Prévia do material em texto
<p>2</p><p>GRUPO SER EDUCACIONAL</p><p>UNIFAEL</p><p>DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II - PEDAGOGIA</p><p>EUDIANE TAVARES FERREIRA</p><p>RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO II NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL</p><p>RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO</p><p>EM ENSINO FUNDAMENTAL - DOCÊNCIA</p><p>Mazagão Novo- AP</p><p>2024</p><p>EUDIANE TAVARES FERREIRA</p><p>RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO II NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL</p><p>Relatório Final apresentado ao Curso de Graduação em Pedagogia da UNIFAEL como requisito para aprovação na disciplina de Estágio Supervisionado II.</p><p>Mazagão Novo - Ap</p><p>2024</p><p>sumário</p><p>1 INTRODUÇÃO..................................................................................................3</p><p>2 ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO.......................................4</p><p>3 ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO.......................................................................5</p><p>4 RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE............................5</p><p>4.1 RELATÓRIO DE REGÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE......................6</p><p>5 RELATÓRIO DE REGÊNCIA DO ESTUDANTE ESTAGIÁRIO........................6</p><p>5.1 Regência: Primeiro dia ..............................................................................7</p><p>5.2 Regência: segundo dia..............................................................................8</p><p>5.3 . RELATO DA REGÊNCIA...........................................................................9</p><p>RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR...9</p><p>5.4 OBJETIVO.....................................................................................................10</p><p>PLANOS DE AULA .........................................................................................10</p><p>5.4 REGÊNCIA 6..................................................................................................11</p><p>5.1 REGÊNCIA 6................................................................................................12</p><p>5.5 REGÊNCIA 6................................................................................................13</p><p>5.1 REGÊNCIA 6................................................................................................14</p><p>5.6 REGÊNCIA 6................................................................................................15</p><p>6 ENTREVISTA COM O PROFESSOR SUPERVISOR DE ESTÁGIO.................15</p><p>7 CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................16</p><p>8 REFERÊNCIAS...................................................................................................17</p><p>9 ANEXOS ...........................................................................................................18</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>Estágio é o momento em que os estudantes têm a oportunidade de observar, aprender na prática, todas as aprendizagens adquiridas ao longo do curso. Dessa maneira, ele é importantíssimo para a formação do profissional, principalmente para a pedagogia, pois através dele o educando formar-se-á um professor investigador, reflexivo, pesquisador, capaz de produzir conhecimentos, transformar, adaptar a sua prática pedagógica, bem como aprender a lidar com situações diversas da realidade escolar, que não são apresentadas nos livros, mas sim adquiridas através das experiências</p><p>Essa lei também garante aos estudantes ao estágio não-obrigatório, aquele em que o estudante faz para complementar sua formação e está fora de sua carga regular obrigatória. É uma opção para os estudantes adquirirem experiências e até mesmo aumentarem sua confiança e autoestima frente a uma sala de aula. Além disso, no artigo 3°, essa lei assegura as instituições concedentes que o estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, desde que respeitado alguns requisitos.