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<p>GESTÃO DE</p><p>RECURSOS</p><p>MATERIAIS E</p><p>PATRIMONIAIS</p><p>UNIDADE III</p><p>Gestão de Estoque</p><p>Rogério Miranda Ottoni Bylaardt</p><p>Gestão de Estoque</p><p>3</p><p>Introdução</p><p>Nesta unidade, abordaremos a gestão de estoque, um tema de grande importância</p><p>para as empresas que buscam otimizar seus processos e garantir a satisfação de</p><p>seus clientes. Vamos explorar os conceitos e tipos de estoque, a análise dos custos</p><p>envolvidos na gestão de estoque e os gráficos que permitem visualizar a situação do</p><p>estoque em tempo real. Com esse conhecimento, você estará apto a aplicar técnicas</p><p>de gestão de estoque em empresas de diferentes segmentos e a tomar decisões mais</p><p>estratégicas em relação à gestão de recursos materiais e patrimoniais.</p><p>Objetivos da Aprendizagem</p><p>Ao final do conteúdo, esperamos que você seja capaz de:</p><p>• Introduzir o conceito de estoque e a importância de se ter uma boa gestão</p><p>desse recurso.</p><p>• Abordar os diferentes tipos de estoque e as particularidades dessa gestão em</p><p>empresas de serviços.</p><p>• Mostrar como é possível fazer a análise dos custos de estoque.</p><p>• Mostrar os principais gráficos utilizados para analisar o nível, o giro e a sazo-</p><p>nalidade de estoque.</p><p>4</p><p>Conceitos e Tipos de Estoque</p><p>Nesta unidade, veremos os diferentes tipos de estoque, incluindo matéria-prima,</p><p>produtos em processo, produtos acabados e materiais de manutenção e discutiremos</p><p>a gestão de estoque em empresas de serviços, que apresenta particularidades em</p><p>relação às empresas de produção.</p><p>Conceito de Estoque e sua Importância na Gestão Empresarial</p><p>O estoque é definido como uma reserva armazenada de recursos materiais em</p><p>um sistema de produção, transformação e/ou distribuição (DIAS, 2010). Ele é uma</p><p>parte importante do processo de gestão de materiais e da cadeia de suprimentos,</p><p>pois permite que as empresas atendam à demanda dos clientes de forma eficiente e</p><p>reduzam os custos operacionais (BREMER et al., 2015). Segundo Pozo (2015), a gestão</p><p>de estoques é responsável pela coordenação e controle dos fluxos de materiais dentro</p><p>da organização, com o objetivo de manter níveis adequados de estoque e evitar tanto</p><p>a falta quanto o excesso de produtos armazenados.</p><p>Uma gestão adequada de estoques é fundamental para o sucesso de qualquer negócio,</p><p>visto que a falta de controle pode levar a diversos problemas, como perda de vendas,</p><p>aumento dos custos, dificuldades de planejamento e até mesmo a inviabilidade</p><p>financeira da empresa (POZO, 2015). De acordo com Dias (2010), os estoques</p><p>representam um investimento considerável, sendo necessário encontrar o equilíbrio</p><p>entre a necessidade de manter suficientes os produtos para atender à demanda e o</p><p>risco de manter os estoques excessivos, o que pode resultar em custos elevados e</p><p>ociosidade de capital. Portanto, é importante que as empresas adotem estratégias</p><p>de gestão de estoque eficientes para minimizar riscos e maximizar os resultados</p><p>financeiros.</p><p>5</p><p>Estoque físico organizacional</p><p>Fonte: Freepik (2023).</p><p>#pratodosverem: imagem de um estoque. Nele, há um homem, que olha para</p><p>as prateleiras de mercadorias, puxando um carrinho com uma caixa.</p><p>Tipos de Estoque (Matéria-Prima, Produtos em Processo, Produtos</p><p>Acabados e Materiais de Manutenção)</p><p>Os estoques são classificados em diferentes tipos, cada um correspondendo a uma</p><p>etapa específica do processo produtivo. O estoque de matéria-prima é composto</p><p>pelos materiais que serão utilizados na produção do produto final. Já o estoque de</p><p>produtos em processo é composto por mercadorias que ainda estão em fase de</p><p>produção, e o estoque de produtos acabados, por sua vez, é formado por produtos</p><p>finais já fabricados e prontos para serem comercializados.