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ESTUDOS DISCIPLINARES VII-QUESTIONÁRIO UNIDADE II_FORMAÇÃO GERAL

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<p>QUESTIONÁRIO UNIDADE II</p><p>ESTUDOS DISCIPLINARES VII (6599-15_SEI_RC_0723_R_20242)</p><p>Usuário</p><p>Curso ESTUDOS DISCIPLINARES VII</p><p>Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE II</p><p>Iniciado 27/09/24 10:21</p><p>Enviado 27/09/24 10:51</p><p>Status Completada</p><p>Resultado da</p><p>tentativa</p><p>5 em 5 pontos</p><p>Tempo decorrido 30 minutos</p><p>Resultados</p><p>exibidos</p><p>Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários,</p><p>Perguntas respondidas incorretamente</p><p>• Pergunta 1</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>(Enade 2023) Estudos realizados em 2021 pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância</p><p>(Unicef), em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mostraram que, no Brasil,</p><p>houve uma queda brusca da taxa de vacinação infantil nos últimos anos: entre 2017 e 2021, a</p><p>taxa caiu de 93,1% para 71,49%, considerando-se crianças com menos de um ano de idade.</p><p>Essa redução da cobertura vacinal deixa a população infantil muito vulnerável e exposta a</p><p>doenças que já estavam praticamente erradicadas, tal como o sarampo, que em 2018 voltou a</p><p>ser uma preocupação para os brasileiros. Além do sarampo, corre-se o risco de outras doenças</p><p>voltarem a acometer as crianças, como a poliomielite, a meningite, a rubéola e a difteria. O</p><p>gráfico a seguir mostra as taxas de vacinação infantil, em crianças menores de um ano de idade,</p><p>no período de 2017 a 2021.</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107742891_1&course_id=_373811_1&content_id=_4267739_1&return_content=1&step=</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_107742891_1&course_id=_373811_1&content_id=_4267739_1&return_content=1&step=</p><p>Disponível em: https://portal.fiocruz.br/noticia/vacinacao-infantil-sofre-queda-brusca-no-</p><p>brasil. Acesso em: 23 de jun. 2023 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas no texto e no gráfico, assinale a opção correta.</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>b.</p><p>A baixa cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade é um dos</p><p>indicadores de baixo desempenho das políticas públicas de atenção primária</p><p>em saúde.</p><p>Respostas: a.</p><p>O percentual de vacinação com o imunizante da poliomielite se manteve</p><p>constante na maior parte do período de 2017 a 2021.</p><p>b.</p><p>A baixa cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade é um dos</p><p>indicadores de baixo desempenho das políticas públicas de atenção primária</p><p>em saúde.</p><p>c.</p><p>A cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade foi muito</p><p>variável, com alto índice vacinal da BCG e média cobertura da vacina</p><p>tetraviral, no período de 2017 a 2021.</p><p>d.</p><p>O aumento da taxa de vacinação infantil contra a febre amarela em 2021, em</p><p>comparação com o índice registrado em 2017, revela que as campanhas de</p><p>conscientização da população foram bem-sucedidas quanto ao alcance da</p><p>meta de vacinação contra essa enfermidade.</p><p>e.</p><p>A pandemia de covid-19, ao ampliar a conscientização da população sobre a</p><p>necessidade de manter alto índice vacinal para evitar o reaparecimento de</p><p>doenças infectocontagiosas, contribuiu para o aumento da cobertura vacinal</p><p>contra outras doenças, conforme indicado no gráfico.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Resposta: B</p><p>Comentário:</p><p>Análise das alternativas.</p><p>A-Alternativa incorreta: O gráfico mostra que o percentual de vacinação com o</p><p>imunizante da poliomielite variou com o tempo. Ele foi igual a 84,24% em</p><p>2017, 89,54% em 2018, 84,19% em 2019, 76,75% em 2020 e 67,13% em 2021.</p><p>Isso está destacado na figura a seguir.</p><p>Figura. Destaque para o percentual de vacinação dom o imunizante da</p><p>poliomielite.</p><p>B-Correta: De acordo com o texto, no Brasil, houve queda brusca da taxa de</p><p>vacinação infantil entre 2017 e 2021, período em que a taxa caiu de 93,1%</p><p>para 71,49%.</p><p>C-Incorreta: Embora a cobertura vacinal de crianças menores de um ano de</p><p>idade tenha sido muito variável no período entre 2017 e 2021, ocorreu um</p><p>baixo índice vacinal da BCG, que reduziu de 97,98% em 2017 para 65,93% em</p><p>2021, e uma baixa cobertura da vacina tetraviral, que reduziu de 35,44% em</p><p>2017 para 5,70% em 2021.</p><p>D-Incorreta: No gráfico apresentado, a meta de vacinação infantil contra a</p><p>febre amarela é de 95%. Esse gráfico informa que o percentual máximo de</p><p>vacinação obtido em 2019 foi de 62,41%. Não há no texto informações que</p><p>permitam inferir que, com relação à imunização contra a febre amarela,</p><p>existiram campanhas de conscientização. Vale destacar que, de 2019 para</p><p>2020 e de 2020 para 2021, houve diminuição nos percentuais de vacinação</p><p>contra febre amarela.