</p><p>Dessa forma, o presente relatório tem por objetivo demonstrar os dados obtidos através da disciplina de Estágio Supervisionado para Licenciatura em Pedagogia da Universidade fael, realizado na ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL JANARY NUNES II, localizada no Rio Vila Nova, area ribeinha, situada no município de Mazagão Novo em Macapá, estado AP. O objetivo desse estágio foi aproximar a teoria e a realidade escolar, visualizar suas ações e suas problemáticas, vivenciar os conhecimentos adquiridos durante o curso, assim como refletir sobre quais práticas escolher e como agir dentro de uma instituição educativa.</p><p>Coloque neste espaço a mesma Introdução que você escreveu no Relatório Parcial, mas acrescente um parágrafo sobre o momento das regências apenas para apresentar a última etapa, caracterizando de forma breve a experiência das regências. E se após a correção da AV1 houve necessidade de fazer ajustes, apresente já com as alterações.</p><p>2 ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO</p><p>O projeto teve como tema: Aprender, criar e brincar através do mundo da imaginação, sonhos e fantasias da literatura infantil, e o objetivo principal foi de promover o interesse e o gosto pela leitura, ampliando e desenvolvendo o universo linguístico e a comunicação oral e escrita. As crianças demonstravam muito interesse pelos livros e queriam saber o que poderiam aprender com eles, demonstrando que ‘dentro’ de cada um há um universo de informações importantes.</p><p>A escolha do tema literatura se justifica pelo resgate do interesse pelas histórias para que se efetivasse um processo de leitura e como consequência que as crianças pudessem ler e escrever de forma mais criativa e, principalmente, interpretar aquilo que leem. Visto que as formas mais tradicionais de leitura não estão surtindo efeito necessário, pensou-se na literatura infantil e a contação de histórias sendo uma forma mais interessante para construção de saberes.</p><p>Atualmente a leitura é a habilidade intelectual mais importante a ser desenvolvida por qualquer pessoa independentemente da idade. O fantástico mundo da leitura envolve o leitor, proporcionando o mesmo a sentir várias sensações, sentimentos, parecendo tornar tudo muito vivo e fascinante. Desperta o prazer, a imaginação e o sonho infantil, possibilitando às crianças levantarem hipóteses e apontarem relações entre os acontecimentos, argumentando e posicionando-se, além de oportunizar e desenvolver seu potencial criativo, ampliando os horizontes da cultura e do conhecimento. A leitura precisa se fazer presente nas escolas, principalmente nos anos iniciais, pois produzir linguagem significa produzir discursos para se dizer algo num determinado contexto histórico. A criança e a literatura infantil compartilham das mesmas naturezas: a lúdica, a mágica e a questionadora.</p><p>Após a escolha do tema, os objetivos precisaram ser pensados. Com relação aos objetivos do projeto, têm-se os seguintes: Problematizar situações do cotidiano relacionando a situações novas e construir seus conceitos; sentir-se estimulado pela leitura de livros e pelas histórias infantis; desenvolver a criatividade através de construções de histórias individuais e coletivas; utilizar gestos e o ritmo corporal nas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de integração; produzir trabalhos de arte, utilizando linguagens diversificadas; participar de diferentes momentos literários, ouvindo, lendo, contando histórias e dramatizando; perceber as diferenças entre os personagens da literatura e conhecer associando-as às diferenças entre as pessoas; adotar hábitos e cuidados para si, para os colegas, para o material e o ambiente escolar; socializar com as famílias as leituras abordadas em aula, resgatando valores e ampliando sua leitura de mundo; estabelecer relações com o meio ambiente e a forma de vida; conhecer a sua comunidade através de pesquisas; valorizar e conservar meio ambiente em que está inserido; conhecer seus direitos, deveres e valores básicos para o exercício da cidadania através de diálogos, e diversos recursos; identificar-se como parte integrante da comunidade, exercendo</p><p>sua autonomia e cidadania; valorizar e reconhecer a importância das amizades e do convívio social através das conversas informais; adotar atitudes solidárias com seu próximo através das ajudas em grupos; descobrir a matemática presente nas histórias, entre outros.