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1 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
01/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
 
1. AREA: Enfermagem, Farmácia, Medicina 
2. DEFINIÇÃO: O carrinho de emergência é uma composição móvel, sequenciada que apresenta um 
conjugado de equipamentos, fármacos e outros materiais, indispensáveis para avaliação e tratamento das 
urgências e emergências, entre elas: parada cardiorrespiratória, monitoramento de vias aéreas, vascular e 
arterial (SILVA, et al. 2013; PONTES et al., 2010). 
3. EXECUTANTES: Auxiliares de Enfermagem, Enfermeiros, Médicos, Técnicos de Enfermagem 
4. OBJETIVOS: Facilitar o acesso ao indispensável, de forma a agilizar atendimento de urgências e 
emergência, bem como: 
 Padronizar os medicamentos, materiais e equipamentos constituintes do carrinho de emergência; 
 Padronizar rotinas de organização, checagem, testagem e limpeza do carrinho de emergência e de 
seus componentes acessórios (laringoscópios e outros); 
 Definir responsabilidades; 
 Oferecer assistência segura, eficiente e de qualidade aos pacientes atendidos. 
 Evitar o desperdício 
 
5. PÚBLICO ALVO PARA USO CARRINHO DE ERMERGÊNCIA: Pacientes das unidades básicas de 
saúde e pronto atendimentos que necessitem de atendimento emergencial, tais como: parada 
cardiorrespiratória; comprometimento nas vias aéreas/ventilação; instabilidade hemodinâmica progressiva; 
choque; hemorragia intensa, erupções cutâneas com comprometimento de vias aéreas, perda súbita do 
nível de consciência; convulsões; entre outros. 
2 
 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
02/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
6. ATRIBUIÇÕES 
Equipe Multiprofissional 
 Conhecer o conteúdo e a disposição de materiais e de medicamentos contidos no carro de 
emergência; 
 Realizar educação permanente junto a equipe; 
 Fazer notificação de qualquer evento adversos relacionados ao carrinho de emergência; 
Médico 
 Prescrever os medicamentos utilizados no atendimento, para a reposição do carro de emergência. 
Enfermeiro/Coordenador da unidade 
 Organizar o carro de emergência e seus componentes acessórios; 
 Elaborar escala de serviço para limpeza do carro de emergência e de seus componentes acessórios; 
 Monitorar o cumprimento das atividades pelos técnicos/auxiliares de enfermagem, conforme escala 
de serviço; 
 Realizar a testagem funcional do laringoscópio; 
 Conferir os lacres do carro de emergência (conferência diária dos medicamentos e dos materiais); 
 Listar, quantificar e repor os medicamentos e materiais do carro de emergência que foram 
utilizados; 
 Controlar periodicamente os materiais contidos no carro quanto a sua presença, quantidade e 
validade; 
 Propor educação permanente. 
 Dar baixa no sistema SW os materiais e medicamentos utilizados no atendimento; 
Técnico/Auxiliar de Enfermagem 
 Realizar a limpeza do carro de emergência e do desfibrilador (monitor, cabos e acessórios), conforme 
escala de serviço e/ou após o atendimento emergencial; 
 Auxiliar o enfermeiro na organização do carro de emergência. 
Farmacêutico/ Técnico em Farmácia 
 Dispensar os medicamentos padronizados para reposição do carro, mediante prescrição; 
 Controlar periodicamente os medicamentos contidos no carro de emergência quanto a sua presença, 
quantidade, características físicas e validade. 
 
3 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
03/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
7. A ORGANIZAÇÃO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA 
O carro de emergência deverá constituir-se de um armário móvel com gavetas suficientes para 
a guarda de medicamentos, materiais e de equipamentos a serem utilizados em situações de 
emergência e de urgência. A composição do carro de emergência quanto a estrutura e componentes 
deverá seguir a seguinte sequência 
1. Base superior: Desfibrilador, caixa com os laringoscópios; caixa com materiais de intubação 
(opcional); impressos de controles; 
2. Lateral: Tábua de compressão, suporte de soro e cilindro de oxigênio; 
3. Gavetas: 
NOMES DAS GAVETAS PRODUTO COR 
Medicamentos 
 
