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<p>Relatório prática - Bases da biologia celular, molecular e</p><p>tecidual - aula 1 e 2</p><p>Bases da biologia molecular,tecidual. (Centro Universitário Maurício de Nassau)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Relatório prática - Bases da biologia celular, molecular e</p><p>tecidual - aula 1 e 2</p><p>Bases da biologia molecular,tecidual. (Centro Universitário Maurício de Nassau)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/centro-universitario-mauricio-de-nassau/bases-da-biologia-moleculartecidual/relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2/92341159?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/centro-universitario-mauricio-de-nassau/bases-da-biologia-moleculartecidual/6368069?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/centro-universitario-mauricio-de-nassau/bases-da-biologia-moleculartecidual/relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2/92341159?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/centro-universitario-mauricio-de-nassau/bases-da-biologia-moleculartecidual/6368069?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>RELATÓRIO DE PRÁTICA 01</p><p>Flavio Anderson Ribeiro Braga</p><p>Matrícula: 1244269</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Bases da biologia celular, molecular e tecidual</p><p>DADOS DO(A) ALUNO(A):</p><p>NOME: Flavio Anderson Ribeiro Braga MATRÍCULA: 01244269</p><p>CURSO: Biomedicina POLO: Doroteias</p><p>PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Hudson Pimentel</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS:</p><p>• O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e</p><p>• concisa;</p><p>• O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema;</p><p>• Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado);</p><p>• Tamanho: 12;</p><p>Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm;</p><p>• Espaçamento entre linhas: simples;</p><p>• Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado).</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>TEMA DE AULA: MICROSCOPIA ÓPTICA</p><p>A microscopia óptica, criada por Zacharias Janssen e Hans Janssen, no final do século</p><p>XVI, primeira vez chamada dessa forma por Atanásio Kircher, sofreu alguns ajustes e foi</p><p>acrescentado mais uma lente, por Robert Hooke, que permitiram ampliar as imagens de</p><p>100 (óptico) a 1000 (eletrônico) vezes. É um instrumento que permite que possa ser</p><p>observado objetos inicialmente imperceptíveis quando olhamos sem o amparo de</p><p>equipamento nenhum. Isso se dá pelo motivo de que o equipamento é constituído por um</p><p>conjunto de sistema óptico por lente de cristal que quando é atravessada pela imagem do</p><p>objeto, é ampliada.</p><p>Existem diversos tipos de microscópios com diferentes funções. Por exemplo, existe</p><p>microscópio Estéreo, Biológico, Invertido, Metalúrgico, Polinizador, entre outros.</p><p>Podemos dividir os microscópios em microscópio de luz (óptico) e microscópio eletrônico.</p><p>O microscópio óptico ou microscópio de luz é muito utilizado em laboratórios para</p><p>análises laboratoriais, ele combina uni métodos tradicionais de formação de imagem com a</p><p>formação de imagem com princípios de aumento de resolução, permitindo observar</p><p>detalhes minúsculos, impossíveis de ser observado a “olho nu”.</p><p>O microscópio de luz possui: as lentes oculares – lente que nos permite observar a</p><p>imagem ampliada; tubo – suporte para as lentes oculares; revólver – peça giratória para a</p><p>troca das objetivas; objetivas – lentes com diferentes ampliações; pinça – que fixa a lâmina</p><p>no local adequado; platina – mesa de suporte para a lâmina a ser analisada; condensador –</p><p>local que condensa os raios luminosos que incidem sobre a lâmina; fonte de luz; botão de</p><p>força (ligar/desligar); parafuso macrométrico – ajuste do foco grosso; parafuso</p><p>micrométrico – ajuste do foco fino; braço – peça fundamental para o deslocamento do</p><p>microscópio.