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<p>ASSOCIAÇÃO CONFIRMAÇÃO DE NORMA BRASILEIRA BRASILEIRA DE NORMAS ABNT NBR 14877:2002 TÉCNICAS Ducha higiênica - Requisitos e métodos A ABNT NBR elaborada no Comitê Brasileiro da Construção Civil pela Comissão de Estudo de Metais Sanitários e Aparelhos Economizadores de Água (CE-02:110.10), passou pelo processo de Análise conforme a Proposta de Confirmação circulada em Consulta Nacional no Edital n° 10. de 21.09.2007 a e teve seu conteúdo técnico confirmado pela ABNT em 28.01.2008. IC S Ref.: ABNT NBR 14877:2002/Conf:2008 ABNT 2008 - Todos os direitos reservados</p><p>AGO 2002 NBR 14877 Ducha higiênica - Requisitos e métodos de ensaio ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: de Janeiro Av. Treze de 13 andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1650 Rio de Janeiro RJ Tel.: (21) 3974-2300 Fax: (21) Origem: 2° Projeto ABNT/CB-02 Comité Brasileiro de Construção Civil Comissão de Estudo de Metais Sanitários e Aparelhos Copyright Economizadores de Brasileira de NBR 14877 Hygienic shower hand Requirements and test methods Normas Tecnicas Printed in Descriptors: Hygienic shower hand. Wall hanging no Válida a partir 29.09.2002 Todos direitos Palavras-chave: Ducha Aparelho sanitário 16 páginas Sumário Introdução 1 2 Referências normativas 3 Definições 4 Requisitos gerais 5 Requisitos específicos 6 Inspeção 7 Aceitação e rejeição Anexos A Verificação da vazão mínima B Verificação da estanqueidade Verificação da dispersão do jato D Verificação do aspecto do jato E Verificação da resistência ao uso F Verificação da resistência das conexões torque de montagem G Verificação da força no sistema de acionamento da ducha manual Prefácio A ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas é o Fórum Nacional de As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comités Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE). formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros). Os Projetos de Norma elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Pública entre os associados da ABNT e demais interessados. Esta Norma contém os anexos A G. de caráter normativo. < 2/17</p><p>2 NBR 14877:2002 0 Introdução As duchas higiênicas de que trata esta Norma são utilizadas para higiene ou Esses se caracterizam praticidade de seu emprego na higiene pessoal, quando instalados nos ambientes de banho e sanitários em As duchas higiênicas abrangidas por esta Norma podem ser instaladas junto a bacias sanitárias, bidés ou 1 Objetivo Esta Norma estabelece as exigências e recomendações para duchas higiênicas instaladas em banheiros e sanitários em geral para higiene íntima ou Esta Norma abrange as de funcionamento por ligação flexível e que incorporam um registro de para o adequado controle da vazão e fechamento da alimentação de águs 2 Referências normativas As normas relacionadas a seguir contêm disposições ao citadas neste constituem prescrições para esta As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a recomenda-se que realizam acordos com base nesta que a de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento. NBR 5023:1982 Barra perfil de ligas de Especificação NBR 5426:1985 de e procedimentos na inspeção por atributos Procedimento NBR Instalação predial de água fria NBR 6314:1982 Peças de ligas de cobre fundidas em Especificação NBR Peças de ligas de cobre fundidas em Especificação NBR 10071:1994 Registro de pressão com corpo e castelo em ligas de cobre para instalações hidráulicas prediais Especificação NBR 10281:2001 Torneira de pressão Requisitos e métodos de NBR Revestimentos de metais plásticos sanitários Especificação NBR Tintas Determinação da aderência Método de ensaio NBR 14150:1998 Instalações hidráulicas prediais Registro de pressão de de cobre Verificação do desempenho NBR Ligações para aparelhos hidráulicos sanitários Requisitos e métodos de ensaio ASTM Standard specification for copper and copper alloy forging bars and shapes 3 Definições Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definições da NBR 5626 e as seguintes: 3.1 ducha higiênica: Aparelho que se constitui basicamente de um registro de pressão externo. ligado a uma ducha manual através de ligação que propicia a abertura ou fechamento instantâneo do fluxo de previamente regulado pelo registro de pressão através de acionador posicionado junto à ducha Quando em repouso, a manual é fixada em um suporte que faz parte do conjunto instalado junto à parede, conforme figura 1.