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<p>Lembrando que tirei 7 na prova.</p><p>O processo de interação humano-computador pode ser melhor interpretado com base no entendimento do processamento de</p><p>informações no intelecto humano. Alguns autores afirmam que modelos de interpretação ajudam a prever o desempenho</p><p>humano no âmbito da interação com os sistemas. Apesar de essas representações contribuírem de forma simplista com o</p><p>entendimento do processamento da mente humana e da interação humano-computador, é importante entender que elas são</p><p>extremamente limitadas e não representam efetivamente a alta complexidade do cérebro humano.</p><p>Com base no texto acima, pode-se listar como componentes de um modelo simplificado de processamento da informação</p><p>I. a seleção da resposta com base nas alternativas existentes.</p><p>II. a comparação das informações em busca da melhor alternativa.</p><p>III. a codificação da informação para encontrar a melhor alternativa.</p><p>IV. a execução da resposta selecionada dentre as alternativas existentes.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>I e IV, apenas.</p><p>B)</p><p>I, II, III e IV.</p><p>C)</p><p>I, III e IV, apenas.</p><p>D</p><p>I, II e III, apenas.</p><p>E)</p><p>I e II, apenas.</p><p>Os protótipos de baixo nível são aqueles que normalmente são construídos mais rapidamente e que não têm</p><p>muita semelhança com o artefato final. Geralmente, eles são feitos de materiais que se diferem daqueles que</p><p>serão utilizados no artefato que será entregue, como papel, cartolina, isopor, papelão, entre outros. Existem</p><p>ferramentas que podem auxiliar a construir esse tipo de protótipo, mas o problema, nesse caso, é que essas</p><p>ferramentas geralmente são idealizadas por pessoas que não são profissionais da área da computação e não</p><p>conhecem programação ou design de softwares. Logo, é importante que se uma ferramenta desse tipo for a</p><p>escolhida para a prototipação, seja verificado se ela apresenta os recursos necessários para construir o</p><p>protótipo desejado.</p><p>ROCHA, Heloísa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília. Design e Avaliação de Interfaces</p><p>Humano-Computador. Disponível em:</p><p>https://www.nied.unicamp.br/biblioteca/design-e-avaliacao-de-interfaces-humano-computador/. Acesso em: 23</p><p>jul. 2019.</p><p>Pode-se afirmar que são características da prototipação de baixo nível</p><p>I. contemplar o desenvolvimento de um modelo computadorizado do artefato, com limitações nas</p><p>funcionalidades e que contenha apenas as funções mais fundamentais.</p><p>II. a possibilidade de capturar as propostas iniciais para a elaboração do design, sem conter muito detalhamento,</p><p>o que talvez possa atrapalhar no processo posterior de desenvolvimento.</p><p>III. a possibilidade dos protótipos de baixo nível serem elaborados de forma bastante rápida, tendendo a ser</p><p>descartados na mesma velocidade, pois podem ser substituídos por outros, com melhorias.</p><p>IV. ter como objetivo a representação dos aspectos mais fundamentais e mais genéricos do design da interface,</p><p>tais como a estrutura, as principais funcionalidades e o procedimento geral utilizado para navegação.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>II e III, apenas.</p><p>B)</p><p>I, II e III, apenas.</p><p>C)</p><p>II, III e IV, apenas.</p><p>D)</p><p>I, III e IV, apenas.</p><p>E)</p><p>I e II, apenas.</p><p>Um artefato pode ser interpretado como um produto criado no intuito de servir a algum</p><p>propósito específico. Ao se trabalhar com o conceito de design, são levados em</p><p>consideração tanto os artefatos que trazem consequências positivas quanto aqueles que</p><p>geram consequências negativas aos usuários. O design é feito com o intuito de diminuir as</p><p>características ruins dos artefatos, em busca de melhorá-los. As atividades dos processos</p><p>de design envolvem, necessariamente, elementos que vão auxiliar o designer no</p><p>desenvolvimento de uma solução de interface humano-computador.</p><p>Neste contexto, podem ser definidos como elementos para auxílio ao designer</p><p>I. o levantamento de quais ações os usuários gostariam de executar por meio da utilização</p><p>do sistema.</p><p>II. o levantamento de informações sobre quais são as maiores reclamações dos usuários,</p><p>para tentar resolvê-las.