Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

BUSINESS INTELIGENCE – BI 
AULA 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Elizeu Barroso Alves 
 
 
Conversa inicial 
Depois de conhecermos algumas ferramentas de processamento de 
dados, que são as fontes de informações para soluções nas empresas, 
focaremos a base de qualquer organização: os processos. 
Discutiremos a implantação de reengenharia nos processos 
organizacionais, aqueles que são originados na necessidade de se atualizar e 
até mesmo radicalizar os desenhos de processo. Depois, trataremos do Ciclo 
PDCA, que é um ciclo que visa a melhoria contínua nas organizações. 
Assim, para que o Business Intelligence (BI) seja implantado com 
maestria, é necessário que a organização reveja todos os processos e os 
renove, muitas vezes, de forma radical, pois de nada adianta um BI capaz de 
trazer diversas soluções se seu cerne está baseado em processos errôneos ou 
desatualizados. 
Contextualizando 
Leia atentamente a situação-problema a seguir. 
Luiza Mary Alvarez está explanando para a sua equipe como será 
aplicado o ciclo PDCA nos processos de relacionamentos com os clientes. Ela 
está explicando a etapa em que serão escolhidas as pessoas mais capacitadas 
para desenvolver o ciclo, além de como selecionar quais métodos 
complementares serão utilizados e quais objetivos precisam de foco nesse 
momento, pois essa é a fase de identificar os problemas, hierarquizá-los e criar 
planos de ação para solucioná-los da melhor forma possível. 
Essa etapa trata de: 
 a) agir 
 b) fazer 
 c) migrar 
 d) checar 
 e) planejar 
Alternativa correta: e. É na etapa planejar que serão escolhidas as pessoas 
mais capacitadas para desenvolver o ciclo, além dos métodos complementares 
que serão utilizados e os objetivos que precisam de foco nesse momento, pois 
essa é a fase de identificar os problemas, hierarquizá-los e criar planos de ação 
para solucioná-los da melhor forma possível. 
 
 
3 
TEMA 1 – definição 
 
Crédito: Wright Studio/Shutterstock. 
Você deve se lembrar de que, anteriormente, tratamos de processos e 
de como o Business Intelligence (BI) potencializa a eficácia deles. Agora, 
trataremos da reengenharia dos processos. Ora, mesmo o software mais 
moderno de BI está fadado ao insucesso se os processos da empresa não 
forem bem definidos. 
Sabemos que uma das bases da implantação de um BI é a análise 
profícua dos processos, além da verificação do que pode ser potencializado, do 
que deve ser excluído e do que deve ser redesenhado. E é esse redesenho 
com foco na eficácia que chamamos de reengenharia de processos ou 
Business Process Reengineering (BPR). 
A reengenharia questiona toda a forma de trabalhar de uma 
organização, gerando uma redefinição total de processos. Por este 
motivo, a sua utilização e implementação precisa passar primeiro por 
um processo de definição de estratégia e recolhimento de 
informações sobre necessidades e expectativas dos stakeholders, a 
fim de mapear os processos que requerem melhorias. Feito isso, os 
gestores poderão vislumbrar quais são os pontos que devem ser 
otimizados e os que serão descartados, caso não tenham valor real 
para a organização. (Periard, 2011) 
E por que as empresas realizam essa ação de reengenharia? Para se 
manterem mais competitivas no mercado. Esse repensar os processos pode 
 
 
4 
ocorrer em diversas áreas da organização, como produção, atendimento ao 
cliente, comunicação, fluxo de informações, enfim, em qualquer processo em 
que seja necessária uma intervenção. 
Com isso, apontamos que a reengenharia tem muito a ver com 
qualidade e a assertividade nos processos. Assim, a empresa analisa o 
ambiente em que está inserida, ou seja, seus concorrentes, fornecedores, 
clientes etc., bem como analisa seus processos internos. Isso com o intuito de 
encontrar inconstâncias que atrapalham o seu desempenho ou, então, 
processos que, se repensados, podem trazer benefícios. 
Vejamos a seguir exemplos de reengenharia nas empresas, seus 
processos e como eles são executados. 
Quadro 1 – Exemplos de reengenharia nas empresas 
Processo Como 
Desenvolvimento de um 
novo produto 
Essa iniciativa geralmente acontece quando os 
produtos atuais já são bastantes conhecidos no 
mercado e a empresa quer oferecer algo novo para 
atender as expectativas dos clientes. 
Nesse sentido, a reengenharia de processos servirá 
para repensar o que a empresa tem oferecido e 
refletir sobre os resultados que poderão ser 
alcançados com essa novidade. 
Relacionamento com os 
clientes 
Outro exemplo de uso da reengenharia pode ser 
observado nas mudanças feitas no modo com que a 
empresa se relaciona com seus clientes. 
Se antes o relacionamento acabava com o 
fechamento do negócio, agora ele pode ser revisto a 
partir do desenvolvimento de estratégias que vão 
além do momento da compra. 
O jeito com que a empresa lida com reclamações e 
promove seus produtos e serviços pode ser 
redesenhado, deixando os clientes mais satisfeitos e 
fidelizados. 
Operações de produção Muitas empresas utilizam a reengenharia com o 
objetivo de otimizar a produção e melhorar a 
qualidade do serviço. 
Mudanças na disposição das máquinas, 
 
