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<p>Higiene veterinária e saúde pública</p><p>Vetor: hospedeiro, agente e ambiente.</p><p>Saúde única (one health): união entre saúde animal,</p><p>humana e ambiente.</p><p>OMS: organização mundial de saúde.</p><p>OMC: Organização Mundial do Comércio (intermedia</p><p>as relações comerciais internacionais).</p><p>PIB → Relação entre produção, exportações e</p><p>importações.</p><p>IDAF: Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal.</p><p>Primeiros Indícios de Vigilância Sanitária -------------------</p><p>“polícia sanitária”, século XVIII;</p><p>controle do exercício profissional e do saneamento,</p><p>com o objetivo principal de evitar a propagação de</p><p>doenças.</p><p>Saúde Única (One Health), união entre as saúdes</p><p>ANIMAL, HUMANA e AMBIENTAL.</p><p>Reconhecimento: Estado no contexto da saúde,</p><p>consagrado pela constituição 1988;</p><p>Lei n. 8.080 de 19.9.90, cujo art. 1° refere:</p><p>Esta Lei regula em todo o território nacional as ações e</p><p>serviços de saúde, executados isolados ou</p><p>conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por</p><p>pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou</p><p>privado.</p><p>↳ Art. 6°, § 1°: A definição de VIGILÂNCIA SANITÁRIA</p><p>ENTENDE-SE POR VIGILÂNCIA SANITÁRIA um conjunto</p><p>de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à</p><p>saúde e intervir nos problemas sanitários decorrentes do</p><p>meio ambiente, da produção e circulação de bens e da</p><p>prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo:</p><p>I – o controle de bens de consumo que, direta ou</p><p>indiretamente, se relacionam com a saúde, compreendidas</p><p>todas as etapas e processo, da produção ao consumo;</p><p>II – controle da prestação de serviços que se relacionam</p><p>direta ou indiretamente com a saúde.</p><p>DESTACA-SE que a saúde do trabalhador também está</p><p>contemplada sob a égide da vigilância sanitária;</p><p>Art. 6°, § 3°:</p><p>ENTENDE-SE POR SAÚDE DO TRABALHADOR, para fins</p><p>desta Lei, um conjunto de atividades que se destina,</p><p>através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância</p><p>sanitária, à promoção e proteção da saúde dos</p><p>trabalhadores, assim como visa à recuperação e</p><p>reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos</p><p>riscos e agravos advindos das condições de trabalho.</p><p>Competências --------------------------------------------</p><p>Entre as diferentes COMPETÊNCIAS ATRIBUÍDAS À</p><p>VIGILÂNCIA SANITÁRIA, apoiadas nos documentos</p><p>legais, destacam-se:</p><p>MEIO AMBIENTE: edificação e parcelamento do solo,</p><p>saneamento, saúde ambiental, piscinas.</p><p>CIRCULAÇÃO DE BENS: produtos relacionados à</p><p>saúde: medicamentos, alimentos, cosméticos,</p><p>correlatos, saneantes domissanitários e agrotóxicos,</p><p>águas minerais e de fontes.</p><p>PRODUÇÃO: serviços de saúde: odontológico, clínico-</p><p>terapêutico, médico-hospitalar, radiação e</p><p>hemoterapia.</p><p>VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO TRABALHO: análise e</p><p>risco, orientação e organização no trabalho, condutas</p><p>de trabalho no serviço público.</p><p>Ações sobre o meio ambiente -----------------------------</p><p>Saneamento do meio visando à promoção da saúde</p><p>pública e à prevenção da ocorrência de condições</p><p>ambientais desfavoráveis, decorrentes do uso e</p><p>parcelamento do solo, das edificações, de piscinas</p><p>dos sistemas coletivos de saneamento básico dos</p><p>logradouros públicos.</p><p>Controle dos efeitos na saúde individual ou coletiva</p><p>decorrentes do processo produtivo, no ambiente de</p><p>trabalho ou fora dele.</p><p>Licenciamento e cadastramento de</p><p>estabelecimentos, habitações, locais e entidades</p><p>abrangidas no campo de atuação do município.</p><p>Aprovação de projetos e de obras em geral, em</p><p>complementação às ações do município.