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<p>Relatório de Estágio – Modalidade de Situação-Problema</p><p>Aluna: Simone dos Santos Pereira de Oliveira RA: 245281</p><p>Disciplina: Estágio Supervisionado em Arquivos, Museus, Centros de Documentação, de Memórias e Informação</p><p>Localidade do Arquivo ou Centro de Documentação: Escola</p><p>Quais são os tipos de documentos que precisam ser organizados no local?</p><p>Os arquivos são classificados em três tipos:</p><p>· arquivo ativo;</p><p>· arquivo inativo;</p><p>· arquivo morto.</p><p>Um arquivo ativo é aquele que pode ser alterado ou modificado em qualquer momento, isto é, trata-se de um documento mais atual. O arquivo inativo, por sua vez, não recebe consultas com frequência e, portanto, também não é alimentado. E, por último, um arquivo morto possui importância documental, mas não recebe alterações ou consultas.</p><p>Como será feita a categorização desses documentos?</p><p>· gênero: os documentos podem ser em forma de texto ou cartográficos, como mapas, plantas, pinturas, cartazes, micro gráficos, digitais, pinturas etc.;</p><p>· tipologia: é a nova configuração do documento de acordo com o trabalho que o gerou. Como exemplo, temos os históricos de funcionários, contratos de prestação de serviços e outros;</p><p>· espécie: trata de como o documento é definido conforme a natureza das suas informações. São os ofícios, atas, declarações, certidões e outras modalidades de documentos;</p><p>· forma: faz referência à etapa em que o documento está sendo preparado. Aponta se é pré-original (rascunho), original (cópia idêntica) ou pós-original;</p><p>· natureza do assunto: é exatamente o assunto que está sendo abordado no documento. Retrata se quando divulgado, o registro está prejudicando a corporação ou não. Documentos ostensivos não são prejudiciais, já os documentos sigilosos precisam de restrições de acesso;</p><p>· formato: é nomeado conforme as suas características físicas e técnicas. São os livros, cartilhas informativas, fichas de profissionais e outros registros;</p><p>· temas e datas: citar o tema e a data que o documento foi criado torna o acesso muito rápido;</p><p>· relevância: trata da frequência com que os documentos são usados para realização dos processos administrativos.</p><p>Haverá algum sistema de numeração ou identificação para os documentos? Descreva os detalhes.</p><p>Há registros de vários sistemas de numeração durante a história das civilizações. Com a necessidade de contabilizar, o ser humano desenvolveu a ideia de número e a sua representação em algarismos e sistemas de numeração. Acontece que cada povo desenvolveu um tipo de grafia para os números e, consequentemente, houve sistemas numéricos diferentes, com quantidade de símbolos e rigor matemático distintos.</p><p>Entre os sistemas que se destacam, há o de numeração decimal, que usamos atualmente, mas há também os que foram desenvolvidos por povos como os:</p><p>romanos egípcios sumérios maias chineses</p><p>Quais serão as pastas ou diretórios usados para armazenar esses documentos?</p><p>Não existe nuvem; tudo está armazenado em algum lugar, em alguma máquina. Se a máquina é sua ou não é a pergunta. Existem questões de segurança e privacidade acerca do tema, mas elas não são o foco deste tópico in particular. Para o momento, o interesse é em sistemas de arquivos. A parte básica. Pode-se pensar em arquivos como caixas que armazenam dados digitais para uso em um computador (ou qualquer outro dispositivo digital). Arquivos incluem:</p><p>· Documentos de texto;</p><p>· Imagens;</p><p>· Apresentações de slides;</p><p>· Vídeos;</p><p>· Músicas;</p><p>· Programas de computador (software, aplicações, aplicativos, ou, simplesmente, apps);</p><p>· Atalhos para programas de computador (ou para quaisquer outros arquivos ou pastas).</p><p>Existirão subpastas ou subdiretórios que precisarão ser criados para melhor organização dos documentos? Descreva como será sua organização.</p><p>Subpasta (ou subdiretório) é uma pasta inserida dentro do domínio raiz, que revela uma relação causal na hierarquia estrutural do site. Ou seja, está localizada em uma pasta dentro do nível de domínio.</p><p>Por exemplo:</p><p>· conversion.com.br/blog</p><p>Repare que, em uma sequência lógica, a subpasta está contida dentro do domínio, posicionada após a barra. Outras subpastas comuns são /contato, /sobre e /trabalhe-conosco.