</p><p>Para maior cuidado do microscópio, ao ser transportado, deve ser segurado, sempre,</p><p>utilizando as duas mãos, uma mão na base e a outra segurando o braço do microscópio,</p><p>para dar maior apoio, sustentação e segurança do seu transporte. Deve, sempre, salientar</p><p>que a limpeza das lentes deve ser feita com uma flanela, que normalmente vem</p><p>acompanhando o equipamento. Se, durante a observação,</p><p>tiver utilizado óleo de imersão, deve limpar a objetiva e a lamela com xilol. Após o uso</p><p>do equipamento deve ser alinhada a lente de menor ampliação, deixar a iluminação no</p><p>mínimo e abaixar a platina. Logo em seguida, desligar o equipamento e retirar da tomada.</p><p>Microscópio Óptico</p><p>Objetiva de 4</p><p>Duodeno</p><p>Objetiva de</p><p>10</p><p>Língua</p><p>Objetiva de 40</p><p>Tecido</p><p>sanguíneo</p><p>Objetiva de</p><p>100</p><p>Zona</p><p>medular -</p><p>Rim</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>TEMA DE AULA: MÉTODOS EMPREGADOS NO ESTUDO DAS CELULAS E</p><p>TECIDOS</p><p>As células são unidades fisiológicas e morfológicas fundamentais para a estrutura de todo</p><p>ser vivo. As células se multiplicam, por mitose e meiose, que, assim, transmite características</p><p>para as demais, onde estudamos através da citologia. Elas se distinguem em células</p><p>eucariontes – onde apresenta carioteca, citoplasma e núcleo bem defino – e células</p><p>procariontes – onde há pobreza de membranas e não possui núcleo.</p><p>Os tecidos são um conglomerado de células de formas e funções distintas, onde podemos</p><p>estudar, na histologia, as relações de estrutura e funções por meio da fisiologia, física e</p><p>química.</p><p>Para estudarmos e analisarmos uma amostra de tecido e células é necessário a utilização do</p><p>microscópio, onde podemos ampliar a estrutura a níveis que não somos capazes de enxergar</p><p>“a olho nu”.</p><p>Para a confecção de preparações citológicas e/ou histológicas é necessário realizar a coleta</p><p>do material, fixação, clivagem, processamento, inclusão, microtomia e coloração.</p><p>A coleta do material consiste em remover amostra de um tecido que será analisado.</p><p>A fixação é uma das etapas mais importantes, visto que, quando realizamos a coleta de</p><p>algum material, a matéria começa a realizar processo de morte celular, devido a falta de</p><p>oxigenação na área. A fixação ela é útil para embarreirar e retardar o processo biológico</p><p>natural, dando mais longevidade ao material que será analisado.</p><p>A clivagem consiste na diminuição das dimensões dos fragmentos da amostra, reduzindo</p><p>até, cerca de 3mm.</p><p>O processamento consiste na difusão</p><p>de reagentes para o interior dos tecidos e na remoção</p><p>do líquido tecidual que, após a fixação do material, é o próprio fixador empregado. Ele torna</p><p>os fragmentos rígidos e proporciona o seccionamento mais facilitado.</p><p>Inclusão a colocação destes tecidos desidratados, desengordurados, clarificados e</p><p>parafinados em blocos de parafina.</p><p>A microtomia permite a análise dos tecidos ao microscópio de luz, eles devem ser</p><p>seccionados em fatias finas e uniformes.</p><p>Coloração é a aplicação de corantes que não danifica o material, para poder ser visualizado</p><p>as estruturas do material coletado. Pode ser utilizado corantes como a hematoxilina, eosina,</p><p>fucsina, entre outros.