Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>Universidade Federal do Paraná</p><p>Profª. Andréia Massuquetto</p><p>andreiamassuquetto@gmail.com</p><p>Manejo da Incubação</p><p>Introdução</p><p>Na natureza...</p><p>Introdução</p><p>Se as matrizes tivessem que chocar os ovos por 21 dias a</p><p>avicultura teria a mesma capacidade de produção?</p><p>Incubação artificial:</p><p>•280 dias de vida da reprodutora = 145 pintainhos</p><p>Choco natural:</p><p>•280 dias de vida da reprodutora = 30 pintainhos</p><p>A incubação artificial é a base do desenvolvimento da avicultura e</p><p>acelera o melhoramento genético ciclos mais rápidos.</p><p>O que é incubação artificial?</p><p>Processo de</p><p>desenvolvimento</p><p>embrionário e</p><p>nascimento dos</p><p>pintainhos sem</p><p>a presença da</p><p>ave matriz.</p><p>• Iniciado antes de Cristo no Egito (400 a.C. - “Mamals”)</p><p>e na China (246 a.C. - “Kiang”)</p><p>História da incubação</p><p>História da incubação</p><p>“Mamals”</p><p>História da incubação</p><p>“Mamals”</p><p>História da incubação</p><p>“Kiang”</p><p>• 1844 - Primeira Incubadora nos EUA (patente inglesa)</p><p>• 1870 - Patente concedida aos Estados Unidos</p><p>• 1904 - Incubadora para 4.000 ovos</p><p>• 1907 - Incubadora para 36.000 ovos – seção</p><p>• 1918 - Primeira incubadora ar forçado – expansão na produção de pintainhos</p><p>• 1922 - I.M. Petersime – ar padronizado (pás de madeira) – motor elétrico</p><p>• 1932 – Brasil importa a primeira incubadora elétrica (PETERSIME 16.000 ovos)</p><p>• 1934 – DOVE – primeira incubadora Brasileira</p><p>• 1936 – CASP</p><p>• 1941 - Primeira Incubadora de grande capacidade produzida no Brasil (20.000)</p><p>História da incubação</p><p>Importância da incubação</p><p>Incubação: 21 dias</p><p>Crescimento: 30 dias</p><p>Total: 51 dias</p><p>Incubação: 21 dias</p><p>Crescimento: 42 dias</p><p>Total: 63 dias</p><p>Anatomia do ovo</p><p>Casca</p><p>Membrana externa</p><p>Membrana interna</p><p>Chalaza</p><p>Albúmen externo</p><p>Albúmen médio</p><p>Membrana vitelínica</p><p>Núcleo</p><p>Blastodisco</p><p>Gema amarela</p><p>Gema branca</p><p>Albúmen interno</p><p>Chalaza</p><p>Câmara de ar</p><p>Cutícula</p><p>Anatomia do ovo</p><p>58% de albúmen</p><p>31% de gema</p><p>10% de casca</p><p>Nutrição do embrião</p><p>Anatomia do ovo</p><p>Especula-se que o embrião seja suprido:</p><p>40g de água</p><p>7g de proteínas</p><p>6g de lipídeos</p><p>Anatomia do ovo</p><p>Concentração de carboidratos é baixa: no máximo 1%</p><p>Apenas 0,3% deste total é glicose livre</p><p>Carboidratos não livres: maioria ligados à proteínas e</p><p>lipídeos</p><p>Vieira, 2005</p><p>Anatomia do ovo - Casca</p><p>Funções:</p><p> Proteção contra invasão microbiana</p><p> Controla a troca de água e gases por meio de</p><p>poros (seletiva)</p><p> Fonte de cálcio para o embrião</p><p> Ameniza flutuações de temperatura (ambiente</p><p>interno – externo)</p><p>Anatomia do ovo - Casca</p><p>Composição</p><p>Fração orgânica (3,5%)</p><p>Mineral (96,5%)</p><p>Principal componente: Calcita (carbonato de cálcio)</p><p>Suprimento de Ca para o embrião  via ração: íon</p><p>carbonato (CO2 + H2O) mediada pela enzima</p><p>anidrase carbônica</p><p>Anatomia do ovo - Casca</p><p>Membrana da</p><p>casca</p><p>Cutícula</p><p>Poro</p><p>Casca</p><p>Albume</p><p>Foto: Steve Tweed, 