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pratica pedagogica rota 6

Prova de 8 questões da disciplina Prática Pedagógica Interdisciplinar: Análise e Produção de Textos, com exercícios de interpretação, função de parágrafos, valor semântico de diminutivos/demonstrativos e classificação de tipos de resumo; inclui registro do aluno e sua nota.

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<p>Pincel Atômico - 21/09/2024 14:29:40 1/6</p><p>LETÍCIA GODINHO</p><p>AIRES</p><p>Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 12 (19416)</p><p>Atividade finalizada em 18/06/2024 15:13:58 (2120565 / 1)</p><p>LEGENDA</p><p>Resposta correta na questão</p><p># Resposta correta - Questão Anulada</p><p>X Resposta selecionada pelo Aluno</p><p>Disciplina:</p><p>PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS [1084597] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de</p><p>1,67 pontos [capítulos - 6]</p><p>Turma:</p><p>Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Letras-Português - Grupo: FPD-MARC/2024 - SGegu0A300324 [120529]</p><p>Aluno(a):</p><p>91597336 - LETÍCIA GODINHO AIRES - Respondeu 8 questões corretas, obtendo um total de 1,67 pontos como nota</p><p>[358461_1127</p><p>68]</p><p>Questão</p><p>001</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Comunicar é agir</p><p>Quando um enunciador comunica alguma coisa, tem em vista agir no mundo. Ao</p><p>exercer seu fazer informativo, produz um sentido com a finalidade de influir sobre os</p><p>outros. Deseja que o enunciatário creia no que ele lhe diz, faça alguma coisa, mude de</p><p>comportamento ou de opinião etc. Ao comunicar, age no sentido de fazer-fazer.</p><p>Entretanto, mesmo que não pretenda que o destinatário aja, ao fazê-lo saber alguma</p><p>coisa, realiza uma ação, pois torna o outro detentor de um certo saber.</p><p>Comunicar é também agir num sentido mais amplo. Quando um enunciador reproduz</p><p>em seu discurso elementos da formação discursiva dominante, de certa forma,</p><p>contribui para reforçar as estruturas de dominação. Se se vale de outras formações</p><p>discursivas, ajuda a colocar em xeque as estruturas sociais. No entanto, pode-se estar</p><p>em oposição às estrutu-ras econômico-sociais de uma maneira reacionária, em que se</p><p>sonha fazer voltar um mundo que não mais existe, ou de uma maneira progressista,</p><p>em que se deseja criar um mundo novo. Sem pretender que o discurso possa</p><p>transformar o mundo, pode-se dizer que a linguagem pode ser instrumento de</p><p>libertação ou de opressão, de mudança ou de conservação.</p><p>José Luiz Fiorin</p><p>O segundo parágrafo do texto, em relação ao primeiro, funciona como:</p><p>X acréscimo;</p><p>oposição;</p><p>retificação;</p><p>explicação.</p><p>concessão;</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 14:29:40 2/6</p><p>[358460_1127</p><p>73]</p><p>Questão</p><p>002</p><p>Leia o texto para responder a questão.</p><p>Inimigos</p><p>O apelido de Maria Teresa, para Norberto, era “Quequinha”.</p><p>Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma da sua mulher, o</p><p>Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava:</p><p>– Pois a Quequinha...</p><p>E a Quequinha, dengosa, protestava:</p><p>– Ora, Beto!</p><p>Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha.</p><p>Se ela estivesse ao seu lado e quisesse se</p><p>referir a ela, dizia:</p><p>– A mulher aqui...</p><p>Ou, às vezes:</p><p>– Esta mulherzinha...</p><p>Mas nunca mais de Quequinha.</p><p>(O tempo... O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. Este ataca em</p><p>silêncio. Ele usa armas químicas.)</p><p>Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.</p><p>– Ela odeia o Charles Bronson.</p><p>– Ah, não gosto mesmo.</p><p>Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava</p><p>um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e</p><p>apontar com o queixo.</p><p>– Essa aí...</p><p>E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.</p><p>(O tempo, o tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois</p><p>a outra...)</p><p>Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua</p><p>direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:</p><p>– Aquilo...</p><p>Luís Fernando Veríssimo</p><p>Com base na leitura do texto, pode-se afirmar que:</p><p>o diminutivo em Quequinha tem o mesmo valor semântico que o empregado em</p><p>mulherzinha.</p><p>X</p><p>há um processo de depreciação quando Norberto emprega o demonstrativo Aquilo</p><p>para se referir à mulher.</p><p>o diminutivo e o aumentativo, em português, referem-se invariavelmente a “tamanho,</p><p>dimensão”.</p><p>na expressão A mulher aqui, o substantivo mulher foi empregado, no contexto, em</p><p>oposição a marido.</p><p>o diminutivo mulherzinha tem o mesmo valor semântico que o diminutivo na fra-se</p><p>“Que garotinho lindo!”