</p><p>Segue imagens de preparo da amostra de DNA da cebola, praticado em sala de aula, para</p><p>posteriormente ser finalizado e colocado em uma lâmina.</p><p>Imagem 1: material laboratorial.</p><p>Imagem 2: Maceração da cebola.</p><p>Imagem 3: mistura do sumo da cebola coado com uma mistura de 30ml de água destilada</p><p>com 3ml de detergente e 2g de NaCl.</p><p>Imagem 4: amostra em um tudo de ensaio para ser adicionado álcool etílico para haver a</p><p>separação do DNA (imagem 5).</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>TEMA DE AULA: CITOQUÍMICA</p><p>A citoquímica é uma ferramenta, muito utilizada para identificação e diferenciação precisa</p><p>dos tipos de células, assim como a determinação das contribuições de cada célula para o</p><p>sistema imunológico.</p><p>As técnicas citoquímicas consistem, basicamente, na utilização de reagentes colorimétricos</p><p>que, em contato com os componentes químico-enzimáticos presentes no interior das células,</p><p>formam precipitados com cores específicas para cada reação. Hoje em dia, essa técnica tem</p><p>sido amplamente utilizada em estudos hematológicos, pois, a partir do esfregaço sanguíneo,</p><p>permite a diferenciação e identificação mais precisa dos tipos de células assim como a</p><p>determinação das contribuições de cada célula para o sistema imunológico.</p><p>Há diversas técnicas, assim como Giemsa – permite a visualização de células</p><p>hematopoiéticas; Reticulina – permite a visualização de fibras reticulares do tecido hepático;</p><p>Metanamina Prata – permite a visualização da membrana basal do rim; Vermelho do congo –</p><p>permite visualizar a amiloide.</p><p>Os exemplos de coloração celulares são a coloração de Groccot, a substância contendo</p><p>sais de prata reage com a parede celular de fungos tornando-os visíveis ao microscópio de luz.</p><p>Outras colorações incluem o Ziehl-Nielsen, Fontana Masson, Picro-sirius, Verhoeff. Alguns</p><p>dos corantes mais comuns são a hematoxilina e a eosina. Mas há muitos mais.</p><p>Segue imagens feitas na aula;</p><p>Corte histológico do tecido ósseo</p><p>Corte histológico do tecido sanguíneo</p><p>Corte histológico das células do epidídimo</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>TEMA DE AULA: ESPECIALIZÇAÇÕES DE SUPERFÍCIE</p><p>A membrana plasmática é uma camada dupla fosfolipídica, formada por lipídios</p><p>compostos por uma molécula de glicerol, por uma cadeia insaturada de ácido graxo e uma</p><p>cadeia saturada, por um ou dois grupos fosfato e uma molécula polar ligada a ele. Diversas</p><p>proteínas estão ligadas a essa membrana. Sua função é de separar o meio extracelular de</p><p>um meio intracelular, onde substâncias passam ou são permitidas passar ou são bloqueadas</p><p>de diversas formas, através de transporte ativo ou transporte passiva. Sua estrutura, hoje</p><p>descrita, é do modelo de mosaico fluído, apesar de ser uma estrutura fluída, ela recobre e</p><p>dar sustentação para as células.</p><p>As especializações de superfície da membrana plasmática são características especiais,</p><p>na qual possibilita uma maior aderência, absorção, aumento da superfície, além de facilitar</p><p>a comunicação entre as células. Dentre elas, temos: Zônulas de oclusão, desmossomos,</p><p>hemidesmossomos, interdigitações, plasmodesmos e microvilosidades.</p><p>As zônulas de oclusão são similares a um adesivo que comunica duas células e impede</p><p>a entrada de moléculas entre os espaços celulaes.</p><p>Os desmossomos são duas estruturas proteicas complexas com um formato de disco, e</p><p>que dela parte outras proteínas filamentosas. Eles aderem uma célula com outra.