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<p>- Doenças autoimunes:</p><p>Tratamento: dose intermediária de corticosteróide (prednisona).</p><p>→ Pênfigo vulgar:</p><p>Resulta da quebra ou da perda da adesão intercelular, resultando na separação das</p><p>células epiteliais conhecida como acantólise(separação camada espinhosa da epiderme).</p><p>Se apresentam como úlceras dolorosas precedidas por bolhas.</p><p>→ Penfigóide das membranas mucosas: O PMM é um processo autoimune com</p><p>estímulo desconhecido. As lesões da mucosa oral se apresentam tipicamente como</p><p>úlceras superficiais, algumas vezes limitadas à gengiva inserida.</p><p>→ Líquen plano: reação autoimune mediada por células T contra os queratinócitos da</p><p>camada epitelial basal, em pessoas com predisposição genética. Doença inflamatória</p><p>mucocutânea de evolução crônica. Típicas (assintomáticas)</p><p>RETICULAR: presença de linhas esbranquiçadas (estrias de wickwan)- não cedem a</p><p>raspagem e possuem projeções queratólicas em aspecto de rede</p><p>PAPULAR: rara</p><p>PLACA: não cedem a raspagem em áreas flexoras, acastanhadas e poligonais e em</p><p>regiões úmidas. Localização das formas típicas: Mucosa jugal bilateral, mucosa labial e</p><p>borda lateral de língua</p><p>- Doenças traumáticas</p><p>Tratamento: Corticosteroides tópicos (dexametasona 0,01%)</p><p>→ Úlcera traumática: envolve cinco fases biológicas: Inicial, resposta primária à lesão,</p><p>amplificação do sinal, ulceração e cura. Trauma mecânico, iatrogenia, queimaduras físicas</p><p>e químicas. São cobertas por uma membrana fibrinopurulenta, que consiste em fibrina</p><p>misturada com neutrófilos. O fundo da úlcera consiste em tecido de granulação que</p><p>sustenta um infiltrado inflamatório misto de linfócitos, histiócitos, neutrófilos e plasmócitos</p><p>→ Úlceras reativas agudas: Apresentam sinais e sintomas clínicos de inflamação aguda e</p><p>são recobertas por um exsudato fibrinoso branco-amarelado e são circundadas por um</p><p>halo eritematoso.</p><p>→ Úlceras reativas crônicas: São assintomáticas ou causam pouca dor. São recobertas</p><p>por uma membrana amarelada e circundadas por uma margem elevada que pode</p><p>apresentar hiperqueratose.</p><p>→ Afta recorrente:</p><p>→ Úlceras Aftosas Menores: Úlcera dolorosa, única e oval, medindo menos que 0,5cm em</p><p>seu maior diâmetro, recoberta por uma membrana fibrinosa amarelada e circunscrita por</p><p>um halo eritematoso.</p><p>→ Úlceras Aftosas Maiores: As lesões são grande (> 0,5cm) e mais dolorosas e</p><p>duradouras do que as aftas menores. São lesões crateriformes que induzem a formação</p><p>de cicatriz.</p><p>→ Úlceras Aftosas Herpetiformes: Múltiplas pequenas úlceras recorrentes. São úlceras</p><p>com dimensão da cabeça de alfinete, com cerca de 1-2 mm de diâmetro, ocorrendo</p><p>múltiplas úlceras ao mesmo tempo que podem juntar-se e adquirir formas irregulares.</p><p>Cada úlcera perdura de 1 semana a 2 meses. Não estão relacionadas com infeção</p><p>herpética.</p><p>- Aspectos radiográficos das lesões do órgão dental</p><p>→ Cárie: Radiografias interproximais (bitewing-posteriores). É a técnica mais útil para</p><p>detectar lesões cariosas, lesões proximais, oclusais com menores distorções. A diferença</p><p>entre cárie e restauração, é que a cárie não tem contorno definido como a restauração.</p><p>→ Efeito burnout ou sombra cervical: resultado da menor absorção dos Raios X naquela</p><p>região e do contraste entre o esmalte radiopaco e o osso alveolar adjacente.