Prévia do material em texto
<p>BIOMAS BRASILEIROS</p><p>Extensão Territorial do Brasil - 851 milhões ha</p><p>AMAZÔNIA</p><p>- Maior bioma (50% do território brasileiro)</p><p>- 60% de sua área no território brasileiro</p><p>- 13,4% pastagens cultivadas</p><p>- 15% a 18% devastado</p><p>MATA ATLÂNTICA</p><p>- 13% da área territorial do Brasil</p><p>- Mais devastado (resta cerca de 7%)</p><p>- Abriga grande parte da população (70%)</p><p>- 25,7% pastagens cultivadas</p><p>- Maior ocupação</p><p>CERRADO</p><p>- Único que abrange as cinco regiões</p><p>- 22% território nacional</p><p>- Queimadas naturais</p><p>- Grande produção de bovinos</p><p>- 60% produção grão do Brasil</p><p>- 23,7% ocupado por pastagens</p><p>PANTANAL</p><p>- Menor bioma do Brasil (1,76% território)</p><p>- Maior planície inundável do mundo</p><p>- 62,0% no território brasileiro</p><p>- 16% ocupado por pastagens cultivadas</p><p>PAMPA</p><p>- 2,0% do território brasileiro</p><p>- Presente apenas no RS</p><p>- Restam cerca de 36% da vegetação</p><p>- Pecuária, agricultura, arenização</p><p>CAATINGA</p><p>- Exclusivo do Brasil (10% território nacional)</p><p>- Ocupa 70% da região nordeste</p><p>- Cerca de 50% devastado</p><p>- 23,1% pastagens cultivadas</p><p>USO DA TERRA NO BRASIL</p><p>PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA</p><p>PRODUÇÃO RUMINANTES A PASTO</p><p>- 220 milhões de bovinos</p><p>- 96% exclusivo a pasto</p><p>- 18 milhões de ovinos</p><p>- 10 milhões de caprinos</p><p>RECURSOS ANIMAIS</p><p>- Espécie animal</p><p>- Categoria animal</p><p>- Fisiologia</p><p>RECURSOS VEGETAIS</p><p>- Espécie forrageira</p><p>- Forma de uso</p><p>- Manejo do pasto</p><p>RECURSOS FÍSICOS</p><p>- Clima</p><p>- Solo</p><p>- Mão de obra</p><p>TERMINOLOGIAS</p><p>HECTARE - 10.000 m2</p><p>UNIDADE ANIMAL (UA) – medida de peso</p><p>para padronizar o peso dos animais do</p><p>rebanho. Equivale a 450 kg de peso vivo.</p><p>PASTAGEM - Unidade de manejo de pastejo,</p><p>fechada e separada de outras áreas por cerca e</p><p>destinada à produção de forragem. Refere-se</p><p>ao local. Área com plantas herbáceas.</p><p>ÁREA DE PASTAGEM - exploração do solo.</p><p>PIQUETE - Área de pastejo correspondente a</p><p>uma sub-divisão da pastagem, fechada e</p><p>separada de outras áreas.</p><p>FORRAGEM - Partes comestíveis das</p><p>plantas, que podem servir na alimentação dos</p><p>animais em pastejo, ou colhidas e fornecidas.</p><p>- Silagem: Umidade > 50%</p><p>- Feno: Umidade < 20%</p><p>- Capineira: Área cultivada com uma gramínea</p><p>de alta produção, utilizada exclusivamente</p><p>para corte.</p><p>RELVADO - Porção acima do nível do solo e</p><p>subterrânea.</p><p>DOSSEL - Porção da forragem acima do nível</p><p>do solo.</p><p>- Altura de Dossel: Medida realizada do solo</p><p>até o ponto da planta mais distante do solo,</p><p>sem interferência mecânica do homem.</p><p>MASSA DE FORRAGEM - Quantidade,</p><p>massa ou peso seco total de forragem presente</p><p>por unidade de área acima do nível do solo.</p><p>Porção de forragem acima do solo. (o que o</p><p>professor fez na aula prática)</p><p>- Medida de caráter pontual, normalmente</p><p>expressa em kg/ha de MS</p><p>- Não se utiliza a matéria verde</p><p>- Sonda eletrônica/Prato ou disco</p><p>medidos:densidade e altura</p><p>RESÍDUO - Resta após a forragem ser usada</p><p>CRESCIMENTO - Produção de novos</p><p>tecidos pelas plantas forrageiras.