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<p>Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE IIESTUDOS DISCIPLINARES XV 6678-10_SEI_CC_0421_R_20242 CONTEÚDO</p><p>Usuário luiza.bouhid @aluno.unip.br</p><p>Curso ESTUDOS DISCIPLINARES XV</p><p>Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE II</p><p>Iniciado 10/09/24 16:55</p><p>Enviado 10/09/24 16:56</p><p>Status Completada</p><p>Resultado da tentativa 4 em 5 pontos</p><p>Tempo decorrido 1 minuto</p><p>Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas respondidas incorretamente</p><p>Pergunta 1</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>b.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>(Enade 2023) Estudos realizados em 2021 pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com</p><p>a Organização Mundial da Saúde (OMS), mostraram que, no Brasil, houve uma queda brusca da taxa de vacinação</p><p>infantil nos últimos anos: entre 2017 e 2021, a taxa caiu de 93,1% para 71,49%, considerando-se crianças com</p><p>menos de um ano de idade. Essa redução da cobertura vacinal deixa a população infantil muito vulnerável e</p><p>exposta a doenças que já estavam praticamente erradicadas, tal como o sarampo, que em 2018 voltou a ser uma</p><p>preocupação para os brasileiros. Além do sarampo, corre-se o risco de outras doenças voltarem a acometer as</p><p>crianças, como a poliomielite, a meningite, a rubéola e a difteria. O grá�co a seguir mostra as taxas de vacinação</p><p>infantil, em crianças menores de um ano de idade, no período de 2017 a 2021.</p><p>Disponível em: https://portal.�ocruz.br/noticia/vacinacao-infantil-sofre-queda-brusca-no-brasil. Acesso em: 23 de</p><p>jun. 2023 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas no texto e no grá�co, assinale a opção correta.</p><p>A baixa cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade é um dos indicadores de</p><p>baixo desempenho das políticas públicas de atenção primária em saúde.</p><p>O percentual de vacinação com o imunizante da poliomielite se manteve constante na maior</p><p>parte do período de 2017 a 2021.</p><p>A baixa cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade é um dos indicadores de</p><p>baixo desempenho das políticas públicas de atenção primária em saúde.</p><p>A cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade foi muito variável, com alto índice</p><p>vacinal da BCG e média cobertura da vacina tetraviral, no período de 2017 a 2021.</p><p>UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAIS LABORATÓRIOSCONTEÚDOS ACADÊMICOS</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&ret… 1/13</p><p>http://company.blackboard.com/</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_373841_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_373841_1&content_id=_4266664_1&mode=reset</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_64_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>O aumento da taxa de vacinação infantil contra a febre amarela em 2021, em comparação com</p><p>o índice registrado em 2017, revela que as campanhas de conscientização da população foram</p><p>bem-sucedidas quanto ao alcance da meta de vacinação contra essa enfermidade.</p><p>A pandemia de covid-19, ao ampliar a conscientização da população sobre a necessidade de</p><p>manter alto índice vacinal para evitar o reaparecimento de doenças infectocontagiosas,</p><p>contribuiu para o aumento da cobertura vacinal contra outras doenças, conforme indicado no</p><p>grá�co.</p><p>Resposta: B</p><p>Comentário:</p><p>Análise das alternativas.</p><p>A-Alternativa incorreta: O grá�co mostra que o percentual de vacinação com o imunizante da</p><p>poliomielite variou com o tempo. Ele foi igual a 84,24% em 2017, 89,54% em 2018, 84,19% em</p><p>2019, 76,75% em 2020 e 67,13% em 2021. Isso está destacado na �gura a seguir.</p><p>Figura. Destaque para o percentual de vacinação dom o imunizante da poliomielite.</p><p>B-Correta: De acordo com o texto, no Brasil, houve queda brusca da taxa de vacinação infantil</p><p>entre 2017 e 2021, período em que a taxa caiu de 93,1% para 71,49%.</p><p>C-Incorreta: Embora a cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade tenha sido</p><p>muito variável no período entre 2017 e 2021, ocorreu um baixo índice vacinal da BCG, que</p><p>reduziu de 97,98% em 2017 para 65,93% em 2021, e uma baixa cobertura da vacina tetraviral,</p><p>que reduziu de 35,44% em 2017 para 5,70% em 2021.