrinho deve ser preenchida com: (a) destroçar-no (B) lhe destroçar (C) destroçar ele (d) destroçá-lo (e) destroçar-lhe 02. É correto concluir que as informações verbais e não ver- bais do último quadrinho (a) ratificam o discurso da personagem sobre destroçar o lápis. (B) divergem daquilo que a personagem afirmara ante- riormente. (C) demonstram uma forma de estudo enaltecida pela personagem. (d) contradizem a ideia de que a personagem esteja estudando desenho. (e) expõem algo que a personagem já anunciara nos pri- meiros quadrinhos. leia o texto para responder às questões de números 03 a 09. No front da alfabetização, a rede municipal de educação da cidade de são paulo obteve conquista apreciável: 92% dos alunos sabiam ler e escrever ao término do segundo ano, ante não mais de 77% em 2017. Com isso, a prefeitura esti- pulou a meta de 85% de alfabetização no primeiro ano, quan- do as crianças em geral têm seis anos. uma ousadia, quando se tem em vista que, até recen- temente, a diretriz nacional se limitava a preconizar leitura e escrita até o final do terceiro ano. só em 2018, com a Base Nacional Comum Curricular, esse objetivo foi antecipado para o segundo ano, algo que a rede paulistana já havia adotado com um ano de antecedência. Fica assim comprovado, na experiência de são paulo, que metas ambiciosas nada têm de incompatível com pro- gresso de aprendizado – ao contrário. em particular no cam- po da alfabetização, base de tudo que virá a seguir, um nível alto de exigência dará motivação extra para educadores e estudantes se aplicarem mais. Conforme se avança no ensino fundamental, contudo, os descaminhos e a leniência do passado se fazem manifestar nos parcos resultados obtidos por estudantes em provas padronizadas. a deficiência manifesta-se em todas as grandes áreas de conhecimento. Quando concluem o quinto ano, final da fase 1 do fundamental, só 39% das meninas e dos meninos alcançam desempenho satisfatório em língua portuguesa. pior, são apenas 27% em matemática e 20% em ciências. a perda agrava-se na fase seguinte. Quando saem do fundamental 2, no nono ano, apenas 25% dos estudantes es- tão no nível adequado de língua. e há inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho, respectivamente, nas áreas de matemática e ciências naturais, o que torna fácil de entender o desastre que hoje se observa no ensino médio. Não deixa de ser animador constatar que ao menos nos fundamentos do aprendizado – a alfabetização – houve avanço em são paulo. Mas a cidade mais populosa e rica do país ainda precisa fazer mais e melhor por suas crianças e jovens. (editorial. Folha de S.Paulo, 02.01.2019. adaptado) 03. ao analisar os resultados e as metas de alfabetização para as crianças paulistanas, o editorial enfatiza que (a) estipular metas para o aprendizado pode ser salutar para o progresso dos alunos, ainda que a maioria deles não consiga atingir o mínimo satisfatório. (B) exigir dos alunos pode ter um reflexo positivo em seu aprendizado, uma vez que se cria motivação para todos os envolvidos no processo educacional. (C) trabalhar com metas ambiciosas na educação pode trazer problemas irreversíveis para o aprendizado da maioria dos alunos, que ficam desmotivados. (d) desafiar os alunos constantemente no início de sua escolarização tem criado condições para que estu- dem motivados por todo o ensino fundamental. (e) estabelecer metas incompatíveis com o progresso de aprendizado dos alunos é uma estratégia de estatística que não representa a realidade da escola. 3 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I 07. É correto afirmar que a conclusão do texto (a) engrandece a educação paulistana e acredita que, à vista dos resultados por ela obtidos, por enquanto, nada mais precisa ser feito. (B) lamenta a condição da educação paulistana, suge- rindo que nem o tamanho de sua população nem a sua riqueza podem, de fato, melhorá-la. (C) mostra as contradições da maior capital do país, às voltas com uma educação cujos resultados ano a ano mostram-se pífios. (d) reconhece a melhoria aferida na educação paulista- na, sugerindo, porém, que esta deve avançar, sobre- tudo pela sua população e pela sua riqueza. (e) constata que é desanimadora a situação da educa- ção paulistana, apontando que, por ser a mais popu- losa e rica capital, esse quadro pode ser revertido. 08. de acordo com a norma-padrão, quanto à concordância verbal, a oração – e há inaceitáveis 10% e 9% nessa fai- xa de desempenho... (6o parágrafo) – está corretamente reescrita em: (a) e existe inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho... (B) e ocorre inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho... (C) e se trata de inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho... (d) e se constata inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho... (e) e surge inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho... 09. assinale a alternativa em que a frase, reescrita a partir das informações textuais, contém termo empregado em sentido figurado. (a) as escolas municipais da cidade de são paulo obti- veram uma conquista de grande vulto na educação. (B) Compromisso que as escolas paulistanas já haviam assumido com um ano de antecedência em sua edu- cação. (C) um nível alto de exigência dará motivação suple- mentar para educadores e estudantes se aplicarem mais. (d) o desempenho em matemática e ciências facilita entender o fracasso que se observa no ensino médio. (e) são paulo é uma cidade que precisa repensar suas práticas e cuidar mais e melhor de suas crianças e jovens. 