</p><p>E-Incorreta: A pandemia de covid-19 contribuiu para a redução da cobertura</p><p>vacinal contra outras doenças, conforme indicado no gráfico.</p><p>• Pergunta 2</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>(Enade 2022) Leia o texto a seguir.</p><p>Pesquisa realizada pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas da Universidade</p><p>Federal de Minas Gerais (UFMG) aponta que a população em situação de rua</p><p>aumentou no Brasil em 2022. De janeiro a maio deste ano, mais de 26 mil novas</p><p>pessoas nessa situação foram registradas no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo</p><p>Federal. No país, mais de 180 mil pessoas estão registradas no CadÚnico.</p><p>Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 6 jul. 2022 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções e a relação proposta</p><p>entre elas.</p><p>I. A existência de pessoas em situação de rua no Brasil deriva, sobretudo, das</p><p>desigualdades sociais oriundas da pandemia de covid-19.</p><p>PORQUE</p><p>II. Um dos efeitos da pandemia de covid-19 foi a ampliação do número de pessoas em</p><p>situação de rua no Brasil, o que evidencia a segregação socioespacial das cidades</p><p>brasileiras.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>d.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição</p><p>verdadeira.</p><p>Respostas: a.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justifica a I.</p><p>b.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>não justifica a I.</p><p>c.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma</p><p>proposição falsa.</p><p>d.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição</p><p>verdadeira.</p><p>e.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Resposta: D</p><p>Comentário:</p><p>Análise das asserções.</p><p>I – Asserção falsa: Como os dados do Cadastro Único (CadÚnico) do</p><p>Governo Federal demonstram, a pandemia de covid-19 foi</p><p>responsável pelo aumento de pessoas em situação de rua no país</p><p>em 2022, mas não foi ela que desencadeou as desigualdades sociais</p><p>responsáveis por gerar esse problema urbano.</p><p>II – Asserção verdadeira: A segregação socioespacial das cidades</p><p>brasileiras tem raízes profundas na estratificação social de nosso</p><p>país e antecede em mais de um século a deflagração da pandemia</p><p>de covid-19, que aprofundou o problema, mas não o criou, levando</p><p>ao aumento do número de pessoas em situação de rua nas grandes</p><p>metrópoles.</p><p>• Pergunta 3</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia o texto a seguir.</p><p>Além do contexto econômico, o avanço da tecnologia também é um dos responsáveis</p><p>pelo aumento dos trabalhadores informais. E a tendência de contratação de</p><p>freelancers por meio de plataformas digitais, como aplicativos de delivery e de</p><p>mobilidade urbana, ganhou até um nome: Gig Economy, ou economia dos bicos. Para</p><p>os gigantes de tecnologia detentores desses aplicativos, os motoristas são</p><p>trabalhadores autônomos, que não têm vínculo empregatício. Além de não estarem</p><p>sujeitos a nenhuma regulamentação e proteção legal, os profissionais que</p><p>desenvolvem esse tipo de trabalho deixam de contribuir para a Previdência Social e</p><p>de ter benefícios como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), férias e</p><p>décimo terceiro salário. Não obstante, ainda arcam com todo o custo da atividade</p><p>que exercem. Em uma reportagem que ouviu alguns desses trabalhadores,</p><p>motoristas</p><p>afirmaram sofrer com problemas de coluna e com o estresse no trânsito, além das</p><p>longas jornadas de trabalho. Por esses motivos, a Gig Economy está no centro de uma</p><p>discussão mundial acerca da responsabilidade dessas companhias milionárias sobre</p><p>as condições de trabalho da mão de obra que contratam. No meio do limbo jurídico,</p><p>quem sofre são os trabalhadores dessas plataformas, que ficam duplamente</p><p>desprotegidos ― pelas empresas e pelo Estado.</p><p>Disponível em: https://exame.abril.com.br/carreira/quais-sao-as-consequencia-do-</p><p>trabalho-informal-no-pais/. Acesso em: 18 abr. 2020 (com adaptações).</p><p>A partir das informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação</p><p>proposta entre elas.</p><p>I. Trabalhadores autônomos informais que atuam em plataformas digitais sem</p><p>qualquer vínculo empregatício, desprotegidos de regulamentação ou lei trabalhista,</p><p>compõem a Gig Economy.</p><p>PORQUE</p><p>II. Os trabalhadores, na Gig Economy, arcam com todos os custos necessários para</p><p>desempenhar o seu trabalho, ganham por produção e enfrentam longas jornadas</p><p>diárias, o que os deixa mais desgastados e com problemas de saúde.