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Parada Cardiorrespiratória Uma parada Cardiorrespiratório é a ausência de atividade mecânica cardíaco, que é confirmado pela ausência de pulso detectável, ou paciente não reativo e apneia ou respiração agônica ou gasping. Gasping é um padrão respiratório caracterizado por respiração agônica, ineficaz, com movimentos de curta duração, também descritos como respiração ruidosa, espasmos respiratórios etc. Gasping é uma última medida que o corpo adota para tentar se salvar. Os ritmos cardíacos que podem ser observados na parada cardíaco incluído nos seguintes: ● Taquicardia ventricular sem pulso (TVSP) , ele o ECG exibir complexo QRS alargado e regular, uma velocidade superior a 120bpm. ● A Fibrilação ventricular (FV) , qual como deflexões caóticas irregulares, variação eles formatam e altura, são observados não eletrocardiograma, não há contração ventricular coordenada. ● Assistência , na qual não há atividade elétrica. ● Atividade elétrica sem pulso (AESP) qual é visível atividade elétrica não eletrocardiograma, mas os pulsos centrais estão ausentes. A TVSP e VF são ritmos chocáveis. Isto significa a aplicação de um choque não coração por meio de desfibrilador pode resultar cessação desse ritmo. A assistolia e AESP são ritmos não chocáveis. *Estima- se a maioria das PCR eles ambiente extra- hospitalar seja eles decorrência de ritmos de VF e TVSP, o reflete um evento súbito e devido, eles grande parte a arritmias resultado de quadros isquêmicos agudos. Em ambiente hospitalar, a AESP e assistolia responda pela maioria dos casos, o que reflete a clínica externa progressiva. Podendo apresenta nos primeiros minutos após uma PCR. Suporte Avançado de Vida Cardiovascular(SAVC) Vias Aéreas – Away – Abertura de vias aéreas Devemos manter as vias aéreas superiores abertas em pacientes inconscientes usando manobras de inclinação da cabeça – elevação do queixo, onde podem ser usados dispositivo orofaríngea ou tubo nasofaringea. E podendo ser usado( máscara laríngea e tubo orotraqueal) Respiração – Breath onde se deve monitorar e adequação da ventilação e da oxigenação por meio de: Critério clínicos(expansividade do tórax, e sinais de cianose) Capnografia quantitativa em forma de onda. Saturação de oxigênio. Evita ventilação excessiva Circulação – Circulation Ó acesso preferencial para administração, das drogas é venoso e periférico. Se dificuldade, opte por acesso intraósseo. Drogas: ● Vasopressor: Epinefrina é a droga de escolha. Esse medicamento causa vasoconstrição periférico desvia ó fluxo gerado pela massagem cardíaco para órgãos como cérebro e coração (aumentando a pressão de perfusão cerebral e coronariana). ● Antiarrítmicos: A amiodarona ou a lidocaína pode Ser utilizado. Essas drogas aumenta a chance de retorno circulação espontânea eles pacientes com refração FV/TVS Paria (que não responde a RCP+ desfibrilação + vasopressores) · Em pacientes sem acesso venoso ou intraósseo algumas drogas podem ser administradas pelo tubo orotraqueal. São elas atropina epinefrina na lidocaína e naloxona. · O socorrista deve tentar entender as causas da PCR(5H´s e 5T´s) Ritmo Chocavel e Não Chocavel FV e TVSP A prioridade deve Ser a desfibrilação (em geral, 200J não bifásico e 360 J. não monofásico). Após o choque as compressões torácicas devem ser iniciadas novamente por 2 minutos. Após ó 2° choque é ó momento ideal para uma aplicação fazer vasopressor (epinefrina 1mg 4), que deve continuar sendo administrado a cada 3- 5 minutos. Se FV/TVSP persistir, proceder-se um novo choque seguido de PCR DURANTE 2 minutos. Nesse caso, considera- se FV/TVSP refratária e é indicado ó uso de amiodarona 300mg 4 eles bolo. Se após 3- 5 minutos ainda mantiver ritmo FV/TVSP, nova dose de amiodarona 150mg está indicado. *A lidocaína Pode Ser utilizado não lugar a amiodarona (dose inicial de 1 a 1,5 mg/kg, posteriormente repetir com 0,5 a 0,75 mg/kg até a dose cumulativa de3mg/kg). Como funciona a Cardioversão? A cardioversão elétrica interrompe taquiarritmias decorrentes de reentrada. O choque transtorácico