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ANATOMIA E FISIOLOGIA DA PELE INTRODUCAO

Apostila sobre anatomia e fisiologia da pele: funções; camadas (epiderme, derme, tecido subcutâneo), células e anexos; definições e classificação de feridas e úlceras por comprometimento, mecanismo (contusas, lacerações, incisões) e grau de contaminação; principais lesões cutâneas.

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<p>ANATOMIA E FISIOLOGIA DA PELE INTRODUÇÃO</p><p>Profª Thais Gonçalves</p><p>ANATOMIA E FISIOLOGIA DA PELE INTRODUÇÃO</p><p>PELE</p><p>É o maior órgão do corpo humano, representando cerca de 15% do peso corporal total e apresenta grandes variações ao largo de sua extensão</p><p>FUNÇÕES</p><p>Revestir e proteger; Auxiliar na manutenção da temperatura (termorregulação); Percepção e Metabolismo</p><p>CAMADAS DA PELE:</p><p>• EPIDERME • DERME</p><p>• TECIDO SUBCUTÂNEO</p><p>EPIDERME: tecido avascular possui células dispostas em múltiplas camadas.</p><p>Nesta camada que encontramos os melanócitos, que são células responsáveis pela pigmentação da pele (melanina) e os queratinócitos responsáveis pela produção de queratina, que fornece resistência a atritos e variações de temperatura.</p><p>CAMADAS DA PELE:</p><p>DERME: camada vascularizada possui uma rica rede nervosa.</p><p>É nesta camada que encontramos os anexos da pele: glândulas sudoríparas, sebáceas e folículos pilosos.</p><p>A derme contém muitos tipos diferentes de células, incluindo: Fibroblastos e fibrócitos, macrófagos, mastócitos e leucócitos sanguíneos, particularmente: neutrófilos, eosinófilos, linfócitos e monócitos.</p><p>CAMADAS DA PELE:</p><p>TECIDO SUBCUTÂNEO: é vascularizado, possui tecido adiposo em sua constituição histológicaenvolvido na termorregulação, reserva nutricional e provisão de energia.</p><p>CAMADAS DA PELE:</p><p>CLASSIFICAÇÕES E DEFINIÇÕES</p><p>É caracterizada pela perda da continuidade dos tecidos, podendo ser superficial ou profunda.</p><p>FERIDA</p><p>ÚLCERA</p><p>A ferida se torna uma úlcera após seis semanas de evolução sem intenção de cicatrizar.</p><p>CLASSIFICAÇÃO DA LESÃO</p><p>As lesões podem ser classificadas conforme:</p><p>• Comprometimento tecidual.</p><p>• Como foram produzidas.</p><p>• Grau de contaminação.</p><p>COMPROMETIMENTO TECIDUAL</p><p>Quanto à localização anatômica;</p><p>Quanto ao tamanho, comprimento, largura, profundidade e formação de túneis;</p><p>Aspectos do leito da ferida e pele circunjacente;</p><p>Drenagem, cor e consistência;</p><p>Dor ou hipersensibilidade e temperatura.</p><p>COMO FORAM PRODUZIDAS:</p><p>CONTUSAS: Produzido por objeto rombo traumatismo das partes moles.</p><p>LACERADAS: com margens irregulares.</p><p>COMO FORAM PRODUZIDAS:</p><p>INCISAS: Produzidas por um instrumento cortante. Feridas limpas geralmente fechadas por sutura.</p><p>COMO FORAM PRODUZIDAS:</p><p>LIMPAS: sem presença de infecção. Lesão sem exsudato ou com pequena quantidade de exsudato de cor clara ou transparente.</p><p>GRAU DE CONTAMINAÇÃO</p><p>CONTAMINADAS: Presença de bactérias e outros microorganismos, com presença transitória ao tecido, sem presença de infecção instalada. Não há sinais flogísticos.</p><p>GRAU DE CONTAMINAÇÃO</p><p>INFECTADAS: Presença e a multiplicação de bactéria e outros microorganismos associado a um quadro infeccioso já instalado, há presença dos sinais flogísticos.