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<p>TESTE DIAGNÓSTICO</p><p>AULA VIRTUAL</p><p>3º nível</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>2</p><p>TESTES PARA CIÁTICAS</p><p>Teste do tambor (percussão)</p><p>Teste de Lèri</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>3</p><p>Teste de compressão radicular</p><p>Sinal de ponta de pé (S1)</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>4</p><p>Sinal do calcanhar (L5)</p><p>Quick scan lombar</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>5</p><p>Teste de Betcherew</p><p>Teste de percurssão das espinhosas</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>6</p><p>Teste de dor não orgânica</p><p>Teste de Lasègue</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>7</p><p>Teste de Braggard</p><p>Teste de Lasègue em adução (piramidal)</p><p>Teste SPE</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>8</p><p>Teste SPI</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>9</p><p>Bowstring test</p><p>Teste de Linder</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>10</p><p>Teste de Milgram</p><p>Teste de Sicart</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>11</p><p>Busca da disfunção lombar maior</p><p>Teste do timbre</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>12</p><p>Teste da esfinge (ERS, FRS).</p><p>Teste de Pheasent</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>13</p><p>Teste de Nachlas</p><p>LIVRO DE REFERÊNCIA:</p><p>François Ricard. Tratamiento osteopático de las lumbalgias y lumbociáticas por hernias</p><p>discales. Panamericana; 2003</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>14</p><p>TESTES PARA ESFENOBASILAR</p><p>QUICK SCANNING CRANIANO</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino.</p><p>Osteopata:</p><p>À cabeça do paciente.</p><p>Contatos:</p><p>Contato bilateral, com “calcanhar da mão” (região tenar e hipotenar), sobre a fossa anterior, media e</p><p>posterior.</p><p>Teste:</p><p>O teste consiste, colocando ambas as mãos sobre cada uma das fossas, realizamos uma pressão,</p><p>tentando aproximar ambas as mãos. Testamos se em alguma das fossas em um lado ou no outro</p><p>percebemos mais restrição à compressão.</p><p>TESTE DOS QUADRANTES</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino</p><p>Osteopata:</p><p>Sentado à cabeça do paciente.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>15</p><p>Contatos:</p><p>Contato a cinco dedos.</p><p>Teste:</p><p>O osteopata realiza um movimento, com um par de dedos para testar um quadrante, inclinando-se</p><p>para frente, como se quisesse levar os dedos para os pés, e para o centro da base do crânio. Isto se</p><p>repete com os quatro pares de dedos. A percepção de restrição de movimento, ou percepção de</p><p>maior rigidez, nos dará um teste positivo sobre o quadrante no qual nos encontramos.</p><p>TESTES ANALÍTICOS</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino com os pés fora da maca.</p><p>Osteopata:</p><p>À cabeça do paciente. Sedestação ereta, cotovelos apoiados na maca.</p><p>Contatos:</p><p>Contato bilateral a cinco dedos.</p><p>Teste:</p><p>Esta posição nos serve para testar todos os movimentos da sincondrose esfenobasilar (SEB).</p><p>- FLEXÃO - EXTENSÃO. Deslizamento do tronco do terapeuta em direção dos pés do paciente (flexão)</p><p>e para trás (extensão). O terapeuta roda sobre os ísquios.</p><p>- LATEROFLEXÃO. Juntando dedos de um lado e separando do outro, percebendo a convexidade de</p><p>um lado e a concavidade onde se juntam.</p><p>- COMPRESSÃO - DESCOMPRESSÃO. Fechar e abrir os dedos das mãos ao mesmo tempo.</p><p>Se não há movimento determina impactação.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>16</p><p>- ROTAÇÃO. Girar o tronco do osteopata de um lado ao outro.</p><p>- TORSÃO. Girar o tronco e também as mãos fazendo um movimento de torsão entre elas,</p><p>retrocedendo um cotovelo e avançando o outro.</p><p>- STRAINS.