04. a expressão “uma ousadia”, que inicia o segundo pará- grafo do texto, refere-se (a) à meta de alfabetização da Base Nacional ser atingida por são paulo já em 2018. (B) ao fato de 92% dos alunos paulistanos saberem ler e escrever ao final do segundo ano. (C) à meta de alfabetizar as crianças até o segundo ano, estipulada pela Base Nacional. (d) ao fato de o governo paulistano conseguir alfabetizar seus alunos até o terceiro ano. (e) à meta de 85% de alfabetização no primeiro ano, estipulada pela prefeitura paulistana. 05. os dados estatísticos apresentados no editorial revelam que há (a) um mesmo padrão de aprendizado nas duas etapas do ensino fundamental. (B) correção, na fase 2 do ensino fundamental, de distor- ções deixadas na primeira fase. (C) um declínio no aprendizado, conforme os alunos avançam no ensino fundamental. (d) avanço significativo dos alunos, emmatemática, ao final do ensino fundamental. (e) uma estabilização do aprendizado como um todo, ao final do ensino fundamental. 06. Considere as passagens do texto: • ... a diretriz nacional se limitava a preconizar leitura e escrita até o final do terceiro ano. (2o parágrafo) • Conforme se avança no ensino fundamental, contudo, os descaminhos e a leniência do passado se fazem manifestar nos parcos resultados obtidos por estudan- tes em provas padronizadas. (4o parágrafo) os termos em destaque significam, correta e respectiva- mente: (a) recomendar; brandura na cobrança de obrigações; escassos. (B) impor; desorganização na cobrança de obrigações; contundentes. (C) aconselhar; falta de cobrança de obrigações; abun- dantes. (d) sugerir; severidade na cobrança de obrigações; im- pactantes. (e) prever; receio de cobrança de obrigações; limitados. 4PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I 11. No texto, o autor defende uma concepção de leitura como (a) processo em que o leitor penetra o texto para com- preendê-lo. (B) processo quantitativo, que se aperfeiçoa com o passar do tempo. (C) obtenção de informações em relações bibliográficas. (d) um ato de magia frente ao emaranhado de informa- ções. (e) uma ação acrítica do leitor, portanto pouco respon- sável. 12. de acordo com o autor, a visão que é necessário afastar, com urgência, diz respeito (a) à criação de uma disciplina intelectual, que norteia os processos de leitura. (B) à insistência no adentramento dos textos, indepen- dentemente de sua qualidade. (C) à leitura superficial de textos, que em geral são meca- nicamente memorizados. (d) à falta de controle de leituras realizadas pelos estu- dantes em formação científica. (e) à leitura dos clássicos de diversos campos do saber pelos educadores e educandos. 13. sem prejuízo ao sentido do texto, nas passagens – em algumas vezes cheguei mesmo a ler, em relações biblio- gráficas, indicações em torno de que páginas... (1o pará- grafo) – e – parece importante, contudo, para evitar uma compreensão errônea do que estou afirmando... (3o pará- grafo) –, os termos em destaque podem ser substituídos, correta e respectivamente, por (a) realmente e porém. (B) efetivamente e assim. (C) possivelmente e enfim. (d) provavelmente e portanto. (e) eventualmente e entretanto. 10. leia a charge. (Chargista duke. em: www.otempo.com.br. adaptado) em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da fala da personagem devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com: (a) que ... no ... ao (B) que ... ao ... o (C) que ... no ... o (d) de que ... ao ... ao (e) de que ... no ... o leia o texto para responder às questões de números 11 a 15. Creio que muito de nossa insistência, enquanto profes- soras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias a serem muito mais “devoradas” do que realmente lidas ou estudadas. Verdadeiras “lições de leitura” no sentido mais tradicional desta expressão, a que se achavam submetidos em nome de sua formação científica e de que deviam prestar contas através do famoso controle de leitura. em algumas vezes cheguei mesmo a ler, em relações bibliográficas, indicações em torno de que páginas deste ou daquele capítulo de tal ou qual livro deveriam ser lidas: “da página 15 à 37”. a insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. a mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de pági- nas escritas. No entanto, um dos documentos filosóficos mais importantes de que dispomos, as teses sobre Feuerbach, de Marx, tem apenas duas páginas e meia... parece importante, contudo, para evitar uma compreen- são errônea do que estou afirmando, sublinhar que a minha crítica à magicização da palavra não significa, de maneira alguma, uma posição pouco responsável de minha parte com relação à necessidade que temos, educadores e educandos, de ler, sempre e seriamente, os clássicos neste ou naquele campo do saber, de nos adentrarmos nos textos, de criar uma disciplina intelectual, sem a qual inviabilizamos a nossa prá- tica enquanto professores e estudantes. (paulo Freire. A importância do ato de ler) 5 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I MateMática 16. uma secretária tem 756 fichas de alunos para atualizar. um quarto dessas fichas são de alunos novos e as demais de alunos veteranos. se dos alunos veteranos são h omens e dos alunos novos são mulheres, o número de fichas de mulheres que serão atualizadas será (a) 420. (B) 436. (C) 450. (d) 466. (e) 480. 