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<p>Tecnologia, Higiene e Inspeção de Carnes, Pescados e Derivados – 01 – N1</p><p>Inspeção de bovinos</p><p>Inspeção ante-mortem – RIISPOA.</p><p>- Art. 90. É obrigatória a realização do exame ante mortem dos animais destinados ao abate por</p><p>servidor competente do SIF.</p><p> § 1º O exame de que trata o caput compreende a avaliação documental, do</p><p>comportamento e do aspecto do animal e dos sintomas de doenças de interesse para as</p><p>áreas de saúde animal e de saúde pública, atendido o disposto neste Decreto e em normas</p><p>complementares.</p><p> § 2º Qualquer caso suspeito implica a identificação e o isolamento dos animais</p><p>envolvidos. Quando necessário, se procederá ao isolamento de todo o lote.</p><p> § 3º Os casos suspeitos serão submetidos à avaliação, por Auditor Fiscal Federal</p><p>Agropecuário com formação em Medicina Veterinária ou por médico veterinário</p><p>integrante da equipe do serviço de inspeção federal, que poderá compreender exame</p><p>clínico, necropsia ou outros procedimentos com a finalidade de diagnosticar e</p><p>determinar a destinação, aplicadas ações de saúde animal quando o caso exigir.</p><p>(Redação dada pelo Decreto nº 10.419,de 2020).</p><p> § 4º O exame ante mortem deve ser realizado no menor intervalo de tempo possível</p><p>após a chegada dos animais no estabelecimento de abate.</p><p> § 5º O exame será repetido caso decorra período superior a vinte e quatro horas entre</p><p>a primeira avaliação e o momento do abate. (Redação dada pelo Decreto nº 9.069,de</p><p>2017).</p><p> § 6º Dentre as espécies de abate de pescado, somente os anfíbios e os répteis devem</p><p>ser submetidos à inspeção ante mortem”.(Incluído pelo Decreto nº 9.069, de 2017).</p><p>- Inspeção ante-mortem – GTA.</p><p> No momento do recebimento das cargas do lote, todos os animais transportados</p><p>devem estar com “GTA” (Guia de Trânsito Animal), documento utilizado em todo o</p><p>território nacional obrigatório para o trânsito de animais vivos, ovos férteis e outros</p><p>materiais de multiplicação animal.</p><p> A GTA deve ser expedida com base nos registros sobre o estabelecimento de</p><p>procedência dos animais e no cumprimento das exigências de ordem sanitária</p><p>estabelecidas.</p><p>- Art. 89 do RIISPOA. O estabelecimento deve apresentar, previamente ao abate, a</p><p>programação de abate e a documentação referente à identificação, ao manejo e à procedência</p><p>dos lotes e as demais informações previstas em legislação específica para a verificação das</p><p>condições físicas e sanitárias dos animais pelo SIF.</p><p> § 1º Nos casos de suspeita de uso de substâncias proibidas ou de falta de informações</p><p>sobre o cumprimento do prazo de carência de produtos de uso veterinário, o SIF poderá</p><p>apreender os lotes de animais ou os produtos, proceder à coleta de amostras e adotar</p><p>outros procedimentos que respaldem a decisão acerca de sua destinação.</p><p> § 2º Sempre que o SIF julgar necessário, os documentos com informações de interesse</p><p>sobre o lote devem ser disponibilizados com, no mínimo, vinte e quatro horas de</p><p>antecedência”.</p><p>- Exigir os certificados sanitários de sanidade do gado, de acordo com as instruções do Serviço</p><p>de Defesa Sanitária Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, inclusive</p><p>de vacinação contra Febre Aftosa, quando for o caso.</p><p>- Examinar o estado sanitário dos bovinos e auxiliar com dados informativos a tarefa da</p><p>inspeção "post-mortem".