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<p>interno</p><p>manual do</p><p>MEDICINA & EU</p><p>@medicinaeeu</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Este é um material comercializado em formato digital</p><p>(pdf), produzido através de livros que são referências</p><p>na área da saúde, para otimizar os seus estudos e te</p><p>garantir ótimos resultados na graduação, através de</p><p>um conteúdo simplificado, ilustrado e organizado para</p><p>facilitar a sua memorização.</p><p>Todos os direitos desse documento são garantidos de</p><p>acordo com a LEI N° 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE</p><p>1998 em que caracteriza-se como um ato criminoso o</p><p>compartilhamento, cópia, reprodução, ou qualquer</p><p>forma de disseminação de um material sem</p><p>autorização do dono ou responsável, visto que</p><p>pertencem ao autor os direitos morais e patrimoniais</p><p>sobre a obra que criou.</p><p>A EQUIPE DO MEDICINA & EU INFORMA QUE O</p><p>COMPARTILHAMENTO SEM AUTORIZAÇÃO PRÉVIA</p><p>DOS MATERIAIS É PROIBIDO.</p><p>SOBRE O MATERIAL</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>1. Identificação: nome: idade: sexo; cor; estado civil;</p><p>profissão; naturalidade; residência; religião.</p><p>2. Queixa principal: motivo que trouxe o paciente ao</p><p>médico nas palavras dele; Adicionar temporalidade.</p><p>3. História da doença atual: começar com uma pergunta</p><p>aberta e depois focar para obter: início; duração;</p><p>frequência; fatores precipitantes; sintomas associados;</p><p>fatores de melhora e piora; episódios prévios; progressão</p><p>dos sintomas; situação no momento atual.</p><p>4. História médica passada: antecedentes fisiológicos:</p><p>história obstétrica; gestação e nascimento;</p><p>desenvolvimento neuropsicomotor; imunizações;</p><p>desenvolvimento sexual; história menstrual; métodos</p><p>contraceptivos; história sexual e hábitos fisiológicos.</p><p>Investigar doenças preexistentes do paciente, que existiam</p><p>antes da doença atual que motivou a consulta medica.</p><p>Antecedente patológicos: doenças comuns da infância e da</p><p>vida adulta; alergias; cirurgias prévias; traumatismos:</p><p>transfusões sanguíneas; internações hospitalares eletivas</p><p>ou emergenciais.</p><p>5. Histórico familiar: doenças e mortalidade de pais, irmãos</p><p>e tios. Se falecidos: qual a causa da morte e a idade?</p><p>Questionar: enxaqueca, diabetes, tuberculose, hipertensão,</p><p>câncer, doenças alérgicas, doença arterial coronariana,</p><p>acidente vascular cerebral, dislipidemias, úlceras pépticas e</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>varizes. Caráter hereditário -› Hemofilia, anemia falciforme,</p><p>rins policísticos. Doenças mentais; sintomas em familiares</p><p>também presentes na queixa atual do paciente.</p><p>6. Histórico social: alimentação; habitação; ocupação atual</p><p>e anterior; atividades físicas; condições socioeconômicas;</p><p>condições culturais; vida conjugal e familiar.</p><p>7. Medicações: nome, dose, frequência, duração, motivo,</p><p>assiduidade à prescrição e disponibilidade para obtê-la.</p><p>8. Tabaco/Álcool/Drogas: tipo, quantidade, frequência,</p><p>duração, reações e tratamento.</p><p>9. Revisão dos Sistemas:</p><p>• Geral: febre; astenia; alterações do peso; sudorese;</p><p>calafrios; caibras.</p><p>• Pele: alterações na pele, cabelo, unhas, coceiras, dor,</p><p>nódulos.</p><p> Crânio/Face: dor alterações dos movimentos;</p><p>tumorações; pulsações anormais.</p><p> Olhos: dor ocular e cefaleia; sensação de corpo</p><p>estranho; queimação ou ardência; lacrimejamento;</p><p>sensação de olho seco; xantopsia, iantopsia,</p><p>cloropsia; diminuição ou perda da visão; diplopia;</p><p>fotofobia; nistagmo, escotomas, secreção;</p><p>alucinações visuais.</p><p> Ouvidos: dor; otorragia; acuidade auditiva;</p><p>zumbidos; vertigem.</p><p> Nariz e Cavidades paranasais: dor; espirros;</p><p>obstrução nasal; epistaxe, dispneia;</p><p>diminuição/aumento/alteração do olfato; cacosmia;</p><p>parosmia; alterações da fonação.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Boca, garganta e pescoço: sialose; halitose; dor; dor</p><p>de garganta; disfagia, tosse, pigarro; alterações da</p><p>voz; sangramento, inchaço.</p><p> Parede torácica: dor; alterações no formato do tórax;</p><p>dispneia.</p><p> Mamas: dor; nodulações, secreção mamilar.</p><p> Traqueia, Brônquios, Pulmões e Pleuras: dor; tosse;</p><p>expectoração, hemoptise; vómica; dispneia; chieira;</p><p>cornagem.</p><p> Diafragma e Mediastino: dor; soluço; dispneia.</p><p> Coração e grandes vasos: dor; palpitações; dispneia;</p><p>tosse e expectoração; chieira, hemoptise; desmaio;</p><p>alterações do sono, cianose, edema; astenia.</p><p>• Gastrointestinal: apetite; dor abdominal; náusea;</p><p>vômito; indigestão; disfagia; icterícia; alterações nas</p><p>fezes (frequência aumentada/diminuída,</p><p>consistência, cheiro, coloração, sangramento, muco).</p><p> Genitália feminina: alterações menstruais</p><p>(frequência, duração, dor, intensidade do</p><p>sangramento); prurido; fogacho; complicações em</p><p>gestações anteriores; abortos; menarca; data da</p><p>última menstruação; método contraceptivo;</p><p> Genitália masculina: dor no pênis; dor e massas</p><p>testiculares; hérnias.</p><p>• Urinário: frequência; urgência urinaria; poliúria;</p><p>disúria; hematúria, noctúria; incontinéncia; cálculos</p><p>renais; infecções.</p><p> Vascular: edema em pernas; claudicação; varizes;</p><p>tromboses; embolias.</p><p> Musculoesquelético: fraqueza muscular; dor;</p><p>inchaço nas articulações; limitação de movimento;</p><p>instabilidade; hiperemia; artrite; gota.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Neurológico: perda de sensibilidade; choques;</p><p>tremores; fraqueza; paralisia; desmaio; convulsões.</p><p>• Hematológico: anemia; sangramentos; petéquias;</p><p>púrpuras; transfusões.</p><p> Endócrino: intolerância ao frio ou calor; sudorese;</p><p>poliúria; polidipsia; polifagia.</p><p>• Psiquiátricos: alterações de humor; ansiedade;</p><p>depressão; tensão; alterações na memória.</p><p>ECTOSCOPIA</p><p>- Estado geral e nutricional (bom/mau/regular). Orientação</p><p>do paciente ao tempo e espaço. Colaboração ao exame</p><p>médico (ativo/irresponsivo, colaborativo/não-</p><p>colaborativo). Padrão respiratório (com/sem sinais de</p><p>desconforto respiratório). Mucosas (palidez/corado;</p><p>hidratado/desidratado; cianótico/acianótico;</p><p>ictérico/anictérico). Fácies atípica/típica.</p><p>EX: paciente em bom estado geral, lúcido orientado em</p><p>tempo e espaço, corado hidratado, anictérico acianotico,</p><p>afebril, facies atípica.</p><p>SINAIS VITAIS</p><p>- Pressão arterial; frequência cardíaca; frequência</p><p>respiratória; temperatura axilar; peso; altura; índice de</p><p>massa corporal (IMC).</p><p>EX: saturação de oxigênio: 95-100%, frequência</p><p>cardiaca:50-100bpm, frequencia respiratória: 12-20 irpm,</p><p>pressão arterial: 120x80, até 140 x90 mmhg, tempo de</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>enchimento capilar: entre 2 a 3 segundos, altura,</p><p>temperatura (37.8°- febril) peso, IMC (normal18.5-24.9).</p><p>PELE, MUCOSAS E ANEXOS</p><p>- Coloração (cianose, icterícia); distribuição de pelos; unhas;</p><p>turgor; textura; temperatura; umidade da pele</p><p>(ressecamento, oleosidade, sudorese).</p><p>CABEÇA</p><p>• Crânio: tamanho; presença de lesões e cistos;</p><p>características dos cabelos; pontos dolorosos;</p><p>tumorações.</p><p>• Face: inspeção: alterações na coloração e tumores;</p><p>palpação: avaliar dor e sensitividade bilateral.</p><p>• Olhos: inspecionar os globos oculares, córnea,</p><p>esclerótica; tamanho pupilas e sua reação a luz;</p><p>inspecionar e palpar as pálpebras; verificar a</p><p>acuidade visual;</p><p>• Fossas nasais: inspecionar a forma, o tamanho e</p><p>presença de inflamações</p><p>• Ouvido: inspecionar externamente (alteração de</p><p>pele, massas secreção); palpar ouvido externo e</p><p>mastoide avaliando presença de dor: examinar canal</p><p>auditivo e membrana timpânica com otoscópio;</p><p>avaliar audição com testes de Rinne e Webber</p><p>(diapasão).</p><p>• Boca: inspecionar mucosa, dentes, úvula, amigdalas,</p><p>língua (em cima, embaixo e lateral). Obs.: inspecionar</p><p>com luz, solicitando para abrir a boca, colocar a língua</p><p>pra fora,</p><p>to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Acidose respiratória</p><p> Sintomas: Causa cefaleia, confusão, ansiedade,</p><p>tontura e estupor (narcose por CO2). Acidose</p><p>respiratória de desenvolvimento lento e estável pode</p><p>ser bem tolerada, mas os pacientes apresentam</p><p>perda de memória, distúrbios do sono, sonolência</p><p>excessiva durante o dia e alterações de</p><p>personalidade.</p><p> Causas: DPOC; paralisia dos músculos respiratórios;</p><p>pneumonia; doenças do SNC que afetam áreas</p><p>envolvidas no controle respiratório;</p><p> Tratamento: O tratamento consiste no fornecimento</p><p>de ventilação adequada por intubação endotraqueal</p><p>ou ventilação com pressão positiva não invasiva.</p><p>Alcalose respiratória</p><p> Sintomas: causa atordoamento, confusão,</p><p>parestesias periféricas e periorais, cãibras e síncope.</p><p>Taquipneia ou hiperpneia são, geralmente, os únicos</p><p>sinais.</p><p> Causas: ansiedade; dor aguda; hiperventilação.</p><p> Tratamento: O tratamento é direcionado à doença</p><p>subjacente.