</p><p>SENESCÊNCIA - Processo de perda de</p><p>biomassa determinado pelo envelhecimento de</p><p>partes da planta.</p><p>- Lâminas foliares: processo de senescência</p><p>começa do ápice em direção a base.</p><p>DEFERIMENTO - Postergar/adiar o</p><p>pastejo/colheita para alcançar determinado</p><p>objetivo específico de manejo.</p><p>ÍNDICE DE ÁREA FOLIAR - total de área</p><p>de um lado de todas as lâminas foliares verdes</p><p>contidas em 1 m2 de solo (é adimensional)</p><p>IAF = Área Laminas Foliares</p><p>Área do solo</p><p>ACÚMULO DE FORRAGEM - Aumento na</p><p>massa de forragem de uma área de pastagem</p><p>durante um período de tempo</p><p>- ‘crescimento’ da forrageira; medida em</p><p>gaiolas de exclusão ao pastejo.</p><p>- Unidade: kg/ha de matéria seca (MS)/dia</p><p>OFERTA DE FORRAGEM - Relação entre a</p><p>quantidade de massa de forragem disponível</p><p>para o consumo em relação ao peso vivo do</p><p>animal.</p><p>- Expressa em kg MS/100 kg PV.</p><p>- Em espécies forrageiras de clima temperado,</p><p>deve ser três vezes maior que o consumo.</p><p>OF = ( (MF/ nº dias) + TAD) x 100</p><p>taxa de lotação do período (kg de PC)</p><p>• MF = massa de forragem</p><p>• TAD = acúmulo de forragem diário</p><p>PASTEJO - Esta relacionado ao ato do animal</p><p>pastejar, consumir a forragem. Fortemente</p><p>relacionado a estrutura e disponibilidade do</p><p>pasto.</p><p>PASTOREIO - ato de conduzir o rebanho ao</p><p>pasto</p><p>MÉTODO DE PASTEJO -</p><p>Procedimento/técnica de manejo do pastejo,</p><p>idealizada para atingir objetivos específicos.</p><p>Referente à estratégia de desfolha e colheita</p><p>pelos animais.</p><p>- Lotação contínua: animais têm acesso</p><p>irrestrito e ininterrupto durante todo o período</p><p>de tempo quando o pastejo é permitido. Se</p><p>conduzido de maneira correta proporciona</p><p>ganhos semelhantes ao método de pastejo com</p><p>lotação rotacionada.</p><p>- Lotação rotacionada:Mudança periódica e</p><p>frequente dos animais, de um piquete para</p><p>outro, dentro do mesmo tipo de pastagem.</p><p>- Quando aumenta a produção de forragem e a</p><p>taxa de lotação, o manejo rotacionado é mais</p><p>interessante, pois favorece a uniformidade de</p><p>desfolha, melhora a eficiência de uso da</p><p>forrageira, controle da intensidade de desfolha</p><p>e rebrota.</p><p>- Mais indicado quando: Pastagens são</p><p>formadas por consórcio de gramíneas e</p><p>leguminosas, espécies forrageiras cespitosas e</p><p>eretas (Capim elefante)</p><p>Nº piquetes = período descanso (dias) + 1</p><p>- período de pastejo (dias)</p><p>PERÍODO DE OCUPAÇÃO - Tempo de</p><p>permanência em determinado piquete. Período</p><p>de pastejo.</p><p>PERÍODO DE DESCANSO - Intervalo de</p><p>tempo que a pastagem não está sendo ocupada.</p><p>CICLO DE PASTEJO - Tempo decorrido</p><p>entre o início de dois períodos de pastejo</p><p>sucessivos em um mesmo piquete, numa</p><p>pastagem manejada sob lotação rotativa.</p><p>CP = Per. ocupação + Per. descanso</p><p>CAPACIDADE DE SUPORTE -Máxima</p><p>taxa de lotação que proporciona um</p><p>determinado nível de desempenho animal.</p><p>- A taxa de lotação ótima é a amplitude de</p><p>utilização que permite equilíbrio entre os</p><p>ganhos por animal e por unidade de área.</p><p>Subpastejo: Poucos animais para muito pasto</p><p>(desperdício de forragem). Produção animal</p><p>por área é baixa pelo pequeno número de</p><p>animais na pastagem.