</p><p>Contudo, subdiretórios como o blog ganham maior destaque, pois, dentro, são inseridas outras inúmeras páginas. Cada blog post recebe uma URL única. Assim:</p><p>· conversion.com.br/blog/o-que-e-seo</p><p>· conversion.com.br/blog/marketing-de-conteudo</p><p>· conversion.com.br/blog/link-bulding</p><p>Seguindo a analogia citada anteriormente, se a subpasta é uma gaveta do gaveteiro (domínio), os blog posts seriam os arquivos guardados dentro dela.</p><p>Como será feita a pesquisa para localizar um documento específico?</p><p>a) O contexto do documento</p><p>Onde se avalia qual o contexto histórico em que este documento foi produzido. Neste sentido, não basta pensar somente no tempo. Mas é preciso considerar o universo sócio-político de quem o produziu e a quem ele era direcionado.</p><p>b) Quem escreveu o documento</p><p>É impossível pensar em um documento sem identificar quem o produziu. Assim como de que forma o autor se expressa e quais foram os seus interesses em produzir este documento. Entender quem foi o seu autor e em que contexto ele está inserido possibilita a análise da credibilidade do documento.</p><p>c) Autenticidade e confiabilidade do documento</p><p>É também importante questionar de que forma este documento foi preservado e chegou ao pesquisador. Afinal, se trata do documento original ou de uma cópia. Caso seja uma cópia, foi feita por quem? Em que condições e com quais interesses? Aliás, se o documento está descrevendo fatos, é necessário pensar no tipo de relato que está sendo realizado. Se o autor foi uma testemunha direta ou indireta dos eventos. Se ele faz algum tipo de julgamento sobre a observação.</p><p>d) A natureza do documento</p><p>Um documento pode variar de forma e estrutura de acordo com a sua natureza. Por exemplo, um documento jurídico é muito diferente de um documento artístico ou de um documento médico.</p><p>e) A lógica interna do documento</p><p>Onde avalia-se qual a mensagem central do documento. Dessa forma, como a mensagem é passada para aquele que tem contato com ela? Quais são as estratégias argumentativas usadas nele? Estas perguntas são importantes especialmente quando a pesquisa analisa vários documentos similares. Os pontos desta análise preliminar ficam ainda mais ricos para a pesquisa quando eles são realizados em forma de fichamento. Pois é uma maneira de manter a pesquisa organizada e de fácil acesso a informações pertinentes no futuro.</p><p>Como será feito o backup dos documentos mais importantes?</p><p>Em tradução livre, backup significa "cópia de segurança", representando assim uma cópia de dados que é armazenada em outro local. É importante ressaltar que um backup precisa necessariamente ser salvo em outro disco, dispositivo ou nuvem, afinal, manter todos os dados em um único local não é nada seguro. Sistemas operacionais, mensageiros, apps e diversos outros serviços oferecem a solução de backup integrada ao software, o que pode facilitar muito a vida de quem precisa manter seus dados em segurança. O próprio Windows também oferece recurso de backup automático.</p><p>Quem terá acesso aos documentos e como será controlado o acesso?</p><p>Com o propósito de preservar a segurança das informações contidas nos documentos, as instituições adotam medidas para monitorar seu acervo. O controle do acesso pode ser feito por meio do cadastro dos usuários (identificador de usuário), crachá de identificação (credenciais de autenticação) ou até mesmo pela restrição do espaço do acervo a uso exclusivo dos funcionários autorizados (autorização de acesso).</p><p>Existirão políticas de segurança da informação em vigor para esses documentos? Explique.</p><p>A política de controle de acesso é um dos pontos dentro da política da segurança da informação que pode ser elaborada nas instituições para contribuir na proteção das informações. De nada seria válido criar regras se estas não forem devidamente registradas e conhecidas pelas pessoas que trabalham com o tratamento da informação</p><p>e, também, por aqueles que possuem o direito de acesso a elas. Assim, o controle de acesso tem como finalidade controlar o acesso, de modo a proteger a informação, os sistemas, o equipamento e o ambiente institucional do acesso não autorizado de usuários e/ou funcionários. Aliado a este fim, está a tecnologia da informação, que, tem como objetivo "garantir que as informações estejam disponíveis para usuários e aplicações de maneira eficiente, além de segura".</p>

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