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<p>ESQUISTOSSOMOSE</p><p>Profa. Me. Tábata Esperandim</p><p>http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/img/caramujo.jpg&imgrefurl=http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/genoma_contra_a_esquistossomose_imprimir.html&h=335&w=275&sz=18&hl=pt-BR&start=8&tbnid=dQX3R32u-zUF2M:&tbnh=119&tbnw=98&prev=/images%3Fq%3DCiclo%2BSchistosoma%2Bmansoni%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG</p><p>ESQUISTOSSOMOSE</p><p>•“Xistose”, “barriga d’água” ou “mal do</p><p>caramujo”.</p><p>• Agente etiológico: Schistosoma mansoni;</p><p>• Hospedeiro definitivo: homem;</p><p>• Hospedeiro intermediário: caramujo –</p><p>Biomphalaria glabrata</p><p>MORFOLOGIA</p><p>• Macho</p><p>• Mede cerca de 1 cm</p><p>• Cor esbranquiçada, tegumento</p><p>recoberto de minúsculas projeções</p><p>(tubérculos)</p><p>• extremidade anterior: ventosa oral e</p><p>ventral;</p><p>• extremidade posterior: canal</p><p>ginecóforo – dobras das laterais do</p><p>corpo que albergam a fêmea;</p><p>• espermatozoídes passam pelos</p><p>canais deferentes dentro do canal</p><p>ginecóforo.</p><p>MORFOLOGIA</p><p>• Fêmea</p><p>• Mede cerca de 1,5 cm</p><p>• Cor mais escura, tegumento liso;</p><p>• Na metade anterior ventosa oral e</p><p>acetábulo.</p><p>• Ovo</p><p>• Formato oval</p><p>• Espículo voltado para trás;</p><p>• Ovo maduro: presença de miracídio</p><p>e é eliminado nas fezes;</p><p>MORFOLOGIA</p><p>• Miracídeo</p><p>• Cílios: auxiliam na locomoção em meio</p><p>aquático;</p><p>• Extremidade anterior: terebratorium;</p><p>• Terebratorium possui glândulas adesivas,</p><p>que auxiliam na penetração no tecido do</p><p>hospedeiro (molusco –caramujo), e</p><p>terminações sensoriais que percebem as</p><p>substâncias liberadas por caramujos na</p><p>água.</p><p>MORFOLOGIA</p><p>• Cercária</p><p>• Cauda bifurcada;</p><p>• Ventosa oral com glândulas de</p><p>penetração;</p><p>• Ventosa ventral (acetábulo): fixação</p><p>na pele do hospedeiro (homem) no</p><p>processo de penetração.</p><p>• No processo de penetração, a</p><p>cercária perde a cauda, sendo</p><p>chamada de esquistossômulo.</p><p>CICLO BIOLÓGICO</p><p>• No homem se inicia com a penetração de cercárias através da</p><p>pele ou mucosas;</p><p>• Após a penetração, as larvas resultantes, os</p><p>esquistossômulos, através do sistema vascular, tornam-se</p><p>adultas e alcançam o sistema porta hepático;</p><p>• Ocorre maturação sexual;</p><p>• Os vermes adultos migram para as veias mesentéricas onde se</p><p>acasalam;</p><p>• As fêmeas fazem a postura dos ovos na parede dos vasos</p><p>sangüíneos;</p><p>• Os ovos tornam se maduros (1 semana);</p><p>• Atravessam a mucosa intestinal e chegam à luz do intestino;</p><p>CICLO BIOLÓGICO</p><p>• Ovos maduros (com miracídio) são eliminados nas fezes.</p><p>• Os ovos podem ficar retidos na mucosa intestinal ou serem</p><p>levados para o fígado.</p><p>• Os ovos eliminados nas fezes, sobrevivem durante 5 dias;</p><p>• Caso estes ovos alcancem a água, ocorre a liberação do</p><p>miracídio (altas temperaturas, luz intensa e oxigenação);</p><p>• Ocorre atração do miracídio por substâncias liberadas pelo</p><p>caramujo na água;</p><p>• O miracídio adere a mucosa do caramujo e ocorre a penetração</p><p>por meio de enzimas liberadas pelo terebratorium.</p><p>• Após a penetração no caramujo, o miracídio sofre modificações</p><p>morfológicas e transforma-se em esporocisto.