</p><p>Os hemidesmossomos é a uma estrutura proteica complexa que adere a membrana</p><p>plasmática em outras áreas que não são membranosas.</p><p>As interdigitações são especializações da membrana plasmática que são formadas por</p><p>evaginações e invaginações, permitindo maior aderência das células e facilitando a troca de</p><p>substâncias.</p><p>Os plasmodesmos ou junções GAP são estruturas proteicas que permite a</p><p>comunicação entre as células através de um poro de comunicação.</p><p>As microvilosidades são microfilamentos ou pequenas projeções digitiformes que</p><p>aumentam a superfície de absorção.</p><p>Todas essas especializações servem para as células se comunicar uma com as outras.</p><p>Segue imagem de um corte histológico de células sanguíneas, no microscópio óptico</p><p>com objetivas 10x, 40x e 100x, onde as mesmas comunicam-se entre si.</p><p>10x 40x 100x</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>TEMA DE AULA: ORGANELAS ENVOLVIDAS NA SÍNTESE DE</p><p>MOLÉCULAS</p><p>O retículo endoplasmático rugoso é uma organela encontrada no hialoplasma de uma</p><p>célula eucarionte, onde é repleto de ribossomas, que dá a diferença entre o retículo</p><p>endoplasmático liso. O RE rugoso é responsável por promover síntese de macromoléculas.</p><p>Os ribossomos, que estão aderidos ao retículo endoplasmático rugoso, tem a função de</p><p>realizar a síntese de proteínas que são lançadas em seu interior. Grande parte dessa proteína</p><p>produzida é transportada para o complexo golgiense, onde sofre algumas modificações e são</p><p>enviadas, através de vesículas, para locais específicos.</p><p>O complexo de golgi possui essa função de preparar, armazenar e secretar substâncias</p><p>quando são necessárias, a fim de manter uma homeostase.</p><p>Em laboratórios de histologia e citologia, os corantes mais utilizados são a hematoxilina e</p><p>a eosina. As moléculas de muitos corantes são sais, as moléculas de corantes nos quais o seu</p><p>cátion é dotado de cor tem caráter básico, como por exemplo o azul de toluidina e o azul de</p><p>metileno. Por isso são também denominados corantes básicos. A hematoxilina, embora não</p><p>seja um sal, se comporta, na prática, como um corante básico. A solução de hematoxilina cora</p><p>em azul-arroxeado vários componentes das células e da matriz extracelular.</p><p>De modo geral, as estruturas das células e da matriz dos cortes que contêm grupos ácidos</p><p>têm afinidade pelos cátions coloridos dos corantes básicos. Por essa razão estas estruturas são</p><p>denominadas estruturas basófilas, devido a sua afinidade e coloração por corantes básicos.</p><p>Segue imagem feita no laboratório, onde há uma lâmina com o tecido do rim e do fígado após</p><p>passar pelo processo de coloração.</p><p>Corte histológico do Rim Corte histológico do Fígado</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>TEMA DE AULA: DIVISÃO CELULAR</p><p>A divisão celular se dá pela multiplicação de células para originar outra. Há alguns tipos de</p><p>divisão celular, como:</p><p>1- Mitose: a célula mãe origina duas células filhas com o mesmo número de cromossomos.</p><p>2- Meiose: a célula mãe vai originar outras células filhas, 4, com a metade de cromossomos</p><p>da primeira a partir de duas divisões sucessivas.</p><p>A mitose possui algumas fases até gerar as células filhas:</p><p>1- Prófase: a membrana nuclear se desorganiza; o nucléolo desaparece e seu material é</p><p>distribuído pela célula.</p><p>2- Matáfase: é a melhor fase</p><p>para a análise dos cromossomos, pois estarão em máximo grau</p><p>de condensação. Os Cromossomos ligam-se às fibras do fuso e são alinhados na região</p><p>mediana da célula, formando a placa metafásica ou placa equatorial.