2006</p><p>Peso (g) Qualidade da Casca Perda de Peso %</p><p>56,7 Média 11,5</p><p>56,7 Fina 14,0</p><p>56,7 Grossa 9,0 North, 1984</p><p>Influência da qualidade da casca e a perda de peso durante a incubação</p><p>Peso do ovo (g)</p><p>Umidade % 70,9 66,1 61,4 56,7 52,2</p><p>Perda de peso do ovo (g)</p><p>70-80 10,2 9,8 9,5 9,2 9,1</p><p>60-70 11,1 10,6 10,2 10,0 9,8</p><p>50-60 12,0 11,5 11,1 10,8 10,6</p><p>40-50 13,2 12,6 12,1 11,8 11,6</p><p>30-20 14,2 13,8 13,3 12,9 12,7</p><p>20-30 16,0 15,3 14,8 14,4 14,1</p><p>Anatomia do ovo - Casca</p><p>Formação do ovo</p><p> São animais ovíparos  desenvolvimento fora do</p><p>organismo da ave (ovo)</p><p> Ovos cleidoicos: sistema autossuficiente</p><p> Membranas extraembrionárias: saco vitelino, âminio,</p><p>córion e alantóide (proteção para o embrião)</p><p> Fertilização do óvulo no infundíbulo da galinha juntamente</p><p>com a formação do ovo</p><p>Formação do ovo</p><p> Fusão do</p><p>ovócito+espermatozóide</p><p> Célula viva que possui</p><p>todo o aporte nutritivo e</p><p>energético para seu</p><p>próprio desenvolvimento</p><p>(GONZALES, 1994).</p><p>Formação do ovo</p><p>Infundíbulo</p><p>Adiciona a gema e as chalazas Magno</p><p>Células secretoras para formar</p><p>o albúmen</p><p>Istmo</p><p>Camada interna e externa do</p><p>ovo</p><p>Útero</p><p>Câmara calcígera Vagina</p><p>Passagem e deposição de muco</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p> O desenvolvimento embrionário (ou embriogenese) </p><p>conjunto de transformações que decorrem desde a</p><p>fecundação até ao nascimento</p><p> Multiplicação celular, os movimentos morfogenéticos e a</p><p>diferenciação celular.</p><p>A gema é o folículo</p><p>desprendido durante a</p><p>ovulação da galinha, está</p><p>presente desde a fase de</p><p>pintinha e matura</p><p>conforme o passar do</p><p>tempo. Em geral as</p><p>galinhas possuem 8</p><p>folículos no ovário</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Saco Vitelino</p><p>Material nutritivo para</p><p>alimentação do embrião.</p><p>Absorvido antes da eclosão no</p><p>intestino delgado do pintinho.</p><p>Âmnion</p><p>Proteção contra choques com o</p><p>meio. Mantêm a umidade do</p><p>embrião e protege contra</p><p>desidratações.</p><p>Córion</p><p>Desenvolve-se ao redor do saco</p><p>vitelino, envolve todo o</p><p>embrião. Adere-se à casca e</p><p>forma a membrana cório-</p><p>alantóide.</p><p>Alantóide</p><p>Estocagem de substâncias</p><p>excretadas pelo embrião.</p><p>Membrana cório-alantóide tem</p><p>função de respiração e</p><p>absorção de cálcio.</p><p>Fonte: Adaptado de: http://www.curiosidadeanimal.com/anatomia/ovo_galinha.JPG</p><p>Gonzales (1994), Reis (1979).</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>http://www.curiosidadeanimal.com/anatomia/ovo_galinha.JPG</p><p>Formação do ovo</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 1 • Dia 2</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>1o e 2o dia</p><p> Início da formação da prega neural</p><p> Início da formação do cérebro e sistema nervoso</p><p> Início da formação dos olhos</p><p>Formação dos vasos sanguíneos e do coração (começa</p><p>a bater)</p><p>Aparecimento dos primeiros sinais do âmnio</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 3 • Dia 4</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p> Aparecimento