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Prévia do material em texto

prefeitura municipal de arujá
estado de são paulo
concurso público
013. Prova objetiva
professor de educação básica fundamental i
� Você recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 60 questões objetivas.
�	Confira	seus	dados	impressos	na	capa	deste	caderno	e	na	folha	de	respostas.
�	Quando	for	permitido	abrir	o	caderno,	verifique	se	está	completo	ou	se	apresenta	 imperfeições.	Caso	haja	algum	
problema,	informe	ao	fiscal	da	sala.
�	Leia	cuidadosamente	todas	as	questões	e	escolha	a	resposta	que	você	considera	correta.
�	Marque,	na	folha	de	respostas,	com	caneta	de	tinta	preta,	a	letra	correspondente	à	alternativa	que	você	escolheu.
�	A	duração	da	prova	é	de	3	horas	e	30	minutos,	já	incluído	o	tempo	para	o	preenchimento	da	folha	de	respostas.
�	Só	será	permitida	a	saída	definitiva	da	sala	e	do	prédio	após	transcorridos	75%	do	tempo	de	duração	da	prova.
�	Ao	sair,	você	entregará	ao	fiscal	a	folha	de	respostas	e	este	caderno,	podendo	levar	apenas	o	rascunho	de	gabarito,	
localizado	em	sua	carteira,	para	futura	conferência.
�	Até	que	você	saia	do	prédio,	todas	as	proibições	e	orientações	continuam	válidas.
aguarde a ordem do fiscal Para abrir este caderno de questões.
10.03.2019
Nome	do	candidato
Prédio sala carteiraInscriçãorG
2PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
conHecimentos gerais
Língua Portuguesa
leia a tira para responder às questões de números 01 e 02.
(Fernando Gonsales, Níquel Náusea. 
em: Folha de S.Paulo, 03.01.2019. adaptado)
01. de acordo com a norma-padrão, a lacuna do segundo 
quadrinho deve ser preenchida com:
(a) destroçar-no
(B) lhe destroçar
(C) destroçar ele
(d) destroçá-lo
(e) destroçar-lhe
02. É correto concluir que as informações verbais e não ver-
bais do último quadrinho
(a) ratificam o discurso da personagem sobre destroçar 
o lápis.
(B) divergem daquilo que a personagem afirmara ante-
riormente.
(C) demonstram uma forma de estudo enaltecida pela 
personagem.
(d) contradizem a ideia de que a personagem esteja 
estudando desenho.
(e) expõem algo que a personagem já anunciara nos pri-
meiros quadrinhos.
leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.
No front da alfabetização, a rede municipal de educação 
da cidade de são paulo obteve conquista apreciável: 92% 
dos alunos sabiam ler e escrever ao término do segundo ano, 
ante não mais de 77% em 2017. Com isso, a prefeitura esti-
pulou a meta de 85% de alfabetização no primeiro ano, quan-
do as crianças em geral têm seis anos.
uma ousadia, quando se tem em vista que, até recen-
temente, a diretriz nacional se limitava a preconizar leitura e 
escrita até o final do terceiro ano. só em 2018, com a Base 
Nacional Comum Curricular, esse objetivo foi antecipado para 
o segundo ano, algo que a rede paulistana já havia adotado 
com um ano de antecedência.
Fica assim comprovado, na experiência de são paulo, 
que metas ambiciosas nada têm de incompatível com pro-
gresso de aprendizado – ao contrário. em particular no cam-
po da alfabetização, base de tudo que virá a seguir, um nível 
alto de exigência dará motivação extra para educadores e 
estudantes se aplicarem mais.
Conforme se avança no ensino fundamental, contudo, os 
descaminhos e a leniência do passado se fazem manifestar 
nos parcos resultados obtidos por estudantes em provas 
padronizadas.
a deficiência manifesta-se em todas as grandes áreas 
de conhecimento. Quando concluem o quinto ano, final da 
fase 1 do fundamental, só 39% das meninas e dos meninos 
alcançam desempenho satisfatório em língua portuguesa. 
pior, são apenas 27% em matemática e 20% em ciências.
a perda agrava-se na fase seguinte. Quando saem do 
fundamental 2, no nono ano, apenas 25% dos estudantes es-
tão no nível adequado de língua. e há inaceitáveis 10% e 9% 
nessa faixa de desempenho, respectivamente, nas áreas de 
matemática e ciências naturais, o que torna fácil de entender 
o desastre que hoje se observa no ensino médio.
Não deixa de ser animador constatar que ao menos nos 
fundamentos do aprendizado – a alfabetização – houve avanço 
em são paulo. Mas a cidade mais populosa e rica do país 
ainda precisa fazer mais e melhor por suas crianças e jovens.
(editorial. Folha de S.Paulo, 02.01.2019. adaptado)
03. ao analisar os resultados e as metas de alfabetização 
para as crianças paulistanas, o editorial enfatiza que
(a) estipular metas para o aprendizado pode ser salutar 
para o progresso dos alunos, ainda que a maioria 
deles não consiga atingir o mínimo satisfatório.
(B) exigir dos alunos pode ter um reflexo positivo em seu 
aprendizado, uma vez que se cria motivação para 
todos os envolvidos no processo educacional.
(C) trabalhar com metas ambiciosas na educação pode 
trazer problemas irreversíveis para o aprendizado da 
maioria dos alunos, que ficam desmotivados.
(d) desafiar os alunos constantemente no início de sua 
escolarização tem criado condições para que estu-
dem motivados por todo o ensino fundamental.
(e) estabelecer metas incompatíveis com o progresso 
de aprendizado dos alunos é uma estratégia de 
estatística que não representa a realidade da escola.
3 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
07. É correto afirmar que a conclusão do texto
(a) engrandece a educação paulistana e acredita que, 
à vista dos resultados por ela obtidos, por enquanto, 
nada mais precisa ser feito.
(B) lamenta a condição da educação paulistana, suge-
rindo que nem o tamanho de sua população nem a 
sua riqueza podem, de fato, melhorá-la.