despolariza todo o miocárdio e deixa o coração momentaneamente refratário à repetição da despolarização. Com isso, o marca-passo intrínseco mais rápido, geralmente o nó sinoatrial, reassume o controle do ritmo cardíaco. No entanto, a cardioversão elétrica é menos efetiva na interrupção de taquiarritmias decorrentes do automatismo, pois o ritmo de retorno tem grande probabilidade de ser uma taquiarritmia automática. No caso das taquiarritmias, com exceção da fibrilação ventricular, o choque deve ser sincronizado ao complexo QRS (denominado cardioversão elétrica), uma vez que o choque que incide durante o período vulnerável (próximo ao pico da onda T) pode induzir FV. Na FV, a sincronização do choque ao complexo QRS não é necessária e nem possível. O choque aplicado sem sincronização ao complexo QRS é denominado desfibrilação com CD. Em casos de cardioversão elétrica eletiva, os pacientes devem permanecer em jejum por 6h a 8h. Isso evita a possibilidade de aspiração. É necessário anestesia geral breve ou analgesia IV e sedação. Devem estar presentes equipamento e pessoal para manter as vias respiratórias. Após a confirmação da sincronização ao complexo QRS no monitor, o choque é aplicado. O nível de energia mais apropriado varia de acordo com a taquiarritmia tratada. A eficácia da cardioversão aumenta com o uso de choques bifásicos, em que a polaridade da corrente é invertida em parte do percurso através da onda de choque. A cardioversão elétrica também pode ser aplicada diretamente sobre o coração durante a toracotomia ou uso de cateter eletrodo intracardíaco. Nessas condições, são necessários níveis mais baixos de energia. Quais são os riscos desse tratamento? Nesse tipo de procedimento as complicações são pequenas. Envolvem extrassístoles atriais e ventriculares e sensibilidade muscular. Com menor frequência, mas com maior probabilidade, se os pacientes tiverem função ventricular esquerda marginal ou necessidade do uso de múltiplos choques, a cardioversão precipita lesão de miócitos e dissociação eletromecânica. Assistolia e AESP. Nesses ritmos não chocáveis desenvolvimento se promover PCR de qualidade, aplicar como drogas indicadas e procurar identificar e tratar as causas reversíveis. A única droga obrigatoriamente infundida é a epinefrina 1mg 4, iniciado imediatamente após a identificação do ritmo e repetida a cada 3- 5 minutos Complicações pós-PCR Cuidados pós-PCR image2.png Parada Cardiorrespiratória Uma parada Cardiorrespiratório é a ausência de atividade mecânica cardíaco, que é confirmado pela ausência de pulso detect á vel, ou paciente n ã o reativo e apneia ou respira çã o ag ô nica ou gasping. Gasping é um padrão respiratório caracterizado por respiração agônica, ineficaz, com movimentos de curta duração, também descritos como respiração ruidosa, espasmos respiratórios etc. Gasping é uma última medida que o corpo adota para tentar se salvar. Os ritmos cardíacos que podem ser observados na parada cardíaco incluído nos seguintes: ? Taquicardia ventricular sem pulso (TVSP) , ele o ECG exibir complexo QRS alargado e regular, uma velocidade superior a 120bpm. ? A Fibrilação ventricular (FV) , qual como deflexões caóticas irregulares, variação eles formatam e altura, são observados não eletrocardiograma, não há contração ventricular coordenada. ? Assistência , na qual não há atividade elétrica. ? Atividade elétrica sem pulso (AESP) qual é visível atividade elétrica não eletrocardiograma, mas os pulsos centrais estão ausentes. A TVSP e VF são ritmos chocáveis. Isto significa a aplicação de um choque não coração por meio de desfibrilador pode resultar cessação desse ritmo. A assistolia e AESP são ritmos não chocáveis. *Estima - se a maioria das PCR elesambiente extra - hospitalar seja eles decorrência de ritmos de VF e TVSP, o reflete um evento súbito e devido, eles grande parte a arritmias resultado de quadros isquêmicos agudos. Em ambiente hospitalar, a AESP e assistolia responda pela maioria dos casos, o que reflete a clínica externa progressiva. Podendo apresenta nos primeiros minutos após uma PCR. Suporte Avançado