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<p>Assistência de</p><p>Enfermagem ao</p><p>Cliente Cirúrgico</p><p>MsC Linda Karolinne Cunha MANAUS- am, 15/08/2024</p><p>• Ementa</p><p>ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO CLIENTE CIRÚRGICO</p><p>● Atuação no Centro Cirúrgico (CC) e o pré-operatório.</p><p>● Atuação na anestesiologia e o Intraoperatório.</p><p>● Atuação na Sala de Recuperação Pós-anestésica</p><p>(SRPA) e o pós-operatório.</p><p>● Segurança do Paciente Cirúrgico.</p><p>● Atuação no Centro de Material e Esterilização (CME).</p><p>BREVE HISTÓRICO SOBRE A EVOLUÇÃO DA CIRURGIA</p><p>Definição do CENTRO CIRÚRGICO (CC)</p><p>Tópicos da</p><p>aula</p><p>O termo CIRURGIA, do grego kheirourgia,</p><p>que significa “trabalho manual”, pode ser</p><p>definido como a especialidade que se</p><p>destina ao tratamento de doenças e</p><p>traumatismos por meio de processos</p><p>operativos manuais e instrumentais</p><p>A EVOLUÇÃO DA CIRURGIA</p><p>A história da cirurgia é marcada</p><p>por avanços significativos ao</p><p>longo dos séculos, evoluindo de</p><p>práticas rudimentares e</p><p>arriscadas para a moderna</p><p>cirurgia baseada em</p><p>conhecimento anatômico e</p><p>técnicas sofisticadas.</p><p>A EVOLUÇÃO DA CIRURGIA</p><p>Historiadores e pesquisadores da área afirmam que a história</p><p>da cirurgia começou muitos anos antes de Cristo. Graças aos</p><p>relatos de trepanação, este foi considerado o primeiro</p><p>procedimento cirúrgico em 6500 a.C.</p><p>Esse método era utilizado para curar doenças mentais, dores</p><p>de cabeça e ataques epiléticos. Sem equipamentos ou técnicas</p><p>modernas, era feito um corte na cabeça das pessoas para expor</p><p>o crânio.</p><p>A Extração da Pedra da</p><p>Loucura, de Bosch mostra uma</p><p>trepanação (aC.1488–1516).</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Extra%C3%A7%C3%A3o_da_Pedra_da_Loucura</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Extra%C3%A7%C3%A3o_da_Pedra_da_Loucura</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Hieronymus_Bosch</p><p>A EVOLUÇÃO DA CIRURGIA</p><p>Civilizações antigas: práticas cirúrgicas já eram realizadas por</p><p>egípcios, indianos, chineses e gregos.</p><p>Grécia e Roma: Hipócrates e Galeno contribuíram para o</p><p>conhecimento anatômico e desenvolveram técnicas que</p><p>influenciaram a medicina ocidental. A prática era limitada</p><p>devido ao risco de infecção e falta de anestesia.</p><p>Cirurgiões-barbeiros: A cirurgia tornou-se uma prática</p><p>realizadas por barbeiros, que também atuavam como</p><p>dentistas e sangradores. A prática de amputações e</p><p>extração de dentes era comum.</p><p>Além disso, eram realizadas nos campos de batalha, ou sob</p><p>os convés dos navios de guerra. As operações restringiam-se</p><p>a amputações de membros, drenagem de abscessos e</p><p>retirada de tumores, e eram realizadas no corpo humano</p><p>apenas com o uso das mãos ou o auxílio de instrumentos</p><p>IDADE MÉDIA</p><p>O Barbeiro Cirurgião,</p><p>Isaac Koedyck, (1647)</p><p>Os pacientes submetidos a</p><p>tratamentos cirúrgicos tinham de</p><p>superar a dor, a hemorragia e a</p><p>infecção geradas pelos</p><p>procedimentos sem anestesia.</p><p>• Avanço no conhecimento anatômico: A</p><p>dissecação de cadáveres ajudou a corrigir</p><p>erros anatômicos e aprimorar as técnicas</p><p>cirúrgicas.