(C) mostra as contradições da maior capital do país, às 
voltas com uma educação cujos resultados ano a 
ano mostram-se pífios.
(d) reconhece a melhoria aferida na educação paulista-
na, sugerindo, porém, que esta deve avançar, sobre-
tudo pela sua população e pela sua riqueza.
(e) constata que é desanimadora a situação da educa-
ção paulistana, apontando que, por ser a mais popu-
losa e rica capital, esse quadro pode ser revertido.
08. de acordo com a norma-padrão, quanto à concordância 
verbal, a oração – e há inaceitáveis 10% e 9% nessa fai-
xa de desempenho... (6o parágrafo) – está corretamente 
reescrita em:
(a) e existe inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de 
desempenho...
(B) e ocorre inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de 
desempenho...
(C) e se trata de inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de 
desempenho...
(d) e se constata inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de 
desempenho...
(e) e surge inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de 
desempenho...
09. assinale a alternativa em que a frase, reescrita a partir 
das informações textuais, contém termo empregado em 
sentido figurado.
(a) as escolas municipais da cidade de são paulo obti-
veram uma conquista de grande vulto na educação.
(B) Compromisso que as escolas paulistanas já haviam 
assumido com um ano de antecedência em sua edu-
cação.
(C) um nível alto de exigência dará motivação suple-
mentar para educadores e estudantes se aplicarem 
mais.
(d) o desempenho em matemática e ciências facilita 
entender o fracasso que se observa no ensino médio.
(e) são paulo é uma cidade que precisa repensar suas 
práticas e cuidar mais e melhor de suas crianças e 
jovens.
04. a expressão “uma ousadia”, que inicia o segundo pará-
grafo do texto, refere-se
(a) à meta de alfabetização da Base Nacional ser atingida 
por são paulo já em 2018.
(B) ao fato de 92% dos alunos paulistanos saberem ler e 
escrever ao final do segundo ano.
(C) à meta de alfabetizar as crianças até o segundo ano, 
estipulada pela Base Nacional.
(d) ao fato de o governo paulistano conseguir alfabetizar 
seus alunos até o terceiro ano.
(e) à meta de 85% de alfabetização no primeiro ano, 
estipulada pela prefeitura paulistana.
05. os dados estatísticos apresentados no editorial revelam 
que há
(a) um mesmo padrão de aprendizado nas duas etapas 
do ensino fundamental.
(B) correção, na fase 2 do ensino fundamental, de distor-
ções deixadas na primeira fase.
(C) um declínio no aprendizado, conforme os alunos 
avançam no ensino fundamental.
(d) avanço significativo dos alunos, emmatemática, ao 
final do ensino fundamental.
(e) uma estabilização do aprendizado como um todo, ao 
final do ensino fundamental.
06. Considere as passagens do texto:
•   ... a diretriz nacional se limitava a preconizar leitura e 
escrita até o final do terceiro ano. (2o parágrafo)
•   Conforme se avança no ensino fundamental, contudo, 
os descaminhos e a leniência do passado se fazem 
manifestar nos parcos resultados obtidos por estudan-
tes em provas padronizadas. (4o parágrafo)
os termos em destaque significam, correta e respectiva-
mente:
(a) recomendar; brandura na cobrança de obrigações; 
escassos.
(B) impor; desorganização na cobrança de obrigações; 
contundentes.
(C) aconselhar; falta de cobrança de obrigações; abun-
dantes.
(d) sugerir; severidade na cobrança de obrigações; im-
pactantes.
(e) prever; receio de cobrança de obrigações; limitados.
4PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
11. No texto, o autor defende uma concepção de leitura como
(a) processo em que o leitor penetra o texto para com-
preendê-lo.
(B) processo quantitativo, que se aperfeiçoa com o passar 
do tempo.
(C) obtenção de informações em relações bibliográficas.
(d) um ato de magia frente ao emaranhado de informa-
ções.
(e) uma ação acrítica do leitor, portanto pouco respon-
sável.
12. de acordo com o autor, a visão que é necessário afastar, 
com urgência, diz respeito
(a) à criação de uma disciplina intelectual, que norteia 
os processos de leitura.
(B) à insistência no adentramento dos textos, indepen-
dentemente de sua qualidade.
(C) à leitura superficial de textos, que em geral são meca-
nicamente memorizados.
(d) à falta de controle de leituras realizadas pelos estu-
dantes em formação científica.
(e) à leitura dos clássicos de diversos campos do saber 
pelos educadores e educandos.
13. sem prejuízo ao sentido do texto, nas passagens – em 
algumas vezes cheguei mesmo a ler, em relações biblio-
gráficas, indicações em torno de que páginas... (1o pará-
grafo) – e – parece importante, contudo, para evitar uma 
compreensão errônea do que estou afirmando... (3o pará-
grafo) –, os termos em destaque podem ser substituídos, 
correta e respectivamente, por
(a) realmente e porém.
(B) efetivamente e assim.
(C) possivelmente e enfim.
(d) provavelmente e portanto.
(e) eventualmente e entretanto.
10. leia a charge.
(Chargista duke. em: www.otempo.com.br. adaptado)
em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da 
fala da personagem devem ser preenchidas, correta e 
respectivamente, com:
(a) que ... no ... ao
(B) que ... ao ... o
(C) que ... no ... o
(d) de que ... ao ... ao
(e) de que ... no ... o
leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
Creio que muito de nossa insistência, enquanto profes-
soras e professores, em que os estudantes “leiam”, num 
semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na 
compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. em 
minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes 
em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas 
com extensas bibliografias a serem muito mais “devoradas” 
do que realmente lidas ou estudadas. Verdadeiras “lições de 
leitura” no sentido mais tradicional desta expressão, a que se 
achavam submetidos em nome de sua formação científica e 
de que deviam prestar contas através do famoso controle de 
leitura. em algumas vezes cheguei mesmo a ler, em relações 
bibliográficas, indicações em torno de que páginas deste ou 
daquele capítulo de tal ou qual livro deveriam ser lidas: “da 
página 15 à 37”.
a insistência na quantidade de leituras sem o devido 
adentramento nos textos a serem compreendidos, e não 
mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica 
da palavra escrita. Visão que urge ser superada. a mesma, 
ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, 
por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível 
qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de pági-
nas escritas. No entanto, um dos documentos filosóficos mais 
importantes de que dispomos, as teses sobre Feuerbach, de 
Marx, tem apenas duas páginas e meia...
parece importante, contudo, para evitar uma compreen-
são errônea do que estou afirmando, sublinhar que a minha 
crítica à magicização da palavra não significa, de maneira 
alguma, uma posição pouco responsável de minha parte com 
relação à necessidade que temos, educadores e educandos, 
de ler, sempre e seriamente, os clássicos neste ou naquele 
campo do saber, de nos adentrarmos nos textos, de criar uma 
disciplina intelectual, sem a qual inviabilizamos a nossa prá-
tica enquanto professores e estudantes.