</p><p>SUPORTE BÁSICO DE VIDA</p><p> Segurança da cena</p><p> Avaliar responsividade</p><p> Chamar ajuda e DEA</p><p> Checar pulso e respiração simultaneamente</p><p> Realizar 30 compressões para cada 2 ventilações</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> 100/120 compressões por minuto.</p><p> Profundidade de 5 a 6 cm</p><p> Ciclos de 2 minutos.</p><p> Repete novamente checagem de sinais e ritmo.</p><p>SUPORTE AVANÇADO DE VIDA</p><p>Ritmos desfibriláveis - FV e TV sem pulso</p><p>1° choque</p><p>↓</p><p>2 min RCP</p><p>↓</p><p>2º choque</p><p>↓</p><p>2 minutos de RCP + epinefrina 1ª dose</p><p>↓</p><p>3º choque</p><p>↓</p><p>2 minutos de RCP + amiodarona ou lidocaína</p><p>Medicações:</p><p> Epinefrina: após a 2ª desfibrilação, administrar 1 mg</p><p>a cada 3 a 5 minutos.</p><p> Amiodarona: após a 3ª desfibrilação, sendo a</p><p>primeira dose 300mg e a segunda dose e última</p><p>150mg de 3 a 5 minutos depois da primeira.</p><p> Choque: 120 a 200J se for bifásico e 360J se for</p><p>monofásico.</p><p> Sempre saltar um ciclo para usar a mesma medicação.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Ritmos não chocáveis</p><p>- Assistolia: protocolo CA-GA-DA (cabos, ganhos e</p><p>derivações) antes de iniciar RCP.</p><p>AESP/assistolia</p><p>1º ciclo - Epinefrina 1mg - 2 minutos RCP</p><p>↓</p><p>2º ciclo – 2 min RCP</p><p>↓</p><p>3º ciclo – Epinefrina + 2 min RCP</p><p>- Administrar epinefrina ciclo sim, ciclo não.</p><p>Causas reversíveis de parada</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Observações:</p><p>- Capnografia: possibilita analisar a qualidade do RCP. Deve</p><p>estar pelo menos 10mmHG, ideal 20mmHG. Se menor que</p><p>10mmHG deve-se melhor as compressões.</p><p> Se houver uma elevação abrupta e prolongada ></p><p>40mmHG, provavelmente esse paciente voltou da</p><p>parada.</p><p>- Ao administrar medicações deve-se elevar o membro por</p><p>10 a 20 segundos.</p><p>INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL (IOT)</p><p>- Indicações:</p><p>• Incapacidade de manter as vias aéreas patentes;</p><p>• Incapacidade de proteger a via aérea contra a</p><p>aspiração;</p><p>• Incapacidade de ventilar;</p><p>• Incapacidade de oxigenar;</p><p>• Antecipação de uma deterioração clínica iminente.</p><p>Sequência rápida</p><p>- Em situações de urgência, a IOT é procedida de acordo com</p><p>a sequência rápida, já que oferece maior proteção, maior</p><p>taxa de sucesso e menores complicações. Para isso se aplica</p><p>a técnica dos 7 P’s:</p><p>1 – Preparação: É essencial conversar com o paciente e</p><p>explicar o procedimento que será realizado, bem como</p><p>captar os recursos humanos e estruturais que serão</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>necessários. Deve-se iniciar separando todo o material</p><p>necessário:</p><p>• Ambu / máscara não reinalante + fonte de O2;</p><p>• Laringoscópio com lâmina curva 3 ou 4 (checar luz e</p><p>pilha);</p><p>• Tubo orotraqueal do 6,5 ao 8,5 (para adultos 7,5 ou</p><p>8,0);</p><p>• Carrinho de parada a postos;</p><p>• Medicações: fentanil, etomidato, succinilcolina (mais</p><p>utilizados);</p><p>• Seringa;</p><p>• Aspirador de ponta rígida;</p><p>• Equipamentos de proteção individual: óculos,</p><p>máscara, luvas.</p><p>2 – Pré-oxigenação: Oferecer oxigênio 100% por 3 a 5</p><p>minutos com máscara não reinalante ou ambu. Isso é</p><p>importante para obter tempo de segurança para realizar a</p><p>laringoscopia, já que com a pré-oxigenação o paciente pode</p><p>ficar de 2 a 10 minutos em apneia, sem nenhum prejuízo.</p><p>3 – Pré-tratamento: Tem o objetivo de reduzir os efeitos</p><p>deletérios da laringoscopia, gerados por resposta</p><p>adrenérgica do organismo: taquicardia, taquiarritmias,</p><p>estresse do SNC, broncoespasmo. A principal droga utilizada</p><p>é o fentanil, mas a lidocaína também pode ser aplicada.</p><p>4 – Paralisia com indução: Primeiro se faz a indução, ou</p><p>seja, a sedação (rebaixamento do nível de consciência) com</p><p>etomidato, quetamina, propofol ou midazolam. Depois se</p><p>efetua a paralisia por meio de bloqueador neuromuscular</p><p>(succinilcolina ou rocurônio). O etomidato é o mais utilizado</p><p>como indutor, principalmente porque pode ser utilizado em</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>pacientes instáveis. A quetamina gera dois efeitos, promove</p><p>vasodilatação (culminando em hipotensão), mas por outro</p><p>lado estimula as suprarrenais a liberarem as catecolaminas</p><p>(vasopressores), podendo levar à insuficiência da</p><p>suprarrenal. O propofol leva a uma franca hipotensão, mas</p><p>é a droga mais indicada para grávidas que precisam ser</p><p>intubadas. O midazolam, por sua vez, além de promover</p><p>vasodilatação, é cardiodepressor, sendo, portanto,</p><p>proscrito para pacientes instáveis.</p><p>5 – Posicionamento: Colocar o paciente na posição do</p><p>“cheirador”, anteriorização do pescoço e extensão da</p><p>cabeça com o auxílio do coxim occipital, afim de alinhar a</p><p>boca, a laringe e a faringe.</p><p>6 – Passagem do tubo com confirmação: A laringoscopia</p><p>deve ser realizada com a mão esquerda (a mão direita</p><p>segura a cabeça do paciente), a lâmina deve entrar pelo</p><p>canto direito da boca do paciente de forma a rebater a</p><p>língua para a esquerda. Ao se visualizar a epiglote, a lâmina</p><p>deve ser inserida na valécula epiglótica e deve-se tracionar</p><p>o laringoscópio para a frente, para cima e para a esquerda,</p><p>tomando cuidado para não fazer o movimento de</p><p>basculação e quebrar o dente do paciente. Feito isso, a via</p><p>aérea deve ser visualizada. A gradação de Cormack Lehane</p><p>mensura o quanto da laringe pode ser visualizado, por meio</p><p>de 4 classes. Nas classes III e IV, é bem provável que o tubo</p><p>seja inserido no esôfago.</p><p>- Passado o tubo orotraqueal, deve-se inseri-lo até esconder</p><p>o balonete abaixo das cordas vocais, outra medida utilizada</p><p>é a de 22 cm na altura dos incisivos. Por fim, infla-se o</p><p>balonete e confirma-se o posicionamento do tubo, que</p><p>pode ser através de:</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>• Observação da expansibilidade torácica bilateral e</p><p>simétrica;</p><p>• Ausculta (epigástrio, pulmão esquerdo, pulmão</p><p>direito);</p><p>• Radiografia de tórax;</p><p>• Capnografia (PaCO2 entre 35 a 45 mmHg)</p><p>7 – Pós- intubação: Fixar o tubo, ajustar a ventilação</p><p>mecânica, encaminhar para a UTI e planejar as drogas de</p><p>manutenção.</p><p>INTOXICAÇÕES</p><p>- Carbamato: “chumbinho”:</p><p> Os sinais e sintomas podem aparecer dentro de</p><p>minutos a horas, dependendo da toxicidade do</p><p>composto, da via de exposição, da quantidade, do</p><p>tempo de exposição e da afinidade pela enzima.</p><p> A sintomatologia muscarínica é mais precoce, seguida</p><p>da nicotínica.</p><p> Manifestações do SNC nas intoxicações por</p><p>carbamatos são menores, mais comuns em crianças</p><p>e, quando presentes, são um sinal de gravidade.</p><p> Efeitos muscarínicos: sialorreia, sudorese,</p><p>lacrimejamento; miose puntiforme, visão borrada;</p><p>náuseas, vômitos, dor abdominal tipo cólica,</p><p>diarreia;</p><p>rinorreia, hipersecreção brônquica, broncoespasmos</p><p>(roncos e sibilos na ausculta pulmonar), dispneia,</p><p>edema agudo pulmonar por broncorreia; hipotensão</p><p>arterial, bradicardia, bloqueio AV; incontinência</p><p>urinária.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Efeitos nicotínicos: taquicardia, hipertensão arterial,</p><p>palidez cutânea; fasciculações, câimbras, fraqueza</p><p>muscular, arreflexia.</p><p> Tratamento: Lavagem gástrica: Indicada em até 1</p><p>hora da ingestão; Carvão ativado - Maior eficácia em</p><p>até 1 hora após a ingestão. Dependendo da</p><p>toxicidade do carbamato, poderá ser administrado de</p><p>4/4 horas, por 12 horas;</p><p> Atropina (antídoto): Antagonista do receptor</p><p>muscarínico da acetilcolina, Adultos: 1-2 mg EV em</p><p>bólus repetidos de 5/5 minutos;</p><p>- Organofosforados:</p><p> Mesma apresentação clínica do carbamato, porém os</p><p>Agrotóxicos, tem efeito de depósito.</p><p> Antíodoto – atropina.</p><p>- Benzodiazepínicos:</p><p> O início da depressão do SNC pode ser observado</p><p>dentro de 30-120 minutos após a ingestão,</p><p>dependendo do composto: Letargia; Fala arrastada;</p><p>Ataxia; Coma e parada respiratória (BZD de ação</p><p>curta); Hipotermia;</p><p> Complicações graves são mais frequentes quando</p><p>novos agentes de ação ultracurta estão envolvidos ou</p><p>quando outras drogas depressivas foram associadas.</p><p> Antídoto específico: Flumazenil</p><p> Indicação: Usado para reverter, rapidamente, o coma</p><p>e a depressão respiratória causada por intoxicação</p><p>exclusiva por benzodiazepínico;</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Dose em adultos: 0,2 mg EV em 30 segundos. Se não</p><p>recuperar o nível de consciência, fazer 0,3 mg. Caso</p><p>ainda não tenha obtido resultado satisfatório, repetir</p><p>0,5 mg/minuto. Dose máxima: 3 mg/hora;</p><p>- Opióide:</p><p> A toxicidade aguda dos opioides varia com o agente,</p><p>dose, via de administração e a tolerância</p><p>desenvolvida a partir do uso habitual.</p><p> Miose, em geral puntiforme, presente em todos os</p><p>casos; Depressão do sistema nervoso central (SNC)</p><p>caracterizado por sonolência, torpor e coma. Em</p><p>alguns casos, podem ocorrer convulsões, alucinações</p><p>e delírios;</p><p> Depressão respiratória: Caracterizada por diminuição</p><p>dos movimentos respiratórios e respiração</p><p>superficial, evoluindo para apneia. Bradicardia,</p><p>hipotensão.