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Slides - Psicodiagnóstico

Material sobre psicodiagnóstico clínico: definição (Cunha, 2000), objetivos de descrever e compreender a personalidade, técnicas (entrevista semidirigida, testes, projetivas), etapas/momentos (contato inicial, bateria de testes, devolução, laudo) e recomendações terapêuticas.

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<p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>PSICODIAGNÓSTICO</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>“Psicodiagnóstico é um processo científico, limitado no tempo, que utiliza técnicas e</p><p>testes psicológicos (input), em nível individual ou não, seja para entender</p><p>problemáticas à luz de pressupostos teóricos, identificar e avaliar aspectos</p><p>específicos, seja para classificar o caso e prever o seu curso possível, comunicando</p><p>os resultados (output), na base dos quais são propostas soluções, se for o caso”.</p><p>Definição de psicodiagnóstico, segundo Cunha (2000, p.26):</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>O psicodiagnóstico abrange qualquer tipo de avaliação psicológica de caráter</p><p>clínico que se apoie em uma teoria psicológica de base e que adote uma ou</p><p>mais técnicas reconhecidas pela ciência psicológica;</p><p>O psicodiagnóstico não se limita a uma avaliação de sinais e sintomas, tendo</p><p>como resultado um diagnóstico nosológico (hipóteses iniciais são testadas,</p><p>tomando como referência critérios diagnósticos);</p><p>A Simples aplicação de um teste, por mais complexo que ele possa ser, deva ser</p><p>entendida como psicodiagnóstico;</p><p>O termo “psicodiagnóstico” descreve um procedimento complexo, interventivo,</p><p>baseado na coleta de múltiplas informações, que possibilite a elaboração de</p><p>uma hipótese diagnóstica alicerçada em uma compreensão teórica.</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Alguém pede ajuda (o paciente);</p><p>O outro (o psicólogo) aceita seu pedido e se compromete a satisfazê-la na</p><p>medida de suas possibilidades;</p><p>É uma situação bipessoal (psicólogo – paciente ou psicólogo – grupo familiar);</p><p>De duração limitada.</p><p>Institucionalmente configura papéis bem definidos.</p><p>Com contrato:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>O PROCESSO PSICODIAGNÓSTICO</p><p>(ETAPAS)</p><p>CARACTERIZAÇÃO DO PROCESSO PSICODIAGNÓSTICO</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>A investigação psicológica deve conseguir uma descrição e compreensão da</p><p>personalidade do paciente,</p><p>Mencionar seus elementos constitutivos não satisfaz as nossas exigências;</p><p>Enfatiza um aspecto em particular, segundo sintomatologia e as</p><p>características da indicação (se houver);</p><p>Abrange os aspectos passado, presentes (diagnóstico) e futuro (prognóstico)</p><p>dessa personalidade.</p><p>“Objetivos: conseguir uma descrição e compreensão, o maisprofunda e completa</p><p>possível, da personalidade total dopaciente ou do grupo familiar.</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>“Explicar a dinâmica do caso tal como aparece no material recolhido,</p><p>integrando-o num quadro global.</p><p>Alcançado o panorama preciso e completo do caso;</p><p>Incluindo os aspectos patológicos e os adaptativos.</p><p>Entrevista semidirigida;</p><p>Testes Psicológicos;</p><p>Técnicas projetivas;</p><p>Entrevista de devolução.</p><p>Para alcançar tais objetivos utiliza certas técnicas:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Terapia breve ou prolongada,</p><p>Individual,</p><p>De casal,</p><p>De grupo ou de grupo familiar;</p><p>Com que frequência;</p><p>Se é recomendável um terapeuta homem ou mulher;</p><p>Se a terapia pode ser analítica ou de outras abordagens;</p><p>Se é necessário tratamento medicamentoso paralelo, Etc.</p><p>Trataremos, assim, de formular as recomendações terapêuticas adequadas:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>1º) Primeiro contato e entrevista inicial com o paciente.</p><p>2º) Aplicação de testes e técnicas projetivas.