</p><p>Superpastejo: Taxas de lotação elevadas, a</p><p>capacidade de crescimento da pastagem e a</p><p>frequência de pastejo não permanecem por</p><p>longos períodos sem que haja prejuízo na</p><p>produtividade do pasto e animal.</p><p>PRESSÃO DE PASTEJO: Relação entre o</p><p>peso vivo dos animais e a massa de forragem</p><p>(MS) por unidade de área, em qualquer tempo.</p><p>Relação Peso vivo/ massa de forragem.</p><p>TAXA DE LOTAÇÃO: Relação entre o</p><p>número de animais ou de unidades animais</p><p>(UA) e a área por eles ocupada, durante um</p><p>período específico de tempo. Relação</p><p>Animal-Área no tempo.</p><p>Baixas lotações:</p><p>Maiores ganhos por animal</p><p>Maior quantidade de pasto disponível</p><p>Melhor qualidade de alimento consumido</p><p>Oportunidade de seleção da dieta</p><p>Menor ganho por área</p><p>Altas lotações:</p><p>Pode acarretar baixos ganhos por área</p><p>Baixa disponibilidade de forragem por animal</p><p>Menor qualidade e possibilidade de seleção</p><p>Maior dispêndio de energia em pastejo (Maior</p><p>nº de bocados e menor tamanho de bocados</p><p>RESPOSTA DOS ANIMAIS EM PASTEJO</p><p>- Dentre as características da pastagem que</p><p>interferem estão: espécie forrageira</p><p>predominante, massa de forragem, altura,</p><p>oferta de forragem, oferta de lâminas de folhas</p><p>verdes; o fator determinante do GMD é o</p><p>consumo de forragem e a qualidade da</p><p>forragem. Fatores ambientais podem interferir</p><p>no consumo.</p><p>GANHOMÉDIO DIÁRIO DE PESO</p><p>Obtido por meio da diferença entre pesagens</p><p>dividido pelo número de dias.</p><p>GMD = (Peso final – Peso inicial)</p><p>Intervalo entre pesagens (dias)</p><p>- Medido em kg/ dia; varia com a espécie</p><p>animal, categoria animal, sexo dos animais,</p><p>dentro de cada espécie.</p><p>Escore corporal - Avaliação das reservas</p><p>corporais do animal. Usada para ajustar a</p><p>nutrição e as práticas de manejo para a</p><p>maximização do potencial produtivo.</p><p>Estabelecimento de Pastagens</p><p>ESCOLHA DA FORRAGEIRA</p><p>- Objetivos da produção</p><p>- Espécie animal</p><p>- Fisiologia da planta</p><p>- Forma de propagação, hábito de crescimento</p><p>- Práticas de manejo</p><p>- Pastejo; Feno; Silagem</p><p>- Formas de implantação;</p><p>- Época de semeadura</p><p>- Observar clima da região</p><p>- Resistência a seca, geadas, pragas</p><p>PREPARO DO SOLO</p><p>- Análise de solo</p><p>- Correção do Solo</p><p>- Cultivo convencional</p><p>- Plantio direto (com ou sem dessecação)</p><p>- Sem preparo</p><p>- Dependente das práticas conservacionistas e</p><p>do maquinário existente na propriedade.</p><p>CULTIVO CONVENCIONAL</p><p>- Realizado na abertura de novas áreas</p><p>- Incorporação matéria orgânica</p><p>- Descompactação do solo</p><p>- Realizado na abertura de novas áreas</p><p>- Eliminar plantas daninhas/ invasoras</p><p>- Gradagem de nivelamento</p><p>PLANTIO DIRETO</p><p>- Realizado sobre a “palhada” da cultura</p><p>anterior</p><p>- Não há revolvimento do solo</p><p>- Solo não deve estar compactado</p><p>- Maior proteção do solo</p><p>- Mantêm cobertura do solo</p><p>- Menor risco de erosão</p><p>- Reduz número de operações</p><p>FORMAS DE SEMEADURA</p><p>Se atentar a profundidade do plantio das</p><p>sementes!!