17. Ronaldo descansa às segundas e sextas-feiras, trabalha por 11 horas no sábado, 10 horas no domingo, e às ter- ças, quartas e quintas trabalha por 6 horas cada dia. em um certo mês de março, o dia primeiro foi uma sexta-feira, logo Ronaldo trabalhou, nesse mês, um total de (a) 177 horas. (B) 178 horas. (C) 179 horas. (d) 180 horas. (e) 181 horas. 18. Com todas as revistas contidas em uma caixa é possível formar grupos de 36 revistas ou grupos de 42 revistas. se o número de revistas dessa caixa é menor que 300, o n úmero de grupos de 6 revistas que podem ser formados é (a) 36. (B) 42. (C) 48. (d) 54. (e) 60. 19. do total recebido por certo trabalho, antônio ficou com 32%, Fernando com 45% e Julião com o restante. a ntônio usou 5% da sua parte para quitar uma dívida que tinha com Fernando no valor de R$ 80,00. o valor recebido por Julião no trabalho foi (a) R$ 1.150,00. (B) R$ 1.200,00. (C) R$ 1.250,00. (d) R$ 1.300,00. (e) R$ 1.350,00. 14. assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal. (a) Na minha andarilhagem pelo mundo, encontrei jovens estudantes, muitas vezes. Me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias. (B) Basta-nos devorar extensas bibliografias e termos nossas leituras controladas para que nos tornemos bons leitores? (C) paulo Freire tinha colocado-se criticamente em rela- ção à magicização da palavra, o que, ressalva, não era uma posição pouco responsável de sua parte. (d) os alunos que encontrava normalmente viam-se às voltas com extensas bibliografias, o que mostrava o quanto os professores queriam-nos lendo. (e) Não mede-se a qualidade de um trabalho pela quan- tidade de páginas escritas, mas sim pela qualidade do pensamento ali exposto pelo autor. 15. Considere as passagens reescritas do texto: • Em minha andarilhagem pelo mundo, jovens estudan- tes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias. Verdadeiras “lições de leitura” no sentido mais tradicional desta expressão, quais se achavam submetidos em nome de sua formação cien- tífica. • Em algumas vezes cheguei mesmo leitura, em relações bibliográficas, de indicações em torno de que páginas deste ou daquele capítulo de tal ou qual livro deveriam ser lidas. • Parece importante, contudo, para não chegar uma compreensão errônea do que estou afirmando. de acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com: (a) a ... à ... à (B) as ... a ... à (C) à ... a ... a (d) as ... à ... à (e) às ... à ... a 6PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I r a s c u n H o20. laura pratica corrida e ciclismo e para cada 3 km que corre, ela pedala 16 km. em determinado período, consi- derando o total nessas duas modalidades, laura percor- reu 228 km, sendo que a distância total percorrida com bicicleta, em km, foi (a) 156. (B) 168. (C) 180. (d) 192. (e) 204. 21. um grupo de 34 turistas comprou um totalde 186 cami- sas. se cada mulher desse grupo comprou 5 camisas e cada homem do grupo comprou 6 camisas, a diferença entre o número de mulheres e o número de homens, nes- se grupo, é (a) 2. (B) 4. (C) 6. (d) 8. (e) 10. 22. em uma oficina trabalham 12 mecânicos e cada um aten- de 14 motociclistas por dia. a oficina irá contratar mais 3 mecânicos e deseja atender 72 motociclistas a mais por dia, logo o número de motociclistas que cada mecânico deverá atender por dia será (a) 15. (B) 16 (C) 17. (d) 18. (e) 19. 23. Carla possuía 214 chaveiros a mais do que Bianca. Bianc a ganhou mais 50 chaveiros para sua coleção, sen- do que 6 desses chaveiros eram da coleção de Carla e, agora, o número de chaveiros de Carla é igual ao triplo do número de chaveiros de Bianca. o número de chaveiros que essas duas meninas possuem juntas é igual a (a) 272. (B) 286. (C) 302. (d) 316. (e) 322. 7 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I r a s c u n H o24. a média aritmética das notas de 18 provas aplicadas em uma turma foi igual a 6,7. após a correção o professor per- cebeu que havia adotado um critério de correção e rrado, recorrigiu todas as provas e aumentou em 0,9 ponto a nota de algumas provas, de maneira que a média aritmé tica das notas foi atualizada para 7,05. o número de provas que tiveram aumento de nota foi (a) 3. (B) 4. (C) 5. (d) 6. (e) 7. 25. patrícia tem várias bonecas e algumas casinhas. se ela tivesse 2 bonecas a menos, conseguiria colocar 4 bonecas em cada casinha. se ela tivesse 3 bonecas a menos e 2 casinhas a menos, conseguiria colocar 5 bonecas em cada casinha. o número de bonecas que patrícia possui é múltiplo de (a) 7. (B) 11. (C) 13. (d) 17. (e) 19. 26. os números de celulares vendidos por uma loja, em 5 dias de determinada semana, estão registrados no grá- fico a seguir. o número de celulares vendidos na sexta-feira corres- ponde, do número total de celulares vendidos nesses 5 dias a, aproximadamente, (a) 15%. (B) 18%. (C) 20%. (d) 22%. (e) 25%. 8PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I r a s c u n H o27. uma padaria produz seus doces, diariamente, antes de abrir as portas para o público, e só vende doces produzi- dos no mesmo dia. em certo dia, no período da manhã, foram vendidos do total de doces produzidos e no perío do da tarde foram vendidos dos doces que ainda restavam. sabendo-se que os funcionários dividiram en- tre si os 40 doces que sobraram da produção do dia, o total de doces vendidos pela manhã foi (a) 420. (B) 560. (C) 700. (d) 840. (e) 980. 