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>b.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>não justifica a I.</p><p>Respostas: a.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justifica a I.</p><p>b.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>não justifica a I.</p><p>c.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma</p><p>proposição falsa.</p><p>d.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição</p><p>verdadeira.</p><p>e.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Resposta: B</p><p>Comentário:</p><p>Análise das asserções.</p><p>I. Asserção verdadeira: O texto afirma que os autônomos</p><p>contratados por meio de plataformas digitais, como aplicativos de</p><p>delivery e de mobilidade urbana, constituem a Gig Economy, ou a</p><p>economia dos bicos. Tais trabalhadores não contam com</p><p>regulamentação nem proteção legal.</p><p>II. Asserção verdadeira: De acordo com o texto, “os profissionais que</p><p>desenvolvem esse tipo de trabalho deixam de contribuir para a</p><p>Previdência Social e de ter benefícios como Fundo de Garantia por</p><p>Tempo de Serviço (FGTS), férias e décimo terceiro salário. Não</p><p>obstante, ainda arcam com todo o custo da atividade que exercem.</p><p>Em uma reportagem que ouviu alguns desses trabalhadores,</p><p>motoristas afirmaram sofrer com problemas de coluna e com o</p><p>estresse no trânsito, além das longas jornadas de trabalho”.</p><p>Relação entre as asserções: As duas asserções não estabelecem</p><p>entre si relação de causa e consequência. A primeira asserção</p><p>apresenta como a Gig Economy é composta. A segunda asserção</p><p>trata das condições de trabalho em que essas pessoas atuam.</p><p>• Pergunta 4</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>(Enade 2022) Leia os textos a seguir.</p><p>Texto 1</p><p>De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da</p><p>Saúde, houve um crescimento bruto de 5% nas violências contra homossexuais e 37,1% nas violências</p><p>contra bissexuais, passando de 4855 registros em 2018 para 5330 em 2019. No gráfico a seguir, são</p><p>apresentados os dados percentuais de casos notificados em 2019, de acordo com a orientação sexual das</p><p>vítimas de violência.</p><p>CERQUEIRA, D., et al. Atlas da Violência 2021. São Paulo: FBSP/IPEA, 2021</p><p>Texto 2</p><p>Dados do levantamento feito pelo Transgender Europe (TGEU) mostram que o Brasil permaneceu pelo</p><p>13º ano consecutivo como o país que mais mata pessoas transgêneros.</p><p>TRANSGENDER EUROPE (TGEU). Disponível em: https://transrespect.org. Acesso em 5 jul. 2022 (com</p><p>adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas no mapa e no gráfico, bem como a situação social dos grupos</p><p>LGBTQIAPN+, avalie as afirmativas.</p><p>I) Os discursos e as práticas contra a diversidade sexual e de gênero são incompatíveis com as premissas</p><p>éticas e dos direitos humanos que regem as sociedades democráticas.</p><p>II) A violência contra os grupos LGBTQIAPN+ é histórica, simbólica, psicológica e física, ocorrendo em</p><p>razão de estereótipos e estigmas vigentes na sociedade e por meio de repressões e abusos.</p><p>III) A partir dos 40 anos de idade, há maior incidência de violência sobre pessoas heterossexuais em</p><p>relação aos outros grupos, o que indica que a vulnerabilidade independe da orientação sexual.</p><p>IV) O Brasil é o país onde se identifica o maior número de mortes de pessoas trans entre os países</p><p>analisados, situação que revela a necessidade de uma política pública mais assertiva de combate aos</p><p>crimes cometidos contra os grupos LGBTQIAPN+.</p><p>É correto apenas o que se afirma em:</p><p>Resposta Selecionada: d.</p><p>I, II e IV.</p><p>Respostas: a.</p><p>I e III.</p><p>b.</p><p>I e IV.</p><p>c.</p><p>II e III.</p><p>d.</p><p>I, II e IV.</p><p>e.</p><p>II, III e IV.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Resposta: D</p><p>Comentário:</p><p>Análise das afirmativas.</p><p>I. Afirmativa correta: As sociedades democráticas modernas são regidas pelo</p><p>respeito às diversidades de qualquer espécie (sexuais, étnicas, religiosas etc.), pois</p><p>estão embasadas no princípio da tolerância com as diferenças. Qualquer atitude</p><p>que denote hostilidade contra as minorias, portanto, é incompatível com o</p><p>pensamento e a prática democráticos.</p><p>II. Afirmativa correta: A violência exercida contra os grupos minoritários e,</p><p>particularmente, contra os grupos LGBTQIAPN+, tem raízes históricas profundas e</p><p>impregna a própria base da cultura hegemônica de nossa sociedade, calcada, em</p><p>grande medida, em preconceitos patriarcais e machistas.