</p><p>3- Anáfase: corre o rompimento dos centrômeros e as cromátides migram para os polos da</p><p>célula em virtude do encurtamento das fibras do fuso. Quando as cromátides migram juntas</p><p>para o mesmo polo, ocorre um processo chamado de não disjunção cromossômica, fazendo</p><p>com que uma célula fique com mais cromossomos que outra.</p><p>4- Telófase: fase final da mitose, onde ocorre o desaparecimento das fibras do fuso e é quando</p><p>acontece a citocinese, por estrangulamento em razão do aparecimento de um anel de actina e</p><p>miosina na região equatorial da célula.</p><p>A meiose caracteriza-se pela ocorrência de duas divisões celulares sucessivas, a</p><p>meiose I (reducional) e a meiose II (equacional). A meiose I é dividida em prófase I, metáfase</p><p>I, anáfase I e telófase I. A meiose II é dividida em prófase II, metáfase II, anáfase II e telófase</p><p>II.</p><p>Fases da mitose. (imagem da internet) Fases da meiose. (imagem da internet)</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>RELATÓRIO DE PRÁTICA 02</p><p>Flavio Anderson Ribeiro Braga</p><p>Matrícula: 1244269</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Bases da biologia celular, molecular e tecidual</p><p>DADOS DO(A) ALUNO(A):</p><p>NOME: Flavio Anderson Ribeiro Braga MATRÍCULA:1244269</p><p>CURSO: Biomedicina POLO: Doroteias</p><p>PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Hudson Pimentel</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS:</p><p>• O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e</p><p>• concisa;</p><p>• O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema;</p><p>• Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado);</p><p>• Tamanho: 12;</p><p>Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm;</p><p>• Espaçamento entre linhas: simples;</p><p>• Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado).</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>TEMA DE AULA: TECIDO EPITELIAL</p><p>RELATÓRIO:</p><p>• PERGUNTAS:</p><p>• Cite as diferenças estruturais e funcionais existentes entre o Tecido epitelial de</p><p>revestimento e o Tecido epitelial glandular</p><p>• Acrescente fotos da aula prática que identifiquem os tecidos descritos anteriormente,</p><p>destacando: 1) Nome do tecido ou glândula; 2) Localização no corpo humano; 3) Função</p><p>e; 4) Classificação.</p><p>• Comente quais são as camadas que compõem a pele, represento-as através de uma</p><p>imagem da aula prática.</p><p>O tecido epitelial são células justapostas que apresentam pouca matriz intracelular.</p><p>Dentre suas características está o fato de ser avascularizado, suas células são poliédricas e são</p><p>responsáveis por realizar muitos processos metabólicos. Elas estão acima da lâmina basal, que</p><p>serve de elo entre o tecido epitelial e o tecido conjuntivo.</p><p>Ele possui a função de revestimento e proteção do corpo, órgãos bem como cavidades</p><p>corporais; absorção e secreção de substâncias.</p><p>O tecido epitelial de revestimento pode ser classificado de acordo com a quantidade de</p><p>células e formas, podendo ser simples (uma camada de célula), estratificado (mais de uma</p><p>camada de células) e pseudoestratificado (uma camada de células distintas). E suas formas</p><p>podem ser pavimentoso, cúbico ou prismático.</p><p>O tecido epitelial glandular é especializado em secretar substâncias, podendo haver</p><p>conexão com o tecido conjuntivo. Essas células podem formar as glândulas, podendo se</p><p>classificar entre glândulas endócrinas e exócrinas.</p><p>Lâmina com amostra do tecido epitelial, esôfago –</p><p>órgão muscular situado no mediastino, que se liga, através da cardia, com o estômago.