</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 14:29:40 3/6</p><p>[358461_1102</p><p>23]</p><p>Questão</p><p>003</p><p>(FCC - 2010 – TRF)</p><p>O livro oferece uma acurada seleção de excertos de julgados</p><p>enfocando o atual Código Civil, cujas anotações são feitas</p><p>artigo por artigo. Apresenta uma valiosa e recente consolidação</p><p>da interpretação dos tribunais brasileiros, inclusive os</p><p>Superiores (STJ e STF), no que se refere à aplicação das</p><p>disposições do novo Código Civil, proporcionando ao operador</p><p>do Direito uma consulta fácil, ágil, completa e precisa de casos</p><p>concretos envolvendo a sua aplicação. Oferece uma</p><p>extraordinária visão do comportamento atualizado das mais</p><p>importantes questões jurídicas que estão a influir diretamente</p><p>em nosso cotidiano.</p><p>A característica básica desse tipo de resumo é a de</p><p>descrever a finalidade e o conteúdo do trabalho.</p><p>fornecer os pontos relevantes de um documento.</p><p>indicar o ponto de vista dos autores da obra.</p><p>X oferecer uma interpretação do texto analisado.</p><p>apresentar uma indicação de leitura ou pesquisa.</p><p>[358460_1127</p><p>75]</p><p>Questão</p><p>004</p><p>Inimigos</p><p>O apelido de Maria Teresa, para Norberto, era “Quequinha”.</p><p>Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma da sua mulher, o</p><p>Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava:</p><p>– Pois a Quequinha...</p><p>E a Quequinha, dengosa, protestava:</p><p>– Ora, Beto!</p><p>Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha.</p><p>Se ela estivesse ao seu lado e quisesse se</p><p>referir a ela, dizia:</p><p>– A mulher aqui...</p><p>Ou, às vezes:</p><p>– Esta mulherzinha...</p><p>Mas nunca mais de Quequinha.</p><p>(O tempo... O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. Este ataca em</p><p>silêncio. Ele usa armas químicas.)</p><p>Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.</p><p>– Ela odeia o Charles Bronson.</p><p>– Ah, não gosto mesmo.</p><p>Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava</p><p>um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e</p><p>apontar com o queixo.</p><p>– Essa aí...</p><p>E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.</p><p>(O tempo, o tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois</p><p>a outra...)</p><p>Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua</p><p>direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:</p><p>– Aquilo...</p><p>Luís Fernando Veríssimo</p><p>No texto de Luís Fernando Veríssimo, fica evidente o quanto a escolha das palavarsa</p><p>e importante para gerar o efeito de sentido pretendido. A esse respeito, marque a</p><p>resposta que melhor define a organização textual:</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 14:29:40 4/6</p><p>Os apelidos, de forma gradativa, demonstram o quanto o tempo faz bem para as</p><p>relações.</p><p>Os apelidos utilizados pelos personagens do texto denotam amizade e</p><p>companheirismo entre eles.</p><p>A seleção lexical na crônica nada tem a ver com a relação do casal, trata-se apenas de</p><p>palavras aleatórias.</p><p>À medida em que o tempo passa, os personagens demonstram mais amor e respeito</p><p>um ao outro.</p><p>X</p><p>Os vocábulos utilizados para denominar um ao outro vão, gradualmente, apre-</p><p>sentando o desgaste na relação do casal.</p><p>[358460_1102</p><p>20]</p><p>Questão</p><p>005</p><p>(Enem/2014)</p><p>Censura moralista</p><p>Há tempos que a leitura está em pauta. E, diz-se, em crise. Comenta-se esta crise, por</p><p>exemplo, apontando a precariedade das práticas de leitura, lamentando a falta de</p><p>familiaridade dos jovens com livros, reclamando da falta de bibliotecas em tantos</p><p>municípios, do preço dos livros em livrarias, num nunca acabar de problemas e de</p><p>carências. Mas, de um tempo para cá, pesquisas acadêmicas vêm dizendo que talvez</p><p>não seja exatamente assim, que brasileiros leem, sim, só que leem livros que as</p><p>pesquisas tradicionais não levam em conta. E, também, de um tempo para cá, políticas</p><p>educacionais têm tomado a peito investir em livros e em leitura.</p><p>LAJOLO, M. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em: 2 dez. 2013</p><p>(fragmento).</p><p>Os falantes, nos textos que produzem, sejam orais ou escritos, posicionam-se frente a</p><p>assuntos que geram consenso ou despertam polêmica. No texto, a autora</p><p>critica pesquisas tradicionais que</p><p>atribuem a falta de leitura à precariedade de</p><p>bibliotecas.</p><p>rebate a ideia de que as políticas educacionais são eficazes no combate à crise de</p><p>leitura.</p><p>ressalta a importância de os professores incentivarem os jovens às práticas de leitura.</p><p>atribui a crise da leitura à falta de incentivos e ao desinteresse dos jovens por livros de</p><p>qualidade.</p><p>X</p><p>questiona a existência de uma crise de leitura com base nos dados de pesquisas</p><p>acadêmicas.