de vestígios da cauda</p><p> Formação dos membros</p><p> Presença de âmnio</p><p> Início da formação das narinas</p><p> Aparecimento das lentes oculares</p><p> Posicionamento do lado esquesdo</p><p> A gema torna-se mais longa</p><p> O embrião apresenta-se na forma de C</p><p> Início da formação de boca e língua</p><p>3o e 4 o dia</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 5 Dia 6</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p> Distinguem-se as estruturas externas dos olhos</p><p> Formação do proventrículo e da moela</p><p> Inicia-se a diferenciação sexual</p><p> Inicia-se a formação do bico</p><p> Aumenta-se o número de pregas do saco vitelino</p><p> Coração grande e ainda fora do corpo</p><p> Iniciam os movimentos voluntários</p><p>5o e 6 o dia</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 7 • Dia 8</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>7o e 8 o dia</p><p> Início da formação das penas</p><p> Pernas e asas são diferenciadas</p><p> Começa a ter aparência da espécie</p><p> Bico bastante diferenciado</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 9 • Dia 10</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>9o e 10 o dia</p><p> Endurecimento do bico</p><p> Corpo assume características das aves</p><p> O embrião está coberto por penugem fina</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 11 • Dia 12</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>11o e 12 o dia</p><p> Os dedos estão completamente formados</p><p> Formação das garras</p><p> Completa-se o empenamento</p><p> Formação das escamas dos pés</p><p> Aparecimento da protuberância sobre o bico</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 13 • Dia 14</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>13o e 14 o dia</p><p> O embrião dirige a cabeça para a câmara de ar</p><p> “Penetração” do intestino na cavidade abdominal</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 15 • Dia 16</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>15o e 16 o dia</p><p>Desaparecimento do albúmen</p><p>O bico está voltado para a câmara de ar</p><p>Há uma diminuição do líquido amniótico</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 17 • Dia 18</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>17o e 18 o dia</p><p> O embrião está quase no seu tamanho normal</p><p></p><p>O saco vitelino inicia sua invaginação</p><p> O embrião ocupa quase todo o ovo</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 19 Dia 20</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>19o e 20 o dia</p><p> Absorção total do saco vitelino</p><p> Umbigo ainda está aberto</p><p> Alantoide para de funcionar e começa a secar</p><p> Rompimento do alantoide e o embrião começa a respirar</p><p> Pintinho atinge tamanho normal</p><p> Pintinho bica a casca</p><p> Nascimento, cicatrização do umbigo</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Dia 21</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>Desenvolvimento embrionário</p><p>1. Fase de diferenciação celular (5 – 6 DIA)</p><p>• Intensa multiplicação e diferenciação celular</p><p>• Início da organogênese</p><p>• Período entre o inicio da incubação e o aparecimento do bico</p><p>2. Fase de desenvolvimento dos órgãos ( 12 - 13 DIAS)</p><p>• Empenamento e a formação das escamas nas patas</p><p>• A fase termina