Medicação Tarja vermelha 
Materiais para acesso 
intravascular 
 
Circulação Tarja amarela 
Materiais para suporte 
ventilatório 
 
Vias Aéreas Tarja verde 
Material para cateterismo 
vesical e gástrico 
 
Complementares Tarja azul 
Soluções e outros 
 
Soros e soluções Tarja azul 
 
 
4 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
04/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
8. PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA 
É fundamental a padronização dos carros de emergência nas diferentes unidades hospitalares, com o 
objetivo de uniformizar o conteúdo, de acordo ao público ao qual se destina. Baseado no The Code Cart 
Statement da AHA, o carro de emergência deve ser dividido de acordo com quatro finalidades: avaliação 
diagnóstica; controle das vias aéreas; acesso vascular e controle circulatório; e, por último, 
medicamentos. O conteúdo deve ser classificado em níveis de prioridades a saber: 
 Nível 1: itens essenciais, que devem estar disponíveis imediatamente. 
 Nível 2: itens altamente recomendados, que devem estar disponíveis em, no máximo,15 
minutos. 
 Nível 3: itens recomendados, mas são opcionais. 
Caso os fármacos e os equipamentos classificados como nível 2 não possam estar disponíveis na 
unidade para acesso em até 15 minutos, devem permanecer nos carros de emergência. 
Todas as unidades de atendimento de pacientes devem ter carro de emergência disponível, em local de 
fácil acesso, de modo que possa ser deslocado rapidamente, e os profissionais de saúde que atuam no 
atendimento devem conhecer a disposição de seu conteúdo e ter habilidade em seu manuseio. 
A manutenção do carro de emergência, que sempre deve estar em perfeito estado e pronto para o uso, 
é de fundamental importância. Para tal, é imprescindível que, após cada uso, sejam realizadas a 
reposição e a conferência de todos os materiais e medicamentos; seja utilizado lacre de segurança, para 
assegurar a composição completa do carro de emergência; sejam feitos a conferência e o registro diários 
do lacre de segurança, além de teste do monitor/desfibrilador; sejam realizadas manutenções 
preventivas periódicas do monitor/desfibrilador; sejam verificadas e conferidas mensalmente as datas de 
validade dos materiais e medicamentos, bem como seja feita sua limpeza 
5 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
05/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
No quadro seguinte está apresentado sugestões e que devem ser planejadas de acordo com a realidade 
de trabalho de cada local, dispondo de um estoque mínimo de materiais e medicamentos, uma vez que o excesso 
ou a falta deles prejudicam o atendimento (Tabela 1). 
Quadro 1- Padronização do carro de emergência em unidades e ambulatórios 
FINALIDADE PRIORIDADE PACIENTES ADULTOS 
Avaliação e 
diagnóstico 
1 
 Desfibrilador externo automático; 
 material de proteção individual (luvas, máscaras e óculos); 
 monitor/desfibrilador com marca-passo externo (com monitorização nas pás com, no mínimo, três 
derivações e onda bifásica) 
2  Oxímetro de pulso 
3  Gerador de marcapasso; glicosímetro capilar 
Controle de 
vias aéreas 
1 
 Cânula orofaríngea (números 3 e 4); bolsa-válvula-máscara com reservatório de oxigênio 
 Tubo endotraqueal (números 6,0 a 9,0); cânula para traqueostomia (números 6,0 a 9,0) 
 Laringoscópio com lâmina curva números 3 e 4; máscara de oxigêniocom reservatório 
 Cânula nasal, tipo óculos; umidificador; nebulizador. 
2 
 Sonda nasogástrica número 16 ou 18; 
 capnográfo 
3  Máscara laríngea de adulto 
Acesso 
vascular e 
controle 
circulatório 
1 
 Cateter intravenoso periférico números 14, 16, 18, 
20, 22 
 Torneirinhas 
 Agulha de cateter intravenoso central (para caso de 
tamponamento e/ou pneumotórax hipertensivo) 
 Soro fisiológico 1.000 ml 
 Ringer com lactato 1.000 ml 
 Soro glicosado 5% 500 ml 
 Equipo macrogotas; equipo para 
hemoderivados 
 Bureta 
 Seringa de 3 ml, 5 ml, 10 ml e 20 ml 
 Agulha 40 ×12 ou 25×12, para 
aspiração 
 Gases 
 fita microporosa 
Medicamento
s 
1 
 Adenosina 
 Adrenalina 1 mg 
 Água destilada 10 ml (ampola); 
 Água destilada 250 ml (frasco) 
 Água destilada 500 ml (para nitroglicerina), frasco 
 Amiodarona; lidocaína 
 Aspirina 300 mg 
 Atropina 0,5 mg; 
 Betabloqueador (metoprolol) 
 Bicarbonato de sódio 
 Broncodilatador (fenoterol, salbutamol) 
 Cloreto de cálcio 
 Diazepam injetáveis 
 Fenitoína 
 Furosemida 
 Glicose 50% 
 Gluconato de cálcio; 
 Isossorbida também 
 Nitroglicerina 
 Nitroprussiato de sódio 
 Sulfato de magnésio 
2 Sonda nasogástrica número 16 ou 18; capnográfo 
3 
 Naloxone; 
 Pancurônio 
 Bloqueador de canal de cálcio 
(diltiazeme verapamil); Manitol 
 