</p><p>CASO: A contaminação da água de quatorze poços</p><p>artesianos por resíduos industriais em uma área da</p><p>região metropolitana de São Paulo foi identificada</p><p>pela Vigilância Sanitária Municipal e pela Companhia</p><p>de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), em</p><p>agosto de 2005. O terreno considerado foco da</p><p>contaminação foi utilizado primeiramente, de 1960</p><p>até 1996, por uma empresa fabricante de pilhas</p><p>elétricas, quando foi vendido para uma indústria que</p><p>nunca havia manipulado nenhum tipo de agente</p><p>químico em suas instalações.</p><p>Ações circulações de bens-produtos relacionados a</p><p>saúde ------------------------------------------------------</p><p>Fiscalização do exercício das profissões</p><p>relacionadas à produção e à comercialização de</p><p>medicamentos, alimentos, águas minerais,</p><p>cosméticos, saneantes domissanitários, correlatos</p><p>e de outros produtos de interesse da saúde.</p><p>Fiscalização das entidades e dos estabelecimentos que</p><p>produzem, comercializam, distribuem, armazenam e/ou</p><p>aplicam os produtos citados anteriormente.</p><p>Licenciamento e cadastramento dos profissionais,</p><p>estabelecimentos e entidades que produzem,</p><p>comercializam e/ou aplicam esses produtos.</p><p>Controle, em consonância com a vigilância</p><p>epidemiológica, dos efeitos desses produtos.</p><p>CASO: Na área de alimentos, a preocupação com a</p><p>manipulação artesanal e com os vendedores ambulantes</p><p>deve exigir uma constante e intensa fiscalização, pois, na</p><p>maior parte das vezes, as matérias-primas utilizadas por</p><p>essas pessoas são de qualidade duvidosa e suas condições de</p><p>higiene são muito precárias. Como exemplo, pode ser</p><p>apontado o episódio, registrado em março de 2005, da</p><p>doença de Chagas transmitida por caldo de cana em um</p><p>quiosque de venda de frutas e sucos, à beira da BR-101, em</p><p>Santa Catarina, quando os vetores infectados (triatomíneos</p><p>conhecidos como “barbeiros”) foram triturados com a cana-</p><p>de-açúcar e causaram a morte de três pessoas e centenas de</p><p>vítimas não fatais.</p><p>Ações produção serviço de saúde -------------------------------</p><p>Fiscalização do exercício das profissões relacionadas à</p><p>saúde e dos estabelecimentos de serviços médico-</p><p>hospitalares, clínicos, diagnósticos, preventivos ou</p><p>terapêuticos e outros.</p><p>Fiscalização do exercício profissional de odontologia,</p><p>das profissões e dos estabelecimentos de prestação</p><p>desses serviços.</p><p>Fiscalização e controle do uso e da dispensa de</p><p>medicamentos controlados nos estabelecimentos</p><p>sujeitos à fiscalização.</p><p>Fiscalização e controle do emprego de radiações.</p><p>Fiscalização e controle dos órgãos executores de</p><p>atividade hemoterápica, hemo-diálise e diálise</p><p>peritonial.</p><p>Licenciamento e cadastramento dos profissionais,</p><p>estabelecimentos e entidades prestadoras de serviços à</p><p>saúde.</p><p>CASO: Em setembro de 1987, na cidade de Goiânia, os</p><p>catadores de sucata vasculharam antigas instalações do</p><p>Instituto Goiano de Radioterapia, no centro da cidade, e em</p><p>uma das salas desativadas foi encontrada uma pequena</p><p>cápsula abandonada, que posteriormente foi aberta a</p><p>marretadas no quintal da casa de um dos catadores para</p><p>ver o que havia dentro. Infelizmente, foi encontrado um pó</p><p>com brilho azulado, insípido e inodoro, mas altamente</p><p>radioativo – o césio-137.</p><p>Vigilância sanitária do trabalho -------------------------------</p><p>Cadastramento de locais de trabalho, orientação e</p><p>organização das comissões internas nos locais de</p><p>trabalho – promoção da saúde e prevenção de doenças</p><p>e acidentes.