com o empenamento completo do embrião</p><p>3. Fase de Amadurecimento</p><p>• Período entre o empenamento e a eclosão</p><p>• O embrião já formado inicia a incorporação do saco vitelino</p><p>Princípios da incubação</p><p>•Qualidade do Ovo</p><p>•Estoque dos ovos</p><p>•Tipos de incubadoras</p><p>•Temperatura</p><p>•Umidade</p><p>•Viragem</p><p>•Troca Gasosa</p><p>•Sanidade (contaminações e vacinações)</p><p>•Outros: pré-aquecimento, janela de nascimento, jejum pós</p><p>eclosão</p><p>Incubação</p><p>• Incubação não corrige problemas “anteriores”</p><p>Idade das Matrizes Nascimento de ovos férteis (%)</p><p>25 a 33 > 90,2</p><p>34 a 50 >91,8</p><p>51 a 68 > 88,6</p><p>GRANJA INCUBATÓRIO</p><p>Nutrição das Matrizes Programa sanitário</p><p>Doenças Armazenamento de ovos</p><p>Infertilidade Ovos danificados</p><p>Ovos danificados Gerenciamento de máquinas</p><p>Controle de peso das aves Manuseio de pintainhos</p><p>Programa sanitário dos ovos</p><p>Armazenamento dos ovos</p><p>Fatores que podem ser controlados</p><p>Incubação</p><p>Processo no incubatório</p><p>Etapa 1</p><p>Coleta de ovos</p><p>na granja</p><p>Transporte</p><p>Etapa 2 Etapa 3</p><p>Estocagem</p><p>Etapa 4</p><p>Pré Aquecimento</p><p>Etapa 5</p><p>Incubadora</p><p>Etapa 6</p><p>Transferência</p><p>Etapa 7</p><p>Nascedouro</p><p>Etapa 8</p><p>Pós Nascedouro</p><p>Incubatório</p><p>Dependências do incubatório</p><p>Dependências do incubatório</p><p>• Sala de fumigação (pequena e ventilada)</p><p>• Sala de ovos</p><p>• Salas de incubação</p><p>• Salas de nascedouros</p><p>• Sala de pintos</p><p>• Sala de lavagem</p><p>• Sala limpa</p><p>Biosseguridade no incubatório</p><p>• Áreas consideradas limpas devem ser separadas das áreas consideradas sujas</p><p>• evitar contaminação cruzada por penugem</p><p>• Limpa: sala de ovos, sala de incubação e sala de vacinação</p><p>• Suja: sala de nascimentos, sala de pintos e expedição</p><p>Recepção</p><p>dos ovos</p><p>Classificação Armazenagem</p><p>Sala de</p><p>Incubação</p><p>Nascedouros</p><p>Seleção</p><p>de pintos</p><p>Etapas no incubatório</p><p>Recepção dos ovos</p><p> Os ovos cuidadosamente descarregados pelos funcionários</p><p> Fumigação</p><p>• Permanganato de Potássio</p><p>• Formaldeído</p><p>• Paraformaldeído</p><p>Câmara de fumigação</p><p>Classificação dos ovos</p><p>Seleção de</p><p>ovos</p><p>considerados</p><p>adequados</p><p>para</p><p>incubação</p><p>• Ovos do chão reduzem nascimento</p><p>• Prevenir rachaduras</p><p>• Colocar ovos com cuidado na bandejas de incubação ou</p><p>transporte</p><p>• Cuidado na seleção de ovos</p><p>• Umidade</p><p>• Estoque em sala apropriada</p><p>• Manter sala de ovos do galpão limpa</p><p>Classificação dos ovos</p><p>• Fértil</p><p>• Já é um embrião  com 25 a 50 mil células</p><p>• Casca íntegra</p><p>• Baixa contaminação, desinfetado</p><p>• Manuseado em condições adequadas de temperatura</p><p>evitar oscilações</p><p>•Posicionados com a câmara de ar para cima</p><p>parte mais fina para baixo</p><p>Classificação dos ovos</p><p>Qualidade do ovo</p><p>Classificação dos ovos</p><p>Classificação dos ovos</p><p>Remover e descartar os ovos não aptos para</p><p>incubação, como:</p><p>Sujos</p><p>Quebrados</p><p>Pequenos (de acordo com a política do incubatório)</p><p>Ovos de tamanho muito grande ou de gema dupla</p><p>Qualidade de casca frágil; entretanto, qualquer cor</p><p>de casca é aceitável para incubar</p><p>Ovos grosseiramente deformados</p><p>Classificação dos ovos</p><p>Classificação dos ovos</p><p>Qualidade do ovo</p><p>Qualidade do ovo</p><p>Qualidade do ovo</p><p>Ovos sujos estouram na incubadora, contaminando os demais.