</p><p>NBR 14877:2002 3 Registro de pressão externo do manual Suporte do NOTA Figura meramente Figura 1 Ducha higiênica 3.2 ducha manual com acionamento: Componente principal da ducha constituindo-se de um corpo, onde aloja um crivo de saída de o mecanismo de vedação e o sistema de A parte posterior do corpo apresenta rosca externa para acoplamento da ligação sistema de acionamento da ducha manual: Sistema que propicia. através de uma alavanca ou a abertura ou fechamento do fluxo de água crivo da ducha manual: Componente que, instalado na saída da ducha manual, propicia formação de pluralidade de filetes de mecanismo de vedação da ducha manual: Mecanismo que propicia a abertura ou fechamento do fluxo de pela ducha manual. suporte da ducha manual: Acessório que, instalado junto à propicia fixação adequada à ducha manual, quando em 3.7 vedante ou Componente do mecanismo de vedação. que assentado a uma sede propicia a estanqueidade da ducha manual ou do registro regulador de pressão externo. 3.8 registro de pressão externo: Válvula de dimensões reduzida instalada junto à parede destinada a abrir, controlar e fechar o fluxo de pelo acionamento de um volante; cruzeta (manipulo): Peça de acabamento que aciona o mecanismo de vedação do registro de pressão 3.10 ligação flexivel: Mangueira que faz ligação entre o corpo da ducha manual e o registro de pressão 3.11 pressão de serviço: Máxima pressão de alimentação de em que a higiênica pode operar normalmente, requisitos dests 4 Requisitos gerais 4.1 Materiais 4.1.1 Generalidades Os materiais empregados na ducha higiênica devem atender seguintes requisitos: a) devem ser resistentes à corrosão e às solicitações dos esforços mecânicos que os componentes estarão b) não devem facilitar o desenvolvimento de atividade NOTAS 1 A ligação empregada na ducha higiênica deve atender satisfatoriamente todos os requisitos gerais previstos na NBR 2 Os materiais não mencionados e aqueles desconhecidos por ocasião da elaboração desta Norma poderão ser desde que atendam aos requisitos desta Norma, bem como aos princípios que a</p><p>4 NBR 4.1.2 Materiais metálicos Na fabricação dos componentes da ducha os materiais metálicos devem ser os recomendados na tabela 1. ser substituídos por outros, desde que os novos materiais apresentem qualidade equivalente ou superior indicados atendam aos requisitos desta Tabela 1 Materiais metálicos Materiais Referência Processo para produção da peça C-83600 NBR 6314 Fundição em areia ou casca C-84300 NBR 6314 Fundição em areia ou casca C-84400 NBR 6314 Fundição em areia ou casca C-85400 NBR 6314 Fundição em areis ou casca C-86500 NBR 6314 Fundição em areia ou casca NBR 6941 Fundição em molde permanente Liga NBR 6941 Fundição em molde permanente Liga NBR 6941 Fundição em molde permanente ASTM 124 Perfil para forjamento CuZn36Pb3 NBR 5023 Perfil para usinagem CuZn40Pb3 NBR 5023 Perfil para fácil usinagem Pb: 0,3% outros elementos: 0,5% 4.1.3 Materiais plásticos Na utilização de componentes fabricados em material recomenda-se verificar as variações das características físicas segundo os esforços temperaturas a que os mesmos estarão devendo observar as especificações para cada tipo de material que atendam aos requisitos desta 4.2 Identificação 4.2.1 A ducha higiênica deve ser identificada, de forma com o nome ou a marca de identificação do 4.2.2 Os materiais empregados na fabricação dos componentes o nominal ON do registro de pressão devem ser indicados na embalagem ou folheto de instrução. 4.3 Instruções para instalação fabricante deve fornecer, junto com ducha as seguintes instruções técnicas: a) procedimentos adequados para a b) orientações para correta utilização do incluindo a recomendação de fechamento do registro externo após sua c) 4.4 Unidade de compra A unidade de compra é a 4.5 Características construtivas 4.5.1 A concepção da higiênica deve permitir a substituição do vedante ou do mecanismo de vedação. 