</p><p>III. a elaboração de um estudo sobre as ações dos usuários durante a utilização do sistema,</p><p>ressaltando as ações repetitivas.</p><p>IV. a definição de um software semelhante às ações e funções dos usuários, com criação de</p><p>protótipos, com o objetivo de observar como os usuários reagem ao utilizá-los.</p><p>V. a apresentação de um produto resultante do design em consequência de especificações</p><p>fornecidas pelo usuário, podendo ser mecanizado, desde que o designer tenha</p><p>conhecimento suficiente.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>II, III e V, apenas.</p><p>B)</p><p>II, IV e V, apenas.</p><p>C)</p><p>I, III e IV, apenas.</p><p>D)</p><p>I, II e III, apenas.</p><p>E)</p><p>I, II, III, IV e V.</p><p>O processo de coleta de dados consiste basicamente no processo de obtenção de dados</p><p>para pesquisas, por meio da utilização de técnicas específicas, que são escolhidas de</p><p>acordo com vários critérios, como o objeto e os objetivos da pesquisa. Os dados coletados</p><p>servirão para fundamentar planejamentos, estudos e desenvolvimentos, no caso da</p><p>Interface Humano-Computador, de um design de interface que atenda às necessidades de</p><p>todos os envolvidos. Muitos são os dados que podem ser coletados, como dados</p><p>demográficos, informações de empresas, opiniões sobre produtos, grau de instrução,</p><p>ambiente de trabalho, entre tantos outros. Dependendo do tipo de dados que se deseja com</p><p>a pesquisa, pode ser melhor realizar a coleta em períodos específicos.</p><p>BARBOSA, S. D. J.; SILVA, B. S. Interação Humano-Computador. Rio de Janeiro: Campus-</p><p>-Elsevier, 2010.</p><p>Com base no exposto sobre coleta de dados, julgue os itens a seguir.</p><p>I. A coleta de dados periódica consiste em coletas de dados que são feitas em ciclos, de</p><p>tempos em tempos.</p><p>II. A coleta de dados incremental consiste em coletas que são incrementadas a uma base</p><p>de dados de coletas preexistentes.</p><p>III. A coleta de dados contínua consiste no registro dos dados à medida em que eles</p><p>acontecem, isto é, o tempo todo ou durante um determinado período de tempo.</p><p>IV. A coleta de dados ocasional consiste em coletas de dados realizadas sem uma</p><p>determinação específica de continuidade ou de período para realização.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>I, apenas.</p><p>B)</p><p>I, II, III e IV.</p><p>C)</p><p>II e III, apenas.</p><p>D)</p><p>II e IV, apenas.</p><p>E)</p><p>I, III e IV, apenas.</p><p>Existem muitas formas para que a equipe de designers de interface consiga ter um bom</p><p>relacionamento com seus usuários e, assim, compreender desde logo as suas intenções</p><p>com o artefato. É importante manter um calendário de reuniões dentro da equipe de design,</p><p>para que seja possível equalizar informações a respeito de dados coletados por diferentes</p><p>integrantes, e o que eles observaram dos usuários. Além de auxiliar no entendimento dos</p><p>usuários e de suas necessidades, as reuniões apresentam para toda a equipe os diferentes</p><p>aspectos identificados.</p><p>SHARP, Helen; ROGERS, Yvonne; PREECE, Jennifer, Design de Interação - Além da</p><p>Interação Homem-computador. 3 ed. São Paulo: Bookman, 2013.</p><p>Nesse contexto, podem ser citados como princípios que fundamentam o design conceitual</p><p>I. discutir as ideias que surgirem junto aos stakeholders, e, na medida do possível,</p><p>buscando por melhorias.</p><p>II. estar aberto para a criatividade, dando prioridade para os interesses dos usuários e seu</p><p>contexto.</p><p>III. quando necessário, obter um feedback rápido dos usuários a respeito do protótipo,</p><p>utilizando a prototipação de baixa fidelidade.</p><p>IV. realizar a criação de muitos ciclos iterativos, em que os usuários avaliam o protótipo e o</p><p>designer faz adaptações conforme as informações obtidas.</p><p>V. avaliar a atividade mental que é desencadeada para fazer a interpretação de alguma</p><p>característica ou de uma situação que se apresenta.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>II, III e V, apenas.</p><p>B)</p><p>I e II, apenas.</p><p>C)</p><p>I, II, III e V, apenas.</p><p>D)</p><p>I, II, III e IV, apenas.</p><p>E)</p><p>III, IV e V, apenas.