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<p>Confidencial até o momento da aplicação.</p><p>PREFEITURA MUNICIPAL DA</p><p>ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE ILHABELA</p><p>ESTADO DE SÃO PAULO</p><p>ConCurso PúbliCo</p><p>003. Prova objetiva</p><p>Professor de eduCação básiCa i – eduCação infantil</p><p>� Você recebeu sua folha de respostas, este caderno, contendo 50 questões objetivas, e o caderno da questão dissertativa.</p><p>� Confira seus dados impressos na capa deste caderno e na folha de respostas.</p><p>� Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta imperfeições. 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Schulz, Minduim Charles. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 23.03.2024)</p><p>01. No primeiro quadro, a pergunta da aluna sugere que ela</p><p>(A) considerava o “Hall da Fama do D -” como desprezível.</p><p>(B) acreditava ter conseguido tornar-se uma aluna comum.</p><p>(C) tinha a intenção de defender a cooperação nas aulas.</p><p>(D) pretendia ter um tratamento diferenciado nas aulas.</p><p>(E) queria que a professora a tirasse do “Hall da Fama do D -”.</p><p>02. As informações verbais e não verbais dos dois últimos quadros permitem concluir que a risada exprimiu</p><p>(A) simpatia; a aluna atendeu a sugestão da professora.</p><p>(B) deboche; a aluna ratificou a sugestão da professora.</p><p>(C) tédio; a aluna divergiu da sugestão da professora.</p><p>(D) ironia; a aluna ofendeu-se com a sugestão da professora.</p><p>(E) medo; a aluna ignorou a sugestão da professora.</p><p>03. Na passagem do primeiro quadro “… ainda tenho que fazer as mesmas coisas que os alunos comuns?”, o termo des-</p><p>tacado é um</p><p>(A) advérbio, remetendo à ideia de simples.</p><p>(B) adjetivo, remetendo à ideia de conciliador.</p><p>(C) pronome, remetendo à ideia de desprezível.</p><p>(D) adjetivo, remetendo à ideia de reles.</p><p>(E) advérbio, remetendo à ideia de especial.</p><p>4pmil2303/003-pEB-i-Edinfantil Confidencial até o momento da aplicação.</p><p>05. Na análise desenvolvida no editorial, defende-se que</p><p>o Brasil</p><p>(A) invista na educação profissional no ensino médio.</p><p>(B) desista de implementar o modelo proposto pela</p><p>OCDE.</p><p>(C) revise a nova versão da reforma do novo ensino</p><p>m édio.</p><p>(D) estimule os jovens a trabalhar antes do ensino m édio.</p><p>(E) transfira a profissionalização para o ensino superior.</p><p>06. Na passagem – … um passo necessário para mitigar o</p><p>atraso do país nessa seara. (5o parágrafo) –, a expressão</p><p>destacada significa:</p><p>(A) imprescindível para discutir.</p><p>(B) importante para analisar.</p><p>(C) secundário para tratar.</p><p>(D) vital para pormenorizar.</p><p>(E) essencial para amenizar.</p><p>07. Na passagem – O problema é que, com formação precá-</p><p>ria, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir con-</p><p>tratação. (3o parágrafo) – os termos destacados estabe-</p><p>lecem, correta e respectivamente, relações de sentido de</p><p>(A) causa e finalidade.</p><p>(B) companhia e tempo.</p><p>(C) modo e comparação.</p><p>(D) matéria e consequência.</p><p>(E) modo e conformidade.</p><p>08. Assinale a alternativa em que o termo destacado é uma</p><p>conjunção integrante.</p><p>(A) … que impacta não apenas a renda de 9,6 milhões</p><p>de pessoas como produz efeitos no longo prazo…</p><p>(B) … quando se considera o envelhecimento da popu-</p><p>lação brasileira e, consequentemente, o processo de</p><p>perda do bônus demográfico.</p><p>(C) O problema é que, com formação precária, os jovens</p><p>enfrentam dificuldades para conseguir contratação.</p><p>(D) É fundamental, portanto, a integração do ensino</p><p>técnico ao regular, e o Brasil peca nesse quesito.</p><p>(E) Não é panaceia, mas um passo necessário para</p><p>m itigar o atraso do país nessa seara.</p><p>Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.</p><p>Os nem-nem</p><p>Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encon-</p><p>tram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo</p><p>com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contí-</p><p>nua (Pnad) Educação de 2023.</p><p>O poder público deve implementar políticas para lida r</p><p>com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de</p><p>9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo</p><p>– quando se considera o envelhecimento da população bra-</p><p>sileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus</p><p>demográfico.</p><p>A principal causa do abandono escolar é a busca por</p><p>e mprego. O problema é que, com formação precária, os</p><p>j ovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação.</p><p>Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na</p><p>rede de e nsino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.</p><p>A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento</p><p>Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational</p><p>education and training): programas de orientação vocacional</p><p>aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para</p><p>treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental,</p><p>portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil</p><p>peca nesse quesito.</p><p>Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma</p><p>do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não</p><p>é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso</p><p>do país nessa seara.</p><p>(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)</p><p>04. De acordo com o editorial, a problemática brasileira de</p><p>jovens sem estudo e sem trabalho deve ser entendida</p><p>como um fenômeno</p><p>(A) comum a todas as sociedades contemporâneas, fru-</p><p>to da perda do bônus demográfico, situação que ten-</p><p>derá a mudar no futuro, quando melhorará a renda</p><p>de 9,6 milhões de pessoas.