28. os ângulos internos de um octógono medem 90º ou 270º, conforme a figura, que também indica a medida de a lguns lados em cm. sendo o perímetro desse octógono 24 cm, a sua área, em cm2, é igual a (a) 24. (B) 26. (C) 28. (d) 30. (e) 32. 9 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I r a s c u n H o29. Considere um setor circular com centro em um dos vér- tices de um retângulo e passando sobre outro vértice, conforme a figura. a área da região sombreada, em cm2, é (a) 2(6 – π). (B) 2(8 – π). (C) 4(6 – π). (d) 4(8 – π). (e) 6(6 – π). 30. um prisma reto de base triangular tem uma altura de 8 cm e faces laterais de áreas respectivamente iguais a 120 cm2, 120 cm2 e 144 cm2. a área da base desse pris- ma, em cm2, é: (a) 124. (B) 120. (C) 116. (d) 112. (e) 108. 10PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I 34. os Guias de planejamento do programa ler e escrever, formulados pela secretaria de estado da educação do estado de são paulo destinados ao 3o ano do ensino fun- damental, orientam sobre a importância da rotina como organizadora do tempo didático. Com relação às ativida- des de leitura e escrita, consideram que no planejamento semanal, o professor deve reservar um tempo diário para (a) situações de reflexão sobre ortografia. (B) situações de escrita de próprio punho. (C) situações de escrita de ditado ao professor. (d) leitura, pelo professor, de textos literários. (e) leitura pelo aluno, envolvendo uma diversidade de propósitos e de gêneros. 35. “ consiste na organização e registro sistemático de informações sobre os conhecimentos dos alunos, tanto inicial (antes do desenvolvimento de um projeto ou sequência), quanto processual (durante o pro- cesso de ensino e aprendizagem) e final – momento em que o professor pode avaliar o alcance dos objetivos de ensino atingidos com o trabalho realizado”. (são paulo. Programa Ler e Escrever. Guia de Planejamento e Orientações Didáticas – 5o ano – volume único). de acordo com referencial utilizado, a definição que preenche corretamente a lacuna é (a) o planejamento diário (B) a pauta de observação (C) o apontamento ordenado (d) a avaliação continua (e) a observação sistemática 36. leia as definições seguir: 1. é gerar condições didáticas que permitam pôr em cena – apesar das dificuldades e contando com elas – uma versão escolar da leitura e da escrita mais próxima da versão social (não-escolar) dessas práticas. 2. é, em suma, preservar o sentido do objeto de ensino para o sujeito da aprendizagem, preservar na escola o sentido que a leitura e a escrita têm como prática social. 3. é o que leva à prática, é uma tarefa difícil para escola. Conhecer as dificuldades e compreender em que medida derivam (ou não) de ne- cessidades legítimas da instituição escolar, para cons- truir alternativas que permitam superá-la. assinale a alternativa que corresponde, correta e respecti- vamente, aos conceitos defendidos por lerner (2002). (a) 1. Real … 2. possível … 3. Necessário (B) 1. possível … 2. Real … 3. Necessário (C) 1. Necessário … 2. Real … 3. possível (d) 1. Real … 2. Necessário … 3. possível (e) 1. possível … 2. Necessário … 3. Real conHecimentos PedagÓgicos & legislaÇÃo 31. aprovado em junho de 2014, o plano Nacional de edu- cação (pNe), estabelece 20 metas, a serem cumpridas no prazo de 10 anos, que se apresentam como desafios contínuos à política educacional brasileira no que tange a gestão, financiamento e formação de profissionais da educação. a meta 6 trata do oferecimento de educação em tempo integral. de acordo com pNe, é correto afirmar que tem-se como meta para o país oferecer educação em tempo integral de modo a atender (a) 50% (cinquenta por cento) dos(as) alunos(as) da educação básica. (B) 30% (trinta por cento) dos(as) alunos(as) da educa- ção básica. (C) 30% (trinta por cento) dos(as) alunos(as) do ensino fundamental. (d) no mínimo, em 50% (cinquenta por cento) das escolas públicas. (e) no mínimo, em 25% (vinte e cinco por cento) das escolas públicas. 32. de acordo com a lei diretrizes e Bases da educação Na- cional (lei no 9.394 de 20 de dezembro de 1996), art. 12, os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incum- bência de: (a) informar pai e mãe, conviventes ou não com seus filhos, e, se for o caso, os responsáveis legais, sobre a frequência e rendimento dos alunos, bem como so- bre a execução da proposta pedagógica da escola. (B) prestar assistência técnica e financeira com atendi- mento prioritário à escolaridade obrigatória, exercen- do sua função redistributiva e supletiva. (C) elaborar plano de trabalho diário, encaminhá-los aos docentes e supervisiona-lo de forma a garantir o cumprimento do mesmo. (d) estabelecer, competências e diretrizes para a educa- ção infantil e o ensino fundamental, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos. (e) conduzir o processo nacional de avaliação do rendi- mento escolar na educação infantil e no ensino fun- damental. 33. de acordo com o art. 1o da Resolução CeB no 2, de 7 de abril de 1998, as diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino Fundamental devem ser observadas na organiza- ção curricular das unidades escolares (a) do sistema federal de ensino. (B) dos sistemas públicos municipais, estaduais e federal. (C) dos diversos sistemas de ensino. (d) de todos sistemas públicos,excetuando-se os da ini- ciativa privada. (e) de todos sistemas que utilizam material estruturado, como apostilas, em suas escolas. 