</p><p>D-Incorreta: No grá�co apresentado, a meta de vacinação infantil contra a febre amarela é de</p><p>95%. Esse grá�co informa que o percentual máximo de vacinação obtido em 2019 foi de 62,41%.</p><p>Não há no texto informações que permitam inferir que, com relação à imunização contra a febre</p><p>amarela, existiram campanhas de conscientização. Vale destacar que, de 2019 para 2020 e de</p><p>2020 para 2021, houve diminuição nos percentuais de vacinação contra febre amarela.</p><p>E-Incorreta: A pandemia de covid-19 contribuiu para a redução da cobertura vacinal contra</p><p>outras doenças, conforme indicado no grá�co.</p><p>Pergunta 2</p><p>(Enade 2022) Leia o texto a seguir.</p><p>Pesquisa realizada pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas da Universidade Federal de Minas Gerais</p><p>(UFMG) aponta que a população em situação de rua aumentou no Brasil em 2022. De janeiro a maio deste ano,</p><p>mais de 26 mil novas pessoas nessa situação foram registradas no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal.</p><p>No país, mais de 180 mil pessoas estão registradas no CadÚnico.</p><p>Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 6 jul. 2022 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções e a relação proposta entre elas.</p><p>I. A existência de pessoas em situação de rua no Brasil deriva, sobretudo, das desigualdades sociais oriundas da</p><p>pandemia de covid-19.</p><p>0 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&ret… 2/13</p><p>Resposta Selecionada: a.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>PORQUE</p><p>II. Um dos efeitos da pandemia de covid-19 foi a ampliação do número de pessoas em situação de rua no Brasil, o</p><p>que evidencia a segregação socioespacial das cidades brasileiras.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não justi�ca a I.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Pergunta 3</p><p>Resposta Selecionada: b.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia o texto a seguir.</p><p>Além do contexto econômico, o avanço da tecnologia também é um dos responsáveis pelo aumento dos</p><p>trabalhadores informais. E a tendência de contratação de freelancers por meio de plataformas digitais, como</p><p>aplicativos de delivery e de mobilidade urbana, ganhou até um nome: Gig Economy, ou economia dos bicos. Para</p><p>os gigantes de tecnologia detentores desses aplicativos, os motoristas são trabalhadores autônomos, que não têm</p><p>vínculo empregatício. Além de não estarem sujeitos a nenhuma regulamentação e proteção legal, os pro�ssionais</p><p>que desenvolvem esse tipo de trabalho deixam de contribuir para a Previdência Social e de ter benefícios como</p><p>Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), férias e décimo terceiro salário. Não obstante, ainda arcam com</p><p>todo o custo da atividade que exercem. Em uma reportagem</p><p>que ouviu alguns desses trabalhadores, motoristas</p><p>a�rmaram sofrer com problemas de coluna e com o estresse no trânsito, além das longas jornadas de trabalho.</p><p>Por esses motivos, a Gig Economy está no centro de uma discussão mundial acerca da responsabilidade dessas</p><p>companhias milionárias sobre as condições de trabalho da mão de obra que contratam. No meio do limbo</p><p>jurídico, quem sofre são os trabalhadores dessas plataformas, que �cam duplamente desprotegidos ― pelas</p><p>empresas e pelo Estado.</p><p>Disponível em: https://exame.abril.com.br/carreira/quais-sao-as-consequencia-do-trabalho-informal-no-pais/.</p><p>Acesso em: 18 abr. 2020 (com adaptações).</p><p>A partir das informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.</p><p>I. Trabalhadores autônomos informais que atuam em plataformas digitais sem qualquer vínculo empregatício,</p><p>desprotegidos de regulamentação ou lei trabalhista, compõem a Gig Economy.</p><p>PORQUE</p><p>II. Os trabalhadores, na Gig Economy, arcam com todos os custos necessários para desempenhar o seu trabalho,</p><p>ganham por produção e enfrentam longas jornadas diárias, o que os deixa mais desgastados e com problemas de</p><p>saúde.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não justi�ca a I.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&ret… 3/13</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Resposta: B</p><p>Comentário:</p><p>Análise das asserções.