(paulo Freire. A importância do ato de ler)
5 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
MateMática
16. uma secretária tem 756 fichas de alunos para atualizar. 
um quarto dessas fichas são de alunos novos e as demais 
de alunos veteranos. se dos alunos veteranos são 
h omens e dos alunos novos são mulheres, o número 
de fichas de mulheres que serão atualizadas será
(a) 420.
(B) 436.
(C) 450.
(d) 466.
(e) 480.
17. Ronaldo descansa às segundas e sextas-feiras, trabalha 
por 11 horas no sábado, 10 horas no domingo, e às ter-
ças, quartas e quintas trabalha por 6 horas cada dia. em 
um certo mês de março, o dia primeiro foi uma sexta-feira, 
logo Ronaldo trabalhou, nesse mês, um total de
(a) 177 horas.
(B) 178 horas.
(C) 179 horas.
(d) 180 horas.
(e) 181 horas.
18. Com todas as revistas contidas em uma caixa é possível 
formar grupos de 36 revistas ou grupos de 42 revistas. 
se o número de revistas dessa caixa é menor que 300, o 
n úmero de grupos de 6 revistas que podem ser formados é
(a) 36.
(B) 42.
(C) 48.
(d) 54.
(e) 60.
19. do total recebido por certo trabalho, antônio ficou com 
32%, Fernando com 45% e Julião com o restante. a ntônio 
usou 5% da sua parte para quitar uma dívida que tinha 
com Fernando no valor de R$ 80,00. o valor recebido por 
Julião no trabalho foi
(a) R$ 1.150,00.
(B) R$ 1.200,00.
(C) R$ 1.250,00.
(d) R$ 1.300,00.
(e) R$ 1.350,00.
14. assinale a alternativa que atende à norma-padrão de 
colocação pronominal.
(a) Na minha andarilhagem pelo mundo, encontrei 
jovens estudantes, muitas vezes. Me falaram de sua 
luta às voltas com extensas bibliografias.
(B) Basta-nos devorar extensas bibliografias e termos 
nossas leituras controladas para que nos tornemos 
bons leitores?
(C) paulo Freire tinha colocado-se criticamente em rela-
ção à magicização da palavra, o que, ressalva, não 
era uma posição pouco responsável de sua parte.
(d) os alunos que encontrava normalmente viam-se às 
voltas com extensas bibliografias, o que mostrava o 
quanto os professores queriam-nos lendo.
(e) Não mede-se a qualidade de um trabalho pela quan-
tidade de páginas escritas, mas sim pela qualidade 
do pensamento ali exposto pelo autor.
15. Considere as passagens reescritas do texto:
•   Em minha andarilhagem pelo mundo, jovens estudan-
tes me falaram de sua luta às voltas com extensas 
bibliografias. Verdadeiras “lições de leitura” no sentido 
mais tradicional desta expressão, quais se 
achavam submetidos em nome de sua formação cien-
tífica.
•   Em  algumas  vezes  cheguei mesmo  leitura, 
em relações bibliográficas, de indicações em torno de 
que páginas deste ou daquele capítulo de tal ou qual 
livro deveriam ser lidas.
•   Parece importante, contudo, para não chegar  
uma compreensão errônea do que estou afirmando.
de acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto 
devem ser preenchidas, respectivamente, com:
(a) a ... à ... à
(B) as ... a ... à
(C) à ... a ... a
(d) as ... à ... à
(e) às ... à ... a
6PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
r a s c u n H o20. laura pratica corrida e ciclismo e para cada 3 km que 
corre, ela pedala 16 km. em determinado período, consi-
derando o total nessas duas modalidades, laura percor-
reu 228 km, sendo que a distância total percorrida com 
bicicleta, em km, foi
(a) 156.
(B) 168.
(C) 180.
(d) 192.
(e) 204.
21. um grupo de 34 turistas comprou um totalde 186 cami-
sas. se cada mulher desse grupo comprou 5 camisas e 
cada homem do grupo comprou 6 camisas, a diferença 
entre o número de mulheres e o número de homens, nes-
se grupo, é
(a) 2.
(B) 4.
(C) 6.
(d) 8.
(e) 10.
22. em uma oficina trabalham 12 mecânicos e cada um aten-
de 14 motociclistas por dia. a oficina irá contratar mais 
3 mecânicos e deseja atender 72 motociclistas a mais por 
dia, logo o número de motociclistas que cada mecânico 
deverá atender por dia será
(a) 15.
(B) 16
(C) 17.
(d) 18.
(e) 19.
23. Carla possuía 214 chaveiros a mais do que Bianca. 
Bianc a ganhou mais 50 chaveiros para sua coleção, sen-
do que 6 desses chaveiros eram da coleção de Carla e, 
agora, o número de chaveiros de Carla é igual ao triplo do 
número de chaveiros de Bianca. o número de chaveiros 
que essas duas meninas possuem juntas é igual a
(a) 272.
(B) 286.
(C) 302.
(d) 316.
(e) 322.