</p><p>A avaliação se deu de forma diária em todas as atividades, obedecendo a alguns critérios e a alguns instrumentos como: participação e interesse nas atividades propostas, produções escritas, artísticas e corporais dos alunos, relatos orais frente a situações trabalhadas, participação, envolvimento com a pesquisa, etc. A avaliação possibilita o professor e ao aluno uma reflexão permanente do ensino, diagnostica as dificuldades, corrige as falhas e estimula a superação dos problemas para mudar os rumos do processo educativo, possibilitando-os avançar, rever determinados conceitos até então não atingidos.</p><p>3 LIVRO DIDÁTICO ADOTADO PELA ESCOLA PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL</p><p>As Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino fundamental, resolução CNE n° 7/2010, estabelece que os três primeiros anos do ensino fundamental devem assegurar a alfabetização e letramentos dos educandos, assim como o desenvolvimento das diferentes formas de expressão. Isto é, essa primeira etapa do ensino visa a inserção da criança na cultura escolar, assegurando a aprendizagem da leitura e da escrita, assim como ampliando seus referenciais culturais nas diversas áreas.</p><p>Dessa forma, os professores dessa escola utilizam com frequência o livro didático para todas as aulas: português, matemática, ciências, história e geografia. As atividades não são muito extensas, e geralmente eles utilizam outros materiais para complementar, como por exemplo na aprendizagem das unidades, dezenas e centenas foi utilizado o material dourado, ou na aula de geografia sobre bairros foi contextualizado para a realidade das crianças, deixando como tarefa de casa uma pesquisa com os mais velhos para listar as mudanças do bairro com o decorrer do tempo. afirmam em sua pesquisa que “o uso do livro didático consumível significa um instrumento metodológico relevante no processo de construção de conhecimento dos alunos da educação básica, contribuindo para uma aprendizagem significativa”, e de fato foi o que observei durante o estágio, atividades significativas e com uma duração de tempo ótima, então concluo que com um bom planejamento do educador o uso desse recurso pode favorecer a aprendizagem das crianças.</p><p>4 RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE</p><p>Nesse sentido, durante o período de estágio pude realizar essa experiência na prática. Em consonância com o professor da sala, foi realizado a leitura de algumas histórias, bem como foi feito as intervenções. Isto é, durante a leitura foi feito questionamentos voltados para a interpretação: do que se tratava aquele texto, o que acontecia com determinado personagem, qual era o sentimento que o personagem estava. E também para a alfabetização: pedindo para localizarem algumas palavras, circular todas as palavras com determinada letra, olhar a escrita da palavra e associa la ao som: que letra começa, que letre termina. Foi uma experiência enriquecedora, a atividade ocorreu de maneira leve e fluida, as crianças foram muito participativas, alguns tiveram dificuldades de acompanhar e nesse momento ofereci apoio, realizei algumas intervenções e elas conseguiram finalizar a atividade.</p><p>4.2 RELATÓRIO DE REGÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE</p><p>O professor apresenta uma abordagem transitória entre o tradicional e o que se pode atingir da atual BNCC. Na abordagem tradicional se nota a predominância a do professor onde o mesmo está no centro do processo educativo, mostrando sempre ser o responsável por transmitir os conhecimentos às crianças como expondo suas atividades para que sejam as únicas a serem realizadas no dia e deixando claro que os alunos tem metas a cumprir a partir das tarefas expostas diariamente e muitas vezes dentro de determinados prazos.</p><p>No entanto O professor busca estar alinhada à base nacional comum curricular quando se trata de preparar materiais adequados para os pequenos, tentando oferecer recursos didáticos adequados às novas realidades quando possível com recursos que a escola oferece, como atividades que trazem as características da cultura local (figuras indígenas, contos locais), buscando ser familiar e ajudando na adaptação. Outro ponto positivo .