</p><p>3º) Encerramento do processo: devolução oral ao paciente (e/ou a seus pais).</p><p>4º) Comunicação Sistemática para o remetente (Laudo).</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>MOMENTOS DO PROCESSO PSICODIAGNÓSTICO</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Que pode ser direto (pessoalmente ou portelefone),</p><p>Ou por intermédio de outra pessoa.</p><p>A entrevista inicial ou primeira entrevista.</p><p>estabelecemos o contato com opaciente:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>PRIMEIRO MOMENTO</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Bateria previamente selecionada e ordenada de acordo com o caso.</p><p>Incluímos aqui o tempo que o psicólogo vai utilizar para o estudo do material</p><p>recolhido.</p><p>Aplicação da bateria detestes:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>SEGUNDO MOMENTO</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Pela entrevista de devolução de informações ao paciente (e/ou aos pais),</p><p>E pela redação da comunicação sistemática para o profissional que o</p><p>encaminhou.</p><p>Informar o paciente acerca dos resultados dos testes;</p><p>Orientá-lo com relação a atitude mais recomendável a ser tomada em seu caso.</p><p>Faz-se o mesmo em relação a quem enviou o caso para o psicodiagnóstico.</p><p>(forma e conteúdo do informe depende de quem o solicitou e do que foi solicitado</p><p>investigar).</p><p>Integrados respectivamente:</p><p>Estes passos possibilitam:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>TERCEIRO E QUARTO MOMENTO</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Tem início desde o encaminhamento com base na hipótese diagnóstica do outro</p><p>profissional ou da queixa;</p><p>Esclarecimento de questões iniciais;</p><p>Definição das hipóteses e dos objetivos do processo.</p><p>Entrevista inicial com o paciente\responsável, para conhecê-lo e extrair</p><p>informações visando formular hipóteses para planejar a bateria de testes a aplicar.</p><p>Tais hipóteses seriam traduzidas em forma de perguntas norteadoras do processo.</p><p>Ex: Será que os sintomas do paciente servem para que não saia da condição de</p><p>dependente de uma mulher? (relacionado a T. de Personalidade Dependente)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>PASSOS DO PSICODIAGNÓSTICO</p><p>FORMULAÇÃO DE PERGUNTAS BÁSICAS OU HIPÓTESES DO</p><p>PSICODIAGNÓSTICO TRADICIONAL (CONTATO INICIAL)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Esclarecidas as questões iniciais e definidas as hipóteses e os objetivos do</p><p>processo, o psicólogo tem condições de saber qual o tipo de exame que é adequado</p><p>para chegar a conclusões e assim pode prever o tempo necessário para realizá-lo.</p><p>No momento em que é possível ter uma previsão, deve-se formalizar com o</p><p>paciente ou responsável os termos em que o processo psicodiagnóstico vai se</p><p>desenvolver, definindo papéis, obrigações, direitos e responsabilidades múltiplas.</p><p>O contrato de trabalho só deve ser revisto se previamente o psicólogo aventar esta</p><p>possibilidade. Neste caso, ao paciente deve ser explicado a necessidade de</p><p>submetê-lo a mais um teste, mas sem qualquer ônus para ele.</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>CONTRATO DE TRABALHO</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Há casos em que o plano de avaliação é estabelecido previamente quando há dados</p><p>que permitam formulá-lo (repertório comportamentais, exames médicos, relatórios,</p><p>prontuários, processos).</p><p>Só é estabelecido após a entrevista com o sujeito\responsável.</p><p>características demográficas do indivíduo (idade, sexo, nível sociocultural)</p><p>condições específicas (compromentimentos sensoriais, motores, cognitivos.</p><p>fatores situacionais (hospitalização, uso de medicação que compromete resultados)</p><p>idioma pátrio, dominância (destro ou sinistro), uso de aparelhos (óculos, auditivos),</p><p>daltonismo</p><p>A escolha do instrumento de medida (testes, escalas, inventários) é determinada pelo</p><p>objetivo do exame e deve levar em conta:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>PLANO DE AVALIAÇÃO</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>intervalidação dos resultados (comparar resultados de técnicas semelhantes com</p><p>forma de aplicação diferente por ex.) ;</p><p>para complementação de dados.