4.5.2 As duchas higiênicas compreendidas por esta Norma devem ter desempenho adequado à pressão de serviço de até 400 em conformidade com a NBR podendo, portanto, ser especificadas para instalações onde a pressão máxima de abastecimento atinja este 4.6 Dimensões 4.6.1 registro de pressão externo da ducha deve ter conexão de entrada de comprimento adequado, atendendo especificações da tabela 1 da NBR entrada</p><p>NBR 14877:2002 5 4.6.2 registro de pressão externo pode ser fornecido com diâmetros nominais de DN 15 ou DN 20. NOTA nominal do registro de pressão deve ser indicado na embalagem do 4.6.3 A ligação deve ter comprimento conforme especificação do fabricante em sua 4.7 Acabamento superficial 4.7.1 Revestimento o revestimento eletrolítico aplicado em superfícies aparentes, em componentes subconjuntos da ducha deve atender ao disposto na NBR 4.7.2 Revestimento eletrostático o revestimento eletrostático aplicado em superfícies aparentes, em componentes e subconjuntos da deve atender ao disposto na NBR 11003. 5 Requisitos especificos Os requisitos específicos exigíveis para as duchas higiénicas devem ser verificados segundo os métodos de ensaios apresentados nos anexos A a G. 5.1 funcionais 5.1.1 Vazão A ducha com o registro de pressão externo totalmente deve apresentar vazão mínima de L/s. na saída da ducha manual, à pressão dinâmica de 15 quando submetida ao previsto no anexo A 5.1.2 Estanqueidade 5.1.2.1 Ducha manual e conexões da ligação A ducha manual as respectivas conexões da ligação à ducha manual ao registro de pressão quando submetidas às pressões conforme condições especificadas nas tabelas 1 e 2. devem permanecer estanques sem apresentar quaisquer vazamentos com o sistema de acionamento da ducha manual, nas posições fechado ou conforme ensaio previsto no anexo B. Tabela 1 Pressões para ensaio de estanqueidade na posição fechada Pressão estática Hidrostático 600 Pneumostático 300 NOTA É optativa a escolha dos ensaios hidrostáticos ou Tabela 2 Pressões para ensaio de estanqueidade na posição aberta Pressão kPa Hidrostático 200 5.1.2.2 Registro de pressão externo o registro de pressão externo deve atender aos requisitos específicos de 5.2 da NBR 10071:1994 quando subme-tido ao ensaio previsto em 4.1 da NBR deve permanecer estanque e sem apresentar qualquer va-zamento. 5.1.3 Dispersão do jato A ducha manual, submetida à pressão dinâmica de 100 deve apresentar o jato de saída de passando na sua totalidade internamente ao de 100 mm de distante 200 mm da quando submetida ao ensaio previsto no anexo</p><p>6 NBR 5.1.4 Aspecto do jato A ducha manual, submetida à pressão dinâmica de 15 kPa e com o crivo voltado para cima, não deverá juntar os filetes de saída de água até uma altura de mm. conforme ensaio previsto no anexo 5.2 Caracteristicas mecânicas 5.2.1 Resistência ao uso 5.2.1.1 Ducha manual A ducha manual deve atender aos requisitos em após ter sido submetida a ciclos de abrir e para pressão estática de 400 kPa. conforme previsto no anexo E. 5.2.1.2 Registro de pressão externo o registro de pressão externo deve atender requisitos específicos de resistência ao uso da NBR quando submetido ao ensaio previsto na NBR 5.2.2 Resistência ao torque de acionamento excessivo registro de pressão externo deve atender aos requisitos específicos de resistência ao torque de acionamento excessivo da NBR quando submetido ao ensaio previsto na NBR 5.2.3 Resistência das conexões ao torque de montagem Para facilitar a instalação da ducha pode ser a desmontagem montagem da ligação da ducha Desta forma as conexões da ligação junto à ducha manual o registro de pressão devem resistir a um torque de 5 N.m. sem que ocorram fissuras ou esmagamento de filetes de rosca no sistema de conexão empregado e não havendo comprometimento da estanqueidade nas junções correspondentes, conforme ensaio previsto no anexo F. funcionais e mecânicas da ligação flexivel A ligação deve atender aos requisitos específicos da NBR 14878 quando submetida respectivos deve resultados Força de acionamento A força de acionamento necessária para acionar a ducha quando submetida à pressão estática de 400 não deve ser superior 30 N. quando conforme anexo G. 6 Inspeção A conformidade aos requisitos de desempenho deve ser atestada através dos resultados dos ensaios por entidades ou expressa declaração do quando 6.2 Os requisitos de desempenho, descritos em 5.1 e 5.2. devem ser analisados com um número de baseado na NBR para amostragem NQA 6,5 e nível de