</p><p>III. Afirmativa incorreta: No gráfico do enunciado, vemos que, a partir dos 40 anos,</p><p>no grupo dos heterossexuais (linha azul), os dados percentuais de casos notificados</p><p>de violência são os maiores. Se essa incidência é maior sobre um dos grupos, isso</p><p>indica que não podemos afirmar que a vulnerabilidade independe da orientação</p><p>sexual.</p><p>IV. Afirmativa correta: De acordo com os dados levantados pelo Transgender</p><p>Europe (TGEU), o Brasil registrou a morte de mais de 1000 transgêneros no</p><p>período de 2008 a 2021, bem acima dos índices de países como os Estados Unidos</p><p>(na faixa de 251-500 nesse mesmo período), a Rússia ou a China (ambos os países</p><p>na faixa de 2-50), o que revela a necessidade urgente da adoção de políticas</p><p>públicas inclusivas de grande alcance que contribuam para reduzir drasticamente</p><p>esses números.</p><p>• Pergunta 5</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia os textos I e II a seguir.</p><p>Texto I</p><p>O estudo Internet and American Life Project, do Pew Research Center, demonstrou</p><p>que, em 2009, metade das buscas de temas relacionados à saúde na internet era feita</p><p>para terceiros, e quase seis em cada dez pessoas que usaram meios digitais para se</p><p>informar sobre saúde mudaram o enfoque com que cuidavam da própria saúde ou da</p><p>de algum parente. Estima-se que exista uma correlação positiva entre o grau de</p><p>conhecimento das doenças (seus fatores de risco, formas de prevenção e tratamento)</p><p>e a taxa de adoção de hábitos saudáveis pela sociedade. O aumento nos diagnósticos</p><p>precoces do câncer de mama e a diminuição do tabagismo são dois exemplos</p><p>clássicos a favor dessa ideia. Acredita-se que indivíduos mais bem informados aderem</p><p>a comportamentos preventivos e reagem melhor a uma enfermidade. Infelizmente, a</p><p>divulgação de temas médicos é uma faca de dois gumes: quem não sabe nada está</p><p>mais perto da verdade do que a pessoa cuja mente está cheia de informações</p><p>equivocadas. Conseguir que a mensagem seja bem decodificada pelos receptores é o</p><p>grande</p><p>desafio que preocupa (ou deveria preocupar) tanto médicos quanto</p><p>jornalistas.</p><p>TABAKMAN, R. A saúde na mídia: medicina para jornalistas, jornalismo para médicos.</p><p>São Paulo: Summus, 2013 (com adaptações).</p><p>Texto II</p><p>De acordo com os dados da última TIC Domicílios – pesquisa realizada anualmente</p><p>com o objetivo de mapear formas de uso das tecnologias da informação e</p><p>comunicação no país –, aproximadamente 46% dos usuários de Internet no Brasil</p><p>utilizam a rede à procura de informações médicas sobre saúde em geral e serviços de</p><p>saúde. Para uma médica e pesquisadora da Fiocruz, os indivíduos sempre procuraram</p><p>informações sobre seu estado de saúde, mas é inegável que o surgimento da Internet</p><p>trouxe um aumento significativo do acesso a informações, amplificando, assim, os</p><p>reflexos desse processo e alterando a relação entre os indivíduos. A pesquisadora</p><p>chama a atenção para o perigo do autodiagnóstico e da automedicação, que podem</p><p>gerar consequências nefastas tanto para os indivíduos quanto para a saúde pública,</p><p>uma vez que boa parte dos estudos mostra que não são adotados critérios durante as</p><p>buscas na Internet.</p><p>Disponível em: https://agencia.fi ocruz.br/conteudos-sobre-saude-na-web-alteram-</p><p>relacao-medico-paciente. Acesso em: 16 abr. 2020.</p><p>Considerando a abordagem dos textos, avalie as afirmativas:</p><p>I. Os textos I e II evidenciam a importância de critérios nas buscas realizadas pelos</p><p>usuários da Internet por informações sobre patologias, pois algumas informações</p><p>podem trazer riscos à saúde por fomentarem a compreensão equivocada de sintomas</p><p>e profilaxias.</p><p>II. O texto I afirma que a disponibilização de informações sobre temas de saúde nos</p><p>meios de comunicação tem contribuído para o esclarecimento da população acerca</p><p>de hábitos saudáveis.</p><p>III. No texto II, defende-se o acesso a informações relativas a pesquisas da área da</p><p>saúde nos veículos de comunicação, pois elas permitem que o indivíduo seja proativo</p><p>na prevenção de patologias.</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>Resposta Selecionada: c.</p><p>I e II, apenas.</p><p>Respostas: a.</p><p>I, apenas.</p><p>b.</p><p>III, apenas.</p><p>c.</p><p>I e II, apenas.</p><p>d.</p><p>II e III, apenas.</p><p>e.</p><p>I, II e III.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário:</p><p>Análise das afirmativas.</p><p>I. Afirmativa correta. Os dois textos comentam sobre os aspectos</p><p>positivos do acesso a informações, mas alertam para o risco da</p><p>ocorrência de equívocos e da automedicação.