</p><p>- Verificar, quando for o caso, o peso, raça, classificação e a procedência, tendo em vista a</p><p>obtenção de dados para a realização eventual de trabalhos de ordem econômica ou zootécnica.</p><p>Abate de emergência.</p><p>- Imediato:</p><p> A qualquer momento.</p><p> Animais incapacitados locomoção, de certificadamente acidentados, contundidos,</p><p>com ou sem fratura e que não apresentem alteração de temperatura ou quaisquer outros</p><p>sintomas, que os excluam do abate em comum.</p><p> Animais incapacitados de locomoção devem ser conduzidos ao local de abate através</p><p>de carrinhos apropriados, para evitar sofrimento desnecessário.</p><p> Art.98. As carcaças de animais que tenham morte acidental nas dependências do</p><p>estabelecimento, desde que imediatamente sangrados, poderão ser destinadas ao</p><p>aproveitamento condicional após exame post mortem, a critério do Auditor Fiscal</p><p>Federal Agropecuário com formação em Medicina Veterinária ou do médico veterinário</p><p>integrante da equipe do serviço de inspeção federal”. (Redação dada pelo Decreto nº</p><p>10.419, de 2020).</p><p>- Mediato:</p><p> Destinado ao abate dos animais verificados doentes após o exame clínico.</p><p> Realizada após a matança normal.</p><p> Caso o animal apresente hipo ou hipertermia, deve ser condenado, podendo ser</p><p>abatido no departamento de necropsia ou na sala de matança, conforme o diagnóstico</p><p>veterinário e a seu critério.</p><p> Caso não se trate de doença infectocontagiosa, os animais podem ser recolhidos no</p><p>curral de observação para tratamento. Incluem-se no abate mediato, os bovinos positivos</p><p>para brucelose e tuberculose.</p><p> “Art.91. Na inspeção ante mortem, quando forem identificados animais suspeitos de</p><p>zoonoses ou enfermidades infectocontagiosas, ou animais que apresentem reação</p><p>inconclusiva ou positiva em testes diagnósticos para essas enfermidades, o abate deve</p><p>ser realizado em separado dos demais animais, profiláticas cabíveis. Parágrafo único:</p><p>adotadas as medidas: no caso de suspeita de doenças não previstas neste Decreto ou em</p><p>normas complementares, o abate deve ser realizado também em separado, para melhor</p><p>estudo das lesões e verificações complementares”.</p><p>Sorologias positivas:</p><p>- Art.91. Na inspeção ante mortem, quando forem identificados animais suspeitos de zoonoses</p><p>ou enfermidades infectocontagiosas, ou animais que apresentem reação inconclusiva ou</p><p>positiva em testes diagnósticos para essas enfermidades, o abate deve ser realizado em separado</p><p>dos demais animais, profiláticas cabíveis. Parágrafo único: adotadas as medidas: no caso de</p><p>suspeita de doenças não previstas neste Decreto ou em normas complementares, o abate deve</p><p>ser realizado também em separado, para melhor estudo das lesões e verificações</p><p>complementares”.</p><p>- Brucelose:</p><p> “Art. 138. As carcaças e os órgãos de animais com sorologia positiva para brucelose</p><p>devem ser condenados quando estes estiverem em estado febril no exame ante mortem.</p><p>(Redação dada pelo Decreto nº 9.069,de 2017)</p><p> § 1º Os animais reagentes positivos a testes diagnósticos para brucelose devem ser</p><p>abatidos separadamente (...)”. (Redação dada pelo Decreto nº 10.468,de 2020).</p><p>Inspeção ante-mortem – RIISPOA.</p><p>- Baseado nos achados ante mortem, a Inspeção determinará a dinâmica do abate, se será</p><p>normal, no final do turno, em separado ou de emergência, a velocidade da linha para permitir</p><p>avaliação post-mortem adequada.</p><p>- O isolamento de doentes ou suspeitos até determinação do destino, a realização de necropsias,</p><p>ou ainda o sacrifício e condenação dos animais, conforme o caso encontrado.