 
5 
equipamentos e postos de trabalho são feitas a fim de 
alcançar o máximo rendimento possível. 
Integração de sistemas Tem se tornado cada vez mais comum. 
Desenvolver um ambiente digital integrado é uma 
exigência do mercado atual. A intenção é criar um 
fluxo de trabalho mais simples e otimizado. 
As empresas vêm percebendo a necessidade de 
utilizar sistemas que conversem entre si. Isso facilita 
a troca de dados entre diferentes setores, o que 
aumenta a produtividade e reduz o número de 
conflitos. 
As informações, então, passam a circular com mais 
fluidez e agilidade. 
Fonte: adaptado de Doyle, 2019. 
Além das aplicações em setores e atividades, podemos também 
entender a aplicação da reengenharia em níveis de gestão de processo, 
operacional e na própria gestão de negócios. 
Vejamos: 
Quadro 2 – Níveis gerenciais e a reengenharia 
Processo Como 
Operacional As pessoas passam a trabalhar em equipes 
multifuncionais e as relações hierárquicas, que 
geralmente criam conflitos são eliminadas. O excesso 
de hierarquias, com grande diluição de 
responsabilidade, torna o processo decisório lento e 
burocratizado 
Gestão de processos Neste nível, ocorrem as maiores mudanças no que 
tange a aplicação das inovações tecnológicas. Os 
processos são todos integrados e informatizados. 
Gestão de negócios Neste nível ocorrem as maiores mudanças na 
empresa. Rompem-se as barreiras com clientes e 
fornecedores, e todos integrados, repensam os 
negócios, e até criam novos negócios e produtos. 
Fonte: adaptado de Periard, 2011. 
 
 
6 
Analisando os quadros 1 e 2, podemos sintetizar a reengenharia como o 
redesenho dos processos, no qual as empresas buscam sanar problemas e 
aumentar sua taxa de efetividade do negócio, ou seja, conduzir a empresa no 
intuito de obter maior eficiência nos processos, otimizando, muitas vezes, a 
mão de obra e revendo ou cortando custos. Vejamos, a seguir, um caso 
prático. 
Caso prático: exemplo mais específico de reengenharia em uma empresa 
de transporte de grãos 
Este é um dos mais claros exemplos de sucesso de reengenharia. 
Uma empresa de processamento de cereais percebeu que, devido às 
péssimas condições das estradas, quase 20% dos grãos colhidos nas áreas 
rurais se perdia no meio do caminho até os grandes centros de consumo. 
Para solucionar essa questão, a empresa recorreu à reengenharia de 
processos e concluiu que seria mais conveniente, do ponto de vista de custos, 
transferir as fábricas que processam os grãos para um local próximo aos 
grandes centros, resultando em perdas bem menores de mercadoria. 
Fonte: Doyle, 2019 
Note que a empresa de grãos citada chegou à conclusão de que havia 
muita perda ao longo da rota queutilizava e a saída para esse problema foi a 
transferência de local das fábricas. Em um primeiro momento, você deve 
pensar em um possível aumento de custo. Na verdade, isso não ocorre se 
pensarmos em longo prazo, visto que não está na alçada da empresa a 
solução das estradas. Mais importante do que saber o que é reengenharia é 
não a confundir com a metodologia de gerenciamento de processos. 
 
 
7 
TEMA 2 – DIFERENÇA ENTRE REENGENHARIA DE PROCESSOS E 
METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE PROCESSOS 
 
Crédito: SFIO CRACHO/Shutterstock. 
Bem, você já sabe o que é reengenharia. E o que é a metodologia de 
gerenciamento de processos? Você também já sabe, pois já abordamos esse 
assunto anteriormente. É o Business Process Management (BPM). 
A primeira metodologia contribui diretamente para a satisfação do 
cliente trabalhando nos específicos processos que precisam de 
mudança, priorizando-os. O que a reengenharia de processos traz é 
um estudo dos processos como um todo, removendo aqueles que 
não adicionam valor ao cliente e impedem o crescimento da empresa 
e redesenhando completamente os demais. (Veyrat, 2015) 
Vejamos o quadro a seguir, que sintetiza essa diferença. 
Quadro 3 – Níveis gerenciais e a reengenharia 
Metodologia de gerenciamento de 
processos 
Reengenharia de processos 
Foca mais na automação de 
processos, assim, seu risco é mais 
baixo. 
É mais arriscado e visa redesenhar a 
corporação de baixo para cima. 
Foca em um processo por vez, usando 
o que já existe. 
Apaga todos os processos, começando do 
zero com todos eles. 
Envolve gerenciamento e otimização. Envolve redesenho e mudanças radicais 
 
