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<p>COLAGEM DE</p><p>FRAGMENTO</p><p>DENTAL</p><p>Profa Dra Tuélita Marques Galdino</p><p>Governador Valadares – Agosto 2024</p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A – Campus GV</p><p>Instituto Ciências da Vida - Departamento Odontologia</p><p>Disciplina de Dentística II</p><p>POR QUE</p><p>REALIZAR A</p><p>COLAGEM DE UM</p><p>FRAGMENTO?</p><p>ÍNDICE</p><p>• CAUSAS DAS FRATURAS</p><p>• DIAGNÓSTICO</p><p>• CLASSIFICAÇÃO</p><p>• VANTAGENS e DESVANTAGENS</p><p>• TÉCNICA DE COLAGEM</p><p>• CONCLUSÃO</p><p>CAUSAS</p><p>• Trauma aos dentes anteriores - relativamente comum (crianças e</p><p>adolescentes)</p><p>• Atividades esportivas e de lazer</p><p>• Estima-se 1/4 da população < 18 anos apresenta fratura dos dentais</p><p>anteriores</p><p>• Adoção de medidas que diminuam o risco de traumatismos</p><p>• Custos para tratar um paciente de traumatismo orofacial é cerca de</p><p>26X > que aqueles necessários para prevenir a fratura dental</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>• Exame clínico minucioso</p><p>• Radiografias periapicais</p><p>• Alguns casos: necessário a realização de cirurgia exploratória</p><p>para determinar o nível apical da fratura e a viabilidade de</p><p>tratamento</p><p>LEITE, 2024</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>CLASSIFICAÇÃO</p><p>A. Fratura de esmalte</p><p>B. Fratura de esmalte/dentina</p><p>B.1. Sem exposição pulpar</p><p>B.1.1. sem invasão do espaço biológico</p><p>B.1.2. com invasão do espaço biológico</p><p>. invasão coronal à margem óssea</p><p>. invasão ao nível da margem óssea</p><p>. invasão apical à margem óssea</p><p>B.2. Com exposição pulpar</p><p>B.2.1. sem invasão do espaço biológico</p><p>B.2.2. com invasão do espaço biológico</p><p>. invasão coronal à margem óssea</p><p>. invasão ao nível da margem óssea</p><p>. invasão apical à margem óssea</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>TIPOS DE</p><p>FRAGMENTOS</p><p>• Transversais</p><p>• Oblíquas</p><p>• Longitudinais</p><p>• Desprendido do remanescente dental</p><p>• Em posição</p><p>• Fragmento do próprio dente fraturado (colagem autógena)</p><p>• Fragmento obtido a partir de um dente removido de outro</p><p>indivíduo (colagem heterógena )</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>VANTAGENS</p><p>• Melhor estética em relação a uma restauração com resina</p><p>composta</p><p>• Permite a devolução</p><p>• da forma,</p><p>• contorno,</p><p>• textura superficial,</p><p>• alinhamento e</p><p>• da cor original do dente</p><p>• Maior longevidade - resina composta</p><p>• Função + facilmente restabelecida (manutenção da guia</p><p>anterior)</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>VANTAGENS</p><p>• Procedimento muito + simples, rápido e conservador -</p><p>resinas ou porcelanas</p><p>• Maioria das situações clínicas, o procedimento de é em</p><p>uma única sessão (custo inferior às restaurações indiretas)</p><p>• MAIOR VANTAGEM - fatores emocional e social -senso</p><p>de auto-estima por continuar com seu próprio dente</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>DESVANTAGENS</p><p>• Possibilidade do fragmento se desprender - varia com:</p><p>• > conforme a idade do paciente diminui</p><p>• > com o aumento do trespasse vertical</p><p>• > com o aumento da função incisiva</p><p>• > em pacientes c/ hábitos parafuncionais que</p><p>envolvam os dentes anteriores.