11 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I 40. Weisz (1999), em sua obra “o diálogo entre o ensino e a aprendizagem”, afirma que (a) a partir dos estudos do construtivismo, e em respeito às diferentes etapas da criança no processo de aquisição de escrita, o professor não deve corrigir os “erros” infantis. (B) o modelo construtivista afirma que toda aprendiza- gem depende de pré-requisitos, ou seja, somente após aprender a matéria imediatamente ensinada é que o sujeito terá condições de aprender a seguinte. (C) numa perspectiva construtivista, o conhecimento pressupõe uma atividade, por parte de quem apren- de, que organiza e integra novos conhecimentos aos já existentes. (d) após o aluno adquirir domínio do sistema alfabético, o professor deve ofertar atividades nas quais os tex- tos reais sejam utilizados; pensar sobre os usos, as características e os funcionamentos da língua escrita. (e) segundo a concepção construtivista a língua (conteú- do) é vista como transcrição da fala, a aprendizagem se dá pelo acúmulo de informações e o ensino deve investir na memorização. 41. os parâmetros Curriculares Nacionais: 1a a 4a série – pluralidade Cultural e orientação sexual, tratam do estu- do de conteúdos que levam os alunos a (a) compreender a organização familiar nuclear como instituição complementar a educação escolar neces- sária no mundo contemporâneo. (B) conhecer referenciais culturais voltados para a plura- lidade característica do Brasil, como forma de com- preender a complexidade do país. (C) reconhecer a escola em que estuda como o modelo de escola ideal no contexto nacional. (d) fortalecer o conhecimento das relações estabeleci- das pelo tempo, reforçando a associação do tempo predominantemente ao relógio. (e) reconhecer que as diferentes formas de organização social, expressas na diversidade dos diferentes gru- pos, são necessárias e determinam o lugar que cada um deve ocupar na sociedade. 37. “A resolução de problemas, é uma habilidade fortemente ligada à aprendizagem de matemática, que pode comple- mentar-se e fortalecer-se quando se aproxima da apren- dizagem da leitura e da escrita através dos recursos da comunicação.” smole (2001), ao refletir sobre a formulação do enuncia- do das situações problema, afirma que (a) cabe ao professor a proposição, pois de acordo com seu plano de trabalho só ele é capaz de criar situa- ções adequadas aos seus objetivos. (B) formular problemas é uma ação mais complexa do que simplesmente resolver problemas. (C) crianças estão acostumadas a somente resolver pro- blemas, elas têm dificuldade em propor situações desafiadoras. (d) é preciso resolver um grande número de problemas, tornando-se bom resolvedor, antes de propor aos alunos que criem seus próprios problemas. (e) a formulação de problemas é um instrumento de avaliação da língua materna, não envolvendo o domínio de conceitos matemáticos. 38. “A linguagem escrita nas aulas de Matemática atua como mediadora, integrando as experiências individuais e coletivas na busca da construção e apropriação dos conceitos abstratos estudados.” (Sandra Santos, 2005, in: Nacarato, 2011). para Nacarato, há um tipo de registro em que muitas vezes o aluno faz muito mais detalhes, e que deve ser incentivado no ensino fundamental. ela se refere ao registro (a) escrito. (B) fotográfico. (C) gráfico. (d) de algoritmos. (e) pictórico. 39. Mantoan, prieto e arante (2006) afirmam que a inclusão de alunos deficientes em nossas escolas deve prever (a) o ensino especial, na perspectiva da integração, dei- xando as crianças prontas para o acesso e/ou retor- no às salas de aula do ensino regular. (B) inserção parcial e condicional, para todos alunos com necessidades educacionais especiais, cujas caracte- rísticas, de ajustamento social e de aprendizagem, se adaptem as expectativas pedagógicas. (C) reforço escolar, visando recuperar e/ou adquirir requi- sitos básicos para estarem com outros colegas sem deficiência e/ou dificuldades de aprendizagem. (d) atendimento educacional especializado, como forma de garantir o ensino dos conhecimentos acadêmicos, não adquiridos na sala comum. (e) a inclusão total e incondicional dos alunos, bem como o atendimento às suas especificidades. 12PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I 45. observe a seguinte produção escrita de uma criança de 06 anos, de uma primeira série: de acordo com Ferreiro (1999), ela se encontra na fase silábica. para que haja avanço conceitual, o documento A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino funda- mental de 9 anos propõe que se ofereça a essa criança, dentre outras, a seguinte situação de aprendizagem: (a) cópia e escrita de palavras, frases e pequenos textos. (B) comparação das frases com diferentes sinais de pontuação. (C) separar fichas com letras de fichas com numerais. (d) treino do uso do caderno e papel com e sem pauta. (e) identificação do número de sílabas de palavras oral- mente e, em seguida, na escrita. 