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<p>Gestão de Projetos Educacionais</p><p>Seu progresso</p><p>Curso: Gestão de Projetos Educacionais</p><p>· ÁREA DO PARTICIPANTE</p><p>Olá, Deide Campos Marques.</p><p>Aqui separamos algumas informações básicas sobre seu curso:</p><p>Carga horária: 30 horas.</p><p>Nota mínima para aprovação: 60 pontos.</p><p>Lembre-se de sempre consultar o Guia do Participante, em caso de dúvidas, e de responder a Avaliação de Satisfação com o Curso com suas sugestões e elogios. Sua opinião é importante para nós.</p><p>Bons estudos!</p><p>· Biblioteca</p><p>·</p><p>LIVRO</p><p>Guia do ParticipanteLivro</p><p>A fazer: Ver</p><p>·</p><p>PASTA</p><p>Conteúdo em PDFPasta</p><p>A fazer: Ver</p><p>·</p><p>GLOSSÁRIO</p><p>Glossário</p><p>A fazer: Ver</p><p>·</p><p>PÁGINA</p><p>ReferênciasPágina</p><p>A fazer: Ver</p><p>· MÓDULO 1: PLANEJAMENTO E GESTÃO DE PROJETOS EDUCACIONAIS</p><p>·</p><p>·</p><p>URL</p><p>Conteúdo - Módulo 1URL</p><p>A fazer: Ver</p><p>·</p><p>QUESTIONÁRIO</p><p>Exercício Avaliativo - Módulo 1Questionário</p><p>A fazer: Receber uma nota</p><p>· MÓDULO 2: DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE PROJETOS</p><p>·</p><p>·</p><p>URL</p><p>Conteúdo - Módulo 2URL</p><p>A fazer: Ver</p><p>·</p><p>QUESTIONÁRIO</p><p>Exercício Avaliativo - Módulo 2Questionário</p><p>A fazer: Receber uma nota</p><p>· MÓDULO 3: METODOLOGIAS DE GESTÃO DE PROJETOS APLICADAS À EDUCAÇÃO</p><p>·</p><p>·</p><p>URL</p><p>Conteúdo - Módulo 3URL</p><p>A fazer: Ver</p><p>·</p><p>QUESTIONÁRIO</p><p>Exercício Avaliativo - Módulo 3Questionário</p><p>A fazer: Receber uma nota</p><p>· MÓDULO DE ENCERRAMENTO</p><p>·</p><p>ENQUETE</p><p>Avaliação de Satisfação com o CursoEnquete</p><p>A fazer: Concluir a atividade</p><p>Guia do Participante</p><p>1. Apresentação</p><p>Diante da crescente demanda das organizações públicas por engenharias didáticas inovadoras e fluidas, este curso apresenta conceitos sobre o planejamento e a gestão de projetos educacionais corporativos com uso de metodologias ágeis e colaborativas. Para isso compreenda os elementos básicos dos projetos e uma possível estruturação a partir da sua relação com o design instrucional, entre outros.</p><p>O conteúdo foi estruturado em 3 módulos, a saber:</p><p>· Módulo 1: Planejamento e gestão de projetos educacionais.</p><p>· Módulo 2: Desenvolvimento e aplicação de projetos.</p><p>· Módulo 3: Metodologias de gestão de projetos aplicadas à educação.</p><p>Direitos autorais:</p><p>As informações e opiniões emitidas nesta publicação são de exclusiva e inteira responsabilidade do(s) autor(es), não exprimindo, necessariamente, o ponto de vista da Escola Nacional de Administração Pública (Enap). É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.</p><p>Desejamos a você um ótimo curso!</p><p>2. Público-alvo</p><p>O curso destina-se a servidores públicos, graduados em qualquer área de atuação, com atuação na concepção, desenvolvimento, execução e avaliação de soluções de capacitação para desenvolvimento de competências. Servidores públicos de qualquer esfera e Poder, bem como cidadãos em geral estão autorizados a realizar o curso. O curso é aberto a todos os interessados.</p><p>3. Carga horária e período de disponibilidade</p><p>O curso possui carga horária de 30 horas. O prazo para a realização do curso, isto é, seu período de disponibilidade, começa a ser contado a partir do dia da sua inscrição.</p><p>Para verificar o período de disponibilidade dessa formação, siga as orientações:</p><p>1. Acesse https://www.escolavirtual.gov.br.</p><p>2. No canto superior direito, utilize o botão “Entrar” para fazer login na Secretaria Virtual da EV.G.</p><p>3. No canto superior direito, acesse o seu nome.</p><p>4. Em "Meus Cursos", escolha a opção "Em Andamento".</p><p>5. Na página que será aberta, você obterá a informação sobre o período de disponibilidade do curso, bem como suas datas de início e término, a carga horária e nota mínima exigida para a aprovação.</p><p>Observação: o período do curso não é prorrogado, portanto, busque se organizar fazendo um cronograma de estudos para o cumprimento de todas as atividades. Lembramos que, após o encerramento, não será possível acessar o ambiente do curso.</p><p>Caso seja necessário, é possível cancelar/trancar a inscrição no curso seguindo as orientações disponíveis no nosso site, na aba: Perguntas Frequentes.</p><p>4. Objetivos</p><p>O objetivo do curso é fornecer aos servidores públicos aspectos conceituais sobre o planejamento e a gestão de projetos educacionais corporativos com uso de metodologias ágeis.</p><p>Antes de alcançar o objetivo geral, habilidades anteriores precisam ser adquiridas gradativamente. Por esse motivo, os objetivos específicos descritos abaixo também devem ser atingidos ao longo do curso!</p><p>Ao final deste curso, espera-se que você seja capaz de:</p><p>· Listar os elementos básicos relacionados a projetos;</p><p>· Reconhecer a relação entre projetos e projetos educacionais por meio da identificação das fases do projeto e do design instrucional;</p><p>· Classificar os aspectos da inovação que se aplicam à gestão de projetos educacionais, considerando a necessidade de gestão ágil e a relevância da gestão colaborativa;</p><p>· Esclarecer critérios para a priorização na gestão de projetos, passando pela estruturação e relacionando-os com o design instrucional; e</p><p>· Definir a metodologia mais adequada, de acordo com o tipo de projeto a ser desenvolvido.</p><p>· 5. Metodologia</p><p>· Este curso será realizado na modalidade a distância, via internet, utilizando-se a plataforma Moodle, disponível na Escola Virtual.Gov, tanto para apresentação do conteúdo quanto para cumprimento e gerenciamento das atividades avaliativas. Para o bom funcionamento de todos os recursos, é fundamental que o navegador utilizado esteja atualizado.</p><p>· Início de destaque importante.</p><p>· Este curso é sem tutoria. Não há presença de tutor para tirar dúvidas de conteúdo e de outras ordens. Nesse sentido, o participante é responsável pelo seu aprendizado, desenvolvendo-o de maneira autônoma e automotivacional. Deve estar atento para a organização e a gestão do tempo, definindo seu ritmo de estudos.</p><p>· Fim de destaque importante.</p><p>·</p><p>· Em caso de dificuldades, o participante poderá verificar as orientações disponibilizadas no nosso site, na aba: Perguntas Frequentes.</p><p>· 6. Atividades e Avaliações</p><p>· Você possui uma tentativa para realizar as atividades do curso. Não há tempo limite para realizá-las.</p><p>O quadro a seguir apresenta as atividades do curso e suas respectivas pontuações.</p><p>ATIVIDADES</p><p>NOTA MÁXIMA</p><p>Módulo 1: Planejamento e gestão de projetos educacionais</p><p>Estudo do conteúdo - Módulo 1</p><p>Atividade não pontuada</p><p>Exercício Avaliativo - Módulo 1</p><p>35 pontos</p><p>Módulo 2: Desenvolvimento e aplicação de projetos</p><p>Estudo do conteúdo - Módulo 2</p><p>Atividade não pontuada</p><p>Exercício Avaliativo - Módulo 2</p><p>30 pontos</p><p>Módulo 3: Metodologias de gestão de projetos aplicadas à educação</p><p>Estudo do conteúdo - Módulo 3</p><p>Atividade não pontuada</p><p>Exercício Avaliativo - Módulo 3</p><p>35 pontos</p><p>Módulo de Encerramento</p><p>Avaliação de Satisfação com o Curso</p><p>Atividade não pontuada</p><p>Total de pontos do curso</p><p>100 pontos</p><p>7. Certificado</p><p>Para ser considerado concluinte e emitir um certificado, é preciso obter 60 pontos no conjunto de atividades obrigatórias.</p><p>Início de destaque.</p><p>Após conclusão, o certificado estará disponível na Secretaria Virtual da EV.G: https://www.escolavirtual.gov.br/aluno/certificados.</p><p>Fim de destaque.</p><p>Caso você tenha atingido a nota para aprovação e queira emitir seu certificado antes da data final do curso, é possível clicar em antecipar a conclusão. Esta ação não poderá ser desfeita e sua nota final será definitiva.</p><p>No caso de necessidade de averbação das horas de capacitação junto à instituição, a veracidade do certificado poderá ser verificada na página inicial da Escola Virtual, mais especificamente no campo Validar Certificado. Para realizar esse procedimento, não é necessário possuir senha de acesso à Escola Virtual.</p><p>Atenção!</p><p>A emissão do certificado estará disponível somente se a nota mínima exigida e os demais requisitos para aprovação tiverem sido atingidos. Consulte todas as informações do Guia do Participante antes de tentar emitir o certificado.</p><p>8. Conteudista</p><p>Amanda Machado, 2021.</p><p>Curso desenvolvido no âmbito da Diretoria de Desenvolvimento Profissional – DDPRO.</p><p>Conteúdo em PDF</p><p>Condições de conclusão</p><p>Feito: Ver</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Download da pasta</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>Módulo 1</p><p>- Planejamento e Gestão de Projetos Educacionais.pdf</p><p>Módulo 2 - Desenvolvimento e aplicação de projetos.pdf</p><p>Módulo 3 - Metodologias de gestão de projetos aplicadas à educação.pdf</p><p>Referências</p><p>Condições de conclusão</p><p>Feito: Ver</p><p>Referências  Módulo 1</p><p>BIGÃO, Fabiana; MOURA, Myrian. Fundamentos de gestão de projetos. [s. l.], [201-]. E-book.