6 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP- 36 
Revisão 
0 
Folha 
06/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
Abaixo segue as orientações para a utilização do carrinho de emergência e materiais pertinentes: 
a) O carrinho de emergência equipado deverá estar posicionado em local estratégico e de fácil 
acesso e mobilidade; 
b) As gavetas do carrinho de emergência 
deverão estar indicadas com fitas de cores 
padronizadas, com a descrição de suas 
receptivas composições; 
c) O carro de emergência enquanto não 
estiver em uso deverá permanecer sempre 
lacrado/fechado. A retirada do lacre deverá 
ocorrer mediante situações de atendimento as 
urgências e emergências clínicas, ou quando 
conferência/e ou auditoria e justificar o rompimento do lacre em planilha específica; 
d) Os medicamentos e os materiais com prazo de validade a vencer até 3 meses deverão ser 
substituídos; 
e) É recomendado que os materiais de oxigenação submetidos à desinfecção de alto nível 
(Exemplo: bolsa máscara ventilatória – AMBU; umidificador e máscara de oxigênio) fiquem em uma 
caixa específica situada sobre o carro de emergência, pelo fato de possuírem um prazo de validade 
menor; 
f) O teste funcional do laringoscópio deverá considerar: lâmpada com boa iluminação; ajuste 
perfeito do cabo e da lâmina e limpeza; 
g) A limpeza e desinfecção concorrente/terminal do carro de emergência deverá ser 
realizada com compressa úmida bem torcida com pouco sabão neutro (limpeza), seguido de 
Figura 1- Modelo de identificação das gavetas por 
cores. 
 
Fonte: Mariza Faedrich 
 
 
 
7 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
07/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
compressa úmida bem torcida (remoção do sabão e resíduos), finalizando com compressa 
limpa embebida 
em álcool 70% (desinfecção); A desinfecção concorrente do laringoscópio (diária), deverá ser realizada 
com compressa embebida com álcool 70%, concomitantemente a sua testagem funcional; 
h) A limpeza e desinfecção do laringoscópio contaminado deverá seguir os passos do 
Procedimento Operacional Padrão “Limpeza e desinfecção do laringoscópio” (APENDICE B) 
i) Os laringoscópios testados e desinfetados deverão ser armazenados em uma caixa limpa e 
seca, situada sobre a base superior do carro de emergência, com as pilhas do lado de fora; 
j) Os registros de controles de testagem do carro de emergência e de seus componentes 
acessórios deverão ser feitos em impressos específicos; 
k) A listagem dos itens (descrição e quantidades de medicamentos e materiais) presentes no carro 
de emergência, assim como os impressos de controle e testagem, deverão estar em uma pasta, 
localizada em sua base superior; 
l) Os medicamentos e materiais utilizados no atendimento às urgências/emergências clínicas 
deverão ser repostos o mais rápido possível; enquanto os materiais não forem repostos, o enfermeiro 
responsável deverá lacrar as gavetas, registrar os materiais e medicamentos repostos e não repostos; 
m) A limpeza e desinfecção terminal do carro de emergência e de seus componentes acessórios 
deverão ocorrer logo ao término do atendimento. 
 