inspeção S3 7 Aceitação e rejeição Para que a higiênica seja considerada em conformidade com esta Norma é necessário que, depois de inspe- cionada conforme seção apresente resultados que satisfaçam a todos os requisitos estabelecidos nas seções 4 e 5. /ANEXO A</p><p>NBR 14877:2002 7 Anexo A (normativo) Verificação da vazão minima A.1 Objetivo Este anexo estabelece o método para verificação da vazão adequada para a higiene pessoal oferecida pela A.2 Corpo-de-prova corpo-de-prova corresponde a uma ducha higiênica inspecionada visual e dimensionalmente, e considerada em perfeitas condições de A.3 Aparelhagem A aparelhagem necessária à execução do está descrita em A.3.1 Bancada que permits a adequada instalação do corpo-de-prova ensaiar, conforme esquema apresentado na figura alimentada por sistema hidráulico, capaz de fornecer água sob podendo manter vazões de até 0,3 L/s. devendo dispor de registros para regular a pressão dinâmica em 15 T 200 200 Suporte de Figura A.1 Esquema da bancada do ensaio A.3.2 A.3.3 instalado na tubulação de para pressão máxima de 60 com resolução igual ou superior à classe B2 (2%). A.3.4 Recipiente com graduação externa para A.4 Procedimento A.4.1 Instalar o corpo-de-prova na bancada e ligar a alimentação de garantindo que não haja formação de bolhas de que na tubulação de A.4.2 Com o mantido totalmente aberto, manobrar o registro para que a pressão dinâmica lida no se estabilize em 15 conforme 5.1.1. A.4.3 Determinar a vazão na saída do através do cronômetro e do recipiente volumétrico, e considerar que o tempo mínimo para validade do ensaio é de 60 NOTA Alternativamente é facultado o emprego de outros instrumentos de medição de vazão, com variação máxima de A.4.4 Repetir o três vezes. A.5 Expressão dos resultados A vazão é calculda pela expressão: a em litros por é o em litros: T é o em segundos. o resultado deve ser expresso pela média aritmética obtida das em litros por segundo. com pelo menos dois algarismos significativos.</p><p>8 NBR A.6 Relatório de ensaio relatório deve conter as seguintes informações: a) nome ou marca do fabricante e modelo: b) DN do corpo-de-prova; ou do d) em caso de indicar o valor da vazão obtida: local data da execução dos f) referência a /ANEXO B</p><p>NBR 14877:2002 9 Anexo B (normativo) Verificação da estanqueidade B.1 Objetivo Este anexo estabelece o método para verificação da estanqueidade e inexistência de vazamentos na ducha manual e nas conexões da ligação flexível, nas seguintes condições de uso: a) quando a ducha manual está totalmente b) quando a ducha manual está totalmente aberta. B.2 Corpo-de-prova o corpo-de-prova corresponde a uma ducha manual e respectivas conexões da ligação flexível inspecionadas visual e consideradas em perfeitas condições de funcionamento. B.3 Aparelhagem A aparelhagem necessária à execução do ensaio está descrita em B.3.1 a B.3.1 Bancada para ensaio do corpo-de-prova fechado, permitindo sua adequada alimentada por sistema capaz de fornecer à pressão estática de 800 para ensaio hidrostático ou à pressão de 600 kPa para ensaio B.3.2 Recipiente com água. de dimensões adequadas para que o corpo-de-prova possa ser B.3.3 Manômetro instalado na tubulação de para pressão máxima de 000 kPa. com resolução igual ou superior à classe B2 (2%) B.3.4 Bancada para ensaio do corpo-de-prova aberto, conforme esquema apresentado na figura permitindo adequada alimentada por sistema hidráulico capaz de fornecer sob controle. permitindo manter a pressão em até 300 B 4 Procedimento Para todos os procedimentos descritos neste método de manter o registro de pressão externo temente B.4.1 Corpo-de-prova fechado B.4.1.1 Ensaio hidrostático B.4.1.1.1 Instalar o na bancada, abrir a alavanca ou botão de acionamento e deixar a fluir para garantir que não haja presença de no sistema. Estando o corpo-de-prova fechado, regular a pressão estática para 600 conforme 5.1.2. verificar não há vazamento ou durante 60 B.4.1.2 Ensaio pneumostático Instalar o corpo-de-prova na bancada e fechar a alavanca ou botão de da Regular a pressão para 300 conforme e submergir em no recipiente com durante 10 conforme esquema apresentado na figura verificando a inexistência de</p><p>10 NBR 14877:2002 Figura Esquema da bancada do ensaio B.4.2 Corpo-de-prova aberto B.4.2.1 Ensaio hidrostático