</p><p>- Lateral traumático: Occipital fixo e cisalhamento da esfera anterior lateralmente como máquina de</p><p>escrever.</p><p>- Lateral fisiológico: Láteroflexão de una esfera (esfenoidal) para um lado por vez e logo esfera posterior</p><p>(occipital).</p><p>- Vertical traumático: Manter fixo o occipital e realizar movimentos de tração e empurrar com o</p><p>indicador (Esfenoide).</p><p>- Vertical fisiológico: Imaginar que pode passar o tronco por baixo e por cima do paciente.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>17</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>18</p><p>LIVRO DE REFERÊNCIA:</p><p>François Ricard. Tratado de osteopatía craneal : análisis ortodóntico. Diagnóstico y tratamiento</p><p>manual de los síndromes craneomandibulares. Panamericana 2005.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>19</p><p>TESTES PARA TEMPORAL</p><p>PROVA DE WEBER</p><p>Objetivo:</p><p>Prova para realizar um diagnóstico diferencial nas lesões de ouvido (lesão do tipo mecânica ou lesão</p><p>nervosa).</p><p>Paciente:</p><p>Sedestação.</p><p>Osteopata:</p><p>De pé ao lado do paciente.</p><p>Teste:</p><p>Coloca-se um diapasão no vértice da cabeça do paciente. Também se pode colocar sobre o frontal.</p><p>Pergunta-se ao paciente se ouve o som com ambos ouvidos.</p><p>INTERPRETAÇÃO DA PROVA:</p><p>Normal: O paciente ouve o som com os dois ouvidos.</p><p>Possível problema de condução: O som está mais facilmente identificado de um lado que do outro</p><p>(obstáculo do canal do ouvido ou enfermidade do ouvido médio). Se uma lesão do nervo é</p><p>suspeitada, o som só se ouvirá no ouvido normal.</p><p>Este problema de ouvido poderia relacionar-se com otosclerose, enfermidade de Ménière,</p><p>meningite, tumores cerebelopontinos, trauma, ou lesiones de desmielinização.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>20</p><p>PROVA DE RINNE</p><p>Objetivo:</p><p>Prova para realizar um diagnóstico diferencial nas lesiones de ouvido (lesão do tipo mecânica ou</p><p>lesão nervosa).</p><p>Paciente:</p><p>Sedestação.</p><p>Osteopata:</p><p>De pé ao lado do paciente.</p><p>Teste:</p><p>Coloca-se um diapasão sobre a apófise mastóide. Pede-se ao paciente que identifique quando</p><p>desaparece o som. Quando desaparece o som, coloca-se o diapasão próximo ao ouvido sem tocá-lo.</p><p>Pede-se de novo ao paciente que identifique quando desaparece o som.</p><p>INTERPRETAÇÃO DA PROVA:</p><p>Normalmente, a condução aérea é duas vezes maior que a condução do osso, isto se chama um</p><p>Rinne positivo.</p><p>Em lesiones da condução ou em lesões não neurológicas, a condução do osso é maior que a</p><p>condução aérea, o que se cama um Rinne negativo.</p><p>Nas lesões do nervo auditivo, a condução aérea é maior que a condução do osso.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>21</p><p>PROVA LABIRÍNTICA PARA O NISTAGMO DE POSIÇÃO</p><p>Objetivo:</p><p>Determinar se existe lesão da fossa posterior e/ou cerebelo ou vertigem posicional benigna.</p><p>Paciente:</p><p>Sedestação.</p><p>Osteopata:</p><p>De pé, em frente ao paciente.</p><p>Teste:</p><p>O nistagmo é uma tendência lenta do olho se deslocar em uma direção com uma correção rápida na</p><p>direção oposta. Se descreve na direção da fase rápida.</p><p>Paciente em posição sentada. Inspecionamos os olhos para observar se aparece qualquer nistagmo.</p><p>Paciente em posição de prócubito: Inspecionamos os olhos igualmente buscando o aparecimento do</p><p>nistagmo.</p><p>Paciente com a cabeça em rotação de um lado e do outro: Verificamos o aparecimento de nistagmo</p><p>em 30 segundos. Repete-se com a cabeça girada para o outro lado. Realiza-se o mesmo teste em</p><p>extensão cervical.</p><p>INTERPRETAÇÃO DA PROVA:</p><p>- LESÃO DE CEREBELO</p><p>OU PATOLOGIA DA FOSSA POSTERIOR:</p><p>- Nistagmo persistente que muda de direção com as mudanças na posição da cabeça.</p><p>- VERTIGEM POSICIONAL BENIGNA:</p><p>- Nistagmo tardio, lento que desaparece.</p><p>- Nistagmo somente em uma direção e que não se repete rapidamente.