</p><p>Além desses, existe também o estoque de materiais de manutenção, que engloba</p><p>materiais utilizados para manter máquinas e equipamentos em bom estado de</p><p>funcionamento, evitando paradas não programadas e garantindo a continuidade do</p><p>processo produtivo. Cada tipo de estoque apresenta suas particularidades e exige um</p><p>controle adequado para garantir a eficiência da gestão empresarial (BREMER et al.,</p><p>2015; POZO, 2015).</p><p>6</p><p>Vamos usar o exemplo de uma fábrica de chocolates para ilustrar os</p><p>tipos de estoque. Nessa fábrica, é necessário gerenciar diferentes</p><p>tipos de estoques para garantir a produção dos chocolates e</p><p>atender às demandas dos clientes.</p><p>O estoque de matéria-prima inclui os insumos necessários para</p><p>a produção dos chocolates, como cacau, açúcar, leite e outros</p><p>ingredientes. O estoque de produtos em processo refere-se aos</p><p>chocolates em diferentes etapas de produção, como a massa de</p><p>cacau, a cobertura, entre outros. O estoque de produtos acabados</p><p>é formado por chocolates prontos para a venda, que estão</p><p>armazenados em um depósito aguardando o transporte para os</p><p>pontos de venda. Por fim, o estoque de materiais de manutenção</p><p>inclui peças e equipamentos necessários para a manutenção dos</p><p>equipamentos de fábrica.</p><p>Gerenciar os diferentes tipos de estoque é fundamental para</p><p>garantir a produção de chocolates de qualidade e para atender às</p><p>demandas dos clientes. A falta de algum dos itens necessários</p><p>pode resultar na interrupção da produção e atrasos na entrega</p><p>dos pedidos. Por outro lado, o excesso de estoque pode levar a</p><p>desperdícios e custos adicionais para a empresa. Por isso, uma</p><p>gestão eficiente dos estoques é essencial para o sucesso da</p><p>fábrica de chocolates e de qualquer outra empresa.</p><p>Atenção</p><p>7</p><p>Conferência de estoque</p><p>Fonte: Freepik (2023).</p><p>#pratodosverem: imagem de um homem com uma prancheta nas mãos confe-</p><p>rindo os produtos de um estoque.</p><p>Gestão de Estoque em Empresas de Serviços</p><p>A gestão de estoques em empresas de serviços apresenta particularidades que devem</p><p>ser consideradas na sua gestão. Pozo (2015) destaca que o estoque em empresas</p><p>de serviços pode ser entendido como um conjunto de bens intangíveis, produzidos</p><p>e consumidos ao mesmo tempo. A previsão de demanda nesses tipos de empresa é</p><p>mais complexa, pois os serviços são intangíveis, tornando necessária a utilização de</p><p>técnicas de previsão de demanda, como análise de tendência e sazonalidade, para</p><p>auxiliar na gestão de estoque de serviços. A utilização de indicadores de desempenho,</p><p>como níveis de estoque e tempo de atendimento ao cliente, é importante para monitorar</p><p>a eficácia da gestão de estoque em empresas de serviços (BREMER et al., 2015).</p><p>Portanto, a gestão de estoques deve ser realizada juntamente à gestão da capacidade</p><p>produtiva da empresa (CORRÊA, 2014). É fundamental que as empresas tenham um</p><p>planejamento adequado da demanda de serviços, de forma a evitar desperdícios</p><p>e ociosidade dos funcionários. Por fim, é importante que as empresas de serviços</p><p>tenham um sistema de informação eficiente para o controle dos estoques. Grant</p><p>(2017) destaca que o uso de tecnologias de informação, como sistemas de gestão</p><p>empresarial (ERP) e sistemas de informação gerencial (SIG), pode trazer grandes</p><p>8</p><p>benefícios para a gestão de estoques em empresas de serviços, permitindo o controle</p><p>preciso das informações e a tomada de decisões mais eficientes.