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<p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>Autor:</p><p>Leonardo Mathias, Ligia</p><p>Carvalheiro Fernandes</p><p>09 de Outubro de 2023</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>SUMÁRIO</p><p>APRESENTAÇÃO.................................................................................................................... 2</p><p>ANÁLISE ESTATÍSTICA.........................................................................................................................3</p><p>BUZU DE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.................................................................................. 4</p><p>História das Políticas Públicas............................................................................................4</p><p>CF/88 - Seguridade Social.................................................................................................6</p><p>CF/88 - Saúde....................................................................................................................7</p><p>Lei 8.080/90....................................................................................................................... 8</p><p>Lei 8.142/90 e Resolução 453 12.....................................................................................14</p><p>Decreto 7508/11..............................................................................................................16</p><p>Política Nacional de Atenção Básica................................................................................20</p><p>Equipes Multiprofissionais - eMULTI................................................................................24</p><p>Modelos de Atenção à Saúde......................................................................................... 26</p><p>Política Nacional de Promoção da Saúde........................................................................29</p><p>Política Nacional de Humanização............................................................................................... 30</p><p>Financiamento do SUS.....................................................................................................34</p><p>QUESTÕES COMENTADAS................................................................................................. 42</p><p>GABARITO............................................................................................................................ 53</p><p>FILTROS DO SISTEMA DE QUESTÕES.................................................................................53</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>APRESENTAÇÃO</p><p>Olá, concurseiro(a), tudo bem?</p><p>Sou Lígia Carvalheiro Fernandes, ANALISTA JUDICIÁRIO - Apoio</p><p>Especializado - Enfermagem, professora de Enfermagem e SUS e trago</p><p>um material enxuto e objetivo sobre diversos pontos importantíssimos</p><p>do estudo do Sistema Único de Saúde que é bastante extenso, no</p><p>entanto, decisivo na pontuação da sua prova.</p><p>Ressalto que este material não irá substituir seu conteúdo completo, mas</p><p>trará destaque para tópicos, tais como: História das Políticas Públicas,</p><p>Constituição Federal 88 (artigos 194 - 200), Leis Orgânicas da Saúde (Lei</p><p>8.080/90 / Lei 8.142/90), Decreto 7.508/11, Política Nacional de Atenção</p><p>Básica, Equipes Multiproifissionais, Modelos de Atenção à Saúde, Política</p><p>Nacional de Promoção da Saúde, Níveis de Atenção, Planejamento em</p><p>Saúde, Programa Nacional de humanização e Financiamento do SUS.</p><p>Excelente estudo para você!</p><p>Visite meu @enfermagemesus</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>ANÁLISE ESTATÍSTICA</p><p>Lei 8080 90 39%</p><p>CF/88 Seguridade Social e Saúde 11%</p><p>Decreto 7508 11 11%</p><p>Política Nacional de Atenção Básica 10%</p><p>Lei 8142 90 9%</p><p>Política Nacional de Promoção da Saúde 8%</p><p>História das Políticas Públicas 7%</p><p>Modelos de Atenção à Saúde 6%</p><p>Financiamento do SUS 3%</p><p>Equipes Multiprofissionais - eMULTI Assunto novo*</p><p>*potencial de cobrança!</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>BUZU DE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE</p><p>História das Políticas Públicas</p><p>Vejamos os pontos relevantes dos seguintes períodos históricos:</p><p>1 - Período</p><p>Colonial</p><p>(1500 - 1822)</p><p>➔ Pessoas vindo ao Brasil em condições extremamente precárias,</p><p>trazendo doenças tais como sarampo, malária, tuberculose, sífilis, etc.;</p><p>➔ Dizimação de indígenas;</p><p>➔ Práticas sanitárias incipientes;</p><p>➔ Prática de curandeirismo, atuação dos boticários, cirurgião-mor.</p><p>➔ Construção das primeiras Santas Casas de Misericórdia</p><p>(influência dos jesuítas).</p><p>2. Período</p><p>Imperial</p><p>(1822 - 1889)</p><p>➔ Chegada da coroa no Brasil;</p><p>➔ Construção das primeiras faculdades de Medicina (1808);</p><p>➔ Doutor Manoel Vieira implementou diversas medidas sanitárias</p><p>nos portos (quarentena e lazareto);</p><p>➔ Junta Central de Higiene Pública (principalmente pela febre</p><p>amarela);</p><p>➔ Junta Central de Vacinação;</p><p>➔ Expansão das Santas Casas.</p><p>3.República</p><p>Velha (1889 -</p><p>1930)</p><p>➔ Epidemias amedrontavam os imigrantes</p><p>➔ Governo de Rodrigues Alves: reforma urbana (embelezamento</p><p>da cidade) e Reforma da Saúde com “carta branca” ao Doutor Oswaldo</p><p>Cruz (criação da Diretoria Geral de Saúde Pública e criação do Modelo</p><p>Sanitarista Campanhista)</p><p>➔ Foco em atacar a tríplice epidemia: Febre amarela (fumacê,</p><p>petróleo), Peste (exterminar os ratos e produzir soro) e Varíola</p><p>(vacinação obrigatória, que gerou a Revolta da vacina, em 1904, no RJ)</p><p>➔ Carlos Chagas substituiu Oswaldo Cruz, seguiu com as</p><p>Campanhas Sanitárias, no entanto, sob o olhar da Propaganda Sanitária</p><p>(ou seja, antes de qualquer ação pública ligada a saúde, haverá o</p><p>preparo da população)</p><p>➔ 1923: Criação da Lei Elói Chaves (primeiro marco da Previdência</p><p>Social) que regulamentou as Caixas de Aposentadoria e Pensão (CAPS)</p><p>que tinha organização por empresas (ferroviários, marítimos, etc.,</p><p>financiamento BIPARTITE (empregado e empregador) e era facultativo.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>4.</p><p>Era Vargas</p><p>(1930 - 1964)</p><p>➔ Ministério da Educação e Saúde Pública (MESP);</p><p>➔ 1933 - Suspensão dos CAPS e substituição pelos Institutos de</p><p>Aposentadorias e Pensões (IAPS) - segundo marco previdenciário -</p><p>tinha organização por categorias profissionais, era obrigatório e</p><p>tripartite, ou seja, o Estado entra financeiramente na colaboração;</p><p>➔ 1941 - Primeira Conferência Nacional de Saúde;</p><p>➔ 1953 - Criação do Ministério da Saúde (atuação muito limitada).</p><p>5. Ditadura</p><p>Militar</p><p>(1964 - 1985)</p><p>Atenção! O</p><p>termo</p><p>“Reforma</p><p>Sanitária</p><p>considera o</p><p>final dos</p><p>anos 60 em</p><p>diante”</p><p>➔ Predomínio do modelo assistencial privatista (foco no físico,</p><p>curativo, hospitalocêntrico, centralizador, excludente e clientelista);</p><p>➔ 1966/67 - União dos IAPS e criação do Instituto Nacional de</p><p>Previdência Social (INPS) - terceiro mecanismo previdenciário) que</p><p>concentrava todas as contribuições previdenciárias e era tripartite,</p><p>obrigatório e unificado.