</p><p>Com o início da popularização do computador, surgem estudos sobre a temática da</p><p>interação humano-computador (IHC), dada a necessidade de se pensar em sistemas</p><p>voltados para usuários não especialistas. O princípio básico de IHC é compreender tanto o</p><p>lado do usuário</p><p>(ser humano) quanto do sistema de computador, de forma que ocorra entre</p><p>estes sujeitos uma interação fácil e satisfatória, predominando sempre a ênfase no usuário.</p><p>Dada a complexidade de humanos e computadores, a IHC busca, através da compreensão</p><p>das necessidades que o usuário possui, quais são as tarefas que ele precisa realizar e</p><p>como o sistema de computador deve ser estruturado para facilitar o desenvolvimento das</p><p>mesmas.</p><p>Disponível em:</p><p>http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/download/29270/pdf. Acesso em:</p><p>25 out. 2019.</p><p>A interação entre as entidades humana e computacional ocorre por meio de frentes</p><p>distintas, que são representadas</p><p>A)</p><p>pela manipulação e pelo processamento das informações a fim de garantir que os dados</p><p>inseridos no sistema sejam organizados e, posteriormente processados, visando gerar os</p><p>resultados desejados para auxiliar no processo de tomada de decisão.</p><p>B)</p><p>pelo contato físico cuja informação ou ação é transmitida por meio de um dispositivo de</p><p>hardware para o sistema e a manipulação de informações, que geralmente são inseridas</p><p>em um sistema para seu posterior processamento.</p><p>C)</p><p>pelo contato conceitual, que é feito perante a interpretação do usuário com aquilo que ele</p><p>próprio manteve contato através do sistema computacional, permitindo a avaliação e as</p><p>conclusões das respostas e da ação do usuário, que podem ser avaliadas com um simples</p><p>clique no botão "inclusão de cadastro".</p><p>D)</p><p>pela ação do usuário, em que são avaliadas as ações, com um simples clique no</p><p>botão "inclusão de cadastro" e com a ação do sistema, em que são executados</p><p>processos em função de uma ação do usuário, como a abertura de um relatório ou</p><p>até mesmo alertas importantes ao usuário.</p><p>E)</p><p>pelo contato físico, em que a informação ou a ação é transmitida por meio de um dispositivo</p><p>de hardware para o sistema e pelo contato conceitual, que é feito perante a interpretação do</p><p>usuário com aquilo que ele próprio manteve contato pelo sistema computacional, permitindo</p><p>a avaliação e as conclusões das respostas.</p><p>Na interação, as entidades usuário e sistema realizam alternância entre dois papéis: o de</p><p>quem fala e o de quem escuta para interpretar e realizar uma atividade. Esta ação pode ser</p><p>tão simples quanto dar uma resposta imediata à fala do outro ou consistir em operações</p><p>complexas e capazes de gerar eventos de maior relevância ao sistema computacional.</p><p>Nesse contexto, a interação é o canal responsável pela constante realização de troca de</p><p>informações entre o usuário (pessoa humana) e o sistema computacional (computador).</p><p>Analise a figura a seguir, que demonstra como ocorre esse processo.</p><p>PRATES, R. O.; BARBOSA, S. D. J. Introdução à teoria e prática da interação humano</p><p>computador fundamentada na engenharia semiótica. In: KOWALTOWSKI, T.; BREITMAN</p><p>(orgs). Jornadas em atualização em informática, 2007.</p><p>Considerando as áreas do conhecimento que tiveram um papel de suma importância no</p><p>desenvolvimento da Interface Humano-Computador, avalie os itens a seguir.</p><p>I. A Teologia, que estuda os atributos da tecnologia e suas relações com o homem e com o</p><p>universo; a Arquitetura, que se refere a toda construção e à modelagem artificial do</p><p>ambiente físico, incluindo seu processo de projeto e o produto deste; e a Engenharia da</p><p>Computação, que integra vários campos da Ciência da Computação e da Engenharia</p><p>Eletrônica, necessários para desenvolver hardware e software.</p><p>II. Sistemas de Informação, que estuda as técnicas, as metodologias e os instrumentos</p><p>computacionais que automatizam processos e desenvolvem soluções baseadas no uso do</p><p>processamento de dados; a Ergonomia que está relacionada ao entendimento das</p><p>interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema; e o Design Gráfico, que</p><p>está ligado à criação de projetos de comunicação visual, a novos produtos e embalagens,</p><p>ao desenho de logotipos e à formatação de qualquer tipo de material visual.