</p><p>II. Afirmativa correta: O texto I afirma que se estima que haja “uma</p><p>correlação positiva entre o grau de conhecimento das doenças (seus</p><p>fatores de risco, formas de prevenção e tratamento) e a taxa de</p><p>adoção de hábitos saudáveis pela sociedade”. Mais adiante, coloca</p><p>que “indivíduos mais bem informados aderem a comportamentos</p><p>preventivos e reagem melhor a uma enfermidade”.</p><p>III. Afirmativa incorreta. O texto II alerta para o perigo “do</p><p>autodiagnóstico e da automedicação, que podem gerar</p><p>consequências nefastas tanto para os indivíduos quanto para a</p><p>saúde pública”.</p><p>• Pergunta 6</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia o texto a seguir.</p><p>A pandemia ocasionada pelo novo coronavírus gerou impactos negativos na</p><p>economia e nos negócios, intensificando problemas sociais no mundo todo. Nos</p><p>Estados Unidos, um estudo realizado com a parceria de duas importantes</p><p>universidades verificou que a expectativa de vida dos norte-americanos caiu 1,1 ano</p><p>em 2020. A nova expectativa é de 77,4 anos. De acordo com o estudo, essa foi a</p><p>maior queda anual da expectativa de vida já registrada nos últimos 40 anos. O</p><p>declínio é ainda maior se considerada a expectativa de vida para negros que moram</p><p>no país, cuja queda foi de 2,1 anos. Para a população latina, essa queda foi de 3 anos.</p><p>O declínio na expectativa de vida dos latinos é significativo, uma vez que eles</p><p>apresentam menor incidência de condições crônicas que são fatores de risco para a</p><p>covid-19 em relação às populações de brancos e negros.</p><p>LOUREIRO, R. Covid-19 reduz gravemente expectativa de vida de negros e latinos nos</p><p>EUA. Revista Exame, 2021 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções e a relação proposta</p><p>entre elas.</p><p>I. O efeito desproporcional da pandemia da covid-19 na expectativa de vida da</p><p>população negra e latino-americana estabelece relação com sua situação de</p><p>vulnerabilidade social.</p><p>PORQUE</p><p>II. Uma hipótese que pode ser levantada quanto à diminuição da expectativa de vida</p><p>de negros e latino-americanos está relacionada às suas precárias condições de</p><p>trabalho, levando-os a maior possibilidade de exposição ao contágio pelo novo</p><p>coronavírus.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>a.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justifica a I.</p><p>Respostas: a.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justifica a I.</p><p>b.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>não justifica a I.</p><p>c.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma</p><p>proposição falsa.</p><p>d.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição</p><p>verdadeira.</p><p>e.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Resposta: A</p><p>Comentário:</p><p>Análise das asserções.</p><p>I. Asserção verdadeira: O texto afirma que, com a covid-19, a queda</p><p>da expectativa de vida de negros e de latino-americanos, nos</p><p>Estados Unidos, foi maior do que a dos brancos. O texto dissocia tal</p><p>fato da existência de doenças crônicas.</p><p>II. Asserção verdadeira: Por questões históricas, sabemos que</p><p>negros e latino-americanos, nos Estados Unidos, tendem a exercer</p><p>funções de menos prestígio que os brancos. Muitos latinos vivem</p><p>de forma ilegal e submetem-se a condições precárias de trabalho.</p><p>Relação entre as asserções.</p><p>A asserção II detalha as condições de vulnerabilidade a que parte da</p><p>população é exposta e apresenta uma causa no efeito</p><p>desproporcional da pandemia da covid-19 na expectativa de vida da</p><p>população negra e latino-americana em relação à da branca.</p><p>• Pergunta 7</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>Leia a charge e o texto a seguir.</p><p>Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/491596115554673681/. Acesso em: 20</p><p>set. 2018.</p><p>Gente que comenta sem ler – reflexões sobre uma epidemia digital</p><p>Danilo Venticinque</p><p>Clique em qualquer notícia de um grande portal, vá à seção de comentários e faça sua</p><p>aposta: quantas pessoas realmente leram todo o texto antes de comentar? Quando</p><p>comecei no jornalismo, ingênuo, acreditava que todos liam tudo. Os anos me</p><p>tornaram cético. Hoje, tenho certeza de que o número é próximo de zero. Na</p><p>internet, quase todos nós lemos muito mal. Num universo de leitura fragmentada, os</p><p>comentaristas conseguem se destacar negativamente. Ao contrário dos outros maus</p><p>leitores, que prestam conta apenas às suas consciências, quem comenta deixa</p><p>registrada, definitivamente, a sua falta de atenção. Só não morrem de vergonha disso</p><p>porque sabem que ninguém notará suas falhas. Afinal, se quase ninguém lê as</p><p>notícias, é seguro apostar que mesmo o mais absurdo dos comentários passará</p><p>despercebido por todos. Quanto maior a