7 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
r a s c u n H o24. a média aritmética das notas de 18 provas aplicadas em 
uma turma foi igual a 6,7. após a correção o professor per-
cebeu que havia adotado um critério de correção e rrado, 
recorrigiu todas as provas e aumentou em 0,9 ponto a nota 
de algumas provas, de maneira que a média aritmé tica 
das notas foi atualizada para 7,05. o número de provas 
que tiveram aumento de nota foi
(a) 3.
(B) 4.
(C) 5.
(d) 6.
(e) 7.
25. patrícia tem várias bonecas e algumas casinhas. se 
ela tivesse 2 bonecas a menos, conseguiria colocar 
4 bonecas em cada casinha. se ela tivesse 3 bonecas 
a menos e 2 casinhas a menos, conseguiria colocar 
5 bonecas em cada casinha. o número de bonecas que 
patrícia possui é múltiplo de
(a) 7.
(B) 11.
(C) 13.
(d) 17.
(e) 19.
26. os números de celulares vendidos por uma loja, em 
5 dias de determinada semana, estão registrados no grá-
fico a seguir.
o número de celulares vendidos na sexta-feira corres-
ponde, do número total de celulares vendidos nesses 
5 dias a, aproximadamente,
(a) 15%.
(B) 18%.
(C) 20%.
(d) 22%.
(e) 25%.
8PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
r a s c u n H o27. uma padaria produz seus doces, diariamente, antes de 
abrir as portas para o público, e só vende doces produzi-
dos no mesmo dia. em certo dia, no período da manhã, 
foram vendidos do total de doces produzidos e no 
perío do da tarde foram vendidos dos doces que ainda 
restavam. sabendo-se que os funcionários dividiram en-
tre si os 40 doces que sobraram da produção do dia, o 
total de doces vendidos pela manhã foi
(a) 420.
(B) 560.
(C) 700.
(d) 840.
(e) 980.
28. os ângulos internos de um octógono medem 90º ou 
270º, conforme a figura, que também indica a medida de 
a lguns lados em cm.
sendo o perímetro desse octógono 24 cm, a sua área, 
em cm2, é igual a
(a) 24.
(B) 26.
(C) 28.
(d) 30.
(e) 32.
9 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
r a s c u n H o29. Considere um setor circular com centro em um dos vér-
tices de um retângulo e passando sobre outro vértice, 
conforme a figura.
a área da região sombreada, em cm2, é
(a) 2(6 – π).
(B) 2(8 – π).
(C) 4(6 – π).
(d) 4(8 – π).
(e) 6(6 – π).
30. um prisma reto de base triangular tem uma altura de 
8 cm e faces laterais de áreas respectivamente iguais a 
120 cm2, 120 cm2 e 144 cm2. a área da base desse pris-
ma, em cm2, é:
(a) 124.
(B) 120.
(C) 116.
(d) 112.
(e) 108.
10PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
34. os Guias de planejamento do programa ler e escrever, 
formulados pela secretaria de estado da educação do 
estado de são paulo destinados ao 3o ano do ensino fun-
damental, orientam sobre a importância da rotina como 
organizadora do tempo didático. Com relação às ativida-
des de leitura e escrita, consideram que no planejamento 
semanal, o professor deve reservar um tempo diário para
(a) situações de reflexão sobre ortografia.
(B) situações de escrita de próprio punho.
(C) situações de escrita de ditado ao professor.
(d) leitura, pelo professor, de textos literários.
(e) leitura pelo aluno, envolvendo uma diversidade de 
propósitos e de gêneros.
35. “ consiste na organização e registro 
sistemático de informações sobre os conhecimentos dos 
alunos, tanto inicial (antes do desenvolvimento de um 
projeto ou sequência), quanto processual (durante o pro-
cesso de ensino e aprendizagem) e final – momento em 
que o professor pode avaliar o alcance dos objetivos de 
ensino atingidos com o trabalho realizado”.
(são paulo. Programa Ler e Escrever. Guia de Planejamento e 
Orientações Didáticas – 5o ano – volume único).
de acordo com referencial utilizado, a definição que 
preenche corretamente a lacuna é
(a) o planejamento diário
(B) a pauta de observação
(C) o apontamento ordenado
(d) a avaliação continua
(e) a observação sistemática
36. leia as definições seguir:
1. é gerar condições didáticas que 
permitam pôr em cena – apesar das dificuldades e 
contando com elas – uma versão escolar da leitura e 
da escrita mais próxima da versão social (não-escolar) 
dessas práticas.
2. é, em suma, preservar o sentido 
do objeto de ensino para o sujeito da aprendizagem, 
preservar na escola o sentido que a leitura e a escrita 
têm como prática social.
3. é o que leva à prática, é uma 
tarefa difícil para escola. Conhecer as dificuldades e 
compreender em que medida derivam (ou não) de ne-
cessidades legítimas da instituição escolar, para cons-
truir alternativas que permitam superá-la.
assinale a alternativa que corresponde, correta e respecti-
vamente, aos conceitos defendidos por lerner (2002).
(a) 1. Real … 2. possível … 3. Necessário
(B) 1. possível … 2. Real … 3. Necessário
(C) 1. Necessário … 2. Real … 3. possível
(d) 1. Real … 2. Necessário … 3. possível
(e) 1. possível … 2. Necessário … 3. Real
conHecimentos PedagÓgicos & legislaÇÃo
31. aprovado em junho de 2014, o plano Nacional de edu-
cação (pNe), estabelece 20 metas, a serem cumpridas 
no prazo de 10 anos, que se apresentam como desafios 
contínuos à política educacional brasileira no que tange 
a gestão, financiamento e formação de profissionais da 
educação. a meta 6 trata do oferecimento de educação 
em tempo integral. de acordo com pNe, é correto afirmar 
que tem-se como meta para o país oferecer educação 
em tempo integral de modo a atender
(a) 50% (cinquenta por cento) dos(as) alunos(as) da 
educação básica.
(B) 30% (trinta por cento) dos(as) alunos(as) da educa-
ção básica.
(C) 30% (trinta por cento) dos(as) alunos(as) do ensino 
fundamental.
(d) no mínimo, em 50% (cinquenta por cento) das escolas 
públicas.
(e) no mínimo, em 25% (vinte e cinco por cento) das 
escolas públicas.