</p><p>➔ 1977 - Criação do Instituto Nacional de Assistência Médica da</p><p>Previdência Social (INAMPS) pelo desmembramento do INPS, onde o</p><p>INAMPS ficou com a assistência médica e o INPS com a previdência.</p><p>➔ 1975 - Sistema NAcional de Vigilância Epidemiológica</p><p>➔ 1977 - Meta da OMS: Saúde para Todos no ano 2000.</p><p>➔ Indicadores de saúde muito ruins;</p><p>➔ Criação do Programa Nacional de Imunização</p><p>➔ 1978 - Declaração de Alma Ata - documento em que a definição</p><p>de saúde coincidia com a da OMS, ou seja, “completo bem-estar físico,</p><p>mental e social, e não simplesmente a ausência de doença ou</p><p>enfermidade” e a defendem como direito universal e como a principal</p><p>meta social de todos os governos.</p><p>➔ 1979 - Lei da Anistia que significou o retorno ao Brasil de</p><p>diversas figuras importantes para discutir o assunto saúde.</p><p>➔ 1979 - I Simpósio de Saúde e criação da ABRASCO (Associação</p><p>Brasileira de Saúde Coletiva) que defenderam participação social .</p><p>➔ 1980 - VII Conferência Nacional de Saúde com criação do</p><p>Conselho Consultivo</p><p>anualmente, em ações e serviços públicos de</p><p>saúde, no mínimo, 12% da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 155 e dos recursos</p><p>de que tratam o art. 157, a alínea “a” do inciso I e o inciso II do caput do art. 159, todos da</p><p>Constituição Federal, deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios.</p><p>Art. 7o Os Municípios e o Distrito Federal aplicarão anualmente</p><p>em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 15% da</p><p>arrecadação dos impostos a que se refere o art. 156 e dos recursos</p><p>de que tratam o art. 158 e a alínea “b” do inciso I do caput e o §</p><p>3º do art. 159, todos da Constituição Federal.</p><p>Art. 8o O Distrito Federal aplicará, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, no</p><p>mínimo, 12% (doze por cento) do produto da arrecadação direta dos impostos que não possam</p><p>ser segregados em base estadual e em base municipal.</p><p>Art. 41. Os Conselhos de Saúde, no âmbito de suas atribuições, avaliarão a cada quadrimestre</p><p>o relatório consolidado do resultado da execução orçamentária e financeira no âmbito da saúde</p><p>e o relatório do gestor da saúde sobre a repercussão da execução desta Lei Complementar nas</p><p>condições de saúde e na qualidade dos serviços de saúde das populações respectivas e</p><p>encaminhará ao Chefe do Poder Executivo do respectivo ente da Federação as indicações para</p><p>que sejam adotadas as medidas corretivas necessárias.</p><p>Além disso, quais são às AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE:</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Art. 2o Para fins de apuração da aplicação dos recursos mínimos estabelecidos nesta Lei</p><p>Complementar, considerar-se-ão como despesas com ações e serviços públicos de saúde</p><p>aquelas voltadas para a promoção, proteção e recuperação da saúde que atendam,</p><p>simultaneamente, aos princípios estatuídos no art. 7º da Lei no 8.080/1990, e às diretrizes</p><p>listadas a seguir:</p><p>I - sejam destinadas às ações e serviços públicos de saúde de acesso universal, igualitário e</p><p>gratuito;</p><p>II - estejam em conformidade com objetivos e metas explicitados nos Planos de Saúde de cada</p><p>ente da Federação; e</p><p>III - sejam de responsabilidade específica do setor da saúde, não se aplicando a despesas</p><p>relacionadas a outras políticas públicas que atuam sobre determinantes sociais e econômicos,</p><p>ainda que incidentes sobre as condições de saúde da população. [já vimos que os fatores que</p><p>repercutem sobre a saúde são diversos, no entanto, essa intersetorialidade não é financiada pela</p><p>saúde]</p><p>Parágrafo único. Além de atender aos critérios estabelecidos no caput, as despesas com ações</p><p>e serviços públicos de saúde realizadas pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos</p><p>Municípios deverão ser financiadas com recursos movimentados por meio dos respectivos</p><p>fundos de saúde.</p><p>[...] serão consideradas✅ DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS</p><p>DE SAÚDE as referentes a: [isso, realmente, precisa memorizar]</p><p>I - vigilância em saúde, incluindo a epidemiológica e a sanitária;</p><p>II - atenção integral e universal à saúde em todos os níveis de complexidade, incluindo</p><p>assistência terapêutica e recuperação de deficiências nutricionais;</p><p>III - capacitação do pessoal de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS);</p><p>IV - desenvolvimento científico e tecnológico e controle de qualidade promovidos por</p><p>instituições do SUS;</p><p>V - produção, aquisição e distribuição de insumos específicos dos serviços de saúde do SUS, tais</p><p>como: imunobiológicos, sangue e hemoderivados, medicamentos e equipamentos</p><p>médico-odontológicos;</p><p>VI - saneamento básico de domicílios ou de pequenas comunidades, desde que seja aprovado</p><p>pelo Conselho de Saúde do ente da Federação financiador da ação e esteja de acordo com as</p><p>diretrizes das demais determinações previstas nesta Lei Complementar; [destaque proposital</p><p>para comentário futuro]</p><p>VII - saneamento básico dos distritos sanitários especiais indígenas e de comunidades</p><p>remanescentes de quilombos; [destaque proposital para comentário futuro]</p><p>VIII - manejo ambiental vinculado diretamente ao controle de vetores de doenças;</p><p>IX - investimento na rede física do SUS, incluindo a execução de obras de recuperação, reforma,</p><p>ampliação e construção de estabelecimentos públicos de saúde;</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>X - remuneração do pessoal ativo da área de saúde em atividade nas ações de que trata este</p><p>artigo, incluindo os encargos sociais; [os inativos não se encaixam nessa classificação]</p><p>XI - ações de apoio administrativo realizadas pelas instituições públicas do SUS e imprescindíveis</p><p>à execução das ações e serviços públicos de saúde; e</p><p>XII - gestão do sistema público de saúde e operação de unidades prestadoras de serviços</p><p>públicos de saúde.</p><p>Sequenciamente, é necessário comparar com o que não é despesa com ações e serviços</p><p>públicos de saúde.</p><p>Art. 4o ❌ NÃO constituirão DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE, para</p><p>fins de apuração dos percentuais mínimos de que trata esta Lei Complementar, aquelas</p><p>decorrentes de:</p><p>I - pagamento de aposentadorias e pensões, inclusive dos servidores da saúde; [ou seja, os</p><p>inativos]</p><p>II - pessoal ativo da área de saúde quando em atividade alheia à referida área;</p><p>III - assistência à saúde que não atenda ao princípio de acesso universal;</p><p>IV - merenda escolar e outros programas de alimentação, ainda que executados em unidades do</p><p>SUS, ressalvando-se o disposto no inciso II do art. 3o;</p><p>V - saneamento básico, inclusive quanto às ações financiadas e mantidas com recursos</p><p>provenientes de taxas, tarifas ou preços públicos instituídos para essa finalidade; [destaque</p><p>proposital para comentário futuro]</p><p>VI - limpeza urbana e remoção de resíduos;</p><p>VII - preservação e correção do meio ambiente, realizadas pelos órgãos de meio ambiente dos</p><p>entes da Federação ou por entidades não governamentais;</p><p>VIII - ações de assistência social;</p><p>IX - obras de infraestrutura, ainda que realizadas para beneficiar direta ou indiretamente a rede</p><p>de saúde; e</p><p>X - ações e serviços públicos de saúde custeados com recursos distintos dos especificados na</p><p>base de cálculo definida nesta Lei Complementar ou vinculados a fundos específicos distintos</p><p>daqueles da saúde.