</p><p>I. Asserção verdadeira: O texto a�rma que os autônomos contratados por meio de plataformas</p><p>digitais, como aplicativos de delivery e de mobilidade urbana, constituem a Gig Economy, ou a</p><p>economia dos bicos. Tais trabalhadores não contam com regulamentação nem proteção legal.</p><p>II. Asserção verdadeira: De acordo com o texto, “os pro�ssionais que desenvolvem esse tipo de</p><p>trabalho deixam de contribuir para a Previdência Social e de ter benefícios como Fundo de</p><p>Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), férias e décimo terceiro salário. Não obstante, ainda</p><p>arcam com todo o custo da atividade que exercem. Em uma reportagem que ouviu alguns desses</p><p>trabalhadores, motoristas a�rmaram sofrer com problemas de coluna e com o estresse no</p><p>trânsito, além das longas jornadas de trabalho”.</p><p>Relação entre as asserções: As duas asserções não estabelecem entre si relação de causa e</p><p>consequência. A primeira asserção apresenta como a Gig Economy é composta. A segunda</p><p>asserção trata das condições de trabalho em que essas pessoas atuam.</p><p>Pergunta 4</p><p>(Enade 2022) Leia os textos a seguir.</p><p>Texto 1</p><p>De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Noti�cação (Sinan), do Ministério da Saúde, houve</p><p>um crescimento bruto de 5% nas violências contra homossexuais e 37,1% nas violências contra bissexuais,</p><p>passando de 4855 registros em 2018 para 5330 em 2019. No grá�co a seguir, são apresentados os dados</p><p>percentuais de casos noti�cados em 2019, de acordo com a orientação sexual das vítimas de violência.</p><p>CERQUEIRA, D., et al. Atlas da Violência 2021. São Paulo: FBSP/IPEA, 2021</p><p>Texto 2</p><p>Dados do levantamento feito pelo Transgender Europe (TGEU) mostram que o Brasil permaneceu pelo 13º ano</p><p>consecutivo como o país que mais mata pessoas transgêneros.</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&ret… 4/13</p><p>Resposta Selecionada: d.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>TRANSGENDER EUROPE (TGEU). Disponível em: https://transrespect.org. Acesso em 5 jul. 2022 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas no mapa e no grá�co, bem como a situação social dos grupos</p><p>LGBTQIAPN+, avalie as a�rmativas.</p><p>I) Os discursos e as práticas contra a diversidade sexual e de gênero são incompatíveis com as premissas éticas e</p><p>dos direitos humanos que regem as sociedades democráticas.</p><p>II) A violência contra os grupos LGBTQIAPN+ é histórica, simbólica, psicológica e física, ocorrendo em razão de</p><p>estereótipos e estigmas vigentes na sociedade e por meio de repressões e abusos.</p><p>III) A partir dos 40 anos de idade, há maior incidência de violência sobre pessoas heterossexuais em relação aos</p><p>outros grupos, o que indica que a vulnerabilidade independe da orientação sexual.</p><p>IV) O Brasil é o país onde se identi�ca o maior número de mortes de pessoas trans entre os países analisados,</p><p>situação que revela a necessidade de uma política pública mais assertiva de combate aos crimes cometidos contra</p><p>os grupos LGBTQIAPN+.</p><p>É correto apenas o que se a�rma em:</p><p>I, II e IV.</p><p>I e III.</p><p>I e IV.</p><p>II e III.</p><p>I, II e IV.</p><p>II, III e IV.</p><p>Resposta: D</p><p>Comentário:</p><p>Análise das a�rmativas.</p><p>I. A�rmativa correta: As sociedades democráticas modernas são regidas pelo respeito às</p><p>diversidades de qualquer espécie (sexuais, étnicas, religiosas etc.), pois estão embasadas no</p><p>princípio da tolerância com as diferenças. Qualquer atitude que denote hostilidade contra as</p><p>minorias, portanto, é incompatível com o pensamento e a prática democráticos.</p><p>II. A�rmativa correta: A violência exercida contra os grupos minoritários e, particularmente,</p><p>contra os grupos LGBTQIAPN+, tem raízes históricas profundas e impregna a própria base da</p><p>cultura hegemônica de nossa sociedade, calcada, em grande medida, em preconceitos</p><p>patriarcais e machistas.</p><p>III. A�rmativa incorreta: No grá�co do enunciado, vemos que, a partir dos 40 anos, no grupo dos</p><p>heterossexuais (linha azul), os dados percentuais de casos noti�cados de violência são os</p><p>maiores. Se essa incidência é maior sobre um dos grupos, isso indica que não podemos a�rmar</p><p>que a vulnerabilidade independe da orientação sexual.