</p><p> Antídoto específico: Naloxona (Narcan®): É um</p><p>opioide com efeito antagonista. Indicado para</p><p>reversão da depressão respiratória (FR 7: noripurum EV 2x na semana, por 3</p><p>semanas.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Se Hb</p><p> Senta sem apoio – ao colocar a criança sentada e</p><p>oferecer-lhe um objeto para segurar, ela conseguirá</p><p>ficar sentada sem o apoio das mãos para se equilibrar.</p><p> Faz pinça incompleta – dar um objeto para a criança</p><p>segurar e avaliar se ela utiliza o polegar com os outros</p><p>dedos.</p><p>- 9 – 12 meses</p><p> Imita gestos (bate palmas, “dá tchau”, manda beijo,</p><p>etc) – realizar o movimento e verificar se a criança o</p><p>imita;</p><p> Faz pinça completa – dar um objeto para a criança</p><p>segurar e avaliar se ela utiliza a polpa do indicador</p><p>com a polpa do polegar;</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Produz jargão (conversa incompreensível com ela</p><p>mesma ou com a mãe);</p><p> Fica em pé;</p><p> Anda com apoio.</p><p>- 12 – 15 meses</p><p> Mostra o que quer (com choro, palavras ou gestos)</p><p> Coloca blocos em algum recipiente</p><p> Primeiras palavras – fala pelo menos uma palavra</p><p>(que não seja o nome de familiares);</p><p> Anda sem apoio com bom equilíbrio.</p><p>- 15 – 18 meses</p><p> Usa colher ou grafo;</p><p> Constrói torre de 2 cubos – alinhando-os sem que eles</p><p>caiam ao retirar a mão;</p><p> Fala pelo menos 3 palavras – que não sejam nome de</p><p>familiares;</p><p> Começa a nomear objetos;</p><p> Obedece ordens;</p><p> Rabisca;</p><p> Anda para trás – dando passos ao abrir portas ou</p><p>gaveta</p><p>- 18 – 24 meses</p><p> Tira a roupa – algumas peças como sapatos, casacos,</p><p>calças ou camisas;</p><p> Constrói torre de 3 cubos – alinhando-os sem que eles</p><p>caiam ao retirar a mão;</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Aponta 2 figuras – identificar se ela é capaz de</p><p>apontar 2 figuras de um grupo de 5;</p><p> Chuta a bola – tem equilíbrio ao se apoiar em apenas</p><p>uma perna;</p><p> Corre;</p><p> Sobe escadas.</p><p>VACINAS</p><p>Ao nascer</p><p>BCG</p><p>Hepatite B 1ª dose</p><p>2 meses</p><p>Pentavalente 1ª dose (Tetravalente + Hepatite B 2ª dose)</p><p>Poliomielite 1ª dose (VIP)</p><p>Pneumocócica conjugada (10V) 1ª dose</p><p>Rotavírus 1ª dose</p><p>3 meses</p><p>Meningocócica C conjugada 1ª dose</p><p>4 meses</p><p>Pentavalente 2ª dose (Tetravalente + Hepatite B 3ª dose)</p><p>Poliomielite 2ª dose (VIP)</p><p>Pneumocócica conjugada (10V) 2ª dose</p><p>Rotavírus 2ª dose</p><p>5 meses</p><p>Meningocócica C conjugada 2ª dose</p><p>6 meses**</p><p>Pentavalente 3ª dose (Tetravalente + Hepatite B 4ª dose)</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Poliomielite 3ª dose (VIP)</p><p>9 meses</p><p>Febre amarela</p><p>12 meses</p><p>Pneumocócica conjugada (10V) reforço</p><p>Meningocócica C conjugada reforço</p><p>Tríplice viral 1ª dose</p><p>15 meses</p><p>DTP 1º reforço (incluída na Pentavalente)</p><p>Poliomielite 1º reforço (VOP)</p><p>Hepatite A (1 dose de 15 meses até 5 anos)</p><p>Tetraviral (Tríplice viral 2ª dose + Varicela)</p><p>4 anos</p><p>DTP 2º reforço (incluída na Pentavalente)</p><p>Poliomielite 2º reforço (VOP)</p><p>Varicela (2a dose)</p><p>Febre amarela (reforço para crianças que receberam a</p><p>dose única entre 9 meses e 5 anos de idade)</p><p>9-14 anos (meninas de 9-14 anos e meninos de 11-14</p><p>anos)</p><p>HPV 2 doses</p><p>Meningocócica C ou ACWY — 11 a 14 anos (2° reforço ou</p><p>dose única)</p><p>Crianças, jovens e adultos - Covid-19</p><p>Vacinação para covid-19***</p><p>6 meses a 2 anos (com comorbidades) 3 doses da Pfizer</p><p>3-4 anos: 2 doses de Coronavac</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>5-11 anos: 2 doses de Coronavac ou Pfizer</p><p>12-17 anos: 2 doses + dose de reforço (preferir a vacina</p><p>Pfizer no reforço, usar Coronavac se não houver</p><p>disponibilidade)</p><p>18-39 anos: 2 doses + 1 reforço (a depender da</p><p>disponibilidade das vacinas)</p><p>> 40 anos: 2 doses + 2 reforços (a depender da</p><p>disponibilidade das vacinas)</p><p>- A vacina tríplice viral está indicada para crianças a partir de</p><p>6 meses de vida, devido ao aumento do número de casos de</p><p>sarampo no Brasil. A dose "extra" (dose zero) não substitui</p><p>as 2 doses recomendadas no esquema vacinal.</p><p>ANAMNESE COMPLETA EM ENFERMARIA PEDIÁTRICA</p><p>- IDENTIFICAÇÃO: Nome completo, idade, naturalidade e</p><p>procedência.</p><p>- HDA:</p><p>- ANTECEDENTES PERINATAIS:</p><p> Nascimento: tipo de parto: __________ teve</p><p>complicação: ____ se sim, qual? __________ Peso ao</p><p>nascer: _____ nasceu com quantas semanas?</p><p>_______ Período Neonatal: tempo de permanência</p><p>na unidade neonatal: ________ Doenças:</p><p>___________ Testes de triagem neonatal:</p><p>___________________________</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- ANTECEDENTES ALIMENTARES:</p><p> Período de amamentação: _______ exclusivo com</p><p>leite materno? ______ início e motivo do desmame:</p><p>______________ época da introdução de alimentos:</p><p>___________ intolerância alimentar? ___________</p><p>- DNPM:</p><p> Quando começou sentar? _______ Andar? ________</p><p>Falar? ________</p><p>- ANTECEDENTES OBSTÉTRICOS:</p><p> Gestação - Doenças: _________________ uso de</p><p>medicamentos: ____________ Nº de filhos: ____ nº</p><p>de gestações: _____ nº de partos: _____ tipos de</p><p>parto: ________ abortos: _____</p><p>- ANTECEDENTES PESSOAIS:</p><p> Comorbidades/doenças:</p><p>_______________________________</p><p> Alergias: __________________________</p><p>- ANTECEDENTES PATOLÓGICOS:</p><p> Já ficou internado? (motivo, tempo)</p><p>____________________________</p><p>- ANTECEDENTES VACINAIS:</p><p> Quais já foram aplicadas? Nº de doses? Idade em que</p><p>foram aplicadas? Se teve efeito adverso?</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- ANTECEDENTES FAMILIARES:</p><p> Doenças:</p><p>___________________________________________</p><p>___________________________</p><p>- HÁBITOS ATUAIS</p><p> Alimentares: (de que se alimenta atualmente, café,</p><p>almoço e janta)</p><p> Intestinais e urinários:</p><p>___________________________________________</p><p>_________________</p><p> Sono: _____________________</p><p> Lazer e tempo de tela:</p><p>_________________________________</p><p>- HABITAÇÃO</p><p> Água tratada: ________ rede de esgoto:</p><p>___________ Água ingerida proveniente de:</p><p>___________________</p><p> Membros familiares:</p><p>_______________________________ (quantos e</p><p>quais)</p><p> Fatores de risco para doenças respiratórias:</p><p> Ventilação adequada: ________ umidade: ______</p><p>poeira (tapetes, pelúcia): _________</p><p> Animais: __________________________</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>EXAME FÍSICO</p><p> Pedir que a mãe retire toda a roupa da criança.</p><p> Inspecione todo o corpo em busca de alterações</p><p>visíveis.</p><p> Repare se a criança apresenta-se agitada, irritada,</p><p>apática, esforço respiratório.</p><p> Realizar ausculta pulmonar, cardíaca e abdominal.</p><p> Palpação abdominal.</p><p> Avalie as extremidades.</p><p> Afira sinais vitais, como oximetria, FC, FR e</p><p>temperatura.</p><p> Avalie a orofaringe e mucosas.</p><p>EVOLUÇÃO DO PACIENTE INTERNADO</p><p>- Você irá evoluir os pacientes todos os dias durante a visita,</p><p>essas são as perguntas essenciais a serem feitas para</p><p>entender se houve mudança ou não do quadro do paciente.</p><p> Paciente apresentou algum sintoma no dia anterior?</p><p> Dor? Febre? Náuses? Vômitos? Diarreia? (se sim</p><p>quantificar episódios e anotar valores)</p><p> Dispneia? Tosse (seca ou produtiva)? coriza?</p><p> Dejeções presentes? Quantas vezes? Normais ou com</p><p>alteração?</p><p> Diurese presente? Alguma alteração no aspecto?</p><p>Disúria?</p><p> Apetite preservado?</p><p> Sono preservado?</p><p> Realizados exames laboratoriais no dia anterior?</p><p> Realizados exames de imagem?</p><p> Em uso de antibioticoteapia, qual dia?</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Anotar o peso do paciente no dia, será importante</p><p>para cálculo das doses.</p><p>EF + SSVV</p><p>- EXAME FÍSICO:</p><p> Paciente BEG, ativo, reativo, calmo em leito,</p><p>anictérico, acianótico, afebril, hemodinamicamente</p><p>estável, ausência de sinais meníngeos.</p><p> ACV: BNF2TSS;</p><p> AR: MV presentes bilateralmente, sem roncos ou</p><p>sibilos.</p><p> ABD: abdome plano, flácido, ausência de</p><p>visceromegalias, sem alterações a palpação.</p><p> Extremidades: bem perfundidas.</p><p> Sempre avaliar a orofaringe e mucosas do paciente.</p><p>- SSVV:</p><p> FC ______</p><p> FR _______</p><p> SpO2 _____</p><p> Temperatura _______</p><p>- EXAMES COMPLEMENTARES: Resultados.</p><p>- MEDICAÇÕES EM USO: Verificar na prescrição. Atentar ao</p><p>dia de antibioticoterapia.