</p><p>BRASIL. Ministério do Planejamento. Metodologia de gerenciamento de projetos do SISP. Brasília, 2011.</p><p>PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE (PMI). Um guia do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK®). 6. ed. EUA: Project Management Institute, 2017.</p><p>MONTAGNER, Carlos Alberto. Elaboração e análise de projetos. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2010.</p><p>BRITO, Jorge Nei; SABARIZ, Antônio Luis Ribeiro. Elaboração e gestão de projetos educacionais. Minas Gerais: UFSJ, 2011.</p><p>FILATRO, Andrea; CAIRO, Sabrina M. Produção de conteúdos educacionais. São Paulo:  Saraiva, 2015.</p><p>GAVA, Tânia Barbosa Salles; NOBRE, Isaura Alcina Martins; SONDERMANN, Danielli Veiga Carneiro. O modelo ADDIE na construção colaborativa de disciplinas a distância. Informática na educação: teoria & prática, v. 17, n. 1, p. 114, 2014. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/InfEducTeoriaPratica/article/view/34488. Acesso em: 8 jun. 2020.</p><p>KENSKI, Vani Moreira. Gestão de projetos educacionais on-line. In: KENSKI, Vani Moreira (Org.). Design Instrucional para cursos on-line. 1. ed. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2015.</p><p>SMITH, Patrícia L.; RAGAN, Tillman J. Instructional design. New York: John Wiley & Sons, 2004.</p><p>Referências  Módulo 2</p><p>BARBOSA, Andy. O verdadeiro agile coach: a essência toma forma. Santa Catarina: Agile Institute Brazil, 2020.</p><p>CAVALCANTE, Pedro et al. (Orgs.). Inovação no setor público: teoria, tendências e casos no Brasil. Brasília: Enap: Ipea, 2017.</p><p>GRAY, Alex. The 10 skills you need to thrive in the Fourth Industrial Revolution. [S. l.], 19 Jan. 2016. Disponível em: https://www.weforum.org/agenda/2016/01/the-10-skills-you-need-to-thrive-in-the-fourth-industrial-revolution/. Acesso em: 7 abr. 2021.</p><p>TERRA, José Cláudio Cyrineu. Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. 5. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.</p><p>FILATRO, Andrea; CAIRO, Sabrina. Produção de conteúdos educacionais. São Paulo:  Saraiva, 2015.</p><p>MAGALDI, Sandro; SALIBI NETO, José. Gestão do amanhã: tudo o que você precisa saber sobre gestão, inovação e liderança para vencer na 4ª revolução industrial. São Paulo: Gente, 2018</p><p>PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE (PMI). Um guia do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK®). 6. ed. EUA: Project Management Institute, 2017.</p><p>Referências  Módulo 3</p><p>AMARAL, Daniel Capaldo et al. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos inovadores. São Paulo: Saraiva, 2011.</p><p>BARBOSA, Andy. O verdadeiro agile coach: a essência toma forma. Santa Catarina: Agile Institute Brazil, 2020.</p><p>LEANDRO, Wankes; VIEIRA, Helber. Canvas de projeto: como transformar ideias em projetos. São Paulo: Riemma, 2018.</p><p>SILVA, Fabiana Bigão. Gerenciamento de projetos fora da caixa: fique com o que é relevante. Rio de Janeiro: Alta Books, 2016.</p><p>SUTHERLAND, Jeff; SUTHERLAND, J. J. Scrum: a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo. Rio de Janeiro: Sextante, 2019.</p><p>Olá!</p><p>Desejamos boas-vindas ao curso Gestão de Projetos Educacionais.</p><p>Este curso possui o objetivo fornecer aos servidores públicos aspectos conceituais sobre o planejamento e a gestão de projetos educacionais corporativos com uso de metodologias ágeis.</p><p>Neste primeiro módulo abordaremos os seguintes tópicos:</p><p>Unidade 1 – Visão geral de projetos</p><p>1.1 Conceito de projeto</p><p>1.2 Características de projetos</p><p>1.3 Ciclo de vida de projetos</p><p>1.4 O papel do gerente de projetos</p><p>Unidade 2 – Gestão de projetos e design instrucional</p><p>2.1 O que é um projeto educacional</p><p>2.2 Design instrucional</p><p>2.3 Design instrucional como processo</p><p>2.4 Fases do design instrucional</p><p>2.5 Design instrucional e gestão de projetos</p><p>Desejamos um excelente estudo!</p><p>Conteúdo - Módulo 1</p><p>Condições de conclusão</p><p>Feito: Ver</p><p>Clique em https://cdn.evg.gov.br/cursos/415_EVG/scorm/modulo01_scorm01/scormcontent/index.html para abrir o recurso.</p><p>Unidade 1 – Visão geral de projetos</p><p>Seção 1 de 2</p><p>🎯 Objetivo de aprendizagem:</p><p>Ao final desta unidade, você conhecerá os elementos básicos relacionados a projetos.</p><p>Se você pensa em realizar algo em um determinado período, recebeu uma demanda para ser atendido(a) em x dias ou possui um sonho e deseja realizá-lo, então, boas-vindas ao mundo dos projetos.</p><p>De uma forma simples, é possível afirmar que projeto é algo que você pretende realizar, em um determinado período, e que irá apresentar mudanças em relação ao estado atual.</p><p>Percebe-se, portanto, que é possível desenvolver projetos em situações diversas, nos âmbitos pessoal e profissional, tanto para a reforma de uma casa, viagem, desenvolvimento de um novo serviço ou produto quanto para a elaboração de um novo projeto educacional, entre outros exemplos.</p><p>Na sequência, serão apresentados os elementos básicos relacionados a projetos para uma melhor compreensão desse conteúdo.</p><p>1.1 Conceito de projeto</p><p>Acesse o vídeo a seguir, produzido pela conteudista e docente Amanda Machado, que apresenta informações básicas sobre projeto: conceito, características, ciclo de vida e relação esforço/custo/pessoal e fases de um projeto.</p><p>Vídeo: https://cdn.evg.gov.br/cursos/415_EVG/video/modulo00_video00.mp4</p><p>O guia do conhecimento em gerenciamento de projetos – Guia PMBOK®1 – conceitua projeto como um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único.</p><p>Assim, infere-se que projeto é uma ação diferenciada que você realiza com propósito e objetivos definidos, durante um período específico, para o alcance de um resultado final exclusivo.</p><p>De forma ilustrativa, citam-se os seguintes exemplos de possíveis projetos:</p><p>· bullet</p><p>Criar um novo produto ou serviço.</p><p>· bullet</p><p>Realizar uma mudança na estrutura organizacional.</p><p>· bullet</p><p>Mapear processos.</p><p>· bullet</p><p>Elaborar um manual.</p><p>· bullet</p><p>Criar um laboratório de inovação.</p><p>· bullet</p><p>Revisar materiais pedagógicos.</p><p>· bullet</p><p>Construir um edifício.</p><p>· bullet</p><p>Desenvolver um novo curso.</p><p>Considerando um contexto organizacional, o PMBOK® indica que os projetos podem surgir por quatro motivos, conforme apresentados na figura 1.</p><p>1.2 Características de projetos</p><p>Os projetos, por sua natureza, possuem atributos próprios que os diferenciam de outras atividades realizadas de forma rotineira nas instituições.</p><p>A partir do conceito, indicado no PMBOK®, identificam-se características presentes em um projeto, como as indicadas a seguir:</p><p>· 1</p><p>1</p><p>É temporário: tem um início e um término previamente definidos e sua natureza marcante é a temporariedade.</p><p>· 2</p><p>2</p><p>Exige esforço: deve ser cuidadosamente planejado, executado e monitorado e, por esse motivo, exige um esforço maior do que em atividades rotineiras.</p><p>· 3</p><p>3</p><p>É único: é realizado para cumprir objetivos, por meio de entregas tangíveis ou intangíveis, em forma de um produto, serviço, resultado ou combinação de um ou mais desses itens.</p><p>· 4</p><p>4</p><p>Impulsiona mudanças: ao alcançar os resultados esperados, promove mudanças no estado atual.</p><p>Além dessas, Bigão e Moura ([201-]) apresentam outras características importantes, como o projeto é conduzido por pessoas e utiliza recursos (habitualmente) limitados; e requer integração e coordenação entre pessoas, áreas e recursos.</p><p>A metodologia de gerência de projetos do SISP2 destaca ainda que projetos são empreendidos em todos os níveis organizacionais e podem envolver uma ou diversas unidades. Portanto, projetos devem ter objetivos claros e bem definidos para o alcance dos resultados singulares.</p><p>Como a temporalidade é uma das características comuns dos projetos, veremos a seguir como é o seu ciclo de vida.</p><p>1.3 Ciclo de vida de projetos</p><p>O ciclo de vida envolve as etapas ou fases de um projeto que envolvem atividades específicas e resultam em uma ou mais entregas. É importante conhecer o ciclo de vida dos projetos para organizar</p><p>o fluxo de trabalho referente a cada uma das etapas.</p><p>Um projeto possui, em seu ciclo de vida, cinco fases, conforme a figura 2.</p><p>Ao pensar de uma forma sistêmica, considera-se que as fases do ciclo se retroalimentam e interagem entre si. O tempo destinado a cada uma das fases variará de acordo com o tamanho e a complexidade de cada projeto.</p><p>Saiba mais 💬</p><p>–</p><p>O PMBOK® é um guia detalhado que possui como função padronizar e difundir práticas experimentadas por gerentes de projetos do mundo inteiro.</p><p>O Guia PMBOK® está em sua sexta edição e é revisado de forma contínua, de quatro em quatro anos, aproximadamente, com intuito de manter informações atualizadas sobre melhores práticas de gerenciamento de projetos.</p><p>O guia indica dez áreas do conhecimento em gerenciamento de projetos e apresenta o mapeamento de 49 processos existentes no ciclo de vida de um projeto.