</p><p>Sementes -</p><p>A lanço – Aviação</p><p>- Menor quantidade semente</p><p>- Operacionalidade</p><p>- Áreas maiores</p><p>A lanço</p><p>- Como regra geral, o plantio a lanço requer</p><p>maior quantidade de sementes</p><p>- Áreas de declividade</p><p>- Maior rapidez para plantio (Cuidar número</p><p>de operações)</p><p>- Necessidade incorporação da semente</p><p>- Adubação/ Sementes</p><p>- Incorporação da semente</p><p>- Grade niveladora/ Rolo compactador</p><p>- Adaptação de implementos</p><p>Na Linha</p><p>- Distribuição e profundidade uniforme das</p><p>sementes. Eficiência fertilizante</p><p>- Pastagens Hibernais → 15 – 20 cm entre</p><p>linhas</p><p>- Pastagens Estivais → 40 cm entre linhas</p><p>- Maior dispêndio tempo (Reduz número de</p><p>operações)</p><p>- Melhor uniformidade (sementes e</p><p>fertilizante)</p><p>Mudas (Propagação vegetativa) -</p><p>- Forrageiras propagadas por mudas</p><p>Capim-elefante</p><p>Tifton</p><p>- Mão de obra</p><p>Preparo da área</p><p>- Bastante trabalhoso</p><p>- Pode ser com preparo dos sulcos e sem</p><p>preparo</p><p>ESTABELECIMENTO DAS PASTAGENS</p><p>Fatores que afetam a germinação</p><p>- Semente/ mudas</p><p>- Umidade/ Luminosidade</p><p>- Temperatura do solo</p><p>- Profundidade de semeadura/plantio</p><p>- Muito profundo</p><p>- Plantio superficial (sem incorporação</p><p>semente)</p><p>-Encrostamento superficial</p><p>-Profundidade plantio</p><p>- Espécies de sementes pequenas:</p><p>semeaduras rasas (0,5 a 1, 5 cm)</p><p>- Espécies com sementes maiores:</p><p>semeaduras mais profundas (1,5 a 2,5 cm);</p><p>maior necessidade de água para germinar</p><p>- Problema → adequada profundidade em</p><p>consorciação de spp. com sementes de</p><p>tamanhos diferentes numa única operação.</p><p>- 1,5 - 2 cm → atendidas as diferentes</p><p>exigências.</p><p>Fatores que afetam estabelecimento</p><p>pastagem</p><p>- Insetos, aves, roedores</p><p>- Controle de plantas invasoras</p><p>- Competem por luz, água, nutrientes,</p><p>espaço</p><p>- Controle de Plantas Daninhas</p><p>- Roçadeira química</p><p>- Menor gasto com defensivo</p><p>- Controle seletivo das plantas</p><p>daninhas</p><p>- Impedem o contato para culturas</p><p>vizinhas</p><p>- Risco de contaminação</p><p>UTILIZAÇÃO DAS PASTAGENS</p><p>- A utilização da pastagem se a formação</p><p>estiver adequada, ocorre cerca 45 - 60 dias</p><p>após semeadura ou plantio (pastagens</p><p>temperadas)</p><p>- A utilização da pastagem se a formação</p><p>estiver adequada, ocorre cerca 60 - 100 dias</p><p>após semeadura ou plantio (pastagens</p><p>tropicais)</p><p>- O primeiro pastejo deve ser feito com poucos</p><p>animais e de peso leve, para buscar o</p><p>perfilhamento da pastagem</p><p>ESCOLHA DAS SEMENTES</p><p>- Sementes de empresas idôneas</p><p>- Utilizar material de qualidade</p><p>Irão dar origem a pastagem</p><p>-Representam cerca de 5,0 a 10% do custo</p><p>Valor Cultural (VC) - Determina a qualidade</p><p>da semente, é em função do poder de</p><p>germinação e do grau de pureza</p><p>- Comparação de sementes com qualidades e</p><p>preços diferentes. Serve para o cálculo da</p><p>quantidade de semente a ser semeada.