</p><p>SANEAMENTO BÁSICO</p><p>A lei determina que as ações de saneamento básico, em regra, não constituirão despesas com</p><p>ações e serviços públicos de saúde (art. 4º, inciso V).</p><p>Entretanto, SERÃO consideradas DESPESAS com AÇÕES e SERVIÇOS PÚBLICOS de saúde as</p><p>AÇÕES de SANEAMENTO BÁSICO (art. 3º, inciso VI e VII): [SITUAÇÕES ESPECÍFICAS]</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>- de domicílios ou de pequenas comunidades, desde que seja aprovado pelo conselho de</p><p>saúde do ente da federação financiador da ação e esteja de acordo com as diretrizes das</p><p>demais determinações previstas nesta lei;</p><p>- dos distritos sanitários especiais indígenas e de comunidades remanescentes de quilombos.</p><p>E sobre os blocos de financiamento, você se lembra dos pontos básicos?</p><p>Temos trechos válidos da Portaria 3992/2017, acrescidos do que consta na Portaria 828/2020</p><p>e da Portaria 1.063/2023</p><p>Art. 2º O financiamento das ações e serviços públicos de saúde é de responsabilidade das três</p><p>esferas de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), observado o disposto na Constituição</p><p>Federal, na Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, e na Lei Orgânica da Saúde.</p><p>Art. 3º Os recursos do Fundo Nacional de Saúde, destinados a</p><p>despesas com ações e serviços públicos de saúde, a serem</p><p>repassados na modalidade fundo a fundo aos Estados, ao Distrito</p><p>Federal e aos Municípios serão organizados e transferidos na forma</p><p>dos seguintes blocos de financiamento:</p><p>I - Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde;</p><p>II - Bloco de Estruturação da Rede de Serviços Públicos de Saúde.</p><p>Art. 5º Os recursos financeiros referentes</p><p>ao Bloco de Manutenção das Ações e Serviços</p><p>Públicos de Saúde de que trata o inciso I do caput do art. 3º serão transferidos aos Estados, ao</p><p>Distrito Federal e aos Municípios e destinar-se-ão:</p><p>I - à manutenção das condições de oferta e continuidade da prestação das ações e serviços</p><p>públicos de saúde, inclusive para financiar despesas com reparos e adaptações, nos termos da</p><p>classificação serviço de terceiros do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público,</p><p>instituído pela Portaria STN/SOF nº 6, de 18 de dezembro de 2018; e</p><p>II - ao funcionamento dos órgãos e estabelecimentos responsáveis pela implementação das</p><p>ações e serviços públicos de saúde.</p><p>§ 1º Fica❌ vedada a utilização de recursos financeiros referentes ao Bloco de Manutenção para</p><p>o pagamento de:</p><p>I - servidores inativos;</p><p>II - servidores ativos, exceto aqueles contratados exclusivamente para desempenhar funções</p><p>relacionadas aos serviços previstos no respectivo Plano de Saúde;</p><p>III - gratificação de função de cargos comissionados, exceto aqueles diretamente ligados às</p><p>funções relacionadas aos serviços previstos no respectivo Plano de Saúde;</p><p>IV - pagamento de assessorias ou consultorias prestadas por servidores públicos pertencentes</p><p>ao quadro do próprio Município ou do Estado; e</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>==1365fc==</p><p>V - obras de construções novas bem como de ampliações de imóveis já existentes, ainda que</p><p>utilizados para a realização de ações e/ou serviços de saúde.</p><p>[...]</p><p>Art 6º Os recursos financeiros referentes ao Bloco de Estruturação da Rede de Serviços de</p><p>Saúde de que trata o inciso II do caput do art. 3º serão transferidos em conta corrente única,</p><p>aplicados conforme definido no ato normativo que lhe deu origem, e destinar-se-ão,</p><p>exclusivamente, à:</p><p>I - aquisição de equipamentos</p><p>voltados para a realização de</p><p>ações e serviços públicos de</p><p>saúde;</p><p>II - obras de construções novas</p><p>ou ampliação de imóveis</p><p>existentes utilizados para a</p><p>realização de ações e serviços</p><p>públicos de saúde; e</p><p>III - obras de reforma de</p><p>imóveis já existentes utilizados</p><p>para a realização de ações e</p><p>serviços públicos de saúde.</p><p>Parágrafo único. Fica❌</p><p>vedada a utilização de</p><p>recursos financeiros referentes</p><p>ao Bloco de Estruturação em</p><p>órgãos e unidades voltados,</p><p>exclusivamente, à realização</p><p>de atividades administrativas.</p><p>E, por fim, como fica o FINANCIAMENTO DA ATENÇÃO BÁSICA?</p><p>O novo modelo de financiamento altera algumas formas de repasse das transferências para os</p><p>municípios, que passam a ser distribuídas com base em quatro (antes eram 3) critérios:</p><p>[Acréscimo da Portaria 2.254 de 03.09.2021]</p><p>CAPTAÇÃO</p><p>PONDERADA</p><p>PAGAMENTO</p><p>POR</p><p>DESEMPENHO</p><p>INCENTIVO</p><p>PARA AÇÕES</p><p>ESTRATÉGICAS</p><p>INCENTIVO</p><p>FINANCEIRO COM</p><p>BASE EM CRITÉRIO</p><p>POPULACIONAL.</p><p>A proposta tem como princípio a estruturação de um modelo de financiamento focado em</p><p>O Previne Brasil equilibra valores financeiros per capita referentes à população efetivamente</p><p>cadastrada nas equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP), com o grau de</p><p>desempenho assistencial das equipes somado a incentivos específicos, como ampliação do</p><p>horário de atendimento (Programa Saúde na Hora), equipes de saúde bucal, informatização</p><p>(Informatiza APS), equipes de Consultório na Rua, equipes que estão como campo de prática</p><p>para formação de residentes na APS, entre outros tantos programas.</p><p>Captação ponderada</p><p>O valor do incentivo financeiro da captação ponderada será transferido mensalmente e</p><p>calculado simultaneamente para todos os municípios ou Distrito Federal a cada 4 competências</p><p>financeiras.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>O cálculo para a definição dos incentivos financeiros da captação ponderada deverá considerar:</p><p>A população cadastrada na</p><p>equipe de Saúde da Família e</p><p>equipe de Atenção Primária no</p><p>(SISAB);</p><p>O peso por pessoa cadastrada</p><p>corresponde a:</p><p>I - 1,3 para as pessoas que</p><p>atendam aos critérios de</p><p>vulnerabilidade socioeconômica</p><p>ou perfil demográfico;</p><p>II - 1 para as pessoas que não se</p><p>enquadrem na condição acima;</p><p>e</p><p>III - 1 , 1,45455 ou 2, de acordo</p><p>com a classificação geográfica</p><p>do município ou Distrito</p><p>Federal, observada a tipologia</p><p>rural-urbana definida pelo IBGE.</p><p>*O quantitativo potencial de</p><p>cadastro</p><p>=</p><p>número de suas eSF e eAP</p><p>x</p><p>quantitativo potencial de pessoas</p><p>cadastradas por equipe.</p><p>A vulnerabilidade</p><p>socioeconômica da população</p><p>cadastrada na eSF e na eAP;</p><p>Contempla pessoas:</p><p>I - cadastradas em eSF, eSFR e</p><p>eAP e beneficiárias:</p><p>a) do Programa Bolsa Família</p><p>(PBF);</p><p>b) do Benefício de Prestação</p><p>Continuada (BPC); ou</p><p>c) de benefício previdenciário</p><p>no valor de até dois</p><p>salários-mínimos;</p><p>II - cadastradas em eCR;</p><p>III - cadastradas em eAPP.</p><p>O perfil demográfico por faixa</p><p>etária da população cadastrada</p><p>na eSF e na eAP;</p><p>Contempla pessoas cadastradas</p><p>com idade até 5 anos e com 65</p><p>anos ou mais.