</p><p>(B) restrito ao presente, atingindo brasileiros entre 15 e</p><p>29 anos que, embora afetados pela perspectiva de</p><p>baixa renda no futuro próximo, serão economica-</p><p>mente beneficiados na velhice.</p><p>(C) passageiro para os brasileiros entre 15 e 29 anos,</p><p>já que o envelhecimento da população terá como</p><p>consequência a abertura de postos de trabalho com</p><p>salários altos àqueles que estudaram.</p><p>(D) desalentador para a sociedade como um todo, uma</p><p>vez que o país perdeu o bônus demográfico devido</p><p>ao envelhecimento da população, o que impacta nas</p><p>matrículas escolares.</p><p>(E) gerador de incertezas para o presente desse contin-</p><p>gente de pessoas, ao se pensar na renda, e, além</p><p>disso, para o futuro, com suas consequências rela-</p><p>tivas ao envelhecimento da população.</p><p>5 pmil2303/003-pEB-i-EdinfantilConfidencial até o momento da aplicação.</p><p>10. De acordo com o texto, o trocador desaprovou o compor-</p><p>tamento do passageiro porque este</p><p>(A) se sentou de modo inadequado.</p><p>(B) deixou de pagar a passagem.</p><p>(C) estava molhando o coletivo.</p><p>(D) pegou o coletivo errado.</p><p>(E) dormia durante a viagem.</p><p>11. Considere as passagens:</p><p>– Ei, moço, quer fazer o favor de levantar?</p><p>O moço (pois ostentava barba e cabeleira amazônica,</p><p>s inais indiscutíveis de mocidade) nem-te-ligo.</p><p>O emprego de vírgulas, na primeira passagem, e o de</p><p>parênteses, na segunda, justificam-se, correta e respecti-</p><p>vamente, como recursos de pontuação para separar:</p><p>(A) vocativo; expressão explicativa.</p><p>(B) aposto; expressão corretiva.</p><p>(C) sujeito da oração; expressão conclusiva.</p><p>(D) advérbio; expressão explicativa.</p><p>(E)</p><p>pronome; expressão corretiva.</p><p>12. Zeloso coletivo, não o trocador</p><p>com o passageiro sentado e escanchado no banco late-</p><p>ral. Dirigiu-se, então, ele: “Ei, moço, quer fazer o</p><p>favor de levantar?” Ignorado, o trocador levou as mãos</p><p>face, em gesto de enfado e desânimo.</p><p>De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enuncia-</p><p>do devem ser preenchidas, respectivamente, com:</p><p>(A) para o … se conformou … à … a</p><p>(B) com o … se conformou … a … a</p><p>(C) do … conformou-se… a … à</p><p>(D) no … conformou-se … à … à</p><p>(E) pelo … se conformou … a … à</p><p>09. A concordância verbal e a concordância nominal aten-</p><p>dem à norma-padrão em:</p><p>(A) Sem estudo, sem trabalho. O limbo ocioso contabi-</p><p>lizam 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de</p><p>acordo com a (Pnad) Educação de 2023.</p><p>(B) O treinamento e a contratação de aprendizes fazem</p><p>parte dos programas de orientação vocacional esta-</p><p>belecidos em parcerias.</p><p>(C) O envelhecimento da população brasileira e o pro-</p><p>cesso de perda do bônus demográfico precisa ser</p><p>considerado pelas políticas públicas.</p><p>(D) Jovens que dispõe de formações precária encon-</p><p>tram dificuldades para conseguir contratação e, por</p><p>vezes, abandonam os estudos.</p><p>(E) É necessário políticas para lidar com o fenômeno,</p><p>que impacta a renda de milhões de pessoas e pro-</p><p>duz efeitos no longo prazo.</p><p>Leia o texto para responder às questões de números 10 a 12.</p><p>O trocador olhou, viu, não aprovou. Daquele passageiro,</p><p>escanchado placidamente no banco lateral, escorria um fio</p><p>de água que ia compondo, no piso do ônibus, a microfigura</p><p>de uma piscina.</p><p>– Ei, moço, quer fazer o favor de levantar?</p><p>O moço (pois ostentava barba e cabeleira amazônica,</p><p>s inais indiscutíveis de mocidade) nem-te-ligo.</p><p>O trocador esfregou as mãos no rosto, em gesto de enfa-</p><p>do e desânimo, diante da situação tantas vezes enfrentada,</p><p>e murmurou:</p><p>– Esses caras são de morte.</p><p>Devia estar pensando: Todo ano a mesma coisa. Che-</p><p>gando o verão, chegam problemas. Bem disse o Dario, quan-</p><p>do fazia gol no Atlético Mineiro: Problemática demais. Estava</p><p>cansado de advertir passageiros que não aprendem como</p><p>viajar em coletivo. Não aprendem e não querem aprender.</p><p>Tendo comprado passagem por 65 centavos, acham que</p><p>compraram o ônibus e podem fazer dele casa da peste.</p><p>(Carlos Drummond de Andrade, “Recalcitrante”.</p><p>Em: As palavras que ninguém diz, 2011. Adaptado)</p><p>6pmil2303/003-pEB-i-Edinfantil Confidencial até o momento da aplicação.</p><p>r a s c u n H oMateMática</p><p>13. Mariana realizou uma tarefa em duas etapas: a primeira</p><p>etapa foi das 8h30 às 13h15, e a segunda etapa foi das</p><p>15h40 às 18h55. Se ela tivesse realizado a tarefa em três</p><p>etapas de iguais períodos de tempo, cada etapa seria de</p><p>(A) 3 horas e 21 minutos.</p><p>(B) 3 horas e 14 minutos.</p><p>(C) 3 horas e 05 minutos.</p><p>(D) 2 horas e 53 minutos.</p><p>(E) 2 horas e 40 minutos.</p><p>14. Tem-se certa quantidade de bombons, menor que</p><p>200 unidades, à qual, se fossem adicionadas 3 unidades,</p><p>então o total poderia ser dividido em saquinhos, todos</p><p>com a mesma quantidade de bombons, sendo cada um</p><p>com 6, ou cada um com 7, ou cada um com 8 bombons</p><p>sem sobra. Dividindo-se a quantidade de bombons que</p><p>se tem em saquinhos com 10 bombons cada, o número</p><p>de bombons que sobrará será igual a</p><p>(A) 6.</p><p>(B) 5.</p><p>(C) 4.</p><p>(D) 3.</p><p>(E) 2.</p><p>15. Considere as informações da seguinte tabela, elaborada</p><p>a partir das respostas que os alunos deram a uma profes-</p><p>sora para a pergunta “Quantos irmãos você tem?”.