</p><p>• > com a magnitude da fratura</p><p>• Possibilidade da colagem em uma posição inadequada</p><p>• Possibilidade do fragmento dental apresentar trincas</p><p>(realçada com o tempo)</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>DESVANTAGENS</p><p>• Possibilidade do fragmento não readquirir a cor original do remanescente dental</p><p>contrastando. Essa possibilidade aumenta:</p><p>• > o tempoo fragmento fora da boca - meio seco (fora da saliva, da água ou de outro</p><p>meio adequado)</p><p>• maturação do esmalte (a qual é proporcional à idade do paciente)</p><p>• quantidade de estrutura do remanescente dental, a qual é removida do fragmento</p><p>para facilitar a colagem</p><p>• Possibilidade da linha de união entre o remanescente e o fragmento dentais vir a apresentar</p><p>cor diferente</p><p>• Aparência estética ficar pior do que aquela obtida com restaurações com RC ou porcelana -</p><p>remanescente e fragmento apresentam alteração de cor e contrastem com os dentes</p><p>adjacentes, ou amplamente restauradosque deixam a desejar do ponto de vista estético</p><p>BARATIERI, 1995; CONCEIÇÃO, 2007</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>• Tempo para colagem</p><p>• Vitalidade dental</p><p>• Proteção da dentina</p><p>• Proteção da polpa</p><p>• Restituição do espaço biológico</p><p>• Seleção do material</p><p>• Técnica</p><p>• Preparo do fragmento</p><p>• Preparo do remanescente</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>• Imediata: mesmo dia da fratura</p><p>• Mediata: outro dia, condições + adequadas</p><p>• Nenhum tipo de desgaste dental deve ser realizado</p><p>previamente à colagem</p><p>• Indicação de bisei para favorecer a retenção é</p><p>desnecessária</p><p>• Se após um período a linha de transição</p><p>fragmento/dente estiver interferindo na estética</p><p>pode realizar um bisei vest. e restaurá-la com</p><p>resina composta - otimizar o resultado estético.</p><p>DENTES VITAIS</p><p>http: / /www.ident .com.br/FGM/caso-cl inico/4300-colagem-de-fragmento-dental</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>• Se indicada a colocação de pino intracanal -</p><p>remoção parcial da dentina do fragmento para</p><p>propiciar espaço para o pino e o material para</p><p>colagem.</p><p>DENTES NÃO VITAIS</p><p>OLIVEIRA et al . , 2006</p><p>ht tps: / /www.spemd.pt / imagens/anexo_273.pdf</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>• Elimina a sensibilidade dolorosa</p><p>• Evita o comprometimento da vitalidade pulpar</p><p>• Ca(OH)2 e/ou CIV - dificultam a adaptação do</p><p>fragmento/remanescente ou</p><p>• Condicionamento ácido de esmalte/dentina seguido</p><p>da aplicação de um sistema adesivo - evita desgaste</p><p>interno para permitir espaço ao material de base -</p><p>melhor resultado estético</p><p>PROTEÇÃO DA DENTINA EXPOSTA</p><p>Soares PBF, Santos-Fi lho PCF, Mart ins VM, Lima DDC, Reis MVP, Soares CJ.</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>• Tratamento conservador da polpa</p><p>• Curetagem pulpar - risco - escurecimento</p><p>a longo prazo</p><p>• Pulpotomia</p><p>• Tratamento endodôntico</p><p>* tratamento conservador da polpa - dentes com</p><p>rizogênese incompleta</p><p>PROTEÇÃO DA POLPA EXPOSTA</p><p>OLIVEIRA et al . , 2006</p><p>ht tps: / /www.spemd.pt / imagens/anexo_273.pdf</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>1. Cirurgia de Aumento de Coroa Clínica</p><p>2. Extrusão dental - fratura localizar-se pelo menos</p><p>2 mm além da crista óssea</p><p>3. Colagem com envolvimento do espaço biológico</p><p>- discreta invasão e otima saúde periodontal -</p><p>restituição do espaço</p><p>4. Espera pela erupção definitiva do dente</p><p>5. Avulsão parcial ou total do dente fraturado</p><p>seguido de