9. ROTINA DE CONFERÊNCIA E TESTAGEM DO CARRO DE EMERGÊNCIA 
 
 O carro de emergência e seus componentes acessórios deverão ser checados periodicamente 
quanto à sua integridade/funcionamento: Unidades do carro de emergência Atividade/Periodicidade. 
(ANEXO A) 
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
08/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
Quadro 2- Conferência do carrinho de Emergência 
 
UNIDADES DO CARRO DE 
EMERGÊNCIA 
 
ATIVIDADE 
 
PERIDIOCIDADE RESPONSÁVEL 
 
Carro de Emergência 
 
 
 
 
 
 
Controle diário de 
medicamentos e 
materiais – quantidade 
e validade. 
 
 
Início de cada plantão 
(matutino, vespertino e 
noturno). 
 
Servidor da equipe 
de enfermagem 
conforme escala 
Conferência dos lacres 
(controle diário de 
medicamentos e 
materiais). 
 
Início de cada plantão 
(matutino, vespertino e 
noturno). 
 
Servidor da equipe 
de enfermagem 
conforme escala 
Controle periódicos dos 
medicamentos 
(quantidade e validade). 
 
Mensal Servidor da equipe 
de enfermagem 
conforme escala ou 
farmacêutico 
 
Laringoscópios 
 
Teste funcional do 
laringoscópio. 
 
Início de cada plantão 
(matutino, vespertino e 
noturno). 
Servidor da equipe 
de enfermagem 
conforme escala 
 
Cilindros de Oxigênio 
 
Conferência 
(quantidade e 
calibragem). 
 
 
Início de cada plantão 
(matutino, vespertino e 
noturno). 
 
Servidor da equipe 
de enfermagem 
conforme escala 
OBS: A conferência do carrinho de emergência nas UBS, podem ser realizados, semanalmente ou 
quinzenalmente conforme pactuado com a coordenação de acordo com a utilização do mesmo. 
 
 
9 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
09/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
10. Conferência do Cilindro de Oxigênio Portátil 
10.1 Verificar a cada plantão a presença do cilindro de O2, e de seus acessórios 
10.2 Verificar a cada plantão a quantidade de gás e a data de validade do cilindro 
10.3 Abrir lentamente a válvula do cilindro no sentido anti-horário 
10.4 Verificar se existe vazamento aparente. Caso exista, fechar novamente a válvula do cilindro e 
comunicar imediatamente a Manutenção 
10.5 Verificar o valor indicado no manômetro da válvula reguladora de pressão 
10.6 A pressão indicada do manômetro deve ser minimamente de 20 bar (kgf/cm2 ) em cilindros de 
oxigênio de 1m3 , para maior segurança no atendimento inicial às emergências e no transporte 
intrahospitalar 
10.7 Solicitar substituição do cilindro a Manutenção quando a pressão indicada no manômetro estiver 
próxima a 20 bar (kgf/cm2 ) 
10.8 Após a conferência do manômetro, abrir o fluxômetro, para testar saída de gás; 
10.9 Após os testes, fechar o fluxômetro e a válvula do cilindro. 
Figura 02- Cilindro de oxigênio e acessórios 
 
Fonte: Consermed, 2020. 
10 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
10/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
 
 
11. ROTINA DE LIMPEZA CONCORRENTE E TERMINALO carrinho de emergência deverá ser submetido as rotinas de limpeza concorrente e terminal nos prazos 
definidos. E quando a limpeza for realizada o profissional deverá anotar em planilha própria a data, o 
horário, a limpeza concorrente/terminal, a assinatura/carimbo do profissional. (ANEXO B) 
 
UNIDADES DO CARRO DE 
EMERGÊNCIA 
 
 
LIMPEZA / DESINFECÇÃO 
CONCORRENTE 
 
LIMPEZA / DESINFECÇÃO TERMINAL 
 
Carro de Emergência 
 
 
1 vez ao dia (externamente) 
 
 
1 vez por mês (externo e interno) 
 
Laringoscópios 
 
 
1 vez por plantão 
 
_______ 
 
OBSERVAÇÃO QUANTO OXIGÊNIO 
a) As unidades assistenciais devem dispor de cilindros de oxigênio para transporte de pacientes 
b) O fluxômetro é instalado pela enfermagem 
c) Pontos de assistência que não dispõe de rede de gazes medicinais precisam de cilindro de 
oxigênio para atendimentos emergenciais; 
d) Não compete à equipe de Enfermagem a instalação ou troca de válvulas reguladoras de 
pressão com manômetro (Parecer COREN-SP 016/2013) 
 