46. a criança tem, no início do Ciclo da alfabetização, o direito de “aprender a ler e a escrever”, em situações com a me- diação do professor e em situações mais autônomas, para que possa, no final do Ciclo, chegar ao “ler para aprender” e “escrever para seguir a escolarização”, o que significa uma evolução necessária, como estudante e cidadã. de acordo com o documento “elementos conceituais e metodológicos para definição dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento do ciclo de alfabetização (1o, 2o e 3o anos) do ensino fundamental” – MeC,seB, 2012 – espera-se que ao final do Ciclo da alfabetização, a criança tenha consolidado, dentre outros, os seguintes conhecimentos no processo de aprendizagem: (a) ler, apreciar, compreender e construir textos falados e escritos do universo literário, como contos, crôni- cas, poemas, memória (relato pessoal e outros) re- senha, tirinhas, ficção científica, blog, resumo. (B) participar de situações de escuta, leitura, escrita e argumentação de textos destinados à reflexão acer- ca de temas sociais importantes por meio de seminá- rio, palestra, reportagem, artigo de opinião, editorial, cartas de leitores, dentre outros. (C) participar de situações de intercâmbio oral que re- queiram ouvir com atenção, intervir sem sair do as- sunto, formular e responder a perguntas justifican- do respostas, explicar e compreender explicações, manifestar e acolher opiniões, argumentar e contra- -argumentar. (d) Reconhecer, apreciar, usar, pesquisar e registrar, em diversas situações, os gêneros literários do patrimônio cultural local e regional, como conto popular, música, repente, poema, verbete de glossário local e regional. (e) apreciar e usar, em diversas situações, os gêneros literários do patrimônio cultural da infância, como parlendas, cantigas, trava línguas, dentre outros. 42. uma turma do 2o ano jogava em dupla o Batalha dos Nú- meros, jogo no qual ganha ponto o aluno que sortear a maior carta. leo sorteou a carta 108 e seu adversário a carta 170. leo insistia que sua carta era maior, pois terminava com 8 e a do colega terminava com 0 (zero), “que não vale nada”, afirmou. de acordo com lerner (1996), é correto afirmar que léo (a) compreendeu que o 0 (zero) não vale nada no nosso sistema de numeração. (B) criou uma regra válida: a de que 8 é maior do que 7, independentemente do valor posicional que ocupa. (C) compreendeu que o 0 (zero) pode ser suprimido quando aparece a esquerda de outro número. (d) precisa ser ensinado a repetir definições e aplicar mecanismos não compreendidos para entender o funcionamento do sistema. (e) elaborou as regras em que é capaz de operar bem, sendo necessário criarmos novos problemas, formu- lados a partir dessas regras. 43. Zabala (1998) diferencia os conteúdos de aprendizagem segundo uma determinada tipologia: conteúdosfactuais, conceitos e princípios, procedimentais e atitudinais. É correto afirmar que para o autor (a) a técnica expositiva é a mais adequada para se apre- sentar conteúdos procedimentais. (B) o ensino está repleto de conteúdos factuais, concei- tos abstratos que têm características comuns. são exemplos desses conceitos: mamífero, densidade, cidade. (C) conteúdos prioritários, que dão prioridade as capa- cidades cognitivas, seletivos e propedêuticos, são chamados de conteúdos factuais. (d) conteúdos procedimentais, incluem regras, técnicas, destrezas ou habilidades. exemplos: calcular, classi- ficar, traduzir. (e) valores como solidariedade, respeito aos outros e responsabilidade, são exemplos de conteúdos pro- cedimentais. 44. Marta, professora do segundo ano, incluiu em seu pla- nejamento, objetivando conhecer mais o local onde vive, percebendo-se como parte dele, ações sobre “Nossa ci- dade”. o planejamento que previu um produto final, ti- nha objetivos claros, dimensionamento do tempo, divisão de tarefas e avaliação final do que pretendia. de acordo com as modalidades organizativas, explicitadas por Nery (in: BRasIl, 2007, ensino Fundamental de 9 anos: orien- tações para inclusão da criança de 6 anos de idade), a ação proposta se refere a (a) um projeto. (B) uma atividade permanente. (C) uma atividade ocasional. (d) uma sequência didática. (e) uma atividade de sistematização. 13 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I 50. de acordo com a Convenção Internacional sobre os direitos das pessoas com deficiência, instituída pelo decreto no 6.949, de agosto de 2009, é correto afirmar que ela reconhece que (a) pessoas com deficiência são aquelas que têm impe- dimentos de curto prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de con- dições com as demais pessoas. (B) “desenho universal” significa a concepção de pro- dutos e projetos específicos e adaptados, para ambientes, programas e serviços a serem usados, individualmente por pessoas com deficiências físi- cas, adequados as suas necessidades individuais. (C) pessoa com deficiências múltiplas ou com caracte- rísticas autistas, poderão ser sujeitas a experimentos médicos ou científicos sem seu livre consentimento. (d) a deficiência é um conceito em evolução e que a deficiência resulta da interação entre pessoas com deficiência e as barreiras devidas às atitudes e ao ambiente que impedem a plena e efetiva participa- ção dessas pessoas na sociedade em igualdade de oportunidades com as demais pessoas. (e) a proteção das pessoas com deficiência, dentro e fora do lar, contra todas as formas de exploração, violência e abuso, incluindo aspectos relacionados a gênero, é de responsabilidade da família. 