</p><p>→ Atrição: perda do esmalte dental. Superfícies oclusais e incisais aplainadas.</p><p>→ Abrasão: perda patológica do tecido dentinário por meio da ação mecânica e</p><p>parafuncional. Escovação, hábitos deletérios (cachimbo), grampo de PPR.</p><p>→ Erosão: Desgaste ocasionado por ação química, não bacteriana: vômito, dieta ácida</p><p>→ Reabsorções radiculares externas: Processo infeccioso: necrose, trauma, tratamento</p><p>ortodôntico, tratamento endodôntico, lesões periapicais, Reimplante, Dentes inclusos,</p><p>neoplasias, Consequências imediatas ou tardias, assintomático</p><p>Rizólise: processo de reabsorção que as raízes dos</p><p>dentes de leite sofrem para que dê início a erupção</p><p>dos dentes permanentes. É pela destruição gradativa</p><p>dos tecidos dentários duros e moles.</p><p>→ Reabsorções radiculares internas: trauma, lesão crônica da polpa, capeamentos</p><p>pulpares e pulpotomias.</p><p>→ Fratura radicular: podem ser horizontais, oblíquas e verticais.</p><p>→ Fratura coronária</p><p>→ Dentina secundária: é aquela depositada após concluída a formação da raiz do dente,</p><p>ou seja, a formação do forame apical além de continuar a ser depositada durante toda</p><p>vida do dente. É formada em volta da polpa (canal) do dente.</p><p>→ Nódulos pulpares: são calcificações presentes na polpa (câmara ou canal radicular).</p><p>→ Esclerose pulpar: processo de mineralização da polpa geralmente relacionado a</p><p>pessoas mais velhas, processo fisiológico. Calcificação difusa.</p><p>→ Hipercementose: imagem de radiopacidade ligeiramente inferior à dentinária, em sua</p><p>totalidade ou em parte (geralmente apical). Aumento do volume das raízes do dente</p><p>envolvido onde não há uma definição de seu término (espaço pericementário).</p><p>- Aspectos das lesões da cavidade oral:</p><p>→ Leucoplasia: espessamento da camada superficial de queratina. Estas placas não</p><p>provocam dor, queimação ou coceira e não é possível removê-las raspando. Protocolo:</p><p>tentativa de raspagem, remoção do suposto agente desencadeante, biópsia incisional em</p><p>áreas de maior risco, pontos vermelhos</p><p>1° passo: raspar</p><p>2° passo: Azul de toluidina</p><p>3° passo: se ficar com pontos mais escuros pode ser cancer</p><p>Hipóteses diagnósticas: leucoplasia x cain situ (carcinoma).</p><p>Se apresenta como hiperqueratose (espessamento da parte mais externa da epiderme),</p><p>acantose (machas escuras resustantes da hiperqueratose), hiperplasia epitelial, até</p><p>diversos graus de atipia / displasia (desenvolvimento fora do normal) epitelial (leve,</p><p>moderada e severa).</p><p>Tratamento: Proservação (se não é maligno, é só acompanhar)</p><p>→ Leucoedema: área esbranquiçada difusa na mucosa bucal. Utiliza-se uma manobra</p><p>clínica de estiramento da mucosa. Quando se estica a lesões some, e quando solta a</p><p>mucosa ela reaparece.</p><p>→ Queilite Actínica: lesão pré-maligna que acomete principalmente o lábio inferior (pela</p><p>localização mais propicia a incidência de raios ultravioleta) de indivíduos do gênero</p><p>masculino com uma média de 50 anos de idade (pela decorrência do tempo de exposição</p><p>aos raios). Remoção. Tratamentos alternativos incluem a remoção da lesão com laser de</p><p>alta,potência, eletrodissecção, crioterapia, a terapia fotodinâmica, administração de 5-</p><p>fluorouracil e aplicação tópica de imiquimode. O paciente com queilite actínica apresenta</p><p>mais do que o dobro de chance de desenvolver câncer de lábio.