</p><p>IV. A�rmativa correta: De acordo com os dados levantados pelo Transgender Europe (TGEU), o</p><p>Brasil registrou a morte de mais de 1000 transgêneros no período de 2008 a 2021, bem acima</p><p>dos índices de países como os Estados Unidos (na faixa de 251-500 nesse mesmo período), a</p><p>Rússia ou a China (ambos os países na faixa de 2-50), o que revela a necessidade urgente da</p><p>adoção de políticas públicas inclusivas de grande alcance que contribuam para reduzir</p><p>drasticamente esses números.</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&ret… 5/13</p><p>Pergunta 5</p><p>Resposta Selecionada: c.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia os textos I e II a seguir.</p><p>Texto I</p><p>O estudo Internet and American Life Project, do Pew Research Center, demonstrou que, em 2009, metade das</p><p>buscas de temas relacionados à saúde na internet era feita para terceiros, e quase seis em cada dez pessoas que</p><p>usaram meios digitais para se informar sobre saúde mudaram o enfoque com que cuidavam da própria saúde ou</p><p>da de algum parente. Estima-se que exista uma correlação positiva entre o grau de conhecimento das doenças</p><p>(seus fatores de risco, formas de prevenção e tratamento) e a taxa de adoção de hábitos saudáveis pela</p><p>sociedade. O aumento nos diagnósticos precoces do câncer de mama e a diminuição do tabagismo são dois</p><p>exemplos clássicos a favor dessa ideia. Acredita-se que indivíduos mais</p><p>bem informados aderem a</p><p>comportamentos preventivos e reagem melhor a uma enfermidade. Infelizmente, a divulgação de temas médicos</p><p>é uma faca de dois gumes: quem não sabe nada está mais perto da verdade do que a pessoa cuja mente está</p><p>cheia de informações equivocadas. Conseguir que a mensagem seja bem decodi�cada pelos receptores é o</p><p>grande desa�o que preocupa (ou deveria preocupar) tanto médicos quanto jornalistas.</p><p>TABAKMAN, R. A saúde na mídia: medicina para jornalistas, jornalismo para médicos. São Paulo: Summus, 2013</p><p>(com adaptações).</p><p>Texto II</p><p>De acordo com os dados da última TIC Domicílios – pesquisa realizada anualmente com o objetivo de mapear</p><p>formas de uso das tecnologias da informação e comunicação no país –, aproximadamente 46% dos usuários de</p><p>Internet no Brasil utilizam a rede à procura de informações médicas sobre saúde em geral e serviços de saúde.</p><p>Para uma médica e pesquisadora da Fiocruz, os indivíduos sempre procuraram informações sobre seu estado de</p><p>saúde, mas é inegável que o surgimento da Internet trouxe um aumento signi�cativo do acesso a informações,</p><p>ampli�cando, assim, os re�exos desse processo e alterando a relação entre os indivíduos. A pesquisadora chama a</p><p>atenção para o perigo do autodiagnóstico e da automedicação, que podem gerar consequências nefastas tanto</p><p>para os indivíduos quanto para a saúde pública, uma vez que boa parte dos estudos mostra que não são adotados</p><p>critérios durante as buscas na Internet.</p><p>Disponível em: https://agencia.� ocruz.br/conteudos-sobre-saude-na-web-alteram-relacao-medico-paciente.</p><p>Acesso em: 16 abr. 2020.</p><p>Considerando a abordagem dos textos, avalie as a�rmativas:</p><p>I. Os textos I e II evidenciam a importância de critérios nas buscas realizadas pelos usuários da Internet por</p><p>informações sobre patologias, pois algumas informações podem trazer riscos à saúde por fomentarem a</p><p>compreensão equivocada de sintomas e pro�laxias.</p><p>II. O texto I a�rma que a disponibilização de informações sobre temas de saúde nos meios de comunicação tem</p><p>contribuído para o esclarecimento da população acerca de hábitos saudáveis.</p><p>III. No texto II, defende-se o acesso a informações relativas a pesquisas da área da saúde nos veículos de</p><p>comunicação, pois elas permitem que o indivíduo seja proativo na prevenção de patologias.</p><p>É correto o que se a�rma em:</p><p>I e II, apenas.</p><p>I, apenas.</p><p>III, apenas.</p><p>I e II, apenas.</p><p>II e III, apenas.</p><p>I, II e III.</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário:</p><p>Análise das a�rmativas.</p><p>I. A�rmativa correta. Os dois textos comentam sobre os aspectos positivos do acesso a</p><p>informações, mas alertam para o risco da ocorrência de equívocos e da automedicação.</p><p>II. A�rmativa correta: O texto I a�rma que se estima que haja “uma correlação positiva entre o</p><p>grau de conhecimento das doenças (seus fatores de risco, formas de prevenção e tratamento) e</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&ret… 6/13</p><p>a taxa de adoção de hábitos saudáveis pela sociedade”. Mais adiante, coloca que “indivíduos</p><p>mais bem informados aderem a comportamentos preventivos e reagem melhor a uma</p><p>enfermidade”.