</p><p>• Início da cirurgia científica: Ambroise Paré,</p><p>um cirurgião francês do século XVI, inovou ao</p><p>abandonar o uso de óleo fervente em feridas e</p><p>introduzir ligaduras para controlar hemorragias,</p><p>em vez de cauterização.</p><p>RENASCIMENTO E IDADE MODERNA</p><p>A Lição de Anatomia do Dr. Tulp</p><p>• Desenvolvimento de anestesia e</p><p>antissepsia: No século XIX, a introdução</p><p>da anestesia (éter e clorofórmio) tornou</p><p>possível realizar cirurgias mais complexas.</p><p>•Surgimento da cirurgia moderna: Com</p><p>anestesia e antissepsia, a cirurgia se</p><p>tornou uma especialidade médica</p><p>legítima, permitindo avanços em áreas</p><p>como ortopedia, neurocirurgia e cirurgia</p><p>abdominal.</p><p>Séculos XVIII e XIX</p><p>A primeira anestesia com</p><p>éter (Robert Hinckley, 1882)</p><p>https://noticias.spr.org.br/arte-e-medicina/arte-e-medicina-3/</p><p>https://noticias.spr.org.br/arte-e-medicina/arte-e-medicina-3/</p><p>Muitas descobertas contribuíram</p><p>para a prevenção da infecção em</p><p>pacientes cirúrgicos, como o uso de</p><p>máscaras e de avental cirúrgico e a</p><p>padronização da degermação das</p><p>mãos. Curiosamente, o uso de luvas</p><p>nas salas de operação foi</p><p>introduzido em 1890, por William</p><p>Halsted, não para proteção do</p><p>paciente, mas para proteger a</p><p>enfermeira, sua noiva, que era</p><p>alérgica a antissépticos,</p><p>• Cirurgia reconstrutiva e transplantes: Após</p><p>as guerras mundiais, técnicas de cirurgia</p><p>reconstrutiva avançaram. O primeiro</p><p>transplante de órgão bem-sucedido (um rim)</p><p>ocorreu em 1954.</p><p>• Tecnologia e cirurgia minimamente</p><p>invasiva: O avanço da tecnologia trouxe</p><p>inovações como cirurgia robótica,</p><p>laparoscópica e procedimentos minimamente</p><p>invasivos, reduzindo o tempo de recuperação e</p><p>os riscos para os pacientes.</p><p>Século XX e Atualidade</p><p>ONDE O ENFERMEIRO ATUA NA ÁREA CIRÚRGICA</p><p>leitura</p><p>Enfermeiro é responsável por acompanhar o paciente desde sua entrada no</p><p>bloco até em todo seu período perioperatório, focando atender todas as</p><p>necessidades ao cliente. Existem dois tipos de classificação para o</p><p>profissional enfermeiro: o coordenador e o assistencial.</p><p>Planeja, gerencia, administra e realiza atividades e procedimentos que</p><p>ocorrem no setor.</p><p>A história da realização das cirurgias mostra o</p><p>desenvolvimento do trabalho do enfermeiro de</p><p>Centro Cirúrgico (CC) que, desde os primórdios,</p><p>era responsável pelo ambiente seguro,</p><p>confortável e limpo para o transcorrer do</p><p>procedimento.</p><p>As atividades, que antes se resumiam ao auxílio</p><p>na restrição do paciente e à limpeza e</p><p>manutenção do ambiente, hoje são focadas</p><p>na competência técnico-científica de</p><p>profissionais envolvidos na previsão e</p><p>provisão de recursos materiais e humanos, no</p><p>relacionamento multi e interdisciplinar e na</p><p>interação com o paciente e sua família.</p><p>UNIDADE DE CENTRO CIRÚRGICO</p><p>É definida como um conjunto de</p><p>elementos destinados à atividade</p><p>cirúrgica e à recuperação anestésica.</p><p>Centro Cirúrgico</p><p>Recuperação Anestésica</p><p>Centro de Material e Esterilização</p><p>Centro Cirúrgico</p><p>No Brasil, o Ministério da Saúde define</p><p>o CC como um “conjunto de</p><p>elementos destinados às atividades</p><p>cirúrgicas, bem como à recuperação</p><p>anestésica”, e pode ser considerado</p><p>uma organização complexa, em virtude</p><p>de suas características e da assistência</p><p>especializada.