</p><p>→ Líquen plano: é uma inflamação crônica das mucosas da boca que pode surgir em</p><p>qualquer região, como bochechas, gengivas, língua ou céu da boca, por exemplo,</p><p>provocando sintomas como lesões ou feridas brancas ou avermelhadas muito dolorosas,</p><p>sendo semelhantes a aftas, sensação de queimação na boca ou vermelhidão ou</p><p>descamação das gengivas. TRATAMENTO</p><p>Tópico: Triancinolona A em Orabase 3 x ao dia, Betametasona elixir – 5ml (0,5 mg) –</p><p>bochecho. Sistêmico: Prednisona – De 10mg a 80mg/dia. Ansiolítico: Benzodiazepínicos –</p><p>5mg/dia, Extrato seco de valerianaofficinalis50mg/ 3 x ao dia</p><p>→ Nevo/Nevus pigmentado: Lesão negra em forma de massa, lisa, plana ou ligeiramente</p><p>elevada, bem delimitada e assintomática. Pode ocorrer tanto na mucosa bucal quanto na</p><p>pele. Cirúrgico, remover traumas potenciais na boca. Potencial de malignização: Apenas o</p><p>tipo juncional</p><p>→ Eritroplasia: Área vermelha na mucosa bucal, 90% de chance de malignidade.</p><p>Características: Cor vermelho escuro,circunscritas, homogêneas ou granulares de</p><p>evolução assintomática associada a leucoplasia e se apresenta como carcinoma in sittu,</p><p>neoplasia maligna. Localização: Palato duro, mole e assoalho bucal, rebordo alveolar.</p><p>→ Acantose : hipertrofia ou espessamento da camada espinhosa da epiderme.</p><p>- Aspectos radiográficos das periodontopatias e suas evidências radiográficas:</p><p>→ Cálculo:</p><p>→ Reabsorção da crista óssea alveolar horizontal. 1° estrutura de suporte: inflamação,</p><p>processo inflamatório: tecidos periodontais.</p><p>Cálculos, bolsas periodontais</p><p>RCOAH: Reabsorção da Crista Óssea Alveolar Horizontal</p><p>RCOAV: Reabsorção da Crista Óssea Alveolar Vertical (em sentido apical)</p><p>- Aspectos radiográficos das perioapicopatias e suas evidências radiográficas:</p><p>Lesões periapicais: São processos inflamatórios associados aos ápices dentários.</p><p>Primeiro indício: Rompimento da lâmina dura</p><p>Mudanças na densidade radiográfica: inflamação → lise do tecido ósseo → densidade</p><p>óssea diminui ou aumenta → facilita ou dificulta a passagem dos RX</p><p>Características que devem ser observadas na radiografia da lesão: forma, contorno da</p><p>periferia da lesão, estrutura interna da lesão e número de lojas</p><p>→ Pericementite Apical: Inflamação do ligamento periodontal</p><p>Causas:</p><p>– força mastigatória</p><p>– corpo estranho no ligamento periodontal</p><p>– Evolução natural do processo de mortificação pulpar</p><p>Evidência radiográfica: aumento do espaço periodontal</p><p>Aumento do espaço pericementário: pericementite → integridade da lâmina dura</p><p>→ Abcesso periapical agudo: Exuberância de características clínicas dor contínua,</p><p>intensa, pulsátil, localizada, alta virulência, curta duração. Baixa resistência, coleção</p><p>purulenta. Não há sinais radiográficos significantes (± 7 a 15 dias aparece imagem)</p><p>Etiologia: agentes físicos, químicos e infecciosos.</p><p>→ Abcesso periapical crônico: Limites difusos, Rompimento da lâmina dura, Dente sem</p><p>vitalidade pulpar</p><p>ROPD: Rarefação Óssea Periapical Difusa</p><p>Mobile User</p><p>→ Granuloma:</p><p>ROPC: Rarefação Óssea Periapical Circunscrita</p><p>Lesão radiolúcida, oval ou esférica, circunscrita, ligada ao ápice de dente desvitalizado,</p><p>assintomática e ausência de lâmina dura</p><p>→ Cisto apical:</p><p>ROPCC: Rarefação Óssea Periapical com aspecto Cístico</p><p>Imagem radiolúcida, esférica ou ovalada, esclerose óssea e ligada ao ápice</p><p>de dente desvitalizado.