</p><p>Integração com sindicatos, órgãos e entidades</p><p>relacionadas à área, atividades educativas e de</p><p>organização do trabalho.</p><p>Orientação referente à legislação específica e aos</p><p>dissídios coletivos de trabalho, supervisão e</p><p>normatização das ações e órgãos previstos em lei(s).</p><p>Controle dos efeitos na saúde individual ou coletiva</p><p>decorrentes do processo produtivo no ambiente de</p><p>trabalho, emissão de pareceres técnicos.</p><p>CASO: No campo, a grande preocupação refere-se à</p><p>aplicação de agrotóxicos pelos trabalhadores rurais.</p><p>Assim, em 2005, no Brasil, durante a realização do</p><p>Seminário Nacional de Agrotóxicos, Saúde e Ambiente,</p><p>considerou-se que o contato com essas substâncias</p><p>exige, no mínimo, que o trabalhador seja alfabetizado e</p><p>receba treinamento, o que é raro.</p><p>Vigilância sanitária -----------------------------------------</p><p>- Aspectos gerais da vigilância sanitária;</p><p>- Qualidade da matéria prima;</p><p>- Características Fundamentais dos alimentos;</p><p>- Leite, processamentos, produtos e qualidade (RTIQ ́s);</p><p>- Pescados, processamentos, produtos e qualidade (RTIQ ́s);</p><p>- Carne, processamentos, produtos e qualidade (RTIQ ́s);</p><p>- Mel e Ovos, processamentos, produtos e qualidade (RTIQ ́s);</p><p>- Aflatoxinas;</p><p>- Qualidade dos Vegetais;</p><p>- Qualidade dos Óleos,</p><p>gorduras e similares;</p><p>- Margarinas;</p><p>- Maionese e molhos cremosos e culinários;</p><p>- Agentes bacterianos de toxinfecções;</p><p>- Protozooses;</p><p>- Viroses;</p><p>- Investigação de surtos;</p><p>- Princípios gerais de higienização;</p><p>- Princípios gerais de higienização;</p><p>- Análise comparativa de legislação de alimentos funcionais;</p><p>- Alimentos transgênicos;</p><p>A PRIMEIRA A LEGISLAÇÃO sobre alimentos no</p><p>Brasil foi em 1906, com a criação do Ministério dos</p><p>Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio.</p><p>POP – procedimento operacional padrão;</p><p>BPF OU GMP – Boas praticas de fabricação ;</p><p>PPHO – procedimento padrão de higiene</p><p>operacional;</p><p>APPCC (HACCP) – Análise de perigos e pontos</p><p>criticos de controle;</p><p>Medidas gerais de profilaxia</p><p>Raios de Foco -------------------------------------------------</p><p>Aves e suínos = 10km</p><p>- 3km de foco</p><p>- 7km de área perifocal</p><p>Febre aftosa = 25km</p><p>- 3km de foco</p><p>- 7km de perifocal</p><p>- 15km área tampão</p><p>- Animal para entrar em área livre s/ vacina deve fazer</p><p>quarentena e testagem negativa</p><p>Plano sanitário deve durar no mínimo 30 anos</p><p>História natural da doença</p><p>Medidas de prevenção ou profilaxia</p><p>Perkins, 1938</p><p>- Bloquear ou interceptar as causas para fazer cessar seus</p><p>efeitos</p><p>Profilaxia ou prevenção</p><p>Medidas ou ações que visam interromper a cadeia de</p><p>transmissão das doenças;</p><p>Consiste em se evitar o aparecimento de uma doença</p><p>em uma população;</p><p>Controle</p><p>Medidas utilizadas para reduzir a frequência de</p><p>ocorrência de uma enfermidade presente em uma</p><p>população;</p><p>Erradicação</p><p>Medidas que visam eliminar a doença em uma</p><p>população, região, estado ou país;</p><p>Envolve medidas drásticas e intensivas;</p><p>Medidas aplicadas à fonte de Infecção ----------------------</p><p>Ações aplicadas no período patogênico nível</p><p>primário não é alcançado;</p><p>Objetivo Reduzir prejuízos pela disseminação da</p><p>enfermidade;</p><p>Identificação das fontes de infecção Diagnóstico</p><p>precoce ;</p><p>Intervenção imediata Reduzir o potencial de</p><p>infecção (Isolamento, tratamento ou sacrifício) ;</p><p>Existência de recursos humanos e financeiros;</p><p>Disponibilidade de recursos diagnósticos confiáveis;</p><p>Características do agente etiológico e de sua cadeia</p><p>epidemiológica;</p><p>Prevalência e dispersão da doença na população;</p><p>Perfil do ecossistema;</p><p>Relação