</p><p>Inteligência artificial aplicada à gestão de estoques</p><p>Segundo Grant (2017), a aplicação da inteligência artificial permite</p><p>a coleta e a análise de grandes volumes de dados em tempo real,</p><p>o que leva a uma melhor gestão de estoques e redução de custos.</p><p>O autor enfatiza também a importância do uso de técnicas de</p><p>previsão de demanda, que podem ser aprimoradas com a aplicação</p><p>de inteligência artificial.</p><p>Aires, Almeida e Silveira (2019) corroboram essa afirmação quando</p><p>destacam que na Logística 4.0 a inteligência artificial vem como</p><p>um dos principais precursores da quarta revolução industrial.</p><p>Nesse processo, a tecnologia e a automatização estão em foco,</p><p>e a inteligência artificial é uma das tecnologias que mais pode</p><p>beneficiar o setor, pois conta com uma gama de ferramentas que</p><p>podem automatizar e gerenciar processos, compras, demandas,</p><p>movimentação, armazenamento, localização e detecção de</p><p>produtos.</p><p>Saiba mais</p><p>9</p><p>Análises dos Custos</p><p>de Estoque</p><p>Custos de estoque</p><p>Fonte: Freepik (2023).</p><p>#pratodosverem: imagem de uma pessoa fazendo cálculos em uma calculado-</p><p>ra. Ao fundo, imagens de gráficos e dados.</p><p>Aqui vamos abordar sobre custos de estoque e sua importância na gestão</p><p>empresarial. São apresentados os conceitos de custos diretos e indiretos de estoque,</p><p>e das análises necessárias para gerenciá-los de forma eficiente, incluindo o custo</p><p>total de estoque, o ponto de pedido e a curva de aprendizagem. Compreender esses</p><p>recursos é fundamental para uma gestão eficiente de estoque e pode trazer benefícios</p><p>interessantes para a empresa.</p><p>Conceito de Custos de Estoque e sua Importância na Gestão Em-</p><p>presarial</p><p>O custo de estoque é o valor gasto para manter um determinado volume de produtos</p><p>armazenados, o que pode ter um impacto significativo nas finanças da empresa.</p><p>De acordo com Dias (2010), esses custos são decorrentes da manutenção de uma</p><p>quantidade de estoque em um determinado momento. O autor ainda destaca que a</p><p>gestão adequada dos custos de estoque é fundamental para o equilíbrio financeiro,</p><p>10</p><p>pois um excesso de estoque pode gerar custos desnecessários de armazenagem,</p><p>enquanto uma falta de estoque pode gerar perda de vendas e insatisfação dos clientes.</p><p>Custos Diretos e Indiretos de Estoque</p><p>Segundo Dias (2010), os custos diretos de estoque são aqueles que podem ser</p><p>facilmente identificados e associados ao produto, tais como: custo de aquisição,</p><p>transporte e acomodação. Já os custos indiretos de estoque são mais difíceis de serem</p><p>identificados e associados ao produto, pois são referentes a custos de obsolescência,</p><p>perda de qualidade, roubo e danos, os quais podem ser acumulados ao longo do</p><p>tempo. Desta forma, a identificação dos custos diretos e indiretos é essencial para</p><p>que se possa desenvolver uma política de estoque adequada, capaz de maximizar a</p><p>eficiência e reduzir os custos associados.</p><p>O quadro, a seguir, apresenta alguns exemplos de custos diretos e</p><p>indiretos de estoque em uma fábrica de chocolate.</p><p>Lembrando que esse quadro é apenas um exemplo e que os custos</p><p>variam de acordo com a empresa e com o tipo de produto que está</p><p>sendo armazenado.</p><p>Atenção</p><p>11</p><p>Custos diretos e indiretos de estoque</p><p>O quadro, a seguir, apresenta alguns exemplos de custos diretos e indiretos de estoque</p><p>em uma fábrica de chocolate:</p><p>Custos diretos Custos indiretos</p><p>Custo de armazenagem, que inclui aluguel,</p><p>energia elétrica, limpeza e manutenção do</p><p>estoque.</p><p>Custo de oportunidade do capital investido</p><p>em estoque.</p><p>Custo de transporte de mercadorias, que inclui</p><p>o transporte de matérias-primas e produtos</p><p>acabados.</p><p>Custo de obsolescência, quando produtos</p><p>em estoque se tornam obsoletos ou perdem</p><p>valor.