</p><p>A- Linha oblíqua interna ou milo hióidea</p><p>B- Linha oblíqua externa</p><p>C- Canal mandibular</p><p>D- Cortical basal da mandíbula</p><p>A- Septo nasal</p><p>B- Forame incisivo</p><p>C- Concha nasal</p><p>D- Fossa nasal</p><p>E- Contorno da abertura piriforme</p><p>F- Espinha nasal</p><p>A- Forame mentual</p><p>B- Canal mandibular</p><p>A- Linha oblíqua externas</p><p>B- Fóvea submandibular</p><p>C- Canal mandibular</p><p>D- Base da mandíbula</p><p>Setas: Linha oblíqua interna</p><p>A- Processo zigomático da mandíbula</p><p>B- Osso zigomático</p><p>C- Seio maxilar</p><p>D- Processo coronóide da mandíbula (pq o paciente abriu muito a boca)</p><p>E- Tuber da maxila</p><p>A- Hâmulo pterigóideo</p><p>B- Limite inferior da fossa nasal</p><p>C- Processo zigomático</p><p>D- Assoalho da maxila</p><p>E- Canal nutriente</p><p>F- Processo coronóide da mandíbula</p><p>G- túber da maxila</p><p>A, B, C- Forame mentual</p><p>D- Canal mandibular</p><p>D- Forame mentual</p><p>Canais nutrientes</p><p>A – Conchas nasais</p><p>B – Espinha nasal anterior</p><p>C – Sutura intermaxilar</p><p>D – Septo nasal</p><p>E – Espinha nasal</p><p>A – Fossa nasal</p><p>B – Conchas nasais inferiores</p><p>C – Sutura intermaxilar</p><p>D Espinha nasal</p><p>A – Teto do canal mandibular</p><p>B – Canal mandibular</p><p>C – Assoalho do canal mandibular</p><p>D – Forame mentual</p><p>A – Tuber da maxila</p><p>B – Septo sinusal</p><p>C – Processo coronoide</p><p>D – Processo zigomático da maxila</p><p>E – Osso zigomático (3 setas)</p><p>Soalho do seio maxilar (1 seta)</p><p>A – sutura intermaxilar</p><p>B – Sombra do nariz</p><p>C – Espinha nasal</p><p>D – Septo nasal</p><p>A – Canal nutritivo</p><p>B – Seio maxilar</p><p>C – Elevação óssea</p><p>A – Concha nasal</p><p>B – Espinha nasal</p><p>C – Septo nasal</p><p>D – Contorno da abertura piriforme</p><p>1C</p><p>2D</p><p>3E</p><p>4C</p><p>12E</p><p>Radiografia de ponta cabeça</p><p>DOENÇAS INFECIOSAS:</p><p>Fúngicas:</p><p>→ Candidose pseudomembranosa: → Candidose eritematosa:</p><p>Virais:</p><p>→ Herpes simples: vírus HSV da família Herpetoviridae</p><p>→ Herpes zóster: Vírus da família HSV, porém é do gênero varicellovirus VZV, varicela</p><p>zóster. Denominado Herpes vírus humano tipo 3</p><p>→ Sarampo: Paramixovírus. Após 5 dias de contato, começam a aparecer erupões na</p><p>cavidade oral, que são as manchas de koplik</p><p>Bacterianas:</p><p>→ Tuberculose: Mycobacterium tuberculosis. Diagnóstico Clínico: difícil, excreção e</p><p>escarro</p><p>Teste de Mantoux: teste de tuberculina O ensaio de liberação de interferon gama</p><p>(interferon-gamma release assay, IGRA)</p><p>Biópsia: coloração específica BAAR</p><p>Tuberculose Miliar: disseminada em todo corpo</p><p>Manifestação bucal da tuberculose: lúpus e lesões</p><p>ulcerativas</p><p>→ Sífilis Lues: Primária: feridas indolores (cancros) no local da infecção</p><p>Congênita: pode passar pela placenta ou no momento do parto (dentes de huchinson)</p><p>CISTOS ODONTOGÊNICOS, NÃO ODONTOGÊNICOS E PSEUDOCISTOS</p><p>Cistos odontogêncos de desenvolvimento</p><p>→ Dentígero</p><p>→ Queratocisto:</p><p>→ Periodontal lateral:</p><p>→ Calcificante (cisto de gorlin)</p><p>Cistos odontogênicos inflamatórios</p><p>→ Radicular (apical)</p><p>→ Radicular residual:</p><p>→ Paradental:</p><p>Cistos Não odontogênicos:</p><p>→ Nasolabial</p><p>→ Globulomaxilar:</p><p>→ Nasopalatino (canal incisivo)</p><p>→ Palatino mediano</p><p>Pseudocistos:</p><p>→ Retenção do seio maxilar:</p><p>→ Ósseo