</p><p>- Custo (R$); Taxa de semeadura</p><p>Poder de Germinação - Percentual de</p><p>sementes puras que poderão germinar e dar</p><p>origem à plantas normais</p><p>- Tamanho da semente</p><p>- Idade da semente</p><p>- Colheita e Armazenamento</p><p>- Teste do tetrazólio</p><p>-Coloração reflete a atividade das enzimas</p><p>envolvidas na atividade respiratória</p><p>-Tecidos não viáveis → não são coloridos</p><p>-Tecido vigoroso → vermelho</p><p>carmim claro</p><p>- Tecido em deterioração →</p><p>vermelho mais intenso</p><p>Pureza - Indica a contaminação do lote de</p><p>sementes por outras espécies ou resíduos</p><p>inertes.</p><p>- Pode promover comprometimento do</p><p>estabelecimento (competição) além de possível</p><p>problema futuro.</p><p>VC = (%Germinação x %Pureza)</p><p>100</p><p>Indica quanto de semente está sendo comprado</p><p>Sementes Puras Viáveis (SPV)</p><p>Taxa de Semeadura = (SPV (kg/ ha) x 100</p><p>VC (%)</p><p>Indica quanto do produto adquirido deve ser</p><p>distribuído</p><p>(EXERCÍCIOS SLIDES)</p><p>- Lotes com preço e VC diferentes</p><p>-Calcular o SPV</p><p>- Lotes com mesmo preço</p><p>-Maior VC</p><p>- Lotes com mesmo VC</p><p>-Menor preço</p><p>PROVA II</p><p>Morfologia das Plantas Forrageiras</p><p>- Estudo das características físicas (estrutura</p><p>externa) das plantas (Identificação das</p><p>forrageiras)</p><p>Do grego: Morphe (Forma) + Logos (Estudo)</p><p>- Conhecimento das estruturas e características</p><p>das plantas são de grande importância para</p><p>estabelecimento de práticas de manejo e uso</p><p>de plantas forrageiras</p><p>GRAMÍNEAS</p><p>- Importância na Agropecuária</p><p>- Família mais importante na agricultura,</p><p>produzindo cereais (75% originado de</p><p>trigo, arroz e milho)</p><p>- Fornecem 50% da proteína e 60% da</p><p>energia na alimentação) produzindo</p><p>forragem para os ruminantes</p><p>- Compreende 600 gêneros e 10.000</p><p>espécies</p><p>- Presentes em diversas situações</p><p>ambientais</p><p>- Porte: Rasteiras ➔ Campo nativo</p><p>Médio➔ Braquiarias, Colonião</p><p>Alto➔Milho, Sorgo</p><p>- Folhas compridas e estreitas</p><p>Morfologia das Gramíneas</p><p>PERFILHO</p><p>- Unidade básica do afilho/ ramificação</p><p>- Composto por: nó, entre-nó, bainha, lígula,</p><p>lâmina foliar e gema axilar.</p><p>- O conjunto de fitômeros consecutivos em</p><p>gramíneas forma o perfilho/afilhos.</p><p>SISTEMA RADICULAR</p><p>- Refere-se ao total de raízes da planta</p><p>- Parte inferior da planta pela qual se fixa no</p><p>solo e retira sua nutrição</p><p>- Principais Funções:</p><p>● Absorção de água e minerais</p><p>● Sustentar a planta no solo</p><p>● Armazenar nutrientes (Reserva)</p><p>- Raízes do tipo fasciculada</p><p>● Não possuem raiz principal</p><p>- Raízes Seminais ou Embrionárias</p><p>Têm origem no embrião das sementes quando</p><p>estão geminando. A duração dessas raízes é</p><p>curta, correspondendo a algumas semanas -</p><p>Coleorriza</p><p>- Raízes Adventícias ou Caulinares</p><p>Originam-se dos primeiros nós basais ou,</p><p>também, de outros nós que estejam em contato</p><p>com o solo</p><p>• Numerosas e pouco profundas</p><p>• Geralmente bastante ramificadas</p><p>SISTEMA RADICULAR</p><p>CAULE</p><p>- Comumente denominado de colmo</p><p>- Suporte para plantas forrageiras</p><p>- Transporte de nutrientes, água</p><p>- Armazenamento de reserva</p><p>- Propagação vegetativa</p><p>- Comumente denominado de colmo</p><p>- Constituído de nós e entrenós</p><p>Entrenós: Podem ser ocos ou preenchidos por</p><p>tecidos parenquimatosos</p><p>Macios e suculentos (Cheios): cana-de-açúcar</p><p>Duros