</p><p>Custo de seguro do estoque. Custos de manutenção de registros e</p><p>controles de estoque.</p><p>Custo de materiais de embalagem, como caixas</p><p>e etiquetas.</p><p>Custo de espaço adicional necessário para</p><p>armazenar estoque em excesso.</p><p>Custo de mão de obra, que inclui salários e</p><p>encargos dos funcionários envolvidos na gestão</p><p>de estoque.</p><p>Custo de danos ou perda de produtos em</p><p>estoque devido a falhas de armazenamento</p><p>ou transporte.</p><p>Fonte: elaborado pelo autor (2023).</p><p>#pratodosverem: quadro com alguns custos diretos e indiretos de uma fábrica</p><p>de chocolate.</p><p>Lembrando que esse quadro é apenas um exemplo e que os custos variam de acordo</p><p>com a empresa e com o tipo de produto que está sendo armazenado.</p><p>Análise dos Custos de Estoque (Custo Total de Estoque, Ponto de</p><p>Pedido e Curva de Aprendizagem)</p><p>O custo total de estoque é a soma de todos os custos diretos e indiretos, por isso,</p><p>Dias (2010) destaca o custo total de estoque como um dos principais indicadores</p><p>utilizados nessa análise. Pozo (2015) destaca o ponto de pedido como outro</p><p>indicador importante, calculado com base na demanda média do produto, no tempo</p><p>de recebimento e no estoque de segurança, que é uma quantidade mínima de estoque</p><p>que deve ser mantida para evitar a falta de produtos.</p><p>12</p><p>Por fim, a curva de aprendizagem, como indicador na análise dos custos de estoque,</p><p>pode ser usada para prever a redução dos custos de produção com o tempo. Bowersox</p><p>et al. (2013) destacam a importância da curva de aprendizagem na eficiência da</p><p>produção, mostrando como ela melhora com a prática.</p><p>Custo total de estoque</p><p>Um exemplo de custo total de estoque em uma fábrica de chocolate seria a</p><p>soma dos custos de armazenamento dos insumos, embalagens, produtos</p><p>acabados e outros materiais, além dos custos com seguro, obsolescência e</p><p>outras despesas relacionadas à manutenção do estoque. Esses custos podem</p><p>ser calculados mensalmente e representam uma parcela significativa do custo</p><p>total da empresa.</p><p>Ponto de pedido</p><p>O ponto de pedido em uma fábrica de chocolate pode ser calculado com</p><p>base na demanda média mensal de cada produto, no tempo de entrega dos</p><p>fornecedores e no estoque de segurança. Por exemplo, se a demanda média</p><p>mensal de um produto é de 500 unidades e o tempo de entrega do fornecedor é</p><p>de 30 dias, o ponto de pedido seria de 750 unidades, considerando um estoque</p><p>de segurança de 250 unidades.</p><p>Curva de aprendizado</p><p>A curva de aprendizagem também é importante em uma fábrica de chocolate,</p><p>pois indica como a eficiência da produção pode ser melhorada com a prática.</p><p>Por exemplo, com a produção de um novo tipo de chocolate, os primeiros lotes</p><p>podem apresentar uma taxa de erro maior, mas à medida que os funcionários</p><p>ganham experiência, a curva de aprendizagem pode ser aplicada para prever a</p><p>redução dos custos de produção com o tempo.</p><p>13</p><p>Demonstrações Gráficas de Estoque</p><p>Gráficos</p><p>Fonte: Freepik (2023).</p><p>#pratodosverem: ilustração de alguns tipos de gráficos usados para análise.</p><p>A demonstração gráfica de estoque é uma ferramenta importante para visualizar e</p><p>analisar o desempenho do estoque de uma empresa. Nesse sentido, os gráficos de</p><p>níveis, giro e sazonalidade de estoque são fundamentais para uma gestão eficiente.</p><p>Esses gráficos fornecem informações valiosas sobre o estoque da empresa, permitindo</p><p>uma tomada de decisão mais precisa e eficaz.