</p><p>- Quando houver necessidade da realização do ABATE DE EMERGÊNCIA, este deverá ser</p><p>cercado de todos os cuidados higiênicos e sanitários e ao término será procedida completa</p><p>higienização e, quando necessitar, desinfecção das instalações, equipamentos e utensílios etc.</p><p>Critérios de julgamento e destinos de carcaças – Inspeção post-mortem de bovinos.</p><p>Destinação de carcaças.</p><p>- Toda carcaça, partes das carcaças e dos órgãos, examinados nas linhas de inspeção, que</p><p>apresentem lesões ou anormalidades que possam ter implicações para a carcaça e para os demais</p><p>órgãos devem ser desviados para o Departamento de Inspeção Final para que sejam</p><p>examinados, julgados e tenham a devida destinação.</p><p>Inspeção post-mortem.</p><p>- É a inspeção efetuada rotineiramente nos animais abatidos, através do exame macroscópico</p><p>das seguintes partes e órgãos:</p><p>1. Conjunto cabeça-língua;</p><p>2. Superfícies interna e externa da carcaça;</p><p>3. Vísceras torácicas, abdominais e pélvicas;</p><p>4. Nodos linfáticos (linfonodos) das cadeias mais facilmente atingíveis.</p><p>5. Superfícies interdigital</p><p>e peri-ungueal;</p><p>6. Arcada dentária.</p><p>Inspeção port-mortem – RIISPOA.</p><p>- “Art. 126. A inspeção post mortem consiste no exame da carcaça, das partes da carcaça,das</p><p>cavidades,dos órgãos,dos tecidos e dos linfonodos, realizado por visualização, palpação,</p><p>olfação e incisão, quando necessário, e demais procedimentos definidos em normas</p><p>complementares específicas para cada espécie animal”.</p><p>- “Art. 127. Todos os órgãos e as partes das carcaças devem ser examinados na dependência de</p><p>abate, imediatamente depois de removidos das carcaças, assegurada sempre a correspondência</p><p>entre eles”.</p><p>- “Art.130. São proibidas a remoção, a raspagem ou qualquer prática que possa mascarar lesões</p><p>das carcaças ou dos órgãos, antes do exame pelo SIF”.</p><p>- Objetivos:</p><p>1. retirar da linha os casos anormais.</p><p>2. condenando os animais afetados.</p><p>3. realizando o aproveitamento de acordo com a alteração encontrada.</p><p>- Causas de rejeições:</p><p> registradas nos quadros marcadores situados nas Linhas de Inspeção.</p><p> planilhas específicas de condenação.</p><p>- Os exames realizados nas "Linhas de Inspeção" são da responsabilidade exclusiva da Inspeção</p><p>Oficial:</p><p> executados por auxiliares de inspeção devidamente capacitados, que trabalham sob a</p><p>supervisão do Médico Veterinário Oficial.</p><p> M.V. é responsável pela Inspeção Final e pelo cumprimento das medidas de ordem</p><p>higiênico-sanitária constantes nas normas legais.</p><p>Destinação de carcaças.</p><p>- Nos casos de aproveitamento condicional a que se refere este Decreto, os produtos devem ser</p><p>submetidos, a critério do SIF, a um dos seguintes tratamentos:</p><p>I- pelo frio, em temperatura não superior a-10ºC (dez graus Celsius negativos) por dez</p><p>dias;</p><p>II- pelo sal, em salmoura com no mínimo 24ºBe (vinte e quatro graus Baumé), em peças</p><p>de no máximo 3,5cm (três e meio centímetros) de espessura, por no mínimo vinte e um</p><p>dias;</p><p>III- pelo calor, por meio de:</p><p>a) cozimento em temperatura de 76,6ºC por no mínimo trinta minutos;</p><p>b) fusão pelo calor em temperatura mínima de 121ºC;</p><p>c) esterilização pelo calor úmido - 100 a 330 minutos à 100ºC.</p><p>Inspeção de linha.</p><p>- Inspecionar 100% das carcaças e vísceras em etapas → “Linhas de Inspeção”– A,B,C,D,E,F,</p><p>G, H,I (Capítulo IV - Inspeção “Post Mortem”)</p><p> Padronização de Técnicas, Instalações e Equipamentos – Inspeção de Bovinos.