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>SINAIS VITAIS</p><p>- Frequência Cardíaca</p><p>- Frequência respiratória:</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>VALORES DE REFERÊNCIA EXAMES LABORATORIAIS</p><p>Hemograma Completo</p><p>Eritrograma (série vermelha)</p><p>Idade</p><p>Eritrócitos</p><p>(× 106 µ/L)</p><p>Hemoglobina</p><p>(g/dL)</p><p>Hematócrito</p><p>(%)</p><p>Nascimento 4,64 +/- 0,5 17,1 +/- 1,8 52 +/- 5</p><p>1 dia 5,30 +/- 0,5 19,4 +/- 2,1 58 +/- 7</p><p>2 a 6 dias 5,40 +/- 0,7 19,8 +/- 2,4 66 +/- 8</p><p>14 a 23 dias 4,92 +/- 0,6 15,7 +/- 1,5 52 +/- 5</p><p>24 a 37 dias 4,35 +/- 0,6 14,1 +/- 1,9 45 +/- 7</p><p>40 a 50 dias 4,10 +/- 0,5 12,8 +/- 1,9 42 +/- 6</p><p>2 a 3,5 meses 3,81 +/- 0,5 11,3 +/- 1,0 37 +/- 4</p><p>5 a 10 meses 4,28 +/- 0,5 11,6 +/- 0,7 38 +/- 3</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>1 a 3 anos 4,45 +/- 0,4 11,9 +/- 0,6 39 +/- 2</p><p>3 a 5 anos 4,40 +/- 0,3 12,3 +/- 0,8 36 +/- 3</p><p>6 a 8 anos 4,50 +/- 0,3 12,7 +/- 0,9 37 +/- 2</p><p>9 a 11 anos 4,60 +/- 0,4 13,1 +/- 0,9 38 +/- 2</p><p>Idade VCM (µm3) HCM (pg) CHCM (%)</p><p>Nascimento 113 +/- 6 37 +/- 2 33 +/- 1</p><p>1 dia 110 +/- 6 37 +/- 2 33 +/- 1</p><p>2 a 6 dias 122 +/- 14 37 +/- 4 30 +/- 3</p><p>14 a 23 dias 106 +/- 11 32 +/- 3 30 +/- 2</p><p>24 a 37 dias 104 +/- 11 32 +/- 3 31 +/- 3</p><p>40 a 50 dias 103 +/- 11 31 +/- 3 30 +/- 2</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>2 a 3,5 meses 98 +/- 9 30 +/- 3 30 +/- 2</p><p>5 a 10 meses 91 +/- 8 27 +/- 3 30 +/- 2</p><p>1 a 3 anos 87 +/- 7 27 +/- 2 30 +/- 2</p><p>3 a 5 anos 81 +/- 5 28 +/- 2 34 +/- 1</p><p>6 a 8 anos 83 +/- 5 28 +/- 2 34 +/- 1</p><p>9 a 11 anos 83 +/- 5 28 +/- 2 34 +/- 1</p><p>Leucograma (série branca)</p><p>Idade Leucócitos totais (× 103/µL)</p><p>12 meses 11,4 (6,0 a 17,5)</p><p>4 anos 9,1 (5,5 a 15,5)</p><p>6 anos 8,5 (5,0 a 14,5)</p><p>10 anos 8,1 (4,5 a 13,5)</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Leucócitos</p><p>Idade</p><p>Basófilos (×</p><p>103/µL)</p><p>Eosinófilos (×</p><p>103/µL)</p><p>Bastões (×</p><p>103/µL)</p><p>12 meses 0,4% (0,0 a 0,2)</p><p>2,6% (0,05 a</p><p>0,7)</p><p>3,1% (0,35)</p><p>4 anos 0,6% (0,0 a 0,2)</p><p>2,8% (0,02 a</p><p>0,65)</p><p>3,0% (0 a 1,0)</p><p>6 anos 0,6% (0,0 a 0,2)</p><p>2,7% (0,0 a</p><p>0,65)</p><p>3,0% (0 a 1,0)</p><p>10 anos 0,5% (0,0 a 0,2)</p><p>2,4% (0,0 a</p><p>0,6)</p><p>3,0% (0 a 1,0)</p><p>Idade</p><p>Segmentados (×</p><p>103/µL)</p><p>Linfócitos (×</p><p>103/µL)</p><p>Monócitos (×</p><p>103/µL)</p><p>12 meses 28% (1,0 a 8,5)</p><p>61% (4,0 a</p><p>10,5)</p><p>4,8 (0,05 a</p><p>1,1)</p><p>4 anos 39% (1,5 a 7,5) 50% (2,0 a 8,0) 5,0 (0 a 0,8)</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>6 anos 48% (1,5 a 7,0) 42% (1,5 a 7,0) 4,7 (0 a 0,8)</p><p>10 anos 51% (1,8 a 7,0) 38% (1,5 a 6,5) 4,3 (0 a 0,8)</p><p>- Plaquetograma:</p><p>• Plaquetas → 150.000-450.000/µL;</p><p>• Observação! A contagem plaquetária em crianças</p><p>saudáveis a termo são comparáveis a de adultos.</p><p>- Glicose:</p><p>- Ureia</p><p> Crianças de até 1 ano: entre 9 e 40 mg/dL;</p><p> Crianças maiores de 1 ano: entre 11 e 38 mg/dL;</p><p>- Creatinina:</p><p> Crianças de 1-5 anos: 0,3 a 0,5 mg/dL (27 a 44</p><p>micromols/L).</p><p> Crianças de 5-10 anos: 0,5 a 0,8 mg/dL (44 a 71</p><p>micromols/L).</p><p>- TGO:</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- TGP:</p><p>- Lipase:</p><p>- Bilirrubina:</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Proteinúria Urina: (todas as idades) até 15 mg/dL ou até</p><p>150 mg/ 24 horas</p><p>- Proteínas totais:</p><p>- Colesterol:</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Triglicérides:</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Balanço de entrada: tudo que entrou de líquido no corpo</p><p>do paciente. Ex: medicamentos, soro, água, via oral, dieta.</p><p>- Balanço hídrico: Balanço de entrada – diurese.</p><p>- Cálculo da diurese por hora: volume total ÷ por 24 horas</p><p>÷ pelo peso.</p><p>- Fezes: multiplicar 10ml/kg, independente do número de</p><p>vezes que defecou por dia.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Cálculo superfície corpórea: (peso X 4 + 7) ÷ (peso + 90)</p><p>- Soro para reposição deve ser calculado através do peso</p><p>calórico.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>PESO CALÓRICO</p><p> 1kg equivale a 100ml</p><p> 10kg equivale a 1000ml</p><p> Até 10kg utilizar 100ml/kg</p><p> Entre 10-20kg: utilizar 50ml/kg e somar ao valor até</p><p>10kg – ou seja, valor até 10kg + valor acima de 10 até</p><p>20 x 0.5.</p><p> Acima de 20kg: subtraia quantos quilos passaram de</p><p>20 e multiplique por 0.2, depois some com os valores</p><p>até 10 e entre 10-20kgs.</p><p>Exemplo:</p><p> Criança possui 10kg ----- administrar (10x100ml) =</p><p>1000ml de soro</p><p> Criança com 15kg ------ administrar (10X100ml) 1000</p><p>ml + (5 X 0.5 X 100ml) 250ml = 1250ml de soro</p><p> Criança com 40kg ------ administrar (10X100ml)</p><p>1000ml de soro + (10 x 0.5 X 100ml) 500ml + (20 X 0.2</p><p>X 100) 400ml = 1900ml de soro.</p><p>COMO FAZER?</p><p>- Secar RN</p><p>- Calcular APGAR 1º minuto</p><p>- Colocar em berço de calor radiante.</p><p>- Avaliar:</p><p> Fontanelas e região cefálica</p><p> Boca: presença de dentes e fenda palatina</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Clavícula</p><p> Mamilos</p><p> Palpar abdome a procura de alterações e massas</p><p>tumorais</p><p> Cordão umbilical: se possui 2 veias e 1 artéria</p><p> Pulso femoral</p><p> Barlow e ortolani</p><p> Avaliar quantidade de dedos em mãos e pés</p><p> Avaliar simetria das pernas esticando-as</p><p> Apresentar dorso do paciente para avaliar coluna.</p><p> Passar sonda: realizar medida do nariz até</p><p>implantação da orelha e da mesma até o apêndice.</p><p>Inserir em cavidade nasal para identificar perviedade</p><p>do esôfago e posteriormente em ânus.</p><p> Realizar escalas APGAR e Capurro.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>CAPURRO</p><p>- Método utilizado para avaliar a idade gestacional a partir</p><p>do exame do recém-nascido, através de dados clínicos.</p><p>- Resultado = P</p><p>- IG = (P + 204)/7</p><p>PRESCRIÇÃO PADRÃO DO NASCIMENTO</p><p> Colírio nitrato de prata 1% (deve ser administrado</p><p>também na região vaginal em crianças do sexo</p><p>feminino).</p><p> Leite materno</p><p> Vitamina K</p><p> Vacinas: BCG intradérmica e Hepatite B</p><p>instramuscular</p><p> Testes de triagem neonatal.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> BE: balanço entrada</p><p> BH: balanço hídrico</p><p> PA: peso atual</p><p> PO: peso ontem</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Em caso de dúvidas sobre os produtos não hesite</p><p>em falar conosco através do serviço de</p><p>atendimento ao cliente, nossa equipe estará</p><p>prontamente disponível para saná-las.</p><p>Como foi sua experiência</p><p>com o material?</p><p>MUITO OBRIGADA!</p><p>Sua opinião</p><p>é extremamente importante para nós!</p><p>Como foi sua experiência</p><p>com o material?</p><p>Clique nos botões para entrar em contato:</p><p>MEDICINA & EU</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>https://instagram.com/medicinaeeu?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D</p><p>mailto:suportemedicinaeeu@gmail.com</p><p>falar "ahhh" e elevar a língua.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>PESCOÇO</p><p>• Inspeção: desvios de traqueia; contratura muscular.</p><p>• Palpação: glândula tireoide (consistência e</p><p>nodulações); linfonodos.</p><p>CARDIOVASCULAR</p><p>• Manifestações comuns das doenças cardiovasculares:</p><p>dispneia: fadiga; precordialgia; palpitações; desmaio;</p><p>edema; cianose. Importante avaliar: sinais vitais; nível de</p><p>consciência; perfusão periférica; coloração das</p><p>extremidades; estase de jugular; edema; ascite.</p><p>• Inspeção/palpação: localizar Ictus cordis (normal: 5°</p><p>Espaço intercostal esquerdo na linha médio-clavicular.</p><p>Cardiomegalias: deslocado para baixo e para esquerda</p><p>próximo à linha axilar). Buscar frêmitos, pulsações</p><p>epigástrica, supra-esternal e jugular. Palpar pulsos.</p><p>Obs.: pulso parvus tardus: baixa amplitude (estenose de</p><p>valva aórtica); pulso em martelo d'água: grande amplitude</p><p>(insuficiência de valva aórtica).</p><p>• Ausculta:</p><p>1) Foco aórtico: 2° EIC direito na linha paraesternal</p><p>direita.</p><p>2) Foco pulmonar: 2° EIC esquerdo na linha paraesternal</p><p>esquerda.</p><p>3) Foco tricúspide: 4° ou 5° EIC esquerdo na linha</p><p>paraesternal esquerda.</p><p>4) Foco mitral: 5° EIC esquerdo na linha hemiclavicular</p><p>esquerda.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Sopros:</p><p> Sistólico: estenose aórtica ou insuficiência</p><p>mitral/tricúspide.</p><p> Diastólico: insuficiência aórtica ou estenose</p><p>mitral/tricúspide</p><p>- Radiação do sopro:</p><p> Axila: insuficiência de valva mitral.</p><p> Carótida: estenose de valva aórtica.</p><p>EX: ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, em 2</p><p>tempos, sem sopro, pulsos palpáveis, simétricos e sem</p><p>anormalidades.</p><p>RESPIRATÓRIO</p><p>• Inspeção: comparar ambos os lados do tórax</p><p>analisando a forma (tórax em tonel, funil, peito de</p><p>pombo (pectus carinatum) e cifoescoliose torácica),</p><p>tiragem intercostal e respiração paradoxal;</p><p>determinar frequência e ritmo respiratório.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>• Palpação: traqueia: massas e desvios; tórax;</p><p>amplitude dos movimentos.</p><p>• Percussão: som claro pulmonar/maciço/timpânico.</p><p>• Ausculta: ruídos respiratórios: murmúrio vesicular</p><p>(bem distribuído/reduzido em algum segmento);</p><p>ruídos adventícios; roncos, sibilos, cornagem, atrito</p><p>pleural e sons crepitantes.</p><p>EX: tórax atípico, simétrico, expansibilidade preservada,</p><p>sem cicatrizes ou abaulamentos. Paciente eupneico,</p><p>murmúrio vesicular presente bilateralmente, sem uso de</p><p>musculatura acessória,frêmito toracovocal uniformemente</p><p>palpável bilateralmente.</p><p>ABDOMINAL</p><p>• Inspeção: forma (plano/globoso), cicatrizes,</p><p>circulação colateral, estrias, varizes, pulsação,</p><p>abaulamentos e hematomas (Gray Turner: flancos;</p><p>Cullen: periumbilical).