 
8 
nos processos. 
É importante que essa metodologia 
seja inserida na cultura da empresa, 
mas a mudança é gradual e, assim, 
mais fácil de seguir. 
Na reengenharia de processos, até 
mesmo a missão e visão da empresa 
podem ser reconsiderados, o que pode 
resultar em algum desconforto e 
dificuldade para os envolvidos. 
A mudança é gradual, cíclica e sem fim 
– para garantir a continuidade. 
A mudança acontece rapidamente e de 
uma vez – para evitar o apego às antigas 
maneiras. 
Fonte: adaptado de Veyrat, 2015. 
Analisando o quadro 3, vemos que a reengenharia vai além da simples 
revisitação aos processos: ela se dispõe a apagar todos os processos e a 
redesenhá-los. Diferentemente da metodologia de gerenciamento de 
processos, que fica mais na manutenção dos processos e aplica uma mudança 
de forma gradual. 
A seguir, veremos a aplicação da reengenharia em uma empresa de fast 
food. Note que os processos foram zerados, ou seja, iniciou-se do zero, o que 
difere da metodologia de gerenciamento de processos e de sua forma de 
aplicação gradual. 
Caso prático: exemplo mais específico de reengenharia em uma empresa 
de fast food 
Esta empresa utilizou essa metodologia para redesenhar a forma de 
entregar os seus produtos. 
Nesse tipo de estabelecimento, o processo funciona basicamente assim: 
 • cliente faz o pedido; 
 • o pedido chega até a cozinha; 
 • a refeição é preparada; 
 • por fim, a entrega é feita ao consumidor. 
O que essa empresa fez foi perceber que seria mais vantajoso para ela 
se os ingredientes fossem previamente preparados e chegassem prontos nos 
restaurantes fast food. 
Dessa forma, quando o cliente fizer o pedido, a cozinha economizará 
tempo no preparo. 
 
 
9 
Com essa mudança no processo, foi possível ter mais controle, reduzir o 
número de acidentes e erros e melhorar a satisfação dos funcionários e dos 
clientes. 
Fonte: adaptado de Doyle, 2019. 
Note que a reengenharia possui uma lógica de a) a empresa entender 
que deve mudar seus processos e b) de levantamento e análise da efetividade 
dos processos existentes para posteriores recriação e transição para uma nova 
lógica de trabalho. Uma lógica até então inédita para organização, e não uma 
mudança instrumental proposta pelo BPM. Inclusive a implantação de uma 
estratégia de reengenharia por ser oriunda uma análise do BPM, ou seja, a 
implantação de intervenções radicais no processo. 
TEMA 3 – PASSOS PARA A SUA REALIZAÇÃO 
 
Crédito: Tashatuvango/Shutterstock. 
Como utilizar a ferramenta de reengenharia, ou seja, como implantar 
essas mudanças na empresa? Já adiantamos que não é uma tarefa fácil; faz-
se necessário um conhecimento profundo dos processos da organização e de 
como eles ocorrem em suas mais diversas condições. 
Como o próprio nome sugere, a reengenharia trata de uma maneira de 
reorganizar e reestruturar todos os processos internos de uma empresa, com o 
 
 
10 
objetivo principal de alavancar ainda mais os resultados positivos e satisfatórios 
dela. Tem também como um de seus principais intuitos acabar com o 
comodismo e as rotinas administrativas que impedem as organizações de 
crescer e se desenvolver (Marques, 2019). 
Assim, para implantar a reengenharia é necessário seguir quatro passos. 
Vejamos o que sugere Marques (2019): 
Quadro 4 – Como aplicar a reengenharia organizacional em uma empresa 
Fase O que fazer 
Fase de organização O primeiro passo para implantar o conceito de 
reengenharia organizacional é descobrir e especificar, 
criteriosa e detalhadamente, todos os procedimentos e 
processos que a empresa executa diariamente e, 
principalmente, definir quais deles serão aperfeiçoados e 
o que será necessário para a conclusão da metodologia. 
Fase do planejamento Na segunda fase, é necessário planejar quais artifícios 
serão necessários para a implementação da 
reengenharia organizacional, ou seja, listar tudo o que 
será utilizado durante o procedimento: prazos, 
orçamentos, distribuição de tarefas e definir os 
profissionais necessários para cada etapa do processo. 
Fase de implantação Nesta fase, é hora de avaliar todas as atividades, 
rotinas, tarefas e recursos definidos durante a fase de 
avaliação, as principais deficiências, carências, falhas e 
oportunidades de melhorias e, em seguida, reorganizar e 
reestruturar todas essas rotinas de forma proveitosa 
para a empresa ou negócio. 
Fase de mensuração 
de resultados 
Na última fase, é feita a verificação dos resultados 
atingidos com a aplicação da reengenharia 
organizacional e a mensuração dos efeitos de cada 
mudança. Avaliar se as alterações foram assertivas e 
quais benefícios ela gerou para a empresa, seja 
lucratividade, agilidade nos processos, melhoria de 
performance, entre outros. 
Fonte: adaptado de Marques, 2019. 
 