</p><p>III. A�rmativa incorreta. O texto II alerta para o perigo “do autodiagnóstico e da automedicação,</p><p>que podem gerar consequências nefastas tanto para os indivíduos quanto para a saúde</p><p>pública”.</p><p>Pergunta 6</p><p>Resposta Selecionada: a.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia o texto a seguir.</p><p>A pandemia ocasionada pelo novo coronavírus gerou impactos negativos na economia e nos negócios,</p><p>intensi�cando problemas sociais no mundo todo. Nos Estados Unidos, um estudo realizado com a parceria de</p><p>duas importantes universidades veri�cou que a expectativa de vida dos norte-americanos caiu 1,1 ano em 2020. A</p><p>nova expectativa é de 77,4 anos. De acordo com o estudo, essa foi a maior queda anual da expectativa de vida já</p><p>registrada nos últimos 40 anos. O declínio é ainda maior se considerada a expectativa de vida para negros que</p><p>moram no país, cuja queda foi de 2,1 anos. Para a população latina, essa queda foi de 3 anos. O declínio na</p><p>expectativa de vida dos latinos é signi�cativo, uma vez que eles apresentam menor incidência de condições</p><p>crônicas que são fatores de risco para a covid-19 em relação às populações de brancos e negros.</p><p>LOUREIRO, R. Covid-19 reduz gravemente expectativa de vida de negros e latinos nos EUA. Revista Exame, 2021</p><p>(com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções e a relação proposta entre elas.</p><p>I. O efeito desproporcional da pandemia da covid-19 na expectativa de vida da população negra e latino-</p><p>americana estabelece relação com sua situação de vulnerabilidade social.</p><p>PORQUE</p><p>II. Uma hipótese que pode ser levantada quanto à diminuição da expectativa de vida de negros e latino-</p><p>americanos está relacionada às suas precárias condições de trabalho, levando-os a maior possibilidade de</p><p>exposição ao contágio pelo novo coronavírus.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não justi�ca a I.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Resposta: A</p><p>Comentário:</p><p>Análise das asserções.</p><p>I. Asserção verdadeira: O texto a�rma que, com a covid-19, a queda da expectativa de vida de</p><p>negros e de latino-americanos, nos Estados Unidos, foi maior do que a dos brancos. O texto</p><p>dissocia tal fato da existência de doenças crônicas.</p><p>II. Asserção verdadeira: Por questões históricas, sabemos que negros e latino-americanos, nos</p><p>Estados Unidos, tendem a exercer funções de menos prestígio que os brancos. Muitos latinos</p><p>vivem de forma ilegal e submetem-se a condições precárias de trabalho.</p><p>Relação entre as asserções.</p><p>A asserção II detalha as condições de vulnerabilidade a que parte da população é exposta e</p><p>apresenta uma causa no efeito desproporcional da pandemia da covid-19 na expectativa de</p><p>vida da população negra e latino-americana em relação à da branca.</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&ret… 7/13</p><p>Pergunta 7</p><p>Leia a charge e o texto a seguir.</p><p>Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/491596115554673681/. Acesso em: 20 set. 2018.</p><p>Gente que comenta sem ler – re�exões sobre uma epidemia digital</p><p>Danilo Venticinque</p><p>Clique em qualquer notícia de um grande portal, vá à seção de comentários e faça sua aposta: quantas pessoas</p><p>realmente leram todo o texto antes de comentar? Quando comecei no jornalismo, ingênuo, acreditava que todos</p><p>liam tudo. Os anos me tornaram cético. Hoje, tenho certeza de que o número é próximo de zero. Na internet,</p><p>quase todos nós lemos muito mal. Num universo de leitura fragmentada, os comentaristas conseguem se</p><p>destacar negativamente. Ao contrário dos outros maus leitores, que prestam conta apenas às suas consciências,</p><p>quem comenta deixa registrada, de�nitivamente, a sua falta de atenção. Só não morrem de vergonha disso</p><p>porque sabem que ninguém notará suas falhas. A�nal, se quase ninguém lê as notícias, é seguro apostar que</p><p>mesmo o mais absurdo dos comentários passará despercebido por todos. Quanto maior a audiência de uma</p><p>notícia, maior a chance de a caixa de comentários se transformar numa sala de bate-papo delirante, sem</p><p>nenhuma relação