</p><p>Gráficos de Níveis de Estoque (Estoque Máximo, Mínimo e Médio)</p><p>De acordo com Dias (2010), os gráficos de níveis de estoque são importantes para</p><p>monitorar o desempenho do estoque e garantir que a empresa mantenha o nível</p><p>adequado de produtos em estoque. O estoque máximo representa o maior nível de</p><p>estoque permitido na empresa, enquanto o estoque mínimo representa o menor nível</p><p>aceitável. O estoque médio é calculado com base na demanda média do produto e no</p><p>período de tempo analisado.</p><p>14</p><p>Gráficos de Giro de Estoque (Quantidade de Vezes que o Estoque</p><p>é Renovado)</p><p>Os gráficos de giro de estoque são ferramentas importantes para avaliar a eficiência</p><p>da gestão de estoques, uma vez que permitem identificar o número de vezes em que</p><p>o estoque é renovado em um determinado período de tempo. Segundo Pozo (2015),</p><p>esse indicador é utilizado para avaliar se a empresa está comprando e vendendo na</p><p>medida certa, evitando falta de produtos e excesso de estoque. Assim, ao analisar o</p><p>gráfico de giro de estoque, é possível identificar possíveis problemas na gestão de</p><p>estoques e adotar medidas corretivas para otimizar o processo.</p><p>Gráficos de Sazonalidade de Estoque (Variação da Demanda ao</p><p>Longo do Tempo)</p><p>Os gráficos de sazonalidade de estoque são usados para visualizar a variação da</p><p>demanda ao longo do tempo. Eles mostram como a demanda pode ser aceita por</p><p>diferentes fatores sazonais, como feriados, estações do ano e eventos especiais.</p><p>Esses gráficos são importantes para o planejamento de estoque e para ajudar a</p><p>prever as flutuações da demanda, permitindo que as empresas ajustem seus níveis de</p><p>estoque (POZO, 2015).</p><p>Para se aprofundar um pouco mais sobre os temas ponto de</p><p>pedido, estoque mínimo e máximo, leia o artigo “Ponto de pedido,</p><p>estoque mínimo e estoque máximo: entenda-os definitivamente!”.</p><p>Para acessá-lo, clique aqui.</p><p>Saiba mais</p><p>https://blog.connectplug.com.br/ponto-de-pedido-estoque-minimo-estoque-maximo/</p><p>15</p><p>Conclusão</p><p>A gestão de estoques é uma área essencial para garantir o sucesso de uma empresa.</p><p>Esta unidade abordou as principais ferramentas e técnicas utilizadas para gerenciar e</p><p>controlar o estoque. É importante ressaltar que o gerenciamento de estoques deve ser</p><p>contínuo e adaptável, considerando as mudanças do mercado e da demanda. Com o</p><p>uso dessas ferramentas, é possível otimizar os recursos da empresa e melhorar sua</p><p>eficiência operacional.</p><p>16</p><p>Referências</p><p>AIRES, C. S. F.; ALMEIDA, G. J.; SILVEIRA, S. O. Inteligência artificial na gestão de</p><p>estoque. In: FATELOG, 10., 2019, Guarulhos. Anais [...]. Guarulhos: Fatec, 2019. p. 1-7.</p><p>BOWERSOX, D. J. et al. Gestão logística da cadeia de suprimentos. Porto Alegre:</p><p>AMGH Editora, 2013.</p><p>BREMER, C. F. et al. Gestão da cadeia de suprimentos: uma jornada empreendedora</p><p>da prática à teoria. Rio de Janeiro: LTC, 2015.</p><p>CARDOSO, G. et al. Gestão de estoque e desempenho de empresas brasileiras listadas</p><p>na B3. Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade, Brasília, v. 14, n. 1, p. 118-</p><p>133, 2020.</p><p>CORRÊA, H. L. Administração de cadeias de suprimentos e logística: o essencial. São</p><p>Paulo: Atlas, 2014.</p><p>DIAS, M. P. Administração de materiais: uma abordagem logística. São Paulo: Atlas,</p><p>2010.</p><p>GRANT, D. B. Gestão de logística e cadeia de suprimentos. São Paulo: Saraiva</p><p>Educação, 2017.</p><p>PACHECO, D. A. J.; MARTELETTI, C.; SILVEIRA, R. M. Desafios para a gestão de</p><p>estoques em empresas de distribuição de bens de consumo. Revista Lasallista de</p><p>Investigación, [s. l.], v. 17, n. 1, p. 371-388, 2020.</p><p>POZO, H. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2015.</p><p>RODRIGUES, A. L. et al. A importância da gestão de estoque na obtenção de êxito na</p><p>administração organizacional. Revista de Psicologia, [s. l.], v. 14, n. 49, p. 518-530,</p><p>2020.</p>