</p><p>Número de irmãos – alunos do 4o ano A</p><p>Nenhum irmão 5</p><p>Apenas 1 irmão 6</p><p>Apenas 2 irmãos 12</p><p>Mais de 2 irmãos 2</p><p>Com base nas informações da tabela, a professora</p><p>representará, na lousa, um gráfico de setores, conhecido</p><p>como gráfico de pizza. Sendo assim, o setor que repre-</p><p>sentará a resposta “Nenhum irmão” deverá ter um ângulo</p><p>central com medida igual a</p><p>(A) 20º</p><p>(B) 40º</p><p>(C) 57º</p><p>(D) 72º</p><p>(E) 99º</p><p>7 pmil2303/003-pEB-i-EdinfantilConfidencial até o momento da aplicação.</p><p>r a s c u n H o16. Em determinado dia, em uma sala de aula, faltaram</p><p>3 alunos, o que correspondeu a 12% do número de alu-</p><p>nos que estavam presentes. O número total de alunos</p><p>matriculados nessa sala de aula é</p><p>(A) 25.</p><p>(B) 26.</p><p>(C) 27.</p><p>(D) 28.</p><p>(E) 29.</p><p>17. De acordo com informações que constam na página ele-</p><p>trônica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</p><p>(IBGE), no município de Ilhabela, pode-se concluir que,</p><p>em 2021, adicionados os números de matrículas efe-</p><p>tuadas nos Ensinos Fundamental e Médio, o total era</p><p>de 6 559 matrículas, e, subtraído o número de matricu-</p><p>las efetuadas no Ensino Médio do número de matrículas</p><p>efetuadas no Ensino Fundamental, a diferença era de</p><p>3 825 matrículas. Naquele ano, se o número de matrícu-</p><p>las efetuadas no Ensino Fundamental tivesse sido uma</p><p>unidade menor, então a razão entre ele e o número de</p><p>estabelecimentos de Ensino Fundamental existentes no</p><p>município teria sido 179. Isso significa que, de acordo</p><p>com o IBGE, em 2021, o número de estabelecimentos de</p><p>Ensino Fundamental em Ilhabela era igual a</p><p>(A) 28 escolas.</p><p>(B) 29 escolas.</p><p>(C) 30 escolas.</p><p>(D) 31 escolas.</p><p>(E) 32 escolas.</p><p>18. Em uma aula de artes, cada aluno de uma sala de aula</p><p>recebeu uma folha retangular de cartolina, com compri-</p><p>mento de 20 cm e largura de 15 cm, medidas essas não</p><p>identificadas aos alunos. O objetivo era que os alunos</p><p>traçassem as duas diagonais da folha e recortassem uma</p><p>parte específica, fazendo com que a folha ficasse no for-</p><p>mato do pentágono apresentado na figura a seguir.</p><p>Após deixar a folha no formato do pentágono anterior-</p><p>mente apresentado, o aluno precisava medir o perímetro</p><p>da figura formada, sendo a resposta correta:</p><p>(A) 225 cm.</p><p>(B) 195 cm.</p><p>(C) 75 cm.</p><p>(D) 60 cm.</p><p>(E) 50 cm.</p><p>8pmil2303/003-pEB-i-Edinfantil Confidencial até o momento da aplicação.</p><p>r a s c u n H o19. No início do ano letivo, um professor desenvolveu uma</p><p>atividade, pedindo para que cada aluno de uma sala de</p><p>aula conversasse com cada colega da sala e anotasse</p><p>as principais qualidades desse colega em cartões dis-</p><p>tribuídos. Ao final, a tarefa proposta foi que cada aluno</p><p>escrevesse o nome e as qualidades anotadas de cada</p><p>colega da sala de aula utilizando um cartão para cada</p><p>colega. A atividade foi plenamente realizada, ou seja,</p><p>cada aluno escreveu um cartão para cada colega da</p><p>sala de aula, o que resultou em um total de 650 cartões,</p><p>dos quais, cada aluno recebeu os cartões com o seu</p><p>nome. Logo, a quantidade de cartões que cada aluno</p><p>recebeu com o seu nome foi igual a</p><p>(A) 25.</p><p>(B) 26.</p><p>(C) 27.</p><p>(D) 28.</p><p>(E) 29.</p><p>20. Na avaliação de matemática de um 3o ano, onze alu-</p><p>nos tiraram nota 10,0, oito alunos tiraram nota 9,0, e</p><p>os demais alunos tiraram nota 8,0, o que fez com que</p><p>a m édia aritmética simples das notas dessa avaliação</p><p>fosse igual a 9,2. A quantidade de alunos que fez essa</p><p>prova foi igual a</p><p>(A) 15.</p><p>(B) 20.</p><p>(C) 25.</p><p>(D) 30.</p><p>(E) 35.</p><p>9 pmil2303/003-pEB-i-EdinfantilConfidencial até o momento da aplicação.</p><p>22. Luísa é professora do Município de Ilhabela, com expe-</p><p>diente de segunda à sexta-feira, e, em decorrência das</p><p>atividades do dia do ensino, ela foi convocada para pres-</p><p>tar serviço durante quatro horas no sábado. Com base na</p><p>situação hipotética e no disposto na Lei Complementar</p><p>no 1.326, de 26.10.2018, é correto afirmar que Luísa</p><p>(A) não fará jus a adicional pela prestação de serviços</p><p>extraordinários, pois o serviço se relaciona direta-</p><p>mente com seu trabalho.</p><p>(B) terá direito a um dia inteiro de folga, que deverá ser</p><p>gozada em até 30 dias após a prestação do serviço</p><p>extraordinário.</p><p>(C) fará jus a adicional pela prestação de serviços</p><p>extraordinários, e o cálculo do valor devido levará em</p><p>considerará o acréscimo de 100% (cem por cento)</p><p>em relação ao seu valor-hora padrão.</p><p>(D) terá direito a meio período de folga, além do acrés-</p><p>cimo do adicional de horas extras, que corresponde</p><p>ao acréscimo de 25% (vinte e cinco por cento) sobre</p><p>o seu valor-hora padrão.</p><p>(E) fará jus a adicional pela prestação de serviços</p><p>extraordinários, e o cálculo do valor devido levará</p><p>em consideração</p><p>acréscimo de 50% (cinquenta por</p><p>cento) em relação à hora normal de trabalho.</p><p>23. A respeito das licenças e férias, assinale a alternativa que</p><p>está de acordo com a Lei Complementar no 1.326, de</p><p>26.10.2018.</p><p>(A) O servidor efetivo ou comissionado que se casar fará</p><p>jus à licença de até sete dias consecutivos, incluí-</p><p>do o dia de celebração do casamento, sem prejuízo</p><p>remuneratório.</p><p>(B) A licença por motivo de doença de filho será sem</p><p>prejuízo da remuneração por até trinta dias de</p><p>ausência, consecutivos ou não.</p><p>(C) O servidor que, em um ano, ausentar-se por perío-</p><p>do superior a quinze dias, em razão de licença por</p><p>doença de cônjuge, terá prejudicado o cômputo de</p><p>período aquisitivo, para fins de gozo de férias.</p><p>(D) A licença para trato de interesses particulares será</p><p>concedida sem prejuízo da remuneração do servidor</p><p>efetivo.