</p><p>Sanidade</p><p>Estocagem</p><p>• Três áreas de estocagem: depósito de ovos no galpão,</p><p>transporte, e depósito de ovos no incubatório</p><p>• Evitar oscilações de temperatura  condensação</p><p>(transpiração) dos ovos ou resfriamento e/ou aquecimento</p><p>dos mesmos.</p><p>Estocagem</p><p>• Ideal de 2 a 5 dias de estoque.</p><p>• Ovos devem ser mantidos de 18 a 20°C</p><p>• Viragem e menor temperatura  se os ovos forem mantidos</p><p>acima de 8 dias</p><p>• Tendência  uso de pré-aquecimento dos ovos antes do</p><p>estoque</p><p>Estocagem</p><p>Armazenamento</p><p>dias</p><p>Temperatura</p><p>C</p><p>Umidade relativa</p><p>%</p><p>Até 4 18 - 20 75 - 80</p><p>4 - 7 15 - 16 75 - 90</p><p>7 - 14 11 - 12 80 - 85</p><p>Recomendações de estocagem</p><p>Estocagem</p><p>Estocagem</p><p> O estoque prolonga o tempo de incubação</p><p> Para cada dia de armazenamento, adicionar uma</p><p>hora ao tempo de incubação</p><p> Ovos frescos e ovos de estoque devem ser</p><p>programados em tempos diferentes</p><p> Tempo muito longo  redução da qualidade do</p><p>pintinho</p><p>Estocagem</p><p>Dias de estocagem Eclosão (%) Horas a mais p/ eclodir</p><p>1 88 -</p><p>4 87 0,7</p><p>7 79 1,8</p><p>10 68 3,2</p><p>16 44 6,3</p><p>19 30 8,0</p><p>25 0 11,8</p><p>Efeito da estocagem sobre a eclodibilidade e tempo de eclosão</p><p>Fonte: Adaptado de: North, M., citado por Patrício(1994).</p><p>Estocagem</p><p>Sala de Ovos</p><p>Estocagem</p><p>Estocagem</p><p>O2</p><p>H2O</p><p>CO2</p><p>Albúmen na</p><p>estocagem</p><p>pH = 7.4</p><p>a 7.6</p><p>Fonte: Cris Willians (2008).</p><p>pH = 9.0</p><p>a 9.2</p><p>Albúmen na</p><p>postura</p><p>Ideal: 8.2</p><p>Estocagem</p><p>Albúmen</p><p>Gema</p><p>Dias de armazenamento</p><p>pH</p><p>pH Ovo x Dias de armazenamento</p><p>Estocagem</p><p>Efeito do estoque dos ovos na eclodibilidade</p><p>Incubação</p><p> Retirados da sala de ovos e preaquecidos antes de incubar</p><p>(choque térmico)</p><p> Temperatura de 24-27 ºC</p><p> Propiciar boa circulação de ar ao redor dos ovos.</p><p> Permitir 6 a 12 horas de preaquecimento.</p><p>Incubadora</p><p>Incubadoras</p><p>Estágio Múltiplo</p><p>Carros</p><p>Estágio Múltiplo</p><p>Carros</p><p>Estágio Múltiplo</p><p>Prateleiras</p><p>Estágio Múltiplo Prateleiras ou corredor</p><p>Incubadoras</p><p>Incubadoras</p><p>Estágio Múltiplo Túnel</p><p>Incubadoras</p><p>Estágio Múltiplo Túnel</p><p>Incubadoras</p><p>Estágio Múltiplo Túnel</p><p>Incubadoras</p><p>Estágio Único</p><p>Incubadoras</p><p>Desvantagens estágio único:</p><p>• Operação  treinamento e qualificação</p><p>• Gasto de energia</p><p>• Investimento  33% mais cara, mais capacidade de aquecimento e refrigeração</p><p>• Limitação do tamanho das incubadoras</p><p>Vantagens estágio único:</p><p>• Sanidade</p><p>• Melhores condições de manejo dos parâmetros do embrião (umidade, CO2,</p><p>temperatura, viragem)</p><p>• Troca de temperatura entre as cargas de ovos</p><p>Incubação</p><p>Classificação dos ovos:</p><p>Idade da matriz</p><p>• Incubadora A = Lotes de até 36 semanas</p><p>• Incubadora B = Lotes de 36 a 45 semanas</p><p>• Incubadora C = Lotes de 45 a 55 semanas</p><p>• Incubadora D = Lotes acima de 55 semanas</p><p>Incubação</p><p>Temperatura de Incubação</p><p>Temperatura controla o desenvolvimento do embrião  Principal parâmetro</p><p>na incubação</p><p>•Temperatura: 99 a 99,5°F (37,2 a 37,5°C)</p><p>•Temperatura ótima: 37,2°C O que importa é a temperatura do</p><p>embrião e não a temperatura do ar.