custo-benefício;</p><p>Risco que a doença representa para a saúde pública;</p><p>Introdução -----------------------------------------------------</p><p>Ações aplicadas na fase tardia do período patogênico;</p><p>Defeitos estruturais e funcionais;</p><p>Objetivo Limitar a incapacitação e promover a</p><p>reabilitação e a reintegração;</p><p>Graus de Intensidade das ações preventivas-----------------</p><p>Processo de Decisão ------------------------------------------</p><p>Níveis de Prevenção ------------------------------------------</p><p>PRIMÁRIO</p><p>Medidas ou ações aplicadas no período pré-patogênico;</p><p>Objetivo Impedir a introdução da doença no</p><p>ecossistema;</p><p>Promoção da saúde coletiva;</p><p>- Instalações adequadas, educação da comunidade,</p><p>saneamento ambiental;</p><p>Proteção específica Imunização, terapêutica;</p><p>SECUNDÁRIO</p><p>TERCIÁRIO</p><p>Objetivo limitar a disseminação do agente</p><p>etiológico pela mobilidade da fonte de infecção;</p><p>Identificação da fonte de infecção;</p><p>- Diagnóstico precoce;</p><p>- Portador ou doente atípico Mais difícil;</p><p>Notificação</p><p>- Doenças de notificação compulsória Comunicar as</p><p>altoridades responsáveis;</p><p>Isolamento</p><p>- Segregação dos indivíduos durante período de</p><p>transmissibilidade da doença;</p><p>- Restringe a área do potencial de infecção;</p><p>- facilita a adoção de medidas de tratamento;</p><p>- Facilita a desinfecção do local;</p><p>- Reduz a disseminação do agente etiológico para os</p><p>hospedeiros susceptíveis;</p><p>Isolamento individual ou sequestro</p><p>- O animal doente fica em local construído para talf</p><p>inalidade;</p><p>Isolamento em grupo ou Acantoamento</p><p>- Os animais doentes são mantidos em local separado</p><p>dentro da propriedade e os sadios são retirados para</p><p>outro local;</p><p>Emigração</p><p>- Retira-se os animais sadios para outra propriedade,</p><p>deixando os animais doentes na propriedade onde</p><p>ocorreu a doença;</p><p>Isolamento da área ou Cordão sanitário</p><p>- Interdição de uma propriedade e estabelecimento de</p><p>linhas demarcatórias onde não podem circular</p><p>animais nem subprodutos desses animais;</p><p>- O trânsito é controlado pelas autoridade sanitárias;</p><p>Tratamento Curativo</p><p>Tratamento Preventivo</p><p>Sacrifício</p><p>- Consiste no abate da fonte de infecção;</p><p>- Justificável economicamente;</p><p>- Respaldo legal Autorização do proprietários;</p><p>- Destruição adequada do cadáver;</p><p>Cadáver x Carcaça (sangramento)</p><p>Indicações para o uso do Sacrifício ----------------------------</p><p>Desenvolvimento de infecção espontânea</p><p>- Infecção permanente</p><p>Disponibilidade de tratamento</p><p>- Falta de tratamento efetivo</p><p>- Tratamento longo, de alto custo e de eficiência</p><p>duvidosa</p><p>Potencial de disseminação</p><p>- Alto risco de transmissibilidade</p><p>Risco para saúde pública</p><p>- Zoonose importante</p><p>Ocorrência da enfermidade</p><p>- Rara</p><p>- Exótica</p><p>Mecanismo epidemiológico</p><p>- Ausência de transmissão pelo solo</p><p>- Ausência de reservatório silvestre</p><p>Doença de Notificação Obrigatória ----------------------------</p><p>Febre aftosa</p><p>Estomatite vesical</p><p>Enfermidade vesicular do suíno</p><p>Peste bovina</p><p>Peste dos pequenos ruminantes</p><p>Pleuropneumonia contagiosa bovina</p><p>Dermatose nodular contagiosa</p><p>Febre do Valle do Rift</p><p>Língua azul</p><p>Varíola ovina e varíola caprina</p><p>Peste equina</p><p>Peste suína africana</p><p>Peste suína clássica</p><p>Influenza aviária altamente patógena</p><p>Doença de Newcastle</p><p>Fatores limitantes ao Sacrifício ------------------------------</p><p>Diagnóstico confiável</p><p>Espécie hospedeira envolvida</p><p>- Humana inviável</p><p>- Animais de produção Relação custo-benefício</p><p>- Animais de estimação Cão (leishmaniose), Equino (AIE,</p><p>Mormo)</p><p>- Animais silvestres Existe uma legislação que protege</p><p>(autorização do IBAMA)</p><p>- Animais cinantrópicos Roedores</p><p>Características do agente etiológico</p><p>- Elevada resistência ambiental</p><p>- Persistência de vetores ou reservatórios ambientais</p><p>Medidas aplicadas ao meio de transmissão ------------------</p><p>Objetivo Destruir ou inibir agente antes dele alcançar</p><p>o animal susceptível;</p><p>Contato direto Não há possibilidade de se atuar no</p><p>meio de transmissão;</p><p>Contato indireto ar, solo, água, alimentos, vetores e</p><p>fômites;</p><p>TRANSMISSÃO AERÓGENA</p><p>Desinfecção do ar fumigação (fumaça)</p><p>Arejamento</p><p>Evitar a formação de poeiras</p><p>TRANSMISSÃO PELO SOLO</p><p>Tratamento e destinos dos excrementos</p><p>- Esgoto sanitário</p><p>- Esterqueiras</p><p>Controle de adubos orgânicos</p><p>Medidas saneadoras</p><p>- Drenagem de áreas alagadas</p><p>- Limpeza da vegetação arbustiva marginal de mananciais</p><p>- Adoção de práticas agrícolas Aração e gradagem do solo</p><p>- Correção de pH do solo</p><p>- Limpeza e manutenção de pastagem</p><p>- Rotação de pastagem</p><p>TRANSMISSÃO PELA ÁGUA E ALIMENTOS</p><p>Proteção Evitar a contaminação</p><p>Tratamento Descontaminação</p><p>Medidas protetoras:</p><p>- Impedir afluxo de esgotos e efluentes industriais</p><p>-Restringir o acesso de pessoas e animais</p><p>- Mata ciliar (Evita escoamento de águas superficiais /</p><p>Reduzir os contaminantes e poluentes)</p><p>Medidas saneadoras:</p><p>- Sedimentação e filtração</p><p>- Desinfecção Cloração</p><p>ALIMENTOS</p><p>Armazenamento inadequado</p><p>- Impedir acesso de insetos e roedores</p><p>Controle de resíduos</p><p>- Portos, aeroportos e ferrovias</p><p>Restos devem ser incinerados</p><p>Beneficiamento</p><p>- Tratamento térmico (calor ou frio)</p><p>- Salga</p><p>Manipulação</p><p>- Higiene dos manipuladores</p><p>- Equipamentos e instalações</p><p>TRANSMISSÃO POR VETORES</p><p>Medidas protetoras</p><p>- Habitação e instalações zootécnicas protegidas</p><p>- Destino correto dos excrementos, lixos e resíduos</p><p>orgânicos</p><p>- Proteção dos alimentos</p><p>- Uso de iscas, armadilhas e repelentes de insetos</p><p>- Proteção individual (humanos)</p><p>- Vigilância epidemiológica</p><p>Controle químico ou biológico</p><p>TRANSMISSÃO POR FÔMITES</p><p>Desinfecção e limpeza de instrumentais em geral</p><p>Limpeza e higienização de utensílios e equipamentos</p><p>utilizados na alimentação e manejo dos animais</p><p>Desinfecção e limpeza de veículos destinados ao</p><p>transporte de animais e seus subprodutos</p><p>Medidas aplicadas aos susceptíveis ---------------------------</p><p>Objetivo Reduzir o tempo de contato do agente com o</p><p>animal susceptível ou melhorar seus mecanismos de</p><p>defesa</p><p>Medidas inespecíficas</p><p>- Resistência inespecífica</p><p>- Hábitos de higiene</p><p>- Medidas de proteção do indivíduo (construções)</p><p>- instalações zootécnicas arejadas e protegidas de roedores e</p><p>vetores</p><p>- Higiene individual (banhos, escovações)</p><p>- Segregação dos animais por categorias (idade, produção,</p><p>reprodução)</p><p>Medidas específicas</p><p>- Imunoprofilaxia Natural (passiva - colostro)</p><p>- Imunoprofilaxia artificial (ativa - vacina)</p><p>Medidas aplicadas aos Comunicantes -------------------------</p><p>Comunicante ou contato Hospedeiro vertebrado que</p><p>esteve exposto ao risco de infecção;</p><p>Sacrifício</p><p>- Doenças de rápida disseminação ou exóticas;</p><p>- Populações inacessíveis a outras medidas sanitárias;</p><p>Quarentena Isolamento para verificar o</p><p>desenvolvimento ou não da doença</p><p>Quimioprofilaxia</p><p>- vermifugação, antibioticoterapia;</p><p>Imunoprofilaxia</p><p>- Depende do período de incubação da doença (raiva);</p><p>Controle de trânsito</p><p>Vigilância sanitária</p>