Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>FICHA DE LEITURA</p><p>Autor: Ana Carolina Barbosa Pereira.</p><p>Título: Precisamos falar sobre o lugar epistêmico na Teoria da História</p><p>URL: file:///C:/Users/julia/Downloads/Texto%202.pdf</p><p>Local e data de edição: foi publicado na Revista Tempo e Argumento, de Florianópolis,</p><p>no volume 10, número 24, nas páginas 88 a 114, no período de abril a junho de 2018.</p><p>Estrutura externa: A estruturação do texto é feita por meio da seguinte sequencia:</p><p>➢ Resumo</p><p>➢ Introdução</p><p>➢ Subtópicos:</p><p>• Lugar Social e Lugar Epistêmico</p><p>• 1. Crítica ao cânone (problematizando narrativas fundacionais)</p><p>• 2. crítica ao a priori das teorias universalistas</p><p>➢ Considerações Finais.</p><p>Tema: A temática trabalhada está ligada a reflexão sobre o lugar epistêmico na Teoria da</p><p>História, dando espaço a importância da geopolítica da produção intelectual e a</p><p>necessidade de repensar a Teoria da História no contexto brasileiro.</p><p>Resumo: “O debate sobre a geopolítica da produção intelectual tem uma longa e</p><p>respeitável tradição. Dela participam intelectuais do continente africano, desde o</p><p>contexto de libertação do jugo colonial décadas de 1950-1970), intelectuais que integram</p><p>os paradigmas pós-colonial, decolonial e, mais recentemente, as chamadas teorias ou</p><p>epistemologias do Sul. Mas se a questão da geopolítica de produção do conhecimento é</p><p>amplamente conhecida no cenário das teorias sociais, existe um contraste em relação ao</p><p>campo da Teoria da História. Seria possível dizer que a Teoria da História, como ela é</p><p>praticada no Brasil, se apresenta como emblema desse contraste, como expressão do que</p><p>os(as) intelectuais vinculados(as) às tradições acima mencionadas têm denominado</p><p>“extroversão”, “imperialismo intelectual”, “dependência acadêmica”, “mentalidade</p><p>cativa”, ou “metrocentrismo”. O objetivo desse artigo é pensar, a partir da realidade</p><p>brasileira, a geopolítica de produção e consumo da Teoria da História. Para tanto</p><p>proponho uma particular definição da categoria de lugar epistêmico.</p><p>Palavras-chave: Teoria da História. Historiografia. Geopolítica</p><p>Citações relevantes:</p><p>"É prática comum entre professores(as) de todas as áreas, inclusive de Teoria da História,</p><p>o repensar contínuo da bibliografia utilizada nos cursos de graduação e pós-graduação."</p><p>[p. 2]</p><p>"O objetivo principal era o de mobilizar um debate importantíssimo a respeito da</p><p>geopolítica da produção de conhecimento, especialmente em relação à formulação de</p><p>modelos teóricos." [p. 3]</p><p>"A categoria de lugar social, associada ao nome de Michel de Certeau (2008) e sua análise</p><p>sobre a operação historiográfica, é bastante conhecida entre os(as) historiadores(as) no</p><p>Brasil." [p. 9]</p><p>"Experimento trazer para o campo da Teoria da História a análise de Raewyn Connell</p><p>(2012), respectiva à formação do cânone da teoria sociológica clássica." A didática da</p><p>história, em diálogo com a teoria da história, leva em consideração a subjetividade dos</p><p>estudantes em formação e evidencia a dimensão pública e social do pensamento</p><p>histórico.” [p. 11]</p><p>"Gostaria de propor esse caminho a partir de um breve estudo de caso. Me refiro à teoria</p><p>da História de Jörn Rüsen, autor cujo prestígio entre os(as) pesquisadores(as)</p><p>brasileiros(as) cresceu significativamente na última década, especialmente no campo da</p><p>Didática da História." [p. 14]</p><p>Comentário pessoal: A leitura do texto possibilita uma reflexão mais aprofundada</p><p>acerca da construção do conhecimento dentro das mais variadas áreas do meio</p><p>acadêmico. A iniciativa de questionar tais pressupostos universalistas nos permite</p><p>ampliar nossas perspectivas e consequentemente ampliar nossos conhecimentos.</p>

Mais conteúdos dessa disciplina