</p><p>III. A animação, que se refere ao processo em que cada fotograma de um filme é produzido</p><p>individualmente, podendo ser gerado por computação gráfica ou ao fotografar uma imagem</p><p>desenhada; a Estatística, que é a ciência que se utiliza das teorias probabilísticas para</p><p>explicar a frequência da ocorrência de eventos; as Ciências Humanas, que são</p><p>conhecimentos criteriosamente organizados sobre a produção criativa humana; e a</p><p>Linguística, através da linguagem humana e de seus aspectos fonéticos, morfológicos,</p><p>sintáticos, semânticos, sociais e psicológicos.</p><p>IV. A Psicologia, que trata dos estados e dos processos mentais do comportamento do ser</p><p>humano e de suas interações com um ambiente físico e social; a Sociologia, que realiza o</p><p>estudo científico da organização e do funcionamento das sociedades humanas e das leis</p><p>fundamentais que regem as relações sociais; a Antropologia, que engloba origens,</p><p>evolução, desenvolvimentos físico, material e cultural, fisiologia, psicologia, características</p><p>raciais, costumes sociais e crenças; e a Ciência da Computação, que estuda as técnicas,</p><p>metodologias e instrumentos computacionais que automatizam processos e desenvolvem</p><p>soluções baseadas no uso do processamento de dados.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>I, III e IV apenas.</p><p>B)</p><p>II e III, apenas.</p><p>C)</p><p>I, apenas.</p><p>D)</p><p>I, II, III e IV.</p><p>E)</p><p>II e IV, apenas.</p><p>Design contextual é a representação de um processo de design de Interface</p><p>Humano-Computador centrado no usuário. Este processo envolve métodos para estudar as</p><p>pessoas, de forma a possibilitar a realização de coletas de dados relevantes para a</p><p>produção de um artefato. Ele é responsável por orientar o designer quanto à compreensão</p><p>profunda das necessidades dos usuários através da análise do contexto de uso. Fornece</p><p>ainda orientação para o designer, de maneira que ele possa compreender de uma forma</p><p>mais aprofundada as necessidades dos usuários, por meio da investigação detalhada do</p><p>contexto de uso.</p><p>Neste contexto, podem ser definidas como as principais atividades do processo de design</p><p>contextual</p><p>I. a modelagem de trabalho ou interpretação, responsável pela modelagem do trabalho de</p><p>cada usuário que estiver sendo investigado, de maneira separada.</p><p>II. a análise do problema, responsável por elaborar um estudo da atual situação do sistema</p><p>que é utilizado pelos usuários, junto a todos os interessados no novo sistema.</p><p>III. a consolidação dos dados, responsável pela organização e a atribuição de significado</p><p>para o trabalho desempenhado por cada um dos perfis, papéis ou níveis de usuários</p><p>investigados.</p><p>IV. a investigação contextual, responsável por envolver o conhecimento sobre os usuários,</p><p>suas necessidades, seus objetivos e a forma como eles trabalham e executam suas</p><p>atividades rotineiramente.</p><p>V. a prototipação, responsável pela elaboração de um protótipo da interface idealizada, que</p><p>deve ser avaliado junto aos usuários, permitindo revisar e melhorar o projeto de forma</p><p>colaborativa e interativa, até que seja atingida uma solução satisfatória.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>II, III e V, apenas.</p><p>B)</p><p>I, II e III, apenas.</p><p>C)</p><p>I, III, IV e V, apenas.</p><p>D)</p><p>I e II, apenas.</p><p>E)</p><p>I, II, III, IV e V.</p><p>Os processos de design são responsáveis por detalhar as atividades e as fases que estão</p><p>envolvidas na elaboração do design para uma solução de Interface Humano-Computador.</p><p>Eles são utilizados no processo de desenvolvimento para auxiliar na criação de uma</p><p>interface que atenda às necessidades do usuário. Para atender a essas necessidades,</p><p>foram definidos diferentes tipos de design, sendo que cada um define o seu próprio ciclo de</p><p>vida, contendo as atividades que devem ser realizadas para construir uma interface.</p><p>Considerando essas informações, podem ser definidos como principais fases ou atividades,</p><p>bem como formas de interpretar a atividade de design</p><p>I. a reflexão, pela qual são identificados todos os elementos presentes no cenário atual,</p><p>sendo analisados os envolvidos com o sistema e as tecnologias disponíveis.