</p><p>Finalidades, objetivos do</p><p>centro cirúrgico</p><p>Prestar assistência integral ao paciente</p><p>cirúrgico em todo o período perioperatório.</p><p>Realizar intervenções cirúrgicas e encaminhar</p><p>o paciente à unidade, na melhor condição</p><p>possível de integridade.</p><p>Proporcionar recursos humanos e materiais</p><p>para que o procedimento anestésico-</p><p>cirúrgico seja realizado em condições técnicas</p><p>e assépticas ideais</p><p>Favorecer o ensino e servir como campo de</p><p>estágio para a formação e o aprimoramento de</p><p>recursos humanos</p><p>Desenvolver programas e projetos de pesquisa</p><p>voltados para o progresso científico e</p><p>tecnológico</p><p>ÁREAS DO CENTRO CIRÚRGICO</p><p>O centro cirúrgico é dividido em áreas</p><p>específicas, para o controle asséptico de forma</p><p>a eliminar possíveis contaminações</p><p>ÁREAS DO CENTRO CIRÚRGICO</p><p>Áreas irrestritas</p><p>ou não restrita</p><p>Áreas</p><p>semirrestritas Áreas restritas</p><p>Áreas irrestritas ou não</p><p>restrita</p><p>São aquelas cuja</p><p>circulação de pessoas é</p><p>livre, de modo que não</p><p>exigem cuidados especiais</p><p>nem uso de uniforme</p><p>privativo. Por exemplo:</p><p>elevadores, corredores</p><p>externos que levam ao</p><p>centro cirúrgico, vestiários,</p><p>local de transferência de</p><p>macas</p><p>Locais exclusivos com lavatórios,</p><p>chuveiros e vasos sanitários,</p><p>divididos em masculino e</p><p>feminino, destinados à troca de</p><p>toda a vestimenta pessoal pelo</p><p>uniforme privativo.</p><p>VESTIÁRIOS</p><p>Áreas irrestritas</p><p>Destinada a familiares e/ou</p><p>acompanhantes, quando em</p><p>espera por informações sobre</p><p>o andamento do</p><p>procedimento e pela</p><p>devolutiva médica após o</p><p>término da cirurgia.</p><p>SALA DE ESPERA</p><p>Áreas irrestritas</p><p>Áreas semirrestritas</p><p>Permitem a circulação de</p><p>pessoal e de equipamentos, de</p><p>modo que não interfira no</p><p>controle e na manutenção da</p><p>assepsia cirúrgica. Nesses</p><p>locais, é necessário o uso de</p><p>uniforme privativo e de</p><p>propés ou calçados</p><p>adequados. Por exemplo:</p><p>secretaria, copa, salas de</p><p>conforto e de guarda de</p><p>equipamentos.</p><p>Roupa privativa</p><p>Destinado à equipe cirúrgica e à</p><p>equipe de enfermagem (juntas ou</p><p>separadas) no período de descanso</p><p>ou espera</p><p>pela liberação de SO,</p><p>acoplada a uma copa com lanches e</p><p>bebidas destinadas aos profissionais</p><p>já vestidos com roupa privativa, cuja</p><p>circulação pelas dependências do</p><p>hospital ou fora dele está restrita.</p><p>CONFORTO PROFISSIONAIS</p><p>Áreas semirestritas</p><p>Recepção e transferência de pacientes</p><p>Trata-se de uma área física que</p><p>permite a transferência do</p><p>paciente vindo da unidade de</p><p>internação, pronto-socorro ou UTI</p><p>para o CC ou vice-versa.</p><p>Áreas semirestritas</p><p>Secretária e área de prescrição médica</p><p>Destinada à comunicação dentro e fora do CC, inclusive com</p><p>os familiares; possui mesas e computadores para facilitar a</p><p>elaboração de relatórios e pedidos.</p><p>Destinada à comunicação rápida e eficiente entre</p><p>enfermeiros e seus colaboradores em SO e com outros</p><p>setores de apoio, avaliação do mapa cirúrgico e passagem de</p><p>plantão entre turnos.