 
11 
Como destaca o Quadro 4, tudo se inicia com uma análise criteriosa dos 
processos. Em outras palavras, deve-se mapear os processos buscando 
destacar suas forças e fraquezas. Um bom processo é aquele que gera valor 
para a empresa e cria um diferencial competitivo. 
Dessa forma, com essa análise é possível identificar tarefas e atividades 
desnecessárias e, assim, pode-se redesenhar os processos do zero e 
implementá-los na empresa, sempre com monitoramento. Assim, passa-se de 
uma identificação dos resultados oriundos dos processos existentes para a sua 
recriação. 
Com novos processos, é possível que haja uma geração de dados mais 
efetiva, que pode proporcionar maiores potencialidades de informações. 
Também, com processos eficazes, é possível a tomada de decisão de forma 
assertiva. Isso é tudo que preconiza o Business Intelligence (BI): 
As soluções de Business Intelligence podem influenciar diretamente a 
eficiência da gestão da empresa, minimizando os erros nos 
processos e consolidando um plano de negócios a partir de 
informações coerentes e confiáveis. Também por isso, o BI permite 
identificar com precisão qual é o perfil dos seus clientes, quais são 
suas necessidades e como você pode atender a essa demanda. 
(Sankhya, 2018) 
Vejamos a seguir a aplicação da reengenharia para a redução de custos. 
Redução de custos na organização empresarial 
Após uma reunião da diretoria com o departamento financeiro,foi 
constatado que houve gastos exorbitantes nos últimos meses. Os gastos fazem 
parte dos processos de vários departamentos. Utilizando a metodologia da 
reengenharia de processos, a redução de gastos pode ser alicerçada em 
quatro etapas: 
 • Preparação/Organização: nesta etapa, os gestores e stakeholders fazem 
um importante levantamento para definir quais são os gastos necessários e 
quais podem ser eliminados ou reduzidos. 
 • Planejamento: chegou o momento de estruturar como os gastos serão 
reduzidos. Aqui também é o momento para definir as funções dos profissionais 
envolvidos nesta tarefa e quais serão os recursos que deverão ser utilizados 
neste processo de redução de gastos. 
 • Implementação: a terceira etapa é a mais importante, pois é a etapa da 
reinvenção do processo em si – neste exemplo, a redução de gastos. É nesta 
 
 
12 
etapa que também são identificados os impactos das mudanças promovidas 
pela reengenharia de processo na organização empresarial. 
 • Avaliação: a última etapa é destinada para avaliar os resultados 
conquistados pela reengenharia de processos e se é necessário fazer alguns 
ajustes. Nesta etapa também é importante comunicar os resultados e manter 
as alterações promovidas – ou seja, manter os gastos controlados. 
Fonte: Marques, 2017. 
Agora, vejamos a aplicação no desenvolvimento de um novo produto. 
Desenvolvimento de um novo produto 
A organização empresarial tem uma gama de produtos bastante 
conhecidos no mercado. Porém, as mudanças neste mercado têm pressionado 
a empresa a oferecer um novo produto para atender às expectativas dos 
clientes. Com base nos pilares da reengenharia de processos, o 
desenvolvimento deste novo produto pode ser conduzido da seguinte maneira: 
 • Preparação/Organização: a partir do levantamento feito pelos gestores e 
stakeholders, as necessidades de desenvolver um novo produto foram 
identificadas. Além disso, os recursos que garantirão a realização deste 
processo já foram devidamente reservados. 
 • Planejamento: é hora de definir quem serão os responsáveis pelo 
desenvolvimento deste novo produto e quais serão suas respectivas tarefas. 
Outra atividade necessária nesta etapa é reservar os recursos que serão 
utilizados nesse processo. 
 • Implementação: este é o momento para identificar os pontos fortes e os 
pontos de melhoria do novo produto. É o momento também para fazer uma 
avaliação sobre os benefícios e o impacto deste novo produto tanto para a 
organização empresarial quanto para o mercado. 
 • Avaliação: a última etapa é para analisar quais foram os resultados 
obtidos com este novo produto, bem como entender qual foi o impacto gerado 
em outros setores e processos. Se os resultados forem positivos, este é o 
momento para incluí-lo nos processos da empresa. 
Fonte: Marques, 2017 
Ao analisarmos os dois últimos boxes, podemos ver a implantação da 
reengenharia para a melhoria dos processos, seja para reduzir custos, seja 
 
 
13 
para a solução de outro problema. Note que, na etapa de preparação 
(organização), levanta-se os dados relativos aos processos. Depois de 
distribuir as responsabilidades, o passo seguinte é implantar os novos 
processos e, posteriormente, monitorar e analisar os resultados obtidos. 
Marques (2019) também apresenta os seguintes benefícios da 
reengenharia: 
• Atualização de processos e recursos corporativos; 
• Redução de gastos; 
• Aumento dos resultados e de performance; 
• Melhora na execução de tarefas; 
• Modernização da gestão administrativa; 
• Resultados mensuráveis; 
• Oportunidade de crescimento e expansão empresarial; 
• Eliminação de erros, comportamentos e processos sabotadores. 
Outra forma de melhoria de processo é conhecida como Ciclo PDCA, 
que veremos a seguir. 
TEMA 4 – CICLO PDCA 
Como o PDCA é um ciclo, iniciaremos vendo como ele ocorre, ou seja, 
como o Plan, o Do, o Check e o Act atuam em conjunto para o controle e a 
melhoria dos processos. 
Figura 1 – Ciclo PDCA 
 