32. de acordo com a lei diretrizes e Bases da educação Na-
cional (lei no 9.394 de 20 de dezembro de 1996), art. 12, 
os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas 
comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incum-
bência de:
(a) informar pai e mãe, conviventes ou não com seus 
filhos, e, se for o caso, os responsáveis legais, sobre 
a frequência e rendimento dos alunos, bem como so-
bre a execução da proposta pedagógica da escola.
(B) prestar assistência técnica e financeira com atendi-
mento prioritário à escolaridade obrigatória, exercen-
do sua função redistributiva e supletiva.
(C) elaborar plano de trabalho diário, encaminhá-los 
aos docentes e supervisiona-lo de forma a garantir o 
cumprimento do mesmo.
(d) estabelecer, competências e diretrizes para a educa-
ção infantil e o ensino fundamental, que nortearão os 
currículos e seus conteúdos mínimos.
(e) conduzir o processo nacional de avaliação do rendi-
mento escolar na educação infantil e no ensino fun-
damental.
33. de acordo com o art. 1o da Resolução CeB no 2, de 7 de 
abril de 1998, as diretrizes Curriculares Nacionais para o 
ensino Fundamental devem ser observadas na organiza-
ção curricular das unidades escolares
(a) do sistema federal de ensino.
(B) dos sistemas públicos municipais, estaduais e federal.
(C) dos diversos sistemas de ensino.
(d) de todos sistemas públicos,excetuando-se os da ini-
ciativa privada.
(e) de todos sistemas que utilizam material estruturado, 
como apostilas, em suas escolas.
11 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
40. Weisz (1999), em sua obra “o diálogo entre o ensino e a 
aprendizagem”, afirma que
(a) a partir dos estudos do construtivismo, e em respeito 
às diferentes etapas da criança no processo de 
aquisição de escrita, o professor não deve corrigir os 
“erros” infantis.
(B) o modelo construtivista afirma que toda aprendiza-
gem depende de pré-requisitos, ou seja, somente 
após aprender a matéria imediatamente ensinada é 
que o sujeito terá condições de aprender a seguinte.
(C) numa perspectiva construtivista, o conhecimento 
pressupõe uma atividade, por parte de quem apren-
de, que organiza e integra novos conhecimentos aos 
já existentes.
(d) após o aluno adquirir domínio do sistema alfabético, 
o professor deve ofertar atividades nas quais os tex-
tos reais sejam utilizados; pensar sobre os usos, as 
características e os funcionamentos da língua escrita.
(e) segundo a concepção construtivista a língua (conteú-
do) é vista como transcrição da fala, a aprendizagem 
se dá pelo acúmulo de informações e o ensino deve 
investir na memorização.
41. os parâmetros Curriculares Nacionais: 1a a 4a série – 
pluralidade Cultural e orientação sexual, tratam do estu-
do de conteúdos que levam os alunos a
(a) compreender a organização familiar nuclear como 
instituição complementar a educação escolar neces-
sária no mundo contemporâneo.
(B) conhecer referenciais culturais voltados para a plura-
lidade característica do Brasil, como forma de com-
preender a complexidade do país.
(C) reconhecer a escola em que estuda como o modelo 
de escola ideal no contexto nacional.
(d) fortalecer o conhecimento das relações estabeleci-
das pelo tempo, reforçando a associação do tempo 
predominantemente ao relógio.
(e) reconhecer que as diferentes formas de organização 
social, expressas na diversidade dos diferentes gru-
pos, são necessárias e determinam o lugar que cada 
um deve ocupar na sociedade.
37. “A resolução de problemas, é uma habilidade fortemente 
ligada à aprendizagem de matemática, que pode comple-
mentar-se e fortalecer-se quando se aproxima da apren-
dizagem da leitura e da escrita através dos recursos da 
comunicação.”
smole (2001), ao refletir sobre a formulação do enuncia-
do das situações problema, afirma que
(a) cabe ao professor a proposição, pois de acordo com 
seu plano de trabalho só ele é capaz de criar situa-
ções adequadas aos seus objetivos.
(B) formular problemas é uma ação mais complexa do 
que simplesmente resolver problemas.
(C) crianças estão acostumadas a somente resolver pro-
blemas, elas têm dificuldade em propor situações 
desafiadoras.
(d) é preciso resolver um grande número de problemas, 
tornando-se bom resolvedor, antes de propor aos 
alunos que criem seus próprios problemas.
(e) a formulação de problemas é um instrumento de 
avaliação da língua materna, não envolvendo o 
domínio de conceitos matemáticos.
38. “A linguagem escrita nas aulas de Matemática atua como 
mediadora, integrando as experiências individuais e 
coletivas na busca da construção e apropriação dos 
conceitos abstratos estudados.” (Sandra Santos, 2005, 
in: Nacarato, 2011).
para Nacarato, há um tipo de registro em que muitas 
vezes o aluno faz muito mais detalhes, e que deve ser 
incentivado no ensino fundamental. ela se refere ao 
registro
(a) escrito.
(B) fotográfico.
(C) gráfico.
(d) de algoritmos.
(e) pictórico.
39. Mantoan, prieto e arante (2006) afirmam que a inclusão 
de alunos deficientes em nossas escolas deve prever
(a) o ensino especial, na perspectiva da integração, dei-
xando as crianças prontas para o acesso e/ou retor-
no às salas de aula do ensino regular.
(B) inserção parcial e condicional, para todos alunos com 
necessidades educacionais especiais, cujas caracte-
rísticas, de ajustamento social e de aprendizagem, 
se adaptem as expectativas pedagógicas.
(C) reforço escolar, visando recuperar e/ou adquirir requi-
sitos básicos para estarem com outros colegas sem 
deficiência e/ou dificuldades de aprendizagem.
(d) atendimento educacional especializado, como forma 
de garantir o ensino dos conhecimentos acadêmicos, 
não adquiridos na sala comum.
(e) a inclusão total e incondicional dos alunos, bem 
como o atendimento às suas especificidades.
12PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
45. observe a seguinte produção escrita de uma criança de 
06 anos, de uma primeira série:
de acordo com Ferreiro (1999), ela se encontra na fase 
silábica. para que haja avanço conceitual, o documento 
A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino funda-
mental de 9 anos propõe que se ofereça a essa criança, 
dentre outras, a seguinte situação de aprendizagem:
(a) cópia e escrita de palavras, frases e pequenos textos.
(B) comparação das frases com diferentes sinais de 
pontuação.
(C) separar fichas com letras de fichas com numerais.
(d) treino do uso do caderno e papel com e sem pauta.
(e) identificação do número de sílabas de palavras oral-
mente e, em seguida, na escrita.
46. a criança tem, no início do Ciclo da alfabetização, o direito 
de “aprender a ler e a escrever”, em situações com a me-
diação do professor e em situações mais autônomas, para 
que possa, no final do Ciclo, chegar ao “ler para aprender” 
e “escrever para seguir a escolarização”, o que significa 
uma evolução necessária, como estudante e cidadã.
de acordo com o documento “elementos conceituais 
e metodológicos para definição dos direitos de 
aprendizagem e desenvolvimento do ciclo de alfabetização 
(1o, 2o e 3o anos) do ensino fundamental” – MeC,seB, 
2012 – espera-se que ao final do Ciclo da alfabetização, 
a criança tenha consolidado, dentre outros, os seguintes 
conhecimentos no processo de aprendizagem:
(a) ler, apreciar, compreender e construir textos falados 
e escritos do universo literário, como contos, crôni-
cas, poemas, memória (relato pessoal e outros) re-
senha, tirinhas, ficção científica, blog, resumo.
(B) participar de situações de escuta, leitura, escrita e 
argumentação de textos destinados à reflexão acer-
ca de temas sociais importantes por meio de seminá-
rio, palestra, reportagem, artigo de opinião, editorial, 
cartas de leitores, dentre outros.
(C) participar de situações de intercâmbio oral que re-
queiram ouvir com atenção, intervir sem sair do as-
sunto, formular e responder a perguntas justifican-
do respostas, explicar e compreender explicações, 
manifestar e acolher opiniões, argumentar e contra-
-argumentar.
(d) Reconhecer, apreciar, usar, pesquisar e registrar, em 
diversas situações, os gêneros literários do patrimônio 
cultural local e regional, como conto popular, música, 
repente, poema, verbete de glossário local e regional.
(e) apreciar e usar, em diversas situações, os gêneros 
literários do patrimônio cultural da infância, como 
parlendas, cantigas, trava línguas, dentre outros.
42. uma turma do 2o ano jogava em dupla o Batalha dos Nú-
meros, jogo no qual ganha ponto o aluno que sortear a 
maior carta. leo sorteou a carta 108 e seu adversário 
a carta 170. leo insistia que sua carta era maior, pois 
terminava com 8 e a do colega terminava com 0 (zero), 
“que não vale nada”, afirmou.
de acordo com lerner (1996), é correto afirmar que léo
(a) compreendeu que o 0 (zero) não vale nada no nosso 
sistema de numeração.
(B) criou uma regra válida: a de que 8 é maior do que 7, 
independentemente do valor posicional que ocupa.
(C) compreendeu que o 0 (zero) pode ser suprimido 
quando aparece a esquerda de outro número.
(d) precisa ser ensinado a repetir definições e aplicar 
mecanismos não compreendidos para entender o 
funcionamento do sistema.
(e) elaborou as regras em que é capaz de operar bem, 
sendo necessário criarmos novos problemas, formu-
lados a partir dessas regras.
43. Zabala (1998) diferencia os conteúdos de aprendizagem 
segundo uma determinada tipologia: conteúdosfactuais, 
conceitos e princípios, procedimentais e atitudinais. É 
correto afirmar que para o autor
(a) a técnica expositiva é a mais adequada para se apre-
sentar conteúdos procedimentais.
(B) o ensino está repleto de conteúdos factuais, concei-
tos abstratos que têm características comuns. são 
exemplos desses conceitos: mamífero, densidade, 
cidade.
(C) conteúdos prioritários, que dão prioridade as capa-
cidades cognitivas, seletivos e propedêuticos, são 
chamados de conteúdos factuais.
(d) conteúdos procedimentais, incluem regras, técnicas, 
destrezas ou habilidades. exemplos: calcular, classi-
ficar, traduzir.
(e) valores como solidariedade, respeito aos outros e 
responsabilidade, são exemplos de conteúdos pro-
cedimentais.
44. Marta, professora do segundo ano, incluiu em seu pla-
nejamento, objetivando conhecer mais o local onde vive, 
percebendo-se como parte dele, ações sobre “Nossa ci-
dade”. o planejamento que previu um produto final, ti-
nha objetivos claros, dimensionamento do tempo, divisão 
de tarefas e avaliação final do que pretendia. de acordo 
com as modalidades organizativas, explicitadas por Nery 
(in: BRasIl, 2007, ensino Fundamental de 9 anos: orien-
tações para inclusão da criança de 6 anos de idade), 
a ação proposta se refere a
(a) um projeto.
(B) uma atividade permanente.
(C) uma atividade ocasional.
(d) uma sequência didática.
(e) uma atividade de sistematização.
13 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
50. de acordo com a Convenção Internacional sobre os 
direitos das pessoas com deficiência, instituída pelo 
decreto no 6.949, de agosto de 2009, é correto afirmar 
que ela reconhece que
(a) pessoas com deficiência são aquelas que têm impe-
dimentos de curto prazo de natureza física, mental, 
intelectual ou sensorial, os quais, em interação com 
diversas barreiras, podem obstruir sua participação 
plena e efetiva na sociedade em igualdades de con-
dições com as demais pessoas.
(B) “desenho universal” significa a concepção de pro-
dutos e projetos específicos e adaptados, para 
ambientes, programas e serviços a serem usados, 
individualmente por pessoas com deficiências físi-
cas, adequados as suas necessidades individuais.