estático de stefane</p><p>INTERPRETAÇÃO ANATÔMICA DE RADIOGRAFIA PANORÂMICA</p><p>PERIAPICOPATIAS E ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS</p><p>1)Rarefação óssea periapical circunscrita (ROPC)</p><p>2)Rarefação óssea periapical circunscrita (ROPC)</p><p>3)Rarefação óssea periapical difusa (ROPD)</p><p>4)Rarefação óssea periapical difusa (ROPD)</p><p>5)Reabsorção radicular externa (movimentação ortodônditca)+ ROPD</p><p>6)Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Lesão de cárie</p><p>8) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD)</p><p>9) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Lesão de cárie + Lesão de furca +</p><p>Reabsorção da crista óssea vertical (Perda óssea vertical)</p><p>10) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Esclerose óssea + Reabsorção da</p><p>crista óssea horizontal (Perda óssea horizontal)</p><p>11) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Hipercementose</p><p>12) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Perda de lâmina dura + Cálculo</p><p>dental + Reabsorção da crista óssea vertical (Perda óssea vertical)</p><p>13) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Cálculo dental + Reabsorção da crista</p><p>óssea horizontal (Perda óssea horizontal) + Reabsorção radicular externa</p><p>15)Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Lesão de cárie + estravazamento do</p><p>canal + Perdeu o curativo</p><p>16) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Cálculo dental</p><p>18) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Sombra do nariz</p><p>19) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Lesão de cárie</p><p>20) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Lesão de furca + Lesão de cárie</p><p>21)Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Perdeu lâmina dura + Reabsorção</p><p>da crista óssea horizontal (perda óssea horizontal)</p><p>22) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD)</p><p>24) Rarefação óssea periapical difusa (ROPD) + Reabsorção da crista óssea</p><p>vertical (Perda óssea vertical) + Cálculo dental</p><p>ASPECTOS RADIOGRÁFICOS DAS ANOMALIAS DENTÁRIAS</p><p>Alterações quantitativas</p><p>→ Hipodontia: ausência de 2 a 4</p><p>dentes.</p><p>Por agenesia dos segundos pré</p><p>molares</p><p>→ Oligodontia: ausência de 4 ou mais dentes</p><p>→ Hiperdontia (supranumerário –</p><p>mesiodente/mesiodens/mesiodonto)</p><p>→ Hiperdontia (supranumerário mesiodente/mesiodens/mesiodonto)</p><p>→ Hiperdontia (supranumerário): quarto molar (distomolar ou paramolar)</p><p>→ Hiperdontia (supranumerário= quando nasce um</p><p>dente a mais de outra anatomia, ex: incisivo junto</p><p>com PM): PM inferiores</p><p>→ Hiperdontia (supranumerários): Síndrome de Garner</p><p>→ Raízes supranumerárias</p><p>→ Cúspides supranumerárias</p><p>→ Agenesia</p><p>Alterações morfológicas:</p><p>→ Taurodontia: é uma variação anatômica</p><p>do dente que o deixa com a coroa dentária</p><p>mais larga, câmara pulpar grande e raízes</p><p>pequenas.</p><p>→ Pérolas de esmalte</p><p>→ Geminação: Por meio da unificação ou</p><p>divisão de germes vizinhos, ocorrem fusões em</p><p>dentes, que podem ser designados como</p><p>geminação. Eles apresem ao lado das coroas,</p><p>mais ou menos separadas, uma única raiz</p><p>tosca. Ocorrem principalmente em incisivos</p><p>centrais superiores.</p><p>→ Dens in dente ou dente invaginado: A forma mais comum de formação gemelar é o</p><p>dens invaginatus (dens in dente). Formado no fundo da papila dentária, como invaginação</p><p>do esmalte, com frequência nos incisivos superiores laterais.