</p><p>GRAU DE CONTAMINAÇÃO</p><p>MÁCULA: Lesão superficial,circunscrita, coloração marrom, azulada ou avermelhada.</p><p>PÁPULA: Lesão sólida e elevada, plana ou encurvada e coloração variada.</p><p>NÓDULO: Lesão sólida, superficial, circunscrita, chega a 0,5 cm de altura, não necessariamente faz relevo à superfície.</p><p>VESÍCULA: Coleção de fluidos claros, podendo tornar-se turvo ou hemorrágico, circunscrita à superfície da pele, com diâmetro médio de 0,5 cm.</p><p>BOLHA: Lesão circunscrita, com coleção de líquido claro, com diâmetro maior que 1cm.</p><p>ALGUNS TIPOS DE LESÕES DE PELE:</p><p>PÚSTULA: Coleção de leucócitos,circunscrita à superfície da pela e detamanho variado.</p><p>ESCAMAS: excesso de células epidérmicas mortas ou por alterações inflamatórias.</p><p>PLACA: Lesão sólida, elevada, diâmetro superior a 1cm.</p><p>CROSTAS: Lesão formada por uma coleção de soro, sangue ou pus, que junto aos restos epiteliais, desidrata a superfície da pele.</p><p>FISSURAS: São fendas cutâneas, formato linear que podem acometer a epiderme e derme.</p><p>ATROFIA: Depressão ocasionada pela falta de nutrição e oxigenação das células.</p><p>ALGUNS TIPOS DE LESÕES DE PELE:</p><p>Mácula – achatada, alteração não palpável, da cor da pele, menor que 1 cm (sardas e sinais)</p><p>Pápula – elevação palpável, sólida e circunscrita, menor que 1 cm (acne fibrosa; veruga)</p><p>ALGUNS TIPOS DE LESÕES DE PELE:</p><p>Nódulo – massa elevada e sólida, mais firme que a pápula, 1-2 cm (inflamação)</p><p>Pústula – elevação circunscrita, preenchida com pus, varia em tamanho (acne, infecção)</p><p>ALGUNS TIPOS DE LESÕES DE PELE:</p><p>Úlcera – profunda perda da superfície da pele que se estende a derme, varia em tamanho (úlcera por pressão)</p><p>Vesícula – elevação circunscrita preenchida de líquido seroso, menor que 1 cm (herpes simples)</p><p>ALGUNS TIPOS DE LESÕES DE PELE:</p><p>Vergão – area elevada ou edema superficial localizado, varia de tamanho (picada de inseto)</p><p>Tumor – massa sólida que se estende profundamente ao tecido subcutâneo, maior que 2 cm (epitelioma)</p><p>ALGUNS TIPOS DE LESÕES DE PELE:</p><p>Abcesso – acúmulo de pus e restos celulares na pele; inflamação (furúnculo)</p><p>ALGUNS TIPOS DE LESÕES DE PELE:</p><p>CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO TIPO DE TECIDO TECIDO NECRÓTICO E FERIDAS CRÔNICAS</p><p>RESTRITO A UMA ÁREA – Isquemia, redução da circulação, tecido não viável. Pode ser caracterizada por liquefação e ou coagulação produzido por enzimas que acarretam a degradação dos tecidos isquêmicos, se diferenciam pela coloração e consistência.</p><p>ÚLCERA: DE COLORAÇÃO MARROM OU PRETA</p><p>ESFACELO: de cor amarelada ou cinza;</p><p>Descrita de consistência mucóide e macia;</p><p>Pode ser frouxo ou firme a sua aderência no leito da ferida; formado por fibrina (concentração de proteína e fragmentos celulares do colágeno, contração da ferida. Tecido róseo.</p><p>CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO TIPO DE TECIDO TECIDO NECRÓTICO E FERIDAS CRÔNICAS</p><p>LESÃO POR PRESSÃO:</p><p>CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO TIPO DE TECIDO TECIDO NECRÓTICO E FERIDAS CRÔNICAS</p><p>O tipo mais comum de úlcera, encontrada em larga escala nas unidades de internação hospitalar e domiciliar.