51. No livro Pedagogia da Autonomia, Freire (1997) discorre sobre as exigências do processo educativo. ao discorrer que “ensinar é uma especificidade humana”, o autor afirma que (a) uma autoridade docente democrática jamais minimiza a liberdade. (B) uma certa arrogância farisaica é necessária para que o professor não se torne generoso. (C) a opção e prática democrática do docente determi- nam sua competência científica. (d) uma vez formado (e habilitado), todo professor tem moral para coordenar as atividades de sua classe. (e) cabe ao docente confirmar cotidianamente com seus colegas e alunos sua legitimidade e autoridade. 52. segundo Mantoan (2015), para fazer inclusão escolar é preciso (a) assumir que as dificuldades de alguns alunos são deles. (B) reconhecer que a escola inclusiva é uma utopia. (C) retomar nas teorias que estudamos os padrões e modelos de alunos “normais”. (d) recriar o modelo educativo escolar, tendo como eixo o ensino para todos. (e) trabalhar com as diferenças através de adaptações curriculares e programas para reforçar a aprendi- zagem. 47. possenti, in Geraldi (2006), discorre sobre o ensino de português na escola, e afirma que (a) o domínio efetivo e ativo de uma língua pressupõe o domínio de uma metalinguagem técnica. (B) para aprender uma língua é necessário conhecer os termos técnicos com os quais ela é analisada. (C) é função da escola refletir sobre a língua, mesmo por- que essa é uma das atividades usuais dos falantes. (d) do ponto de vista da história da língua e das gramá- ticas, sabe-se que são os escritores que consultam os gramáticos. (e) o ensino da nomenclatura precede o domínio da ha- bilidade de utilização corrente da língua. 48. em “Gêneros orais e escritos na escola”, schneuwly, Bernard. dolz, Joaquim et. al. (2004), defendem a pro- posta de que a escola trabalhe (a) priorizando os gêneros escolares clássicos como narração, descrição e dissertação ou com o estudo de gêneros literários, como o conto ou a crônica. (B) textos jornalísticos, extraídos de seu contexto e inse- rido nos livros didáticos com propostas acadêmicas. (C) incluindo na aprendizagem gêneros que circulam fora da escola: literários, jornalísticos, ou mesmo os gêneros cotidianos. (d) gêneros escolares, organizados através de sequên- cias didáticas, especialmente com os gêneros acessí- veis, facilmente domináveis pela a maioria dos alunos. (e) a exposição oral – um texto de caráter público e for- mal onde o aluno transmitirá, de forma estruturada, informações acerca de um tema que domina; no gê- nero oral não se admite uso de fontes diversas como tabela e gráficos. 49. de acordo com Kamii (1990), o conceito de inclusão hie- rárquica ocorre quando (a) as crianças reconhecem fatos como o de que o Natal sempre ocorre a 25 de dezembro, que uma árvore é chamada árvore, e que mesas não foram feitas para que se fique de pé sobre elas. (B) para quantificar objetos como um grupo, a criança inclui mentalmente um em dois, dois em três, três em quatro, etc. (C) a criança percebe que nada é arbitrário no mundo matemático, ele se constitui por um sistema de rela- ções estável em todas as culturas, onde, por exem- plo 2 + 3 = 5, sempre terá o mesmo resultado. (d) ao pedir à criança para que arrume oito palitos de comprimentos diferentes numa ordem crescente ou decrescente, ela desempenha conforme o esperado. (e) ao agrupar objetos, a criança demonstre que o faz de acordo com suas semelhanças, percebendo-se as diferenças existentes entre eles. 14PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I 56. de acordo com inciso II, do artigo 45, da lei no 2.482 de 18 de abril de 2012 – estatuto, plano de Carreira e Remuneração dos profissionais da educação Básica do Município de arujá, as atividades de: pesquisas; prepa- ração de aulas e instrumentos de avaliação; análise de trabalhos de alunos e; correção de avaliações aplicadas aos alunos, deverão ser executadas (a) na unidade escolar, durante o período destinado ao exercício da docência. (B) na unidade educacional de exercício do docente, em atividades coletivas, para atender as horas de traba- lho pedagógico coletivo – HtpC. (C) em lugar de livre escolha pelo docente para atender as horas de trabalho pedagógico livre – Htpl. (d) na unidade escolar de exercício docente, em ativida- des individuais, para atender as Horas atividades – Htp. (e) em local determinado pela secretaria de educação dentro do programa de Capacitação e Formação Continuada. 57. um vereador do município de arujá foi convidado pelo prefeito para exercer um cargo de secretário Municipal de educação, e já faz 30 dias que ele aceitou e assumiu o novo desafio. de acordo com o artigo 12 da lei orgânica do Município, nessa situação (a) ele deverá renunciar ao mandato para assumir uma cadeira de secretário. (B) o presidente da Câmara comunicará o fato, direta- mente ao tribunal Regional eleitoral, afim de serem convocadas, a qualquer tempo, eleições para preenchê-la. (C) um suplente será convocado e deverá tomar posse, dentro do prazo de quinze dias, salvo motivo justo aceito pela Câmara. (d) aindaque licenciado, ele receberá seus subsídios ou vencimentos e direitos inerentes ao vereador. (e) ele perderá o mandato, considerando-se automatica- mente desligado da vereança. 