</p><p>Leve Moderado Severo</p><p>→ Dentes não irrompidos: falta de espaço no arco, posição</p><p>anormal do germe dentário, obstáculos na erupção</p><p>→ A fusão é a união de dois germes dentários normalmente separados, resultando na</p><p>formação de um único dente grande com canais separados</p><p>→ Concrescência: Se os dois dentes estão unidos</p><p>apenas na região da raiz por uma ponte de cemento</p><p>chama-se concrescência, ocorrem principalmente</p><p>nos 2º e 3º molares superiores, onde a ponte de</p><p>cemento é justificada pela hipercementose.</p><p>→ Cúspide em garra</p><p>→ Dilaceração</p><p>Alterações estruturais (hipoplasias):</p><p>→ Dentinogênese imperfeita: esmalte hipoplásico e quebradiço. Pode apresentar</p><p>alterações além do esmalte, a dentina, raízes curtas, câmara pulpar e canais obliterados.</p><p>→ Amelogênese imperfeita:</p><p>.</p><p>→ Odontodisplasia regional: dentes fantasmas</p><p>Alterações topográficas:</p><p>→ Dentes retidos: são aqueles que, uma vez chegada a época normal em que</p><p>deveriam erupcionar, ficam encerrados parcial ou totalmente no interior do</p><p>osso.</p><p>Invertido e com a coroa do dente dirigida</p><p>dorsalmente</p><p>48 e 47 submerso, em posição horizontal, e</p><p>microdente retromolar dificultado a erupção</p><p>do 28.</p><p>Dente retido e anquilosado (grudado ao</p><p>nosso osso alveolar, ou seja, está sem o</p><p>ligamento periodontal)</p><p>→ Infra-oclusão: descreve um dente que está abaixo do nível</p><p>oclusal.</p><p>Dente 36, displásico, submerso e anquilosado, deslocado para o</p><p>canal da mandíbula em direção caudal.</p><p>→ Transposição: mudança de posição de dois dentes permanentes</p><p>adjacentes no mesmo lado da arcada dentária.</p><p>→ Migração dentária: mudança de</p><p>posição do dente.</p><p>→ Transmigração: erupção fora do local habitual de</p><p>erupção, e fora do arco dentário</p><p>→ Giroversão: o dente realiza rotação em</p><p>torno do seu próprio eixo</p><p>→ Ectopia dentária: os dentes apresentam</p><p>algum desvio em seu padrão normal de</p><p>erupção, ou seja, erupcionam numa</p><p>posição atípica</p><p>→ Deslocamento do dente para vestibular ou lingual</p><p>Alterações dimensionais:</p><p>→ Macrodontia</p><p>→ Microdontia</p><p>DOENÇAS DAS GLÂNDULAS SALIVARES</p><p>→ Sialolitíase: obstrução da glândula ou de seu ducto</p><p>excretor devido à formação de um sialólito (pedra composta</p><p>por porção orgânica e inorgânica)</p><p>→ Rânula: extravasamento de saliva da glândula</p><p>sublingual</p><p>→ Mucocele: é um fenômeno de extravasamento ou retenção de</p><p>muco também conhecido como pseudocisto ou cisto mucoso</p><p>→ Tumor de Whartin: lesão comum da glândula parótida</p><p>→ Adenoma pleomórfico: tumor</p><p>benigno de origem glandular</p><p>→ Adenocarcinoma: é um tipo de câncer que afeta as</p><p>glândulas e o tecido epitelial dos órgãos excretores</p><p>→ Carcinoma de células mioepiteliais</p><p>ANOMALIAS DENTÁRIAS</p><p>1) Cúspide em garra/ acessória</p><p>2) Geminação e dentes extranumerários e dente decíduo</p><p>3) Infraoclusão</p><p>4) Dente incluso/ retido</p><p>5) Fusão completa (2 raízes e 2 coroas)</p><p>6) Dente incluso/retido</p><p>7) Anodontia por agenesia do 2 PM (está com o dente decíduo ainda)</p><p>8) Supranumerário e 3M inclusos</p><p>9) Dilaceração</p><p>10) Taurodontismo</p><p>11) Transposição</p><p>12) Hipercementação</p><p>13) Dens in dent e giroversão</p><p>14) Agenesia e