de V ida Cardiovascular ( SAVC) Vias Aéreas – Away – Abertura de vias aéreas Devemos manter as vias aéreas superiores abertas em pacientes inconscientes usando manobras de inclinação da cabeça – elevação do queixo, onde podem ser usados dispositivo orofaríngea ou tubo nasofaringea. E podendo ser usado( máscara laríngea e tubo orotraqueal) Respiração – Breath onde se deve monitorar e adequação da ventilação e da oxigenação por meio de: Crit é rio clínicos(expansividade do tórax, e sinais de cianose) Capnografia quantitativa em forma de onda. Saturação de oxigênio. Evita ventilação excessiva Circulação – Circulation Ó acesso preferencial para administração, das drogas é venoso e periférico. Se dificuldade, opte por acesso intraósseo. Drogas: ? Vasopressor : Epinefrina é a droga de escolha. Esse medicamento causa vasoconstrição periférico desvia ó fluxo gerado pela massagem cardíaco para órgãos como cérebro e coração (aumentando a pressão de perfusão cerebral e coronariana). ? Antiarrítmicos : A amiodarona ou a lidocaína pode Ser utilizado. Essas drogas aumenta a chance de retorno circulação espontânea eles pacientes com r efração FV/TVS P a ria (que não responde a RCP+ desfibrilação + vasopressores ) Parada Cardiorrespiratória Uma parada Cardiorrespiratório é a ausência de atividade mecânica cardíaco, que é confirmado pela ausência de pulso detectável, ou paciente não reativo e apneia ou respiração agônica ou gasping. Gasping é um padrão respiratório caracterizado por respiração agônica, ineficaz, com movimentos de curta duração, também descritos como respiração ruidosa, espasmos respiratórios etc. Gasping é uma última medida que o corpo adota para tentar se salvar. Os ritmos cardíacos que podem ser observados na parada cardíaco incluído nos seguintes: ? Taquicardia ventricular sem pulso (TVSP) , ele o ECG exibir complexo QRS alargado e regular, uma velocidade superior a 120bpm. ? A Fibrilação ventricular (FV) , qual como deflexões caóticas irregulares, variação eles formatam e altura, são observados não eletrocardiograma, não há contração ventricular coordenada. ? Assistência , na qual não há atividade elétrica. ? Atividade elétrica sem pulso (AESP) qual é visível atividade elétrica não eletrocardiograma, mas os pulsos centrais estão ausentes. A TVSP e VF são ritmos chocáveis. Isto significa a aplicação de um choque não coração por meio de desfibrilador pode resultar cessação desse ritmo. A assistolia e AESP são ritmos não chocáveis. *Estima- se a maioria das PCR eles ambiente extra- hospitalar seja eles decorrência de ritmos de VF e TVSP, o reflete um evento súbito e devido, eles grande parte a arritmias resultado de quadros isquêmicos agudos. Em ambiente hospitalar, a AESP e assistolia responda pela maioria dos casos, o que reflete a clínica externa progressiva. Podendo apresenta nos primeiros minutos após uma PCR. Suporte Avançado de Vida Cardiovascular(SAVC) Vias Aéreas – Away – Abertura de vias aéreas Devemos manter as vias aéreas superiores abertas em pacientes inconscientes usando manobras de inclinação da cabeça – elevação do queixo, onde podem ser usados dispositivo orofaríngea ou tubo nasofaringea. E podendo ser usado( máscara laríngea e tubo orotraqueal) Respiração – Breath onde se deve monitorar e adequação da ventilação e da oxigenação por meio de: Critério clínicos(expansividade do tórax, e sinais de cianose) Capnografia quantitativa em forma de onda. Saturação de oxigênio. Evita ventilação excessiva Circulação – Circulation Ó acesso preferencial para administração, das drogas é venoso e periférico. Se dificuldade, opte por acesso intraósseo. Drogas: ? Vasopressor: Epinefrina é a droga de escolha. Esse medicamento causa vasoconstrição periférico desvia ó fluxo gerado pela massagem cardíaco para órgãos como cérebro e coração (aumentando a pressão de perfusão cerebral e coronariana). ? Antiarrítmicos: A amiodarona ou a lidocaína pode Ser utilizado. Essas drogas aumenta a chance de retorno circulação espontânea eles pacientes com refração FV/TVS Paria (que não responde a RCP+ desfibrilação + vasopressores)