</p><p>II. a avaliação da ação, que não acontece exatamente depois de cada intervenção, porque o</p><p>processo avaliativo deve estar presente</p><p>ao longo de todo o processo de design de IHC.</p><p>III. a ação ou intervenção, na qual ocorre uma ação para propor melhorias no produto atual</p><p>incluindo soluções que impactem de maneira positiva na usabilidade do sistema ou do</p><p>produto atual.</p><p>IV. a análise da situação atual, na qual ocorre uma análise detalhada de todos os aspectos</p><p>que envolvem o produto atual, incluindo estudos detalhados dos fatores de usabilidade</p><p>envolvidos no produto.</p><p>V. o racionalismo técnico, que se refere às soluções e métodos definidos para o design, de</p><p>forma que determinado problema seja resolvido utilizando de princípios e regras que se</p><p>baseiam em ciências exatas.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>I, III e IV, apenas.</p><p>B)</p><p>I, II, III, IV e V.</p><p>C)</p><p>I, II e III, apenas.</p><p>D)</p><p>II, IV e V, apenas.</p><p>E)</p><p>I, II, III e IV, apenas.</p><p>Os protótipos são usados, no processo de desenvolvimento de software, de uma maneira</p><p>direta para reduzir o risco, mostrando algo concreto e executável aos stakeholders. Eles</p><p>podem reduzir a incerteza sobre</p><p>I. o tempo de entrega do sistema final com todos os requisitos atendidos.</p><p>II. a viabilidade de negócio de um produto que está sendo desenvolvido.</p><p>III. a estabilidade ou o desempenho da tecnologia-chave.</p><p>IV. o entendimento de requisitos e a aparência do produto, sua usabilidade.</p><p>É CORRETO o que se afirma em</p><p>A)</p><p>I e III, apenas.</p><p>B)</p><p>I, II, III e IV.</p><p>C)</p><p>I e II, apenas.</p><p>D)</p><p>II, III e IV, apenas.</p><p>E)</p><p>I, II e III, apenas.</p><p>O Design de Interação é responsável por desenvolver um sistema simples, fácil de usar e</p><p>ao mesmo tempo esteticamente agradável, criativo e empolgante. É também responsável</p><p>por estudar as melhores formas de permitir ao usuário usabilidade e, ao mesmo tempo, uma</p><p>ótima experiência. O sucesso e a eficiência de um sistema estão diretamente relacionados</p><p>com a forma como o usuário percebe e interage com esse sistema.</p><p>Um ponto importante no âmbito dos princípios de interação são as heurísticas de</p><p>usabilidade. Dentre elas estão</p><p>I. a prevenção de erros, na qual o sistema ajuda o usuário a não cometer erros, como</p><p>sugerir uma palavra correta.</p><p>II. a visibilidade do status do sistema, na qual o sistema mantém o usuário sempre</p><p>informado do que está acontecendo.</p><p>III. a compatibilidade do sistema com o mundo real, na qual o sistema apresenta objetos,</p><p>formas e recursos do mundo real.</p><p>IV. o controle do usuário e a liberdade, que permitem que o usuário esteja no controle da</p><p>aplicação, podendo sair, desfazer, refazer ou excluir uma ação.</p><p>V. a flexibilidade e a eficiência de uso, que permitem que tanto usuários mais básicos, como</p><p>mais avançados, sejam capazes de utilizar o sistema sem que essa interação seja</p><p>frustrante para ambos.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>I, III e V, apenas.</p><p>B)</p><p>II, IV e V, apenas.</p><p>C)</p><p>I, II, III, IV e V.</p><p>D)</p><p>I e II, apenas.</p><p>E)</p><p>I, II e III, apenas.</p><p>Fatores culturais exercem influência no comportamento de compra dos consumidores.</p><p>PORQUE</p><p>A cultura consiste no conjunto compartilhado de valores e crenças duradouras que</p><p>caracterizam e distinguem grupos sociais.</p><p>A respeito dessas duas afirmações, é CORRETO afirmar que</p><p>A)</p><p>a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.</p><p>B)</p><p>as duas afirmações são falsas.</p><p>C)</p><p>as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.</p><p>D)</p><p>as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.</p><p>E)</p><p>a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.</p><p>Nas avaliações de Interfaces Humano-Computador, um item muito utilizado são os testes de</p><p>usabilidade, que consistem na coleta de dados. Esta coleta é efetuada com base na</p><p>combinação de métodos, que podem ser observação, entrevistas e questionários. O</p><p>propósito principal do teste de usabilidade é entender se a interface é usável pelos usuários</p><p>e se eles conseguem realizar as tarefas para as quais a interface foi desenvolvida. No</p><p>entanto, durante os testes de usabilidade, alguns problemas podem ser detectados.