</p><p>A interação entre professor e aluno, se dá de forma unilateral onde O professor sempre está no controle de todas as situações da sala de aula e devem ser seguidas conforme o planejado para o dia, quando a turma começa a ficar fora de controle, O professor age de forma mais rigorosa para inibir ações dos alunos e não atrapalhar o andamento da aula e mostrando assim a autoridade da sala de aula. Contudo a observação realizada pelo professor é feita durante realização das atividades propostas pela mesma, atentando-se a seus traçados, formas que interagem com colega, organização dos materiais antes durante e depois de qualquer atividade.</p><p>É feita uma demonstração para os alunos de como guardar adequadamente tudo o que foi utilizado no dia, pois a sala possui um canto para a organização de cada elemento como cantinho da leitura: Iugar onde é guardado apenas livros e brinquedos a serem usados durante o processo de contar de histórias,</p><p>5.1 Regência: Primeiro dia</p><p>No primeiro dia de estágio é sempre muito difícil para o estagiário, um período de adaptação e descobertas. Na verdade o estágio é pensar e colocar a teoria em prática e assim descobrindo que seja mais fácil do que se imagina, de início pode até parecer que sim, mas não principalmente quando se trata de estar em um lugar que não se tem costume, quando chegamos aquele ambiente que muitas vezes não conhecemos ninguém, então há primeira semana é sempre um momento muito difícil aquele de adaptação de tentar conhecer e afeiçoar ao ambiente e as pessoas. se tratava de uma mudança significativa, pois já começam a ser avaliados, observando-os pude perceber qual a bagagem que traziam de anos anteriores que muitas vezes não é tratada da forma que deveria como forma de ajudar não só na socialização, desenvolvimento motor como também no intelectual.</p><p>Meus alunos se tratavam de crianças conversadeiras que estavam acostumados com o brincar por brincar, quando chegava o momento das atividades de sala se tornava um momento insuportável, porque uns faziam e outros, rasgavam riscavam, e isso me incomodava percebi que estavam acostumados a se organizarem para as atividades somente depois de uma longa conversa, que nem sempre surtia efeitos.</p><p>Essa situação aconteceu durante o primeiro dia de regência, só que mesmo assim consegui passar tudo que foi planejado de acordo com o horário e o tempo dos conteúdos, mas foi desesperador preparar atividades, algo que quase a metade da turma não parava a boca para que pudesse conversar mais sobre os assuntos abordados, quase ao final da aula me deparei com uma postagem sobre o alfabeto estourado uma forma de brincar e aprender, e uma forma de analisar a reação deles com uma aula mais lúdica e dinâmica, tentei e deu certo, eles já começaram a me dar mais atenção em relação ao conteúdo, qualquer coisa tirava o foco e atenção deles, portanto, foi ai que eu percebi que teria que rever meus métodos,</p><p>O Primeiro dia não sabia ainda o que a escola poderia me oferecer de suporte para as aulas planejei aulas com roda de conversas com exposições sempre de alfabeto móvel. A música também fez parte como o horário de recreação, ocupá-los em outra coisa então ocupe com a música.</p><p>5.2 Regência: segundo dia</p><p>Segundo dia foi mais tranquilo em relação ao primeiro, que foi turbilhão de emoções.</p><p>O dado da leitura se fez presente em</p><p>nosso dia onde poderíamos colocar os números e as cores primárias e exemplos de cores secundárias, a raspadinha da leitura acharam interessante. Para que cada vez mais ganhar a atenção sempre contei com eles para me ajudarem quando fosse dar um exemplo de um conteúdo como grande pequeno, em se tratando de diferenças entre pessoas e eles gostavam sempre participavam. Teve uma atividade onde eu colocava em um papel a letra e colava neles para prestarem atenção e quando chamasse a letra eles observassem quem estava com a letra e fosse até a frente.