</p><p>[358461_1102</p><p>25]</p><p>Questão</p><p>006</p><p>(Enem 2017)</p><p>No esporte-participação ou esporte popular, a manifestação ocorre no princípio do</p><p>prazer lúdico, que tem como finalidade o bem-estar social dos seus praticantes. Está</p><p>associado intimamente com o lazer e o tempo livre e ocorre em espaços não</p><p>comprometidos com o tempo e fora das obrigações da vida diária. Tem como</p><p>propósitos a descontração, a diversão, o desenvolvimento pessoal e o relacionamento</p><p>com as pessoas. Pode-se afirmar que o esporte-participação, por ser a dimensão</p><p>social do esporte mais inter-relacionada com os caminhos democráticos, equilibra o</p><p>quadro de desigualdades de oportunidades esportivas encontrado na dimensão</p><p>esporte-performance. Enquanto o esporte-performance só permite sucesso aos</p><p>talentos ou àqueles que tiveram condições, o esporte-participação favorece o prazer a</p><p>todos que dele desejarem tomar parte.</p><p>GODTSFRIEDT, J. Esporte e sua relação com a sociedade: uma síntese bibliográfica.</p><p>EFDeportes, n. 142, mar. 2010.</p><p>O sentido de esporte-participação construído no texto está fundamentalmente presente</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 14:29:40 5/6</p><p>nas competições promovidas pelas federações e confederações, cujo objetivo é a</p><p>formação e a descoberta de talentos.</p><p>nas competições de esportes individuais, uma vez que o sucesso de um indivíduo</p><p>incentiva a participação dos demais.</p><p>nos campeonatos oficiais de futebol, regionais e nacionais, por se tratar de uma</p><p>modalidade esportiva muito popular no país.</p><p>X</p><p>nas modalidades esportivas adaptadas, cujo objetivo é o maior engajamento dos</p><p>cidadãos.</p><p>nos Jogos Olímpicos, uma vez que reúnem diversos países na disputa de diferentes</p><p>modalidades esportivas.</p><p>[358460_1127</p><p>79]</p><p>Questão</p><p>007</p><p>(ENEM- 2019- Adaptada)</p><p>A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma,narradora mórbida,</p><p>surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa,</p><p>a morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas, de 1939 a 1943. Traços de uma</p><p>sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para</p><p>o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por</p><p>dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro</p><p>na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O</p><p>único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. A vida ao redor é a</p><p>pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à</p><p>eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. A Morte, perplexa diante</p><p>da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre</p><p>a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de</p><p>crítica e público.</p><p>Fonte: Disponível em https://bit.ly/2PERCJN. Acesso em: 22 mar. 2021</p><p>Os gêneros textuais podem ser caracterizados, dentre outros fatores, por seus</p><p>objetivos. Esse fragmento é um:</p><p>X resenha, pois apresenta uma produção intelectual deforma crítica.</p><p>A reportagem, pois busca convencer o interlocutor da tese defendida ao longo do</p><p>texto.</p><p>Uma noticia, pois objetiva relatar um fato atual.</p><p>instrução, pois ensina algo por meio de explicações</p><p>resumo, pois promove o contato rápido do leitor com uma informação desconhecida.</p><p>[358462_1102</p><p>29]</p><p>Questão</p><p>008</p><p>(PUCPR/2016)</p><p>Leia o parágrafo abaixo.</p><p>O que as autoras entendem por plágio? Definem o plágio como “uma apropriação</p><p>indevida e não autorizada na criação literária” (p. 24). No primeiro capítulo, percorrem</p><p>diversas descrições passando pelo jurídico, histórico e sociopsíquico. No entanto,</p><p>enquadram a sua etnografia no campo da ética e da integralidade acadêmica, no</p><p>terreno das ciências sociais, explorando o plágio dentro dos papéis de leitor e autor de</p><p>textos acadêmicos. Dentro do que as autoras contemplam como plágio, está o comum</p><p>plágio-cópia, tomar um texto ou trechos exatos dele para um texto acadêmico sem</p><p>nenhum reconhecimento do autor original. Mas ampliam essa descrição ao apresentar</p><p>um interessante conceito: o plágio-pastiche.</p><p>A única alternativa em que os verbos de dizer podem substituir os que estão</p><p>destacados no texto, respectivamente e com sentido equivalente, é:</p><p>X compreender / conceituar / situar / estudar / considerar / estender / expor.</p><p>conceber / compreender / mostrar / observar / exagerar / conceituar / explicar.</p><p>conceber / perceber / situar / examinar / compreender / aumentar / mostrar</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 14:29:40 6/6</p><p>perceber / explicar / classificar / examinar / aumentar / demonstrar / comprovar .</p><p>captar / conceituar / limitar / retomar / observar / elucidar / comprovar.</p>

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