</p><p>PROVAS CALÓRICAS</p><p>Objetivo:</p><p>Reflexo para avaliar a existência de lesão labiríntica.</p><p>Paciente:</p><p>Em sedestação.</p><p>Osteopata:</p><p>Teste:</p><p>A injeção de agua fria ou quente no conduto auditivo externo permite comparar a reação entre um e</p><p>outro lado. A instilação de agua fria no conduto auditivo externo, em contato com o tímpano, produz</p><p>um composto de endolinfa no canal membranoso. Este composto estimula o nervo vestibular. A</p><p>estimulação dos núcleos do tronco cerebral provoca um nistagmo horizontal para o lado contrário ao</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>22</p><p>instilar agua fria e para o mesmo lado com agua quente. Uma alteração (hiporreatividade) deste</p><p>reflexo indica afetação labiríntica.</p><p>TESTES DE MOBILIDADE</p><p>Objetivo:</p><p>Detectar lesões de hipomobilidade nas suturas descritas.</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino, os pés fora da maca.</p><p>Osteopata:</p><p>Sentado à cabeça do paciente, repousando sobre a maca dois terços superiores dos antebraços. As</p><p>costas e a cabeça retas, a pelve contra o assento da cadeira e os dois pés apoiados no chão.</p><p>Teste:</p><p>TESTE DE MOBILIDADE PARA A SUTURA ESFENOPETROSA</p><p>Colocação das mãos:</p><p>Mão do temporal: Toma de cinco dedos.</p><p>Mão do esfenóides:</p><p>Mínimo: Apófise pterigoide do esfenoide (se situa por trás do último molar)</p><p>Anular: Pterión.</p><p>Médio: Asa maior do esfenoide.</p><p>Polegar: Frontal do lado esquerdo.</p><p>-Realização do teste:</p><p>- Mão do esfenoide: Abre a sutura por uma ligeira tração para cima.</p><p>- Mão temporal: Imprime movimentos de Flexão e Extensão. (A disfunção é na direção mais livre).</p><p>TESTE PARA A SUTURA PETROBASILAR</p><p>- Colocação das mãos:</p><p>-Mão do occipital: Posição em maca.</p><p>- Mão do temporal: Prensa de cinco dedos.</p><p>-Teste:</p><p>- Arrasta o occipital para a esquerda e para trás para abrir a sutura.</p><p>- Levanta o temporal para o teto e imprime movimentos de Flexão e Extensão (a disfunção é na</p><p>direção mais livre).</p><p>TESTE PARA A SUTURA PARIETOESCAMOSA</p><p>- Colocação das mãos:</p><p>- A mão direita controla o temporal mediante uma prensa de cinco dedos.</p><p>- A mão esquerda controla o parietal:</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>23</p><p>- Palma da mão sobre a eminência parietal.</p><p>- Índice e dedo maior sobre o ângulo posterior do parietal.</p><p>- Mínimo e anular sobre o ângulo anterior do parietal.</p><p>-Teste:</p><p>- A mão parietal arrasta em direção da sutura sagital para abrir a sutura parietoescamosa.</p><p>- A mão direita imprime movimentos de Flexão e Extensão ao temporal (a disfunção é na direção</p><p>mais livre).</p><p>LIVRO DE REFERÊNCIA:</p><p>François Ricard. Tratado de osteopatía craneal : análisis ortodóntico. Diagnóstico y tratamiento</p><p>manual de los síndromes craneomandibulares. Panamericana 2005.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>24</p><p>TESTES PARA ESTÔMAGO</p><p>PROTOCOLO DE EXAME EM OSTEOPATIA VISCERAL</p><p>ANAMNESE:</p><p>- Sinais clínicos do paciente.</p><p>- Incluem as provas de laboratório (sangue, urina...).</p><p>RADIOLOGIA:</p><p>- É necessário para eliminar contraindicações.</p><p>INSPEÇÃO:</p><p>- Desequilíbrios posturais globais (escápula anterior ou posterior, escoliose, aumento ou inversão de</p><p>curvas...).</p><p>- Presença de PTOSE abdominal.</p><p>PERCURSSÃO:</p><p>- Permite localizar os órgãos, assim como as zonas anormais de timpanismo ou macicez.</p><p>AUSCULTA:</p><p>- Estudo dos ruídos hidroaéreos.</p><p>PALPAÇÃO:</p><p>- Detecção térmica manual: um órgão inflamado ou em congestão emite mais calor.</p><p>- Dermalgias reflexas, que traduzem a disfunção neurovegetativa.</p><p>- Pontos dolorosos viscerais (triggers) por espasmos ou aderências.</p><p>TESTE DE MOBILIDADE VISCERAL:</p><p>- Teste de escuta fascial durante a respiração costal.</p><p>- Teste de mobilidade passivo.