audiência de uma notícia, maior a chance de</p><p>a caixa de comentários se transformar numa sala de bate-papo delirante, sem</p><p>nenhuma relação com o assunto original. Não importa se o texto é sobre a Petrobras,</p><p>sobre novas marcas de esmalte ou sobre o álbum da Copa: sempre haverá uma</p><p>desculpa para transformá-lo em palco para brigas políticas. Quando a vontade de</p><p>expressar uma opinião é irresistível, a lógica é o que menos importa. Sempre há um</p><p>ou outro justiceiro que gasta seu tempo apontando incoerências nos comentários</p><p>alheios. São criaturas exóticas: leem não só os textos, como também os comentários –</p><p>e ainda se dão ao trabalho de notar quando</p><p>não há qualquer relação entre uma coisa</p><p>e outra. Os esforços desses bravos heróis são em vão: a horda de comentaristas</p><p>enfurecidos imediatamente os descartará como lacaios de algum partido político ou,</p><p>pior ainda, metidos a intelectuais. Bem feito. Quem mandou gastar seu tempo lendo</p><p>um texto na internet? Comentários em redes sociais são ainda piores. Lá, não é</p><p>necessário nem mesmo clicar na notícia para palpitar sobre ela. Basta ler o título do</p><p>post que um amigo compartilhou e o campo de comentários estará logo abaixo, com</p><p>todos os seus encantos. No último primeiro de abril, o site da National Public Radio</p><p>(NPR) aplicou uma pegadinha impiedosa em seus leitores: publicou, no Facebook, um</p><p>texto com o título “Porque a América não lê”. Centenas de pessoas comentaram o</p><p>assunto. Algumas discordavam, indignadas. Outras concordavam e discorriam</p><p>longamente sobre as causas desse fenômeno. O texto da notícia, que ninguém leu,</p><p>explicava a piada e dizia algo como “os americanos leem, mas temos a impressão de</p><p>que eles só olham o título antes de comentar”. Eu não saberia dizer precisamente o</p><p>que estava escrito lá: confesso que não li o texto da NPR. Vi o link no Facebook de um</p><p>ou dois amigos e decidi comentar sobre o assunto mesmo assim. Por muito tempo,</p><p>acreditei que a multidão que comenta sem ler era a escória da internet. Que o mundo</p><p>seria melhor se lêssemos todos os textos antes de palpitar sobre eles. Eu estava</p><p>errado. Hoje penso exatamente o contrário. A enorme maioria dos textos que</p><p>circulam pela internet é inútil. Os comentaristas ensandecidos simplesmente</p><p>decidiram parar de perder tempo com esse tipo de bobagem. São seres mais</p><p>evoluídos do que nós. Basta aplicarem em algo útil todas as horas de leitura</p><p>superficial que economizam e logo dominarão o mundo. Saber comentar sem ler é</p><p>uma habilidade indispensável para ser bem-sucedido no mundo digital. Se você ainda</p><p>não aderiu, pare de ler agora e junte-se a nós. Seja bem-vindo ao futuro. O próximo</p><p>passo rumo à iluminação digital é aprender a não ler e não comentar. As discussões</p><p>na internet, convenhamos, nunca mudaram a opinião de ninguém. Nos meus anos</p><p>menos esclarecidos, li muitos debates em seções de comentários. Nunca vi um crítico</p><p>do governo terminar uma discussão com "pensando bem, acho que a culpa não é da</p><p>Dilma". Ou um ativista, após longas réplicas e tréplicas, decidir dar o braço a torcer:</p><p>“diante de todos os argumentos aqui expostos, cheguei à conclusão de que</p><p>#vaitercopa”. As discussões virtuais são tão dispensáveis quanto as notícias que as</p><p>antecedem. Abençoado seja quem guarda sua opinião para si e cultiva o silêncio</p><p>digital. É o que vou fazer agora. Até a próxima semana.</p><p>Disponível em: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-</p><p>venticinque/noticia/2014/04/gente-que-bcomenta-sem-lerb.html. Acesso em: 20 set.</p><p>2018.</p><p>Com base na leitura, avalie as afirmativas.</p><p>I. A charge apresenta um posicionamento oposto ao do artigo, uma vez que ela critica</p><p>o ato de comentar sem ler e o autor do texto afirma que “comentar sem ler é uma</p><p>habilidade indispensável para ser bem-sucedido no mundo digital”.</p><p>II. A charge faz referência aos conhecidos macacos (“não vejo”, “não falo”, “não</p><p>ouço”) e, ao modificar as características deles, elogia aquele que, em vez de ficar</p><p>mudo, manifesta-se nas redes sociais.</p><p>III. De acordo com o artigo, o número de pessoas que comentam textos sem ler não é</p><p>minoritário.</p><p>É correto o que se afirma somente em:</p><p>Resposta Selecionada: e.</p><p>III.</p><p>Respostas: a.</p><p>I e II.</p><p>b.</p><p>II e III.</p><p>c.</p><p>I e III.</p><p>d.</p><p>I.</p><p>e.</p><p>III.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Resposta: E</p><p>Comentário:</p><p>Análise das afirmativas.</p><p>I. Afirmativa incorreta: O artigo e a charge criticam o fato de as</p><p>pessoas comentarem sem ler os mais diversos assuntos.