</p><p>- A linha J faz a carimbagem das carcaças.</p><p>- LINHA A – Exame dos pés:</p><p> Exame individual das quatro patas, tendo-se o cuidado de assegurar a perfeita relação</p><p>de origem entre a carcaça e as respectivas extremidades.</p><p> Exame visual das patas, principalmente às superfícies peri ungueais e espaços</p><p>interdigitais.</p><p>• Mocotós lesados: CONDENAÇÃO.</p><p>• Lesões indicativas de Febre Aftosa: identificação da carcaça com a chapinha</p><p>Tipo “3”.</p><p>- LINHA B – Cabeça, língua e linfonodos retrofaríngeo, sublingual, atloideano,</p><p>parotidiano e parotida:</p><p> Exame visual de todas as partes do órgão, cavidade bocal, orifícios, inclusive os</p><p>deixados pela seção da cavilha óssea (seios frontais).</p><p> Incisão sagital nos masseteres, praticando corte duplo (masseteres externos e</p><p>internos). Incisão sagital nos pterigoides.</p><p> Incisões extensas e profundas de modo a oferecerem o máximo de superfície à</p><p>exploração da cisticercose.</p><p> Incisão, no sentido longitudinal, nos nodos-linfáticos parotidianos e glândulas</p><p>parótidas.</p><p> Observação da cor das mucosas.  Procurar no “forame magnum” da presença</p><p>possível de lesões medulares.</p><p> Objetivos: identificação de actinobacilose, actinomicose, abscessos, adenite,</p><p>cisticercoses, estomatites e tuberculose.</p><p> No caso de lesões:</p><p>• Separar o conjunto cabeça-língua, em que tiver sido verificada a lesão e</p><p>marcação da respectiva carcaça e dos órgãos e vísceras que se fizerem</p><p>necessários, de acordo com o caso.</p><p>• Todo o conjunto de peças deve ser encaminhado ao departamento de inspeção</p><p>final.</p><p>- LINHA C – Arcada dentária:</p><p> Cronologia dentária.</p><p> Determinar a idade aproximada dos animais abatidos.</p><p> Leitura da tábua dentária.</p><p>• 1º par de dentes definitivos: 2 anos.</p><p>• Para cada novo par acrescenta-se 1 ano.</p><p>• Acima de 5 anos, identifica-se como mais de 5 anos no formulário/papeleta.</p><p>- LINHA D – Trato gastrointestinal, baço, pâncreas, bexiga e útero:</p><p> Inspeção da seção de vísceras abdominais da mesa fixa ou mesa rolante.</p><p> Exame visual e por palpação, fazendo cortes quando necessário:</p><p>• Esôfago inspeção obrigatória para pesquisa de cisticercose;</p><p>• Estômagos;</p><p>• Intestinos;</p><p>• Pâncreas: pesquisar o Eurytrema coelomaticum, semelhante à F.hepática;</p><p>• Baço;</p><p>• Bexiga.</p><p> Objetivos: lesões de tuberculose ou actinobacilose, corpos estranhos,</p><p>reticuloperitonite traumática.</p><p> Incisão em fatias dos nodos-linfáticos da cadeia mesentérica (no mínimo, dez nodos).</p><p> Contaminação (perfurações ou má oclusão das extremidades do tubo digestivo):</p><p>condenar sistematicamente o conjunto de peças, assinalando-o com o respectivo</p><p>carimbo (“condenado”).</p><p> Esofagostomose: CONDENAR OS INTESTINOS intensamente parasitados por</p><p>esofagóstomos.</p><p>- LINHA E – Fígado:</p><p> Exame visual das faces do órgão, palpação, compressão dos ductos biliares, incisão</p><p>dos nodos linfáticos.</p><p> Exame visual e palpação da vesícula biliar, com incisão, caso necessário.</p><p> Objetivos: abscessos, cirrose, parasitose ou alguma lesão que comprometa o fígado.</p><p> Afecções sem demais implicações na carcaça e demais órgãos (teleangectasia, cirrose,</p><p>congestão, hidatidose, fasciolose, esteatose e peri-hepatite): condenar o fígado ou</p><p>eliminar suas porções lesadas, de acordo com a alteração (difusas ou circunscritas,</p><p>respectivamente). condenar os fígados contaminados com conteúdo gastrointestinal.