</p><p>- Testes de mobilidade vertebrais para encontrar as disfunções somáticas neurológicas maiores em</p><p>relação com a patologia visceral.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>25</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>26</p><p>LIVRO DE REFERÊNCIA:</p><p>François Ricard. Tratado de osteopatía visceral y medicina interna osteopática : tomo 2:</p><p>sistema digestivo. Panamericana 2008.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>27</p><p>TESTES PARA DUODENO</p><p>DORES REFERIDAS A PARTIR DO DUODENO</p><p>LIVRO DE REFERÊNCIA:</p><p>François Ricard. Tratado de osteopatía visceral y medicina interna osteopática : tomo 2:</p><p>sistema digestivo. Panamericana 2008.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>28</p><p>TESTES PARA PARIETAL</p><p>TESTE DE ESCUTA</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino com os pés fora da maca.</p><p>Osteopata:</p><p>Sentado à cabeça do paciente, repousando sobre a maca os terços superiores dos antebraços, as</p><p>costas e a cabeça retas, a pelve contra o encosto da cadeira e os dois pés apoiados no chão.</p><p>Contatos:</p><p>As palmas das mãos repousam planas sobre os parietais. Os polegares cruzados sobre o parietal</p><p>oposto de um e do outro lado da sutura sagital.</p><p>- Índices e Médio: Em contato sobre os ângulos anteriores dos parietais.</p><p>- Anulares e Mínimos: ângulos posteriores dos parietais.</p><p>Teste:</p><p>Escutamos o movimento de rotação interna e externa do parietal, durante a espiração e inspiração</p><p>do paciente. O movimento mais livre nos dará o nome da disfunção.</p><p>TESTE DE MOBILIDADE</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino com os pés fora da maca.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>29</p><p>Osteopata:</p><p>Sentado à cabeça do paciente, repousando sobre a maca os terços superiores dos antebraços, as</p><p>costas e a cabeça retas, a pelve contra o encosto da cadeira e os dois pés apoiados no chão.</p><p>Contatos:</p><p>As palmas das mãos repousam planas sobre os parietais. Os polegares cruzados sobre o parietal</p><p>oposto de um e do outro lado da sutura sagital.</p><p>- Índices e Médios: Em contato sobre os ângulos anteriores dos parietais.</p><p>- Anulares e Mínimos: ângulos posteriores dos parietais.</p><p>Teste:</p><p>As dos manos arrastam os parietais em direção cefálica (decoaptação) e imprimem movimentos de</p><p>flexão e extensão e de rotação externa e interna. A disfunção se encontra na direção mais livre.</p><p>TESTE DE MOBILIDADE COM OS OSSOS QUE O RODEAM</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino com os pés fora da maca.</p><p>Osteopata:</p><p>Sentado à cabeça do paciente, repousando sobre a maca os terços superiores dos antebraços, as</p><p>costas e a cabeça retas, a pelve contra o encosto da cadeira e os dois pés apoiados no chão.</p><p>Contatos:</p><p>A mão esquerda se coloca na maca para receber o occipital e a direita repousa sobre o parietal</p><p>direito:</p><p>- Eminência tenar: Sobre a parte interna do parietal por cima da sutura lambdóidea.</p><p>- Eminência hipotenar: Sobre a parte externa do parietal por cima da sutura lambdóidea.</p><p>- Os dedos estendidos ao longo do parietal em direção da sutura coronal.</p><p>- A palma da mão repousa sobre a eminência parietal.</p><p>Test:</p><p>Empurrar sobre a eminência tenar levando o parietal em flexão.</p><p>Empurrar sobre a eminência hipotenar levando o parietal em extensão.</p><p>A disfunção tem lugar na direção mais livre.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>30</p><p>TESTE DA SUTURA CORONAL</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino, pés fora da maca.</p><p>Osteopata:</p><p>De pé lateralmente ao paciente do lado contrário a testar.</p><p>Contatos:</p><p>Mão craniana com zona hipotenar no ângulo anteromedial do parietal, atrás da sutura coronal (sobre</p><p>o bregma), a zona</p><p>tenar no ângulo anterolateral por trás da sutura coronal e por cima do pterión.