</p><p>II. Afirmativa incorreta: A charge faz referência aos conhecidos</p><p>macacos, mas seu objetivo é criticar aqueles que fazem</p><p>comentários sem ler.</p><p>III. Afirmativa correta: O autor afirma que o número daqueles que</p><p>leem uma notícia completa antes de comentá-la é extremamente</p><p>pequeno.</p><p>• Pergunta 8</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia os textos I e II a seguir.</p><p>Texto I</p><p>Disponível</p><p>em: https://www.facebook.com/embrapa/photos/a.609357055926350/733391400189581/?type=1&theater. Acess</p><p>o em 27 maio 2020.</p><p>Texto II</p><p>Em alguns países da Europa, permite-se que um produto de menor valor estético seja comercializado. Estamos</p><p>falando de um pepino deformado ou de uma cebola pequena, mas não de um produto contaminado com resíduos</p><p>químicos ou agentes biológicos. No caso do Brasil, o problema vai além da aparência, porque há hortaliças ruins –</p><p>contaminadas, murchas, machucadas – que chegam às bancas para ser comercializadas. Mas, se nos dois contextos</p><p>há perda de alimentos e preconceito em relação às hortaliças fora do padrão visual, mas boas para o consumo, quais</p><p>seriam as alternativas para evitar o desperdício e melhorar a qualidade dos produtos? Para os pesquisadores do</p><p>assunto, não adianta replicar a experiência europeia no Brasil, de exigir hortaliças esteticamente perfeitas, porque</p><p>também teríamos produtos sendo desprezados ainda na etapa de produção. Não devemos passar de um mercado</p><p>pouco exigente, que gera desperdício no varejo e nas residências, para um mercado exigente que gera perda no</p><p>campo. A solução do problema é conscientizar os diversos elos da cadeia produtiva, especialmente varejistas e</p><p>consumidores, para que sejam esclarecidos sobre quais aspectos da aparência das hortaliças comprometem a</p><p>qualidade. Quanto maior a exigência do mercado por hortaliças de aparência perfeita, maior o desperdício de</p><p>alimentos. Por sua vez, quanto maior a exigência por hortaliças sem danos, causados pela falta de cuidado e pela</p><p>falta de higiene, menor será a perda de alimentos e maior a qualidade da alimentação da população brasileira.</p><p>Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/29626389/manuseio-correto-preserva-a-</p><p>qualidade-e-a-vida-util-das- hortalicas. Acesso em 27 maio 2020 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções e a relação proposta entre elas.</p><p>I. O texto I sintetiza uma informação principal do texto II, ao apresentar critérios para distinguir alterações visuais</p><p>que têm efeitos puramente estéticos em produtos alimentícios daquelas que têm implicações na qualidade dos</p><p>produtos.</p><p>PORQUE</p><p>II. O texto II divulga que o aumento das perdas na cadeia produtiva de hortaliças no Brasil é proporcional à elevação</p><p>das exigências dos consumidores quanto à aparência de produtos agropecuários.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Resposta Selecionada: c.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>Respostas: a.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II justifica a I.</p><p>b.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não justifica a I.</p><p>c.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>d.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>e.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário: Análise das asserções.</p><p>I. Asserção verdadeira: O infográfico mostra, de forma didática, as diferenças entre um produto</p><p>que não está bom para o consumo e outro que não segue os padrões estéticos aceitos pelo</p><p>mercado.</p><p>II. Asserção falsa: O texto II afirma que, no Brasil, o mercado não é exigente e permite a venda de</p><p>produtos fora do padrão estético e, também, pouco adequados para o consumo. De acordo com o</p><p>texto, “não adianta replicar a experiência europeia no Brasil, de exigir hortaliças esteticamente</p><p>perfeitas, porque também teríamos produtos sendo desprezados ainda na etapa de produção”. O</p><p>trecho defende a ideia</p><p>de que “quanto maior a exigência por hortaliças sem danos, causados pela</p><p>falta de cuidado e pela falta de higiene, menor será a perda de alimentos e maior a qualidade da</p><p>alimentação da população brasileira”.</p><p>• Pergunta 9</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>(Enade 2018). Leia o infográfico a seguir:</p><p>Disponível em: https://cib.org.br/wpcontent/uploads/2018/06/2018.06.26.Top5_Portugues.pdf</p><p>Acesso em: 18 jul. 2018 (com adaptações).</p><p>Considerando o infográfico apresentado, avalie as afirmativas.</p><p>I. A distribuição da área plantada com transgênicos no mundo reflete o nível de desenvolvimento</p><p>econômico dos países.</p><p>II. Os Estados Unidos da América têm a maior área plantada de algodão transgênico no mundo.