</p><p> Afecções que possam ter implicações na carcaça e demais órgãos (tuberculose,</p><p>neoplasias, etc): encaminhar o conjunto (vísceras, carcaça, cabeça e língua) para o</p><p>departamento de inspeção final.</p><p>- LINHA F – Pulmão, coração e diafragma:</p><p> Deve-se separar o coração do pulmão, retirando o saco pericárdico e expondo o</p><p>coração, visualizando o epicárdio.</p><p> Nas pericardites notam-se aderências.</p><p> Fazer a abertura da cavidade átrio-ventricular seccionando-se da base até o ápice do</p><p>coração, expondo o endocárdio e válvulas cardíacas.</p><p> Em seguida faz-se corte para visualizar o miocárdio.</p><p> Na febre aftosa tem-se o coração tigrado.</p><p> Em bovinos pesquisar principalmente a cisticercose.</p><p> O pulmão, a exemplo do fígado deve ser bem palpado:</p><p>• Cortar até a intimidade do órgão para observar aspirações, seguindo até os</p><p>brônquios.</p><p>• Abrir a traqueia pela parte ventral.</p><p>• Em bovinos inspecionar nos pulmões os linfonodos apicais, esofágicos,</p><p>traqueobrônquicos esquerdos e mediastínicos.</p><p>• Na fase pré-agônica, o animal pode aspirar sangue e/ou líquido ruminal,</p><p>devendo-se então condenar o órgão.</p><p>- LINHA G – Exame dos rins:</p><p> Processos comuns: cistos urinários, nefrites, hidronefrose (pode haver cheiro de urina</p><p>na carcaça), uronefrose, congestão, isquemia.</p><p> Técnica: na parte ventral dar um pique com a faca e soltar a cápsula. Visualizar, palpar</p><p>e efetuar todos os cortes necessários.</p><p>- LINHA H – Exame das faces interna e externa da parte caudal da carcaça:</p><p> Observar a coloração da carcaça (tecido muscular, cartilagens, ossos) e da gordura</p><p>(pode haver adipoxantose, icterícia).</p><p> Pode-se retirar pequenas contusões, contaminações, abscessos, bernes.</p><p> Examinar os linfonodos correspondentes da parte caudal da carcaça.</p><p> A glândula mamária pode estar presente.</p><p>- LINHA I – Exame das faces interna e externa da parte cranial da carcaça:</p><p> Exame dos lados externos e internos da parte cranial da carcaça. Examinar: aparência,</p><p>contusões, abcessos, contaminações, coloração das cartilagens, tendões, músculos,</p><p>extremidades ósseas e linfonodos correspondentes.</p><p>- LINHA J – Carimbagem da meia carcaça:</p><p> No antigo RIISPOA de 1952 – 18 carimbos diferentes.</p><p> Novo</p><p>RIISPOA Decreto nº 9.013/2017 10.468/2020 – sete carimbos.</p><p> Art. 463 alterado pelo Decreto “O carimbo de inspeção representa a marca oficial do</p><p>SIF e constitui a garantia de que o produto é procedente de estabelecimento</p><p>inspecionado e fiscalizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.”</p><p> Art. 464…</p><p>• §1º O carimbo deve conter: I – a expressão “Ministério da Agricultura”, na borda</p><p>superior externa; II – a palavra “Brasil”, na parte superior interna; III – palavra</p><p>“Inspecionado”, ao centro; IV – o número de registro do estabelecimento, abaixo</p><p>da palavra “Inspecionado”; e V – as iniciais “S.I.F.”, na borda inferior interna.</p><p>• §2º As iniciais “S.I.F.” significam “Serviço de Inspeção Federal”.</p><p>• §3º O número de registro do estabelecimento constante do carimbo de inspeção</p><p>não é precedido da designação “número” ou de sua abreviatura (nº) e é aplicado</p><p>no lugar correspondente, equidistante dos dizeres ou das letras e das linhas que</p><p>representam a forma.</p><p>• E o §4º ainda prevê a dispensa do uso da expressão “Ministério da Agricultura”</p><p>na borda superior dos carimbos, nos casos em que os mesmos forem gravados</p><p>em relevo em vidros, latas, plásticos termo-moldáveis, lacres e os apostos em</p><p>carca��as.</p>