</p><p>(E) Não terá direito a férias o servidor que, no decur-</p><p>so do período aquisitivo, sofrer pena de suspensão</p><p>s uperior a cinco dias.</p><p>LegisLação MuniciPaL</p><p>21. Luciana é servidora pública do Município de Ilhabel a e</p><p>foi diagnosticada com dengue, o que ensejou seu afas-</p><p>tamento do trabalho por 07 dias corridos, conforme</p><p>d eterminado em atestado médico devidamente assinado</p><p>e datado, mas sem indicação da CID. Após o fim do afas-</p><p>tamento, Luciana voltou ao trabalho e só então comuni-</p><p>cou o motivo da ausência e apresentou o atestado à sua</p><p>chefia imediata.</p><p>Com base na situação hipotética e no disposto na Lei Com-</p><p>plementar no 1.326, de 26.10.2018, é correto afirmar que</p><p>(A) as faltas de Luciana serão consideradas como jus-</p><p>tificadas, ainda que ela tenha entregado o atestado</p><p>fora do prazo legal, que é de cinco dias corridos.</p><p>(B) Luciana deveria ter comunicado o motivo da ausên-</p><p>cia à sua chefia imediata no mesmo dia ou até um</p><p>dia posterior à data do atestado, caso estivesse im-</p><p>possibilitada, motivada e comprovadamente, de co-</p><p>municar imediatamente.</p><p>(C) a lei complementar municipal exige que o atestado</p><p>esteja assinado, datado e com indicação da CID,</p><p>e as faltas de Luciana serão consideradas como</p><p>injustificadas.</p><p>(D) como Luciana não comunicou o motivo da ausên-</p><p>cia imediatamente à sua chefia imediata e como</p><p>encaminhou o atestado depois de quarenta e oito</p><p>horas de sua emissão, as faltas serão consideradas</p><p>como injustificadas e ela terá o desconto em sua</p><p>remuneração.</p><p>(E) Luciana desrespeitou os prazos contidos na legisla-</p><p>ção e, como faltou sete dias consecutivos, deverá</p><p>ser suspensa das atividades por igual prazo, com</p><p>redução dos seus vencimentos.</p><p>10pmil2303/003-pEB-i-Edinfantil Confidencial até o momento da aplicação.</p><p>conHecimentos esPecÍficos</p><p>26. De acordo com o que defende Fonseca (2012), assina-</p><p>le a alternativa correta sobre a reabilitação psicomotora</p><p>(RPM).</p><p>(A) A RPM tem resultados ilimitados, mesmo diante de</p><p>deficiências severas, sendo uma alternativa mais</p><p>eficaz que a prevenção.</p><p>(B) Os programas de RPM devem seguir fluxos espontâ-</p><p>neos, evitando a sistematização e a estruturação do</p><p>processo de intervenção.</p><p>(C) A otimização da aprendizagem da criança subenten-</p><p>de a otimização dos recursos humanos e didáticos</p><p>dos sistemas de intervenção reabilitativa na RPM.</p><p>(D) Os objetivos da RPM devem ser estipulados con-</p><p>siderando as características fixas e imutáveis das</p><p>crianças com deficiência.</p><p>(E) Na RPM, a principal chave de trabalho deve ser</p><p>a repetição, para conformar comportamentos, em</p><p>oposição ao senso comum voltado à transformação.</p><p>27. Maria está em sua primeira experiência como professora da</p><p>Educação Infantil. Observando a sala de aula de uma cole-</p><p>ga, Maria viu uma organização diferente, em que cadeiras,</p><p>outros móveis e objetos estavam espalhados de um modo</p><p>curioso. Ao perguntar à colega, esta disse se tratar de um</p><p>circuito, a ser percorrido pelas crianças de três anos.</p><p>Tendo como base o que propõe o Referencial Curricular</p><p>Nacional para a Educação Infantil (MEC, 1998, volume</p><p>3), o circuito montado pela colega de Maria é</p><p>(A) adequado, pois exige o aperfeiçoamento das capa-</p><p>cidades motoras das crianças a partir de desafios</p><p>corporais variados.</p><p>(B) adequado, pois gasta a energia das crianças, aju-</p><p>dando a cansar o corpo para poder controlá-lo e</p><p>realizar atividades educativas, como a roda de</p><p>leitura.</p><p>(C) adequado, pois cada professor tem autonomia para</p><p>criar sua prática, mesmo no caso de uma prática</p><p>inventada, como esta, para a qual não há justificati-</p><p>vas curriculares ou teóricas.</p><p>(D) inadequado, pois as crianças pequenas devem viven-</p><p>ciar a rotina para ganharem autonomia, o que significa</p><p>organizar o ambiente sempre da mesma forma.</p><p>(E) inadequado, pois o ambiente deve ajudar na con-</p><p>tenção das crianças pequenas, evitando expô-las a</p><p>quaisquer situações de desafio motor, garantido sua</p><p>segurança.</p><p>24. Considere que Paula é diretora da Unidade Escolar</p><p>Estrela de Ilhabela e está com problemas de saúde,</p><p>m otivo pelo qual foi afastada na data de hoje pelo médi-</p><p>co. Mauro, docente titular da referida escola, sofreu um</p><p>acidente hoje e foi afastado por 15 dias.</p><p>Com base na situação hipotética e no disposto na Lei</p><p>Municipal no 1.327, de 26.10.2018, é correto afirmar:</p><p>(A) ocorrerá a substituição temporária de Mauro, a qual</p><p>será atribuída, preferencialmente, ao docente em</p><p>s ituação de excedência.</p><p>(B) a função de confiança ocupada por Paula não admite</p><p>substituição temporária, motivo pelo qual, em razão</p><p>do seu afastamento, deverá ser exonerada do cargo</p><p>de diretora.</p><p>(C) como o afastamento de Paula é por prazo inde-</p><p>terminado, ela poderá continuar no cargo por até</p><p>180 dias, que é o prazo máximo a que a lei limita a</p><p>substituição de Diretor de Unidade Escolar.</p><p>(D) ocorrerá a substituição eventual de Mauro, a qual</p><p>será atribuída, preferencialmente, aos docentes titu-</p><p>lares de classes ou aulas, por meio de ampliação de</p><p>jornada de trabalho.</p><p>(E) a substituição de Paula será feita automaticamente</p><p>pelo coordenador pedagógico, salvo se a unidade</p><p>escolar não contar com a função em questão.</p><p>25. Assinale a alternativa que está de acordo com a Lei</p><p>M unicipal no 1.327 de 26.10.2018.</p><p>(A) A Classe de Gestão Educacional é composta por</p><p>duas funções de confiança, quais sejam, Diretor de</p><p>Unidade Escolar e Supervisor de Ensino.