11 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
11/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
12. MEDICAÇÕES QUE DEVEM COMPOR O CARRINHO DE EMERGÊNCIA 
1º GAVETA - MEDICAÇÃO 
Nº ID PRINCÍPIO ATIVO APRESENTAÇÃO QUANTIDADE 
1 72 Acido Acetil Salicílico AAS 100mg CPR 10 
2 113 Adrenalina 1mg/mL 1mL AMP 10 
3 815 Água bidestilada _5mL AMP 20 
4 78 Aminofilina 24mg/ml 10mL AMP 2 
5 422 Amiodarona 50mg/mL 3mL AMP 3 
6 110 Atropina 0,25mg/mL 1mL AMP 5 
7 1516 Bicarbonato de sódio 8,4% (1mEq/mL) 
10mL 
AMP 2 
8 101 Clonidina 0,100mg CPR 10 
9 112 Deslanosideo 0,2mg/mL 2mL AMP 2 
10 114 Dexametasona 4mg/mL 2,5mL FR/A 3 
11 1683 Dextrocetamina 50mg/mL 10mL FR/A 1 
12 34 Fenitoina 50mg/mL 5mL AMP 5 
13 67 Fenobarbital 100mg/mL 2mL AMP 3 
14 482 Fentanila 0,05mg/mL 10mL FR/A 1 
15 129 Furosemida 10mg/mL 2mL AMP 5 
16 393 Gliconato de cálcio 10% 10mL AMP 3 
17 138 Glicose hipertônica 25% 10mL AMP 5 
18 139 Glicose hipertônica 50% 10mL AMP 5 
19 141 Heparina 5000UI/0,25mL SC AMP 2 
20 448 Hidralazina 20mg/mL 1mL AMP 2 
21 143 Hidrocortisona 500mg pó liofilizado FR/A 3 
22 361 Isossorbida 5mg sublingual (Isordil) CPR 10 
23 149 Lidocaina 2% s/ vasoconstritor 20mL FR/A 2 
24 1547 Metoprolol 1mg/mL 5mL AMP 2 
25 296 Midazolan 5mg/mL 3mL AMP 3 
26 345 Prometazina 25mg/mL 2mL AMP 3 
27 412 Succinilcolina 100mg pó liofilizado FR/A 1 
28 109 Sulfato de magnésio 10% 10mL AMP 3 
 Fonte: Relação Municipal De Medicamentos Essenciais REMUME, 2019 
12 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO- 
PADRONIZAÇÃO DO CARRINHO DE 
EMERGÊNCIA 
Data 
01/09/2021 
Numero 
POP-36 
Revisão 
0 
Folha 
12/12 
Data para revalidação 
01/09/2023 
2º GAVETA –CIRCULAÇÃO 
Produto Quantidade 
Agulha 13 x 4,5 3 
Agulha 25 x 7 3 
Agulha 25 x 8 3 
Agulha 40 x 12 3 
Cateter Radiopaco 
(Angiocath) 14G 
2 
Equipo Macrogotas 2 
Esparadrapo 1 
Gaze Estéril 3 
Gel para Transmissão 1 
Jelco ou abocath nº 22 1 
Jelco ou abocath nº 20 1 
Jelco ou abocath nº 18 1 
Lâmina de Bisturi 2 
Micropore (opcional) 1 
Scalp nº 23 1 
Scalp nº 21 1 
Scalp nº 19 1 
Seringa 1 ml 3 
Serinha 3 ml 3 
Seringa 5 ml 3 
Seringa 10 ml 3 
Seringa 20 ml 3 
Solução Fisiológica 
0,9% 100 ml 
1 
Solução Fisiológica 
0,9% 250 ml 
1 
Solução Fisiológica 
0,9% 100 ml 
1 
3º GAVETA – VIAS AÉREAS 
Produto Quantidade 
Cânula Guedel 
70MM ‘1 
1 
Cânula Guedel 
90MM ‘3 
1 
Cânula Guedel 
110MM ‘5 
1 
Cadarço 1 
Cateter de 
aspiração nº 12 ou 
14 
2 
Fio Guia 2 
Luva Estéril nº 7,5 1 
Luva Estéril nº 8,0 1 
Luva Estéril nº 8,5 1 
Kit Ambu c/ 
Máscara Adulto 
2 
Kit Ambu c/ 
Máscara Infantil 
2 
Kit Laringoscópio 
Completo c/ PAS 
1 
Máscara de 
Oxigênio 
(nebulização 
contínua) 
2 
Sonda 
Endotraqueal ‘3,5 
S/BL 
1 
Sonda 
Endotraqueal ‘5 
1 
Sonda 
Endotraqueal ‘7 
1 
Sonda 
Endotraqueal ‘9 
1 
Umidificador 2 
4º GAVETA – COMPLEMENTARES 
Produto Quantidade 
Estetoscópio 
Infantil 
1 
Estetoscópio 
Adulto 
2 
Esfigmomanômetro 
Adulto 
1 
Esfigmomanômetro 
Infantil 
1 
Esfigmomanômetro 
Obeso 
1 
Fluxômetro O2 1 
Oxímetro de Pulso 2 
Termômetro 
Infravermelho 
1 
COMPLEMENTARES 
Produto Quantidade 
Estetoscópio 
Infantil 
1 
Estetoscópio 
Adulto 
2 
Esfigmomanômetro 
Adulto 
1 
Esfigmomanômetro 
Infantil 
1 
Esfigmomanômetro 
Obeso 
1 
Fluxômetro O2 1 
Oxímetro de Pulso 2 
Termômetro 
Infravermelho 
1 
 
