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Pincel Atômico - 01/08/2024 11:15:53 1/4 CLAUDIANA ANDRADE DE PAULA Avaliação Online (SALA EAD) Atividade finalizada em 14/04/2023 23:10:26 (788186 / 1) LEGENDA Resposta correta na questão # Resposta correta - Questão Anulada X Resposta selecionada pelo Aluno Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA E A PRODUÇÃO DE TEXTOS [778281] - Avaliação com 10 questões, com o peso total de 50,00 pontos [capítulos - Todos] Turma: Graduação: Pedagogia - Grupo: MARÇO/2023 - PED/MAR23 [79975] Aluno(a): 91425109 - CLAUDIANA ANDRADE DE PAULA - Respondeu 8 questões corretas, obtendo um total de 40,00 pontos como nota [358460_112687 ] Questão 001 (ENEM - Adaptada) Um aspecto da composição estrutural que caracteriza o relato pessoal de A.P.S. como modalidade falada da língua é: vocabulário regional desconhecido em outras variedades do português. realização do plural conforme as regras da tradição gramatical. X predomínio de linguagem informal entrecortada por pausas. presença de frases incompreensíveis a um leitor iniciante. ausência de elementos promotores de coesão entre os eventos narrados. [358460_112757 ] Questão 002 (UNIFOR - CE) Analise os fragmentos textuais abaixo: Os textos I e II apresentam intertextualidade, que, para Julia Kristeva, é um conjunto de enunciados, tomados de outros textos, que se cruzam e se relacionam. Dessa forma, pode-se dizer que o tipo de intertextualidade do texto I em relação ao texto II é: X Paródia, pois a voz do texto II é retomada no texto I para transformar seu sentido, levando a uma reflexão crítica. Paráfrase, porque apesar das mudanças das palavras no texto I, a ideia do texto II é confirmada pelo novo texto. Epígrafe, pois o texto I recorre a trecho do texto II para introduzir o seu texto. Citação, porque há transcrição de um trecho do texto II ao longo do texto. Alusão, porque faz referência, de modo implícito, ao texto II para servir de termo de comparação. Pincel Atômico - 01/08/2024 11:15:53 2/4 [358460_112733 ] Questão 003 Medo de ser feliz De onde vem a sensação de que a nossa felicidade pode ser destruída a qualquer momento? (IVAN MARTINS) Por uma razão ou outra, a gente vive com medo. A sensação de que as coisas podem repentinamente dar errado faz parte da nossa essência, eu acho. Alguns a têm mais forte; outros, mais fraca. Mas a ansiedade essencial em relação ao futuro está lá, em todos nós – mesmo quando estamos apaixonados e contentes. Ou, sobretudo, quando apaixonados e contentes. [...] Já vi pessoas ficarem com tanto medo do futuro que detonam o presente. É uma espécie de pânico em câmera lenta. O sentimento de desastre iminente é tão forte, a sensação de insegurança é tão grande, que a pessoa conclui (mesmo que seja de maneira inconsciente) que é melhor chutar logo o pau da barraca e sair correndo, em qualquer direção – deixando para trás o relacionamento, o emprego, o futuro e tudo o mais que estava dando certo e por isso mesmo parecia estar sob ameaça. É uma piração, claro, mas gente normal faz essas coisas todos os dias. Existe uma coisa chamada medo de ser feliz. Não estou falando daquele clichê sobre as pessoas terem medo de se entregar ao sentimento do amor e por isso não darem bola ao que sentimos por ela. Em geral, essa situação esconde um equívoco: a pessoa em questão não sente nada relevante por nós, mas preferimos acreditar que ela tem “medo de amar”. É uma ficção que protege a nossa autoestima e rende uma boa história para contar aos amigos. Mas quase nunca é verdade. Existem, porém, pessoas tocadas por dores tão intensas, por experiências tão sofridas, que não conseguem evitar a sensação de que tudo de mau vai se repetir, de uma forma ou de outra, mais cedo ou mais tarde. Esse sentimento é ainda mais forte quando tudo vai bem e existe algo importante a ser perdido. Apaixonada e feliz, a pessoa começa a ser perseguida por seus medos. (COTEC) Em “A sensação de que as coisas podem repentinamente dar errado faz parte da nossa essência, eu acho.”, a expressão em destaque demonstra: que o autor não concorda com a afirmação feita anteriormente. uma certeza científica em relação ao que o autor afirma anteriormente. que o autor é uma autoridade nesse assunto. que várias pessoas compartilham da mesma opinião do autor em relação ao que foi dito. X que a afirmação anterior é uma consideração do autor. [358460_112771 ] Questão 004 (ENEM) Analise a charge abaixo: A tirinha denota a postura assumida por seu produtor frente ao uso social da tec-nologia para fins de interação e de informação. Tal posicionamento é expresso, de forma argumentativa, por meio de uma atitude: indignada, expressa pelos discursos diretos. X crítica, expressa pelas ironias. alienada, expressa pela negação da realidade. agressiva, expressa por contra-argumentos. resignada, expressa pelas enumerações. Pincel Atômico - 01/08/2024 11:15:53 3/4 [358460_112731 ] Questão 005 Analise as afirmações sobre o texto abaixo e marque a sequência correta: Tarde de verão, é levado ao jardim na cadeira de braços –sobre a palhinha dura a capa de plástico e, apesar do calor, manta xadrez no joelho. Cabeça caída no peito, um fio de baba no queixo. Sozinho, regala-se com o trino da corruíra, um cacho dourado de giesta e, ao arrepio da brisa, as folhinhas do chorão faiscando –verde, verde! primeira vez depois do insulto cerebral aquela ânsia de viver. De novo um homem, não barata leprosa com caspa na sobrancelha –e, a