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<p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO 01</p><p>DATA:</p><p>28/08/2024</p><p>RELATÓRIO DE PRÁTICA 01</p><p>Ana Maria de Souza Nunes</p><p>Mat.: 01461633</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Hemoterapia e Banco de Sangue</p><p>DADOS DO(A) ALUNO(A):</p><p>NOME: Ana Maria de Souza Nunes</p><p>MATRÍCULA: 01461633</p><p>CURSO: Biomedicina</p><p>POLO: JK Shopping, Brasília/DF</p><p>PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A):</p><p>TEMA DE AULA: Sistema Rh – Eritroblastose Fetal</p><p>ESTUDO DE CASO – DOENÇA HEMOLÍTICA DO RECÉM-NASCIDO</p><p>1. Descreva a imuno-hematologia da Síndrome Hemolítica do recém-nascido.</p><p>Condição que tem como resultado a destruição dos glóbulos vermelhos, geralmente por conta de incompatibilidade sanguínea entre a mãe o filho. Essa incompatibilidade normalmente é de Rh: que ocorre quando a mãe tem Rh negativo e o feto é Rh positivo, onde se houver contato do feto com o sistema imunológico da mãe, ela pode produzir anticorpos contra o antígeno D, que estará presente nas hemácias do feto. E também a incompatibilidade ABO, que acontece quando a mãe tem sangue tipo O e o bebê tem sangue tipo A ou B, e neste caso, os anticorpos anti-A ou anti-B da mãe atacam as hemácias do bebê.</p><p>2. Como o fator Rh, do ponto de vista genotípico e fenotípico, interfere na fisiopatogênese da Eritroblastose Fetal?</p><p>Genótipo: Sendo o sistema Rh determinado principalmente pelo RHD, que possui alelos. O alelo RhD positivo (D) domina sobre o alelo RhD negativo (d). Então uma pessoa pode ter os genótipos RhD positivo (DD ou Dd) e RhD negativo (dd). A mãe sendo RhD negativa pode ter filhos RhD positivos se o pai for positivo, e ai que está o problema.</p><p>Fenótipo: Entende-se que é a expressão do genótipo no organismo, pois a presença ou a ausência do antígeno D determina se a pessoa é RhD positiva ou negativa.</p><p>Portanto em relação ao genótipo, a incompatibilidade surge quando a mãe é RhD negativa, o pai RhD positivo, que resulta em um feto RhD positivo e no fenótipo, a presença do antígeno D no feto, explode a produção de anticorpos na mãe após a sensibilização, fazendo com que ocorra a hemólise dos glóbulos vermelhos, levando a complicações, como anemia, icterícia e em casos mais graves, até a morte.</p><p>3. Qual a importância da pesquisa da tipagem sanguínea do progenitor e de anticorpos antieritrocitários no plasma materno, em todos os trimestres da gestação? Extremamente importante a pesquisa de tipagem do progenitor e detecção de anticorpos antieritrocitários maternos, principalmente para prevenção de complicações como por exemplo a Eritroblastose Fetal. No primeiro trimestre a tipagem e a pesquisa de anticorpos ajudam na identificação precoce de riscos, no segundo trimestre se tiver tido presença de anticorpos, importante monitorar o desenvolvimento do feto e avaliar se tem anemia, no terceiro trimestre persiste na preparação para o parto e cuidados com o bebê, se houver risco de Eritroblastose Fetal, pode ser necessário transfusões.</p><p>4. Como é feita a Imunoprofilaxia anti-Rh e o tratamento da Eritroblastose Fetal e como isso interfere nas condições de saúde de mãe e feto? A imunoprofilaxia anti-Rh é uma medida preventiva para evitar a sensibilização da mãe RhD negativa em relação a uma segunda gestação RhD positiva. Caso a primeira gestação, o bebê seja RhD positivo, é necessário a aplicação de Imunoglobilina Anti-D na mãe em até 72 após o parto. O tratamento de Eritroblastose Fetal começa com o monitoramento do feto, se o mesmo estiver com anemia significativa é feito transfusão intrauterina. Em relação a interferência nas condições de saúde da mãe e do feto, a aplicação de imunoglobulina anti-D é segura é segura para mãe e para o feto mesmo se a aplicação for feita ainda com a gestação em curso e a transfusão, que é um dos tratamentos para a Eritroblastose Fetal ajuda a garantir que o feto nasça saudável ou com o mínimo de complicação possível.</p><p>5. Qual o papel do Biomédico para o diagnóstico Imuno-hematológico da Síndrome Hemolítica do Recém Nascido? O papel do Biomédico é crucial para o diagnóstico e abrange desde a coleta de amostras até a interpretação dos resultados laboratoriais, a comunicação entre equipes e contribui para decisões clínicas que impactam diretamente na saúde neonatal.</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>1.https://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/revista_virtual/hematologia/hemato22.pdf</p><p>2.https://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/biblioteca-digital/imunohematologia/16-Doenca-hemolitica-do-recem-nascido.pdf</p><p>3.https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/ginecologia-e-obstetr%C3%ADcia/anormalidades-na-gesta%C3%A7%C3%A3o/doen%C3%A7a-hemol%C3%ADtica-do-feto-e-rec%C3%A9m-nascido</p><p>4. https://www.scielo.br/j/ramb/a/BB8fpp4Gb9y3SVChyHwMDps/?format=pdf</p><p>5.https://teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17155/tde-07062017 145049/publico/CAROLINEKleinmaranho.pdf</p><p>6.https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/wpcontent/uploads/2022/03/manual_gestacao_alto_risco.pdf</p><p>7. https://dspace.doctum.edu.br/jspui/bitstream/123456789/4716/1/REVTCC~2.PDF</p><p>image2.emf</p><p>image1.png</p>

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