</p><p>Além de ser uma enfermidade cutânea é considerado, também, um indicador de qualidade da assistência de enfermagem.</p><p>Caracterizam-se por uma área localizada de perda de pele e dos tecidos subcutâneos causadas por pressão, tração, fricção ou de uma combinação destes fatores.</p><p>CURATIVO</p><p>É um procedimento terapêutico que consiste na limpeza, no qual toda substância e soluções necessárias são colocadas diretamente sobre um ferimento.</p><p>Evitar a contaminação de feridas limpas;</p><p>Facilitar a cicatrização;</p><p>Reduzir a infecção nas lesões contaminadas;</p><p>Absorver secreções;</p><p>Facilitar a drenagem de secreções;</p><p>Promover a hemostasia com os curativos compressivos;</p><p>Manter o contato de medicamentos junto à ferida;</p><p>Promover conforto ao paciente.</p><p>Finalidade do Curativo:</p><p>CURATIVO</p><p>O Curativo Ideal mantém alta umidade, nada de curativos secos em feridas abertas.</p><p>Não há necessidade de secar feridas abertas, somente a pele ao redor dela.</p><p>Deve-se remove o excesso de exsudato.</p><p>O curativo deve ter um pouco de absorvência.</p><p>O curativo deve ser um Isolador térmico.</p><p>As feridas não devem ser limpas com loções frias.</p><p>Os curativos não devem permanecer removidos por longos períodos de tempo (isso também permite que a ferida resseque).</p><p>Curativo Impermeável à bactérias.</p><p>Curativo Impermeável à bactérias.</p><p>Os esparadrapos devem ser aplicados como uma moldura de quadro e cobrir toda a gaze.</p><p>Se ocorrer um excesso de exsudato, deve-se trocar o curativo.</p><p>O curativo deve ser Isento de partículas e de microorganismos</p><p>Não se deve usar lã de algodão ou qualquer gaze desfiada.</p><p>Não se deve cortar a gaze, pois ela irá desfiar.</p><p>Só deve-se usar gaze estéril e não reutilizar um pacote aberto.</p><p>CURATIVO</p><p>FINALIDADE DO CURATIVO</p><p>Evitar a contaminação de feridas limpas;</p><p>Facilitar a cicatrização;</p><p>Reduzir a infecção nas lesões contaminadas;</p><p>Absorver secreções;</p><p>Facilitar a drenagem de secreções;</p><p>Promover a hemostasia com os curativos compressivos;</p><p>Manter o contato de medicamentos junto à ferida e Promover conforto ao paciente.</p><p>O Curativo Ideal mantém alta umidade, nada de curativos secos em feridas abertas.</p><p>Não há necessidade de secar feridas abertas, somente a pele ao redor dela.</p><p>Deve-se remove o</p><p>excesso de exsudato.</p><p>O curativo deve ter um pouco de absorvência.</p><p>O curativo deve ser um Isolador térmico.</p><p>As feridas não devem ser limpas com loções frias.</p><p>Os curativos não devem permanecer removidos por longos períodos de tempo (isso também permite que a ferida resseque).</p><p>Curativo Impermeável à bactérias.</p><p>FINALIDADE DO CURATIVO</p><p>Os esparadrapos devem ser aplicados como uma moldura de quadro e cobrir toda a gaze.</p><p>Se ocorrer um excesso de exsudato, deve-se trocar o curativo.</p><p>O curativo deve ser Isento de partículas e de microorganismos.</p><p>Não se deve usar lã de algodão ou qualquer gaze desfiada.</p><p>Não se deve cortar a gaze, pois ela irá desfiar.</p><p>Só deve-se usar gaze estéril e não reutilizar um pacote aberto.