</p><p>Mão caudal em can hook sobre o frontal.</p><p>Test:</p><p>Decoaptando o frontal em direção anterior, a mão caudal se apoia sobre a eminência hipotenar e</p><p>imprime flexão/rotação externa do parietal. Apoia-se sobre a eminência tenar e imprime</p><p>extensão/rotação interna. A disfunção está na direção mais livre.</p><p>LIVRO DE REFERÊNCIA:</p><p>François Ricard. Tratado de osteopatía craneal : análisis ortodóntico. Diagnóstico y tratamiento</p><p>manual de los síndromes craneomandibulares. Panamericana 2005.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>31</p><p>TESTES PARA OCCIPITAL</p><p>TESTE DE ESCUTA DO OCCIPITAL</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino com os pés fora da maca.</p><p>Osteopata:</p><p>Sentado à cabeça do paciente, repousando sobre a maca os terços superiores dos antebraços, as</p><p>costas e a cabeça retas, a pelve contra o encosto da cadeira e os dois pés apoiados no chão.</p><p>Contatos:</p><p>Contato bilateral na maca debaixo do occipital.</p><p>Teste:</p><p>Para o teste respiratório pede-se ao paciente que respire amplamente:</p><p>- Na inspiração forçada a escama do occipital descende e o occipital se anterioriza em flexão.</p><p>- Na espiração forçada a escama sobe e o occipital se posterioriza em extensão.</p><p>A disfunção é na direção mais livre.</p><p>TESTE DE MOBILIDADE DA SUTURA OCCIPITOMASTÓIDEA</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino com os pés fora da maca.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>32</p><p>Osteopata:</p><p>Sentado à cabeça do paciente, repousando sobre a maca os terços superiores dos antebraços, as</p><p>costas e a cabeça retas, a pelve contra o encosto da cadeira e os dois pés apoiados no chão.</p><p>Contatos:</p><p>Mão do occipital: Posição na maca.</p><p>Mão do temporal: Prensa de cinco dedos.</p><p>Teste:</p><p>Arrasta o occipital para a esquerda para abrir a sutura direita. A mão do temporal (direito) imprime</p><p>movimentos de rotação anterior e posterior (a disfunção está na direção mais libre).</p><p>TESTE DA ROTAÇÃO DA ESCAMA</p><p>Paciente:</p><p>Decúbito supino com os pés fora da maca.</p><p>Osteopata:</p><p>Sentado à cabeça do paciente, repousando sobre a maca os terços superiores dos antebraços, as</p><p>costas e a cabeça retas, a pelve contra o encosto da cadeira e os dois pés apoiados no chão.</p><p>Jones e Pontos Mecanossensíveis</p><p>ESCOLA DE OSTEOPATIA DE MADRID - BRASIL</p><p>33</p><p>Contatos:</p><p>Colocam-se as mãos na maca sob o occipital de forma que:</p><p>- Os dedos médios se encontram no extremo do forame occipital. Pede-se então ao paciente</p><p>“recolher” o queixo.</p><p>- Os dedos mínimos se colocam sob o ínion formando um fulcro.</p><p>- Os anulares entre os dedos médio e mínimo, preparados para induzir rotação direita ou esquerda</p><p>da escama.</p><p>- Os índices se colocam dentro das apófises mastóides de forma que sigam a linha da sutura</p><p>occipitomastóidea do lado temporal.</p><p>Desta forma podemos separar os temporais e deixar assim flutuar o occipital. Este repousa sobre</p><p>dois suportes:</p><p>- Uma maca anterior, isto é, os índices colocados sob as apófises mastóides.</p><p>- Uma maca posterior, ou seja, os mínimos situados sob o ínion.</p><p>Se os mínimos atuam, os temporais "flutuam". Se forem os índices, é o occipital quem "flutua".</p><p>Teste:</p><p>Repousa-se o occipital sobre a maca do dedo mínimo e empurra com os anulares para o teto</p><p>alternativamente imprimindo uma rotação sobre a escama em sentido horário e anti-horário. Desta</p><p>forma a escama gira num sentido e depois no outro buscando o trajeto pendular mais amplo. No</p><p>sentido da disfunção, a tensão das membranas intracranianas no forame occipital é quase nula,</p><p>enquanto que no outro sentido se pode perceber.</p><p>LIVRO DE REFERÊNCIA:</p><p>François Ricard. Tratado de osteopatía craneal : análisis ortodóntico. Diagnóstico y tratamiento</p><p>manual de los síndromes craneomandibulares. Panamericana 2005.</p>