</p><p>1.4 O papel do gerente de projetos</p><p>A gestão de projetos é uma estratégia de gerenciamento que busca alcançar os resultados almejados a partir do planejamento de ações e do acompanhamento de metas e prazos estabelecidos.</p><p>Cada projeto tem especificidades diferentes e, por esse motivo, não há um formato padrão para seu gerenciamento. É importante adaptar a forma de gestão ao perfil e à maturidade da equipe envolvida, à cultura organizacional, à natureza e à complexidade do projeto.</p><p>Vejamos como o gerenciamento é abordado em algumas referências:</p><p>“Gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir os seus requisitos” (PMI, 2017).</p><p>“Gerenciar projetos envolve balancear expectativas – o quê, para quem, porque – e recursos – pessoas, técnicas e sistemas – necessários para entregar o resultado esperado com êxito” (BIGÃO; MOURA, ([201-]).</p><p>Para compreender o papel de um gerente de projetos e as competências que devem ser desenvolvidas por este profissional, convido você a assistir ao vídeo O que faz um gerente de projetos?</p><p>Vídeo: https://youtu.be/knChWK0X2mw</p><p>O gerente de projetos possui um papel importante em um projeto e necessita aliar competências técnicas e comportamentais para garantir a conclusão exitosa do que se pretende alcançar.</p><p>Ao mencionar sobre a escolha de um gerente de projetos, Montagner (2010) destaca alguns aspectos comportamentais: “ética, bom senso, trabalho sob pressão, coerência, justiça e resiliência são características pessoais que compõem o perfil de um bom gestor de projetos”.</p><p>Ainda sobre as competências do gerente de projetos, o PMI3 apresenta o triângulo de talentos com enfoque em três conjuntos de habilidades-chave: (i) o gerenciamento técnico de projetos – conhecimento, habilidades e comportamentos relativos a domínios específicos de gerenciamento de projetos, programas e portfólios; (ii) a liderança – conhecimento, habilidades e comportamentos necessários para orientar, motivar e dirigir uma equipe, para ajudar a organização a atingir suas metas de negócio; e (iii) gerenciamento estratégico e de negócios – conhecimento e expertise no setor e na organização, de forma a melhorar o desempenho e fornecer o melhor resultado.</p><p>📖 Glossário</p><p>–</p><p>Nº:</p><p>Termo:</p><p>Definição / significado:</p><p>1</p><p>Guia PMBOK®</p><p>Guia do conhecimento em gerenciamento de projetos, publicado pelo PMI.</p><p>2</p><p>Metodologia de gerência de projetos do SISP</p><p>A metodologia de gerência de projetos do Sistema de Administração de Recursos de Tecnologia da Informação (SISP) apresenta um conjunto de boas práticas em gerenciamento de projetos. Sua proposta é propiciar formas de gerenciamento de projetos, alinhamento de processos de trabalho e criação de documentação adequada para melhoria da governança pública.</p><p>3</p><p>PMI</p><p>Project Management Institute (PMI) é uma instituição internacional sem fins lucrativos voltada para profissionais que atuam com gestão de projetos, programas e portfólios.</p><p>📚 Referências</p><p>–</p><p>· BIGÃO, Fabiana; MOURA, Myrian. Fundamentos de gestão de projetos. [s. l.], [201-]. E-book.</p><p>· BRASIL. Ministério do Planejamento. Metodologia de gerenciamento de projetos do SISP. Brasília, 2011.</p><p>· PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE (PMI). Um guia do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK®). 6. ed. EUA: Project Management Institute, 2017.</p><p>· MONTAGNER, Carlos Alberto. Elaboração e análise de projetos. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2010.</p><p>Unidade 2 – Gestão de projetos e design instrucional</p><p>Seção 2 de 2</p><p>🎯 Objetivo de aprendizagem:</p><p>Ao final desta unidade, você será capaz de reconhecer a relação entre projetos e projetos educacionais por meio da identificação das fases do projeto e do design instrucional.</p><p>Agora, será demonstrada a relação entre projetos e projetos educacionais, por meio da apresentação do design instrucional, de suas fases e da gestão desses projetos.</p><p>2.1 O que é um projeto educacional</p><p>Um projeto educacional pode ser conceituado como:</p><p>[…] um empreendimento de duração finita, com objetivos claramente definidos na solução de problemas, oportunidades, necessidades, desafios ou interesses de um sistema educacional, de um educador ou grupo de educadores, com a finalidade de planejar, coordenar e executar ações voltadas para melhoria de processos educativos e de formação humana, em seus diferentes níveis e contextos (BRITO; SABARIZ, 2011).</p><p>No conceito apresentado, identificam-se características comuns a projetos de áreas diversas do conhecimento, como a temporariedade, a definição de objetivos claros e a mudança de um estado atual.</p><p>Assim, um projeto educacional é aquele que tem um período determinado, busca resultados no futuro que reflitam mudanças no estado presente, tem objetivos claros e tem finalidade educativa – aqui considerada em uma visão ampla, envolvendo tanto o ensino regular proporcionado por instituições de ensino quanto ações de educação corporativa e de desenvolvimento nas mais diversas instituições.</p><p>A título de exemplos de projetos educacionais temos projetos de implantação de universidades corporativas, projetos de formação profissional, projetos de revisão de curso, projetos de conscientização e preservação do meio ambiente, projetos de atualização de facilitadores de aprendizagem etc.</p><p>Ao pensar sobre ciclo de vida de projetos, verifica-se que um projeto possui cinco fases que interagem entre si. Sua separação por partes tem uma função didática para melhor compreensão de cada uma delas e das possíveis entregas que retroalimentam o processo e contribuem para o encerramento do projeto e seu resultado.</p><p>Associando a elaboração e gestão de projetos educacionais e a gestão de projetos, temos o seguinte elemento ilustrativo (quadro 1):</p><p>Quadro 1 – Atividades típicas de cada fase de um projeto educacional</p><p>INICIALIZAÇÃO</p><p>Reconhecer que vale a pena efetuar um projeto.</p><p>Identificar e definir o problema ou situação geradora.</p><p>Determinar o que o projeto vai realizar.</p><p>Definir a abrangência do projeto.</p><p>PLANEJAMENTO</p><p>Refinar e detalhar o escopo do projeto.</p><p>Listar as atividades e tarefas necessárias aos resultados desejados.</p><p>Sequenciar as atividades da maneira mais eficiente possível.</p><p>Definir um cronograma e atribuir recursos a cada atividade.</p><p>EXECUÇÃO</p><p>Organizar e coordenar equipes; atribuir tarefas.</p><p>Resolver conflitos e problemas.</p><p>Manter comunicação efetiva com os envolvidos no projeto.</p><p>Garantir o provimento de recursos para realizar o planejamento.</p><p>MONITORAMENTO E CONTROLE</p><p>Monitorar a execução.</p><p>Identificar desvios em relação ao plano.</p><p>Adotar ações corretivas para manter o curso planejado.</p><p>Reescalonar as atividades do projeto na medida do necessário.</p><p>Adequar recursos disponíveis e/ou abrangência do projeto.</p><p>ENCERRAMENTO</p><p>Verificar, analisar e avaliar os resultados alcançados.</p><p>Elaborar relatórios finais.</p><p>Disseminar os resultados alcançados.</p><p>Consolidar o aprendizado como projeto; formular novas propostas.</p><p>Fonte: Adaptado de Brito e Sabariz (2011).</p><p>2.2 Design instrucional</p><p>O design instrucional (DI) é um recurso voltado ao planejamento e à implementação de ações educacionais com o objetivo de propiciar o desenvolvimento</p><p>de práticas de aprendizagem de forma sistêmica, coerente e coesa.</p><p>Smith e Ragan (2004) conceituam o DI como“[…] um processo sistemático e reflexivo que consiste em transformar os princípios de aprendizagem e instrução em materiais, atividades, informações, recursos e avaliações”.</p><p>Filatro e Cairo (2015), por sua vez, caracterizam o DI como um corpo de conhecimentos voltados à pesquisa e à teorização sobre estratégias de ensino-aprendizagem, de forma a contemplar tipos diferenciados de aprendizagem. Estas mesmas autoras ainda destacam que a teoria do design instrucional se ancora em três grandes áreas fundamentais:</p><p>[…] as ciências humanas (apoiadas principalmente nas psicologias comportamental, do desenvolvimento e da aprendizagem), as ciências da informação e da comunicação e as ciências da administração (com a abordagem sistêmica, a gestão de projetos e a engenharia da produção) (FILATRO; CAIRO, 2015).</p><p>No podcast a seguir a professora Ana Paula Figueiredo oferece uma visão geral sobre o conceito de design instrucional, respondendo a questionamentos como: Quais são os maiores erros ao planejar uma aula? O que NÃO é design instrucional? Como melhorar o design do seu curso?</p><p>33:37</p><p>Podcast 1 – Papo de Educador PdE#44 - Design instrucional – Ana Paula Figueiredo.</p><p>2.3 Design instrucional como processo</p><p>Design instrucional pode ser resumido como o processo de identificar um problema ou uma necessidade de aprendizagem e de desenhar, implementar e avaliar uma solução para essa necessidade (FILATRO; CAIRO, 2015).</p><p>O design instrucional como processo possui três abrangências de atuação que envolvem os níveis macro, meso e micro de sistemas educacionais. Filatro e Cairo (2015) caracterizam esses níveis da seguinte forma (quadro 2):</p><p>NÍVEIS</p><p>PAPEL DO DESIGN INSTRUCIONAL</p><p>Macro</p><p>Define diretrizes comuns a todas as ações de aprendizagem de um sistema.