 
14 
 
Fonte: Fuganti, S.d. 
O PDCA, de uma forma sintetizada, pode ser concebido como um ciclo 
de quatro fases que se inicia na identificação do problema, passando pela 
elaboração e pela execução do plano. Depois é checar os resultados e refletir 
sobre a solução do problema. Vejamos a explicação de Fuganti (S.d.): 
O ciclo PDCA é uma ferramenta de gestão que tem como 
objetivo promover a melhoria contínua dos processos e de produtos. 
Isso ocorre por meio de um método interativo de 4 passos: Planejar 
(Plan), Desenvolver (do), Checar (check) e Agir (act). 
É um dos métodos mais conhecidos para auxiliar na solução de 
problemas de uma empresa. Uma vez que, seguindo seus passos, os 
objetivos da gestão poderão sair do papel. Até disso, o método 
permite ter seu processo de execução monitorado para que não se 
perca no caminho. 
O ciclo PDCA contribui na execução eficiente de qualquer 
planejamento nas empresas. Sua utilização no ambiente 
organizacional é um caminho para melhorar as atividades, os 
resultados e, consequentemente, para alavancar o desempenho de 
um negócio. 
No quadro a seguir, veremos o passo a passo do PDCA. 
Quadro 5 – Ciclo PDCA 
 
 
15 
Fase O que fazer 
(P) Planejar Vem do inglês, plan. No primeiro passo do ciclo, você irá 
criar uma estratégia que solucione os problemas 
previamente encontrados nas atividades. 
Para isso, é preciso ter uma equipe de projetos 
competente responsável por essa análise, que 
desenvolva o planejamento de acordo com um caminho 
que seja viável para a empresa. 
No planejamento, você escolhe quais pessoas são mais 
capacitadas para desenvolverem o ciclo, além de 
selecionar quais métodos complementares serão 
utilizados e quais objetivos precisam de foco naquele 
momento. 
Assim, você poderá identificar os problemas, 
hierarquizá-los e criar planos de ação para solucioná-los 
da melhor forma possível. 
(D) Fazer Vem do inglês, do. No segundo passo do ciclo, você vai 
executar o plano de ação que foi criado no passo 
anterior. Essa parte é crucial para o bom 
desenvolvimento da metodologia. Por isso, deve ser feita 
e analisada cautelosamente para evitar falhas e 
aumentar o sucesso das ações. 
É importante que o planejamento tenha sido feito 
detalhadamente e com calma para que não ocorram 
falhas no resto do processo. O fazer é a execução do 
plano criado e é também a etapa em que a equipe é 
treinada para que o método funcione. 
É importante anotar todos os resultados (bons ou ruins) 
e a data quando ocorreram, além de comunicar e treinar 
os colaboradores selecionados para as ações e seus 
prazos, podendo ser utilizadas técnicas de treinamento. 
Sem isso, não há como fazer PDCA passo a passo com 
o sucesso desejado. 
(C) Checar Vem do inglês, check. É o passo no qual a equipe checa 
 
 
16 
e analisa o que foi executado e os resultados obtidos de 
acordo com o plano de ação. 
Essa análise também pode ser desenvolvida durante 
todo o ciclo do plano, já que serve para a constante 
verificação do trabalho (se ele está sendo executado de 
forma correta) e também para seus resultados (quando 
se verifica estatisticamente seus dados, como falhas e 
erros.) 
É importante verificar se o que foi planejado já está 
sendo implantado, além de comparar os resultados entre 
o antes e o depois e o desenvolvimento do atingimento 
da meta proposta. 
Se os resultados colhidos na verificação não forem 
satisfatórios, é recomendado voltar à fase de 
planejamento. 
(A) Agir Vem do inglês, act. É o último passo do ciclo, que 
consiste em colocar em práticas as ações corretivas dos 
problemas. No passo anterior (checagem), serão 
identificados problemas e falhas que serão corrigidos 
neste passo. 
Quem realmente quer entender como fazer PDCA passo 
a passo, precisa ter em mente que esta é a hora de 
padronizar o processo, compartilhar o aprendizado com 
todosos envolvidos, refletir sobre o que pode ser 
alterado e fazer o PDCA girar novamente. 
Fonte: adaptado de Andrade, 2017. 
Com o uso do PDCA, a empresa terá uma ferramenta de muita 
importância na implantação do Business Intelligence (BI), pois, com essa 
ferramenta, a empresa pode localizar problemas, propor soluções e traçar 
metas, além de analisar os processos e estabelecer planos de ação. Depois, 
um passo importante é treinar todos os envolvidos e colocar em ação o plano 
de mudança dos processos. 
 
Camargo (2017) apresenta os benefícios do PDCA: 
 