colagem reposicionamento no alvéolo</p><p>RESTITUIÇÃO DO ESPAÇO BIOLÓGICO</p><p>OLIVEIRA et al . , 2006</p><p>ht tps: / /www.spemd.pt / imagens/anexo_273.pdf</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>1.1 Seleção do Material</p><p>Resina Composta + utilizado</p><p>> controle do tempo</p><p>de trabalho</p><p>• Flow - alta capacidade de escoamento - não há</p><p>perda de substância dental</p><p>• Nanoparticuladas - perda de substância dental</p><p>• Microhíbrida - perda de substância dental</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>Nanoparticulada</p><p>ht tps: / /www.dentalcremer.com.br/produto/10903/resina-fi l tek-z350-xt-</p><p>3m-espe100539</p><p>Flow</p><p>ht tp: / /www.novadfl .com.br/s i tenovo/produtos/composi tos/natural -</p><p>f low/</p><p>Microhíbrida</p><p>ht tp: / /www.novadfl .com.br/s i tenovo/produtos/composi tos/natural -</p><p>f low/</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2. Técnica - Protocolo clínico</p><p>• Exame clínico</p><p>• Exame radiográfico (fratura óssea ou radicular,</p><p>exposição pulpar e vitalidade pulpar, obturação</p><p>de canal adequada, espaço biológico</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>OLIVEIRA et al . , 2006</p><p>ht tps: / /www.spemd.pt / imagens/anexo_273.pdf</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.1 Preparo do fragmento</p><p>• Reidratar - imerso em água - harmonia estética</p><p>no que se refere à cor</p><p>* Se paciente contactar com o profissional por</p><p>telefone antes do atendimento, orientá-lo a levar o</p><p>fragmento dental imerso em água</p><p>** Se ainda estiver posicionado na cavidade bucal -</p><p>anestesiar o paciente, remover o</p><p>fragmento e colocá-lo em água</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>https: / /www.ident .com.br/NovaDFL/caso-cl inico/16011-colagem-de-fragmento-em-incis ivo-inferior</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.2 Seleção da cor</p><p>• Escolha da cor da RC antes da colocação do</p><p>dique de borracha</p><p>• Considerar a cor do remanescente dental - o</p><p>fragmento apresenta</p><p>alteração de cor pela</p><p>desidratação</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>https: / /edi toraplena.com.br/art igo/ful l -science-14a-edicao/765/est rat i f icacao-natural -com-resinas-compostas-em-dente-anterior-fraturado.html</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.3 Verificação da oclusão</p><p>• Observar os contatos oclusais em MIH,</p><p>movimentos excursivos, hábitos parafuncionais -</p><p>avaliar se a oclusão tem relação direta com a</p><p>ocorrência da fratura - necessidade de proteger os</p><p>dentes após a colagem.</p><p>• Padrão oclusal mantido após a colagem</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>https: / /edi toraplena.com.br/art igo/ful l -science-14a-edicao/765/est rat i f icacao-natural -com-resinas-compostas-em-dente-anterior-fraturado.html</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.4 Anestesia</p><p>• Necessário na maioria das situações clínicas</p><p>• Somente pode ser dispensada - dentes</p><p>desvitalizados e que não apresentem</p><p>envolvimento do espaço biológico</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>https: / /www.nysora.com/pt / t%C3%A9cnicas/blocos-de-cabe%C3%A7a-e-pesco%C3%A7o/anestes ia-regional-bucomaxi lofacial /</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.5 Isolamento do campo</p><p>• Melhor forma de se obter um campo operatório</p><p>adequado. Indispensável para realização de</p><p>cirurgia periodontal.