com o assunto original. Não importa se o texto é sobre a Petrobras, sobre novas marcas de</p><p>esmalte ou sobre o álbum da Copa: sempre haverá uma desculpa para transformá-lo em palco para brigas</p><p>políticas. Quando</p><p>a vontade de expressar uma opinião é irresistível, a lógica é o que menos importa. Sempre há</p><p>um ou outro justiceiro que gasta seu tempo apontando incoerências nos comentários alheios. São criaturas</p><p>exóticas: leem não só os textos, como também os comentários – e ainda se dão ao trabalho de notar quando não</p><p>há qualquer relação entre uma coisa e outra. Os esforços desses bravos heróis são em vão: a horda de</p><p>comentaristas enfurecidos imediatamente os descartará como lacaios de algum partido político ou, pior ainda,</p><p>metidos a intelectuais. Bem feito. Quem mandou gastar seu tempo lendo um texto na internet? Comentários em</p><p>redes sociais são ainda piores. Lá, não é necessário nem mesmo clicar na notícia para palpitar sobre ela. Basta ler</p><p>o título do post que um amigo compartilhou e o campo de comentários estará logo abaixo, com todos os seus</p><p>encantos. No último primeiro de abril, o site da National Public Radio (NPR) aplicou uma pegadinha impiedosa em</p><p>seus leitores: publicou, no Facebook, um texto com o título “Porque a América não lê”. Centenas de pessoas</p><p>comentaram o assunto. Algumas discordavam, indignadas. Outras concordavam e discorriam longamente sobre</p><p>as causas desse fenômeno. O texto da notícia, que ninguém leu, explicava a piada e dizia algo como “os</p><p>americanos leem, mas temos a impressão de que eles só olham o título antes de comentar”. Eu não saberia dizer</p><p>precisamente o que estava escrito lá: confesso que não li o texto da NPR. Vi o link no Facebook de um ou dois</p><p>amigos e decidi comentar sobre o assunto mesmo assim. Por muito tempo, acreditei que a multidão que comenta</p><p>sem ler era a escória da internet. Que o mundo seria melhor se lêssemos todos os textos antes de palpitar sobre</p><p>eles. Eu estava errado. Hoje penso exatamente o contrário. A enorme maioria dos textos que circulam pela</p><p>internet é inútil. Os comentaristas ensandecidos simplesmente decidiram parar de perder tempo com esse tipo de</p><p>bobagem. São seres mais evoluídos do que nós. Basta aplicarem em algo útil todas as horas de leitura super�cial</p><p>que economizam e logo dominarão o mundo. Saber comentar sem ler é uma habilidade indispensável para ser</p><p>bem-sucedido no mundo digital. Se você ainda não aderiu, pare de ler agora e junte-se a nós. Seja bem-vindo ao</p><p>futuro. O próximo passo rumo à iluminação digital é aprender a não ler e não comentar. As discussões na internet,</p><p>convenhamos, nunca mudaram a opinião de ninguém. Nos meus anos menos esclarecidos, li muitos debates em</p><p>seções de comentários. Nunca vi um crítico do governo terminar uma discussão com "pensando bem, acho que a</p><p>culpa não é da Dilma". Ou um ativista, após longas réplicas e tréplicas, decidir dar o braço a torcer: “diante de</p><p>todos os argumentos aqui expostos, cheguei à conclusão de que #vaitercopa”. As discussões virtuais são tão</p><p>dispensáveis quanto as notícias que as antecedem. Abençoado seja quem guarda sua opinião para si e cultiva o</p><p>silêncio digital. É o que vou fazer agora. Até a próxima semana.</p><p>Disponível em: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/gente-que-bcomenta-</p><p>sem-lerb.html. Acesso em: 20 set. 2018.</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&ret… 8/13</p><p>Resposta Selecionada: e.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Com base na leitura, avalie as a�rmativas.</p><p>I. A charge apresenta um posicionamento oposto ao do artigo, uma vez que ela critica o ato de comentar sem ler e</p><p>o autor do texto a�rma que “comentar sem ler é uma habilidade indispensável para ser bem-sucedido no mundo</p><p>digital”.</p><p>II. A charge faz referência aos conhecidos macacos (“não vejo”, “não falo”, “não ouço”) e, ao modi�car as</p><p>características deles, elogia aquele que, em vez de �car mudo, manifesta-se nas redes sociais.</p><p>III. De acordo com o artigo, o número de pessoas que comentam textos sem ler não é minoritário.</p><p>É correto o que se a�rma somente em:</p><p>III.</p><p>I e II.</p><p>II e III.</p><p>I e III.</p><p>I.</p><p>III.</p><p>Resposta: E</p><p>Comentário:</p><p>Análise das a�rmativas.