e secos (Ocos): Gramíneas de inverno;</p><p>Milho após maturação</p><p>- Cada Nó tem sua folha correspondente</p><p>- Dos Nós dos colmos irão surgir novos</p><p>perfilhos</p><p>- Os Nós são responsáveis pelo tipo de</p><p>crescimento as plantas</p><p>Caules Aéreos</p><p>Cespitoso ereto - Crescimento perpendicular</p><p>ao solo. Milho, sorgo, penisetum</p><p>Decumbente/ Prostrado - Colmos crescem</p><p>encostados ao solo mas não desenvolvem</p><p>raízes. Brachiarias</p><p>Rasteiro/ Estolonífero - Crescimento rasteiro</p><p>desenvolvendo raízes e parte aérea a partir dos</p><p>nós</p><p>Estolonífero - São semelhantes aos rizomas,</p><p>porém ocorrem junto a superfície do solo a</p><p>partir de nós da base do colmo</p><p>• Enraízam-se nos Nós em contato com o solo</p><p>Caule Subterrâneo</p><p>Rizomatoso - São caules que ocorrem abaixo</p><p>da superfície do solo, diferenciando-se das</p><p>raízes normais por apresentarem nós e escamas</p><p>foliares</p><p>- Dos Nós partem raízes e novas plantas</p><p>FOLHA</p><p>- Fotossíntese</p><p>- Respiração e transpiração</p><p>- Condução e distribuição das seivas</p><p>- Qualidade nutricional</p><p>As folhas das gramíneas são:</p><p>- Lanceoladas-alongadas</p><p>- Sésseis (sem pecíolo)</p><p>- Paralelinérveas</p><p>- Alternas dísticas</p><p>- As folhas das gramíneas em geral possuem</p><p>lâminas foliares ou limbo; lígula e bainha</p><p>- Diferenciação de espécies de forrageiras</p><p>pelas estruturas morfológicas foliares (lígula e</p><p>aurícula).</p><p>Bainha - Órgão alongado em forma de</p><p>cartucho que nasce no nó e cobre o entrenó</p><p>Aurícula - Ocorrem no ápice da bainha,</p><p>“abraçando” o caule</p><p>Lígula - Prolongamento no</p><p>ápice da bainha,</p><p>com função de proteção. Relacionada ao</p><p>ambiente.</p><p>Inflorescência</p><p>- Espiga, Racemo ou Panícula</p><p>Pedúnculo - Prende a inflorescência ao ramo</p><p>Pedicelo - Prende a flor a inflorescência</p><p>Raquis - Eixo da inflorescência</p><p>Espiga - Espiguetas inseridas no eixo principal</p><p>sem pedúnculo</p><p>Racemo ou Cacho Simples - Espiguetas</p><p>inseridas na ráquis através de pedicelo.</p><p>Brachiarias</p><p>Panícula ou Cacho Composto - Espiguetas</p><p>pediceladas inseridas em ramificações</p><p>terciárias e quaternárias da ráquis. Panicum</p><p>FRUTOS</p><p>- São do tipo cariópses</p><p>Morfologia das Leguminosas</p><p>- Importância na Agropecuária</p><p>- Família de importância econômica na</p><p>produção de grãos e produtora de forragem</p><p>para os ruminantes</p><p>- Distribuídas em regiões temperadas e</p><p>tropicais de todo mundo</p><p>- Compreende 600 gêneros, 13.000 espécies</p><p>- Característica típica dessa família é</p><p>apresentar o fruto do tipo legume, também</p><p>conhecido como vagem (há exceções)</p><p>- Fixação biológica de nitrogênio</p><p>- Melhora fertilidade do solo</p><p>- Aumenta valor nutricional da pastagem</p><p>- Promove maior consumo de MS</p><p>- Eleva a produtividade</p><p>- Dificuldade de implantação</p><p>- Risco de timpanismo</p><p>- Problemas de manejo</p><p>LEGUMINOSA NÃO TEM BAINHA!!!</p><p>PERFILHO</p><p>- Unidade básica do afilho/ ramificação</p><p>- Composto por: nó, entre-nó, folha (com</p><p>folíolos no caso de folhas compostas), as</p><p>estípulas e o pecíolo e gema axilar</p><p>- O conjunto de metâmeros consecutivos em</p><p>gramíneas forma a ramificação</p>