 
17 
• Facilita a tomada de decisão; 
• Promove o trabalho em equipe através de brainstorming e 
resolução de problemas; 
• Busca a melhoria contínua, ou seja, ao invés de se conformar 
com o bom foca no melhor; 
• Aprendizado contínuo; 
• Evita que sejam implementadas soluções de baixa eficiência e que 
haja desperdício de tempo (temos algumas dicas para gestão de 
tempo); 
• Garante um diagnóstico apurado sobre os processos, tratando das 
falhas e procurando soluções continuamente; 
• Fornece um método padronizado para alcançar a melhoria 
contínua que pode ser usado por qualquer departamento para 
resolver problemas novos e recorrentes; 
• Torna os processos de gestão mais ágeis, claros e objetivos; 
• Padroniza a linguagem e a melhoria da comunicação; 
• Soluciona problemas com eficácia e inteligência. 
De nada adianta propor mudanças se a empresa não for capaz de 
mensurar o seu sucesso ou fracasso. Por isso, no PDCA há uma etapa de 
verificação do alcance dos objetivos dispostos no plano de ação, para que seja 
possível identificar o que está dando certo e o que precisa ser mudado. O 
mercado é dinâmico, e as empresas devem sempre atualizar seus processos. 
TEMA 5 – IMPLANTAÇÃO DO PDCA 
Já vimos que o PDCA é uma ferramenta muito importante para a 
implantação do Business Intelligence (BI), pois se refere a processos. As 
empresas devem se esforçar ao máximo para desenvolver processos eficazes, 
que sejam capazes de dotar o decisor com informações importantes para a 
tomada de decisão. Vejamos, a seguir, a implantação do PDCA. 
Figura 2 – Exemplos de aplicação do Ciclo PDCA 
 
 
18 
 
Fonte: Miranda, 2017. 
A Figura 2 aponta que a implantação do PDCA está na necessidade de 
a empresa identificar problemas que, geralmente, estão acoplados a 
processos. E todo o ciclo girará em torno dessa solução, no intuito de trazer 
maior dinamismo e eficiência à empresa. 
Vejamos, a seguir, um exemplo prático da implantação do PDCA: 
Exemplo de PDCA na prática 
Uma escola particular de ensino fundamental e médio precisa de uma 
reestruturação de sua gestão para ampliar o número de alunos e permitir a 
ampliação do atendimento da escola. Vejamos como isso é possível com o 
PDCA: 
Na primeira etapa é necessário definir as metas: 
 
 
19 
 • Aumentar o número de matrículas. 
 • Evitar a saída de alunos já matriculados. 
 • Diminuir a inadimplência no pagamento das mensalidades. 
 • Aumentar o número de professores qualificados e funcionários. 
 • Aumentar o acervo da biblioteca. 
Quais os métodos para atingir as metas? 
 • Aumentar a propaganda sobre o colégio, valorizando a estrutura e o 
corpo docente da escola. 
 • Ouvir críticas, reclamações e opiniões dos alunos para saber o que 
acham da escola e o que precisa melhorar nela e atender melhor suas 
necessidades e expectativas. 
 • Planejar e elaborar formas de pagamento de acordo com a situação de 
cada aluno e dos pais, buscando sempre chegar a um acordo bom para os dois 
lados. 
 • Buscar professores qualificados em suas disciplinas, evitando que 
professores deem aulas de disciplina que não de sua formação original. 
 • Treinar todos os colaboradores da escola de acordo com seus princípios 
e filosofia de trabalho. 
 • Possibilitar acesso a acervos de livros virtuais com auxílio de ferramentas 
tecnológicas como computadores e tablets. 
Na segunda etapa é preciso pôr em prática o planejamento. 
 • Desenvolver propagandas publicitárias que valorizam o colégio e sua 
estrutura. 
 • Criar parcerias para treinamento e capacitação dos professores e 
funcionários da escola. 
 • Disponibilizar espaços ou momentos para os alunos colocarem suas 
opiniões sobre a escola. 
 • Buscar fornecedores de computadores e tablets e fazer acordo para 
conseguir desconto sobre os produtos. 
 • Disponibilizar canais de renegociação de mensalidades em atraso. 
Na terceira etapa é hora de fazer uma verificação da situação. 
 • Avaliar o comprometimento de professores e funcionários com o 
desenvolvimento da escola. 
 
 
20 
 • Analisar o impacto da publicidade da escola se foi positiva ou não no 
sentido de trazer novos alunos. 
 • Avaliar o desempenho dos alunos para perceber áreas em que estejam 
com maior dificuldade. 
 • Analisar se o uso de tecnologias contribuiu de fato para melhoria da 
aprendizagem. 
 • Avaliar se houve aumento das matrículas, se não houve, repensar novas 
formas de trazer novos alunos para escola. 
 • Analisar se houve queda nas mensalidades atrasadas, se não, buscar 
novas formas de negociação. 
Na última fase é hora da ação. 
 • Buscar novas formas de propaganda através de redes sociais, rádios, 
televisão e internet como forma de divulgação da escola. 
 • Abrir canais de comunicação com os pais para buscar outras soluções a 
fim de evitar inadimplência. 
 • Rever metas e métodos de trabalho a fim de ajustá-los aos objetivos da 
escola. 
Para que as metas definidas sejam atingidas, é necessário repetir o ciclo 
quantas vezes for necessário até conseguir estruturar um plano de ação que 
consiga alcançar todos os objetivos. 
Para que o PDCA cumpra seu papel, é preciso ter liderança atuante e 
comprometida com a empresa e seus objetivos, além de um conhecimento 
técnico e aplicado, ou seja, ter uma base teórica que possa de fato ser aplicada 
para solucionar os problemas da empresa. 
Fonte: Novo Negócio, S.d. 
A implantação do PDCA deve levar em consideração as características 
da empresa e os objetivos almejados por ela, além do seu objetivo – em nosso 
caso, da disciplina – em relação à implantação do BI. Vale sempre lembrar que, 
como qualquer ferramenta de gestão, o engajamento das pessoas em sua 
execução é de total relevância para o seu sucesso. 
 