</p><p>CICLO BIOLÓGICO</p><p>• Esporocisto sofre poliembrionia, originando esporocisto repleto de</p><p>cercárias (esporocisto II);</p><p>• Ocorre a saída das cercárias do caramujo (luz e temperatura);</p><p>• Cercárias apresentam maior infectividade durante as primeiras 8h</p><p>de vida;</p><p>• Cercárias nadam ativamente até encontrarem o hospedeiro</p><p>definitivo (homem).</p><p>• No homem, as cercárias são capazes de penetrar na pele ou</p><p>mucosas.</p><p>• Quando são ingeridas com água, as cercárias que chegarem ao</p><p>estômago são destruídas pelo suco gástrico. Mas as cercárias que</p><p>penetrarem na mucosa, completam o ciclo biológico.</p><p>CICLO BIOLÓGICO</p><p>CICLO BIOLÓGICO</p><p>TRANSMISSÃO</p><p>• Penetração ativa das cercárias na</p><p>pele e mucosas.</p><p>• Penetram nos pés e pernas –</p><p>áreas que ficam mais em contato</p><p>com a água contaminada.</p><p>• Maior quantidade e atividade de</p><p>cercárias na água ocorre entre 10 e</p><p>16hs, quando a luz solar e o calor</p><p>são mais intensos.</p><p>PATOGENIA</p><p>• Ligada a fatores:</p><p>• Cepa do parasito, carga parasitária</p><p>adquirida, idade, estado nutricional e</p><p>resposta imunitária.</p><p>• Cercária:</p><p>• Dermatite cercariana: sensação de</p><p>comichão, erupção urticariforme,</p><p>eritema, edema, pequenas pápulas e</p><p>dor.</p><p>PATOGENIA</p><p>• Ovos:</p><p>• Na luz intestinal em grande número: hemorragias,</p><p>edemas da submocosa e fenômenos</p><p>degenerativos.</p><p>• No fígado: reação inflamatória granulomatosa –</p><p>formação do granuloma (ovo mais reação</p><p>granulomatosa que o envolve).</p><p>• Granuloma: zona de necrose em volta do ovo,</p><p>fibrose e calcificação do ovo.</p><p>• Lesões granulomatosas são as principais</p><p>responsáveis pelas variações clínicas e</p><p>complicações digestivas e circulatórias.</p><p>ESQUISTOSSOMOSE AGUDA</p><p>Manifestações clínicas:</p><p>• mal-estar com ou sem febre,</p><p>• problemas pulmonares,</p><p>• dores musculares, desconforto abdominal,</p><p>• hepatite aguda, calafrio, emagrecimento,</p><p>• alergia, disenteria, cólicas, hepatoesplenomegalia,</p><p>• obstruções, ação espoliadora (Fe e glicose),</p><p>• reação inflamatória granulomatosa.</p><p>ESQUISTOSSOMOSE CRÔNICA</p><p>Manifestações clínicas:</p><p>• Diarréia mucossanguinolenta e dor abdominal;</p><p>• Fibrose da alça intestinal, diminuição do peristaltismo e</p><p>constipação constante;</p><p>• Hepatoespelenomegalia e dor quando apalpados.</p><p>• Varizes esofagianas:</p><p>• circulação colateral anormal intrahepática (tentativa de</p><p>compensar a circulação porta obstruída);</p><p>• Rompimento pode causar hemorragia fatal.</p><p>• Ascite (Barriga d´água):</p><p>• decorre das alterações hemodinâmicas;</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>• Fase da doença: Anamnese</p><p>• Parasitológico</p><p>• Exame de fezes;</p><p>• Biópsia ou raspagem da mucosa retal.</p><p>• Métodos imunológicos: não permitem a certeza do</p><p>parasitismo.</p><p>TRATAMENTO</p><p>• Oxamniquina e Praziquantel;</p><p>• Pacientes com presença de ovos viáveis nas fezes;</p><p>• Melhores resultados em jovens.</p><p>• Baixa dose: falha na cura parasitológica;</p><p>PROFILAXIA</p><p>• Tratamento da população</p><p>• Saneamento básico</p><p>• Combate aos caramujos transmissores</p><p>• Produtos cercarianos de uso tópico</p><p>Slide 0</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p>

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