</p><p>(B) O Perfil Professor de Educação Básica I – PEB I é</p><p>direcionado para exercício da docência na Educação</p><p>infantil, nos Ciclos I e II do Ensino Fundamental e na</p><p>Educação Inclusiva.</p><p>(C) Os docentes em situação de excedência poderão</p><p>retornar à unidade escolar de origem, no caso de</p><p>abertura de novas salas de aulas, durante cinco</p><p>anos da data de declaração de excedência.</p><p>(D) O Profissional do Magistério que ingressar na espe-</p><p>cialidade educação inclusiva será enquadrado no</p><p>Grau A do Nível III, em razão da qualificação exigida</p><p>para seu ingresso.</p><p>(E) O readaptado não pode, sob qualquer pretexto,</p><p>negar-se a se submeter à inspeção médica periódi-</p><p>ca, que será realizada mediante norma estabelecida</p><p>pela Secretaria Municipal de Administração.</p><p>11 pmil2303/003-pEB-i-EdinfantilConfidencial até o momento da aplicação.</p><p>30. Ao abordarem a questão da língua oral na sala de aula,</p><p>Arribas e colaboradores (2004) afirmam que as falas</p><p>provocadas por uma indicação são chamadas de lingua-</p><p>gem semiespontânea. Nesse caso, a resposta, embora</p><p>condicionada, pode ser interpretada de várias maneiras;</p><p>são jogos de linguagem. Conforme Arribas e colabora-</p><p>dores (2004), para a criança, essas atividades têm cará-</p><p>ter educativo do ponto de vista fonético, morfossintático</p><p>e semântico, dado que permitem</p><p>(A) valorizar a clareza na comunicação, evitando ambi-</p><p>guidades; escolher palavras complexas e inusuais;</p><p>ignorar as regras de concordância verbal e nominal</p><p>nas frases.</p><p>(B) exercer o controle de seu aparelho fonador; ouvir</p><p>atentamente para escolher o som ou a palavra ade-</p><p>quada em uma frase intrigante; pronunciar bem para</p><p>ser compreendida.</p><p>(C) priorizar o uso de gírias e expressões idiomáticas;</p><p>concentrar-se exclusivamente em reproduzir sons</p><p>sem atenção ao significado; evitar a articulação clara</p><p>das palavras,</p><p>preferindo a fusão sonora.</p><p>(D) repetir palavras e frases entendendo seu significado</p><p>no contexto; estimular a curiosidade linguística e a</p><p>exploração de novos vocabulários; substituir pala-</p><p>vras por gestos ou sinais não verbais.</p><p>(E) encorajar a pronúncia de palavras de maneira apres-</p><p>sada e indistinta; desconsiderar a pausa e o ritmo na</p><p>estruturação da fala; promover a imitação de dialetos</p><p>ou sotaques de forma estereotipada.</p><p>31. Em uma escola de Educação Infantil, enquanto trabalha-</p><p>va com as crianças a linguagem semiespontânea, a pro-</p><p>fessor Jussara propôs os seguintes jogos:</p><p>• Após apresentar às crianças, em um cartaz, o primeiro</p><p>verso de uma poesia conhecida, elas tinham de inven-</p><p>tar o segundo verso ou a última palavra dele.</p><p>• Após apresentar às crianças uma poesia ou uma músi-</p><p>ca infantil, elas tinham de inventar outra com a mesma</p><p>estrutura.</p><p>• Após solicitar a uma criança que dissesse uma frase,</p><p>as demais crianças tinham de buscar ou inventar o utra</p><p>frase que rimasse com a que a criança havia dito ini-</p><p>cialmente.</p><p>Com base em Arribas e colaboradores (2004), pode-se</p><p>afirmar corretamente que esses são exemplos de jogos</p><p>(A) miméticos.</p><p>(B) de assonâncias.</p><p>(C) de agilidade articulatória.</p><p>(D) de encadeamento de palavras.</p><p>(E) tonais com variação de volume ou de intensidade.</p><p>28. De acordo com Bomtempo (In: Kishimoto, 2009),</p><p>Vygotsky considera que a criança com mais de três anos,</p><p>ao brincar,</p><p>(A) vivencia momentos prazerosos e lúdicos, o que faz</p><p>do brincar um aliado do desenvolvimento afetivo,</p><p>ainda que não favoreça o desenvolvimento das fun-</p><p>ções cognitivas.</p><p>(B) deve ser cuidadosamente dirigida para a aprendiza-</p><p>gem escolar, evitando que ela se desvie dos objeti-</p><p>vos educativos em favor de uma dimensão restrita-</p><p>mente lúdica.</p><p>(C) reproduz a realidade tão precisamente quanto pos-</p><p>sível, o que faz para aprimorar seu entendimento</p><p>do mundo ao redor.</p><p>(D) prende-se a seu mundo interior, o que prejudica</p><p>sua socialização, havendo a necessidade de propor</p><p>jogos coletivos para que o brincar adquira efetivo</p><p>valor de aprendizagem.</p><p>(E) percebe o objeto não da maneira como ele é, mas</p><p>como desejaria que fosse, o que faz com que ela</p><p>atribua a ele um novo significado, promovendo sua</p><p>capacidade simbólica.</p><p>29. Muito cedo, os bebês emitem sons articulados que lhes</p><p>dão prazer e que revelam seu esforço para comunicar-</p><p>-se com os outros. Os adultos ou as crianças mais</p><p>v elhas interpretam essa linguagem peculiar, dando sen-</p><p>tido à comunicação dos bebês. Nesse sentido, confor-</p><p>me o Referencial Curricular Nacional para a Educação</p><p>Infantil (MEC, 1998, volume 3), é correto afirmar que</p><p>(A) a roda de conversa, em que o professor fala e as</p><p>crianças são chamadas a responder em coro a uma</p><p>única pergunta dirigida a todos, é um modelo exem-</p><p>plar de atividade centrada no adulto que favorece o</p><p>desenvolvimento da oralidade na criança.</p><p>(B) a aprendizagem da fala pelas crianças ocorre de for-</p><p>ma autônoma, o que significa que está desarticulada</p><p>da reflexão, do pensamento, da explicitação de seus</p><p>atos, dos sentimentos, das sensações e dos seus</p><p>desejos.</p><p>(C) a linguagem usada pelos adultos para se comunica-</p><p>rem com as crianças deve ser diferente da usada em</p><p>situações reais de comunicação, pois a complexida-</p><p>de da linguagem oral adulta é bastante prejudicial</p><p>para elas.