</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>TEMA DE AULA: TECIDO CONJUNTIVO PROPRIAMENTE DITO</p><p>O tecido conjuntivo é um conjunto de células bastante diversificada, com distintas</p><p>funções. Podendo se diferenciar entre tecido sanguíneo, tecido cartilaginoso, tecido muscular</p><p>e tecido ósseo, tecido conjuntivo propriamente dito. Eles possuem diversas funções bem como</p><p>sustentação do corpo, controle de temperatura, hematopoiese, armazenamento de gordura,</p><p>preenchimento, elasticidade, entre outros.</p><p>O tecido conjuntivo propriamente dito pode ser dividido em: tecido conjuntivo frouxo e tecido</p><p>conjuntivo denso.</p><p>O tecido conjuntivo frouxo possui as fibras e as matrizes extracelulares dispostas</p><p>frouxamente, dando maior flexibilidade no tecido. Dentre suas funções, podemos destacar a</p><p>ligação do epitélio aos tecidos adjacentes e o preenchimento dos espaços entre órgãos e</p><p>tecidos. É rica em matriz extracelular, formada pelo polissacarídeo, hialurônico, e três tipos de</p><p>fibras proteicas: colágeno, elásticas e reticulares.</p><p>O tecido conjuntivo denso, esse apresenta uma maior concentração de fibras</p><p>colágenas, o que o torna menos flexível. Esse tecido pode ainda ser dividido em modelado, no</p><p>qual as fibras colágenas estão dispostas paralelamente aos fibroblastos, e não modelado, no</p><p>qual as fibras não apresentam uma distribuição ordenada. São funções desse tecido a</p><p>sustentação e a resistência à tração.</p><p>Corte histológico do tecido conjuntivo – fibras colágenas.</p><p>Corte histológico do tecido conjuntivo – fibras elásticas.</p><p>Corte histológico do tecido conjuntivo – fibras reticulares.</p><p>Corte histológico do tecido conjuntivo.</p><p>TEMA DE AULA: TECIDO CARTILAGINOSO</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>O tecido cartilaginoso faz parte do tecido conjuntivo, onde apresenta estruturas mais</p><p>densas. Ele possui funções de absorção de impacto, reveste articulações e ajuda no</p><p>crescimento do osso. Esse tecido é formado por condrócitos e abundante material extracelular,</p><p>que constituí a matriz cartilaginosa. As cavidades da matriz ocupadas pelos condrócitos são as</p><p>lacunas. Uma lacuna pode conter um ou mais condrócitos. A matriz é constituída por</p><p>colágeno e elastina associados a macromoléculas de proteoglicanas e glicoproteínas adesivas.</p><p>Há três tipos de cartilagens: Hialina, Fibrosa e Elástica.</p><p>A cartilagem de hialina fornece flexibilidade de rigidez ao mesmo tempo em articulações,</p><p>além de da redução do atrito. É encontrada nas conexões entre os arcos costais e o osso</p><p>esternal e em diversas articulações do corpo.</p><p>A cartilagem fibrosa é caracterizada por sua matriz rica em fibras de colágeno. Possui</p><p>função de suporte resistente, absorção de choque. Sua localização fica nos discos</p><p>intervertebrais, e algumas articulações.</p><p>A cartilagem elástica possui sua matriz rica em fibras metalúrgicas, promovendo</p><p>elasticidade e flexibilidade. É encontrada no pavilhão auricular.</p><p>Corte histológico do tecido cartilaginoso – cartilagem hialina.</p><p>Corte histológico do tecido cartilaginoso – cartilagem elástica.</p><p>Corte histológico do tecido cartilaginoso – cartilagem fibrosa.</p><p>TEMA DE AULA: TECIDO MUSCULAR</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>O tecido muscular é constituído de células alongadas, chamadas de fibras musculares</p><p>ou miócitos, com o citoplasma rico em fibras proteicas, actina e miosina, que permite</p><p>a</p><p>esse musculo um tipo de movimentação, que vai diferenciar os tipos de tecido muscular,</p><p>são eles: tecido muscular liso, tecido muscular estriado esquelético e tecido muscular</p><p>estriado cardíaco.