 
21 
Trocando ideias 
Agora, troque uma ideia com seus amigos no ambiente virtual dessa 
disciplina. Descreva quais fatos seriam importantes ou calamitosos na 
implantação do PDCA em uma empresa de móveis 
Na prática 
Para esta aula, você deverá analisar um estudo de caso proposto de 
acordo com critérios preestabelecidos. Em um primeiro momento será 
apresentado a você alguns motivos pelos quais as empresas quebram. 
Orientações: 
• leia o estudo de caso atentamente; 
• faça pesquisas no site da empresa sobre como ela se organiza; 
• identifique no texto desta aula os conceitos-chave que você utilizará, e 
tenha em mãos o material para realizar as tarefas; 
• bons estudos e bom trabalho. 
Por que as empresas quebram – parte 2 
Em nosso recente artigo, abordamos de forma genérica por que as 
empresas quebram, tendo como causa mãe a má gestão. Neste e nos 
próximos artigos, veremos outras fortes causas, todas derivadas da má gestão. 
A primeira delas refere-se ao fluxo de caixa. Há uma famosa expressão 
americana eu diz: “cash is king”, traduzindo: “o dinheiro é quem manda”. 
Com certeza, a principal preocupação do empresário, é ter dinheiro para 
garantir a sobrevivência e expansão do seu negócio. Para alcançar esse 
estágio, deverá possuir e pôr em prática pelo menos 2 habilidades: 
 1) Acompanhar com o máximo rigor e diariamente a vida financeira da 
empresa; 
 2) Tomar ações imediatase eficazes, tão logo note que o “caixa está a 
perigo”. 
Para praticar a segunda habilidade, há algumas estratégias, que abaixo 
descrevo, as quais se classificadas em três fontes: internas, junto aos clientes 
e junto aos fornecedores: 
Internas: 
 1. Gerar previsões de fluxo de caixa de curto e médio prazo, para prever 
problemas de caixa; 
 
 
22 
 2. Se imprescindível, fazer factoring em notas já faturadas para levantar 
capital; 
 3. Reduzir níveis de estoque através de vendas, oferecer estoque 
excedente para clientes selecionados, aumentar da taxa de rotatividade (giro) 
de estoque, utilizar o just in time, pedir para fornecedores aceitarem a 
devolução do estoque excedente, etc. 
 4. Redução de custos/despesas de forma generalizada e constante; 
 5. Eliminar horas extras, através de banco de horas e privilegiando a 
produtividade e os processos; 
 6. Vender ativos excedentes; 
 7. Se necessário, efetuar aporte financeiro junto aos acionistas. Evitar 
bancos; 
 8. Buscar investimentos externos através de investidores; 
 9. Equilibrar/conciliar pagamentos com recebimentos. 
Junto aos clientes: 
 10. Evitar aumentar preços; 
 11. Negociar, principalmente com os melhores clientes; 
 12. Analisar criteriosamente a situação dos clientes, para vender a quem 
paga; 
 13. Venda de produtos agregados, adicionais ou complementares; 
 14. Rever as condições de pagamento, privilegiando as vendas à vista; 
 15. Reduzir ao máximo inadimplência, com eficaz sistema de venda a prazo 
e cobrança; 
Junto aos fornecedores: 
 16. Desenvolver fornecedores verdadeiramente parceiros e sempre 
procurar alternativos; 
 17. Pagar fornecedores em quantidade maior possível de parcelas de 
parcelas, estimulando o item 9, acima. 
Fonte: Novo Dia, 2019. 
Análise do estudo de caso proposto1 
A. Tomando como base o texto, podemos perceber que é possível a 
implantação em uma reengenharia nos processos de relacionamento com os 
 
1 As respostas dessas questões estão na seção Respostas, após as Referências. 
 
 
23 
clientes. Inclusive o texto aponta alguns resultados dessa ação. Explicite 
como pode haver reengenharia nesse processo. 
B. Umas das possibilidades de uso do ciclo PDCA é o do, ou fazer. No texto, 
temos inúmeros exemplos dessa etapa. Descreva-a. 
FINALIZANDO 
Na raiz de um Business Intelligence (BI) eficiente, está uma organização 
que possui processos bem desenhados e atualizados para as diversas 
necessidades de informações e decisões da empresa. Assim, as organizações 
devem focar o modo como estão estruturados seus processos e quando é 
necessário fazer as devidas alterações. 
Uma forma de mudar os processos é utilizar a ferramenta de 
reengenharia, que vai além de uma simples revisitação aos processos. Ela os 
altera radicalmente, pois os apaga e os redesenha. E essa reengenharia pode 
ser fruto de uma aplicação do Ciclo PDCA, que é um instrumento de gestão 
que objetiva promover a melhoria contínua dos processos e dos produtos. 
Com isso, uma empresa que sempre revisita seus processos e os 
redesenha de acordo com a complexidade e o dinamismo do mercado possui 
grades chances de obter maiores vantagens competitivas do que seus 
concorrentes. 
REFERÊNCIAS 
ANDRADE, L. Melhore sua gestão imediatamente: aprenda como fazer PDCA 
passo a passo. Siteware, 12 dez. 2017. Disponível em: 
<https://www.siteware.com.br/metodologias/como-fazer-pdca-passo-a-passo/>. 
Acesso em: 3 dez. 2019. 
CAMARGO, R. F. Ciclo PDCA: do conceito à aplicação do famoso Plan Do 
Check Act (tudo sobre Ciclo de Deming). Treasy, 3 jul. 2017. Disponível em: 
<https://www.treasy.com.br/blog/ciclo-pdca/>. Acesso em: 3 dez. 2019. 
DOYLE, D. Exemplos de reengenharia nas empresas: confira 6 para se inspirar 
e utilizar nos negócios. Siteware, 21 mar. 2019. Disponível em: 
<https://www.siteware.com.br/metodologias/exemplos-de-reengenharia/>. 
Acesso em: 3 dez. 2019. 
 