</p><p>• Dique de borracha associado a um grampo</p><p>retratar 212 permitir o acesso à linha de fratura na</p><p>região cervical</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>OLIVEIRA et al . , 2006</p><p>ht tps: / /www.spemd.pt / imagens/anexo_273.pdf</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.6 Preparo do remanescente e do fragmento</p><p>• Em necessidade de pino intracanal em dentes</p><p>desvitalizados, o fragmento deve sofrer um</p><p>desgaste para que haja espaço para o pino.</p><p>• Em necessidade de base para proteção pulpar,</p><p>uma canaleta no fragmento para propiciar espaço</p><p>para o forramento.</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>http: / /www.somge.org.br/ revis ta/ index.php/RCSOMGE/art icle/viewFile/5/4</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.7 Limpeza do remanescente e do fragmento</p><p>Remanescente</p><p>• Jato de bicarbonato ou pedra pomes: resíduos</p><p>orgânicos que podem interferir no sucesso do</p><p>procedimento adesivo devem ser limpos</p><p>Fragmento</p><p>• Jato de óxido de alumínio</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>http: / / ioscl inica.com.br/blog/entenda-a-acao-do-bicarbonato-de-sodio-na-l impeza-dos-</p><p>dentes/ t tps : / /www.spemd.pt / imagens/anexo_273.pdf</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.8 Fixação do fragmento</p><p>• Manuseio: para facilitá-lo e evitar que o</p><p>fragmento caia durante os procedimentos de</p><p>fixação, ele pode ser fixado na incisal com godiva</p><p>de baixa fusão, guta-percha ou dispositivos</p><p>específicos como o Vivastick (lvoclar-Vivadent)</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>https: / /www.spemd.pt / imagens/anexo_273.pdf</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.9 Procedimentos adesivos</p><p>• Ác. fosfórico de 37% E-30”e D-15 - tanto no</p><p>fragmento quanto no remanescente</p><p>• Lavagem e controle de umidade com papel</p><p>absorvente - não desidratar a dentina</p><p>• Sistema adesivo aplicado seguido as</p><p>recomendações do fabricante, evitando-se uma</p><p>camada espessa de adesivo</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>Soares PBF, Santos-Fi lho PCF, Mart ins VM, Lima DDC, Reis MVP, Soares CJ, 2017</p><p>ht tp: / /www.fgm.ind.br/s i te/casos-cl inicos-odontologicos/fratura-dental -</p><p>reconstrucao-em-busca-de-natural idade</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.10 Aplicação da resina composta</p><p>• Aplicada na região da fratura no fragmento, que</p><p>deve ser posicionado e ajustado junto ao</p><p>remanescente</p><p>• Excessos devem ser removidos com o auxílio de</p><p>um pincel ou de uma sonda exploradora.</p><p>• Fotoativação 40” vestibular e palatina</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>https: / /www.ident .com.br/FGM/caso-cl inico/4300-colagem-de-</p><p>fragmento-dental</p><p>Soares PBF, Santos-Fi lho PCF, Mart ins VM, Lima DDC, Reis MVP, Soares CJ, 2017</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.11 Ajuste oclusal</p><p>• Remoção do dique de borracha - checar a oclusão</p><p>em MIH e movimentos excursivos</p><p>• Evitar contatos prematuros, porém mantido em</p><p>função normal</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>OLIVEIRA et al . , 2006</p><p>ht tps: / /www.spemd.pt / imagens/anexo_273.pdf</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.12 Acabamento e polimento</p><p>• Realizado preferencialmente com pontas</p><p>multilaminadas de 30 lâminas</p><p>• Polimento com discos flexíveis de óxido de</p><p>alumínio ou borrachas abrasivas</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>Soares