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Anatomia Aplicada a 
Implantodontia
IGOR PERLIN CASSOL
CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAL
IMPLANTODONTIA
RECAPITULANDO 
OSTEOLOGIA
Crânio
Neurocrânio (Calvária)
Viscerocrânio (Face)
OSTEOLOGIA
Maxila (2)
Osso em formato de pirâmide;
Ajuda a compor:
Órbita
Cavidade nasal
Fossa infratemporal
OSTEOLOGIA
Mandíbula (1)
OSTEOLOGIA
DensidadeVolume
OSTEOLOGIA
Lekholm e Zarb (1985) 
OSTEOLOGIA
Lekholm e Zarb (1985) 
OSTEOLOGIA
OSTEOLOGIA
Seios da Face 
SEIOS MAXILARES 
Parede superior: Soalho orbital
Parede Medial: cavidade nasal (parede lateral nasal)
Borda lateral e anterior: Osso zigomático (malar) e maxila 
Borda inferior: Osso maxilar alveolar/raízes dentárias
Parede Posterior: região do tuber da maxila;
PNEUMATIZAÇÃO DO SEIO MAXILAR
M
us
cu
la
tu
ra
 d
a 
Fa
ce
Pterigóideo Lateral
Origem
Cabeça superior: crista infratemporal (asa maior do esfenoide);
Cabeça inferior: face lateral da lâmina lateral do processo pterigóide do osso 
esfenóide. 
Inserção
Cabeça Superior: disco e cápsula da ATM;
Cabeça inferior: fóvea pterigoidea.
Pterigóideo Medial
Origem:
Cabeça superficial: Tuber da maxila e processo piramidal do palatino;
Cabeça profunda: Face medial da lâmina lateral do processo pterigoide do osso 
esfenoide;
Inserção:
Tuberosidades pterigoideas (face medial do ângulo mandibular);
ANATOMIA VASCULAR DA FACE
Irrigação da Face
RAMOS DA ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA:
Facial
Labial Superior
Labial Inferior
Nasal Lateral
Angular
Temporal Superficial
Facial Transversa
Maxilar
Infraorbital
Bucal
Palatina Maior
Alveolar Inferior e Mentual
Drenagem da Face
Veias: 
Facial
Labial Superior
Labial Inferior 
Nasais externos
Angular
Supraorbital
Supratroclear
Temporal Superficial
Facial Trasnsversa
Bucal
Mentual
OSTEOPOROSE
A osteoporose é definida como uma desordem esquelética sistêmica 
caracterizada por perda de massa óssea e deterioração da 
microarquitetura do tecido ósseo, propiciando um aumento da 
fragilidade óssea.
Principal fator de risco: IDADE
DEFICIÊNCIA DE ESTRÓGENO E A 
REMODELAÇÃO ÓSSEA
A perda de massa óssea acompanha o envelhecimento fisiológico, 
mas na osteoporose o índice de atrofia é acelerado muito além de 1% ao 
ano, que é considerado como normal.
Acredita-se que os estrógenos protegem os ossos da ação do 
hormônio paratireóideo, mediador da reabsorção óssea.
BISFOSFONATOS 
Agem como inibidores da reabsorção óssea;
Além disso, a grande afinidade pelo tecido ósseo justifica sua 
eficácia. Ligam-se aos cristais de hidroxiapatita e depositam-se na 
matriz óssea mineralizada por longos períodos de tempo. Entre suas 
propriedades destacam-se a capacidade de inibir a função osteoclástica e 
a característica anti-angiogênica.
DIVISÕES
V1- Oftálmica – Sensitiva – Fissura Orbital Superior
V2- Maxilar - Sensitiva– Forame Redondo
V3- Mandibular – Mista – Forame Oval
NERVO TRIGÊMIO 
Divisão Anterior 
Massetérico 
Temporal profundo posterior 
Temporal profundo anterior
Pterigóideos medial e lateral
Bucal 
V3- Mandibular – Mista
Divisão Posterior 
Nervo Auriculotemporal 
Nervo Alveolar Inferior 
Nervo milohióideo 
Ramos dentais 
Ramos ósseos 
Nervo mentual 
Ramo incisivo 
Nervo Lingual
V3- Mandibular – Mista
Superficialização do NAI
OSTEORRADIONECROSE
Inicialmente chamada de osteíte de radiação, por Ewing, em 1926. 
Outros termos como necrose óssea avascular e necrose por irradiação 
também eram usados para denominar a ORN.
Síndrome da Combinação
Perda óssea da região anterior do rebordo superior, extrusão dos dentes naturais 
anteriores, aumento das tuberosidades maxilares, perda óssea da região posterior do 
arco inferior sob a base da PPR e hiperplasia papilar da mucosa do palato duro.
Kelly, 2003.
O órgão dental
Cada dente é considerado um órgão, por ser formado por diferentes 
tecidos e por possuir múltiplas funções.
Funções dos dentes
Ativas: a função ativa é a mastigação (prender, cortar, dilacerar e triturar 
os alimentos);
Passivas: estética, proteção, fonação e sustentação dos tecidos moles;
Gonfose
O dente é articulado ao osso alveolar através do ligamento periodontal, 
formando uma articulação chamada de gonfose.
Duas dentições
Somos difiodonte, ou seja, possuímos duas dentições;
Decíduos: 20 dentes
Permanentes: 32 dentes
Quadrantes
Partes do dente
Número de raízes 
Podem ser classificados em unirradicular, birradicular ou triradicular 
(multirradicular); 
Incisivos centrais superiores (ICS) – 11 e 21
Incisivos centrais inferiores (ICI) 31 e 41
Incisivos laterais superiores (ILS) 12 e 22
Incisivos laterais inferiores (ILI) 32 e 42
Caninos superiores (CS)13 e 23 – Caninos inferiores (CI) 33 e 43 
Prés-molares Superiores (1º e 2ºPMS) 14/15 – 24/25
1º PMS (14 e 24)
Prés-molares Superiores (1º e 2ºPMS) 14/15 – 24/25
2º PMS (15 e 25)
Prés-molares inferiores (1ºPMI e 2ºPMI) 34/55 – 44/45
1º PMI (34 e 44)
Prés-molares inferiores (1ºPMI e 2ºPMI) 34/55 – 44/45
2º PMI (35 e 45)
Molares Superiores (1ºMS e 2º MS) 16/17 – 26/27
1º MS (16 e 26)
Molares Superiores (1ºMS e 2º MS) 16/17 – 26/27
2º MS (17 e 27)
Molares Inferiores (1ºMI e 2º MI) 36/37 – 46/47
1º MI (36 e 46)
Molares Inferiores (1ºMI e 2º MI) 36/37 – 46/47
2º MI (37 e 47)
TAMANHO M-D MÉDIO DOS DENTES
Medidas M-D
Deflexão Mandibular Medial
Deformação funcional elástica da mandíbula, nas regiões posteriores, 
caracterizada pela convergência medial das hemimandíbulas em 
movimentos de abertura e protrusão.

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