</p><p>FINALIDADE DO CURATIVO</p><p>A retirada deve ser sem trauma. Irrigar antes de retirar o curativo para evitar traumas, e, consequentemente a remoção de tecido viável.</p><p>Curativo asséptico.</p><p>Quando necessário, utilizar luvas estéreis e material estéril.</p><p>FINALIDADE DO CURATIVO</p><p>TIPOS DE CURATIVO:</p><p>Varia de acordo com a natureza, a localização e o tamanho da ferida.</p><p>Em alguns casos é necessária uma compressão, em outros lavagem exaustiva com solução fisiológica e outros exigem imobilização com ataduras.</p><p>Nos curativos em orifícios de drenagem de fístulas entéricas a proteção da pele são em torno da lesão é o objetivo principal.</p><p>Curativo semi-oclusivo:</p><p>Este tipo de curativo é absorvente, e comumente utilizado em feridas cirúrgicas, drenos, feridas exsudativas, absorvendo o exsudato e isolando-o da pele adjacente saudável.</p><p>Curativo oclusivo ou fechados:</p><p>Não permite a entrada de ar ou fluídos, atua como barreira mecânica, impede a perda de fluídos, promove isolamento térmico, veda a ferida, a fim de impedir formação de crosta.</p><p>Curativo compressivo:</p><p>Utilizado para reduzir o fluxo sanguíneo, promover a estase e ajudar na aproximação das extremidades da lesão.</p><p>Ligaduras de compressão</p><p>Curativos abertos:</p><p>São realizados em ferimentos que não há necessidade de serem ocluídos. Feridas cirúrgicas limpas após 24 horas, cortes pequenos, suturas, escoriações e etc, são exemplos deste tipo de curativo.</p><p>Com Irrigação:</p><p>Utilizado em ferimentos com infecção dentro de cavidades, com indicação de irrigação com soluções salinas.</p><p>Com drenagem:</p><p>São utilizados drenos em ferimentos com grande quantidade de exsudato (Penrose, Kehr), tubular ou bolsas de Karaya.</p><p>Medidas de antissepsia:</p><p>Realizar degermação das mãos antes de manipular o material esterilizado;</p><p>Diminuir o tempo de exposição da ferida ou dos materiais esterilizados;</p><p>Não falar ao manipular o material esterilizado ou fazer o tratamento da ferida estando com infecções das vias aéreas (usar máscara comum);</p><p>Usar máscaras e aventais em caso de exsudato abundante;</p><p>Realizar o curativo sempre da região limpa para a contaminada.</p><p>Medidas de antissepsia:</p><p>COBERTURAS</p><p>CREME DE SULFADIAZINA DE PRATA + NITRATO DE CERIUM:</p><p>Anti-séptico - Indicação: tratamento de queimaduras, e feridas que não evoluem com coberturas oclusivas e feridas extensas; - Contra-indicação: presença de hipersensibilidade aos componentes;</p><p>- Troca com período máximo de 24 horas.</p><p>PLACA DE HIDROCOLÓIDE:</p><p>Ações: absorvem o excesso de exsudato, mantém a umidade, proporcionam alívio da dor, mantém a temperatura em torno de 37°C ideal para o crescimento celular, promovem o desbridamento autolítico;</p><p>Deve ser aplicada diretamente sobre a ferida, deixando uma margem de 2 a 4cm ao redor da mesma, para melhor aderência;</p><p>COBERTURAS</p><p>Pode ser recortada, não precisa de tesoura estéril pois, as bordas da placa não entraram em contato com o leito da ferida;</p><p>COBERTURAS</p><p>Impermeável a fluidos e microrganismos (reduz o risco de infecção);</p><p>Indicação: feridas com médio exsudato, com ou sem tecido necrótico, queimaduras superficiais.</p><p>Contra-indicação: feridas infectadas e altamente exsudativas;</p><p>Troca: no 7º dia.