</p><p>• Ausculta: ruídos hidroaéreos</p><p>(presente/ausente/aumentado); sopros em focos</p><p>arteriais (artéria aorta e renal).</p><p>• Percussão: timpânico/submaciço/maciço;</p><p>delimitação da macicez hepática.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>• Palpação: indolor/doloroso à palpação superficial e</p><p>profunda; presença/ausência de visceromegalias;</p><p>presença/ausência de massas palpáveis; espaço de</p><p>Traube livre (baço); ascite (sinal do piparote</p><p>positivo/negativo); fígado (tamanho, superfície</p><p>(lisa/irregular), borda (fina/cortante/romba)</p><p>consistência (mole/endurecida). Obs.: inicie a</p><p>palpação pelo ponto mais distante da dor referida</p><p>pelo paciente.</p><p>EX: abdome atípico, plano, sem cicatrizes, circulação</p><p>colateral ou abaulamentos, flácido, indolor. ruídos</p><p>hidroaéreos presentes e normoativos, fígado e baço não</p><p>palpáveis, espaço de traube livre. hepatimetria: lobo direito</p><p>- 6 a 12 cm e lobo esquerdo - 4 a 8 cm</p><p>Manobras e sinais</p><p>- Murphy; tosse ou inspiração profunda durante palpação</p><p>do quadrante superior direito. Dor e interrupção da</p><p>inspiração (colecistite).</p><p>- Blumberg: palpação do quadrante inferior direito no ponto</p><p>de McBurney -› Dor durante a descompressão (apendicite).</p><p>-Rovsing: palpação do quadrante inferior esquerdo › Dor</p><p>referida em quadrante inferior direito (apendicite).</p><p>- Obturador: rotação interna da perna direita com o joelho</p><p>flexionado. Dor referida em quadrante inferior direito</p><p>(apendicite).</p><p>- Giordano: punho percussão lombar -› dor (pielonefrite).</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Regiões do abdome</p><p> Hipocôndrio direito;</p><p> Epigástrio;</p><p>• Hipocôndrio esquerdo;</p><p> Flanco direito;</p><p> Mesogástrio;</p><p> Flanco esquerdo;</p><p> Fossa ilíaca direita;</p><p> Hipogástrio;</p><p> Fossa ilíaca esquerda</p><p>GENITURINÁRIO</p><p>- Genitália masculina</p><p>• Inspeção: rash, úlcera, cicatriz, nódulo, induração,</p><p>descarga, massa escrotal, hérnias, varicocele.</p><p>• Palpação: Bolsa escrotal (avaliar os testículos,</p><p>tumorações, herniações e dor) e pênis (descarga</p><p>uretral e avaliação de fimose).</p><p>- Genitália feminina</p><p>• Inspeção: genitália externa, mucosa vaginal e cérvix;</p><p>inspecionar presença de inflamação, descarga,</p><p>sangramento, vesículas, úlceras, secreções, nódulos e</p><p>massas.</p><p>• Exame especular: colo uterino.</p><p> Mamas: inspeção de alterações de pele, simetria,</p><p>edemas, massas, descargas pilares. Palpar gânglios</p><p>supra e infraclaviculares.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>RETO E ÂNUS</p><p>• Inspeção: integridade da pele, edema, ulcerações,</p><p>hemorroidas, abcessos, fissuras e prolapsos.</p><p>• Palpação: analisar o tônus do esfíncter, consistência</p><p>da próstata, massas, presença de sangue nas fezes.</p><p>MUSCULOESQUELÉTICO</p><p>• Inspeção: simetria da coluna, pélvis, MMSS, MMII</p><p>(comparar os 2 lados). Exame da marcha. Avaliar</p><p>articulações (cor, edema, mobilidade).</p><p>• Palpação: forca muscular.</p><p>• Buscar por: atrofia muscular, fraqueza, redução da</p><p>amplitude de movimento das articulações,</p><p>instabilidade, hiperemia, edema, desvio de coluna</p><p>(cifose, lordose e escoliose) e alterações de marcha</p><p>VASCULAR</p><p>• Inspeção: edema (inchaço), empastamento</p><p>(enrijecimento), varizes, turgência de jugular,</p><p>ausência de pelos, hipercromias, dermatite ocre,</p><p>palidez, cianose.</p><p>• Ausculta: sopros carotídeos e abdominal.</p><p>• Palpação: massa abdominal pulsátil (aneurisma de</p><p>aorta) e pulsos (normal (+++/3); diminuído (+/3);</p><p>hiperpulsátil (++‡‡/3) ) Pulso central: carotídeo;</p><p>pulsos periféricos: MMSS: axilar, braquial, radial e</p><p>ulnar; MMIl: femoral, poplíteo, tibial posterior e</p><p>pedioso.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>SISTEMA NEUROLÓGICO</p><p> Status mental</p><p> Concentração: "soletre "MUNDO" ao contrário"</p><p> Orientação: "qual seu nome? Que cidade estamos?</p><p>Que dia é hoje?"</p><p> Memória recente: "repita comigo: vaso, carro e</p><p>tijolo". Prossiga com a consulta por 1 min e averigue</p><p>se o paciente ainda lembra o nome dos 3 objetos.</p><p> Memoria pregressa: "Qual o nome dos últimos 3</p><p>presidentes do Brasil?</p><p> Julgamento: "se essa sala estivesse pegando fogo, o</p><p>que você faria?"</p><p>- Nervos cranianos</p><p> II (visão): avaliar 4 campos visuais (sup. e inf. direito;</p><p>sup. e inf. esquerdo).</p><p> III, IV, VI (movimento dos olhos): pedir para seguir seu</p><p>dedo com os olhos. Começar do centro e mover para</p><p>a direita em cima e embaixo, depois esquerda em</p><p>cima e em baixo (formando um "H').</p><p> V (sensação facial e mastigação): tocar bilateralmente</p><p>a testa, maxila e mandíbula perquntando o paciente</p><p>se sente igualmente no lado esquerdo e direito.</p><p> VIl (expressão facial); pedir o paciente pra sorrir,</p><p>elevar sobrancelhas e fechar os olhos.</p><p> VIII (audição): testar capacidade do paciente de ouvir</p><p>você esfregando seus dedos perto do ouvido dele;</p><p>teste de Rinne e Webber (diapasão);</p><p> IX, X (deglutição):</p><p>pedir para engolir a saliva.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> XI (nervo acessório): colocar a mão no ombro do</p><p>paciente exercendo força para baixo e pedir para ele</p><p>elevar os ombros.</p><p> XII (hipoglosso): pedir para colocar a língua fora da</p><p>boca.</p><p>- Motricidade</p><p> Movimentos passivos: feitos por você no paciente;</p><p>movimentos ativos: feitos pelo paciente. Flexão e</p><p>extensão dos MMSS (ombros, cotovelos, punhos) e</p><p>MMII (joelho, calcanhar). Mão: peça para afastar os</p><p>dedos e fechar o polegar.</p><p> Graduação da força: (0) ausência de contração; (1)</p><p>contração sem movimento; (2) movimenta contra a</p><p>gravidade; (3) movimenta contra a resistência do</p><p>examinador com 1 dedo; (4) movimenta contra a</p><p>resistência do examinador com 2 dedos; (5) força</p><p>muscular intacta.</p><p>- Reflexos osteotendinosos - Testar: bicipital (C5-C6);</p><p>braquiorradial (C5-C6-C7); tricipital (C7-C8); patelar (L3-L4);</p><p>aquileu (S1-S2). Classificação utilizada:</p><p> O: abolido;</p><p> 1: hipoativo;</p><p> 2: normal:</p><p> 3: hiperreflexia;</p><p> 4: hiperreflexia com clônus.</p><p>- Sensitividade: Dolorosa (alfinete), tátil (algodão), térmica</p><p>(algodão molhado no éter ou no álcool; tubo de ensaio</p><p>quente e frio), vibratória (diapasão) e proprioceptiva.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Cerebelo (equilíbrio e coordenação): Avaliar a marcha;</p><p>teste dedo-nariz (movimentos alternados lentos/rápidos</p><p>com olhos abertos/fechados);</p><p>- Coluna dorsal: Teste de Romberg (avaliar equilíbrio do</p><p>paciente em pé com pernas unidas, braços/mãos juntos ao</p><p>corpo e olhos fechados).</p><p>- Propriocepção (posição articular): Mostrar ao paciente a</p><p>posição do dedo polegar do pé voltado para cima e para</p><p>baixo; pedir para fechar os olhos; movimentar o dedo para</p><p>cima e para baixo aleatoriamente; perguntar qual O</p><p>posicionamento do dedo.</p><p>- Sinais de irritação meníngea</p><p> Rigidez de pescoço;</p><p> Kernig: paciente em decúbito dorsal com quadril e</p><p>joelho flexionado; realizar manobra de extensão do</p><p>joelho › dor referida em porção posterior da coxa:</p><p> Brudzinski: paciente em decúbito dorsal; realizar</p><p>flexão do pescoço › flexão involuntária do quadril e</p><p>joelhos.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Estudo dos compostos celulares do sangue:</p><p> Série vermelha: hemácias</p><p> Série branca: leucócitos</p><p> Série plaquetária: plaquetas</p><p>Valores De Normalidade</p><p> Hemácias: Sexo feminino 4,1-5,4 e sexo masculino</p><p>4,5-6,1</p><p> Hemoglobina: 11,5 a 15,5 sexo fem e 12,5 a 16,5 sexo</p><p>masc</p><p> Hematócrito: concentração de eritrócito, sexo fem 36</p><p>a 48% e sexo masc 40 a 54%. Valor do hematócrito</p><p>costuma ser 3x maior o da hemoglobina.</p><p> A análise mais importante é a da hemoglobina, para</p><p>diferenciar se o paciente tem policitemia ou anemia</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Índices Hematimétricos</p><p> VCM: 80 a 98fl (volume ocupado pelos eitrócitos</p><p>dentro do sangue)</p><p> HCM: peso de hemoglobina contida no sg - 27 a 33pg</p><p> CHCM: concentração de hemoglobina no plasma - 31</p><p>a 36 gdl</p><p> RDW: diferença no tamanho das hemácias - 11 a 15%,</p><p>se maior que isso, anisocitose, associado a anemia</p><p>- Valor normal de 4000 a 11000</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- A maior parte dos leucócitos são</p><p>neutrófilos. Polimorfonucleares (segmentados) são</p><p>encontrados no sangue periférico, assim como bastonetes</p><p>em pequena quantidade, pois representam sua forma</p><p>jovem.</p><p>- Avaliar neutrófilos, eosinófilos, basófilos e monócitos</p><p> Leucocitose: aumento acima do nível normal dos</p><p>leucócitos 11000</p><p> Leucopenia: redução dos leucócitos abaixo de 4000</p><p> Não avaliar apenas o valor absoluto, mas cada tipo de</p><p>célula para identificar a etiologia.</p><p>As causas mais frequentes de leucocitose são as infecções.</p><p>De modo geral as infecções bacterianas cursam com</p><p>neutrófilos aumentados, tanto à custa de segmentados</p><p>quanto de bastonetes, caracterizando o desvio à esquerda.