Instalar o corpo-de-prova na bancada e abrir totalmente a alavanca ou botão do sistema de garantindo que o corpo-de-prova permanece nessa condição durante todo o Regular a pressão dinâmica para que esta se estabilize em 200 conforme 5.1.2. e verificar se não há vazamento ou junto à ou botão do sistema de acionamento ou em qualquer outra região do corpo-de-prova, durante Relatório de ensaio relatório deve conter as seguintes a) nome ou marca do fabricante modelo: b) ON do c) ou do d) em caso de indicar o local do e) local data da execução dos f) referência a /ANEXO</p><p>11 NBR 14877:2002 Anexo C (normativo) Verificação da dispersão do jato C.1 Objetivo Este anexo estabelece o método para verificar se a dispersão do jato de água. na saída da ducha manual, não atinge amplitude (abertura) excessiva. C.2 Corpo-de-prova corresponde a uma ducha higiênica inspecionada visual e considerada em perfeitas condições de C 3 Aparelhagem A aparelhagem necessária à execução do ensaio está descrita em C.3.1 a C.3.1 Bancada que permita a instalação adequada do alimentada por sistema hidráulico capaz de fornecer sob permitindo manter a pressão dinâmica em até 200 kPa. C.3.2 Manômetro instalado na tubulação de para pressão máxima de 500 kPa. com resolução igual ou superior à classe B2 C.3.3 Anel circular com diámetro interno de 100 mm, que se constitui no gabarito para medição da dispersão do jato de água. C.4 Procedimento C.4.1 Fixar o corpo-de-prova na bancada ligar a alimentação de C.4.2 Com o corpo-de-prova mantido totalmente aberto, manobrar o registro para que a pressão dinâmica no estabilize em conforme C.4.3 Posicionar o gabarito de medição da dispersão do jato de 200 mm abaixo do crivo de saída do de forma que os centros do gabarito do orifício de saída estejam conforme figura C.1. 200 100 Figura C.1 - Gabarito de medição da dispersão do jato de água C.4.4 Verificar se a totalidade do jato de de água do corpo-de-prova passa internamente anel desconsiderando eventuais respingos. C.4.5 Repetir o ensaio três vezes.</p><p>12 NBR C.5 Relatório de ensaio relatório deve conter as seguintes a) nome ou marca do fabricante e modelo: b) DN do c) ou não, do corpo-de-prova; d) local e data da execução dos e) referência a esta D</p><p>NBR 14877:2002 13 Anexo D (normativo) Verificação do aspecto do jato D.1 Objetivo Este anexo estabelece o método para verificar se os filetes de saída de não se juntam logo após sua saída do crivo da manual. D.2 Corpo-de-prova corpo-de-prova corresponde a uma ducha higiênica inspecionada visual e considerada em perfeitas condições de D.3 Aparelhagem A aparelhagem necessária à execução do ensaio está descrite em D.3.1 Bancada que permita a adequada instalação do corpo-de-prova a conforme esquema apresentado na figura alimentada por sistema hidráulico, capaz de fornecer água pressurizada, sob podendo manter vazões de até L/s. devendo dispor de registros para regular a pressão em 15 kPa. 200 200 Figura D.1 Esquema da bancada do ensaio D.4 Procedimento D.4.1 Com o corpo-de-prova mantido todo aberto, manobrar o registro para que a pressão lida no manômetro se estabilize no valor especificado em Inverter a ducha manual para que o crivo de fique voltado para cima na posição D.4.3 Verificar os filetes de saída de não se conforme esquema apresentado na figura D.2. Suporte de Figura D.2 Esquema de fixação do corpo-de-prova para execução do ensaio D.5 Relatório de ensaio relatório deve conter as seguintes informações: a) nome ou marca do fabricante modelo: b) DN do c) conformidade, ou não, do corpo-de-prova; d) em caso de indicar o tipo de e) local e data da execução dos f) referência a Norma.</p><p>14 NBR Anexo E (normativo) Verificação da resistência ao uso E.1 Objetivo Este anexo estabelece o método para verificação da ocorrência de desgaste ou qualquer outra anomalia na ducha manual após bateria de testes E.2 Corpo-de-prova corresponde a uma ducha manual inspecionada visual e dimensionalmente, considerada em perfeitas condições de E.3 Aparelhagem A necessária à execução do ensaio está em E.3.1 a E.3.5. E.3.1 Equipamento para acionamento do com força de regulável para 10 N. sistema de deve propiciar a regulagem da para ajustes do tempo de abertura ou fechamento do A força de acionamento deve ser aplicada em posição e direção que simulem