</p><p>PLACA DE HIDROCOLÓIDE:</p><p>GRÂNULOS DE HIDROCOLÓIDE:</p><p>São compostos por partículas de carboximetilcelulose, que, na presença de exsudato, formam um gel na cavidade da ferida;</p><p>Devem ser sempre usados associados à placa de hidrocolóide, pois auxiliam a ação da mesma.</p><p>Devem ser trocados juntamente com as placas;</p><p>Indicação: feridas profundas, cavitárias;</p><p>COBERTURAS</p><p>ALGINATO DE CÁLCIO:</p><p>Apresenta-se em forma de placa e deve estar associado à gaze aberta ou gaze dupla (cobertura secundária);</p><p>Ações: através da troca iônica promove a hemostasia; absorve exsudato, forma um gel que mantém a umidade, promove a granulação, auxilia o desbridamento autolítico;</p><p>Manusear com luvas ou pinças estéreis;</p><p>Pode ser recortado, mas deve-se utilizar tesoura estéril;</p><p>COBERTURAS</p><p>ALGINATO DE CÁLCIO:</p><p>COBERTURAS</p><p>Indicação: feridas infectadas com exsudato intenso com ou sem tecido necrótico e sangramento;</p><p>Contra-indicação: feridas com pouca drenagem de exsudato;</p><p>Troca: cobertura primária até 07 dias ou quando saturar e a troca da cobertura secundária ocorrerá quando a gaze dupla ou aberta umedecer.</p><p>CARVÃO ATIVADO E PRATA:</p><p>Cobertura primária, e estéril; requer uma cobertura secundária (gaze aberta ou dupla);</p><p>Manusear com luvas estéreis;</p><p>Ações: absorção de exsudato, microbicida, eliminação de odores desagradáveis, desbridamento autolítico e manutenção da temperatura em torno de 37° C;</p><p>Indicações: feridas fétidas, infectadas e bastante exsudativas;</p><p>COBERTURAS</p><p>COBERTURAS</p><p>Não pode ser cortado devido a liberação de prata no leito da ferida, o que pode ocasionar queimadura dos tecidos pela prata ou formar granuloma devido resíduos a do carvão;</p><p>Troca: até 07 dias;</p><p>Contra-indicações: ferida com pouco exsudato, com presença de sangramento, exposição óssea e tendinosa e em queimaduras.</p><p>CARVÃO ATIVADO E PRATA:</p><p>HIDROGEL AMORFO:</p><p>Deve ser usado sempre associado à cobertura oclusivas ou gaze;</p><p>Ações: mantém a umidade e auxilia o desbridamento autolítico;</p><p>Não adere ao leito da ferida;</p><p>Indicação: fornecer umidade ao leito da ferida;</p><p>Contra-indicações: feridas excessivamente exsudativas.</p><p>COBERTURAS</p><p>COBERTURAS</p><p>CREME HIDRATANTE:</p><p>Composição: 8% de uréia, 5% de glicerina, 3% de óleo de amêndoa doce e ácido esteárico.</p><p>Ação: a uréia presente no creme facilita a penetração de moléculas de água até camadas mais profundas da pele;</p><p>Indicação: hidratação tópica;</p><p>Contra-indicações: pele friável, relato de alergia à qualquer componente do produto.</p><p>COBERTURAS</p><p>PAPAÍNA:</p><p>É uma enzima proteolítica extraída do látex da caricapapaya. Indicação: em todo tecido necrótico, particularmente naqueles com crosta.</p><p>Mecanismo de ação: atua como desbridante natural.</p><p>Modo de usar: preparar a solução (cpm) em frasco de vidro, irrigar a lesão e deixar gaze embebida na solução, ou ainda há os que já vem preparados em pomadas.</p><p>COBERTURAS</p><p>COBERTURAS</p><p>COBERTURAS</p><p>COBERTURAS</p><p>COBERTURAS</p><p>MATERIAIS</p><p>Pacote de pinças para curativos;</p><p>S.F. 0,9 %;</p><p>Seringa de 20 ml;</p><p>Agulhas;</p><p>Algodão umedecido com álcool á 70%;</p><p>Pacotes com gazes;</p><p>Micropore e esparadrapo;</p><p>Tesoura;</p><p>Luvas de procedimentos e esterilizadas.