giroversão</p><p>15) Microdontia</p><p>16) Dente invaginado / ROPD / dente inclusos</p><p>17) Geminação / amálgama na lingual</p><p>18) Odontodisplasia regional (dente fantasma)</p><p>19) Dilaceração</p><p>20) Cúspide supranumerária / cúspide em garra (acessória)</p><p>21) Dente incluso retido</p><p>22) Raiz supranumerária / fóvea submandibular</p><p>23) Dente supranumerário / forame mentual</p><p>24) Dente incluso / retido</p><p>Q1) Nódulos pulpares</p><p>Q2) Retração Reabsorção?? óssea horizontal / bruxismo</p><p>Q3) Infiltração de cárie</p><p>Q4) Reabsorção radicular externa</p><p>Q5) Fratura horizontal de raiz / ROPD / sombra do nariz</p><p>Q6) Trepanação pelo pino / Cálculo dental</p><p>Q7) ROPD / Hipercementose</p><p>Q8) Reabsorção radicular externa</p><p>Q9) Reabsorção radicular interna</p><p>Q10) Forame mentual</p><p>Q1) Região de molares superiores esquerdos com dente</p><p>impactado e supranumerário</p><p>Q2) Região de dentes anteriores superiores com incisivo</p><p>lateral com cúspide em garra</p><p>Q3) Região de dentes anteriores superiores com alteração</p><p>dens in dent no incisivo lateral</p><p>Q4) Região de dentes anteriores inferiores com reabsorção da</p><p>crista óssea alveolar vertical e horizontal</p><p>Q5) Região de dentes anteriores inferiores com atrição e</p><p>reabsorção da crista óssea alveolar horizontal</p><p>Q6) Região de molares superiores direitos com nódulos</p><p>pulpares</p><p>Q8) Região de PM e molares superiores e inferiores direitos</p><p>com cárie secundária. Radiografia interproximal (bitewing)</p><p>Q9) Região de caninos superiores esquerdos com reabsorção</p><p>radicular externa</p><p>Q10) Região de PM e molares inferiores esquerdos com</p><p>reabsorção radicular externa e ROPD</p><p>Q11) Região de dentes anteriores superiores com reabsorção</p><p>radicular interna</p><p>Q12) Região de PM inferiores esquerdos com forame mentual</p><p>Q13) Região de dentes anteriores superiores incisivo central com</p><p>fratura radicular horizontal e ROPD no incisivo lateral</p><p>Q14) Região de PM e molares superiores esquerdos com</p><p>hipercementose e ROPD no 2° PM (25) + cálculo</p><p>Q15) Região de dentes anteriores inferiores com reabsorção da</p><p>crosta óssea alveolar vertical e horizontal + cálculo</p><p>Q16) Região de molares inferiores direitos com canal mal</p><p>acabado, hipercementose, lesão de cárie reabsorção radicular</p><p>externa e amalgama</p><p>Q17) Região de dentes anteriores superiores com reabsorção radicular</p><p>interna</p><p>Q18) Região de molares inferiores direitos + lesão de cárie +</p><p>ROPD + reabsorção da crista óssea alveolar vertical + lesão de</p><p>furca</p><p>Q19) Região de molares superiores esquerdos + dente</p><p>supranumerário</p><p>Q20) Região de dentes superiores anteriores com mesiodens</p><p>Q21) Região de dentes anteriores superiores com geminação</p><p>Q22) Região de PM e caninos inferiores direitos com fusão</p><p>Q23) Região de molares superiores esquerdos com concrescência</p><p>Q26) Região de caninos e PM superiores esquerdo com transposição</p><p>Q27) Odontodisplasia regional em dentes superiores (dentes fantasmas),</p><p>não sendo possível identificar qual a região</p><p>Q28) Região de dentes anteriores superiores com reabsorção radicular</p><p>interna</p><p>Q29) Região de dentes anteriores superiores com reabsorção radicular</p><p>interna</p><p>Q31) Região de molares superiores esquerdos com cisto ROPCC</p><p>Q31) Região de dentes anteriores superiores com ROPD</p>

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