</p><p>- Desvio a esquerda: desvio de leucócitos à custa de células</p><p>mais jovens como bastões > 10% ou > 500mm3.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Valor normal de 150.000 a 400.000:</p><p> Plaquetose ou trombocitose: anemias carenciais e</p><p>estados pró inflamatórios - mais 400.000</p><p> Plaquetopenia ou trombocitopenia: doentes graves,</p><p>CIVD, hemorragia - menos 150.000</p><p>Quando há uma redução nas 3 linhagens sanguíneas, é</p><p>chamada de pancitopenia.</p><p>- Agressões deflagradas contra o organismo produzem</p><p>lesões teciduais em diferentes níveis e, diante de tal</p><p>situação, ele passa a efetuar uma resposta expressivamente</p><p>marcada pela mobilização de recursos que, em linhas gerais,</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>se traduzem em modificações capazes de oportunizar a</p><p>eliminação dos patógenos, limitar os danos gerados por eles</p><p>e restaurar as áreas acometidas pela lesão. Tais</p><p>modificações, por sua vez, dependem do quanto varia a</p><p>concentração sérica de um importante conjunto de</p><p>proteínas as quais atuam como biomarcadores.</p><p>- Os níveis dos biomarcadores inflamatórios assumem uma</p><p>relevância que vai muito além da simples detecção de</p><p>problemas, uma vez que é possível por meio deles</p><p>correlacionar as titulações encontradas em determinados</p><p>tipos de agravos às dimensões que teriam sido alcançadas.</p><p>Assim, a análise laboratorial desses marcadores permite,</p><p>juntamente com os dados clínicos e outros exames</p><p>complementares, acessar a atividade de algumas doenças e</p><p>monitorar a resposta à terapêutica, assim como pode</p><p>sugerir presença de infecção.</p><p>- As análises dos biomarcadores de inflamação são,</p><p>portanto, empregadas para monitoração de atividade de</p><p>doença e para a diferenciação entre doença ativa e presença</p><p>de infecções. Acredita- se, então, que a resposta</p><p>inflamatória é iniciada quando citocinas inflamatórias,</p><p>como interleucina-1 (IL-1), fator de necrose tumoral alfa</p><p>(TNF-α) e interleucina-6 (IL-6) são liberadas a partir de um</p><p>tecido afetado e induzem a síntese hepática de proteínas de</p><p>fase aguda, tais como a proteína C-reativa. A IL-6, a</p><p>propósito, diminui a síntese hepática de albumina, além</p><p>causar a supressão da produção dessas citocinas pelos</p><p>macrófagos.</p><p>- Proteínas que se elevam em processos inflamatórios</p><p>agudos ou crônicos.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Podemos citar como exemplos de biomarcadores</p><p>positivos: proteína C-reativa (PCR), proteína sérica amiloide</p><p>A (SSA ou PSAA), haptoglobina, α-1 glicoproteína-ácida,</p><p>ceruloplasmina, fibrinogênio, lectina ligadora de manose</p><p>(MBL), e α-1-antiquimiotripisina. Dentre os biomarcadores</p><p>negativos, vale destacar a albumina, a transferrina e a</p><p>alfafetoproteina.</p><p>- Nessa fase, é característica a presença de febre, a qual</p><p>consiste numa mudança do ponto de ajuste de</p><p>temperatura, contribuindo, assim, para a promoção de um</p><p>meio favorável ao adequado funcionamento de enzimas,</p><p>além de favorecer a estabilização de membranas celulares.</p><p>O paciente apresenta indisposição e sonolência, medidas</p><p>que reduzem o consumo energético do organismo.</p><p>Modulando a resposta inflamatória.</p><p>- Em consequência do processo inflamatório em curso,</p><p>podemos encontrar leucocitose e trombocitose e, nos casos</p><p>mais prolongados, anemia de doença crônica. Podemos</p><p>citar como elementos importantes a perda muscular e o</p><p>balanço nitrogenado negativo, levando, em casos crônicos,</p><p>à restrição de crescimento em crianças e à caquexia em</p><p>adultos.</p><p>- O fígado participa da produção e da liberação de muitas</p><p>das proteínas</p><p>relacionadas à resposta inflamatória.</p><p>Fisiologicamente, há aumento de metalotioneína, óxido</p><p>nítrico sintase, heme oxigenase, superóxido dismutase,</p><p>inibidor tecidual de metaloproteinase-1 e redução da</p><p>atividade fosfoenolpiruvato carboxiquinase.</p><p>- Negativas: diminuem na presença de inflamação –</p><p>albumina e transferrina</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Positivas: elevam a concentração sérica.</p><p>- PCR: proteína de fase aguda</p><p>mais estudada. Opsonisa a</p><p>partícula, para atrair</p><p>complementos, macrófagos e</p><p>neutrófilos. Aumenta de 4 a 8</p><p>horas após o evento, e</p><p>continua elevada por</p><p>bastante tempo, até 7 dias.</p><p>Se elevam nas primeiras</p><p>horas do insulto. Aparece</p><p>notadamente aumentada em</p><p>diversas situações clínicas,</p><p>dentre elas: doença</p><p>coronariana, artrite reumatoide, diabetes mellitus, doença</p><p>pulmonar obstrutiva crônica e outras.</p><p> A determinação da PCR reflete, também, a extensão</p><p>do processo inflamatório ou da atividade clínica,</p><p>principalmente em infecções bacterianas (e não</p><p>virais), reações de hipersensibilidade, isquemia e</p><p>necrose tecidual. Podem-se encontrar valores</p><p>discretamente elevados de PCR em obesidade,</p><p>tabagismo, diabetes, uremia, hipertensão arterial,</p><p>inatividade física, uso de anticoncepcionais orais,</p><p>distúrbios do sono, álcool, fadiga crônica, depressão,</p><p>envelhecimento, doença periodontal, entre outras</p><p>situações.</p><p> A PCR também é importante como marcador de</p><p>ativação endotelial e indutor de lesão vascular</p><p>relacionada à inflamação, em especial em placas de</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>ateroma, podendo ser utilizada como preditor de</p><p>coronariopatias (angina e infarto do miocárdio).</p><p>- PSAA: produzida pelo fígado, pacientes que se avalia</p><p>neoplasia, doenças reumatologicas. Se elevam nas</p><p>primeiras horas do insulto.</p><p>- Fibrinogênio: se eleva tardiamente Avaliado através da</p><p>VHS (velocidade de hemossedimentação), quanto maior a</p><p>velocidade, maior a quantidade de proteínas pro-</p><p>inflamatórias presentes. Pico em 7 dias e elevação menos</p><p>expressiva. VHS Reflete o aumento da concentração</p><p>plasmática de proteínas de fase aguda, principalmente a de</p><p>fibrinogênio, constituindo-se, portanto, numa medida</p><p>indireta.</p><p> O VHS pode ser útil na documentação de processos</p><p>infecciosos, inflamatórios ou neoplásicos, na</p><p>avaliação do grau de atividade ou da extensão da</p><p>doença de base e, em alguns casos, da resposta à</p><p>terapêutica instituída.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Alfa-1-glicoproteína ácida: atividade pro e anti</p><p>inflamatória.</p><p> Todas produzidas pelo fígado e relacionadas a função</p><p>hepática.</p><p> Albumina: há redução.</p><p>PERFIL LIPÍDICO</p><p>- Mais importantes colesterol e triglicérides que são</p><p>avaliados através da concentração de lipoproteínas.</p><p> Quilomícrons – TG</p><p> VLDL, LDL e HDL – Colesterol</p><p>- Jejum não é necessário, afeta apenas o triglicérides, mas</p><p>se realizado, deve ser de 12 horas</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>PERFIL GLICÊMICO</p><p> Glicemia de jejum: jejum de pelo menos 8h. Valor</p><p>normal 120ml/min</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Ureia: VR 20-40mg/dl. Advém da amônia, transformada</p><p>pelo ciclo da ureia. A ureia é o principal produto formado</p><p>pelo catabolismo oriundo da conversão da amônia por</p><p>enzimas hepáticas. Sua excreção ocorre</p><p>predominantemente pelo rim. Assim como a creatinina, a</p><p>ureia apresenta relação inversa com a TFG. Ainda, vários</p><p>fatores podem causar variabilidade da concentração de</p><p>ureia sérica, limitando sua utilização como um marcador de</p><p>função renal.</p><p>- Dentre estes fatores, sabe-se que a ureia não é produzida</p><p>constantemente durante o dia e a sua concentração</p><p>sanguínea pode variar com a ingestão proteica,</p><p>sangramento gastrointestinal e uso de alguns</p><p>medicamentos, como, por exemplo, os corticosteroides;</p><p>ressalta-se também que a produção de ureia pode diminuir</p><p>na vigência de condições, tais como a insuficiência hepática</p><p>e a desnutrição. Além do mais, é importante lembrar que a</p><p>ureia é parcialmente reabsorvida após o processo de</p><p>filtração e, consequentemente, o cálculo da sua depuração</p><p>subestima a TFG.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Se a relação ureia/creatinina > 30 = maior reabsorção da</p><p>ureia, demonstrando uma possível desidratação. Pois ao</p><p>reabsorver água, há reabsorção de ureia.</p><p>- Creatinina: VR 0,6-1,3mg/dl. O aumento da creatinina está</p><p>sempre relacionada à disfunção renal. Porém, ela se eleva</p><p>tardiamente. O marcador mais frequentemente empregado</p><p>na prática clínica é a creatinina, um subproduto do</p><p>metabolismo muscular que é formado através da creatina</p><p>produzida pelo fígado, pâncreas e rim, e é transformado em</p><p>fosfocreatina nos músculos e cérebro. A creatinina</p><p>propriamente dita só é formada no músculo esquelético e é</p><p>excretada quase totalmente por filtração glomerular.</p><p>- O aumento da creatinina sérica (VN: 06 – 1,3 mg/dL) está</p><p>sempre associado a uma disfunção renal, porque este</p><p>aumento pode ter dois significados clínicos: ou o rim não</p><p>está conseguindo excretar este composto ou a quantidade</p><p>elevada dessa creatinina irá lesar o rim, pois ela é tóxica</p><p>para este órgão em concentrações elevadas.