</p><p>§3º Nos casos em que a pessoa</p><p>cadastrada se enquadrar tanto</p><p>na vulnerabilidade</p><p>socioeconômica quanto no</p><p>perfil demográfico, o peso de</p><p>1,3 será aplicado uma única vez.</p><p>Classificação geográfica</p><p>definida pelo Instituto</p><p>Brasileiro de Geografia e</p><p>Estatística (IBGE).</p><p>O critério de classificação</p><p>geográfica será estabelecido</p><p>por município ou Distrito</p><p>Federal, observada a tipologia</p><p>rural-urbana definida pelo IBGE:</p><p>I - município urbano: peso 1</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>II - município intermediário</p><p>adjacente: peso 1,45455</p><p>III - município rural adjacente:</p><p>peso 1,45455;</p><p>IV - município intermediário</p><p>remoto: peso 2;</p><p>V - município rural remoto: peso</p><p>2.</p><p>Para fins de repasse do incentivo financeiro será considerada a população cadastrada na eSF e</p><p>na eAP até o quantitativo potencial de cadastro por município ou Distrito Federal.</p><p>*O quantitativo potencial de cadastro por município ou Distrito Federal para fins de custeio</p><p>corresponde ao resultado da multiplicação do número de suas eSF e eAP, pelo quantitativo</p><p>potencial de pessoas cadastradas por equipe.</p><p>Mas, qual é o QUANTITATIVO POTENCIAL?</p><p>Depende! Veja a Classificação Geográfica:</p><p>Classificação do município pelo IBGE Quantitativo potencial de pessoas cadastradas por</p><p>equipe de saúde da família</p><p>1 - Urbano 4 mil pessoas</p><p>2 - Intermediário Adjacente 2750 pessoas</p><p>3 - Rural Adjacente ---</p><p>4 - Intermediário Remoto 2000 pessoas</p><p>Pagamento por Desempenho</p><p>O pagamento por desempenho é um dos componentes que fazem parte da transferência</p><p>mensal aos municípios. Nesse componente, a definição do valor a ser transferido depende dos</p><p>resultados alcançados no conjunto de indicadores monitorados e avaliados no trabalho das</p><p>equipes de Saúde da Família e de Atenção Primária (eSF/eAP).</p><p>Incentivos para ações estratégicas</p><p>O componente Incentivo financeiro com base em critério populacional faz parte da apuração do</p><p>valor de referência para o financiamento da APS. O valor do incentivo per capita é definido pelo</p><p>Ministério da Saúde anualmente e publicado em portaria. O aporte estabelecido por município</p><p>e Distrito Federal leva em conta estimativa populacional mais recente divulgada pelo IBGE.</p><p>Os incentivos para ações estratégicas abrangem características específicas de acordo com a</p><p>necessidade de cada município ou território. Esses incentivos contemplam a implementação de</p><p>programas, estratégias e ações que refletem na melhoria do cuidado na APS, tais como:</p><p>➔ Programa Saúde na Hora;</p><p>➔ Equipe de Saúde Bucal (eSB);</p><p>➔ Unidade Odontológica Móvel (UOM);</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ Centro de Especialidades Odontológicas (CEO);</p><p>➔ Laboratório Regional de Prótese Dentária (LRPD);</p><p>➔ Equipe de Consultório na Rua (eCR);</p><p>➔ Unidade Básica de Saúde Fluvial (UBSF);</p><p>➔ Equipe de Saúde da Família Ribeirinha (eSFR);</p><p>➔ Microscopista;</p><p>➔ Equipe de Atenção Básica</p><p>Prisional (eABP);</p><p>➔ Custeio para o ente federativo responsável pela gestão das ações de atenção integral à</p><p>saúde dos adolescentes em situação de privação de liberdade;</p><p>➔ Programa Saúde na Escola (PSE);</p><p>➔ Programa Academia da Saúde;</p><p>➔ Programas de apoio à informatização da APS;</p><p>➔ Incentivo aos municípios com residência médica e multiprofissional;</p><p>➔ Outros que venham a ser instituídos por meio de ato normativo específico.</p><p>As transferências financeiras referentes a cada uma das ações estratégicas observarão as regras</p><p>previstas nas normas vigentes que regulamentam a organização, o funcionamento e</p><p>financiamento dos respectivos programas, estratégias e ações.</p><p>Incentivos com base no critério populacional: o valor per capita definido anualmente em ato do</p><p>Ministério da Saúde, de acordo com a estimativa populacional dos municípios e Distrito Federal</p><p>mais recente divulgada pelo IBGE.</p><p>Com toda essa sólida base, vamos realizar algumas questões para fixar o conteúdo!</p><p>QUESTÕES COMENTADAS</p><p>1. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2023 - Analise as afirmativas abaixo acerca dos</p><p>marcos históricos do sistema público de saúde no Brasil.</p><p>1. Em 1904 aconteceu a Revolta da Vacina no Rio de Janeiro, primeira interferência histórica da</p><p>sociedade civil nas questões de saúde pública do país. Esse movimento resultou em mudanças no</p><p>Departamento Nacional de Saúde Pública.</p><p>2. Em 1923, com a Lei Eloi Chaves, a assistência à saúde passou a ser vinculada à contribuição dos</p><p>trabalhadores brasileiros à previdência social, criando as Caixas de Aposentadorias e Pensões (CAP).</p><p>Somente aqueles que contribuíam com a previdência tinham direito à saúde.</p><p>3. Durante todo esse período, a assistência à saúde estava restrita aos trabalhadores que contribuíam</p><p>com a previdência social. As Santas Casas de Misericórdia, dirigidas pela igreja católica, eram a única</p><p>opção para os doentes que não contribuíam com a previdência.</p><p>Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.</p><p>A É correta apenas a afirmativa 1.</p><p>B São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.</p><p>C São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.</p><p>D São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.</p><p>E São corretas as afirmativas 1, 2 e 3.</p><p>Comentários</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>I - Certa. Dentre as inovações está a introdução da PROPAGANDA SANITÁRIA.</p><p>II - Certa. Beneficiavam, primeiramente, ferroviários e marítimos.</p><p>III - Errada. Já existiam alguns programas e ações de saúde, tais como relacionados ao médico Oswaldo</p><p>Cruz, e Carlos Chagas. Essa dicotomia entre os que podem pagar ou não se intensificou mais pra frente,</p><p>no período da República de Vargas.</p><p>Alternativa: B.</p><p>2. FUNCERN / Prefeitura de Junco do Seridó - PB / 2023 - O Sistema Único de Saúde (SUS), desde 1988,</p><p>é fruto de um movimento denominado Reforma Sanitária. Com relação à Reforma Sanitária brasileira e</p><p>suas implicações para o SUS, é correto afirmar que:</p><p>A os partidos políticos monopolizaram o movimento de reforma.</p><p>B a Reforma Sanitária brasileira foi conduzida pela sociedade civil.</p><p>C a reforma sanitária brasileira foi conduzida pela sociedade civil e pelos partidos políticos.</p><p>D o subfinanciamento do SUS foi consequência da condução da Reforma Sanitária brasileira por</p><p>organizações externas ao setor saúde.</p><p>Comentários</p><p>Uma característica fundamental da reforma sanitária brasileira é o fato de ela ter sido conduzida pela</p><p>sociedade civil, e não por governos, partidos políticos ou organizações internacionais. O Sistema Único</p><p>de Saúde aumentou o acesso ao cuidado com a saúde para uma parcela considerável da população</p><p>brasileira em uma época em que o sistema vinha sendo progressivamente privatizado.</p><p>Alternativa: B.</p><p>3. UNIFASE - RJ / UNIFASE - RJ / 2023 - Assinale a alternativa que representa um marco na história da</p><p>saúde brasileira, que resultou na implantação do Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde (SUDS),</p><p>na formação das bases para o capítulo sobre saúde na Constituição Brasileira, e ainda desempenhou um</p><p>importante papel na propagação do movimento da Reforma Sanitária:</p><p>A 9ª Conferência Nacional da Saúde, ocorrida em 1992.