</p><p>Portanto foram momentos significativos que ao analisar posso concluir que cada chamada de atenção cada conversa surtiu um pouquinho de efeito. O que surtiu efeito foi o painel sempre que dizia vamos prestar atenção olha a carinha, aqueles que almejavam a alegre sempre surtia um efeito de dar aquela atenção necessária. Foi organizado um horário de recreação, fomos para o pátio e vi que alguém de outra turma teria montado alguns exercícios de circuito com giz no chão então utilizei o que já tinha com o que havia levado e foi bem aminado e divertido deu para que pudessem brincar e aprender com os movimentos.</p><p>6.1; RELATO DA REGÊNCIA</p><p>Os estudos realizados permitiram a compreensão do trabalho docente entendendo o papel do professor como um mediador do conhecimento, na busca da superação dos conhecimentos espontâneos propiciando a reflexão, produção do conhecimento científico e um olhar crítico que visa um trabalho desafiador para o aluno. Diante disso, apresentam-se pressupostos teóricos, filosóficos e metodológicos do fazer docente, bem como uma análise sobre avaliação e castigo trazendo reflexões sobre o processo construtivo dos saberem profissionais e cognitivos. Assim, os relatos de experiências vivenciadas contidas neste trabalho</p><p>contribuem para estudos futuros na prática de ensino.</p><p>Pautando-se nas diretrizes do curso e atendendo os pressupostos legais e pedagógicos, o estágio organizou-se em duas etapas: a de observação participativa, em que foi possível conhecer e analisar a prática docente, percebendo as situações diversas presentes no cotidiano escolar, o funcionamento da rotina, entre outros aspectos pertinentes ao papel do professor, pedagogo e membros escolares. Já a regência foi o momento em que, após árduo trabalho de planejamento, pudemos vivenciar o fazer docente, possibilitando, assim, que tivéssemos uma visão geral da</p><p>forma como é processado o trabalho do professor.</p><p>No fazer docente, a ação do educador deve responder a diferentes necessidades apresentadas pela realidade social e educacional. Para isso, a formação de um docente deve ter como finalidade a consciência crítica da educação e o papel exercido por ela na sociedade. A unidade teoria-prática não deve perder de foco a visão da totalidade da prática pedagógica.</p><p>A experiência em sala de aula deve trazer uma alternativa de possibilidade de o acadêmico desenvolver a sua “práxis”, que é criada na medida em que a vinculação entre o pensar e o agir, pressupõe então ação inventiva, baseada de forma única em pressupostos teóricos que alcancem a realidade do fazer docente, para então construir a sua prática pedagógica. O diálogo prévio sobre os poucos problemas observados em sala de aula nos possibilitou refletir sobre como agir na regência das aulas. Portanto, o diálogo entre nós e a reflexão, antes e após cada regência, foi objeto principal para criação da nossa práxis, através desta avaliação contínua do nosso fazer docente, organizando</p><p>RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR</p><p>A importância de se trabalhar no fundamental assuntos como: literatura, feriado sete de setembro, linguagem oral e escrita, números e gêneros textuais (parlenda, receita e bilhete).</p><p>Partindo de a necessidade da escola fornecer subsídios para a formação do ser crítico, aquele capaz de compreender sua realidade e com isso tomar atitudes que venham favorecer sua vida e a de toda sociedade a qual ele está inserido. Que segundo a Constituição Brasileira de1988 essa é a primeira etapa da educação básica. Por isso é importante desde a primeira etapa da educação básica trabalhar com temas relevantes que muitas vezes estão no dia a dia das crianças e que acrescentam conhecimento e desenvolvimento. Para que assim o educando se torna letrado mesmo antes de ser alfabetizado, compreenda a importância da matemática para a sua vida, tome gosto pelos livros antes de aprender a ler e assim facilitará a aprendizagem pois entenderá a importância dos estudos para sua vida desde cedo.