</p><p>Pomadas/Cremes Ataduras.</p><p>Observação: A solução fisiológica deverá ser aquecida no momento da realização do curativo e desprezada logo após o término. Não reutilizar.</p><p>MÉTODO</p><p>Explicar o procedimento ao paciente;</p><p>Preparar o ambiente: -</p><p>Fechar janelas para evitar correntes de ar e poeira;</p><p>Desocupar mesa de cabeceira;</p><p>Colocar biombo se necessário;</p><p>Separar e organizar o material de acordo o tipo de curativo;</p><p>Levar a bandeja com o material e colocar sobre a mesa de cabeceira;</p><p>Descobrir a área a ser tratada com luvas de procedimentos e proteger a cama;</p><p>Colocar o paciente em posição apropriada;</p><p>Abrir o campo estéril para curativos e sem contaminar colocar os demais materiais esterilizados a serem utilizados;</p><p>Calçar luva esterilizada;</p><p>Se o curativo for com irrigação, limpar a ferida com jatos de S.F. 0,9% usando a seringa sem agulha (para ocorrer pressão);</p><p>Com auxílio da pinça limpar e secar</p><p>delicadamente as bordas da ferida, mudando as áreas da gaze.</p><p>Evitar atrito da gaze com o tecido de granulação para evitar que o mesmo seja lesado;</p><p>Secar o centro da ferida com a gaze realizando movimentos circulares a fim de mudar áreas da mesma; Se indicado colocar o medicamento;</p><p>Ocluir o curativo;</p><p>Deixar o paciente confortável;</p><p>Deixar ambiente e materiais em ordem;</p><p>Lavar mãos;</p><p>Realizar anotações de enfermagem registrando classificação do curativo, quantidade de exsudato, aspecto, odor.</p><p>Presença de tecido de granulação e condições de pele circundante.</p><p>MÉTODO</p><p>OBSERVAÇÕES:</p><p>Antes de realizar o curativo observar o estado do paciente, ler as anotações sobre o tipo de curativo e prescrições para verificação de medicamentos;</p><p>Curativos úmidos por secreções, água do banho, devem ser trocados;</p><p>Quando o paciente necessitar de vários curativos, iniciar pela incisão fechada e limpa, seguindo-se as lesões abertas não infectadas e por último os curativos com infecção;</p><p>Em feridas com exsudato, com suspeita de infecção, antes de realizar o curativo pode ser necessário a coleta de material para bacterioscopia (swab);</p><p>FERIDAS COM DRENOS</p><p>Limpar e secar o dreno e a pele com S.F.0,9%;</p><p>Colocar uma gaze sob o dreno, isolando-o da pele;</p><p>Colocar outra gaze sobre o dreno, protegendo-o ou bolsa de karaya conforme indicação;</p><p>Atentar para que o dreno não apresente dobras para garantir boa drenagem;</p><p>Anotar volume, aspecto, odores do material drenado.</p><p>DRENO DE PENROSE</p><p>FERIDAS COM DRENOS: Curativos</p><p>TUBO LAMINAR DE LÁTEX OU SILICONE</p><p>Limpar o dreno e a pele ao redor, com soro fisiológico; Colocar uma gaze na região inferior do dreno, isolando-o da pele; O dreno de Penrose deve ser tracionado em cada curativo (exceto quando contra -indicado).</p><p>DRENO TORÁCICO</p><p>FERIDAS COM DRENOS: Curativo</p><p>Curativo diário</p><p>Atentar para sinais de infecção</p><p>Atentar para fixação do dreno</p><p>MESO</p><p>TROCA DO SELO D´AGUA</p><p>É o procedimento de substituição do líquido drenado no frasco do dreno de tórax por água destilada estéril.