</p><p>B 6ª Conferência Nacional da Saúde, ocorrida em 1988.</p><p>C 7ª Conferência Nacional da Saúde, ocorrida em 1980.</p><p>D 2ª Conferência Nacional da Saúde, ocorrida em 1950.</p><p>E 8ª Conferência Nacional da Saúde, ocorrida em 1986.</p><p>Comentários</p><p>O SUDS foi implantado em 1987, com a assistência médica ainda ligada ao INAMPS, cuja proposta</p><p>derivou da VIII CNS. Ele tinha por princípios: equidade, descentralização, regionalização, hierarquização</p><p>e implementação de distritos sanitários.</p><p>Alternativa: E.</p><p>4. FUNDATEC / Prefeitura de Dom Pedrito - RS / 2023 - Qual é o conteúdo do Art. 196 da Constituição</p><p>Federal do Brasil?</p><p>A Estabelece o direito à educação gratuita em todos os níveis de ensino.</p><p>B Determina que a segurança pública é dever do Estado, mas é direito e responsabilidade de todos.</p><p>C Assegura o direito à saúde como um dever do Estado, garantindo acesso universal e igualitário.</p><p>D Garante o direito à liberdade de expressão e de manifestação cultural em todo o território nacional.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>E Determina que o Estado é responsável pela preservação do meio ambiente para as presentes e</p><p>futuras gerações.</p><p>Comentários</p><p>Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e</p><p>econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e</p><p>igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.</p><p>Alternativa: C.</p><p>5. OBJETIVA / Prefeitura de Horizontina - RS / 2023 - De acordo com as disposições da Constituição</p><p>Federal sobre saúde, assinalar a alternativa CORRETA:</p><p>A Somente as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos poderão participar de forma complementar</p><p>do sistema único de saúde.</p><p>B É permitida a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas</p><p>com fins lucrativos.</p><p>C Não há vedação na participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência</p><p>à saúde no País.</p><p>D A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.</p><p>Comentários</p><p>Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. (D Certa)</p><p>§ 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde,</p><p>segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as</p><p>entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. (A Errada)</p><p>§ 2º - É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas</p><p>com fins lucrativos. (B errada)</p><p>§ 3º - É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à</p><p>saúde no País, salvo nos casos previstos em lei. (C Errada)</p><p>§ 4º - A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de órgãos, tecidos e</p><p>substâncias humanas para fins de transplante, pesquisa e tratamento, bem como a coleta,</p><p>processamento e transfusão de sangue e seus derivados, sendo vedado todo tipo de comercialização.</p><p>Alternativa: D.</p><p>6. INSTITUTO AOCP / SESA-BA / 2023 - No que diz respeito às disposições constitucionais acerca da</p><p>saúde, assinale a alternativa INCORRETA.</p><p>A São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos</p><p>da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou</p><p>através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.</p><p>B As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde,</p><p>segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as</p><p>entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.</p><p>C A assistência à saúde é livre à iniciativa privada, sendo permitida a destinação de recursos públicos</p><p>para auxílios ou subvenções</p><p>às instituições privadas com fins lucrativos.</p><p>D Atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços</p><p>assistenciais, é uma das diretrizes organizacionais do Sistema Único de Saúde.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>E Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e</p><p>agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público, de acordo com a natureza e</p><p>complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação.</p><p>Comentários</p><p>O único erro diz respeito à letra “C”, visto que Art. 199. (...) § 2º É vedada a destinação de recursos</p><p>públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.</p><p>As demais são cópias literais dos artigos: A (Art. 197), B (Art. 199), D e E (Art. 198).</p><p>Alternativa: C.</p><p>7. Avança SP / Prefeitura de São Miguel Arcanjo - SP / 2023 - Tendo em vista o Art. 194 da Constituição</p><p>Federal de 1988, que versa sobre a Seguridade Social brasileira, complete a frase abaixo, e marque a</p><p>alternativa que contenha as palavras na ordem correta.</p><p>A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa ____________ e</p><p>________________, destinadas a assegurar os direitos relativos __________, __________ e ______________.</p><p>A Dos Poderes Públicos; da sociedade; saúde; previdência; assistência social .</p><p>B Dos poderes públicos; da família; previdência, educação e assistência social.</p><p>C Da família; da sociedade; saúde; previdência; assistência social.</p><p>D Dos Poderes Públicos; da sociedade; saúde; educação; assistência social.</p><p>E Dos poderes públicos; da sociedade; previdência, educação e assistência social.</p><p>Comentários.</p><p>Novamente acerca do mesmo ponto!</p><p>Art. 194. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes</p><p>Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à</p><p>assistência social.</p><p>Alternativa: A.</p><p>8. FUNDATEC/Prefeitura de Casca - RS/2023 - O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por</p><p>órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da administração direta e indireta e das</p><p>fundações mantidas pelo Poder Público constitui:</p><p>A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME).</p><p>B Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>C Farmacoepidemiologia.</p><p>D Farmacovigilância.</p><p>E Atenção farmacêutica</p><p>Comentários</p><p>Olha que questão básica: é simplesmente a definição do que é SUS (alternativa: B). Note que o SUS</p><p>também pode ser prestado pela administração indireta e pelas fundações, o que poderia trazer confusão</p><p>para você, na prova.</p><p>Alternativa: B.</p><p>9. Avança SP /Prefeitura de Americana - SP / 2023 - Estão incluídas ainda no campo de atuação do</p><p>Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com a lei 8.080/1990, exceto:</p><p>A O desenvolvimento de medicamentos diretamente pelo SUS.</p><p>B A execução de ações de vigilância sanitária.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>C A execução de ações de vigilância epidemiológica.</p><p>D A execução de ações de saúde do trabalhador.</p><p>E De assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica.</p><p>Comentários</p><p>Art. 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):</p><p>I - a execução de ações:</p><p>a) de vigilância sanitária;</p><p>b) de vigilância epidemiológica;</p><p>c) de saúde do trabalhador; e</p><p>d) de assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica</p><p>e) saúde bucal</p><p>Assim, o constante na alternativa “A” não consta no artigo citado.</p><p>Alternativa: A.