</p><p>Meso</p><p>Estrutura programas, cursos ou disciplinas.</p><p>Micro</p><p>Trabalha com design fino das unidades de estudo proposta aos alunos.</p><p>Quadro 2 – Níveis de abrangência do design instrucional</p><p>Fonte: Filatro e Cairo (2015)</p><p>Filatro e Cairo (2015) apontam que há diversidade de modelos de DI e que a melhor solução educacional é aquela que melhor atende ao problema ou à necessidade diagnosticada e se adapta em determinado contexto. Para isso, não há um modelo ideal a ser utilizado.</p><p>São apresentados a seguir três formatos de design instrucional que variam conforme o conteúdo educacional e a proposição de atividades de aprendizagem.</p><p>DESIGN EDUCACIONAL FIXO</p><p>· inéditos;</p><p>· voltados para necessidades específicas de aprendizagem;</p><p>· ricos em mídia;</p><p>· autocontidos;</p><p>· produzidos antecipadamente à situação didática;</p><p>· em geral, modulares, compatíveis com padrões interoperáveis e reacopláveis em unidades de estudo mais complexas;</p><p>· interação individual com conteúdos (ler mídia impressa, explorar mídias digitais);</p><p>· realização de atividades objetivas, com autoavaliação pelo participante (por meio de gabaritos de resposta) ou correção automatizada; e</p><p>· realização de atividades abertas, a partir de orientações gerais para o participante ou para acompanhamento pelo docente.</p><p>· DESIGN EDUCACIONAL ABERTO</p><p>· próprios ou de terceiros;</p><p>· produzidos para necessidades específicas de aprendizagem, provenientes de outras situações (didáticas ou não) ou gerados durante a implementação como resultado da interação entre as pessoas;</p><p>· em diferentes formatos, linguagens e mídias;</p><p>· organizados em forma de coletânea pouco estruturada, por meio de links de acesso ou para download individual;</p><p>· interação com outras pessoas (discutir em fóruns, trabalhar em grupos, desenvolver atividades colaborativas, assumir papéis diferenciados); e</p><p>· realização de atividades abertas, com orientações gerais sobre duração, tipo de interação social envolvida e ferramentas de comunicação utilizadas.</p><p>· DESIGN EDUC. CONTEXTUALIZADO</p><p>· próprios ou de terceiros;</p><p>· produzidos para necessidades específicas de aprendizagem, provenientes de outras situações (didáticas ou não) ou gerados durante a implementação;</p><p>· em diferentes formatos, linguagens e mídias;</p><p>· dispostos na forma de unidades de aprendizagem modulares, organizadas de modo sequencial ou não sequencial;</p><p>· compatíveis ou não com padrões interoperáveis;</p><p>· em geral, disponíveis para acesso em repositórios específicos a partir de buscas baseadas em metadados;</p><p>· interação com conteúdos, ferramentas e pessoas;</p><p>· realização de atividades fechadas ou abertas, individuais ou coletivas;</p><p>· acompanhamento de percurso personalizado, individual e/ou coletivo, pré-programado e disparado automaticamente; e</p><p>· retroalimentação da proposta original por meio da coleta de dados de acesso, participação e avaliação.</p><p>Fonte: Adaptado de Filatro e Cairo (2015).</p><p>2.4 Fases do design instrucional</p><p>O design instrucional possui modelos diversos de aplicação. Entre eles, o modelo ADDIE é o mais conhecido e apresenta, de forma simples, as fases de DI.</p><p>A partir das informações apresentadas será possível verificar que cada uma das cinco fases do ADDIE – análise (analysis), desenho (design), desenvolvimento (development), implementação (implementation) e avaliação (evaluation) – possui função diferenciada. É importante atentar que as atividades e os resultados previstos em cada uma das fases funcionam como insumos para as fases seguintes.</p><p>Figura 3 – As cinco fases do modelo ADDIE</p><p>Uma outra forma de ver o desdobramento de cada uma das cinco fases do modelo ADDIE está apresentada no mapa mental Fases de desenvolvimento do design instrucional, disponível em:</p><p>Mapa Mental - Fases de desenvolvimento do design instrucional</p><p>CLIQUE E ACESSE</p><p>2.5 Design instrucional e gestão de projetos</p><p>Ao correlacionar a gestão de projetos e o modelo ADDIE, Gava, Nobre e Sondermann (2014) indicam que as fases do modelo estão distribuídas em dois grandes momentos: concepção (iniciação) e execução do projeto. A concepção compreende as fases da análise, design e desenvolvimento. Já a execução compreende as fases de implementação e avaliação, conforme representada na figura 4.</p><p>Figura 4 – Fases do processo de design instrucional, segundo o modelo ADDIE</p><p>Fonte: Adaptada de Gava, Nobre e Sondermann (2014).</p><p>Saiba mais 💬</p><p>–</p><p>Caso você tenha interesse em conhecer com mais detalhes o design instrucional e o modelo ADDIE, a Escola Virtual de Governo (EVG) oferta o curso Desenho instrucional.</p><p>Consulte a página: https://www.escolavirtual.gov.br/</p><p>📚 Referências</p><p>–</p><p>· BRITO, Jorge Nei; SABARIZ, Antônio Luis Ribeiro. Elaboração e gestão de projetos educacionais. Minas Gerais: UFSJ, 2011.</p><p>· FILATRO, Andrea; CAIRO, Sabrina M. Produção de conteúdos educacionais. São Paulo:  Saraiva, 2015.</p><p>· GAVA, Tânia Barbosa Salles; NOBRE, Isaura Alcina Martins; SONDERMANN, Danielli Veiga Carneiro. O modelo ADDIE na construção colaborativa de disciplinas a distância. Informática na educação: teoria & prática, v. 17, n. 1, p. 114, 2014. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/InfEducTeoriaPratica/article/view/34488. Acesso em: 8 jun. 2020.</p><p>· KENSKI, Vani Moreira. Gestão de projetos educacionais on-line. In: KENSKI, Vani Moreira (Org.). Design Instrucional para cursos on-line. 1. ed. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2015.</p><p>· SMITH, Patrícia L.; RAGAN, Tillman J. Instructional design. New York: John Wiley & Sons, 2004.</p><p>Exercício Avaliativo - Módulo 1</p><p>Condições de conclusão</p><p>A fazer: Receber uma nota</p><p>Este é o questionário de avaliação deste módulo. Nele esperamos que você responda às questões a partir do conhecimento construído, tendo como base a leitura do conteúdo, suas reflexões e a aplicabilidade do conteúdo na sua atuação profissional.</p><p>Antes de enviar o seu questionário, sugerimos que você revise todas as suas respostas e verifique se todas as questões foram respondidas.</p><p>Você terá apenas uma tentativa.</p><p>Para finalizar essa tentativa, é necessário clicar em "Enviar tudo e terminar". Apenas com essa ação as respostas serão recebidas pelo sistema e sua nota será computada.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Tentativa do questionário</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>Olá!</p><p>Desejamos boas-vindas ao módulo 2 do curso Gestão de Projetos Educacionais.</p><p>Neste módulo abordaremos os seguintes tópicos:</p><p>Unidade 1 – Construção colaborativa de projetos</p><p>1.1  Novas competências</p><p>1.2  Inovação em projetos</p><p>1.3  Mentalidade ágil</p><p>Unidade 2 – Aplicação do projeto</p><p>2.1  Priorização na gestão de projetos</p><p>2.2  Estrutura do projeto</p><p>2.3  Gestão de projetos educacionais</p><p>Desejamos um excelente estudo!</p><p>Unidade 1 – Construção colaborativa de projetos</p><p>Seção 1 de 2</p><p>🎯 Objetivo de aprendizagem:</p><p>Ao final desta unidade, você será capaz de identificar os aspectos da inovação que se aplicam à gestão de projetos educacionais, considerando a necessidade de gestão ágil e a relevância da gestão colaborativa.</p><p>Ao se pensar em educação corporativa e desenvolvimento de projetos educacionais, é importante considerar aspectos relacionados aos processos de aprendizado nas instituições e à forma como os servidores aprendem.</p><p>De acordo com a Gestão do Conhecimento (GC), as instituições possuem dois tipos de conhecimento:</p><p>· 1</p><p>1</p><p>Conhecimento explícito: é o formal, expresso em palavras e números e que pode ser comunicado e compartilhado na forma de dados ou manuais.</p><p>· 2</p><p>2</p><p>Conhecimento tácito: é o adquirido por meio de experiências e práticas do indivíduo, difícil de ser sistematizado e formalizado de forma sistêmica.</p><p>O que é gestão do conhecimento?</p><p>–</p><p>Segundo Terra (2005), gestão do conhecimento significa organizar as principais políticas, processos e ferramentais gerenciais e tecnológicos à luz de uma melhor compreensão dos processos de geração, identificação, validação, disseminação, compartilhamento e uso dos conhecimentos estratégicos para gerar resultados para a organização e benefícios para os colaboradores internos e externos.</p><p>Entender como a GC é ocorre e é aplicada no ambiente corporativo é essencial para melhor compreensão dos mecanismos de aprendizados presentes na instituição e para identificação de como conhecimentos formais e experienciados podem ser mais bem aproveitados na estruturação de projetos educacionais.</p><p>Assim, prever a construção de projetos, de forma coletiva e colaborativa, apresenta como vantagem a interação e a conexão entre as pessoas envolvidas, aliando o conhecimento teórico e o compartilhamento do conhecimento tácito, uma vez que as experiências individuais e coletivas subsidiam ideias, decisões e definições sobre os projetos. Oportunidades como essas trazem o aprendizado compartilhado e aplicado, além do próprio engajamento da equipe, também como um de seus benefícios.