 
OBS: Essas listas poderão ser construídas/adaptadas conforme a necessidade do serviço. 
 
13 
 
 
ANEXO A 
ROTINA DE CONFERENCIA E TESTAGEM DO CARRINHO DE EMERGENCIA 
 
FONTE: EBSERH, 2018 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www2.ebserh.gov.br/documents/147715/0/Protocolo+Carro+de+emerg%2B%C2%ACncia.pdf/edd8c0d1-1ea4-45db-8bbb-7b3e24993a76
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ANEXO A 
ROTINA DE CONFERENCIA E TESTAGEM DO CARRINHO DE EMERGENCIA 
UTILIZADO 
 
 
FONTE: EBSERH, 2018 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www2.ebserh.gov.br/documents/147715/0/Protocolo+Carro+de+emerg%2B%C2%ACncia.pdf/edd8c0d1-1ea4-45db-8bbb-7b3e24993a76
15 
 
APÊNDICE A 
 
INDICAÇÃO, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E CUIDADOS REFERENTES AS MEDICAÇÕES 
DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA 
MEDICAÇÃO INDICAÇÃO VIA DE ADMINISTRAÇÃO/CUIDADOS 
AAS Antiplaquetário VO 
Adenosina Antiarritmico IV aspirar e injetar em bólus sem diluição. 
Adrenalina (epinefrina) Estimulante cardíaco, broncodilatador, 
vasopressor 
SC, IM ou IV diluído em soro. Deve ser feita lentamente. 
Podem ocorrer isquemia tecidual e necrose se houver 
infiltração pelo uso endovenoso periférico 
Aminofilina Broncodilatador, antiasmático IV diluir em soro fisiológico ou soro glicosado lentamente 
(5 a 10 minutos) 
Amiodarona Antiarrítmico IV diluido em soro glicosado 5% lentamente 
Atropina Antiarritmico, antiespasmodico IV aspirar e injetar em bolus 
Bicarbonato de Sódio Acidose metabólica por choque ou 
desidratação 
IV direto ou diluir em soro fisiológico ou soro glicosado 
Clonidina (atensina) Hipertensor, analgésico Uso oral, anti hipertensivo. Uso injetável , analgésico 
Deslanósideo Antiarritmico, cardiotônico IM nas nádegas. Intravenosa direto 
Dexametasona 
(decadron) 
Antiflamatório, imunossupressor, 
antialérgico 
 IM ou IV 
Diazepam Ansiolítico, anticonvulsivante IM, IV direto 
Dobutamina Vasopressor, estimulante cardíaco IV diluído em cloreto sódio 0,9%; glicose 5% 
Dopamina Vasopressor, estimulante cardiaco, choque IV diluído em cloreto de sódio 0,9% ou glicose 5% 
Fenitoína (hidantal) Antiepiléptico, Anticonvulsivante, 
antiarrítmico 
Via intravenosa diluído em cloreto de sódio 0,9%. 
Fenobarbital 
(gardenal) 
Anticonvulsivante, sedativo IM, IV: infusão lenta 
Fentanila (fentanil) Analgésico Opioide IM, IV . Injeção muito rápida pode provocar rigidez 
torácica e muscular, broncoconstrição ou laringoespasmo. 
Furosemida Diurético, anti-hipertensivo IM, IV 
Gluconato de Ca PCR com hipocalcemia IV de administração lenta. Se infiltrar provoca esclorese 
da veia e necrose tecidual 
Heparina Anticoagulante SC, recomenda não aspirar e não massagear o local da 