PBF, Santos-Fi lho PCF, Mart ins VM, Lima DDC, Reis MVP, Soares CJ, 2017</p><p>TÉCNICA DE</p><p>COLAGEM</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>2.13 Acompanhamento clínico</p><p>• Programar retorno periódicos, acompanhando</p><p>clínica e radiograficamente, devido a</p><p>possibilidade de ocorrência de alterações</p><p>periodontais, pulpares ou estéticas</p><p>1. Seleção do Material</p><p>2. Técnica - Preparo do Fragmento e</p><p>do Remanescente</p><p>Soares PBF, Santos-Fi lho PCF, Mart ins VM, Lima DDC, Reis MVP, Soares CJ, 2017</p><p>ORIENTAÇÕES</p><p>AO PACIENTE</p><p>ORIENTAÇÕES PREVENTIVAS</p><p>• Alertar os pacientes, principalmente jovens que praticam</p><p>esportes sobre os riscos e consequências do trauma dental</p><p>• Identificar dentre os pacientes aqueles que estão mais</p><p>expostos a probabilidade de sofrer um traum atismo dental</p><p>e propor a confecção de uma placa de protação bucal</p><p>BARATIERI, 1995</p><p>ORIENTAÇÕES</p><p>AO PACIENTE</p><p>ORIENTAÇÕES POSTERIORES AO TRATAMENTO</p><p>• Pacientes vÍtimas de traumatismo dental possuem 04X + chances de apresentarem reincidência do</p><p>problema - enfaticamente alertados para essa possibilidade, como também para a necessidade da</p><p>adoção de medidas que evitem a recidiva - uso rotineiro de protetor bucal</p><p>• Consultas de revisão - avaliar clínica e radiográficamente a possibilidade de alterações</p><p>periodontais, pulpares ou estéticas</p><p>BORBA, 2016</p><p>ORIENTAÇÕES</p><p>AO PACIENTE</p><p>http:/ /www.consul toriosmedicos-cmatn.pt /outras-not icias /conselhos-t raumatismo-dentario</p><p>CONCLUSÃO</p><p>• Excelente técnica duradoura alternativa para a restauração de</p><p>dentes anteriores fraturados (ponto de vista estético e funcional,</p><p>psicológico);</p><p>• Necessário diagnosticar, indicar e executar corretamente;</p><p>• Crescente interesse na prevenção de fraturas (protetores bucais);</p><p>• Medidas preventivas reduzem significativamente a incidência</p><p>principalmente entre jovens.</p><p>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA</p><p>• BARATIERI, L N. et al. Restaurações de dentes anteriores fraturados In:. Dentística: procedimentos preventivos</p><p>e restauradores. 2ª. São Paulo: Livraria editora Santos, 1995. Cap.8, p. 257 - 93.</p><p>• BORBA, C., Colagem de f ragmentos de dentes. Florianópolis , 2002</p><p>• CARDOSO, P.C., Colagem de fragmento dental. Ident, 2011. Disponível em:<</p><p>https://www.ident.com.br/FGM/caso-clinico/ 4300-colagem-de-fragmento-dental> Acesso em: 09 dez. 2017</p><p>• CONCEIÇÃO, E.N., Dentística: sa úde e estética. 2ed. Porto Alegre: Ar tes Médicas Sul, 2007. 530 p.</p><p>• MALLAMANN, A., Colagem de fragmento em incisivo inferior. Ident, 2012. Disponível em:< https://w</p><p>ww.ident.com.br/NovaD FL/caso -clinico/16011-colagem-de-fragmento-em-incisivo-inferior> Acesso em: 10</p><p>dez. 2023</p><p>• OLIVEIRA, M.M.M.M.B., MARQUES, L.C., FREITAS, M.A., QUEIROZ, C.E.S., RASQUIN, L.C. Colagem</p><p>de um Fragmento Dentária com Fractura Corono Radicular: Relato de Caso Clínico. Rev Port Estomatol Cir</p><p>Maxilofac 2006;47:49-54</p><p>• PAULILLO, L.A.M.S. Colagem de fragmento dental. Monografia (Especialização) - Universidade Estadual de</p><p>Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicaba.</p><p>• SOARES, P.B.F., SANTOS-FILHO, P.C.F., MARTINS, V.M., LIMA, D.D.C., REIS, M.V.P., SOARES,</p><p>C.J..</p><p>Full Dent. Sci. 2017; 8(32):122-127</p><p>OBRIGADA!</p><p>Profa Dra Tuélita Marques Galdino</p><p>tuelitamarques.galdino@ufjf.br</p>

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