</p><p>(D) as brincadeiras e interações que se estabelecem</p><p>entre os bebês e os adultos incorporam as vocali-</p><p>zações rítmicas, revelando o papel comunicativo,</p><p>expressivo e social que a fala desempenha desde</p><p>cedo.</p><p>(E) os adultos devem corrigir constantemente os erros</p><p>de fala das crianças para garantir que aprendam a</p><p>linguagem correta desde o início, evitando-se vícios</p><p>de fala ou a incorporação de formas de comunicação</p><p>inadequadas.</p><p>12pmil2303/003-pEB-i-Edinfantil Confidencial até o momento da aplicação.</p><p>35. Com relação ao ensino da matemática, ao abordar</p><p>a lguns conceitos da Teoria de Situações Didáticas,</p><p>Panizza (In: Panizza e colaboradores, 2006) afir-</p><p>ma que essa teoria distingue três tipos de situa-</p><p>ções d idáticas. Conforme Panizza, por exemplo, as</p><p>s ituações em que dois ou mais alunos devem enun-</p><p>ciar asserções e pôr-se de acordo sobre a verdade</p><p>ou a falsidade delas são denominadas situações de</p><p>(A) ação.</p><p>(B) validação.</p><p>(C) formulação.</p><p>(D) problematização.</p><p>(E) discussão científica.</p><p>36. Sobretudo a partir dos dois anos de idade, as crianças</p><p>estão muito interessadas em todas as atividades nas</p><p>quais intervêm instrumentos que permitam a representa-</p><p>ção plástica. Pela expressão e representação plástica, as</p><p>crianças mostram o seu mundo interno e também refle-</p><p>tem o conhecimento que têm do mundo externo.</p><p>Conforme Bassedas, Huguet e Solé (1999), as principais</p><p>capacidades que se desenvolvem por meio das ativida-</p><p>des plásticas são:</p><p>(A) a estruturação do tempo; a resolução de problemas;</p><p>a abstração.</p><p>(B) o raciocínio lógico; a capacidade de generalização; o</p><p>uso de metáforas e de analogias.</p><p>(C) a formação de conceitos; a habilidade manual; a</p><p>imaginação e a fantasia ativadas.</p><p>(D) o reconhecimento de padrões; a ampliação do voca-</p><p>bulário; a articulação e a dicção.</p><p>(E) a síntese de informações; a improvisação criativa; a</p><p>interpretação e a criação poética.</p><p>37. Ao escrever sobre o desenho infantil, Mèredieu (2006)</p><p>r etoma as ideias de Luquet sobre os estágios na evolu-</p><p>ção do grafismo infantil. Um dos estágios, que começa</p><p>aos 4 anos de idade e estende-se até por volta dos 10, 12</p><p>anos, caracteriza-se pelo fato de que a criança desenha</p><p>do objeto não aquilo que vê, mas aquilo que sabe.</p><p>Luquet chama esse estágio de realismo</p><p>(A) visual.</p><p>(B) fortuito.</p><p>(C) concreto.</p><p>(D) intelectual.</p><p>(E) fracassado.</p><p>32. Em sua obra Reflexões sobre alfabetização, Ferreiro</p><p>(2010) apresenta a escrita do menino Jorge (6 anos de</p><p>idade), que estava em processo de alfabetização. J orge,</p><p>na tentativa de escrever “gato”, acaba escrevendo “ikh”;</p><p>na tentativa de escrever “mariposa”, acaba escreven-</p><p>do “oAbs”; e, na tentativa de escrever “caballo”, acaba</p><p>e screvendo “xys”.</p><p>A autora apresenta esse exemplo como ilustração da</p><p>escrita</p><p>(A) alfabética.</p><p>(B) pré-silábica.</p><p>(C) silábico-alfabética.</p><p>(D) silábica (com valor sonoro convencional).</p><p>(E) silábica (sem valor sonoro convencional).</p><p>33. As crianças de pré-escola (4-5 anos) já têm uma série de</p><p>conhecimentos adquiridos. Conforme Teberosky e Cardoso</p><p>(2000), entre os conhecimentos linguísticos que as crianças</p><p>têm, podem ser citadas a capacidade</p><p>(A) textual, de entender e resumir quaisquer textos lidos,</p><p>e a capacidade comunicativa.</p><p>(B) sintática e a capacidade discursiva, bastante próxi-</p><p>mas às dos adultos.</p><p>(C) ortográfica, de escrever corretamente a maioria das</p><p>palavras, e a capacidade narrativa.</p><p>(D) leitora, de ler textos em voz alta com fluidez e veloci-</p><p>dade, e a capacidade vocabular.</p><p>(E) digital e a capacidade multimodal, de ser proficiente</p><p>na análise de imagens e vídeos.</p><p>34. As preocupações com um ensino de matemática de qua-</p><p>lidade desde a Educação Infantil são cada vez mais fre-</p><p>quentes. Conforme Smole, Diniz e Cândido (2003), uma</p><p>proposta de trabalho de matemática para a Educação</p><p>Infantil deve</p><p>(A) concentrar-se principalmente na memorização de</p><p>fatos e números, ajudando a estabelecer uma base</p><p>sólida de conhecimentos que será útil em estudos</p><p>futuros.</p><p>(B) focar em conteúdos numéricos, desconsiderando</p><p>a integração com o mundo real, pois a abordagem</p><p>abstrata fortalece o pensamento lógico sem distra-</p><p>ções desnecessárias.</p><p>(C) garantir uniformidade nos procedimentos de ensino,</p><p>assumindo que as crianças começam do mesmo</p><p>ponto e têm o primeiro contato com os conceitos ma-</p><p>temáticos na escola.</p><p>(D) considerar a repetição e a prática constantes como</p><p>ações essenciais para internalizar habilidades mate-</p><p>máticas básicas, pois o importante é que as crianças</p><p>reconheçam padrões e números.</p><p>(E) encorajar a exploração de uma grande variedade</p><p>de ideias matemáticas, não apenas numéricas, mas</p><p>também aquelas relativas à geometria, às medidas e</p><p>às noções de estatística.</p><p>13 pmil2303/003-pEB-i-EdinfantilConfidencial até o momento da aplicação.</p><p>40. Com relação à organização e ao planejamento do espaço</p><p>na Educação Infantil, é importante que a escola destina-</p><p>da à educação de crianças de 0 (zero) a 6 (seis) anos</p><p>promova um ambiente de comunicação, ou seja, ofereça</p><p>um ambiente de relações ricas e diversificadas.</p><p>Conforme Arribas e colaboradores (2004), uma das con-</p><p>dições que o espaço de uma escola deve reunir para fa-</p><p>cilitar e promover relações diversas é uma</p><p>(A) compartimentação dos espaços, com portas e jane-</p><p>las fechadas, para que se crie um ambiente acon-</p><p>chegante e acolhedor para as crianças.