</p><p>Temperatura alvo do embrião: 100 a 101 °F</p><p>(37.8 a 38.3 °C) na casca do ovo, medido</p><p>com termômetro infravermelho.</p><p>A temperatura do embrião é resultado da</p><p>produção de calor e transferência de calor.</p><p>Incubação</p><p>Tendência: controlar a temperatura da incubadoras pela</p><p>temperatura do embrião, possibilitar alterações para obter</p><p>o máximo desempenho.</p><p>• Possível manipulação da temperatura do embrião para torná-lo</p><p>mais resistente.</p><p>• Manipulação da temperatura para otimizar o desenvolvimento dos</p><p>órgãos e das células musculares</p><p>Incubação</p><p>Perda de água: depende</p><p>da condutância da casca</p><p>e umidade da incubadora</p><p>H2O + CO2 O2</p><p>Foto: French (2006).</p><p>Incubação</p><p>Perda de Umidade</p><p>Perda de água na incubação permite formação da câmara de ar</p><p>Deve ser adequada para providenciar o enchimento do pulmão no momento</p><p>da bicagem interna</p><p>• Perda de água em excesso resseca o embrião</p><p>• Ideal: 11 a 13% de perda de peso na transferência para os nascedouros</p><p>• Bulbo úmido: 82 a 85°F  29ºC</p><p>• Umidade relativa: 50 a 55%</p><p>Incubação</p><p>Viragem dos ovos</p><p>• Essencial até 15 dias de incubação</p><p>• Previne adesões anormais do embrião ou</p><p>membrana embrionária na membrana da casca</p><p>do ovo</p><p>• Fundamental para o correto desenvolvimento</p><p>das membranas embrionárias</p><p>• Permite que o albúmen (clara) afaste-se da</p><p>casca, evitando adesão</p><p>45° Perpendicular de hora em hora</p><p>(24 x /dia)</p><p>Incubação</p><p>•Evita mal posicionamento do</p><p>embrião</p><p>• Afasta o depósito de dejetos</p><p>(membrana alantóide) do embrião</p><p>• Reduz áreas quentes por permitir</p><p>maior circulação do ar</p><p>• Efeitos na pressão de CO2 e O2 na</p><p>câmara de ar e nos hormônios</p><p>tiroidianos</p><p>Viragem dos ovos</p><p>Incubação</p><p>Fonte: Dassi (2011)</p><p>Incubação</p><p>Incubação</p><p>Renovação de Ar</p><p>Incubação</p><p>Trocas gasosas</p><p>Incubação</p><p>Resumindo...</p><p>• Temperatura: constante em 37°C</p><p>• UR: 60%</p><p>• Resistência elétrica para aquecimento</p><p>• Serpentina para resfriamento</p><p>• Ventilador</p><p>• Formol nas máquinas trocado a cada 6 horas.</p><p>• Velas anti-fúngicas</p><p>• Desinfetante a base de amônia quaternária</p><p>Incubação</p><p>Ovoscopia</p><p>Vacinação in ovo</p><p>Imunidade</p><p>Pintos expostos antes da eclosão às vacinas, o</p><p>que os torna mais resistentes na chegada às</p><p>granjas.</p><p>Uniformidade</p><p>Processo automatizado, com a mesma dose de</p><p>vacina e concentração em todos os ovos</p><p>simultaneamente</p><p>Eficiência</p><p>Tempo decorrido entre eclosão e alojamento é</p><p>menor, pois os pintinhos já estão vacinados.</p><p>Estresse</p><p>Menor manipulação das aves pós eclosão.</p><p>Rentabilidade</p><p>Permite redução de custos, pela menor</p><p>necessidade de mão de obra.