(C) pessoa com deficiências múltiplas ou com caracte-
rísticas autistas, poderão ser sujeitas a experimentos 
médicos ou científicos sem seu livre consentimento.
(d) a deficiência é um conceito em evolução e que a 
deficiência resulta da interação entre pessoas com 
deficiência e as barreiras devidas às atitudes e ao 
ambiente que impedem a plena e efetiva participa-
ção dessas pessoas na sociedade em igualdade de 
oportunidades com as demais pessoas.
(e) a proteção das pessoas com deficiência, dentro e 
fora do lar, contra todas as formas de exploração, 
violência e abuso, incluindo aspectos relacionados a 
gênero, é de responsabilidade da família.
51. No livro Pedagogia da Autonomia, Freire (1997) discorre 
sobre as exigências do processo educativo. ao discorrer 
que “ensinar é uma especificidade humana”, o autor afirma 
que
(a) uma autoridade docente democrática jamais minimiza 
a liberdade.
(B) uma certa arrogância farisaica é necessária para que 
o professor não se torne generoso.
(C) a opção e prática democrática do docente determi-
nam sua competência científica.
(d) uma vez formado (e habilitado), todo professor tem 
moral para coordenar as atividades de sua classe.
(e) cabe ao docente confirmar cotidianamente com seus 
colegas e alunos sua legitimidade e autoridade.
52. segundo Mantoan (2015), para fazer inclusão escolar é 
preciso
(a) assumir que as dificuldades de alguns alunos são 
deles.
(B) reconhecer que a escola inclusiva é uma utopia.
(C) retomar nas teorias que estudamos os padrões e 
modelos de alunos “normais”.
(d) recriar o modelo educativo escolar, tendo como eixo 
o ensino para todos.
(e) trabalhar com as diferenças através de adaptações 
curriculares e programas para reforçar a aprendi-
zagem.
47. possenti, in Geraldi (2006), discorre sobre o ensino de 
português na escola, e afirma que
(a) o domínio efetivo e ativo de uma língua pressupõe o 
domínio de uma metalinguagem técnica.
(B) para aprender uma língua é necessário conhecer os 
termos técnicos com os quais ela é analisada.
(C) é função da escola refletir sobre a língua, mesmo por-
que essa é uma das atividades usuais dos falantes.
(d) do ponto de vista da história da língua e das gramá-
ticas, sabe-se que são os escritores que consultam 
os gramáticos.
(e) o ensino da nomenclatura precede o domínio da ha-
bilidade de utilização corrente da língua.
48. em “Gêneros orais e escritos na escola”, schneuwly, 
Bernard. dolz, Joaquim et. al. (2004), defendem a pro-
posta de que a escola trabalhe
(a) priorizando os gêneros escolares clássicos como 
narração, descrição e dissertação ou com o estudo 
de gêneros literários, como o conto ou a crônica.
(B) textos jornalísticos, extraídos de seu contexto e inse-
rido nos livros didáticos com propostas acadêmicas.
(C) incluindo na aprendizagem gêneros que circulam 
fora da escola: literários, jornalísticos, ou mesmo os 
gêneros cotidianos.
(d) gêneros escolares, organizados através de sequên-
cias didáticas, especialmente com os gêneros acessí-
veis, facilmente domináveis pela a maioria dos alunos.
(e) a exposição oral – um texto de caráter público e for-
mal onde o aluno transmitirá, de forma estruturada, 
informações acerca de um tema que domina; no gê-
nero oral não se admite uso de fontes diversas como 
tabela e gráficos.
49. de acordo com Kamii (1990), o conceito de inclusão hie-
rárquica ocorre quando
(a) as crianças reconhecem fatos como o de que o Natal 
sempre ocorre a 25 de dezembro, que uma árvore é 
chamada árvore, e que mesas não foram feitas para 
que se fique de pé sobre elas.
(B) para quantificar objetos como um grupo, a criança 
inclui mentalmente um em dois, dois em três, três 
em quatro, etc.
(C) a criança percebe que nada é arbitrário no mundo 
matemático, ele se constitui por um sistema de rela-
ções estável em todas as culturas, onde, por exem-
plo 2 + 3 = 5, sempre terá o mesmo resultado.
(d) ao pedir à criança para que arrume oito palitos de 
comprimentos diferentes numa ordem crescente ou 
decrescente, ela desempenha conforme o esperado.
(e) ao agrupar objetos, a criança demonstre que o faz 
de acordo com suas semelhanças, percebendo-se 
as diferenças existentes entre eles.
14PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
56. de acordo com inciso II, do artigo 45, da lei no 2.482 
de 18 de abril de 2012 – estatuto, plano de Carreira e 
Remuneração dos profissionais da educação Básica do 
Município de arujá, as atividades de: pesquisas; prepa-
ração de aulas e instrumentos de avaliação; análise de 
trabalhos de alunos e; correção de avaliações aplicadas 
aos alunos, deverão ser executadas
(a) na unidade escolar, durante o período destinado ao 
exercício da docência.
(B) na unidade educacional de exercício do docente, em 
atividades coletivas, para atender as horas de traba-
lho pedagógico coletivo – HtpC.
(C) em lugar de livre escolha pelo docente para atender 
as horas de trabalho pedagógico livre – Htpl.
(d) na unidade escolar de exercício docente, em ativida-
des individuais, para atender as Horas atividades – 
Htp.
(e) em local determinado pela secretaria de educação 
dentro do programa de Capacitação e Formação 
Continuada.
57. um vereador do município de arujá foi convidado pelo 
prefeito para exercer um cargo de secretário Municipal 
de educação, e já faz 30 dias que ele aceitou e assumiu o 
novo desafio. de acordo com o artigo 12 da lei orgânica 
do Município, nessa situação
(a) ele deverá renunciar ao mandato para assumir uma 
cadeira de secretário.
(B) o presidente da Câmara comunicará o fato, direta-
mente ao tribunal Regional eleitoral, afim de serem 
convocadas, a qualquer tempo, eleições para 
preenchê-la.
(C) um suplente será convocado e deverá tomar posse, 
dentro do prazo de quinze dias, salvo motivo justo 
aceito pela Câmara.