</p><p>O tecido muscular liso possui a característica de movimentos involuntários,</p><p>movimentos peristálticos. Como, por exemplo, o estômago e o útero.</p><p>O tecido muscular estriado esquelético possui a características de realizar movimentos</p><p>de contração e relaxamento, como, por exemplo, o quadríceps e o bíceps.</p><p>O tecido muscular estriado cardíaco possui a característica de realizar movimentos de</p><p>bombeamento sanguíneo, tendo o miocárdio como representante do tecido.</p><p>Corte histológico do tecido muscular liso – Duodeno (primeira porção</p><p>do intestino delgado.</p><p>Corte histológico do tecido muscular estriado esquelético.</p><p>Corte histológico do tecido muscular cardíaco.</p><p>TEMA DE AULA: TECIDO ÓSSEO E OSSIFICAÇÃO</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>O tecido ósseo é formado por duas matrizes, 1- matriz mineral: formada por fosfato de</p><p>cálcio e hidróxido de cálcio e cristais de hidroxiapatita, carbonato de cálcio, fluoreto e outros</p><p>elementos complementares. 2- Matriz orgânica: formada por colágeno. As células</p><p>fundamentais para controles da homeostasia do cálcio são os osteoblastos, osteócitos e</p><p>osteoclastos.</p><p>Os osteoblastos são células de reparo, que vão recuperar um tecido ósseo em</p><p>regeneração ou em reconstituição. Os osteócitos são osteoblastos adultos, que passam a</p><p>compor o tecido ósseo. Os osteoclastos, por sua vez, têm a função de reabsorção óssea, por</p><p>meio da desmineralização e degradação da matriz óssea.</p><p>O tecido ósseo possui a função de sustentação dos tecidos moles, promove a proteção</p><p>de órgãos vitais, juntamente com tecido cartilaginoso promove a saúde da biomecânica,</p><p>armazenamento e homeostase mineral, armazenamento de gordura e hematopoiese.</p><p>A ossificação intermembranoso acontece dentro de uma membrana conjuntiva,</p><p>enquanto a endocondral ocorre a substituição de uma cartilagem hialina e fibrosa preexistente,</p><p>o molde do futuro osso, pelo tecido ósseo.</p><p>O osso ele pode ser compacto (denso), mais nas diáfises, ou pode ser trabecular</p><p>(poroso) mais nas regiões de diáfises.</p><p>Corte histológico do tecido ósseo, onde é perceptível a presença dos</p><p>osteoblastos e osteócitos.</p><p>Ilustração da internet apresentando o canal</p><p>de Havers e entre os canais de Havers</p><p>há o canal dee volkman; periótio e osteócitos.</p><p>TEMA DE AULA: TECIDO NERVOSO</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>O tecido nervoso é responsável por todos os estímulos que ocorrem em nosso corpo, pois</p><p>ele é especializado em condução nervosa que parte do sistema nervoso central e se abrange</p><p>pelo sistema nervoso periférico.</p><p>O sistema nevoso central é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal, ambos são</p><p>protegidos pelas meninges: dura-matér, aracnóide e pia mater. Nessa região possui o órgão</p><p>mais importante do sistema nervoso, o cérebro. O cérebro é dividido em dois hemisférios</p><p>(direito e esquerdo) que possuem funções complementares um ao outro. Na sua camada mais</p><p>externa se apresenta o córtex cerebral que responsável pelo pensamento, visão, audição, tato,</p><p>paladar, fala, escrita, etc.</p><p>O sistema nervoso periférico é formado por nervos, gânglios e terminações nervosas, que</p><p>se ligam ao sistema nervoso central para enviar um sinal e receber estímulos que nosso corpo</p><p>vai responder. Possuímos 12 pares de nervos que partem do crânio com funções sensoriais e</p><p>motoras; 31 pares de nervos que partem da medula espinhal, chamados de nervos raquidianos</p><p>que recebem estímulos do ambiente; e neurônios motores que levam impulsos do sistema</p><p>nervoso central para os músculos ou para as glândulas.