</p><p>Às vezes, são previstos instrumentos alternativos para testar a mesma hipótese para:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Bateria de testes é a expressão utilizada para designar um conjunto de testes ou de</p><p>técnicas, que podem variar entre dois e cinco ou mais instrumentos, que são incluídos no</p><p>processo psicodiagnóstico para fornecer subsídios que permitam confirmar ou infirmar as</p><p>hipóteses iniciais, atendendo o objetivo da avaliação.</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>BATERIA DE TESTES</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>A bateria de testes deve ser aplicada em uma sequência específica, considerando o</p><p>aspecto avaliado por cada um, seu nível de estruturação e caráter ansiogênico.</p><p>Outro aspecto importante é a escolha de testes: - validados (com estudos de</p><p>correlação com bons índices.</p><p>Baterias padronizadas para avaliações específicas, muitas vezes de avaliação</p><p>neuropsicológica, é comum avaliar sempre no indívíduo o funcionamento da memória,</p><p>atenção, rac. Numérico, etc. Ex: screening para dificuldades de aprendizagem,</p><p>com 1</p><p>teste de memória, 1 ditado, 1 de escrita, 1 de praxia, 1 de atenção);</p><p>Baterias não-padronizadas, que são organizadas a partir de um plano de avaliação,</p><p>comum na prática clínica, avalia no indivíduo o que a queixa e outros dados auxiliaram</p><p>a formular a HD. Ex.: avaliar memória e atenção apenas para subsidiar diagnóstico do</p><p>quadro de depressão.</p><p>Há dois tipos principais de baterias de testes:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>o tempo necessário de aplicação de cada um;</p><p>o grau de dificuldade;</p><p>Qualidade ansiogênica;</p><p>Características de cada paciente.</p><p>Alguns autores indicam primeiramente técnicas projetivas, de preferência gráficas</p><p>como HTP;</p><p>Cunha não indica este procedimento porque estas técnicas são mais familiares do</p><p>paciente e podem ser utilizadas como alternativa em casos de fatigabilidade. Além de</p><p>implicar em condicionamento indesejável em crianças e menor credibilidade no</p><p>processo em adultos (podem achar que não tem caráter científico).</p><p>Frequentemente a bateria inclui testes psicométricos e técnicas projetivas que devem ser</p><p>organizados para aplicação levando em conta:</p><p>Sobre a “qualidade ansiogênica”:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Alguns autores indicam primeiramente técnicas projetivas, de preferência gráficas</p><p>como HTP;</p><p>Cunha não indica este procedimento porque estas técnicas são mais familiares do</p><p>paciente e podem ser utilizadas como alternativa em casos de fatigabilidade. Além de</p><p>implicar em condicionamento indesejável em crianças e menor credibilidade no</p><p>processo em adultos (podem achar que não tem caráter científico).</p><p>Cunha sugere intercalar técnicas projetivas (menos estruturadas, diminui a</p><p>consciência de “certo-errado”) com testes psicométricos (como os de inteligência,</p><p>eventual sensação de fracasso), pois uma técnica pode amenizar estados</p><p>ansiogênicos provocados pela outra.</p><p>Sobre a “qualidade ansiogênica”:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Familiaridade do profissional com os testes (adequação, instruções, aplicação,</p><p>inquérito, normas de correção e interpretação), no qual cada ponto deve ser</p><p>seguido cuidadosamente como descrito no manual técnico;</p><p>Organização prévia do material para facilitação do manejo;</p><p>Estabelecer bom rapport (clima descontraído de confiança e entendimento)</p><p>para obter cooperação, diminuir ansiedade;</p><p>Esclarecimento de dúvidas ao paciente durante todo o processo.</p><p>Postura do aplicador (evitar incentivos quando não recomendado, administrar</p><p>contratransferência, utilizar estímulos neutros);</p><p>Anotar respostas (verbais ou não) na íntegra.