</p><p>10. Quadrix / Prefeitura de Alto Paraíso de Goiás - GO / 2023 - Segundo a Lei n.o 8.080/1990 (Lei</p><p>Orgânica de Saúde), não é(são) competência(s) da direção municipal do Sistema Único de Saúde (SUS)</p><p>A o acompanhamento, a avaliação e a divulgação dos indicadores de morbidade e mortalidade no</p><p>âmbito da unidade federada.</p><p>B participar do planejamento, da programação e da organização da rede regionalizada e hierarquizada</p><p>do SUS, em articulação com sua direção estadual.</p><p>C gerir laboratórios públicos de saúde e hemocentros.</p><p>D participar da execução, do controle e da avaliação das ações referentes às condições e aos ambientes</p><p>de trabalho.</p><p>E controlar e fiscalizar os procedimentos dos serviços privados de saúde.</p><p>Comentários</p><p>Compete à direção estadual e não à municipal.</p><p>Art. 17. À direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) compete:</p><p>XIV - o acompanhamento, a avaliação e divulgação dos indicadores de morbidade e mortalidade no</p><p>âmbito da unidade federada.</p><p>Alternativa: A.</p><p>11. Avança SP /Prefeitura de Americana - SP Prova: Avança SP / 2023 - O artigo 5º da Lei 8080/90</p><p>discorre sobre os objetivos do SUS, que são:</p><p>I - a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.</p><p>II - a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde,</p><p>com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.</p><p>III – a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a</p><p>orientação programática.</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>A I, apenas.</p><p>B I e II, apenas.</p><p>C III, apenas.</p><p>D II e III, apenas.</p><p>E I, II e III.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Comentários</p><p>I e II - Certas.</p><p>Art. 5º São objetivos do Sistema Único de Saúde SUS:</p><p>I - a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde;</p><p>II - a formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a</p><p>observância do disposto no § 1º do art. 2º desta lei;</p><p>III - a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde,</p><p>com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.</p><p>III - Errada. Trata-se de um dos princípios declarados no Art. 7º e não um objetivo do SUS.</p><p>Alternativa: B</p><p>12. Quadrix / IIER - SP / 2023 - Considerando a Lei n.° 8.142/1990, que discute a participação popular e</p><p>o financiamento do SUS, assinale a alternativa que apresenta o nome da organização que consiste em</p><p>uma forma de participação popular, com atuação permanente, de caráter deliberativo e fiscalizatório,</p><p>com composição de 50% por usuários e 50% por trabalhadores, prestadores de serviços e gestores.</p><p>A Conferência de Saúde</p><p>B Conselho Tripartite</p><p>C Assembleia popular</p><p>D Conselho de Saúde</p><p>E Assembleia legislativa</p><p>Comentários</p><p>Resumidamente, quero que você lembre que, ainda que tanto o Conselho de Saúde, quanto a</p><p>Conferência de Saúde sejam instância de participação popular, o Conselho é permanente (gabarito: D) e</p><p>a Conferência é periódica (alternativa A errada). Os demais nomes (alternativas B, C e E - erradas) não</p><p>são definidos na referida Lei. Vamos relembrar os conceitos inteiros para que você estude novamente:</p><p>A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada quatro anos com a representação dos vários segmentos</p><p>sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos</p><p>níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo</p><p>Conselho de Saúde.</p><p>§ 2° O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por</p><p>representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na</p><p>formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente,</p><p>inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder</p><p>legalmente constituído em cada esfera do governo.</p><p>Alternativa: D.</p><p>13.. Prefeitura de Bauru - SP / Prefeitura de Bauru - SP / 2023 - Pela lei nº 8142/90 é CORRETO afirmar</p><p>que O Conselho de Saúde é um:</p><p>A É um órgão colegiado composto por representantes do governo, e profissionais de saúde em caráter</p><p>permanente e executivo.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro</p><p>Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>B É um órgão colegiado composto por representantes do governo, profissionais de saúde e prestadores</p><p>de serviço em caráter permanente e executivo.</p><p>C É um órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais</p><p>de saúde e usuários em caráter permanente e deliberativo.</p><p>D É um órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço e</p><p>profissionais de saúde em caráter executivo.</p><p>Comentários</p><p>O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo (Alternativas A, B, D erradas), órgão</p><p>colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e</p><p>usuários (esquecido pelas alternativas, exceto a C), atua na formulação de estratégias e no controle da</p><p>execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e</p><p>financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada</p><p>esfera do governo.</p><p>Alternativa: C</p><p>14. COTEC / Prefeitura de Cristalina - GO / 2023 - Segundo a Lei n.º 8142, de 28 de dezembro de 1990,</p><p>os segmentos sociais que devem ser representados em um Conselho Municipal de Saúde são:</p><p>A Profissionais de saúde, representantes do governo, usuários e prestadores de serviço.</p><p>B Representantes do governo, usuários, Conselho Regional de Enfermagem e movimentos sociais.</p><p>C Profissionais de saúde, usuários, prestadores de serviço e Conselho Regional de Medicina.</p><p>D Representantes do governo, profissionais de saúde, sindicatos e movimentos sociais.</p><p>E Conselhos profissionais, movimentos sociais, representantes do governo e sindicatos.</p><p>Comentários:</p><p>O Conselho de Saúde será composto por:</p><p>➔ representantes de entidades, instituições e movimentos representativos de usuários,</p><p>➔ entidades representativas de trabalhadores da área da saúde,</p><p>➔ governo e</p><p>➔ entidades representativas de prestadores de serviços de saúde</p><p>Alternativa: A.</p><p>15. CETREDE / CPSMBS - CE / 2023 - Segundo o Decreto 7.508/11, a Região de Saúde é um(a):</p><p>A acordo de colaboração firmado entre entes federativos com a finalidade de organizar e integrar as</p><p>ações e os serviços de saúde na rede regionalizada e hierarquizada, com definição de responsabilidades,</p><p>indicadores e metas de saúde, critérios de avaliação de desempenho, recursos financeiros que serão</p><p>disponibilizados, forma de controle e fiscalização de sua execução e demais elementos necessários à</p><p>implementação integrada das ações e dos serviços de saúde.</p><p>B serviço de atendimento inicial à saúde do usuário no SUS.</p><p>C espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de municípios limítrofes, delimitado a</p><p>partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de</p><p>ações e serviços de saúde.</p><p>D descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de ações e serviços de saúde ofertados</p><p>pelo SUS e pela iniciativa privada, considerando-se a capacidade instalada existente, os investimentos e</p><p>o desempenho aferido a partir dos indicadores de saúde do sistema.</p><p>E conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade crescente, com a</p><p>finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde.</p><p>Comentários</p><p>A Errada. Trata-se do COAPS.</p><p>B Errada. Trata-se das Portas de Entrada.</p><p>C Certa. Exatamente conforme as definições do Decreto 7508 11.