</p><p>Fonte: Williams (2003).</p><p>Incubação</p><p>Vacinação in ovo</p><p>Foto: Pfizer (2008).</p><p>Aos 18 - 19 dias, contra:</p><p>• Marek</p><p>• Gumboro</p><p>• Bolba aviária</p><p>Incubação</p><p>Incubação</p><p>Incubação</p><p>Fonte: Williams (2003); Williams e Hopkins (2011).</p><p>Localização incorreta da</p><p>vacina:</p><p>Câmara de ar</p><p>Alantóide</p><p>Cavidade abdominal, cranial</p><p>Cavidade orbital, torácica</p><p>Localização da vacina</p><p>intra ovo:</p><p>Câmara de ar</p><p>Alantóide</p><p>Líquido amniótico</p><p>Corpo do embrião</p><p>Saco vitelino</p><p>Nascedouro</p><p> 2 dias aprox.</p><p> Temperatura de 36,8°C e UR de 70% com renovação</p><p>constante de ar</p><p> Ideal: abertura da máquina com 5% dos pintinhos com</p><p>pescoço úmido.</p><p> Contagem de 100 em 100 e colocados em caixas de</p><p>transporte com forro de papelão</p><p>Nascedouro</p><p>Nascedouro</p><p>Nascimento</p><p>Janela de nascimento</p><p>Este período é influenciado por:</p><p>• Idade da matriz,</p><p>• Temperatura do ovo estocado</p><p>• Tempo de estocagem</p><p>• Peso do ovo</p><p>• Época do ano</p><p>• Linhagem</p><p>• Tempo total de incubação</p><p>Intervalo de tempo de nascimento entre o primeiro e o</p><p>último pintainho</p><p>(Decuypere e Bruggeman, 2007; Yassin et al., 2008)</p><p>Nascimento</p><p>Janela de nascimento</p><p> Incubatórios comerciais: a janela de nascimento</p><p>ocorre em períodos de 24</p><p> a 48 horas.</p><p> As aves nascidas permanecem no nascedouro até</p><p>que a maioria dos ovos tenha eclodido</p><p> 504 a 510 horas de incubação</p><p> Aumento do período de jejum alimentar e hídrico</p><p>Nascimento</p><p>20 dias incubação 1 dia pós-eclosão</p><p>3 dias pós-eclosão 7 dias pós-eclosão</p><p>Aumento na altura e densidade dos vilos</p><p>Fonte: A. Maiorka</p><p>Nascimento</p><p>Ração e água Água</p><p>Jejum Ração</p><p>Maiorka et al., 2003</p><p>Nascimento</p><p>Nutrição in ovo</p><p>Composição (%) do ovo e seus constituintes</p><p>Composição Ovo Gema Clara</p><p>Água 73,6 48,7 87,9</p><p>Proteínas 12,8 16,6 10,6</p><p>Lipídios 11,8 32,6 -</p><p>Carboidratos 1,0 1,0 0,9</p><p>Minerais 0,8 1,1 0,6</p><p>Nutrição in ovo</p><p>Ovo Dieta Exógena</p><p>Nutrição in ovo</p><p>Nutrição in ovo</p><p>Objetivo</p><p> Fornecer ao embrião nutrientes exógenos que sejam</p><p>fontes de energia disponível para o desenvolvimento e</p><p>crescimento embrionário</p><p> A inoculação de nutrientes in ovo pode auxiliar embriões a</p><p>superar as restrições de nutrientes limitantes no ovo</p><p>Foye, 2006</p><p>Onde Aplicar?</p><p>Preferencialmente no âmnio</p><p>Consumido oralmente pelo</p><p>embrião</p><p>Contato direto com o TGI</p><p>Nutrição in ovo</p><p>*A partir do 16º dia</p><p>Nutrição in ovo</p><p>A administração de diferentes carboidratos no âmnio pode</p><p>melhorar a disponibilidade de energia para os embriões reduzindo</p><p>a dependência de energia endógena (proteínas e lipídeos) durante</p><p>a eclosão, aumentando assim a eclodibilidade e o peso ao</p><p>nascimento do pintinho</p><p>Qualidade da incubação</p><p>86%</p><p>92%</p><p>96%</p><p>Qualidade do pintinho</p><p>Método:</p><p>• Escore Tona</p><p>• Comprimento</p><p>• Rendimento de Pintinho</p><p>Parâmetros Características Pontuação</p><p>Atividade Boa 6</p><p>Fraca 