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Provas e formas especiais do Casamento
Provas do casamento
Art. 1.543. O casamento celebrado no Brasil prova-se pela certidão do registro. Art. 1.536. Do casamento, logo depois de celebrado, lavrar-se-á o assento no livro de registro.
Prova supletória
Art. 1.543, Parágrafo único. “Justificada a falta ou perda do registro civil, é admissível qualquer outra espécie de prova”. Não sendo possível comprovar, poder-se-á provar o casamento por qualquer outra forma conforme art. 1.543, parágrafo único do CC. 
CPC, art. 369. “As partes têm o direito de empregar todos os meios legais, bem como os moralmente legítimos, ainda que não especificados neste Código, para provar a verdade dos fatos em que se funda o pedido ou a defesa e influir eficazmente na convicção do juiz”.
O casamento celebrado no Brasil prova-se pela certidão do registro (CC, art. 1.543). Certidão de casamento com base do art. 1.536.
Prova supletória: não sendo possível assim comprovar, e surgindo dúvida quando à existência do matrimônio, somente em razão da perda ou falta do registro civil poder-se-á provar o casamento por qualquer outra forma (CC, art. 1.543, parágrafo único).
Essa prova supletória faz-se, assim, em duas fases: na primeira, prova-se o fato que ocasionou a perda ou a falta do registro; na segunda, se satisfatória a primeira, admitidas	serão as outras, como testemunhas,	registros em carteiras	de trabalho e em passaportes, certidão de nascimento de filhos etc. (GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito de Família. Vol. 6. São Paulo: Saraiva.
Posse do estado de casados
Como decorrência de segurança jurídica, admite-se prova do casamento de pessoas que, tendo convivido na posse do estado de casadas e constituído prole, não possam mais manifestar vontade, por morte ou outra circunstância impeditiva. Trata-se, a “posse do estado de casadas”, de uma situação de fato em que há a nítida aparência da existência e validade da relação matrimonial, atuando ambos os “possuidores” desse estado com animus de consortes (GAGLIANO, Pablo Stolze; FILHO, Rodolfo Pamplona). 
Posse do estado de casados: “Posse do estado de casados é a situação de duas pessoas que vivem como casadas (more uxorio) e assim são consideradas por todos. É, em suma, a situação de duas pessoas que vivem publicamente como marido e mulher e assim são reconhecidas pela sociedade” (GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito de Família). 
Requisitos para a demonstração da posse de estado de casados de acordo com Eduardo de Oliveira leite. 
Nomen ou nominatio: pelo fato de um cônjuge utilizar o nome do outro.
Tractatus ou tractatio: pois os cônjuges se tratam como se fossem casados.
Fama ou reputatio: diante do reconhecimento geral, da reputação social, de que ambos são casados.
Prova indireta de casamento: Art. 1.545. O casamento de pessoas que, na posse do estado de casadas, não possam manifestar vontade, ou tenham falecido, não se pode contestar em prejuízo da prole comum, salvo mediante certidão do Registro Civil que prove que já era casada alguma delas, quando contraiu o casamento impugnado.
Art. 1.546. “Quando a prova da celebração legal do casamento resultar de processo judicial, o registro da sentença no livro do Registro Civil produzirá, tanto no que toca aos cônjuges como no que respeita aos filhos, todos os efeitos civis desde a data do casamento”. Sentença declaratória com retroação (efeitos ex-tunc). 
Art. 1.547. Na dúvida entre as provas favoráveis e contrárias, julgar-se-á pelo casamento, se os cônjuges, cujo casamento se impugna, viverem ou tiverem vivido na posse do estado de casados.
IN DUBIO PRO MATRIMONIO: Se houver dúvidas entre as provas favoráveis e contrárias à celebração do casamento, dever-se-á admitir sua existência (in dubio pro matrimonio), “se os cônjuges, cujo casamento se impugna, viverem ou tiverem vivido na posse do estado de casados”. 
Art. 1.547. “Na dúvida entre as provas favoráveis e contrárias, julgar-se-á pelo casamento, se os cônjuges, cujo casamento se impugna, viverem ou tiverem vivido na posse do estado de casados”.
“Não é possível utilizar a regra do in dubio pro casamento para sanar vícios que incidam sobre a sua validade, tendo como único desiderato comprovar a existência do matrimônio, quando o juiz estiver em estado de perplexidade perante a prova produzida” (Cristiano chaves de farias)
Formas especiais do Casamento
Casamento religioso com efeitos civis
A Constituição Federal assegura a todos o direito de credo. A validade civil do casamento religioso está condicionada à habilitação e ao registro no Registro Civil das Pessoas Naturais, “produzindo efeitos a partir da data de sua celebração” (CC, art. 1.515). 
