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<p>GRUPO ESCOTEIRO CURUQUI 142</p><p>TROPA ATLANTIS</p><p>ESPECIALIDADE DE CANOAGEM:</p><p>GIOVANNA VICTÓRIA DE SOUZA LUZ</p><p>JUNDIAI, SP</p><p>Setembro / 2024</p><p>GIOVANNA VICTÓRIA DE SOUZA LUZ</p><p>CANOAGEM:</p><p>Dissertação apresentada a especialidade de canoagem do ramo de conhecimento Desportos, como requisito para obtenção da insígnia Naval.</p><p>Chefe: ANGELO MATHEUS</p><p>JUNDIAI, SP</p><p>Setembro / 2024</p><p>Item 1:</p><p>Explicar quais os tipos de canoas e suas origens.</p><p>Canoa de Polo</p><p>· Origem: Desenvolvida na Europa. O polo aquático começou como um esporte em que os jogadores competiam em grandes barcos em corpos d'água. Esse formato inicial foi substituído por uma versão em que os jogadores estão em canoas, o que trouxe mais agilidade e intensidade ao jogo. Na década de 1970, as canoas de polo começaram a ser desenvolvidas e aprimoradas para atender às necessidades específicas do esporte. A partir dessa década, fabricantes começaram a projetar canoas mais curtas e manobráveis, feitas de materiais como plástico e fibra de vidro, para facilitar a movimentação rápida e a interação durante o jogo.</p><p>· Características: Projetada especificamente para o esporte de polo aquático, com uma forma mais curta e manobrável, geralmente feita de plástico ou compósitos.</p><p>Canoa de Recreio</p><p>· Origem: Popular em várias partes do mundo, especialmente na Europa e América do Norte. Originária das canoas norte americanas utilizadas pelos indígenas.</p><p>· Características: Projetada para lazer e passeios tranquilos, é geralmente mais estável e confortável. Pode ser feita de plástico ou outros materiais duráveis.</p><p>Canoa de Mar</p><p>· Origem: Desenvolvimento global, com forte presença em regiões costeiras.</p><p>· Características: Projetada para navegação em alto-mar e águas costeiras, tem um casco mais estreito e alongado, com maior capacidade de carga e estabilidade em mar aberto.</p><p>Canoa de Corrida</p><p>· Origem: Evolução das canoas de competição na Europa e América do Norte.</p><p>· Características: Focada em velocidade, com um design fino e aerodinâmico, geralmente feita de materiais leves como fibra de carbono. Ideal para competições de alta velocidade.</p><p>Item 2:</p><p>Preparar uma canoa para esporte e passeio.</p><p>Esporte</p><p>• Para o preparo de uma canoa esportiva, os seguintes itens devem ser levados em conta: Amazônia azul</p><p>• Escolha do Tipo de Canoa: Para Competição, escolha uma canoa adequada para o tipo específico de esporte, como canoa de slalom, canoa de polo, ou canoa de corrida. Cada tipo é projetado para diferentes estilos de competição e condições.</p><p>• Equipamento e Ajustes: Para esportes de competição, ajuste o assento e as lonas (se aplicável) para garantir uma posição ergonômica e eficiente para o desempenho. Certifique-se de que todos os equipamentos de segurança, como coletes salva-vidas e capacetes, estão adequados e em boas condições.</p><p>• Inspeção e Manutenção: Examine a estrutura da canoa quanto a rachaduras, amassados ou outros danos que possam afetar o desempenho. Limpe a canoa para remover qualquer sujeira ou resíduos que possam interferir na performance.</p><p>Acessórios: Verifique o remo ou a pá para garantir que estão ajustados e em boas condições. Dependendo do esporte, pode haver necessidade de acessórios específicos, como protetores de braço, cintos de segurança, ou suportes de remos.</p><p>Passeio</p><p>· Escolha uma canoa projetada para conforto e estabilidade, como uma canoa de recreio ou uma canoa canadense. Estes tipos são geralmente mais largos e estáveis, proporcionando uma navegação mais tranquila.</p><p>· Ajuste o assento para garantir conforto durante passeios prolongados. Algumas canoas têm assentos ajustáveis ou almofadados para maior conforto. É essencial ter coletes salva-vidas e, se necessário, equipamentos de segurança, como uma capa de chuva ou sinalizadores.</p><p>· Faça uma inspeção para garantir que não há vazamentos, rachaduras ou danos estruturais que possam comprometer a segurança e, como na de esporte, limpe a canoa para remover sujeira ou outros resíduos.</p><p>· Para passeios, você pode precisar de acessórios como suportes para garrafas d’água, compartimentos de armazenamento para alimentos e outros itens, e um kit básico de primeiros socorros. Também use um remo que seja confortável e adequado para passeios. Para passeios tranquilos, um remo mais largo e estável pode ser mais adequado.</p><p>Grupo Escoteiro do Mar "Paulistano"</p><p>Foi fundado em 1950, o primeiro grupo do mar do estado de São Paulo, o GE “Paulistano”. O grupo surgiu com o objetivo de expandir o escotismo para atividades relacionadas ao mar, como navegação e vela, como o modelo do escotismo marítimo que já existia em outros países.