</p><p>- Enzimas são os componentes orgânicos da produção</p><p>exócrina do pâncreas. Amilase, lipase e proteases.</p><p>- Amilase: VR 28-100 UI/L, com 7 dias atinge o valor normal.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Lipase: VR 13 – 60 UI/L, mais específica do pâncreas,</p><p>permanece elevada por maior tempo, cerca de 7 a 10 dias</p><p>de elevação.</p><p>- Utilizadas para avaliar uma alteração aguda do pâncreas,</p><p>se elevam ao mesmo tempo e apresentam pico com 24 hrs.</p><p>- O valor preditivo positivo das enzimas é maior quando se</p><p>têm um aumento 3x maior o valor de referência superior da</p><p>enzima – Pancreatite aguda.</p><p>- Número absoluto de aumento não está relacionado ao</p><p>diagnóstico.</p><p>- Função de síntese de proteínas é primordial.</p><p>Avaliação da lesão celular</p><p>- Transaminases</p><p> AST/TGO: VR</p><p>a integridade de três componentes da</p><p>função plaquetária: adesão, ativação e agregação.</p><p>Alterações que decorram em uma dessas etapas</p><p>condicionam a formação dos distúrbios plaquetários.</p><p>- A hemostasia secundária é subdividida em via intrínseca</p><p>(fatores VIII, IX e XI), extrínseca (fator VII) e comum (X, V,</p><p>protrombina e fibrinogênio), atua evitando o</p><p>ressangramento, na formação de uma rede adesiva de</p><p>fibrina que consolida o trombo. Alterações que ocorram em</p><p>uma dessas vias, no que concerne a deficiência de</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>determinado fator, constituem as coagulopatias</p><p>hereditárias.</p><p>- Doenças relacionadas à hemostasia primária serão</p><p>diagnosticadas principalmente nas alterações referentes ao</p><p>tempo de sangramento e a contagem de plaquetas. São</p><p>exemplos: a púrpura trombocitopênica idiopática (PTI), a</p><p>púrpura trombocitopênica trombótica (PTT) e doença de</p><p>Von Willebrand.</p><p>- Doenças relacionadas à hemostasia secundária, como as</p><p>hemofilias e a deficiência de vitamina K, podem ser</p><p>diagnosticadas a partir da análise do TTPa (para via</p><p>intrínseca) e TP (via extrínseca).</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Triagem de defeitos da hemostasia primária</p><p>- Contagem de plaquetas: através do hemograma.</p><p>- Tempo de sangramento: avaliação das plaquetas, vasos e</p><p>fator de Von Willebrand, realizado In vivo no paciente, não</p><p>através de coleta. É feita uma incisão controlada e mede-se</p><p>o tempo até cessado o sangramento. Não é muito utilizado</p><p>na prática clínica.</p><p>Triagem de defeitos da hemostasia secundária</p><p>- Tempo de protrombina (TP): avaliação da via extrínseca e</p><p>comum da cascata de coagulação. VR 1,0-1,45.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- TTPa: avalia a via intrínseca e a via comum. VR 25-45</p><p>segundos.</p><p>- TT: avalia o fibrinogênio. VR 12-14 segundos.</p><p>- D-dímero é o marcador da coagulação com maior</p><p>importância na prática clínica. Ele traduz que houve</p><p>aumento da ativação da cascata de coagulação e que uma</p><p>vez formada a fibrina, esta está sendo lisada. É aplicada na</p><p>exclusão de TEP em pacientes de baixo risco.</p><p>- Índice de normalização internacional (INR): Os pacientes</p><p>em terapia com anticoagulantes orais necessitam de</p><p>monitorização rigorosa, envolvendo tanto fatores inerentes</p><p>a ele quanto a fatores relacionados à determinação do</p><p>teste, tais como a coleta, a separação, o acondicionamento</p><p>da amostra, o reagente e a realização do ensaio. O cálculo</p><p>do RNI só é necessário para pacientes com tempo de</p><p>protrombina alterada pelo uso de anticoagulantes orais.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Atualmente o RNI é utilizado mundialmente pelos</p><p>laboratórios que monitoram a anticoagulação oral e isto</p><p>melhorou substancialmente a qualidade da monitorização.</p><p>- Vantagens do uso do RNI no controle da anticoagulação</p><p>oral:</p><p> Permite melhor padronização, maior</p><p>reprodutibilidade e menor variação interlaboratorial</p><p>do TP em relação aos resultados expressos em</p><p>segundos.</p><p> Redução de custos, devido a menor necessidade de</p><p>solicitação de exames.</p><p> Indica a condição clínica do paciente, de maneira mais</p><p>eficaz, reduzindo os possíveis efeitos colaterais da</p><p>super ou subdosagem, ajustando a dose sempre que</p><p>necessário.</p><p>- As principais indicações para a urinálise são investigação e</p><p>acompanhamento de doença renal, acompanhamento de</p><p>patologias que podem cursar com acometimento renal (ex:</p><p>lúpus eritematoso sistêmico, hipertensão arterial, diabetes</p><p>mellitus, entre outros), investigação de infecções do trato</p><p>urinário e litíase renal.</p><p> Como deve ser feita a coleta? Contaminação mínima,</p><p>desprezo primeiro jato, se necessário realizar</p><p>cateterismo de alívio.</p><p> Primeira urina do dia: retenção urinária mínima de</p><p>pelo menos 2 horas.</p><p> Evitar exercício extenuante nas 24hrs anteriores, e de</p><p>contraste nos últimos 7 dias.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Armazenamento geladeira: 2-24hrs</p><p>- Componentes da análise:</p><p> Física: Macroscopia, Ph e densidade</p><p> Química: fita reagente</p><p> Sedimentoscopia: microscopia da amostra</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>FÍSICA</p><p>- A análise física da urina consiste no exame macroscópico</p><p>(aspecto, cor e odor), juntamente com a determinação do</p><p>volume, osmolaridade e densidade da amostra. A urina</p><p>normal apresenta um aspecto claro, transparente.</p><p>Turvações podem aparecer quando ocorrerem formações</p><p>de uratos amorfos de urinas ácidas ou fosfatos amorfos em</p><p>urinas alcalinas (essas formações são mais observadas</p><p>quando a temperatura ambiente é baixa). A urina pode se</p><p>apresentar mais clara ou mais escura, de acordo com sua</p><p>concentração.</p><p>- A coloração da urina normal varia de amarelo citrino pálido</p><p>a escuro (âmbar), e resulta da presença de um pigmento</p><p>chamado urocromo.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Macroscopia</p><p> Ph: 4,5- 8,0 (infecção geralmente associada a um ph</p><p>mais ácido)</p><p> Densidade: capacidade do rim de reter substâncias,</p><p>1010-1025</p><p>QUÍMICA</p><p>- Representa a análise mais importante do exame de urina</p><p>e é realizada através de análise automatizada ou pelo uso</p><p>da fita reagente (método colorimétrico). Os parâmetros</p><p>avaliados são: pH, proteínas, glicose, cetonas,</p><p>urobilinogênio, bilirrubinas, hemoglobina, nitrito e</p><p>leucócitos.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Glicose positiva: hiperglicemia. Em condições normais,</p><p>praticamente toda a glicose filtrada pelos glomérulos é</p><p>reabsorvida no túbulo contorcido proximal e a pesquisa de</p><p>glicose na urina, pelos métodos habituais é negativa. Níveis</p><p>sanguíneos glicêmicos acima de 160 mg/dL ultrapassam o</p><p>limiar renal (capacidade de reabsorção tubular) e acarretam</p><p>em aparecimento de glicose na urina.</p><p>- Cetonas: cetoacidose diabética, jejum prolongado. A</p><p>presença de corpos cetônicos na urina (cetonúria) ocorre no</p><p>jejum prolongado, em dietas para redução do peso, em</p><p>estados febris, após exercício físico intenso, no frio intenso</p><p>e, principalmente, no diabetes mellitus. Pacientes em uso</p><p>de levodopa podem apresentar resultados falso-positivos.</p><p>Os três corpos cetônicos presentes são na cetoacidose</p><p>diabética são: acetoacético (20%), acetona (2%) e ácido</p><p>beta-hidroxibutírico (78%).</p><p>- A bilirrubina direta, presente na bile, é transformada em</p><p>urobilinogênio no intestino. 90% desse urobilinogênio é</p><p>reabsorvido pela bile e os 10% restantes são excretados na</p><p>urina. Há dois grupos de doenças particularmente</p><p>significantes que podem levar a alterações nos níveis de</p><p>excreção da bilirrubina e urobilinogênio: doença hepática</p><p>(aumento da excreção da bilirrubina, diminuição da</p><p>excreção do urobilinogênio – podendo até negativar) e</p><p>doença hemolítica (diminuição da excreção da bilirrubina,</p><p>aumento da excreção do urobilinogênio).</p><p>- Hemoglobina: não deve estar presente. O reconhecimento</p><p>da hemoglobina na urina, seja nas hemácias íntegras</p><p>(hematúria), seja na hemoglobina livre (hemoglobinúria), é</p><p>um dado importante que deve ser relacionado com a</p><p>observação do exame microscópico do sedimento urinário.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>É possível a ocorrência de hemoglobinúria sem grande</p><p>número de hemácias no sedimento, em decorrência, por</p><p>exemplo, de hemólise intravascular.</p><p>- Proteínas: Avaliação da função renal, se há muita</p><p>proteinúria há alteração da função renal ou superprodução.</p><p>Fator prognóstico cardiovascular. Melhor avaliada na urina</p><p>24hrs! Fita reagente só identifica albumina.</p><p>- A proteinúria é a excreção elevada de proteínas na urina e</p><p>pode ser classificada, em termos de intensidade, da</p><p>seguinte forma:</p><p>• Proteinúria elevada: excreção > 3,5g de proteína em</p><p>24 horas. É característica de síndrome nefrótica, mas</p><p>pode estar presente em casos de glomerulonefrite,</p><p>nefrosclerose, amiloidose, lúpus eritematoso</p><p>sistêmico, trombose da veia renal, insuficiência</p><p>cardíaca congestiva ou pericardite.