(d) aindaque licenciado, ele receberá seus subsídios ou 
vencimentos e direitos inerentes ao vereador.
(e) ele perderá o mandato, considerando-se automatica-
mente desligado da vereança.
53. o documentário Índio no Brasil revela um grande desco-
nhecimento acerca da realidade indígena. de acordo com 
azilene Inácio, indígena entrevistada, eles
(a) têm tido sua população aumentada significativamente.
(B) têm sua cultura valorizada na escola no dia 19 de abril.
(C) reivindicam muito, mas são preguiçosos e indolentes.
(d) estão se “branqueando” e já frequentam escolas e 
universidades, sua cultura é coisa do passado.
(e) estão fadados à extinção por conta do extermínio.
54. de acordo com as diretrizes Nacionais Curriculares para 
a educação de Jovens e adultos, artigo 7o da Resolução 
CNe/CeB no 1, de 05 de julho de 2000, é correto afirmar 
que
(a) alunos com defasagem idade/série, na faixa etária 
de escolaridade universal obrigatória, terão priorida-
de de matricula na educação de Jovens e adultos.
(B) adolescente cumprindo medida socioeducativa, em 
liberdade assistida, deverá obrigatoriamente matri-
cular-se na educação de Jovens e adultos.
(C) menores emancipados para os atos da vida civil 
poderão prestar de exames supletivos.
(d) será considerada idade mínima para a inscrição e 
realização de exames supletivos de conclusão do 
ensino fundamental a de 15 anos completos.
(e) a idade mínima para a inscrição e realização de exa-
mes supletivos de conclusão do ensino médio é a de 
21 anos completos.
55. de acordo com as orientações legais sobre a educação 
das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de História 
e Cultura afro-Brasileira e africana, expressas nas dire-
trizes Curriculares Nacionais para a educação das Rela-
ções Étnico-Raciais e para o ensino de História e Cultura 
afro-Brasileira e africana, CNe/Cp 3/2004, é correto afir-
mar que elas visam
(a) a constatação de que negros que se discriminam 
também são racistas, e que por meio da ideologia 
do branqueamento poderão superar essa realidade.
(B) a reeducação das relações entre negros e brancos, 
também designada como relações étnico-raciais.
(C) a discussão sobre a questão racial é de responsa-
bilidade do Movimento Negro e estudiosos do tema.
(d) a reafirmação de que o racismo, o mito da democracia 
racial e a ideologia do branqueamento só atingem os 
negros.
(e) a mudança de foco de estudo de conteúdos etnocên-
trico marcadamente de raiz europeia por um africano.
15 PMRU1801/013-ProfEducBásFundamental-I
60. de acordo com Regimento Comum das unidades Muni-
cipais de arujá, as unidades escolares Municipais, em 
atendimento ao nível de ensino Fundamental têm por 
finalidade favorecer o pleno desenvolvimento integral do 
aluno em seus aspectos cognitivo, afetivo e social, propi-
ciando o seu preparo para o exercício da cidadania. de 
acordo com artigo 11 da referida lei, é correto afirmar 
que o ensino fundamental, do 1o ao 5o ano, tem como 
objetivos específicos:
(a) a construção da autonomia intelectual.
(B) o acesso ao conhecimento sistematizado pelas 
ciências como condição da construção plena da 
cidadania.
(C) o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços 
solidariedade humana e de tolerância recíproca em 
que se assenta a vida social.
(d) a garantia de trabalho educativo e cooperativo.
(e) a ampliação das experiências e o estímulo ao interes-
se da criança pelo processo de conhecimento do ser 
humano, da natureza e da sociedade.
58. o título III, do decreto no 6.666, de 08 de setembro de 
2016 – Regimento Comum das unidades Municipais de 
arujá –, versa sobre o processo de avaliação. sobre ava-
liação, no ensino fundamental, nas unidades escolares 
Municipais de arujá, é correto afirmar:
(a) após a análise global do desempenho do aluno, 
cada professor atribuirá as notas referentes ao com-
ponente curricular de sua responsabilidade, priori-
zando os aspectos quantitativos em detrimento dos 
qualitativos.
(B) ao final do Ciclo de alfabetização do ensino Funda-
mental, os professores durante o Conselho de Clas-
se emitirão parecer conclusivo pela continuidade de 
estudos para todos alunos no Ciclo Intermediário.
(C) Nas escolas de ensino fundamental e eJa, será con-
siderado como desempenho escolar satisfatório, a 
nota igual ou superior a 7 (sete).
(d) o processo de avaliação deve ser contínuo e ter 
como base a visão global do aluno, subsidiado por 
observações e registros obtidos no decorrer do pro-
cesso, inclusive a frequência do aluno.
(e) a avaliação externa do processo de ensino e apren-
dizagem, de responsabilidade da unidade escolar, 
será realizada de forma contínua, cumulativa e sis-
temática, tendo como um dos seus objetivos, o diag-
nóstico da situação de aprendizagem de cada aluno.
59. a Gestão democrática, um dos títulos do Regimento 
Comum das unidades Municipais de arujá, tem como um 
de seus parceiros a apM – associação de pais e Mestres –, 
sobre quem é correto afirmar que
(a) é uma instituição de direito privado, criada com o 
objetivo específico de auxiliar a escola Municipal em 
sua gestão pedagógica, administrativa e financeira.
(B) para atingir seus fins, recebe colaborações ou taxas 
de caráter obrigatório, somente no início do ano letivo, 
no momento das matrículas.
(C) é um Colegiado de Gestão democrática, com a par-
ticipação de representantes da comunidade escolar, 
devendo conter, proporcionalmente, representantes 
de pais, professores e alunos.
(d) seus representantes, independentemente do segmen-
to que representem, serão renumerados de acordo 
com sua participação nas reuniões ordinárias, sendo 
vedado pagamento quando não comparecerem.
(e) é a instituição responsável para aprovar o Calendário 
escolar, observadas as normas e diretrizes propostas 
pela secretaria Municipal de educação de arujá – 
sMea e legislação pertinente.

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