</p><p>Saiba mais 💬</p><p>–</p><p>Conheça mais sobre Gestão do Conhecimento, no artigo Alinhando o modelo, o método de implementação e a prática de gestão do conhecimento (GC): o caso do Repositório do Conhecimento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (RCIpea), disponível em: https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/1373/1/3.%20Alinhando%20o%20modelo.pdf</p><p>1.1 Novas competências</p><p>O cenário contemporâneo demanda dos profissionais o desenvolvimento de novas competências, como as apresentadas no relatório Future of Jobs do Fórum Econômico Mundial.</p><p>Figura 5 – Competências do futuro, segundo o Fórum Econômico Mundial</p><p>Fonte: Adaptada de Future of Jobs Report, World Economic Forum (2016).</p><p>Repare, na figura 5, que a criatividade se tornou uma das três principais competências desejadas para os profissionais do futuro. Com a necessidade e o desenvolvimento de novos produtos, novas tecnologias e novas formas de trabalhar, torna-se necessário um novo perfil profissional para adequação às mudanças.</p><p>De forma similar, a gestão de projetos e o perfil do profissional de projetos também são influenciados pelas necessidades de adaptação às mudanças e demandas mundiais.</p><p>Vamos refletir sobre o assunto:</p><p>Com base nas informações apresentadas do relatório Future of Jobs, você, como servidor(a) público(a), já percebeu como as competências apresentadas foram necessárias no desenvolvimento de seu serviço?</p><p>Em uma situação em que era discutido o planejamento de um evento de aprendizagem, você já precisou ser criativo, tomar decisões?</p><p>É bem possível que, para alguma das perguntas anteriores, sua resposta tenha sido positiva. Se isso aconteceu, lembre como foi se valer de uma dessas competências e pense como seria se não as tivesse utilizado.</p><p>Veremos nos próximos tópicos como algumas dessas competências primordiais para profissionais do futuro são aplicadas na gestão de projetos educacionais.</p><p>1.2 Inovação em projetos</p><p>Cada vez mais, as instituições privadas e públicas focam suas preocupações para o estímulo a práticas inovadoras como resposta às mudanças mundiais nos cenários econômico, político, educacional, social e tecnológico.</p><p>Nada mais atual do que pensar em inovação também na gestão de projetos na administração pública. Mas, afinal, o que é inovação?</p><p>Cavalcante et al. apontam alguns conceitos relacionados à inovação:</p><p>[…] a inovação pode ser definida como o processo de geração e implementação de novas ideias com vistas à criação de valor para a sociedade, com foco interno ou externo à administração pública. […] inovações nos serviços públicos são os esforços governamentais para modificar substantivamente a forma como um serviço é prestado à sociedade. […] inovação organizacional se refere à criação de organizações ou alteração de processos decisórios ou de gestão, inclusive mediante a utilização de laboratórios de inovação, voltados a processos de aprendizagem e experimentação (2017).</p><p>Esses mesmos autores também ressaltam a necessidade do desenvolvimento de capacidades e habilidades específicas que incorporem a tentativa e o erro aos processos decisórios em organizações públicas.</p><p>Assim, retornando à gestão de projetos, nota-se que a criatividade e a inovação são características de profissionais que idealizam, planejam e desenvolvem soluções e alternativas para os projetos desejados, a partir de seus conhecimentos, experiências e interações. Nessa linha, um ponto que merece ser destacado é que o ato de errar deve ser pensado como parte do aprendizado e como caminho natural do processo e, consequentemente, a capacidade de superação das dificuldades é estimulada em busca de formulação de alternativas e novas escolhas para um problema específico.</p><p>Para conhecer experiências inovadoras na administração pública, acesse as publicações do GNova, que é o laboratório de inovação pioneiro do governo federal brasileiro  e o livro publicado pelo Ipea, Inovação e políticas públicas: superando o mito da ideia, que reúne trabalhos com foco na implementação de abordagens e métodos que instrumentalizam e auxiliam processos de mudanças em práticas e serviços públicos, não se limitando à fase de ideação – ou seja, a ênfase recai sobre os casos de inovação em gestão e políticas públicas com resultados comprovados.</p><p>GNova - laboratório de inovação do governo federal brasileiro</p><p>Publicações</p><p>CLIQUE E ACESSE</p><p>Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)</p><p>Livro - Inovação e políticas públicas: superando o mito da ideia</p><p>CLIQUE E ACESSE</p><p>1.3 Mentalidade ágil</p><p>Ambientes colaborativos, de equipes multifuncionais, compostas por pessoas com habilidades e perfis diversos, com um objetivo comum são características que predominam em instituições que trabalham com valores e princípios ágeis.</p><p>Falar em um ambiente de trabalho ágil é abordar um conjunto de comportamentos e atitudes que incluem colaboração, respeito, foco na entrega de valor, ciclos de aprendizagem, capacidade de adaptação e melhoria contínua (BARBOSA, 2020).</p><p>.</p><p>Figura 6 – Características de um ambiente ágil</p><p>Fonte: Adaptada de Barbosa (2020).</p><p>A mentalidade ágil é totalmente aplicada também à gestão de projetos. Vejamos:</p><p>Colaboração–</p><p>Trabalhar em equipe e/ou com outras equipes da organização, de forma colaborativa e integrada, propicia maior qualidade ao trabalho desenvolvido e agilidade nas entregas dos projetos.</p><p>Assim, é importante saber lidar com pessoas com perfis diferentes, colegas de trabalho, liderados ou gerentes, obter sugestões diversas, construir em conjunto e tomar decisões colaborativas.</p><p>Respeito</p><p>Ao pensar em trabalho em equipe, o respeito pelas pessoas e pela diversidade de opiniões é fundamental para o alcance dos objetivos desejados.</p><p>Foco na entrega de valor–</p><p>O grande foco em um projeto é a entrega de valor ao cliente, com o atendimento de necessidades atuais ou demandas futuras. Com um alvo claro é mais fácil que as pessoas envolvidas no projeto participem e se engajem no alcance das metas e objetivos definidos.</p><p>Ciclos de aprendizagem–</p><p>A construção colaborativa de um projeto está envolta de aprendizados, desde o relacionamento interpessoal, a negociação, o pensamento crítico, a resolução de problemas complexos, até a tomada de decisões.</p><p>A metodologia ágil trabalha com feedback constante e isso permite que, por meio da aprendizagem, a qualidade do produto e das entregas aumentem a cada ciclo de trabalho.</p><p>Capacidade de adaptação–</p><p>É necessário que os profissionais saibam se adaptar aos diversos formatos de negócios e de demandas. Projetos também podem sofrer mudanças e adaptações durante o seu desenvolvimento, por esse motivo, é importante ser flexível e estar atento(a) ao andamento do projeto.</p><p>Melhoria contínua</p><p>É possível considerar a melhoria como uma consequência de todas as características listadas anteriormente. Nenhum projeto, equipe, produto ou serviço é tão bom que não possa ser melhorado.</p><p>📚 Referências–</p><p>· BARBOSA, Andy. O verdadeiro agile coach: a essência toma forma. Santa Catarina: Agile Institute Brazil, 2020.</p><p>· CAVALCANTE, Pedro et al. (Orgs.). Inovação no setor público: teoria, tendências e casos no Brasil. Brasília: Enap: Ipea, 2017.</p><p>· GRAY, Alex. The 10 skills you need to thrive in the Fourth Industrial Revolution. [S. l.], 19 Jan. 2016. Disponível em: https://www.weforum.org/agenda/2016/01/the-10-skills-you-need-to-thrive-in-the-fourth-industrial-revolution/. Acesso em: 7 abr. 2021.</p><p>· TERRA, José Cláudio Cyrineu. Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. 5. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.</p><p>Unidade 2 – Aplicação do projeto</p><p>Seção 2 de 2</p><p>🎯 Objetivo de aprendizagem:</p><p>Ao final desta unidade, você conhecerá critérios para a priorização na gestão de projetos, passando pela estruturação de um projeto e relacionando-o com o design instrucional.</p><p>São importantes as práticas colaborativas, de inovação, de mentalidade ágil e algumas competências relevantes para o desenvolvimento de um projeto diferenciado. Por isso abordaremos questões de priorização, estruturação e gestão de projetos.</p><p>A partir da necessidade institucional, você tem em mãos uma série de ideias ou demandas para o desenvolvimento de projetos. Mas por onde começar? Qual será o primeiro projeto? E o segundo?</p><p>E depois de identificados os projetos prioritários, como estruturá-los? E, no âmbito corporativo, como lidar com os projetos educacionais?</p><p>2.1 Priorização na gestão de projetos</p><p>Priorização é um processo de ranqueamento de projetos a partir de critérios pré-estabelecidos pela organização. Os mais utilizados são posicionamento estratégico, duração, valor do investimento, risco e impacto.