</p><p>OBJETIVO</p><p>Manter fluxo de drenagem</p><p>Permitir a mensuração do líquido drenado</p><p>TROCA DO SELO D´AGUA</p><p>É o procedimento de substituição do líquido drenado no frasco do dreno de tórax por água destilada estéril.</p><p>OBJETIVO</p><p>Manter fluxo de drenagem</p><p>Permitir a mensuração do líquido drenado</p><p>MATERIAIS</p><p>Esparadrapo</p><p>Frasco de AD estéril 500ml</p><p>Cortoplast</p><p>Luvas de procedimentos</p><p>Algodão umedecido com álcool á 70 %</p><p>Cálice graduado</p><p>TROCA DO SELO D´AGUA</p><p>É o procedimento de substituição do líquido drenado no frasco do dreno de tórax por água destilada estéril.</p><p>MÉTODO</p><p>Reunir o material Explicar o procedimento ao paciente Higienizar as mãos realizar a desinfecção do frasco de AD com o algodão e álcool</p><p>Abrir o frasco com o cortoplast</p><p>Calçar as luvas</p><p>Pinçar o dreno</p><p>Abrir o frasco de drenagem</p><p>Retirar a tampa segurando com cuidado para não contaminar a ponta interna do frasco</p><p>Desprezar o conteúdo no cálice graduado, verificando volume e aspecto do resíduo drenado</p><p>Colocar a AD no frasco, fazendo movimentos circulares para desprender qualquer material que esteja aderido a parede do frasco</p><p>Desprezar este conteúdo no cálice</p><p>Repetir o processo</p><p>Colocar 100 ml de AD no frasco para a realização do selo d’água</p><p>Colocar a tampa do frasco de drenagem imergindo a ponta interna na água</p><p>Despinçar a extensão do dreno</p><p>TROCA DO SELO D´AGUA</p><p>MÉTODO</p><p>Colocar uma fita de esparadrapo no lado externo do frasco, marcando o nível de água com a caneta.</p><p>Anotar data, hora da troca</p><p>Recolher materiais, manter local limpo e organizado</p><p>Anotar no prontuário: o procedimento realizado, aspecto, volume e intercorrências.</p><p>Observações: deve haver borbulhamento, caso contrário comunicar e anotar</p><p>Ao medir o volume, não esquecer de subtrair o volume da AD colocada anteriormente</p><p>Por segurança, é recomendado que o procedimento seja realizado por duas pessoas</p><p>TROCA DO SELO D´AGUA</p><p>MÉTODO</p><p>ATIVIDADE</p><p>AS FASES DA CICATRIZAÇÃO;</p><p>TIPOS DE CICATRIZAÇÃO;</p><p>FATORES QUE INFLUENCIAM A CICATRIZAÇÃO;</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.emf</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image13.png</p><p>image14.emf</p><p>image15.emf</p><p>image16.emf</p><p>image17.jpeg</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.png</p><p>image20.jpeg</p><p>image21.gif</p><p>image22.jpeg</p><p>image23.jpeg</p><p>image24.jpeg</p><p>image25.jpeg</p><p>image26.png</p><p>image27.emf</p><p>image28.png</p><p>image29.emf</p><p>image30.png</p><p>image31.png</p><p>image32.emf</p><p>image33.jpeg</p><p>image34.png</p><p>image35.jpeg</p><p>image36.png</p><p>image37.png</p><p>image38.png</p><p>image39.png</p><p>image40.png</p><p>image41.png</p><p>image42.png</p><p>image43.png</p><p>image44.png</p><p>image45.png</p><p>image46.png</p><p>image47.png</p><p>image48.png</p><p>image49.png</p><p>image50.png</p><p>image51.png</p><p>image52.emf</p><p>image53.png</p><p>image54.png</p><p>image55.png</p><p>image56.png</p><p>image57.png</p><p>image58.png</p><p>image59.png</p><p>image60.png</p><p>image61.png</p><p>image62.png</p>

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