</p><p>(B) estrutura arquitetônica tubular ou linear (a clássica</p><p>estrutura das salas de aula distribuídas ao longo de</p><p>um corredor) para favorecer a comunicação.</p><p>(C) flexibilidade do ambiente que permita transformar,</p><p>abrir os espaços de acordo com os objetivos e as</p><p>necessidades do momento.</p><p>(D) mobília pesada e fixa nas salas de Educação Infantil,</p><p>pois isso contribui para a sensação de estabilidade</p><p>e segurança.</p><p>(E) uniformidade do ambiente educativo, para manter a</p><p>concentração e o foco das crianças pequenas nas</p><p>atividades que estão sendo realizadas.</p><p>41. De acordo com Zabalza (1998), o ambiente pode ser</p><p>entendido como uma estrutura com algumas dimensões</p><p>claramente distintas, mas inter-relacionadas.</p><p>Conforme o autor, a dimensão funcional refere-se</p><p>(A) à forma de utilização dos espaços, à sua polivalência</p><p>e ao tipo de atividade à qual se destinam.</p><p>(B) ao modo como estão dispostos os móveis e demais</p><p>objetos úteis ao ensino.</p><p>(C) à organização do tempo e, portanto, aos momentos</p><p>em que serão utilizados os diferentes espaços.</p><p>(D) às diferentes relações pessoais que se estabelecem</p><p>dentro da sala de aula.</p><p>(E) ao aspecto material do ambiente, como a sala de</p><p>aula, e suas condições estruturais.</p><p>42. Segundo Zabalza (1998), a autora Maria Teresa Agua-</p><p>do classifica os modelos de Educação Infantil adotando</p><p>como critério diferenciador a base teórica ou a concep-</p><p>ção da aprendizagem de cada modelo. Para essa autora,</p><p>cada um desses modelos corresponde às grandes teo-</p><p>rias do desenvolvimento infantil. Por exemplo, no modelo</p><p>de orientação cognitiva, o ambiente tem um papel ativo</p><p>no desenvolvimento infantil. A criança atua sobre o meio</p><p>interpretando-o, e essa atuação é que contribui para a</p><p>construção do conhecimento através dos processos</p><p>(A) inatos e predeterminados.</p><p>(B) de acumulação de conhecimentos.</p><p>(C) de assimilação e acomodação.</p><p>(D) de seriação e estruturação.</p><p>(E) pessoais e relativistas.</p><p>38. Leia o excerto a seguir.</p><p>Os passeios com as crianças nos arredores da insti-</p><p>tuição de Educação Infantil ou em locais mais distantes,</p><p>a ida a museus, centros culturais, granjas, feiras, teatros,</p><p>zoológicos, jardins botânicos, parques, exposições, per-</p><p>cursos de rios, matas preservadas ou transformadas pela</p><p>ação do homem etc. permitem a observação direta da</p><p>paisagem, a exploração ativa do meio natural e social,</p><p>ampliando a possibilidade de observação da criança.</p><p>A observação direta de pequenos animais e plantas no</p><p>seu hábitat natural ou fora dele, como quando criados</p><p>ou cultivadas na instituição, permite construir uma série</p><p>de conhecimentos ligados a questões sobre como vivem,</p><p>como se alimentam e se reproduzem etc.</p><p>(Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil,</p><p>MEC, 1998, volume 3. Adaptado)</p><p>O trecho do documento descreve a estratégia de ensino</p><p>denominada como</p><p>(A) experiência direta.</p><p>(B) laboratório.</p><p>(C) fenomenologia.</p><p>(D) indução ativa.</p><p>(E) lógica racional.</p><p>39. Na perspectiva mediadora construtivista, conforme</p><p>Hoffmann (2010), a avaliação</p><p>(A) cria um ambiente propício à superação de dificulda-</p><p>des por meio da competitividade entre os alunos, que</p><p>ludicamente comparam seus desempenhos entre si.</p><p>(B) é frequentemente vista como uma ferramenta para</p><p>medir o desempenho acadêmico dos alunos e foca</p><p>principalmente em resultados quantitativos e na qua-</p><p>lidade da educação para todos.</p><p>(C) prioriza o produto do aprendizado, ou seja, o que</p><p>o aluno conseguiu produzir ou demonstrar ao final</p><p>de um processo de ensino, valorizando a educação</p><p>eficiente.</p><p>(D) conduz a comportamentos definidos como ideais</p><p>pelo professor, o que é atingido a partir do acompa-</p><p>nhamento e do controle permanente sobre o aluno.</p><p>(E) significa ação provocativa do professor, desafiando</p><p>o educando a refletir sobre as situações vividas, a</p><p>formular e reformular hipóteses, encaminhando-se a</p><p>um saber enriquecido.</p><p>14pmil2303/003-pEB-i-Edinfantil Confidencial até o momento da aplicação.</p><p>45. Nas últimas décadas, vem se consolidando, na Educa-</p><p>ção Infantil, a concepção que vincula educar e cuidar,</p><p>entendendo o cuidado como algo indissociável do proces-</p><p>so educativo. Nesse contexto, conforme a Base Nacio-</p><p>nal Comum Curricular, as creches e as pré-escolas, ao</p><p>acolherem as vivências e os conhecimentos construídos</p><p>pelas crianças no ambiente da família e no contexto de</p><p>sua comunidade, e articulá-los em suas propostas peda-</p><p>gógicas, têm o objetivo de</p><p>(A) motivar as crianças a desenvolverem a capacidade</p><p>de assimilação e memorização de fatos, preparando-</p><p>-as para avaliações futuras e competições acadêmi-</p><p>cas, com a contribuição das famílias.</p><p>(B) contribuir para a formação do caráter das crianças,</p><p>incutindo disciplina e respeito pelas autoridades e</p><p>pelas tradições, focando em comportamentos social-</p><p>mente adequados e na obediência às regras esta-</p><p>belecidas.</p><p>(C) estabelecer uma rotina de aprendizado estruturada,</p><p>enfatizando a aprendizagem da leitura e da escrita</p><p>e o letramento matemático, preparando as crianças</p><p>para o ingresso no Ensino Fundamental.</p><p>(D) desenvolver integralmente as potencialidades das</p><p>crianças, inclusive com a introdução de noções pre-</p><p>liminares de tecnologia da informação e comunica-</p><p>ção, preparando-as para a inserção digital.