</p><p>Priorizar é uma estratégia que auxilia a identificação do que é mais importante institucionalmente, com base em critérios claros e relevantes. O mapeamento de prioridade apresenta vantagens para a melhoria e a transparência da gestão, a tomada de decisões e o alcance dos resultados considerados mais significativos.</p><p>Para estruturar uma matriz de priorização, siga seis passos:</p><p>· 1</p><p>1</p><p>Liste o que precisa ser priorizado.</p><p>· 2</p><p>2</p><p>Identifique e enumere critérios de seleção.</p><p>· 3</p><p>3</p><p>Atribua uma pontuação para cada critério de seleção.</p><p>· 4</p><p>4</p><p>Organize as informações de forma visual (tabela, gráfico, quadrante etc.).</p><p>· 5</p><p>5</p><p>Associe pontuações a cada projeto.</p><p>· 6</p><p>6</p><p>Monte um ranking.</p><p>A seguir, serão apresentadas algumas matrizes facilmente adaptáveis às demandas institucionais para a definição de prioridades. Após cada uma das matrizes haverá uma exemplificação de uma possível forma de aplicação.</p><p>2.1.1  Matriz GUT</p><p>A sigla GUT foi criada com base em três critérios: gravidade, urgência e tendência. Para cada um desses critérios é atribuída uma nota de um (1) a cinco (5) e, ao final, esses valores são multiplicados, resultando na pontuação da GUT e na classificação dos projetos.</p><p>Figura 7 – Atribuição de notas aos projetos a partir dos critérios da matriz GUT</p><p>Projetos</p><p>Gravidade</p><p>G</p><p>Urgência</p><p>U</p><p>Tendência</p><p>T</p><p>Pontuação</p><p>G x U x T</p><p>Ordem de Classificação</p><p>Projeto 1</p><p>2</p><p>3</p><p>2</p><p>12</p><p>3</p><p>Projeto 2</p><p>1</p><p>2</p><p>4</p><p>8</p><p>4</p><p>Projeto 3</p><p>4</p><p>5</p><p>3</p><p>60</p><p>1</p><p>Projeto 4</p><p>3</p><p>5</p><p>3</p><p>45</p><p>2</p><p>Quadro 3 – Exemplo de priorização de 4 projetos utilizando a matriz GUT.</p><p>2.1.2  Matriz BASICO</p><p>Possui seis critérios:</p><p>1.  Benefícios para a organização;</p><p>2.  Abrangência dos resultados;</p><p>3.  Satisfação do cliente interno;</p><p>4.  Investimento necessário;</p><p>5.  Cliente externo satisfeito; e</p><p>6.  Operacionalidade simples.</p><p>Cada critério recebe uma pontuação de 1 (pior cenário) a 5 (melhor cenário). O resultado é obtido com a soma de cada critério. Assim, na hora de comparar dois ou mais projetos, você saberá qual priorizar: aquele com a maior nota.</p><p>Projetos</p><p>B</p><p>A</p><p>S</p><p>I</p><p>C</p><p>O</p><p>Soma</p><p>Ordem de classificação</p><p>Projeto 1</p><p>5</p><p>4</p><p>4</p><p>3</p><p>3</p><p>2</p><p>21</p><p>1</p><p>Projeto 2</p><p>3</p><p>2</p><p>4</p><p>4</p><p>2</p><p>3</p><p>18</p><p>3</p><p>Projeto 3</p><p>4</p><p>5</p><p>2</p><p>3</p><p>2</p><p>3</p><p>19</p><p>2</p><p>Projeto 4</p><p>3</p><p>5</p><p>3</p><p>3</p><p>1</p><p>2</p><p>17</p><p>4</p><p>Quadro 4 – Exemplo de priorização de 4 projetos utilizando a matriz BASICO.</p><p>2.1.3  Matriz RICE</p><p>Outra ferramenta é a Matriz RICE, acrônimo para:</p><p>1. Reach(alcance): quantas pessoas serão impactadas?</p><p>2. Impact (impacto): até que ponto cada pessoa será impactada?</p><p>·  impacto massivo: 3x</p><p>· grande impacto: 2x</p><p>· médio: 1x</p><p>· baixo: 0,5x</p><p>· impacto mínimo:0,25x</p><p>3. Confidence (confiança): quão confiantes estamos sobre os resultados?</p><p>·  alta confiança: 100%</p><p>· confiança média: 80%</p><p>· baixa confiança: 50%</p><p>· mínima confiança: 20% ou menos</p><p>4. Effort (esforço): quanto tempo, esforço e complexidade será necessário?</p><p>Nesse caso, é preciso dar uma nota para cada um dos parâmetros (a decisão da nota mínima e máxima fica ao seu critério). E, depois, resolver a seguinte fórmula: R x I x C / E, para identificar a pontuação para cada projeto.</p><p>Projetos</p><p>Alcance</p><p>R</p><p>Impacto</p><p>I</p><p>Confiança</p><p>C</p><p>Esforço</p><p>E</p><p>Pontuação</p><p>R*I*C/E</p><p>Ordem de Classificação</p><p>Projeto 1</p><p>100</p><p>0,5</p><p>80%</p><p>6</p><p>6,7</p><p>2</p><p>Projeto 2</p><p>30</p><p>3</p><p>100%</p><p>6</p><p>15,0</p><p>1</p><p>Projeto 3</p><p>70</p><p>1</p><p>20%</p><p>6</p><p>2,3</p><p>3</p><p>Projeto 4</p><p>50</p><p>0,25</p><p>100%</p><p>6</p><p>2,1</p><p>4</p><p>Quadro 5 – Exemplo de priorização de 4 projetos utilizando a matriz RICE.</p><p>2.1.4  Matriz 4x4</p><p>Essa matriz considera dois critérios, que podem ser, por exemplo, custo-benefício, urgência e importância, esforço e impacto.</p><p>Para montar um gráfico cartesiano e até quadrantes com sugestões de ações a serem tomadas, atribui-se notas de um (1) a quatro (4) por critério e por projeto. Como resultado, é possível montar uma matriz 4×4 parecida com a imagem a seguir.</p><p>Figura 8 – Matriz custo-benefício</p><p>De acordo com a figura 8, observam-se quatro quadrantes:</p><p>· quadrante 1: situação indesejável (alto custo e piores benefícios);</p><p>· quadrante 2: situação intermediária de alto custo com bons benefícios;</p><p>· quadrante 3: situação intermediária de baixo custo e piores benefícios; e</p><p>· quadrante 4: situação  desejável – projetos com melhores resultados e baixo custo.</p><p>2.2 Estrutura do projeto</p><p>Ao se conceber um projeto, é necessário pensar em um conjunto de informações importantes que possibilitem o entendimento da necessidade do projeto, assim como o que se espera realizar para o alcance dos resultados esperados.</p><p>Não há um modelo padrão para apresentar um projeto e, por isso, cabe a cada instituição verificar quais elementos são relevantes para cada contexto.</p><p>A seguir, são listadas opções de elementos que podem compor um plano de projeto. Vale ressaltar, novamente, que o detalhamento e a quantidade de informações variam conforme a natureza e o interesse institucionais. Enfim, as informações apresentadas no documento devem subsidiar a decisão positiva ou negativa sobre o início do projeto.</p><p>Nome do projeto</p><p>–</p><p>Denominação do projeto.</p><p>Nome do gerente do projeto</p><p>–</p><p>Identificação do gerente.</p><p>Objetivo</p><p>–</p><p>O que se pretende realizar para resolver o problema central ou explorar a oportunidade identificada?</p><p>Justificativa</p><p>–</p><p>Qual o problema ou a oportunidade que justifica o desenvolvimento do projeto? É derivado de demanda legal ou solicitado pela alta administração?</p><p>Obs.: Esta informação deve ser ressaltada, pois pode impactar na prioridade do projeto.</p><p>Custo</p><p>–</p><p>Quanto vai custar?</p><p>O custo do projeto para organização envolve, quando for o caso, eventuais despesas com obras de adequação física, atualização de infraestrutura, aquisição de equipamentos, desenvolvimento/integração de sistemas, finalização e produção gráfica de materiais de comunicação/divulgação, alocação de recursos humanos.</p><p>Prazo</p><p>–</p><p>Qual o tempo necessário para a conclusão do projeto?</p><p>Escopo</p><p>–</p><p>Definição do produto, serviço ou resultado único que será entregue pelo projeto.</p><p>Marcos</p><p>–</p><p>Quais são os momentos mais importantes do projeto? Conclusão de fases ou entregas principais do projeto?</p><p>Benefícios ou impactos</p><p>–</p><p>Quais os benefícios/impactos esperados com a implantação do projeto?</p><p>Equipe do projeto</p><p>–</p><p>Quem realizará as entregas? Quais papéis e responsabilidades?</p><p>Premissas</p><p>–</p><p>O que foi considerado como verdadeiro/real para a realização do projeto?</p><p>Restrições</p><p>–</p><p>Quais as limitações que podem afetar o projeto?</p><p>Riscos</p><p>–</p><p>Risco é um evento ou condição incerta que, se ocorrer, provocará um efeito positivo ou negativo nos objetivos de um projeto.</p><p>2.3 Gestão de projetos educacionais</p><p>Foram apresentados, anteriormente, alguns critérios de priorização de projetos, assim como os elementos importantes para a estruturação de projetos em qualquer área.</p><p>Filatro e Cairo (2015) destacam que, ao tratar de projetos educacionais, a gestão de projetos instrucionais está relacionada à demarcação do alcance e das limitações organizacionais de um projeto; ao passo que o design instrucional se refere ao alcance e às limitações da solução educacional em si. Elas ressaltam que um plano de projeto bem estruturado e integrado ao processo de design instrucional é capaz de trazer um equilíbrio no nível do produto desenvolvido e entregue.</p><p>Nos diferentes modelos de DI, fixo, aberto e contextualizado, nota-se que, para cada um desses modelos, os projetos de produção de conteúdos educacionais implicam objetivos claramente definidos e precisam ser alcançados em um período de tempo delimitado, com restrições orçamentárias e de recursos humanos. Assim, Filatro e Cairo (2015) apontam que a gestão de projetos é uma metodologia adequada para articular as diferentes dimensões envolvidas, em particular nos projetos de média e larga escala.</p><p>Assista aos vídeos a seguir para observar como os projetos podem ser aplicados à educação corporativa.</p><p>Vídeo 1</p><p>Vídeo de uma palestra em que a especialista Andrea Filatro apresenta as metodologias inovativas e o papel do professor na educação presencial e a distância. Além da explicação sobre as metodologias, há exemplos de aplicação dessas metodologias em projetos educacionais.