 
24 
FUGANTI, C. Ciclo PDCA: o que é, como e porque usar. Carla Fuganti, S.d. 
Disponível em: <https://www.carlafuganti.com.br/ciclo-pdca-o-que-e-como-e-
porque-usar/>. Acesso em: 3 dez. 2019. 
MARQUES, J. R. Como aplicar o conceito de reengenharia organizacional na 
administração. IBC, 18 jun. 2019. Disponível em: 
<https://www.ibccoaching.com.br/portal/como-aplicar-o-conceito-de-
reengenharia-organizacional-na-administracao/>. Acesso em: 3 dez. 2019. 
_____. Confira alguns exemplos de reengenharia de processos que provam o 
sucesso da prática. IBC, 22 set. 2017. Disponível em: 
<https://www.ibccoaching.com.br/portal/metas-e-objetivos/confira-alguns-
exemplos-de-reengenharia-de-processos-que-provam-o-sucesso-da-pratica/>. 
Acesso em: 3 dez. 2019. 
MIRANDA, E. Ciclo PDCA: praticando o maravilhoso mundo da melhoria 
contínua. GP4US, 27 ago. 2017. Disponível em: 
<https://www.gp4us.com.br/ciclo-pdca-na-pratica/>. Acesso em: 3 dez. 2019. 
O QUE é Business Intelligence? (BI). Sankhya, S.d. Disponível em: 
<https://www.sankhya.com.br/blog/o-que-e-business-intelligence-bi/>. Acesso 
em: 3 dez. 2019. 
PDCA: conceito, como fazer, etapas e exemplo prático. Novo Negócio, S.d. 
Disponível em: <https://novonegocio.com.br/lideranca-e-
gestao/pdca/#Exemplo_de_PDCA_na_Pratica>. Acesso em: 3 dez. 2019. 
PERIARD, G. Reengenharia: o que é e como funciona. Sobre Administração, 
15 jun. 2011. Disponível em: 
<http://www.sobreadministracao.com/reengenharia-o-que-e-e-como-funciona/>. 
Acesso em: 3 dez. 2019. 
POR que as empresas quebram – parte 2. Novo Dia, 8 jan. 2019. Disponível 
em: <https://novodianoticias.com.br/2019/01/por-que-as-empresas-quebram-
parte-2/>. Acesso em: 3 dez. 2019. 
VEYRAT, P. O que é reengenharia de processos? Venki, 2 set. 2015. 
Disponível em: <https://www.venki.com.br/blog/o-que-e-reengenharia-de-
processos/>. Acesso em: 3 dez. 2019. 
 
 
 
25 
RESPOSTAS 
A. Outro exemplo de uso da reengenharia pode ser observado nas mudanças 
feitas no modo como a empresa se relaciona com seus clientes. Se antes o 
relacionamento acabava com o fechamento do negócio, agora ele pode ser 
revisto a partir do desenvolvimento de estratégias que vão além do 
momento da compra. O jeito com que a empresa lida com reclamações e 
promove seus produtos e serviços pode ser redesenhado, deixando os 
clientes mais satisfeitos e fidelizados. 
B. No segundo passo do ciclo, você executará o plano de ação que foi criado 
no passo anterior. Essa parte é crucial para o bom desenvolvimento da 
metodologia. Por isso, deve ser feito e analisado cautelosamente para evitar 
falhas e aumentar o sucesso das ações. É importante que o planejamento 
tenha sido feito detalhadamente e com calma para que não ocorram falhas 
no resto do processo. O fazer é a execução do plano criado, e é também 
onde a equipe é treinada para que o método funcione. É importante anotar 
todos os resultados (bons e ruins) e a data em que ocorreram, além de 
comunicar e treinar os colaboradores selecionados para as ações e seus 
prazos, podendo ser utilizadas técnicas de treinamento. Sem isso, não há 
como fazer PDCA passo a passo com o sucesso desejado. 
	Conversa inicial
	Contextualizando
	TEMA 1 – definição
	TEMA 2 – DIFERENÇA ENTRE REENGENHARIA DE PROCESSOS E METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE PROCESSOS
	TEMA 3 – PASSOS PARA A SUA REALIZAÇÃO
	TEMA 4 – CICLO PDCA
	TEMA 5 – IMPLANTAÇÃO DO PDCA
	Trocando ideias
	Na prática
	FINALIZANDO
	REFERÊNCIAS
	RESPOSTAS

Mais conteúdos dessa disciplina