</p><p>O sistema nervoso periférico pode ser dividido em sistema nervoso somático e sistema</p><p>nervoso autônomo. O SNS regula as ações voluntárias, ou seja, que estão sob o controle da</p><p>nossa vontade bem como regula a musculatura esquelética de todo o corpo. O SNA atua de</p><p>modo integrado com o sistema nervoso central e apresenta duas subdivisões: o sistema</p><p>nervoso simpático, que estimula o funcionamento dos órgãos, e o sistema nervoso</p><p>parassimpático que inibe o seu funcionamento.</p><p>Corte histológico, tirado da internet, de neurônios</p><p>encontrados no tecido nervoso do cérebro. Na imagem é</p><p>possível observar vários neurônios e observar os seus</p><p>corpos celulares, assim como seus dendritos e axônios.</p><p>Nesse corte histológico a região roxa é possível</p><p>visualizar o corpúsculos de Nissl.</p><p>Desenho representando a divisão do sistema nervoso central e</p><p>sistema nervoso periférico.</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>TEMA DE AULA: TECIDO SANGUÍNEO</p><p>O tecido sanguíneo é formado pelo sistema hematopoiético. Dentre suas diversas funções</p><p>incluem, transporte de hormônios, transporte de oxigênio e captura de gás carbônico,</p><p>transporte de nutrientes, células de defesa.</p><p>Os principais constituintes são: plasma (cerca de 55% do volume sanguíneo), que é a</p><p>parte líquida do sangue, que é formado por água e substâncias transportadas. As hemácias ou</p><p>glóbulos vermelhos ou eritrócitos são responsáveis pela coloração avermelhada, dada pela</p><p>proteína chamada hemoglobina, responsável pela captura do oxigênio nos pulmões. Os</p><p>leucócitos ou glóbulos brancos desempenham a principal função de defesa do organismo,</p><p>podendo ser granuloso ou agranular, podendo ser neutrófilos, eosinófilos e basófilos,</p><p>monócitos e linfócitos. As plaquetas ou trombócitos são fragmentos muito importantes no que</p><p>diz respeito ao processo de coagulação sanguínea.</p><p>Um adulto possui cerca de 5 litros de sangue e é de tamanha importância para transportar</p><p>substâncias essenciais para o controle da vida.</p><p>Segue imagens de microscópio óptico do tecido sanguíneo com a técnica de esfregaço</p><p>com objetivas de 4x, 10x e 40x.</p><p>Diante da imagem acima, podemos</p><p>observar dentro do circulo vermelho</p><p>plaquetas. Os eritrócitos são as</p><p>células ovaladas em roxo escuro.</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-pratica-bases-da-biologia-celular-molecular-e-tecidual-aula-1-e-2</p><p>FONTES:</p><p>BARRETO G G; COSTA P N. “Microscopia óptica em escolas públicas”. Disponível em:</p><p><https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2017/TRABALHO_EV073_MD</p><p>1_SA16_ID8952_14102017194309.pdf></p><p>PALLONE A K M E. “Microscopia óptica – técnicas de caracterização I”. Disponível em:</p><p><https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7448705/mod_resource/content/1/MO%5Bfinal</p><p>%5D%20%281%29.pdf></p><p>SANTOS C Q M. “Aspectos citoquímicos das células sanguíneas de matrinxã”.Disponível</p><p>em: <https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/907226/1/</p><p>AP2011Aspectoscitoquimicoscelulassanguineasmatrinxa.pdf></p><p>Método citológico e histopatológico no diagnóstico das lesões da conjuntiva: estudo</p><p>comparativo.Disponívem em: <</p><p>https://www.scielo.br/j/abo/a/tZrY7HJ8ZDCvkHV638KQdFy/?format=pdf&lang=pt></p><p>IMAGEM do corte histológico dos neurônios: Fonte da imagem: Science Photo Library.;</p><p>iStock, criador: JOSE LUIS CALVO M</p><p>Baixado por Jane Doe (ohsaynomore@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|28351828</p>