</p><p>ICTHE | Andrea Filatro | 04.12.2019</p><p>Metodologias Inov-ativas e o Papel do Professor na Educação Presencial e a DistânciaMetodologias Inov-Ativas na Educação Presencial e a DistânciaPalestrante:...</p><p>VER NO YOUTUBE</p><p>Vídeo: https://youtu.be/NDqixn8jU_0</p><p>Vídeo 2</p><p>Vídeo com a especialista Andrea Filatro. O trecho sugerido aborda a produção líquida de conteúdos, microconteúdos, trilhas de aprendizagem e design instrucional. Duração do trecho sugerido: 8min44 (do 42min16 ao 51min).</p><p>YOUTUBE</p><p>SOS RH: a vez da Educação Corporativa - Episódio #4</p><p>Neste episódio recebemos Andrea Filatro falando sobre Produção de Materiais para Educação Corporativa.Precisa de ajuda para educação a distância?Fale com um ...</p><p>VER NO YOUTUBE</p><p>Vídeo 3</p><p>Vídeo Principais erros do design de aprendizagem – Parte I: análise e design. O vídeo apresenta os principais erros no design de aprendizagem, relacionados às fases de análise e design das ações de aprendizagem.</p><p>YOUTUBE</p><p>Principais erros do design de aprendizagem. Parte I: Análise e Design</p><p>Aprenda no cafezinho de hoje como garantir o sucesso das ações de aprendizagem com o diagnostico e evitando os principais erros no design de aprendizagem.Vej...</p><p>VER NO YOUTUBE</p><p>Saiba mais 💬</p><p>–</p><p>Complementarmente, eis um vídeo exemplificativo de um projeto educacional em artes visuais. O vídeo apresenta o objetivo, o público, o escopo, os resultados esperados e os benefícios do projeto, entre outros elementos.</p><p>YOUTUBE</p><p>projeto educacional em artes visuais</p><p>desculpa qualquer erro durante a execução do video</p><p>VIEW ON YOUTUBE</p><p>📚 Referências</p><p>–</p><p>· FILATRO, Andrea; CAIRO, Sabrina. Produção de conteúdos educacionais. São Paulo:  Saraiva, 2015.</p><p>· MAGALDI, Sandro; SALIBI NETO, José. Gestão do amanhã: tudo o que você precisa saber sobre gestão, inovação e liderança para vencer na 4ª revolução industrial. São Paulo: Gente, 2018</p><p>· PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE (PMI). Um guia do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK®). 6. ed. EUA: Project Management Institute, 2017.</p><p>· Conteúdo - Módulo 2</p><p>· Condições de conclusão</p><p>·  Feito: Ver</p><p>· Clique em https://cdn.evg.gov.br/cursos/415_EVG/scorm/modulo02_scorm01/scormcontent/index.html para abrir o recurso.</p><p>Exercício Avaliativo - Módulo 2</p><p>Condições de conclusão</p><p>A fazer: Receber uma nota</p><p>Este é o questionário de avaliação deste módulo. Nele esperamos que você responda às questões a partir do conhecimento construído, tendo como base a leitura do conteúdo, suas reflexões e a aplicabilidade do conteúdo na sua atuação profissional.</p><p>Antes de enviar o seu questionário, sugerimos que você revise todas as suas respostas e verifique se todas as questões foram respondidas.</p><p>Você terá apenas uma tentativa.</p><p>Para finalizar essa tentativa, é necessário clicar em "Enviar tudo e terminar". Apenas com essa ação as respostas serão recebidas pelo sistema e sua nota será computada.</p><p>Olá!</p><p>Estamos muito felizes que você chegou ao último módulo do nosso curso de Gestão de Projetos Educacionais.</p><p>Neste módulo 3 abordaremos os seguintes tópicos:</p><p>Unidade 1 – Metodologias de gestão de projetos aplicadas à educação</p><p>1.1    Metodologias ágeis</p><p>1.2    Projetos ágeis e tradicionais: qual é a diferença?</p><p>1.3    Metodologias inovadoras de gestão de projetos</p><p>Desejamos um excelente estudo!</p><p>Unidade 1 – Metodologias de gestão de projetos aplicadas à educação</p><p>Seção 1 de 1</p><p>🎯 Objetivo de aprendizagem:</p><p>Ao final desta unidade, você será capaz definir a metodologia mais adequada de acordo com o tipo de projeto a ser desenvolvido.</p><p>A gestão de projetos pode ser aplicada em diversos contextos e com diferentes metodologias, de acordo com o tipo de projeto a ser desenvolvido. Não há uma melhor metodologia. É importante conhecer as possibilidades existentes, pois para diferentes tipos de projetos há diferentes tipos de metodologias. A escolha de qual tipo utilizar vai depender das características de seu projeto e do resultado a que se pretende chegar.</p><p>Adiante, falaremos sobre algumas metodologias inovadoras aplicadas.</p><p>1.1 Metodologias ágeis</p><p>As metodologias ou os modelos ágeis envolvem um conjunto de melhores práticas e comportamentos que podem acelerar o ritmo dos processos de execução de projetos, com o objetivo de reduzir o ciclo de entregas.</p><p>A abordagem ágil de projetos possui um grupo de princípios definidos no Manifesto Ágil3 que regem sua aplicação. São eles:</p><p>1 - Prioridade pela satisfação do consumidor por meio de entregas contínuas, de valor e o mais brevemente possível.</p><p>2 - Mudanças de requisitos são bem-vindas mesmo em estágios avançados do desenvolvimento. Processos ágeis aproveitam as mudanças em benefício da vantagem competitiva do cliente.</p><p>3 - Entrega do produto funcionando em curto período.</p><p>4 - Desenvolvedores e gestores devem trabalhar diariamente em conjunto.</p><p>5 - Criação de projetos com pessoas motivadas. Confie nelas e dê suporte e ambiente para que o trabalho seja feito.</p><p>6 - O método mais eficiente e eficaz de transmitir informações em um projeto é pela conversa “cara a cara”.</p><p>7 - Produto funcionando é a principal medida de progresso.</p><p>8 - Processos ágeis promovem o desenvolvimento sustentável. Os patrocinadores, desenvolvedores e usuários devem ser capazes de manter um ritmo constante indefinidamente.</p><p>9 - Atenção contínua à excelência técnica e ao design melhoram a agilidade.</p><p>10 - Simplicidade. A arte de deixar de fazer trabalhos desnecessários é essencial.</p><p>11 - Os melhores requisitos, arquiteturas e design surgem de equipes que praticam a autogestão.</p><p>12 - Em intervalos regulares a equipe deve refletir sobre como se tornar mais eficaz. Após a reflexão, deve reajustar-se de acordo com as necessidades percebidas.</p><p>Quadro 6 – Princípios que regem a aplicação da abordagem ágil de projetos segundo o Manifesto Ágil.</p><p>E aqui, mais uma vez, vemos a importância da valorização dos indivíduos e de suas interações, do trabalho colaborativo e do produto funcionando ou do serviço sendo prestado. Com isso, o resultado seria a agilidade para responder às mudanças.</p><p>Assim, pensar em metodologias ágeis não significa excluir o corpo de conhecimento tradicional de gerenciamento de projetos, mas sim pensar em um conjunto de métodos e práticas que se somam a ele. Vejamos, então, nove princípios que podem caracterizar o gerenciamento ágil de projetos (AMARAL, 2011):</p><p>· 1</p><p>1</p><p>Aplicar técnicas simples e visuais de gerenciamento (simplicidade).</p><p>· 2</p><p>2</p><p>Flexibilizar o processo para absorver mudanças no projeto.</p><p>· 3</p><p>3</p><p>Buscar a excelência técnica.</p><p>· 4</p><p>4</p><p>Agregar valor para o cliente e para a equipe de projeto.</p><p>· 5</p><p>5</p><p>Utilizar o conceito de iterações e entregas parciais.</p><p>· 6</p><p>6</p><p>Promover a autogestão e a auto-organização.</p><p>· 7</p><p>7</p><p>Encorajar a tomada de decisão participativa.</p><p>· 8</p><p>8</p><p>Encorajar a inovação e a criatividade.</p><p>· 9</p><p>9</p><p>Promover a interação e a comunicação entre os membros da equipe de projeto.</p><p>1.2 Projetos ágeis e tradicionais: qual é a diferença?</p><p>Será que as metodologias ágeis devem ser aplicadas em todos os projetos? Qual a sua percepção sobre isso?</p><p>Os projetos são construídos e gerenciados de acordo com a temática, a complexidade, a maturidade da equipe e outros elementos do projeto. Assim, é possível afirmar que não há uma fórmula mágica que indique que para projetos XYZ o ideal é o método tradicional, para projetos ABC, o método ágil e, para projetos KMN, o método híbrido.</p><p>O vídeo a seguir apresenta a diferença entre as metodologias ágil e tradicional para a gestão de projeto. Conheça as particularidades de cada metodologia para que você tenha subsídios para a escolha futura de qual método utilizar em seus novos projetos.</p><p>YOUTUBE</p><p>Ágil vs Tradicional - Como Escolher a Metodologia para Gestão de Projetos?</p><p>Ágil não é uma solução para tudo. E pode não ser aplicável para todo tipo de projetos.Na verdade, existem diferentes abordagens, metodologias e padrões. Cada...</p><p>VER NO YOUTUBE</p><p>1.3 Metodologias inovadoras de gestão de projetos</p><p>Em tópicos anteriores, vimos como o PMBOK aborda o gerenciamento de projetos e também algumas propriedades relacionadas às metodologias ágeis.</p><p>A partir de agora, conheça algumas metodologias aplicadas a projetos que utilizam a inovação e o trabalho em equipe em suas práticas.</p><p>1.3.1 Canvas de projeto</p><p>É uma ferramenta visual em forma de um quadro, em que as informações necessárias para conceber o projeto estão dispostas em uma única página, conforme apresentado na figura 9</p><p>Figura 9 – Canvas de projeto</p><p>Fonte: Leandro e Vieira (2018). Disponível em: www.canvasdeprojeto.com.br.</p><p>Segundo os criadores dessa ferramenta, Leandro e Vieira (2018), o Canvas de projeto foi idealizado a partir das seguintes inspirações:</p><p>Canvas de modelo de negócios</p><p>–</p><p>Desenvolvido por Alexander Osterwalder e Yves Pigneur, inovou a forma de descrição de como uma organização cria, entrega e gera valor, com uma abordagem visual.