“O registro do casamento religioso submete-se aos mesmos requisitos exigidos para o casamento civil” (CC, art. 1.516).
Duas espécies:
[A] Com prévia habilitação (art. 1.516, § 1º do CC). 
[B] Com habilitação posterior à celebração religiosa (art. 1.516, § 2º do CC). 
Em ambas, portanto, exige-se o processo de habilitação.
O registro “submete-se aos mesmos requisitos exigidos para o casamento civil” (art. 1.516). 
Art. 1.515. O casamento religioso, que atender às exigências da lei para a validade do casamento civil, equipara-se a este, desde que registrado no registro próprio, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração.
Art. 1.516. O registro do casamento religioso submete-se aos mesmos requisitos exigidos para o casamento civil.
· § 1º. O registro civil do casamento religioso deverá ser promovido dentro de noventa dias de sua realização, mediante comunicação do celebrante ao ofício competente, ou por iniciativa de qualquer interessado, desde que haja sido homologada previamente a habilitação regulada neste Código. Após o referido prazo, o registro dependerá de nova habilitação.
· § 2º. O casamento religioso, celebrado sem as formalidades exigidas neste Código, terá efeitos civis se, a requerimento do casal, for registrado, a qualquer tempo, no registro civil, mediante prévia habilitação perante a autoridade competente e observado o prazo do art. 1.532.
· § 3º. Será nulo o registro civil do casamento religioso se, antes dele, qualquer dos consorciados houver contraído com outrem casamento civil.
Casamento em caso de moléstia grave
Moléstia grave deve ser de tal ordem que inviabilize a locomoção ou a remoção do enfermo, sem maior risco para a sua saúde, não significando que se encontre em morte iminente, mas que esteja em risco de vida, ainda que esta se prolongue por certo tempo (Madaleno, Rolf. Direito de família). 
A regra do art. 1.539 do Código Civil só se aplica em hipóteses nas quais se caracterize moléstia grave, que efetivamente impossibilite o nubente de aguardar a celebração futura do casamento, em lugar diverso daquele em que se encontra, não sendo aconselhável a sua locomoção. Moléstia grave deve ser reputada aquela que pode acarretar a morte do nubente em breve tempo, embora o desenlace não seja iminente, e cuja remoção o sujeita a riscos (GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito de Família).
Pressupõe-se que já estejam satisfeitas as formalidades preliminares do casamento.
No caso de moléstia grave, a habilitação foi feita, mas, por conta de grave doença, tornou-se impossível o comparecimento à solenidade matrimonial. Em virtude, pois, da moléstia que o acomete, o nubente não pode deslocar-se ao salão de casamentos, solicitando, assim, que a própria autoridade celebrante vá ao seu encontro (GAGLIANO, Pablo Stolze; FILHO, Rodolfo Pamplona). 
Art. 1.539. No caso de moléstia grave de um dos nubentes, o presidente do ato irá celebrá-lo onde se encontrar o impedido, sendo urgente, ainda que à noite, perante duas testemunhas que saibam ler e escrever.
§ 1º. A falta ou impedimento da autoridade competente para presidir o casamento suprir-se-á por qualquer dos seus substitutos legais, e a do oficial do Registro Civil por outro ad hoc, nomeado pelo presidente do ato.
§ 2º. O termo avulso, lavrado pelo oficial ad hoc, será registrado no respectivo registro dentro em cinco dias, peranteduas testemunhas, ficando arquivado.
Casamento nuncupativo (CC, arts. 1.540 e 1.541)
Casamento nuncupativo; in extremis; vitae momentis; viva voz ou in articulo mortis.
Vale analisar o art. 1.540 do CC, “Quando algum dos contraentes estiver em iminente risco de vida, não obtendo a presença da autoridade à qual incumba presidir o ato, nem a de seu substituto, poderá o casamento ser celebrado na presença de seis testemunhas, que com os nubentes não tenham parentesco em linha reta, ou, na colateral, até segundo grau”.
Com efeito, o casamento em iminente risco de vida ou in extremis vitae momentis, quando se permite a dispensa do processo de habilitação e até a presença do celebrante.
Assim ocorre, por exemplo, quando um dos nubentes é ferido por disparo de arma de fogo, ou é vítima de mal súbito, em que não há a mínima esperança de salvação, e a duração da vida não poderá ir além de alguns instantes ou horas. 
Realizado o casamento, as testemunhas deverão comparecer perante a autoridade judicial mais próxima no termo do artigo 1.541 do CC. 