</p><p>D Errada. Trata-se do Mapa da Saúde.</p><p>E Errada. Trata-se de Rede de Atenção à Saúde.</p><p>Alternativa: C.</p><p>16. CPCON / Prefeitura de Catolé do Rocha - PB / 2023 - A Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de</p><p>2017, aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a</p><p>organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a PNAB,</p><p>assinale a alternativa INCORRETA:</p><p>A Caberá a cada gestor municipal realizar a análise de demanda do território e ofertas das UBS para</p><p>mensurar sua capacidade resolutiva.</p><p>B A integração entre a Vigilância em Saúde e Atenção Básica é condição essencial para o alcance de</p><p>resultados que atendam às necessidades de saúde da população.</p><p>C Todos os estabelecimentos de saúde que prestem ações e serviços de Atenção Básica, no âmbito do</p><p>SUS, de acordo com esta portaria, são denominados Unidade Básica de Saúde – UBS.</p><p>D Em áreas de grande dispersão territorial, áreas de risco e vulnerabilidade social, recomenda-se a</p><p>cobertura de pelo menos 75% da população com número máximo de 750 pessoas por ACS.</p><p>E Para a equipe de Saúde da Família, há a obrigatoriedade de carga horária de 40 (quarenta) horas</p><p>semanais para todos os profissionais de saúde membros da ESF.</p><p>Comentários</p><p>Correção necessária:</p><p>Em áreas de grande dispersão territorial, áreas de risco e vulnerabilidade social, recomenda-se a</p><p>cobertura de 100% da população com número máximo de 750 pessoas por ACS.</p><p>Alternativa: D.</p><p>17. UNIFASE - RJ / UNIFASE - RJ / 2023 - Analise as asserções abaixo:</p><p>I. A Estratégia Saúde da Família, a partir da PNAB 2017, deixa de ser a estratégia prioritária de</p><p>reorientação do modelo assistencial e política preferencial para expansão da Atenção Básica.</p><p>PORQUE</p><p>II. Serão reconhecidas outras estratégias de Atenção Básica em todo o território nacional.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA:</p><p>A Ambas as asserções são verdadeiras e a II é uma justificativa da I</p><p>B Ambas as asserções são verdadeiras e a II não é uma justificativa da I</p><p>C A asserção I é verdade e a II é falsa</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>D A asserção I é falsa e a II é verdadeira</p><p>E Ambas as asserções são falsas</p><p>Comentários</p><p>I - Falsa. Art. 4º A PNAB tem na Saúde da Família sua ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA para expansão e</p><p>consolidação da Atenção Básica.</p><p>II - Verdadeira. Art. 4º - Parágrafo Único. Serão reconhecidas OUTRAS estratégias de Atenção Básica,</p><p>desde que observados os princípios e diretrizes previstos neste Anexo e tenham caráter transitório,</p><p>devendo ser estimulada sua conversão em Estratégia Saúde da Família.</p><p>Alternativa: D.</p><p>18. Unesc / Prefeitura de Criciúma - SC / 2023 - Julgue os itens a seguir de acordo com a Portaria</p><p>GM/MS 2.436/17 - Política Nacional de Atenção Básica (PNAB):</p><p>I.A Atenção Básica será a principal porta de entrada e centro de comunicação da Rede de Atenção à</p><p>Saúde - RAS, coordenadora do cuidado e ordenadora das ações e serviços disponibilizados na rede.</p><p>II.A Atenção Básica será ofertada integralmente e gratuitamente a todas as pessoas, de acordo com suas</p><p>necessidades e demandas do território, considerando os determinantes e condicionantes de saúde.</p><p>III.É proibida qualquer exclusão baseada, entre outras, em idade, gênero, raça/cor, etnia.</p><p>É CORRETO o que se afirma em:</p><p>A I, II e III.</p><p>B I e II, apenas.</p><p>C II, apenas.</p><p>D III, apenas.</p><p>E I e III, apenas.</p><p>Comentários</p><p>Aqui está um belo resumo do que é a Atença Básica. Sabemos que existem outras portas de entrada,</p><p>mas a AB é a principal delas e que ela deve ter alto grau de resolutividade, bem como estar atrelada aos</p><p>demais níveis de atenção, como coordenadora do cuidado.</p><p>Alternativa: A.</p><p>19. LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita / Prefeitura de Santo Antônio dos Lopes - MA /</p><p>2023 - Modelos assistenciais são a forma como a assistência à saúde é organizada. Esses modelos</p><p>costumam variar muito ao longo do tempo e espaço em que são inseridos, de acordo com as mudanças</p><p>que ocorrem na sociedade. Assinale a assertiva que apresenta um modelo assistencial que é constituído</p><p>de campanhas de saúde, programas especiais e vigilâncias e tem como principais exemplos de sua</p><p>atividade: vacinação, controle de epidemias e erradicação de endemias.</p><p>A Modelo assistencial preventivo.</p><p>B Modelos hegemônicos.</p><p>C Modelo</p><p>da atenção gerenciada.</p><p>D Modelo sanitarista.</p><p>E Propostas alternativas.</p><p>Comentários</p><p>Percebeu a palavra-chave: “campanhas”. Note que é algo pontual, de erradicação de epidemias,</p><p>portanto, estamos falando do Modelo sanitarista. Dentre as alternativas tem algumas invenções de quem</p><p>elaborou a questão.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Alternativa: D.</p><p>20. FURB / Prefeitura de Schroeder - SC / 2023 - Sobre a Política Nacional de Promoção da Saúde</p><p>(PNPS), registre V, para verdadeiras, e F, para falsas nas afirmativas a seguir:</p><p>(__)A PNPS traz, em sua essência, a necessidade de estabelecer relação com as demais políticas públicas</p><p>conquistadas pela população.</p><p>(__)A PNPS foi institucionalizada em 2002.</p><p>(__)Os valores e princípios da PNPS configuram-se como expressões fundamentais de todas as práticas e</p><p>ações no campo de atuação da promoção da saúde.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:</p><p>A F - F - V.</p><p>B V - V - V.</p><p>C V - V - F.</p><p>D V - F - V.</p><p>E F - F - F.</p><p>Comentários</p><p>(V) Visa ser transversal, assim como a PNH.</p><p>(F) A Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) foi instituída pela Portaria MS/GM nº 687, de 30 de</p><p>março de 2006, e redefinida pela Portaria nº 2.446, de 11 de novembro de 2014. A Portaria nº</p><p>2.446/2014 foi acolhida pela Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017, que consolida</p><p>as normas sobre as políticas nacionais de saúde do SUS.</p><p>(V) São a base para as diversas ações.</p><p>Alternativa: D.</p><p>21. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2023 - Sobre a Política Nacional de Humanização</p><p>(PNH), é correto afirmar que:</p><p>A Equipes de referência e apoio matricial não fazem parte dos dispositivos da PNH.</p><p>B Dentre seus propósitos estão: contagiar trabalhadores, gestores e usuários do SUS com os princípios e</p><p>as diretrizes da humanização e fortalecer iniciativas de humanização existentes.</p><p>C Um de seus objetivos é Divulgar a Política Nacional de Humanização e reduzir os processos de</p><p>formação e produção de conhecimento em articulação com movimentos sociais e instituições.</p><p>D A rede HumanizaSUS é uma rede social exclusiva para os gestores do SUS sobre os processos de</p><p>humanização da gestão e do cuidado no SUS.</p><p>E Os efeitos esperados com a PNH são a redução de filas e do tempo de espera, com a diminuição do</p><p>acesso e atendimento acolhedor e resolutivo baseado em critérios socioeconômicos.</p><p>Comentários</p><p>A Errada. As equipes de referência e o apoio matricial são dois arranjos organizacionais que apresentam</p><p>essas características de transversalidade.</p><p>B Certa. É o primeiro descrito na Política!