aplicação para evitar trauma do tecido 
IV, diluir em cloreto de sódio 0,9% ou glicose 5% 
Hidralazina Vasodilatador, anti-hipertensivo IM, IV lento 
Hidrocortisona Antiflamatório, imunossupressor, 
antialérgico 
IM, IV 
Isossorbida (isordil) Antianginoso, vasodilatador VO, IV diluir em cloreto de sódio 0,9% ou glicose 5% 
Ketamina (cetamina) Anestésico geral IV diluir em cloreto de sódio 0,9% ou glicose 5% lento 
Lidocaína (xylocaina) Antiarrítmico IV lento 
Metoprolol Antianginoso, anti-hipertensivo VO, IV 
Midazolam (dormonid) Sedativo, anticonvulsivante IM, IV 
Prometazina (fenergan) Antialérgico, antiemético, antivertigonoso, 
sedativo hipnótico 
IM profunda. IV não é recomendado 
Succinilcolina Bloqueadores e neuromusculares IM nas nádegas. EV direto de 10 a 30segundos 
FONTE: Medicina Net / Guia de remédios (substâncias ativas) 
 
 
 
16 
 
 
APÊNDICE B- POP LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE LARINGOSCÓPIO 
Limpeza e Desinfecção do Laringoscópio 
Conceito: Processo pelo qual se elimina sujidade e reduz carga microbiana de artigos semicríticos 
Responsável pela prescrição: 
 Enfermeiro 
Responsável pela execução: 
Enfermeiro, auxiliar/técnico de enfermagem e 
acadêmicos de enfermagem sob a supervisão do 
professor e/ou responsável. 
Finalidades: 
 Remover sujidades; 
 Reduzir carga microbiana; 
 Prevenir infecções relacionadas a 
assistência à saúde. 
 
Contraindicações/Restrições 
 Limpeza da lâmina do laringoscópio com a 
lâmpada; 
 Limpeza dos cabos em água corrente ou 
imersão; 
 Limpeza dos cabos com as pilhas. 
Materiais 
 Equipamentos de Proteção Individual – EPI – (avental, luvas de procedimento (2), máscara cirúrgica 
e óculos de proteção) 
 Bandeja com o laringoscópio (cabo e lâmina) contaminado 
 Compressas limpas (4) 
 Sabão líquido 
 Álcool a 70% 
 Água corrente 
Descrição dos Procedimentos Justificativas 
1.Higienizar as mãos. 1.Evitar a transmissão de microorganismo. 
2.Reunir os materiais. 2.Economizar tempo. 
3.Colocar os materiais na bancada limpa da pia do 
expurgo. 
3.Facilitar a execução do procedimento. 
4.Colocar os EPIs. 4.Proteção do profissional. 
5.Retirar as pilhas do cabo do laringoscópio. 
Reservar as pilhas em local limpo. 
5.Prevenir danos a Lâmpada. 
6.Desconetar as partes do laringoscópio: Lâmina, 
cabo e lâmpada, mantendo-os no interior da cuba 
rim. 
6.Facilitar a limpeza da lâmpada. 
7.Umedecer 2 compressas, uma somente com água, 
e a outra com água e sabão líquido. 
7.Permitir a execução do procedimento 
8.Friccionar a parte externa do cabo com compressa 
úmida ensaboadas, até a remoção de toda a 
sujidade. 
8.Remover sujidades. Prevenir danos ao cabo. 
FONTE: EBSERH, 2018. 
17 
 