Art. 1.541. Realizado o casamento, devem as testemunhas comparecer perante a autoridade judicial mais próxima, dentro em dez dias, pedindo que lhes tome por termo a declaração de:
· I - que foram convocadas por parte do enfermo;
· II - que este parecia em perigo de vida, mas em seu juízo;
· III - que, em sua presença, declararam os contraentes, livre e espontaneamente, receber-se por marido e mulher.
· § 1º. Autuado o pedido e tomadas as declarações, o juiz procederá às diligências necessárias para verificar se os contraentes podiam ter-se habilitado, na forma ordinária, ouvidos os interessados que o requererem, dentro em quinze dias.
Art. 1.541. Realizado o casamento, devem as testemunhas comparecer perante a autoridade judicial mais próxima, dentro em dez dias, pedindo que lhes tome por termo a declaração de: 
· I - que foram convocadas por parte do enfermo; 
· II - que este parecia em perigo de vida, mas em seu juízo; 
· III - que, em sua presença, declararam os contraentes, livre e espontaneamente, receber-se por marido e mulher. 
· § 1 o Autuado o pedido e tomadas as declarações, o juiz procederá às diligências necessárias para verificar se os contraentes podiam ter-se habilitado, na forma ordinária, ouvidos os interessados que o requererem, dentro em quinze dias. 
· § 2 o Verificada a idoneidade dos cônjuges para o casamento, assim o decidirá a autoridade competente, com recurso voluntário às partes. 
· § 3 o Se da decisão não se tiver recorrido, ou se ela passar em julgado, apesar dos recursos interpostos, o juiz mandará registrá-la no livro do Registro dos Casamentos. 
· § 4º. O assento assim lavrado retrotrairá os efeitos do casamento, quanto ao estado dos cônjuges, à data da celebração. 
· § 5 o Serão dispensadas as formalidades deste e do artigo antecedente, se o enfermo convalescer e puder ratificar o casamento na presença da autoridade competente e do oficial do registro.
Casamento por procuração
Art. 1.542. O casamento pode celebrar-se mediante procuração, por instrumento público, com poderes especiais.
· § 1º. A revogação do mandato não necessita chegar ao conhecimento do mandatário; mas, celebrado o casamento sem que o mandatário ou o outro contraente tivessem ciência da revogação, responderá o mandante por perdas e danos.
· § 2º. O nubente que não estiver em iminente risco de vida poderá fazer-se representar no casamento nuncupativo.
· § 3º. A eficácia do mandato não ultrapassará noventa dias. CC, art. 1.532.
· § 4º. Só por instrumento público se poderá revogar o mandato.
A revogação do mandato também deverá ser por instrumento público. 
No casamento in extremis, nada impede que o nubente que não esteja em iminente risco de morte seja representado nesse casamento nuncupativo (art. 1.542, § 2.º, do CC).
O prazo de validade da procuração não poderá ultrapassar a noventa dias, contados da outorga dos poderes (CC, art. 1.542, § 3º).
Eficácia do mandato: esclarece Flávio Tartuce, “Tício (mandante) pode outorgar poderes para Mévio (mandatário) casar-se com Maria (outra nubente), já que irá viajar para o exterior, por longo período. Se Tício (mandante) quiser revogar o mandato, a revogação não necessita chegar ao conhecimento do mandatário (art. 1.542, § 1.º, do CC). Entretanto, somente é possível revogar o mandato para o casamento por meio de instrumento público (art. 1.542, § 4.º).
Casamento consular (CC, art. 1.544)
Casamento consular: Conforme disposto no art. 1.544 do CC, “O casamento de brasileiro celebrado no estrangeiro, perante as respectivas autoridades ou os cônsules brasileiros, deverá ser registrado em cento e oitenta dias, a contar da volta de um ou de ambos os cônjuges ao Brasil, no cartório do respectivo domicílio, ou, em sua falta, no 1º Ofício da Capital do Estado em que passaram a residir”. 
Prova do casamento celebrado no exterior: Prova-se o casamento celebrado fora do Brasil de acordo com a lei do país onde se celebrou. Trata-se de aplicação do art. 7º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, segundo o qual a lei do país onde está domiciliada a pessoa determina as regras gerais sobre direito de família. Vide o art. 18 da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro. 
Casamento putativo (CC, arts. 1.561 a 1.564)
Casamento Putativo: O casamento nulo ou anulável pode gerar efeitos em relação à pessoa que o celebrou de boa-fé e aos filhos, sendo denominado casamento putativo. A expressão putare, de origem latina, quer dizer crer, imaginar, pensar. Portanto, casamento putativo é o casamento que existe na imaginação do contraente de boa-fé (TARTUCE, Flávio. Direito Civil: direito de família. v. 5. Rio de Janeiro: Forense, 2019). 