as condições normais de utilização dos E.3.2 Sistema hidráulico para alimentação da capaz de fornecer água sob controle. permitindo manter a pressão estática em 400 kPa. à temperatura de 30 E.3.3 Contador de cicios apropriadamente instalado no equipamento de ou no E.3.4 Manômetro instalado na tubulação de alimentação. para pressão máxima de 700 kPa. com resolução igual ou superior à classe B2 E.3.5 E.4 Procedimento E.4.1 Instalar o corpo-de-prova na bancada com o equipamento de E.4.2 Ligar a alimentação de regular para pressão estática de 400 com o corpo-de-prova E.4.3 Ajustar a temporização do equipamento de para abertura fechamento do conforme especificado abaixo: a) após abertura total do assegurar parada mínima de b) após o fechamento total do assegurar parada mínima de 4 E.4.4 Zerar o contador de E.4.5 Submeter o corpo-de-prova número de cicios previstos em E.4.6 o ensaio deve ser interrompido no caso de deformações de componentes ou NOTA Devem ser anotados irregularidade número de realizados até a sua E.5 Relatório de ensaio relatório deve conter as seguintes a) nome ou marca do fabricante modelo: b) DN do c) ou do d) em caso de indicar o número de em que houve ocorrência de e) local data da execução dos f) referência a esta /ANEXO F</p><p>NBR 15 Anexo F (normativo) Verificação da resistência das conexões ao torque de montagem F.1 Objetivo Este anexo estabelece o método para verificação da resistência das conexões da ligação flexível à ducha manual e ao registro de pressão externo, ao torque de montagem sem comprometimento da nas respectivas junções. F.2 Corpo-de-prova o corpo-de-prova corresponde a uma higiênica inspecionada visual e dimensionalmente, considerada em perfeitas condições de funcionamento. F.3 Aparelhagem A necessária à execução do está descrita em F.3.1 F.3.3. F.3.1 Bancada provida de morsa ou chave fixa onde possam ser adequadamente sujeitadas as conexões do conforme esquema apresentado na figura F.1. F.3.2 Dispositivos apropriados para fixação do registro de pressão externo e da ducha manual e para transmissão do torque à chave conforme esquema apresentado na figura F.1. ou Dispositivo de fixação Dispositivo fixo Morsa ou de fixação de fixação chave fixo a) b) Figura F.1 Esquema da bancada do ensaio provida de morsa ou chave fixa com dispositivos apropriados para fixação F.3.3 Chave com fundo de de 15 N.m e resolução de F.4 Procedimento Após submeter o corpo-de-prova so de conforme previsto no anexo B. proceder conforme especificado a seguir. F.4.1 Instalar o corpo-de-prova através dos sistemas descritos em F.3.1 6 F.3.2. F.4.2 Aplicar, com chave intensidade crescente de torque até atingir o valor especificado em para junto so registro de pressão externo para conexão junto à ducha manual. F.4.3 Repetir o ensaio Inspecionar o corpo-de-prova visualmente quanto à ocorrência de trincas, fissuras ou esmagamento de filetes de rosca nas Não se constatando qualquer anomalia na inspeção visual, refazer os ensaio de estanqueidade, conforme anexo B. F.5 Relatório de ensaio o relatório deve conter as seguintes informações: a) nome ou marca do fabricante e b) DN do corpo-de-prova; c) ou não, do corpo-de-prova; d) em caso de não-conformidade, indicar o tipo de e) local e data da execução dos f) referência a esta Norma. /ANEXO G</p><p>16 NBR 14877:2002 Anexo G (normativo) Verificação da força no sistema de acionamento da ducha manual G.1 Objetivo Este anexo estabelece o método para verificação da força necessária para acionamento da manual. G.2 Corpo-de-prova corpo-de-prova corresponde a uma ducha manual dotada de sistema de inspecionada visual e dimensionelmente, considerada em perfeitas condições de G.3 Aparelhagem A necessária à execução do ensaio descrita em G.3.1 a G.3.2. G.3.1 Equipamento dotado de manômetro classe com capacidade para levar pressão estática de 400 com resolução de 10 kPa. G.3.2 (tração ou Procedimento G.4.1 Instalar a ducha manual no equipamento fixando a ducha manual em condições de aplicar a força no sistema de G.4.2 Com a ducha manual elevar a pressão da água para 400 G.4.3 Com o medir força necessária no sistema de posicionado na extremidade da até a abertura total da ducha G.4.4 Repetir o três Resultado A força de acionamento (F.A.) deve ser o maior valor não devendo ultrapassar o exposto em</p>