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Infarto Agudo do Miocárdio ALINE DA SILVA ARAUJO MAGDA SOARES DA SILVA PROFº: WANDERLEY SOUTO Endocárdio Epicárdio Coronária ATP PH CKMB Troponinas Histamina, NO, PGE2 K+ Arritmias Inflamação, dor Lesão Radicais Livres FISIOPATOLOGIA: Infarto Agudo do Miocárdio Idade: o risco aumenta para homens acima de 45 anos ou para mulheres acima de 55 anos (ou após a menopausa). História familiar de doença arterial coronariana (DAC): O risco aumenta se o pai ou um irmão foi diagnosticado com DAC antes de 55 anos de idade, ou a sua mãe ou uma irmã foi diagnosticada com DAC antes de 65 anos de idade. Sexo: Homens tem maior predisposição a desenvolver doenças cardiovasculares. Ansiedade e Síndrome do Pânico Dores Musculares Gastrite e Úlcera Gástrica Pneumonia e Bronquite Embolia Pulmonar, Derrame Pleural Refluxo Gástrico-esofágico Pancreatite Esofagite Se apresenta como uma dor no meio ou à esquerda do peito, tipo aperto, pressão ou peso, muitas vezes com irradiação para o braço esquerdo, mandíbula e/ou costas. A dor é desencadeada por esforço físico, estresse emocional ou após uma refeição exagerada. A angina do infarto apresenta piora gradual e é normalmente acompanhada de suores, falta de ar, palidez, inquietação e por vezes, náuseas e vômitos. Ao contrário da angina estável, no infarto, a dor dura vários minutos e não há alívio com repouso. DIAGNÓSTICO DO IAM O atendimento inicial do paciente é realizado através da anamnese e do exame físico. Por meio desses procedimentos é possível suspeitar de IAM, e enquanto obtém-se a anamnese, procede à realização do eletrocardiograma (ECG), que em até 50% dos casos fecha o diagnóstico. Há casos que a história clínica é fortemente sugestiva, mas o ECG não é conclusivo, sendo necessário à realização de exames de sangue com dosagem dos marcadores de necrose miocárdica. A avaliação laboratorial baseia-se na determinação de macromoléculas intracelulares na circulação, que extravasam das células miocárdicas fatalmente lesadas. Enzima Creatina Quinase (CK) Aspartato- Aminotransferase (AST) Lactato-desidrogenase (LDH) Tropina T e Tropina I (TnT, TnI) Mioglobina Seguir uma dieta balanceada, rica em frutas e verduras. Com baixa quantidade de gorduras e sal. Perder peso, em caso de obesidade ou sobrepeso. Parar de fumar. Praticar atividades físicas regularmente, sob orientação médica. Tratar adequadamente doenças como o colesterol alto, hipertensão arterial e diabetes mellitus. Cuidados de Enfermagem com IAM A assistência de enfermagem no IAM é de grande importância, devendo o enfermeiro estar atento: • As alterações eletrocardiográficas; • Pressão arterial; • Frequência cardíaca e queixas de dor precordial; • Deve-se manter no paciente a oxigênioterapia e um acesso venoso calibroso. Assistência de enfermagem durante a angioplastia: • Durante a angioplastia o enfermeiro deverá retirar próteses dentária; • Investigar história de alergias; • Preparar a via de acesso, realizar a assepsia, dispor os campos cirúrgicos e preparar o instrumental cirúrgico; • Normalmente o procedimento é realizado por via Radial ou Femoral; • Cabe ao enfermeiro fornecer todo material necessário durante o procedimento. • Checar e administrar anticoagulante quando solicitado; • Estar atento às intercorrências que podem acontecer, tais como, taquicardia ventricular, parada cardiorespiratória, bradicardia, hipotensão entre outros. Assistência de enfermagem após angioplastia • Orientar o paciente quanto ao repouso, cuidados com o curativo e dieta; • Quando o procedimento for realizado pela via radial deve-se retirar o introdutor assim que finalizado o procedimento e realizar curativo compressivo mantendo-o por duas horas. Em seguida desapertá-lo e verificar perfusão e pulso; • Quando o procedimento for realizado por via femoral, o introdutor será retirado após cinco horas, o paciente deve ser orintado quanto ao repouso e manter restrição do membro durante esse período; • Após cinco horas, retirar o introdutor e manter compressão manual por aproximadamente vinte minutos para hemostasia, logo após, realizar curativo compressivo em regiao inguinal, orientando o paciente à retirá-lo no dia seguinte. Referências BRANDl, D. L. Infarto agudo do miocárdio. Revista UNIPLAC, 5(1), 2017. HALL, J. E. Guyton e Hall tratado de fisiologia médica. Elsevier Brasil. 2017. MOORE, K. L., DALLEY, A. F., & AGUR, A. M. Anatomia orientada para a clínica (pp. 944-947). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. PIEGAS, L. S., Timerman, A., Feitosa, G. S., Nicolau, J. C., Mattos, L. A. P., Andrade, M. D., ... & Mansur, A. P. V Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre tratamento do infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST. Arquivos brasileiros de cardiologia, 105(2), 1-121, 2015. image2.jpeg image11.jpeg image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.jpeg image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.jpeg image26.jpeg image27.png image18.jpeg image19.png image20.png image21.png image22.png image23.png image24.png image25.png image28.png image29.png image30.jpeg image31.jpeg image40.png image41.png image42.png image43.png image44.jpeg image32.png image33.png image34.png image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image45.png image46.png image47.jpeg image48.png image49.png image50.jpeg image51.png image52.png image53.jpeg image54.jpeg image55.png image56.png image57.jpeg image58.png image59.jpeg image60.png image61.jpeg image70.png image71.png image72.png image73.png image74.png image75.png image76.png image77.jpeg image62.png image63.png image64.png image65.png image66.png image67.png image68.png image69.png image1.jpeg