</p><p>PMCanvas</p><p>–</p><p>O Project Model Canvas, criado por José Finocchio Júnior, representou um avanço na produção de projetos e pode substituir o plano de projetos, conforme Finocchio.</p><p>Design thinking</p><p>–</p><p>Técnica criativa para solução de problemas não convencionais, aliando o que é desejável sob o ponto de vista humano, o que é tecnologicamente possível e o que é economicamente viável.</p><p>Programação neurolinguística (PNL)</p><p>–</p><p>Criada por Richard Bandler e John Grinder, na década de 1970, nos Estados Unidos, refere-se ao modo como as ideias e as ações são organizadas, a fim de produzir resultados.</p><p>Guia PMBOK® e PRINCE2®</p><p>–</p><p>Duas abordagens de gestão de projetos. O guia consolida um conjunto de boas práticas de gerenciamento de projetos. Enquanto o PRINCE2® representa um modelo de gestão estruturada de projetos mais utilizados no mundo.</p><p>Princípio MECE (lê-se: missi)</p><p>–</p><p>É um dos diferenciais do canvas de projeto e significa mutuamente exclusivos e coletivamente exaustivo. Ou seja, não há sobreposição das informações constantes em cada um de seus itens e não há lacunas, uma vez que o conjunto das informações constantes no canvas cobre todas as opções de soluções possíveis para um projeto.</p><p>Com a finalidade de apresentar as referências utilizadas para a elaboração do canvas de projeto, os autores Leandro e Vieira desenvolveram um estudo sobre diversos canvas existentes pelo mundo e produziram um estudo sobre as diferenças e similaridades sobre canvas de projetos no mundo.</p><p>Estudo Canvas de Projetos no mundo: diferenças e similaridades.</p><p>CLIQUE E ACESSE</p><p>O canvas de projeto é constituído por 12 blocos: objetivo, justificativa, benefícios, característica do produto/serviço, escopo, não escopo, stakeholders, premissas & restrições, riscos, entregas, datas e investimento.</p><p>Figura 10 – Explicação dos blocos do canvas de projeto</p><p>Vale ressaltar que, ao preencher todo o canvas as informações de cada bloco formam uma narrativa única e completa de um projeto, respondendo às perguntas:</p><p>· Por que será feito? Blocos: objetivo, justificativa e benefícios.</p><p>· bullet</p><p>O que será feito? Blocos: características, escopo e não escopo.</p><p>· bullet</p><p>Quem? Bloco: stakeholder.</p><p>· bullet</p><p>Como será feito? Blocos: premissas & restrições e entregas.</p><p>· bullet</p><p>Quando? Bloco: datas.</p><p>· bullet</p><p>Quanto? Bloco: investimento.</p><p>· bullet</p><p>E se? Bloco: riscos.</p><p>Assista ao vídeo Como transformar ideias em resultados? para conhecer um pouco mais sobre cada um dos blocos. O vídeo apresenta como utilizar o canvas de projeto para organizar suas ideias, oportunidades e desafios e alcançar resultados. São abordados os conceitos dos 12 blocos existentes na ferramenta.</p><p>YOUTUBE</p><p>Como transformar ideias em resultados?</p><p>Uma dica para organizar suas ideias, oportunidades e desafios e alcançar os resultados esperados, com o uso do Canvas de Projeto. 😉"O Canvas de Projeto é um...</p><p>VER NO YOUTUBE</p><p>1.3.2. Scrum</p><p>Scrum é uma metodologia ágil, originalmente aplicada em projetos de desenvolvimento de software, e está baseado em algumas características: flexibilidade de resultados e prazos, equipes pequenas, revisões frequentes e colaboração.</p><p>Esse método iterativo2 e incremental1 é sustentado por três papéis principais:</p><p>1. Product owner (PO)</p><p>–</p><p>Representa os interesses do cliente e, em alguns casos, é o próprio cliente. Responsável por priorizar e validar os requisitos para desenvolvimento.</p><p>2. Scrum master (SM)</p><p>–</p><p>Responsável pelo macrogerenciamento e pela garantia de execução de todas as regras do scrum.</p><p>3. Time</p><p>–</p><p>Responsável pelo microgerenciamento e pelo desenvolvimento do projeto.</p><p>Silva (2016) apresenta, em nove passos, como ocorre o processo de desenvolvimento de um projeto com o scrum.</p><p>As figuras 11 e 11.1 ilustram as responsabilidades de cada um dos três papéis – product owner, scrum master e time – e o seu desenvolvimento no scrum durante o desenvolvimento de um projeto.</p><p>Assista ao vídeo indicado para compreender como o scrum funciona na prática. O vídeo Scrum – Aprenda scrum em 15 minutos aborda o conceito de scrum, seu funcionamento, as cerimônias e os papéis do product owner (PO), scrum master (SM) e demais envolvidos.</p><p>YOUTUBE</p><p>Scrum - Aprenda Scrum em 15 minutos (Scrum versão 2017)</p><p>Entenda como funciona o Scrum, seus papéis, eventos e artefatos em uma abordagem bem simples clara, objetiva e completa... e em apenas</p><p>15 minutos! Aprenda tu...</p><p>VER NO YOUTUBE</p><p>1.3.3 Kanban</p><p>O método Kanban é um quadro visual que, em um formato mais simples, possui três colunas: i) fazer; ii) em andamento; e iii) feito. Quando construído e gerenciado adequadamente, o Kanban é aplicável à gestão de projetos e pode servir como uma central de informações em tempo real, destacando o andamento do projeto e eventuais gargalos que possam prejudicar o alcance dos resultados.</p><p>Segundo Barbosa (2020) esse método se sustenta em seis práticas:</p><p>· 1</p><p>1</p><p>Visualize o fluxo de trabalho (workflow): divida o trabalho em partes, escreva cada demanda em um cartão e tenha uma visão de todo o trabalho que está em andamento. Além disso, nomeie colunas para ilustrar onde cada demanda encontra-se ao longo do fluxo.</p><p>· 2</p><p>2</p><p>Limite o trabalho em progresso: atribua limites explícitos para a quantidade de itens que podem estar em andamento em cada etapa do fluxo de trabalho.</p><p>· 3</p><p>3</p><p>Meça e gerencie o fluxo de trabalho: tenha visibilidade de quanto tempo as demandas que passam pelo processo têm levado para serem concluídas e remova impedimentos que, porventura, estejam bloqueando o workflow.</p><p>· 4</p><p>4</p><p>Torne as políticas explícitas: defina, divulgue e socialize o processo, assim todos terão uma clareza de como ele funciona e de como o trabalho realmente é feito.</p><p>· 5</p><p>5</p><p>Desenvolva loops de feedback: reduza o tempo do ciclo de feedback, pois quanto mais tardia a entrega, mais demorada será a geração de valor daquilo que foi trabalhado.</p><p>· 6</p><p>6</p><p>Melhore de forma colaborativa: exerça a filosofia de melhoria contínua, promovendo pequenas alterações nos processos que causem menor resistência às mudanças.</p><p>O vídeo a seguir apresenta o conceito e a aplicação de práticas do método Kanban, com ressalva ao aspecto visual e ao acompanhamento do trabalho em progresso.</p><p>YOUTUBE</p><p>O que é e pra que serve o Método Kanban [Decifrando Agile 12]</p><p>VER NO YOUTUBE</p><p>📖 Glossário</p><p>–</p><p>Nº:</p><p>Termo:</p><p>Definição / significado:</p><p>1</p><p>Incremental</p><p>Incremental diz respeito a desenvolver pequenos incrementos ou acréscimos no resultado do projeto a cada iteração.</p><p>2</p><p>Iterativo</p><p>Iterativo significa desenvolvido por repetições, por várias etapas.</p><p>3</p><p>Manifesto ágil</p><p>O manifesto ágil é uma declaração de valores e princípios essenciais para o desenvolvimento de software. Ele foi criado em fevereiro de 2001, momento em que se reuniram 17 profissionais que já praticavam métodos ágeis como XP, DSDM, SCRUM, FDD etc. Durante a reunião, foram observados os pontos comuns de projetos que tiveram sucesso em suas metodologias e, com base neles, foi criado o manifesto para desenvolvimento ágil de software, o qual chamamos de manifesto ágil.</p><p>📚 Referências</p><p>–</p><p>· AMARAL, Daniel Capaldo et al. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos inovadores. São Paulo: Saraiva, 2011.</p><p>·  BARBOSA, Andy. O verdadeiro agile coach: a essência toma forma. Santa Catarina: Agile Institute Brazil, 2020.</p><p>·  LEANDRO, Wankes; VIEIRA, Helber. Canvas de projeto: como transformar ideias em projetos. São Paulo: Riemma, 2018.</p><p>·  SILVA, Fabiana Bigão. Gerenciamento de projetos fora da caixa: fique com o que é relevante. Rio de Janeiro: Alta Books, 2016.</p><p>·  SUTHERLAND, Jeff; SUTHERLAND, J. J. Scrum: a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo. Rio de Janeiro: Sextante, 2019.</p><p>·</p><p>· Exercício Avaliativo - Módulo 3</p><p>· Condições de conclusão</p><p>· A fazer: Receber uma nota</p><p>· Este é o questionário de avaliação deste módulo. Nele esperamos que você responda às questões a partir do conhecimento construído, tendo como base a leitura do conteúdo, suas reflexões e a aplicabilidade do conteúdo na sua atuação profissional.</p><p>Antes de enviar o seu questionário, sugerimos que você revise todas as suas respostas e verifique se todas as questões foram respondidas.</p><p>Você terá apenas uma tentativa.</p><p>Para finalizar essa tentativa, é necessário clicar em "Enviar tudo e terminar". Apenas com essa ação as respostas serão recebidas pelo sistema e sua nota será computada.</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image15.png</p><p>image16.png</p><p>image17.png</p>

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