Nessa linha, consta no art. 1.561: “Embora anulável ou mesmo nulo, se contraído de boa-fé por ambos os cônjuges, o casamento, em relação a estes como aos filhos, produz todos os efeitos até o dia da sentença anulatória. § 1 o Se um dos cônjuges estava de boa-fé ao celebrar o casamento, os seus efeitos civis só a ele e aos filhos aproveitarão. § 2 o Se ambos os cônjuges estavam de má-fé ao celebrar o casamento, os seus efeitos civis só aos filhos aproveitarão.
Art. 1.562. Antes de mover a ação de nulidade do casamento, a de anulação, a de separação judicial, a de divórcio direto ou a de dissolução de união estável, poderá requerer a parte, comprovando sua necessidade, a separação de corpos, que será concedida pelo juiz com a possível brevidade.
Art. 1.563. A sentença que decretar a nulidade do casamento retroagirá à data da sua celebração, sem prejudicar a aquisição de direitos, a título oneroso, por terceiros de boa-fé, nem a resultante de sentença transitada em julgado.
Art. 1.564. Quando o casamento for anulado por culpa de um dos cônjuges, este incorrerá:
· I - na perda de todas as vantagens havidas do cônjuge inocente;
· II - na obrigação de cumprir as promessas que lhe fez no contrato antenupcial.
Desse modo, o casamento nulo ou anulável pode gerar efeitos em relação à pessoa que o celebrou de boa-fé e aos filhos.
Efeitos em relação a terceiros:
Não serão prejudicados os terceiros que a título oneroso contrataram com os cônjuges cujo casamento foi judicialmente anulado ou decretado nulo (art. 1.563 do CC), pelo mesmo modo com que o cônjuge de boa-fé pode reivindicar a anulação de negócio jurídico realizado durante o casamento sem a sua outorga.
Bibliografia: 
Código Civil Brasileiro 
Código Civil para Concursos / coordenador Ricardo Didier – 6.ed. rev. ampl. e atual. – Salvador: Juspodivm, 2017. 
Comentários ao código civil: artigo por artigo/ coordenação Jorge Shiguemitsu fujita... [et al.] – 3. Ed. rev., atual... – São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2014. Outros autores: Carlos Eduardo Nicoletti Camillo, Glauber Moreno Talavera, Luiz Antonio Scavone Junior. Vários autores. 
Constituição Federal 
DIAS, Maria Berenice. Manual de Direita das famílias. São Paulo: Revista dos Tribunais.
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. v. 5. Direitode família. São Paulo: Saraiva.
ESPÍNOLA, Eduardo. A família no direito civil brasileiro. Rio de Janeiro: Conquista.
(GAGLIANO, Pablo Stolze; FILHO, Rodolfo Pamplona. Direito de família. vol. 6. São Paulo: Saraiva).
GOMES, Orlando. Direito de família. Rio de Janeiro: Forense.
GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro. Direito de família. Vol. 6. São Paulo: Saraiva.
Leite, Eduardo de Oliveira. Direito Civil Aplicado: Direito da Família. Vol. 5. São Paulo: ed. RT 2004. 
Lôbo, Paulo. Direito Civil: Famílias. Vol. 5. São Paulo: Saraiva. 	
Madaleno, Rolf. Direito de família. Rio de Janeiro: Forense. 2018.
MONTEIRO, Washington de Barros; Silva, Regina Beatriz da. Curso de Direito Civil: Direito de família. Vol. 2. São Paulo: Saraiva.
NADER, Paulo. Curso de Direito Civil - Direito de família. Vol. 5. Rio de Janeiro: Forense.
OLIVEIRA, Euclides de Oliveira; HIRONAKA, Giselda Maria Fernandes Novaes. Do casamento. In: Direito de família e o novo Código Civil. Belo Horizonte: Del Rey/IBDFAM, 2001).
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. V. V. Direito de família. Rio de Janeiro: Forense. 
RIZZARDO, Arnaldo. Direito de família. Rio de Janeiro: Forense.
RODRIGUES, Silvio. Direito Civil. Direito de família. Vol. 6. São Paulo: Saraiva.
TARTUCE, Flávio. Direito civil. Direito de família. Vol. 5. Rio de Janeiro: Forense.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil. Direito de família. Vol. VI. São Paulo: Atlas.
WALD, Arnoldo.  Direito Civil. Direito de família. Vol. 5. São Paulo: Saraiva.

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