</p><p>I. A�rmativa incorreta: O artigo e a charge criticam o fato de as pessoas comentarem sem</p><p>ler os mais diversos assuntos.</p><p>II. A�rmativa incorreta: A charge faz referência aos conhecidos macacos, mas seu objetivo é</p><p>criticar aqueles que fazem comentários sem ler.</p><p>III. A�rmativa correta: O autor a�rma que o número daqueles que leem uma notícia</p><p>completa antes de comentá-la é extremamente pequeno.</p><p>Pergunta 8</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia os textos I e II a seguir.</p><p>Texto I</p><p>0 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&ret… 9/13</p><p>Resposta Selecionada: b.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Disponível em: https://www.facebook.com/embrapa/photos/a.609357055926350/733391400189581/?type=1&thea</p><p>ter. Acesso em 27 maio 2020.</p><p>Texto II</p><p>Em alguns países da Europa, permite-se que um produto de menor valor estético seja comercializado. Estamos</p><p>falando de um pepino deformado ou de uma cebola pequena, mas não de um produto contaminado com</p><p>resíduos químicos ou agentes biológicos. No caso do Brasil, o problema vai além da aparência, porque há</p><p>hortaliças ruins – contaminadas, murchas, machucadas – que chegam às bancas para ser comercializadas. Mas, se</p><p>nos dois contextos há perda de alimentos e preconceito em relação às hortaliças fora do padrão visual, mas boas</p><p>para o consumo, quais seriam as alternativas para evitar o desperdício e melhorar a qualidade dos produtos? Para</p><p>os pesquisadores do assunto, não adianta replicar a experiência europeia no Brasil, de exigir hortaliças</p><p>esteticamente perfeitas, porque também teríamos produtos sendo desprezados ainda na etapa de produção. Não</p><p>devemos passar de um mercado pouco exigente, que gera desperdício no varejo e nas residências, para um</p><p>mercado exigente que gera perda no campo. A solução do problema é conscientizar os diversos elos da cadeia</p><p>produtiva, especialmente varejistas e consumidores, para que sejam esclarecidos sobre quais aspectos da</p><p>aparência das hortaliças comprometem a qualidade. Quanto maior a exigência do mercado por hortaliças de</p><p>aparência perfeita, maior o desperdício de alimentos. Por sua vez, quanto maior a exigência por hortaliças sem</p><p>danos, causados pela falta de cuidado e pela falta de higiene, menor será a perda de alimentos e maior a</p><p>qualidade da alimentação da população brasileira.</p><p>Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/29626389/manuseio-correto-preserva-a-quali</p><p>dade-e-a-vida-util-das- hortalicas. Acesso em 27 maio 2020 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções e a relação proposta entre elas.</p><p>I. O texto I sintetiza uma informação principal do texto II, ao apresentar critérios para distinguir alterações visuais</p><p>que têm efeitos puramente estéticos em produtos alimentícios daquelas que têm implicações na qualidade dos</p><p>produtos.</p><p>PORQUE</p><p>II. O texto II divulga que o aumento das perdas na cadeia produtiva de hortaliças no Brasil é proporcional à</p><p>elevação das exigências dos consumidores quanto à aparência de produtos agropecuários.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não justi�ca a I.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Pergunta 9</p><p>(Enade 2018). Leia o infográ�co a seguir:</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&r…</p><p>10/13</p><p>Resposta Selecionada: c.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Disponível em: https://cib.org.br/wpcontent/uploads/2018/06/2018.06.26.Top5_Portugues.pdf</p><p>Acesso em: 18 jul. 2018 (com adaptações).</p><p>Considerando o infográ�co apresentado, avalie as a�rmativas.</p><p>I. A distribuição da área plantada com transgênicos no mundo re�ete o nível de desenvolvimento econômico dos</p><p>países.</p><p>II. Os Estados Unidos da América têm a maior área plantada de algodão transgênico no mundo.</p><p>III. O Hemisfério Norte concentra a maior área de produção transgênica.</p><p>IV. A área de produção de soja transgênica é maior no Brasil do que na Argentina.</p><p>É correto apenas o que se a�rma em:</p><p>III e IV.</p><p>I e II.</p><p>I e IV.</p><p>III e IV.</p><p>I, II e III.</p><p>II, III e IV.</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário:</p><p>Análise das a�rmativas.</p><p>I. A�rmativa incorreta. Os cinco países representados no mapa como os que têm as maiores</p><p>áreas com produtos transgênicos apresentam níveis de desenvolvimento distintos.