</p><p>E levando em conta o conhecimento prévio das crianças adquiridos fora do ambiente escolar é oportuno trabalhar diferentes gêneros textuais, As vivências sociais, as histórias, os modos de vida, os lugares e o mundo natural são para as crianças parte de um todo integrado, portanto explicar o porquê de certas datas comemorativas como o sete de setembro se faz importante para as crianças conhecerem a história cultural, o significado de símbolos presentes na sociedade e assim despertar o amor e o</p><p>5.4 ; OBJETIVO</p><p>Professor onde a mesma está no centro do processo educativo, mostrando sempre ser a responsável por transmitir os conhecimentos às crianças como expondo suas atividades para que sejam as únicas a serem realizadas no dia e deixando claro que os alunos tem metas a cumprir a partir das tarefas expostas diariamente e muitas vezes dentro de determinados prazos. No entanto O professor busca estar alinhada à base nacional comum curricular quando se trata de preparar materiais adequados para os pequenos, tentando oferecer recursos didáticos adequados às novas realidades quando possível com recursos que a escola oferece, como atividades que trazem as características da cultura local (figuras indígenas, contos locais), buscando ser familiar e ajudando na adaptação, A interação entre professor e aluno, se dá de forma unilateral onde O professor sempre está no controle de todas as situações da sala de aula e de vem ser seguidas conforme o planejado para o dia, quando a turma começa a ficar for a de controle, O professor age de forma mais rigorosa para inibir ações dos alunos e não atrapalhar o andamento da aula e mostrando assim a autoridade da sala de aula .Contudo a observação realizada pelo professor é feita durante a realização das atividades propostas pela mesma, atentando-se a seus traçados, formas que interagem com colega, organização dos materiais antes durante e depois de qualquer atividade. É feita uma demonstração para os alunos de como guardar adequadamente tudo o que foi utilizado no dia, pois a sala possui um canto para a organização de cada elemento como cantinho da leitura: Iugar onde é guardado apenas livros e brinquedos a serem usados durante o processo de contar de histórias.,Ao final da aula todos os matérias são guardados devidamente em seus lugares, O professor se atentou em criar um espaço próprio para cada elemento dentro da sala de aula</p><p>PLANO DE AULA N° 01</p><p>OBJETIVOS</p><p>Compreender as cores quentes e frias em suas propriedades.</p><p>Compreender emoções e sensações que as cores sugerem.</p><p>Ampliar a habilidade de identificar, criar, produzir e improvisar.</p><p>Identificar diferentes padrões artísticos e estéticos.</p><p>CONTEÚDO</p><p>Um só desenho, vários efeitos.</p><p>Cores frias e quentes.</p><p>METODOLOGIA</p><p>Pintar os desenhos iguais de cores diferentes.</p><p>Aplicar cores quentes no desenho.</p><p>Aplicar cores frias no desenho.</p><p>Misturar cores quentes e frias no desenho.</p><p>Observar os diferentes resultados do mesmo desenho com os alunos.</p><p>RECURSOS</p><p>Caderno.</p><p>Lápis.</p><p>Borracha.</p><p>Lápis de cor.</p><p>Desenho impresso.</p><p>Cola.</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>Os alunos serão observados, se estão participando das tarefas e</p><p>como estão se</p><p>desenvolvendo. Interação com a aula e sem discriminação artística.</p><p>PLANO DE AULA N° 02</p><p>OBJETIVOS</p><p>Identificar o antecessor e o sucessor dos números.</p><p>Escrever os números por extenso.</p><p>Saber ler os números através de algarismos numéricos.</p><p>Construir o significado dos números naturais em situações de contagem.</p><p>Desenvolver a noção de numeral (símbolo e número) a quantidade</p><p>CONTEÚDO</p><p>Escrever os números por extenso.</p><p>Antecessor e sucessor.</p><p>Representar quantidades por meio de algarismos sequencia numérica.</p><p>METODOLOGIA</p><p>Conhecer o que os alunos já sabem sobre o conteúdo a ser ministrado com</p><p>perguntas (o que é antecessor e sucessor? Se não aprendermos os números,</p><p>conseguiremos ver as horas? O carteiro consegue entregar as cartas sem os</p><p>números?).Mostrar a importância dos números no dia-a-dia.</p><p>Atividades sobre antecessor e sucessor e para escrever os números por extenso,</p><p>para fixar o conteúdo.</p><p>RECURSOS</p><p>Caderno.</p><p>Lápis.</p><p>Borracha.</p><p>Lousa.</p><p>Pincel.</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>Consistirá em observação ao domínio do conteúdo, envolvimento com a aula,</p><p>raciocínio e interesse pelo conteúdo.</p><p>PLANO DE AULA N° 03</p><p>OBJETIVOS</p><p>Fazer com que os alunos aprendam os números pares e impares.</p><p>Fazer contagem de números pares ou impares.