</p><p>Área de enfermagem</p><p>Áreas semirestritas</p><p>Concentra os insumos descartáveis</p><p>utilizados nos procedimentos</p><p>anestésico-cirúrgicos, os quais</p><p>geralmente são montados em forma</p><p>de kits, preparados segundo o mapa</p><p>cirúrgico, de modo a facilitar a</p><p>cobrança dos materiais.</p><p>Farmácia</p><p>Áreas semirestritas</p><p>Sala administrativa</p><p>Corredores</p><p>sala de procedimentos pré-anestésicos</p><p>Sala de guarda e preparo de anestésicos</p><p>Sala de utilidades e expurgo</p><p>Sala de guarda de equipamentos</p><p>Sala de depósito de cilindros de gases</p><p>Salas de apoio às cirurgias especializadas</p><p>Laboratório para revelação de radiografias</p><p>Área de laboratório e anatomia patológica</p><p>Depósito de material de limpeza (DML)</p><p>Áreas semirestritas</p><p>OUTRAS ÁREAS</p><p>Áreas restrita</p><p>São as que têm limites</p><p>definidos para a circulação de</p><p>pessoal e de equipamentos,</p><p>onde se deve empregar rotinas</p><p>próprias para controlar e</p><p>manter a assepsia local. Além</p><p>do uniforme privativo, é</p><p>necessário o uso de máscaras</p><p>que cubram a boca e o nariz.</p><p>Por exemplo: salas cirúrgicas,</p><p>antessalas, lavabos e</p><p>corredores internos.</p><p>Lavabos</p><p>Devem se situar o mais próximo possível</p><p>às SO e ser exclusivos para a lavagem das</p><p>mãos e eliminação de germes de mãos e</p><p>antebraços, com pia de profundidade</p><p>suficiente para permitir a realização do</p><p>procedimento sem contato com as</p><p>torneiras e as bordas. Os lavabos devem</p><p>conter torneiras e dispensadores de sabão</p><p>líquido com comando que dispensem o</p><p>contato com as mãos. O ideal é a presença</p><p>de, no mínimo, duas torneiras para cada</p><p>SO. Na maioria dos CC, os lavabos se</p><p>situam no corredor interno e, por isso, este</p><p>corredor também é classificado como área</p><p>restrita</p><p>Áreas restritas</p><p>Salas de Operações (SO)</p><p>Locais destinados à realização do procedimento anestésico-</p><p>cirúrgico propriamente dito; têm dimensões variadas,</p><p>dependendo das especialidades às quais se destinam.</p><p>Áreas restritas</p><p>PEQUENO PORTE</p><p>Deve ter, no mínimo, 20 m2 de tamanho, com</p><p>dimensão mínima de 3,45 m; é destinada a</p><p>cirurgias de pequeno porte, como oftálmicas,</p><p>otorrinolaringológicas e endoscópicas</p><p>Grande porte</p><p>Deve ter pelo menos 36 m2, com dimensão</p><p>mínima de 5 m; é destinada às cirurgias de</p><p>grande porte ou àquelas nas quais se</p><p>devem utilizar muitos equipamentos, como</p><p>ortopédicas, neurológicas, cardiológicas,</p><p>laparoscópicas, robóticas e transplantes</p><p>Médio porte</p><p>Deve ter pelo menos 25 m2, com</p><p>dimensão mínima de 4,65 m; é destinada</p><p>à realização de cirurgias gerais,</p><p>ginecológicas, do sistema digestório,</p><p>respiratório, infantis e outras</p><p>Salas de operações</p><p>Gorros</p><p>Capote</p><p>cirúrgico</p><p>Propés</p><p>Máscara</p><p>VESTIMENTA CIRÚRGICA</p><p>Áreas irrestritas</p><p>Áreas semi restritas</p><p>Áreas restritas</p><p>Alguns conceitos</p><p>importantes</p><p>assepsia antissepsia</p><p>É o processo com o qual você</p><p>consegue afastar os micro-</p><p>organismos de um determinado</p><p>ambiente, objeto ou campo</p><p>operatório. Exemplo: Uso de</p><p>gorro, óculos de proteção,</p><p>capote, luvas, propés, roupa</p><p>privativa.