</p><p>II. A�rmativa incorreta. De acordo com os dados, a área plantada de algodão equivale a 6% da</p><p>área total de produção transgênica dos Estados Unidos (75 mi/ha), o que corresponde a 4,5</p><p>mi/ha. Na Índia, 100% das terras de produção transgênica são plantadas com algodão, o que</p><p>equivale a 11,4 mi/ha.</p><p>III. A�rmativa correta. Dos cinco países citados, três �cam no hemisfério norte. Apenas Brasil e</p><p>Argentina encontram-se no hemisfério sul. A área plantada com transgênicos nos EUA é maior</p><p>do que as áreas do Brasil e da Argentina somadas.</p><p>IV. A�rmativa correta. De acordo com os dados, a soja transgênica ocupa 67% da área plantada</p><p>brasileira (50,2 mi/ha), o que equivale a 33,63 mi/ha. Na Argentina, o produto ocupa 76,5% da</p><p>área total (23,6 mi/ha), o que corresponde a 18,05 mi/ha.</p><p>Pergunta 10 0,5 em 0,5 pontos</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&r… 11/13</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>e.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>(Enade 2018). Leia o texto a seguir.</p><p>A seleção francesa participante da Copa do Mundo de Futebol de 2018, composta de 19 jogadores �lhos de</p><p>imigrantes da África e dos outros países da Europa, foi mais multicultural que o elenco campeão da Copa de 1998.</p><p>Apenas o goleiro Lloris, o lateral Pavard, o atacante Giroud e o meia Thauvin não se encaixam nessa descrição. Tal</p><p>composição suscitou inúmeros debates acerca da presença de imigrantes na sociedade francesa e do</p><p>multiculturalismo na Europa. À perspectiva multicultural se contrapõem a xenofobia, o racismo, a islamofobia,</p><p>entre outras formas de segregação humana, sobretudo de imigrantes e seus descendentes.</p><p>Disponível em: https://www. folha.uol.com.br/esporte/2018/07/multiculturais-franca-e-belgica-buscam-unidade-na</p><p>cional-na-copa.shtml. Acesso em: 10 jul. 2018 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.</p><p>A composição da seleção francesa aponta para a importância da perspectiva multicultural, em</p><p>que se valorizam as formas de convívio entre os diferentes, a mediação de con�itos</p><p>identitários e o exercício da alteridade.</p><p>A admiração dos torcedores pelos jogadores da seleção francesa evidencia a redução do</p><p>preconceito de cidadãos franceses contra descendentes de imigrantes.</p><p>O aumento do número de jogadores e a ampliação da diversidade de nacionalidades</p><p>ameaçam a perpetuação dos valores e da tradição do povo francês.</p><p>A inclusão de jogadores de origem árabe e africana na seleção francesa teve o efeito imediato</p><p>de minimizar visões e interpretações equivocadas dos efeitos da imigração, como desemprego</p><p>e pobreza.</p><p>A presença de jogadores franceses de origem africana sinaliza a efetiva integração dos</p><p>imigrantes e de seus descendentes à sociedade francesa, após longo processo de incentivo à</p><p>inclusão social de estrangeiros no país.</p><p>A composição da seleção francesa aponta para a importância da perspectiva multicultural, em</p><p>que se valorizam as formas de convívio entre os diferentes, a mediação de con�itos</p><p>identitários e o exercício da alteridade.</p><p>Resposta: E</p><p>Comentário:</p><p>Análise das alternativas.</p><p>A-Alternativa incorreta: Não há evidências de redução de preconceito contra os estrangeiros e</p><p>seus descendentes.</p><p>B-Alternativa incorreta: Não há ameaça contra os valores do povo francês.</p><p>C-Alternativa incorreta: Os jogadores de origem estrangeira são exceções de sucesso. Não</p><p>podem ser tomados como parâmetro para análise de desemprego dos imigrantes.</p><p>D-Alternativa incorreta: Como dito na justi�cativa anterior, trata-se de casos excepcionais, que</p><p>não sinalizam a real integração dos imigrantes na sociedade francesa.</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&r… 12/13</p><p>http://www/</p><p>Terça-feira, 10 de Setembro de 2024 16h56min25s GMT-03:00</p><p>E-Alternativa correta: A seleção francesa, ao unir jogadores de diferentes origens e culturas,</p><p>produz um retrato das sociedades atuais, em que a multiculturalidade e as variedades</p><p>identitárias ocupam papel central.</p><p>← OK</p><p>10/09/2024, 16:59 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107086839_1&course_id=_373841_1&content_id=_4267978_1&r… 13/13</p>