0</p><p>Penugem e aparência Limpo e seco 10</p><p>Molhado 8</p><p>Sujo e molhado 0</p><p>Absorção Gema Corpo com gema absorvida normal 12</p><p>Corpo com gema grande absorvida difícil toque 0</p><p>Olhos Abertos e brilhantes 16</p><p>Abertos e não brilhantes 8</p><p>Olhos fechados 0</p><p>Pernas Pernas e dedos normais 16</p><p>Uma perna afetada 8</p><p>Duas pernas afetadas 0</p><p>Umbigo Completamente fechado e limpo 12</p><p>Aberto e com cor 6</p><p>Aberto e pálido 0</p><p>Membrana Remanescente Sem membrana 12</p><p>Membrana pequena 8</p><p>Membrana grande 4</p><p>Membrana Enorme 0</p><p>Gema Remascente Sem gema 16</p><p>Gema pequena 12</p><p>Gema grande 8</p><p>Gema enorme 0</p><p>Qualidade do pintinho</p><p>• Alerta, ativo</p><p>• Umbigo “fechado”</p><p>• Pernas macias, hidratadas e bem desenvolvidas</p><p>Qualidade do pintinho</p><p>Objetivo A: Avaliar o processo de incubação, o manejo de ovos, a</p><p>qualidade da casca e a influência da Linhagem do lote.</p><p>Objetivo B: Avaliar a qualidade dos pintinhos entregues na granja</p><p>Avaliação de qualidade de Pintainhos - Comprimento</p><p>Qualidade do pintinho</p><p>Idade do Lote Comprimento Pintos pequenos</p><p>Jovem 19.0 - 21.0 cm <17.5 cm</p><p>Ideal 19.5 - 21.5 cm < 18 cm</p><p>Velho 20.0 - 22.0 cm < 18.5 cm</p><p>Qualidade do pintinho</p><p>Sala de pintos</p><p>Sexagem</p><p>Sala de pintos</p><p> Vacinação</p><p>- Doença de Marek</p><p>- Programa de vacinação de acordo com as</p><p>doenças mais comuns na região (Newcastle,</p><p>Bronquite Infecciosa, Bouba aviária, Doença de</p><p>Gumboro)</p><p>- Sala para preparo das vacinas</p><p>- Controle de vacinação</p><p>Sala de pintos</p><p>Injetada - manual</p><p>Injetada - automático</p><p>Sala de pintos</p><p>Aspersão</p><p>Vacinação - Aspersão</p><p>Expedição</p><p> Pesagem amostral (10% do lote)</p><p> Peso médio não pode ser inferior a 37g</p><p> pintainhos agrupados de acordo com idade da</p><p>matriz</p><p>Tabela . Classificação de pintainhos</p><p>Classificação Idade (semanas)</p><p>Franga Até 34 semanas</p><p>M1 35 a 44 semanas</p><p>M2 45 a 54 semanas</p><p>Velhos Acima de 55 semanas</p><p>Sala de pintos</p><p>Plataforma de Embarque</p><p>Expedição</p><p>Expedição</p><p>Resíduos</p><p>Cozimento, secagem e moagem com ou sem remoção de</p><p>parte da gordura farinha de resíduo de incubatório</p><p>Cascas de ovos</p><p>Ovos inférteis</p><p>Não eclodidos</p><p>Pintinhos mortos</p><p>Descartados</p><p>(Oliveira, 2000)</p><p>Monitoramento</p><p>- Exposição de placas com meio de cultura</p><p>- Swab de penugem e de equipamento</p><p>Monitoramento</p><p>Área Material Amostragem Exame</p><p>Máquinas</p><p>Equipamentos</p><p>Placas</p><p>Incubadora</p><p>Nascedouro</p><p>Microbiológica</p><p>ambiental</p><p>Penugem Nascedouro Salmonella</p><p>Swabb Mesa de classificação Contagem bact. total</p><p>Mesa de seleção</p><p>Vacinadora Contagem de fungos</p><p>Carrinhos de ovos</p><p>Carrinhos de pintos Salmonella</p><p>Monitoramento</p><p>Monitoramento</p><p>-Embriodiagnóstico</p><p>Idade (semanas) Fertilidade (%) Mort. Embr. (%)</p><p>30 – 42 94 5</p><p>43-53 92 6</p><p>54-64 88 7,5</p><p>Monitoramento</p><p>- Fatores para não nascimento em condições normais:</p><p>Implicações</p><p>Manejo da incubação  sucesso da produção</p><p>avícola</p><p>Implicações</p><p>Fim</p><p>ou...</p><p>Início???</p>