</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>ADMINISTRAÇÃO DE TESTES E TÉCNICAS</p><p>(PARTICULARIDADES)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Revisão de observações feitas (do comportamento, por ex.);</p><p>Exame da história clínica;</p><p>Recapitular hipóteses para análise e seleção de dados úteis (dados devem</p><p>responder perguntas da hipótese);</p><p>Rever os objetivos do exame para nortear a organização dos dados (indícios de</p><p>indivíduo com traços obcessivos não são importantes em uma classificação</p><p>simples);</p><p>Transformar escores brutos em percentis, quartis, escore T ou outros, de</p><p>acordo com normas de interpretação;</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>LEVANTAMENTO, ANÁLISE, INTERPRETAÇÃO E</p><p>INTEGRAÇÃO DOS DADOS</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Cunha dá ênfase aos dados quantitativos (provenientes de testes</p><p>psicométricos ou projetivos com propriedades psicométricas conhecidas),</p><p>porque há mais pesquisas a respeito e oferecendo uma base probabilística</p><p>maior de acerto do diagnóstico que se baseia neles, do que as informações</p><p>oriundas de uma análise qualitativa.</p><p>Dados qualitativos são muito importantes na compreensão dinâmica porque</p><p>são capazes de descrever particularidades e a singularidade de cada caso,</p><p>facilitando orientações e projeto terapêutico.</p><p>Dependendo dos objetivos e das HD, a essa altura, algumas respostas podem ter</p><p>sido encontradas.</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>coincidências e discordâncias;</p><p>hierarquizar indícios;</p><p>identificar dados mais significativos.</p><p>Organizar os dados oriundos de diferentes fontes (entrevista\ testes) buscando:</p><p>Para contratar (comparar) com dados do paciente (história de vida, condição pré-</p><p>morbida, sintomas, condutas) de forma a confirmar ou não as hipóteses iniciais.</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>Para chegar à inferência clínica, chamada de “diagnóstico”, o psicólogo deve examinar</p><p>os dados de que dispõe em função de determinados critérios (critérios diagnósticos).</p><p>Se critérios para um transtorno descrito em classificações oficiais como CID 11 ou</p><p>DSM-V são atendidos (existem) pode-se classificar o caso numa categoria nosológica.</p><p>Com base nesta classificação e dados da história clínica (história da patologia) pode-</p><p>se prever o curso provável do transtorno (prognóstico) e planejar a intervenção</p><p>terapêutica (ex. a seguir).</p><p>Exemplo: Se indivíduo responde as Escalas Beck (depressão, ansiedade, desesperança e</p><p>ideação suicída) e tem mais pontos na última o prognóstico para o caso de não contar</p><p>com acompanhamento psiquiátrico é psicológico (intervenção) pode ser tentar o suicídio.</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTICO</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>forma;</p><p>uso de terminologias;</p><p>Linguagem (mais coloquial);</p><p>nível sóciocultural e intelectual;</p><p>condições emocionais.</p><p>Em entrevista devolutiva, cujo objetivo é comunicar ao paciente (pais\responsáveis) o</p><p>que se passa com ele e orientá-lo com relação à condita a ser seguida. Considerar de</p><p>acordo com receptor:</p><p>A comunicação pode ser de forma sistemática (entrevistas de devolução e laudos) ou</p><p>assistemática (devoluções informais).</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>COMUNICAÇÃO DO RESULTADOS</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>iniciar com dados de identificação;</p><p>Época de realização do exame;</p><p>Registro dos motivos da consulta;</p><p>Registro de observações sobre o paciente;</p><p>Relato da história clínica;</p><p>Resultados da testagem;</p><p>Entendimento dinâmico ou classificação nosológico de acordo com objetivo</p><p>Prognóstico com encaminhamentos\orientações.</p><p>Na comunicação Sistemática por meio de laudos:</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p><p>)</p>