</p><p>III. O Hemisfério Norte concentra a maior área de produção transgênica.</p><p>IV. A área de produção de soja transgênica é maior no Brasil do que na Argentina.</p><p>É correto apenas o que se afirma em:</p><p>Resposta Selecionada: c.</p><p>III e IV.</p><p>Respostas: a.</p><p>I e II.</p><p>b.</p><p>I e IV.</p><p>c.</p><p>III e IV.</p><p>d.</p><p>I, II e III.</p><p>e.</p><p>II, III e IV.</p><p>• Pergunta 10</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>(Enade 2018). Leia o texto a seguir.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário:</p><p>Análise das afirmativas.</p><p>I. Afirmativa incorreta. Os cinco países representados no mapa como os que têm</p><p>as maiores áreas com produtos transgênicos apresentam níveis de</p><p>desenvolvimento distintos.</p><p>II. Afirmativa incorreta. De acordo com os dados, a área plantada de algodão</p><p>equivale a 6% da área total de produção transgênica dos Estados Unidos (75</p><p>mi/ha), o que corresponde a 4,5 mi/ha. Na Índia, 100% das terras de produção</p><p>transgênica são plantadas com algodão, o que equivale a 11,4 mi/ha.</p><p>III. Afirmativa correta. Dos cinco países citados, três ficam no hemisfério norte.</p><p>Apenas Brasil e Argentina encontram-se no hemisfério sul. A área plantada com</p><p>transgênicos nos EUA é maior do que as áreas do Brasil e da Argentina somadas.</p><p>IV. Afirmativa correta. De acordo com os dados, a soja transgênica ocupa 67% da</p><p>área plantada brasileira (50,2 mi/ha), o que equivale a 33,63 mi/ha. Na Argentina,</p><p>o produto ocupa 76,5% da área total (23,6 mi/ha), o que corresponde a 18,05</p><p>mi/ha.</p><p>A seleção francesa participante da Copa do Mundo de Futebol de 2018, composta de</p><p>19 jogadores filhos de imigrantes da África e dos outros países da Europa, foi mais</p><p>multicultural que o elenco campeão da Copa de 1998. Apenas o goleiro Lloris, o lateral</p><p>Pavard, o atacante Giroud e o meia Thauvin não se encaixam nessa descrição. Tal</p><p>composição suscitou inúmeros debates acerca da presença de imigrantes na sociedade</p><p>francesa e do multiculturalismo na Europa. À perspectiva multicultural se contrapõem a</p><p>xenofobia, o racismo, a islamofobia, entre outras formas de segregação humana,</p><p>sobretudo de imigrantes e seus descendentes.</p><p>Disponível em: https://www. folha.uol.com.br/esporte/2018/07/multiculturais-franca-</p><p>e-belgica-buscam-unidade-nacional-na-copa.shtml. Acesso em: 10 jul. 2018 (com</p><p>adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>e.</p><p>A composição da seleção francesa aponta para a importância da</p><p>perspectiva multicultural, em que se valorizam as formas de convívio</p><p>entre os diferentes, a mediação de conflitos identitários e o exercício</p><p>da alteridade.</p><p>Respostas: a.</p><p>A admiração dos torcedores pelos jogadores da seleção francesa</p><p>evidencia a redução do preconceito de cidadãos franceses contra</p><p>descendentes de imigrantes.</p><p>http://www/</p><p>b.</p><p>O aumento do número de jogadores e a ampliação da diversidade de</p><p>nacionalidades ameaçam a perpetuação dos valores e da tradição do</p><p>povo francês.</p><p>c.</p><p>A inclusão de jogadores de origem árabe e africana na seleção</p><p>francesa teve o efeito imediato de minimizar visões e interpretações</p><p>equivocadas dos efeitos da imigração, como desemprego e pobreza.</p><p>d.</p><p>A presença de jogadores franceses de origem africana sinaliza a</p><p>efetiva integração dos imigrantes e de seus descendentes à</p><p>sociedade francesa, após longo processo de incentivo à inclusão</p><p>social de estrangeiros no país.</p><p>e.</p><p>A composição da seleção francesa aponta para a importância da</p><p>perspectiva multicultural, em que se valorizam as formas de convívio</p><p>entre os diferentes, a mediação de conflitos identitários e o exercício</p><p>da alteridade.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Resposta: E</p><p>Comentário:</p><p>Análise das alternativas.</p><p>A-Alternativa incorreta: Não há evidências de redução de</p><p>preconceito contra os estrangeiros e seus descendentes.</p><p>B-Alternativa incorreta: Não há ameaça contra os valores do povo</p><p>francês.</p><p>C-Alternativa incorreta: Os jogadores de origem estrangeira são</p><p>exceções de sucesso. Não podem ser tomados como parâmetro para</p><p>análise de desemprego dos imigrantes.</p><p>D-Alternativa incorreta: Como dito na justificativa anterior, trata-se</p><p>de casos excepcionais, que não sinalizam a real integração dos</p><p>imigrantes na sociedade francesa.</p><p>E-Alternativa correta: A seleção francesa, ao unir jogadores de</p><p>diferentes origens e culturas, produz um retrato das sociedades</p><p>atuais, em que a multiculturalidade e as variedades identitárias</p><p>ocupam papel central.</p>

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