53. o documentário Índio no Brasil revela um grande desco- nhecimento acerca da realidade indígena. de acordo com azilene Inácio, indígena entrevistada, eles (a) têm tido sua população aumentada significativamente. (B) têm sua cultura valorizada na escola no dia 19 de abril. (C) reivindicam muito, mas são preguiçosos e indolentes. (d) estão se “branqueando” e já frequentam escolas e universidades, sua cultura é coisa do passado. (e) estão fadados à extinção por conta do extermínio. 54. de acordo com as diretrizes Nacionais Curriculares para a educação de Jovens e adultos, artigo 7o da Resolução CNe/CeB no 1, de 05 de julho de 2000, é correto afirmar que (a) alunos com defasagem idade/série, na faixa etária de escolaridade universal obrigatória, terão priorida- de de matricula na educação de Jovens e adultos. (B) adolescente cumprindo medida socioeducativa, em liberdade assistida, deverá obrigatoriamente matri- cular-se na educação de Jovens e adultos. (C) menores emancipados para os atos da vida civil poderão prestar de exames supletivos. (d) será considerada idade mínima para a inscrição e realização de exames supletivos de conclusão do ensino fundamental a de 15 anos completos. (e) a idade mínima para a inscrição e realização de exa- mes supletivos de conclusão do ensino médio é a de 21 anos completos. 55. de acordo com as orientações legais sobre a educação das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de História e Cultura afro-Brasileira e africana, expressas nas dire- trizes Curriculares Nacionais para a educação das Rela- ções Étnico-Raciais e para o ensino de História e Cultura afro-Brasileira e africana, CNe/Cp 3/2004, é correto afir- mar que elas visam (a) a constatação de que negros que se discriminam também são racistas, e que por meio da ideologia do branqueamento poderão superar essa realidade. (B) a reeducação das relações entre negros e brancos, também designada como relações étnico-raciais. (C) a discussão sobre a questão racial é de responsa- bilidade do Movimento Negro e estudiosos do tema. (d) a reafirmação de que o racismo, o mito da democracia racial e a ideologia do branqueamento só atingem os negros. (e) a mudança de foco de estudo de conteúdos etnocên- trico marcadamente de raiz europeia por um africano. 15 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I 60. de acordo com Regimento Comum das unidades Muni- cipais de arujá, as unidades escolares Municipais, em atendimento ao nível de ensino Fundamental têm por finalidade favorecer o pleno desenvolvimento integral do aluno em seus aspectos cognitivo, afetivo e social, propi- ciando o seu preparo para o exercício da cidadania. de acordo com artigo 11 da referida lei, é correto afirmar que o ensino fundamental, do 1o ao 5o ano, tem como objetivos específicos: (a) a construção da autonomia intelectual. (B) o acesso ao conhecimento sistematizado pelas ciências como condição da construção plena da cidadania. (C) o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. (d) a garantia de trabalho educativo e cooperativo. (e) a ampliação das experiências e o estímulo ao interes- se da criança pelo processo de conhecimento do ser humano, da natureza e da sociedade. 58. o título III, do decreto no 6.666, de 08 de setembro de 2016 – Regimento Comum das unidades Municipais de arujá –, versa sobre o processo de avaliação. sobre ava- liação, no ensino fundamental, nas unidades escolares Municipais de arujá, é correto afirmar: (a) após a análise global do desempenho do aluno, cada professor atribuirá as notas referentes ao com- ponente curricular de sua responsabilidade, priori- zando os aspectos quantitativos em detrimento dos qualitativos. (B) ao final do Ciclo de alfabetização do ensino Funda- mental, os professores durante o Conselho de Clas- se emitirão parecer conclusivo pela continuidade de estudos para todos alunos no Ciclo Intermediário. (C) Nas escolas de ensino fundamental e eJa, será con- siderado como desempenho escolar satisfatório, a nota igual ou superior a 7 (sete). (d) o processo de avaliação deve ser contínuo e ter como base a visão global do aluno, subsidiado por observações e registros obtidos no decorrer do pro- cesso, inclusive a frequência do aluno. (e) a avaliação externa do processo de ensino e apren- dizagem, de responsabilidade da unidade escolar, será realizada de forma contínua, cumulativa e sis- temática, tendo como um dos seus objetivos, o diag- nóstico da situação de aprendizagem de cada aluno. 59. a Gestão democrática, um dos títulos do Regimento Comum das unidades Municipais de arujá, tem como um de seus parceiros a apM – associação de pais e Mestres –, sobre quem é correto afirmar que (a) é uma instituição de direito privado, criada com o objetivo específico de auxiliar a escola Municipal em sua gestão pedagógica, administrativa e financeira. (B) para atingir seus fins, recebe colaborações ou taxas de caráter obrigatório, somente no início do ano letivo, no momento das matrículas. (C) é um Colegiado de Gestão democrática, com a par- ticipação de representantes da comunidade escolar, devendo conter, proporcionalmente, representantes de pais, professores e alunos. (d) seus representantes, independentemente do segmen- to que representem, serão renumerados de acordo com sua participação nas reuniões ordinárias, sendo vedado pagamento quando não comparecerem. (e) é a instituição responsável para aprovar o Calendário escolar, observadas as normas e diretrizes propostas pela secretaria Municipal de educação de arujá – sMea e legislação pertinente.