</p><p>Comparar, ordenar, classificar e reconhecer números como os pares e impares,</p><p>símbolos que simbolizam maior ou menor.</p><p>CONTEÚDO</p><p>Exercício para identificar números pares.</p><p>Exercício para identificar números impares.</p><p>Contagem de números de 2 em 2 ou em 3 em 3.</p><p>Identificar os números maior e menor através dos símbolos.</p><p>METODOLOGIA</p><p>Atividades com números pares e impares.</p><p>Pergunta aos alunos se elas sabem a diferença entre os dois conceitos.</p><p>Estimular a percepção e a atenção dos alunos na contagem e identificação dos</p><p>algarismos.</p><p>RECURSOS</p><p>Caderno.</p><p>Lápis.</p><p>Borracha.</p><p>Jogos.</p><p>Lousa.</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>A avaliação se dará por meio da participação e o desempenho dos alunos nas</p><p>atividades desenvolvidas.</p><p>PLANO DE AULA N° 04</p><p>OBJETIVOS</p><p>Conhecer o porquê que se comemora o dia do circo.</p><p>Desenvolver o gosto pela arte circense.</p><p>Desenvolver a leitura.</p><p>Aprimorar a escrita e a criatividade.</p><p>CONTEÚDO</p><p>Pequeno texto</p><p>Questionário.</p><p>Confecção de um circo.</p><p>METODOLOGIA</p><p>Texto trabalhando o dia do circo.</p><p>Explicação e leitura do texto.</p><p>Perguntas aos alunos se já foram em algum circo e o que acharam de mais</p><p>interessante.</p><p>Confecção de um circo e desenhar dentro dele o que mais gostou do circo.</p><p>Saída pra joga bola na quadra.</p><p>RECURSOS</p><p>Caderno.</p><p>Lápis.</p><p>Lápis de cor.</p><p>Borracha.</p><p>Bola.</p><p>Lousa.</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>Os alunos serão avaliados pela participação, interação e desempenho nas aulas</p><p>PLANO DE AULA N° 05</p><p>OBJETIVOS</p><p>Compreender o que é o efeito estufa.</p><p>Fazer uma simulação do efeito estufa.</p><p>Realizar produção textual.</p><p>CONTEÚDO</p><p>Efeito estufa.</p><p>Produção de texto.</p><p>Experiencia – efeito estufa</p><p>METODOLOGIA</p><p>Perguntar aos alunos o que eles sabem sobre o efeito estufa.</p><p>Passar um texto explicando sobre o tema.</p><p>Experiencia – efeito estufa (consiste na montagem de uma caixa com a tampa de</p><p>filme plástico, forrada com o interior com alumínio, com 1 copo dentro da caixa e</p><p>outro fora, sob uma luz de lâmpada ou sob a luz do sol. Deixar por dez minutos, e</p><p>depois observar a diferença de temperatura dos copos de água.</p><p>Discutir com os alunos a experiencia observada.</p><p>Produzir um texto tendo como base as explicações sobre o efeito estufa e a</p><p>experiência.</p><p>RECURSOS</p><p>Caderno.</p><p>Lápis.</p><p>Borracha.</p><p>2 copos com água.</p><p>Papel alumínio.</p><p>Caixa de sapatos.</p><p>Tesoura.</p><p>Filme plástico.</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>Os alunos serão avaliados pela participação, interação e realização das atividades</p><p>PLANO DE AULA N° 06</p><p>OBJETIVOS</p><p>Reconhecer a paisagem local e o lugar que se encontram inseridos.</p><p>Utilizar a observação e a descrição na leitura direta ou indireta da paisagem, sobre</p><p>tudo por meio de ilustrações e da linguagem oral.</p><p>Ler, interpretar e representar o espaço por meio de mapas simples.</p><p>CONTEÚDO</p><p>Paisagem local.</p><p>Preservação da natureza.</p><p>METODOLOGIA</p><p>Explicação sobre as arvores e as plantas, ressaltando a importância e a preservação</p><p>da natureza local.</p><p>Mostrar fotografias do bairro.</p><p>Após as fotografias, dividir a sala em grupos, distribuir revistas, jornais, papel</p><p>cartolina e giz de cera para que os alunos montem um papel relativo ao bairro,</p><p>descrevendo as paisagens por meio de desenhos, relacionando a importância de</p><p>preservar a natureza.</p><p>RECURSOS</p><p>Caderno.</p><p>Lápis.</p><p>Borracha.</p><p>Revistas.</p><p>Jornais.</p><p>Giz de cera.</p><p>Papel cartolina.</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>Avaliar o desenvolvimento dos alunos em grupo para produzir e representar os</p><p>cartazes através de desenhos e texto sobre os elementos da natureza</p><p>RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE</p><p>O professor José Dos Santos Barreto titular da turma é formado em Pedagogia: Pré Escola e Séries Iniciais e Pós Graduação. Os documentos que orientam seu planejamento pedagógico para atuar com as crianças são a LDB, BNCC (Base Nacional Comum Curricular) para subsídio legal, revistas, encartes, cursos práticas pedagógicas. Geralmente ele organiza seus planos de aula com curiosidade e a necessidade da criança. Os encontros de formação continuada que tratam sobre as especificidades da educação infantil sempre acontecem uma vez por mês e são organizados pela Secretaria Municipal de Educação.