</p><p>• Proteinúria moderada: excreção entre 0,5 e 3,5g de</p><p>proteína em 24 horas. Presente na glomerulonefrite</p><p>crônica, nefropatia diabética, mieloma múltiplo,</p><p>nefropatia tóxica, pré-eclâmpsia e nas alterações</p><p>inflamatórias malignas, degenerativas e irritativas do</p><p>trato urinário (como a presença de cálculo urinário).</p><p>• Proteinúria mínima: excreção</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Orientações específicas:</p><p>- Devem ser coletadas 3 amostras em dias alternados!</p><p>Devido a intermitência da eliminação de alguns parasitos,</p><p>distribuição não uniforme de ovos nas fezes e limitação da</p><p>técnica.</p><p>Pesquisa de sangue oculto nas fezes</p><p>- Triagem não invasiva para câncer colorretal, deve ser feita</p><p>em pessoas assintomáticas, de 50 a 75 anos e com risco</p><p>moderado para câncer colorretal. Deve ser realizado</p><p>anualmente.</p><p>- Orientações específicas:</p><p> Não fazer uso de medicações que podem predispor</p><p>sangramento intestinal</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Estes alimentos podem causar falso positivo devido a</p><p>reação cruzada.</p><p> Ao escovar os dentes, pode haver sangramento que</p><p>migra pro TGI e pode aparecer nas fezes.</p><p>Sangue</p><p>Hemoglobina:12-17g/dL</p><p>Hematócrito: 36-50%</p><p>VCM: 80-100 fL</p><p>HCM: 28-32 pg</p><p>CHCM:32-35g/dL</p><p>RDW:10-14%</p><p>Plaquetometria:150-400x10*/mm'</p><p>Leucócitos totais: 5-11 x10* /mm'</p><p>Basófilos:0-1%</p><p>Eosinófilos:1-5%</p><p>Mielócitos:0%</p><p>Metamielócitos:0%</p><p>Bastões: 0%</p><p>Segmentados: 45-70%</p><p>Linfócitos: 20-45%</p><p>Monócitos: 4-10%</p><p>Sódio: 135-145 mEq/L</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>Potássio: 3,5-4,5 mEq/L</p><p>Cálcio: 8,5-10 mg/dL</p><p>Cálcio iônico: 2,24- 2,46 mmol/L</p><p>Fósforo: 2,5-4,3 mg/dL</p><p>Magnésio: 1,5-2,5 mg/dL</p><p>Cloro: 102-109 mmol/L</p><p>Bicarbonato: 22-26 mEq/L</p><p>PCO):25-45mmHg</p><p>pO»:>60mmHg</p><p>pH: 7.35-7.45</p><p>Lactato: 0,5-1,6 mmol/L</p><p>Osmolaridade:280-295mmol/L</p><p>Creatinina:35 mg/dL</p><p>LDL:</p><p>20 / 40mg 20 a 40mg 1x/dia</p><p>Pantoprazol: Comp VO 20 / 40mg 20 a 40mg 1x/dia</p><p>Esomeprazol: Comp VO 20/40mg 20 a 40mg 1x/dia</p><p>ANTIEMÉTICOS</p><p>Metoclopramida: Comp VO 10mg 10mg de 8/8h</p><p>Bromoprida: Comp VO 10mg 10mg de 8/8h</p><p>Dimenidrinato: Comp VO 100mg de 8/8h a 6/6h</p><p>Ondansetrona: Comp VO 4/8mg de 8/8h</p><p>ANTI-HISTAMÍNICOS</p><p>Prometazina: Comp VO 25mg de 12/12h, 8/8h, 6/6h</p><p>Fexofenadina: Comp VO 60/120/180mg, 60mg de</p><p>12/12h, 120 a 180mg 1x ao dia</p><p>Dexclorferinamina: Comp VO 2mg de 8/8h ou 6/6h</p><p>Ebastina: Comp VO 10mg a 20mg 1x/dia</p><p>ANALGÉSICOS</p><p>Dipirona: Comp VO 500mg / 1g 500 a 1000mg a cada</p><p>4/6h</p><p>Paracetamol: Comp VO 500mg / 750mg 500 a 1000mg a</p><p>cada 4/6h</p><p>Diclofenaco: Comp VO 50mg 50 a 100mg a cada 6/8h</p><p>Nimesulida: Comp VO 100mg 50 a 100mg a cada 12h</p><p>Codeína: Comp VO 30mg 15 a 60 mg a cada 4/6h</p><p>Tramadol: Comp VO 50/100mg 50 a 100mg a cada 4/6h</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>TIPOS DE RECEITA MÉDICA</p><p>- Amarela (A1, A2 e A3): medicamentos opióides e</p><p>anfetaminas. Impressas e fornecidas ao médico pela</p><p>vigilância sanitária.</p><p>- Azul (B1 e B2): medicamentos psicotrópicos. Drogas</p><p>inibidoras do apetite, sedativos diazepínicos e barbitúricos.</p><p>- Branca (C1, C2, C3, C4, C5): medicamentos antibióticos,</p><p>anticonvulsivantes não barbitúricos e não sedativos,</p><p>antidepressivos, antipsicóticos, antiparkisonianos.</p><p>- Programa farmácia popular: alguns medicamentos para</p><p>hipertensão, diabetes, asma, anticoncepção, osteoporose e</p><p>Parkinson. Disponíveis gratuitamente ou com copagamento</p><p>nas farmácias conveniadas à rede do Programa Saúde Não</p><p>tem Preço.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>ABCDE</p><p>- O paciente grave deve ser atendido por uma equipe</p><p>multiprofissional, guiada por um líder competente, que irá</p><p>avaliar e intervir simultaneamente e de forma integrada.</p><p>A – Airway (via aérea)</p><p>- Checar perviedade da via aérea:</p><p> Há obstrução visível da via aérea?</p><p> Há sinais e sintomas que levantem a suspeita de</p><p>obstrução de via aérea, como hipersalivação, estridor</p><p>laríngeo, guincho ou disfonia?</p><p>- Checar capacidade de proteção de via aérea:</p><p> Nível de consciência.</p><p> Capacidade de deglutir e eficácia da tosse.</p><p>B – Breathing (ventilação)</p><p>- Devem ser pesquisados sinais ou sintomas de insuficiência</p><p>respiratória. Uma das grandes síndromes do paciente grave</p><p>é a insuficiência respiratória (IRpA), que pode ser dividida</p><p>em dois subtipos, hipoxêmica ou hipercápnica. O</p><p>diagnóstico é gasométrico.</p><p> Dispneia ou taquipneia (atentar que bradipneia é um</p><p>sinal tardio e representa maior gravidade).</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Hipoxemia.</p><p> Movimentos paradoxais da caixa torácica podem</p><p>indicar obstrução de vias aéreas ou instabilidade da</p><p>caixa torácica.</p><p> Movimentos unilaterais da caixa torácica podem</p><p>indicar pneumotórax, derrame pleural ou atelectasia.</p><p> Ausculta anormal (sibilos, estertores etc.) e lembrar</p><p>que sibilos sugerem broncoespasmo.</p><p> Percussão com hipertimpanismo ou macicez.</p><p>C – Circulação</p><p>- A avaliação inicial da circulação inclui exame clínico</p><p>dirigido e monitorização dos parâmetros mais importantes</p><p>(palidez cutânea, presença de pulso periférico, tempo de</p><p>enchimento capilar [TEC], frequência cardíaca [FC], pressão</p><p>arterial [PA], eletrocardiograma [ECG] e oximetria). A</p><p>história é colhida durante o exame físico, e é importante</p><p>para identificar a causa das alterações circulatórias, por</p><p>exemplo, sepse ou infarto agudo do miocárdio.</p><p>- No exame físico, alguns sinais específicos devem ser</p><p>observados, pois podem indicar gravidade maior do caso:</p><p> Bradicardia importante ( 4 s.</p><p> Pele: fria e úmida, com vasoconstrição e cianose.</p><p> Débito urinário</p><p>ou</p><p>redução do H+.</p><p>• Acidose respiratória: quando há aumento da pCO2.</p><p>• Alcalose respiratória: quando há redução da pCO2.</p><p>- Cada um desses distúrbios desencadeia uma resposta</p><p>compensatória que direciona o parâmetro oposto. Essa</p><p>resposta tenta manter o pH o mais próximo do normal,</p><p>porém sem conseguir normalizá-lo. Distúrbios metabólicos</p><p>levam a compensação respiratória. Distúrbios respiratórios</p><p>levam a compensação metabólica.</p><p>- A compensação respiratória dos distúrbios metabólicos é</p><p>rápida (minutos a horas), enquanto a compensação</p><p>metabólica dos distúrbios respiratórios é lenta (dias). Por</p><p>esse motivo, não se separa a compensação respiratória em</p><p>fase aguda e crônica. Entretanto, a compensação</p><p>metabólica tem a fase aguda (sistema-tampão) e a fase</p><p>crônica (componente renal).</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- Os distúrbios mistos ocorrem quando o grau de</p><p>compensação não é adequado ou a resposta é maior do que</p><p>a esperada. Isso implica a existência de dois distúrbios</p><p>diferentes.</p><p>Técnica de coleta da gasometria</p><p>- Anotar os dados antes da coleta:</p><p> Nome paciente</p><p> Temperatura</p><p> Uso de máscara ou em ar ambiente: se em uso de</p><p>máscara, colocar quantos litros.</p><p> Se paciente intubado anotar FiO2.</p><p>- Deve ser utilizada uma seringa própria para gasometria ou</p><p>seringa heparinizada, de preferência com heparina lítica,</p><p>evitando o excesso do anticoagulante. Realizar, sutilmente,</p><p>rotações/inversões da seringa, a fim de homogeneizar a</p><p>amostra com o anticoagulante;</p><p>- A coleta da gasometria arterial é realizada por meio de</p><p>uma punção arterial, normalmente na artéria radial,</p><p>braquial ou femoral.</p><p> Não coletar próximo de áreas infectadas ou de shunts</p><p>arteriovenosos/fístulas;</p><p> Posicionar confortavelmente o paciente em decúbito</p><p>dorsal ou sentado.</p><p> Calçar luvas de procedimento e óculos de proteção</p><p> Palpar o pulso. Ordem de prioridade dos locais de</p><p>punção: radial, braquial, pedioso e femoral.</p><p> Realizar antissepsia do local</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p> Posicionar a agulha inclinada a 45° e o bisel disposto</p><p>lateralmente. Observar o enchimento espontâneo de</p><p>sangue na seringa ou realizar aspiração até o volume</p><p>predeterminado. Para os demais locais a angulação</p><p>da agulha deve respeitar: 45-60º para braquial, 30-</p><p>45º para pedioso e 60- 90º para femoral.</p><p> Retirar a agulha e pressionar o local até hemostasia</p><p>completa.</p><p> Remover imediatamente as bolhas de ar da seringa.</p><p> Encaminhar imediatamente a seringa ao laboratório.</p><p>Como saber se coletei corretamente?</p><p>- Observe a coloração do sangue que você acabou de</p><p>coletar, o sangue arterial possui coloração vermelho vivo,</p><p>enquanto o sangue venoso ou misto possui coloração mais</p><p>escura, puxando para o preto.</p><p>Licensed to Erica Assunção de Sousa - ericaassuncaosousa@gmail.com - 961.157.692-72 - HP159816826392647</p><p>- A primeira seringa contém sangue arterial, enquanto a</p><p>segunda, venoso.</p><p>- Riscos da gasometria arterial:</p><p> Hematoma</p><p> Dissecção arterial</p><p> Sangramento</p><p>INTERPRETANDO A GASOMETRIA</p><p>- Valores de referência:</p><p>- Para interpretar a gasometria:</p><p>Passo 1: O paciente está acidêmico ou alcalêmico? Veja o</p><p>pH.</p><p>•</p>

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