</p><p>(E) ampliar o universo de experiências, conhecimentos</p><p>e habilidades dessas crianças, diversificando e con-</p><p>solidando novas aprendizagens, atuando de maneira</p><p>complementar à educação familiar.</p><p>46. De acordo com a Lei no 9.394/1996, artigo 13, os docen-</p><p>tes incumbir-se-ão de, entre outras incumbências,</p><p>(A) propor e coordenar a implementação de políticas</p><p>educacionais no âmbito escolar.</p><p>(B) mediar conflitos entre membros do corpo docente,</p><p>administrativo, estudantes e pais.</p><p>(C) colaborar com as atividades de articulação da escola</p><p>com as famílias e a comunidade.</p><p>(D) promover ambiente escolar seguro, adotando estra-</p><p>tégias de prevenção ao uso de drogas.</p><p>(E) representar a escola em eventos oficiais e em reuni-</p><p>ões com outras instituições educacionais.</p><p>47. Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei</p><p>no 8.069/1990), artigo 54, é dever do Estado assegurar à</p><p>criança e ao adolescente, entre outros direitos,</p><p>(A) fornecimento de bolsas de estudo para atividades</p><p>extracurriculares.</p><p>(B) garantia de acesso a programas de intercâmbio</p><p>educacional internacional.</p><p>(C) implementação de programas de cuidados com a</p><p>saúde mental nas escolas.</p><p>(D) criação de centros de inovação e tecnologia para</p><p>promoção do letramento digital.</p><p>(E) oferta de ensino noturno regular, adequado às condi-</p><p>ções do adolescente trabalhador.</p><p>43. Ao discutirem a organização do trabalho pedagógico por</p><p>meio de projetos, Barbosa e Horn (2008) entendem que</p><p>um projeto</p><p>(A) corresponde a um método de trabalho, segundo o</p><p>qual se deve trabalhar com objetivos e conteúdos</p><p>predeterminados, em uma sequência prevista, regu-</p><p>lar e segura.</p><p>(B) propõe uma aproximação global dos fenômenos a</p><p>partir da interpretação teórica já sistematizada e ofe-</p><p>recida pelas diferentes disciplinas do currículo, com</p><p>o rigor científico que se espera.</p><p>(C) cria a possibilidade de se aprender os diferentes</p><p>conhecimentos construídos na história da huma-</p><p>nidade de modo sequencial e linear, da causa ao</p><p>efeito, o antes e o depois, do simples ao complexo.</p><p>(D) é uma abertura para as possibilidades amplas e com</p><p>uma vasta gama de variáveis, de percursos imprevi-</p><p>síveis, criativos, ativos,</p><p>inteligentes acompanhados</p><p>de uma grande flexibilidade de organização.</p><p>(E) possibilita aos educadores e aos educandos o envol-</p><p>vimento ativo na construção do conhecimento, em um</p><p>percurso pré-fixado, em que cada um desempenha</p><p>uma função específica previamente estabelecida.</p><p>44. Com relação ao desenvolvimento da autonomia, o indi-</p><p>víduo, tal como concebido por Piaget, é capaz, graças à</p><p>razão, de se opor à autoridade, seja ela dos pais ou das</p><p>diversas instituições como os partidos, as escolas ou as</p><p>igrejas. Conforme La Taille e colaboradores (1992), há</p><p>uma condição que Piaget postula para a conquista de tal</p><p>autonomia: que o indivíduo possa</p><p>(A) priorizar metas pessoais em detrimento do bem-</p><p>-estar coletivo.</p><p>(B) ser protegido de conflitos, de debates e de discus-</p><p>sões abertas.</p><p>(C) ter a oportunidade de usufruir de relações sociais de</p><p>cooperação.</p><p>(D) isolar-se de influências externas para formar seu</p><p>próprio julgamento.</p><p>(E) competir livre e agressivamente em ambientes</p><p>altamente coercitivos.</p><p>15 pmil2303/003-pEB-i-EdinfantilConfidencial até o momento da aplicação.</p><p>48. De acordo com a Lei no 13.146/2015, artigo 28,</p><p>a ssegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar,</p><p>acompanhar e avaliar a participação dos estudantes</p><p>com deficiência e de suas famílias nas diversas ins-</p><p>tâncias de atuação da comunidade escolar é uma das</p><p>incumbências</p><p>(A) do poder público.</p><p>(B) do Atendimento Educacional Especializado (AEE).</p><p>(C) da Rede de Apoio ao Aluno Especial (RAAE).</p><p>(D) do Conselho Tutelar.</p><p>(E) dos Coletivos de Inclusão.</p><p>49. A Resolução CNE/CEB no 4/2009 institui as Diretrizes</p><p>Operacionais para o Atendimento Educacional Especia-</p><p>lizado (AEE) na Educação Básica, modalidade Educação</p><p>Especial.</p><p>De acordo com o artigo 3o dessa Resolução, é correto</p><p>afirmar que</p><p>(A) a integração de alunos com deficiências em classes</p><p>comuns de ensino regular diminui a qualidade da</p><p>educação para outros estudantes.</p><p>(B) a Educação Especial se realiza em todos os níveis,</p><p>etapas e modalidades de ensino, tendo o AEE como</p><p>parte integrante do processo educacional.</p><p>(C) o AEE pode ser efetivamente ofertado sem a neces-</p><p>sidade de espaços físicos específicos, sendo prefe-</p><p>rencialmente alocado nas salas de recursos multi-</p><p>funcionais.</p><p>(D) os recursos de acessibilidade ofertados em excesso</p><p>na educação limitam a capacidade dos alunos de de-</p><p>senvolver autonomia e independência.</p><p>(E) os profissionais sem formação específica em Educa-</p><p>ção Especial podem administrar o AEE sem compro-</p><p>meter sua eficácia, desde que se comprometam com</p><p>o autodesenvolvimento.</p><p>50. De acordo com a Resolução CNE/CEB nº 5/2009, artigo</p><p>3o, o da Educação Infantil é concebido como</p><p>um conjunto de práticas que buscam articular as experi-</p><p>ências e os saberes das crianças com os conhecimentos</p><p>que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambien-</p><p>tal, científico e tecnológico, de modo a promover o desen-</p><p>volvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade.</p><p>Assinale a alternativa que preenche corretamente a</p><p>lacuna do texto.</p><p>(A) portfólio</p><p>(B) currículo</p><p>(C) plano de ensino</p><p>(D) modelo educativo</p><p>(E) projeto pedagógico</p><p>Confidencial até o momento da aplicação.</p>