</p><p>A instituição orienta o processo de desenvolvimento de avaliação de formação da criança de maneira formativa, ou seja, diagnóstica. Tendo esta a finalidade de verificar e analisar cada um de maneira a respeita as características de cada criança. A interação entre as crianças na sala de aula é maravilhosa, já que eles têm uma rotina harmoniosa, respeitam e obedecem. A relação entre professor e família é muito boa, também baseado em diálogo e bom senso, com clareza e respeito para melhor desenvolvimento do aluno. Os maiores desafios são a falta de materiais didático adequados, falta de valorização dos profissionais, falta de comprometimento de alguns pais, já as possibilidades de usar materiais sucateados e o auxilio dos pais que</p><p>podem contribuir com esses materiais e pais presentes que auxiliam além do que se espera.</p><p>Para o período de regência, com base no planejamento, todas as temáticas podem ser abordadas nos planos de aula, desde que levem a criança a pensar e imaginar um mundo melhor para todos. A temática pode ser o autoconhecimento de si mesmo e seu corpo, criatividade, coordenação motora, higiene e identidade. Os materiais para serem utilizados podem ser tintas, pinceis, giz de cera, sucatas, historinhas, objetos sensoriais.</p><p>6 CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>Para todo acadêmico o Estagio Curricular Obrigatório é um período de medo, curiosidade, insegurança, analises críticas, mas também é um momento de muito aprendizado profissional e pessoal.</p><p>A partir de observações participativas e regência em sala de aula o estagiário pôde vivenciar a teoria e a pratica de uma instituição de ensino fundamental. E foi dentro da escola que o acadêmico percebeu o quanto é verdadeiro e necessário o ato de cuidar e educar estarem entrelaçados e permeados por amor, respeito, dedicação e paciência, ou seja ser professor é tarefa que exige muitos estudo e dedicação.</p><p>E dentro da instituição educacional todos profissionais são relevantes, pois é através do bom desempenho de cada um que a escola cumpre o seu papel de formação integral da criança, aspectos sociais, físico, psicológico e intelectual. O professor do ensino fundamental deve ter seu planejamento cheios de brincadeiras, ludicidade e amor para com as crianças. E para concluir, à docência no Brasil enfrenta muitos obstáculos, os professores são mal remunerados, encontram escolas com escassez de material pedagógico, lidam com o descaso de muitas famílias dos alunos e mesmo assim quando o profissional ama o que faz, ele se torna único e especial para cada uma das crianças que ele venha cruzar durante sua carreira. Por</p><p>isso estagiar foi gratificante e enriquecedor na vida do acadêmico</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>AGUIAR, J.S. Jogos para o ensino de conceitos. Campinas: Papirus, 1998.</p><p>ANTUNES, C. Novas Maneiras de Ensinar: Novas formas de Aprender. Rio de Janeiro: Artmed, 2002.</p><p>AROEIRA, M.; SOARES, M.; MENDES, R. Didática de pré-escola: vida e criança: brincar e aprender. São Paulo: FTD, 1996.</p><p>BISSOLI, Ligia Maria Sciarra. Histórias Infantis: Recurso desafiante e lúdico incentiva a aprendizagem da matemática. Revista do professor. Porto Alegre, 21</p><p>(81): 7 – 10 de jan./mar. 2005.</p><p>CAGNETI, S. Livro que te quero Livro. Rio de Janeiro: Nódica, 1986.</p><p>JOLLIBERT, Josete. Além dos muros da escola. A escrita como ponte entre os alunos e a comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2006.</p><p>LUCKESI, C. C. Educação, ludicidade e prevenção das neuroses futuras: uma proposta pedagógica a partir da Biossíntese. In: Educação e Ludicidade. Coletânea</p><p>Ludopedagogia. Ensaios 01, organizada por Cipriano Carlos Luckesi, publicada pelo GEPEL, Programa de Pós-Graduação em Educação, FACED/UFBA, 2000.</p><p>ANEXOS</p><p>image1.emf</p>