</p><p>O Grupo Escoteiro do Mar "Paulistano" estabeleceu um legado de excelência no escotismo marítimo em São Paulo e é um modelo para outros grupos que seguem o mesmo caminho. Seu compromisso com a educação e o desenvolvimento de jovens continua a influenciar positivamente a comunidade escoteira.</p><p>O grupo continua operando e a crescendo, mantendo a tradição do escotismo marítimo e adaptando-se às novas demandas e desafios do ambiente marítimo moderno.</p><p>Item 3:</p><p>Pesquisar e apresentar a história da Marinha Mercante do Brasil, destacando seus expoentes e líderes dentre Praças e Oficiais, com especial destaque a 1 (um) desses vultos, à sua escolha.</p><p>Marinha Mercante do Brasil A Marinha Mercante do Brasil tem uma história que remonta ao período colonial, quando o país começou a desenvolver sua frota mercante para apoiar o comércio e a economia nacional. A partir do século XIX, especialmente com a chegada da República, houve um esforço significativo para expandir e modernizar a frota, incluindo a criação de instituições e incentivos para a navegação comercial.</p><p>Entre os expoentes e líderes da Marinha Mercante estão tanto Praças quanto oficiais, que desempenharam papéis essenciais no desenvolvimento e na operação da frota mercante nacional. (João Cândido Felisberto (1880-1969), Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré (1807-1897), Almirante José Maria de Alpoim (1840-1890), Almirante Júlio de Noronha (1872-1944), Almirante Pedro Max Schlee (1917-2001))</p><p>Entre eles, destaca-se o João Batista Mascarenhas de Moraes. Foi o comandante da Força Expedicionária Brasileira, na Segunda Guerra Mundial durante a Campanha da Itália, entre 1944 e 1945. Em dezembro de 1943, o então General Mascarenhas de Moraes foi designado para comandar a 1.ª DIE.Marechal João Batista</p><p>Item 4:</p><p>Pesquisar e apresentar a História da Marinha Mercante do Brasil (Império e República) demonstrando que sabe a história do seu patrono e apresentar as possibilidades da navegação fluvial no Brasil e suas diversas possibilidades nas diversas regiões geográficas.</p><p>Patrono: O patrono da Marinha Mercante é o Almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré. Ele foi um destacado líder naval durante a Guerra do Paraguai e desempenhou um papel crucial na modernização da Marinha, contribuindo significativamente para a formação de uma frota mercante nacional.</p><p>Essas possibilidades incluem:</p><p>• Amazônia: Navegação em rios como o Amazonas e o Solimões, essencial para o transporte de mercadorias e a integração de comunidades isoladas.</p><p>• Centro-Oeste: Rios como o Araguaia e o Tocantins, importantes para o escoamento de produtos agrícolas e minerais.</p><p>• Sul: Navegação no rio Paraná e seus afluentes, crucial para o comércio de grãos e a indústria.</p><p>• Região Nordeste: O rio São Francisco desempenha um papel vital no transporte e na irrigação agrícola.</p><p>Item 5:</p><p>Item 6:</p><p>Visitar algum museu ou feira náutica, apresentando relatório sobre a experiência.</p><p>Fiz a visitação virtualmente no museu EXEA, que possui um rico acervo virtual, eu escolhi fazer a visitação do acervo dos Vikings, feito por Dr. Johnni Langer.</p><p>Introdução:</p><p>“Para esta exposição pensamos especialmente em um tipo de representação imagético-literária: o viking como rei do mar, mas que não deixou de envolver também os outros aspectos mencionados. Ela surgiu inicialmente pela interpretação do termo vikings como sendo vi-kings (sea-kings, reis do mar, reforçado</p><p>pelo nórdico antigo sækonungr, reis do mar, das sagas islandesas).”.</p><p>Exposição:</p><p>Navio viking. Edward Burne-Jones, Estados Unidos, 1883-1884, vitral.</p><p>Considerações finais:</p><p>Aqui, eu trouxe as obras que eu mais gostei, mostrando como alguns lugares descreviam os vikings.</p><p>Achei o acervo muito legal e completo, mostrando bastante como cada local via os vikings, como a Noruega e os Estados Unidos, alguns lugares os viam como bravos e fortes, como os reis de mar, e outros os viam como brutos e selvagens. Muito dessa variação ocorreu por conta da necessidade de cada local, alguns lugares prescisavam de figuras para heróis nacionais, então os colocavam como heróis, outros os utilizaram como personagens literários, variando entre os descrever ‘bem’ e ‘mal’, de acordo co o que mais se encaixava nas histórias.</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image1.jpeg</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p>

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