 
APÊNDICE C- PLANILHA DE CONTROLE DE ABERTURA DO CARRO DE 
EMERGÊNCIA 
 
DATA 
 
 
Nº LACRE 
ROMPIDO 
 
Nº LACRE NOVO 
 
MOTIVO ABERTURA 
 
ASSINATURA/ 
CARIMBO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 
 
 
APÊNDICE D- PLANILHA DE CONTROLE DE LIMPEZA DO CARRO DE 
EMERGÊNCIA 
 
DATA 
 
 
HORÁRIO 
 
LIMPEZA CONCORRENTE/TERMINAL 
 
ASSINATURA/ 
CARIMBO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
REFERENCIAS: 
 
1. BERNOCHE, C. et al. Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e 
Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia - 
2019. Arq. Bras. Cardiol., São Paulo , v. 113, n. 3, p. 449-663, Sept. 2019. 
Disponível em: 
¸http://publicacoes.cardiol.br/portal/abc/portugues/2019/v11303/pdf/11303025.pdf> 
Acesso em 13/10/2020. 
 
2. CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. COREN-SP. Parecer 
n. 037/2013. Disponível em: 
http://portal.corensp.gov.br/sites/default/files/parecer_coren_sp_2013_37.pdf. 
 
3. Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH. Protocolo Assistencial 
Multiprofissional Carro de Emergência. 28 p. 2018. Disponível em: 
http://www2.ebserh.gov.br/documents/147715/0/Protocolo+Carro+de+emerg%2B%C
2%ACncia.pdf/edd8c0d1-1ea4-45db-8bbb-7b3e24993a76> Acesso em:16/09/2020 
 
4. Guimarães, HO; et al. Manual de Medicina Intensiva. São Paulo: Atheneu; 2015 
5. HC-UFTM. Núcleo de Protocolos Assistenciais Multiprofissionais do HCUFTM 
Protocolo Assistencial Multiprofissional: Carro de Emergência – Serviço de Educação 
em Enfermagem da Divisão de Enfermagem do, Uberaba, 2018. 25p. 
 
6. LONDRINA, Relação Municipal de Medicamentos Essenciais -REMUME, 2019 
55p. 
 
7. Neto AS, Dias RD, Velasco IT. Procedimentos em Emergências. 2ª Ed. São Paulo: 
Manole; 2016 
 
8. PONTES, V. O.; FREIRE, I. L. S.; MENDONÇA, A. E. O.; SANTANA, S. S.; TORRES, 
G. V. Atualização bibliográfica sobre protocolos para instituição dos carros de 
emergência. FIEP BULLETIN – V. 80 - Special Edition - ARTICLE II – 2010. Disponível 
em: http://www.fiepbulletin.net/index.php/fiepbulletin/article/viewFile/1676/3265. 
 
9. SILVA, H. C.; SILVA, A. K. M.; DANTAS, R. A. N.; PESSOA, R. L.; MENEZES, R. M. 
P. Enfermaria Global. Carros de emergência: disponibilidade dos itens essenciais em 
um hospital de urgência norteriograndense. v. 31, Jul., p. 187-196, 2013. 
 
10. UNA SUS- Módulo 7: Linha de Cuidado nas Urgências/Emergências Cárdio e 
Neurovasculares. Unidade 1: Cuidado de Enfermagem nas Emergências 
Cardiovasculares. Disponível em: < 
https://unasus2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/14685/mod_resource/content/2/un01/to
p03p03.html> Acesso em 13/10/2020. 
 
http://portal.corensp.gov.br/sites/default/files/parecer_coren_sp_2013_37.pdf
http://www2.ebserh.gov.br/documents/147715/0/Protocolo+Carro+de+emerg%2B%C2%ACncia.pdf/edd8c0d1-1ea4-45db-8bbb-7b3e24993a76
http://www2.ebserh.gov.br/documents/147715/0/Protocolo+Carro+de+emerg%2B%C2%ACncia.pdf/edd8c0d1-1ea4-45db-8bbb-7b3e24993a76
https://unasus2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/14685/mod_resource/content/2/un01/top03p03.html
https://unasus2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/14685/mod_resource/content/2/un01/top03p03.html

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