</p><p>Tendo em vista essa informação, é correto afirmar que os problemas de usabilidade que</p><p>podem ser identificados durante um teste são</p><p>I. uma falha, que é um erro que o usuário identifica mas não consegue resolver sem o</p><p>auxílio do desenvolvedor da aplicação.</p><p>II. um obstáculo, que é um tipo de erro que o usuário identifica mas aprende a superar</p><p>sozinho, por isso a realização da tarefa não é interrompida.</p><p>III. um ruído, que é um tipo de erro que o usuário identifica e que só causa uma diminuição</p><p>do desempenho da tarefa, pois o usuário rapidamente consegue eliminá-lo.</p><p>IV. uma barreira, que é um erro que o usuário identifica com frequência e não consegue ou</p><p>não aprende a superar sozinho, sem o auxílio do pesquisador, e por isso, não consegue</p><p>avançar na realização da tarefa.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A)</p><p>II, III e IV, apenas.</p><p>B)</p><p>I, II e III, apenas.</p><p>C)</p><p>I, II, III e IV.</p><p>D)</p><p>I e IV, apenas.</p><p>E)</p><p>I e II, apenas.</p><p>Para uso de tecnologias de IHC, é importante que a equipe de design da interface assegure</p><p>que os participantes de qualquer estudo, análise ou levantamento de dados tenham seu</p><p>bem-estar físico e psicológico preservado. Em vista disso, é importante conhecer a</p><p>Resolução n.º 196/96, do Conselho Nacional de Saúde. Essa resolução regulamenta</p><p>pesquisas científicas que envolvem pessoas em qualquer área do conhecimento. Ela não se</p><p>aplica diretamente à realização de métodos de avaliação com objetivos computacionais ou</p><p>técnicos, mas como ela se aplica a todas as áreas de conhecimento, suas diretrizes devem</p><p>ser levadas em conta e devem orientar os pesquisadores e avaliadores enquanto realizam o</p><p>seu trabalho.</p><p>Neste contexto, para que a resolução supracitada seja atendida, sabe-se que alguns</p><p>princípios precisam ser seguidos, como, por exemplo,</p><p>(I) o princípio da não maleficência, que estabelece que os danos que podem ser previstos</p><p>ou identificados antes de o estudo começar devem ser evitados.</p><p>(II) o princípio da justiça e da equidade, que estabelece que o estudo deve ser relevante</p><p>para os envolvidos e deve trazer vantagens visíveis para os usuários.</p><p>(III) o princípio do conhecimento, que estabelece que todos os participantes devem</p><p>obrigatoriamente ter acesso às informações geradas pela pesquisa antes que elas sejam</p><p>divulgadas.</p><p>(IV) o princípio da autonomia, que estabelece que os participantes dos estudos, dos</p><p>levantamentos e das pesquisas devem participar do processo mediante sua concordância</p><p>ou consentimento espontâneo.</p><p>(V) o princípio da beneficência, que exige a identificação e a análise entre todos os riscos e</p><p>benefícios, sejam eles reais ou potenciais, individuais ou coletivos, que possam existir</p><p>durante o processo de levantamento de dados.</p><p>É correto o que se apresenta em</p><p>A)</p><p>II e III, apenas.</p><p>B)</p><p>II, III, IV e V, apenas.</p><p>C)</p><p>I e II, apenas.</p><p>D)</p><p>I, II, III, IV e V.</p><p>E)</p><p>I, II, IV e V, apenas.</p><p>Nas últimas décadas, ocorreu um incremento nos estudos sobre a cognição humana,</p><p>principalmente após o surgimento do computador e da modelagem computacional. A ciência</p><p>cognitiva é uma área de estudos interdisciplinares que se inter-relaciona com psicologia</p><p>cognitiva, ciência da computação, sistemas de informação, inteligência artificial,</p><p>neurociências e linguística, entre outras.</p><p>(Fonte: NEVES, D. A. Ciência da informação e cognição humana: uma abordagem do</p><p>processamento da informação. Ci. Inf., Brasília, v. 35, n. 1, p. 39-44, jan./abr. 2006.</p><p>Adaptado.)</p><p>Pode-se afirmar que o processo cognitivo, ou seja, a cognição refere-se às condições que</p><p>propiciam o(a)</p><p>A)</p><p>motivação para aprender.</p><p>B)</p><p>surgimento de aptidão.</p><p>C)</p><p>aquisição de conhecimento.</p><p>D)</p><p>desenvolvimento de raciocínio.</p><p>E)</p><p>aparecimento de atitude</p>