sombra das folhas na cabecinha trêmula adormece. Gritos: Recolha a roupa. Maria, feche a janela. Prendeu o Nero? Rebenta com fúria o temporal. Aos trancos João ergue o rosto, a chuva escorre na boca torta. Revira em agonia o olho vermelho –é uma coisa, que a família esquece na confusão de recolher a roupa e fechar as janelas? Trevisan, Dato In: Ah, é?. 2.ed. Rio de Janeiro: Record, 1994). I. O trecho apresenta sequência dissertativa argumentativa. II. Trata-se do um trecho de uma narrativa que apresenta elementos descritivos. III. A voz narrativa é de primeira pessoa. Trata-se de um narrador-personagem. IV. É possível perceber tanto a descrição objetiva quanto subjetiva no trecho transcrito. V, V, V, V F,V,V,V F,F,F,F X F, V,F,V V, F,V, F [358461_110190 ] Questão 006 Leia o Outdoor. (CONCURSO PÚBLICO – IFRO -2014) (Disponível em: http://catgrafica.com.br/?product=outdoor> Acesso em: 13 de maio de 2014) Considerando os propósitos comunicativos do texto, está correto afirmar que nele predomina a função poética. X referencial ou denotativa. conativa ou apelativa. metalinguística. fática. [358461_110198 ] Questão 007 (FGV / MP RJ Técnico do Ministério Público 2019/adaptada) Leia o texto. Assim que toca o sinal indicando o fim das aulas, um grupo de alunos sai correndo das salas. Eles não estão com pressa de ir embora, como seria de se esperar após nove horas e meia de atividade escolar, mas para ir ao pátio, onde vão ensaiar para a fanfarra ou treinar handebol. Em um colégio onde 30% dos alunos repetiam ou abandonavam os estudos, houve um receio inicial em aumentar o tempo de classe, com o período integral. A solução surpreendeu, fez aumentar o interesse dos jovens pelos estudos e melhorou os indicadores educacionais da unidade. O texto acima apresenta dois tipos de textos, que são: X narrativo / dissertativo-expositivo. dissertativo-argumentativo/ dissertativo-expositivo. descritivo / dissertativo-argumentativo. descritivo / dissertativo-expositivo. narrativo / descritivo. Pincel Atômico - 01/08/2024 11:15:53 4/4 [358461_110181 ] Questão 008 (Prefeituras e Câmaras Municipais do Trairi/Agreste Potiguar - 2018/adaptada) Leia o trecho da música a seguir para, com base nele, responder a próxima questão: Esmola Uma esmola pelo amor de Deus Uma esmola, meu, por caridade Uma esmola pro ceguinho, pro menino Em toda esquina tem gente só pedindo. Uma escola pro desempregado Uma esmola pro preto, pobre, doente Uma esmola pro que resta do Brasil Pro mendigo, pro indigente (...) (Samuel Rosa/Chico Amaral) Considerando a linguagem empregada notrecho da música apresentado, é correto afirmar que ela é pouco compreensiva e informal, já que contém vários desvios de gramática. imprópria para a representação de um gênero literário. crítica, porém não-coloquial, haja vista que é descuidada e cheia de repetições. X crítica, coloquial, compreensiva, portanto comunicável. pouco compreensiva e formal, já que segue as normas gramaticais. [358462_110227 ] Questão 009 (PUCPR/2016) Considere o seguinte texto: Desvio de conduta acadêmica: é a intenção de levar outras pessoas a pensarem que algo é verdadeiro quando não é. Assim sendo, envolve não apenas um ato ou uma omissão, mas também uma intenção deliberada do pesquisador, autor, editor ou editora. Refere-se usualmente à fabricação, falsificação, plágio ou a outras práticas que se desviam seriamente daquelas que são aceitas pela comunidade científica como íntegras para a proposição, condução e relato de pesquisa. COURY, Helenice J. C. G. Integridade na pesquisa e publicação científica. Rev. bras. fisioter. São Carlos, v. 16, n. 1, p. v-vi, fev. 2012. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-35552012000100001&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 06 maio 2016. Num trabalho acadêmico, a paráfrase coerente com esse texto, reafirmando seu sentido com palavras diferentes, é: X Coury (2012) refere-se ao desvio de conduta acadêmica na proposição, conduta e relato de pesquisa, como as que não são previstas nas práticas aceitas pela comunidade científica. Desvio de conduta acadêmica é a intenção de levar os outros a pensarem que algo é verdadeiro quando não é. Assim sendo, envolve não apenas um ato ou uma omissão, mas também uma intenção deliberada do pesquisador, autor, editor ou editora (COURY, 2012). Coury (2012) define desvio de conduta acadêmica como todo conjunto de práticas de pesquisa de profissionais que, propositalmente, são enganosas e estão em discordância daquelas admitidas pela comunidade científica. Coury (2012) define o desvio de conduta acadêmica como a intenção de levar os outros a pensarem que é verdadeiro algo que não é; portanto, envolve não somente um ato ou uma omissão, mas também um propósito deliberado de pesquisadores, autores, editores ou da editora. Desvio de conduta universitária, intenção de levar outras pessoas a pensarem que algo é verdadeiro quando não é, envolve uma ação não intencional do pesquisador, autor, editor ou editora (COURY, 2012). [358462_110183 ] Questão 010 (Pref. Itajaí/SC – UNISOCIESC/2017) A língua é um fato social e um ato individual. Contudo, sem o entendimento, por parte do interlocutor, daquilo que o emissor diz, a comunicação não se completa. O vínculo, estabelecido pela língua com seus falantes, que valoriza essa posição ativa de falante e ouvinte é: X Interação. A estruturação do pensamento crítico. Construção do pensamento. Domínio da estrutura linguística. Intertextualidade.