</p><p>Consiste na utilização de</p><p>produtos denominados</p><p>antissépticos sobre a pele ou</p><p>mucosas com objetivo de</p><p>reduzir ou remover micro-</p><p>organismos em sua superfície.</p><p>Exemplo: Lavar as mãos</p><p>Antissepsia cirúrgica das mãos</p><p>Equipamentos de uma</p><p>sala de operação</p><p>1 – equipamentos fixos</p><p>2 – equipamentos móveis</p><p>• Foco central;</p><p>• Negatoscópio;</p><p>• Sistema de canalização de ar e gases;</p><p>EQUIPAMENTOS FIXOS: São aqueles que são</p><p>adaptados à estrutura da sala de operação</p><p>Foco central</p><p>Equipamentos fixos</p><p>Equipamentos fixos</p><p>Negatoscópio</p><p>Sistema de canalização de ar e gases</p><p>Equipamentos fixos</p><p>• Mesa cirúrgica e acessórios;</p><p>• Aparelho de anestesia;</p><p>• Mesas auxiliares;</p><p>• Bisturi elétrico;</p><p>• Aspirador de secreções;</p><p>• Foco auxiliar;</p><p>• Banco giratório</p><p>EQUIPAMENTOS MÓVEIS: São aqueles que</p><p>podem ser deslocados ou acrescidos à sala de</p><p>operação de acordo com a necessidade</p><p>• Balde inoxidável com rodízio;</p><p>• Suportes de braço;</p><p>• Hamper;</p><p>• Escada de dois degraus;</p><p>• Aparelhos monitores;</p><p>• Carro ou mesa para material estéreis;</p><p>Mesa cirúrgica</p><p>Equipamentos móveis</p><p>Aparelho de anestesia</p><p>Equipamentos móveis</p><p>BISTURI ELÉTRICO</p><p>Equipamentos móveis</p><p>Aparelhos monitoresESCADA DE DOIS DEGRAUS</p><p>Equipamentos móveis</p><p>mesa para material estéreis mesa de mayo</p><p>Equipamentos móveis</p><p>ASPIRADOR DE SECREÇÕES</p><p>FOCO AUXILIAR</p><p>Equipamentos móveis</p><p>Suporte de soro fixo</p><p>BANCO GIRATÓRIO Balde inoxidável com rodízio</p><p>Equipamentos móveis</p><p>Suporte de braço hamper</p><p>Equipamentos móveis</p><p>Aspirador</p><p>Bisturi elétrico</p><p>Foco central</p><p>Mesa cirúrgica</p><p>Aparelho de anestesia</p><p>MONITOR</p><p>Suporte de braço</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO CLIENTE CIRÚRGICO</p><p>Slide 3: BREVE HISTÓRICO SOBRE A EVOLUÇÃO DA CIRURGIA Definição do CENTRO CIRÚRGICO (CC)</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20: UNIDADE DE CENTRO CIRÚRGICO</p><p>Slide 21: Centro Cirúrgico</p><p>Slide 22: Finalidades, objetivos do centro cirúrgico</p><p>Slide 23: ÁREAS DO CENTRO CIRÚRGICO</p><p>Slide 24: ÁREAS DO CENTRO CIRÚRGICO</p><p>Slide 25: Áreas irrestritas ou não restrita</p><p>Slide 26: VESTIÁRIOS</p><p>Slide 27: SALA DE ESPERA</p><p>Slide 28: Áreas semirrestritas</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30: CONFORTO PROFISSIONAIS</p><p>Slide 31: Recepção e transferência de pacientes</p><p>Slide 32: Secretária e área de prescrição médica</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34: Sala administrativa Corredores sala de procedimentos pré-anestésicos Sala de guarda e preparo de anestésicos Sala de utilidades e expurgo Sala de guarda de equipamentos Sala de depósito de cilindros de gases Salas de apoio às cirurgias especiali</p><p>Slide 35: Áreas restrita</p><p>Slide 36: Lavabos</p><p>Slide 37: Salas de Operações (SO)</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41: Alguns conceitos importantes</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44: Equipamentos de uma sala de operação</p><p>Slide 45</p><p>Slide 46</p><p>Slide 47</p><p>Slide 48</p><p>Slide 49</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51</p><p>Slide 52</p><p>Slide 53</p><p>Slide 54</p><p>Slide 55</p><p>Slide 56</p><p>Slide 57</p><p>Slide 58</p>