</p><p>C Errada. Um dos objetivos é “Divulgar a Política Nacional de Humanização e ampliar os processos de</p><p>formação e produção de conhecimento em articulação com movimentos sociais e instituições”.</p><p>D Errada. Envolve os três atores: usuários, profissionais e gestores.</p><p>E Errada. A frase se corrige ao se mencionar AUMENTAR o acesso e atendimento acolhedor e resolutivo</p><p>baseado em CRITÉRIOS DE RISCO.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Alternativa: B.</p><p>22. UPENET/IAUPE / Prefeitura de Abreu e Lima - PE / 2023 - Lançada em 2003, a Política Nacional de</p><p>Humanização (PNH) propõe por em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde,</p><p>produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar.</p><p>Assinale a alternativa que corresponde a um princípio da PNH.</p><p>A Indissociabilidade entre atenção e gestão.</p><p>B Clínica ampliada e compartilhada.</p><p>C Valorização do Trabalhador.</p><p>D Acolhimento.</p><p>E Ambiência.</p><p>Comentários</p><p>Os princípios são 3: Transversalidade, Indissociabilidade entre atenção e gestão e corresponsabilidade e</p><p>autonomia dos sujeitos e coletivo. Os demais são diretrizes que a banca tentou te confundir.</p><p>Alternativa: A.</p><p>23. AMEOSC / Prefeitura de Itapiranga - SC / 2023 - Na Política Nacional de Humanização (PNH), o</p><p>acolhimento é um dos eixos norteadores para a promoção da saúde integral e humanizada. Nesse</p><p>sentido, qual é a definição de acolhimento segundo a PNH?</p><p>A Acolhimento é um serviço prestado pelos profissionais de saúde para garantir a satisfação do usuário.</p><p>B Acolhimento é uma forma de gestão que busca a redução dos custos do serviço de saúde através do</p><p>aumento da produtividade dos profissionais.</p><p>C Acolhimento é uma técnica que consiste em priorizar o atendimento de pacientes mais graves em</p><p>detrimento dos demais.</p><p>D Acolhimento é uma postura ética e um conjunto de práticas que visam a garantir aos usuários a</p><p>entrada e a permanência digna e resolutiva nos serviços de saúde.</p><p>Comentários.</p><p>A grande palavra chave é “postura ética”. Acolhimento é uma diretriz da Política Nacional de</p><p>Humanização (PNH), que não tem local nem hora certa para acontecer, nem um profissional específico</p><p>para fazê-lo: faz parte de todos os encontros do serviço de saúde. O acolhimento é uma postura ética</p><p>que implica na escuta do usuário em suas queixas, no reconhecimento do seu protagonismo no processo</p><p>de saúde e adoecimento, e na responsabilização pela resolução, com ativação de redes de</p><p>compartilhamento de saberes. Acolher é um compromisso de resposta às necessidades dos cidadãos</p><p>que procuram os serviços de saúde.</p><p>Alternativa: D.</p><p>24. AMEOSC / Prefeitura de São José do Cedro - SP / 2023 - A criação da PNH veio da necessidade de</p><p>avanço e qualificação do sistema nacional de saúde na relação e nos processos de atenção ao usuário,</p><p>bem como no trabalho de gestores e trabalhadores da área, reconhecendo a singularidade e a</p><p>capacidade criadora de cada sujeito envolvido. A PNH está pautada em quais princípios?</p><p>A Descentralização político administrativa, proteção social integral e garantia do cuidado e assistência</p><p>em saúde.</p><p>B Democratização da gestão e dos serviços, universalidade e fortalecimento da atenção básica de saúde</p><p>apenas nos municípios.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>C Centralidade da esfera pública na política, intersetorialidade e hierarquização dos serviços por grau</p><p>de complexidade.</p><p>D Transversalidade, indissociabilidade entre atenção e gestão e protagonismo e autonomia dos sujeitos</p><p>coletivos.</p><p>Comentários</p><p>A Política Nacional de Humanização se pauta em três princípios:</p><p>➔ inseparabilidade entre a atenção e a gestão dos processos de produção de saúde,</p><p>➔ transversalidade</p><p>➔ autonomia e protagonismo dos sujeitos.</p><p>Alternativa: D.</p><p>25. FEPESE /Prefeitura de Balneário Camboriú - SC P/ 2023 - O programa Previne Brasil foi instituído</p><p>pela Portaria nº 2.979, de 12 de novembro de 2019. O novo modelo de financiamento altera algumas</p><p>formas de repasse das transferências para os municípios, que passam a ser distribuídas com base em</p><p>quatro critérios. Cada um desses critérios tem seus indicadores específicos definidos.</p><p>Quais são esses 4 critérios?</p><p>A Número de hipertensos, número de diabéticos, quantidade de consultas pré-natal realizadas, renda</p><p>per capita.</p><p>B Captação ponderada, indicadores de atendimento de hipertensos, número de funcionários da UBS e</p><p>renda per capita.</p><p>C Pagamento por desempenho, incentivo financeiro com base em critério populacional, número de</p><p>hipertensos cadastrados, renda per capita.</p><p>D Captação ponderada, pagamento por desempenho, incentivo para ações estratégicas e incentivo</p><p>financeiro com base em critério populacional.</p><p>E Número de população do município segundo o IBGE, número de equipes de saúde bucal, número de</p><p>funcionários da UBS, incentivo para ações estratégicas.</p><p>Comentários</p><p>Esta questão, diferente da anterior, já está atualizada quanto aos 4 critérios que são: Capitação</p><p>ponderada, pagamento por desempenho, incentivo para ações estratégicas e incentivo financeiro com</p><p>base em critério populacional.</p><p>Alternativa: D.</p><p>GABARITO</p><p>1. B</p><p>2. B</p><p>3. E</p><p>4. C</p><p>5. D</p><p>6. C</p><p>7. A</p><p>8. B</p><p>9. A</p><p>10.A</p><p>11.B</p><p>12.D</p><p>13.C</p><p>14.A</p><p>15.C</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>16.D</p><p>17.D</p><p>18.A</p><p>19.D</p><p>20.D</p><p>21.D</p><p>22.A</p><p>23.D</p><p>24.D</p><p>25.D</p><p>FILTROS DO SISTEMA DE QUESTÕES</p><p>Em complemento às questões acima, veja alguns filtros do Sistema de Questões que</p><p>reforçarão os principais itens do BIZU:</p><p>História das Políticas Públicas http://questo.es/vvgyeq</p><p>CF 88 - Seguridade e Saúde http://questo.es/m23jyf</p><p>Lei 8080 90 http://questo.es/u3xbp5</p><p>Lei 8142 90 http://questo.es/73r7ah</p><p>PNAB http://questo.es/3pv3pj</p><p>Modelos de Atenção em Saúde http://questo.es/mi4gsu</p><p>Política Nacional de Humanização http://questo.es/jbah21</p><p>Financiamento do SUS http://questo.es/vo81aa</p><p>Desejo a você um grande sucesso nas provas!</p><p>Abraço!</p><p>Prof. Lígia Carvalheiro Fernandes</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>de Administração da Saúde Previdenciária</p><p>(CONASP) que, dentre as diversas propostas de intervenção está o</p><p>Programa das Ações Integradas de Saúde, cuja diretrizes incluem:</p><p>Universalização, acessibilidade, descentralização, integralidade e</p><p>participação da comunidade.</p><p>6. Período</p><p>Nova</p><p>República</p><p>(1985 - 1988)</p><p>➔ 1986 - VIII Conferência Nacional de Saúde (marco ideológico):</p><p>movimento suprapartidário, com o tema “Democracia é Saúde”. Foi a</p><p>primeira conferência a permitir a participação popular e seu relatório</p><p>final foi a base do texto jurídico para a atual Seção de Saúde da</p><p>Constituição Federal.</p><p>➔ 1987 - Implantação do Sistema Unificado e Descentralizado de</p><p>Saúde (SUDS) sob a forma de convênio dos INAMPS e Secretarias</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Estaduais tinha por princípios a equidade, a descentralização, a</p><p>regionalização, a hierarquização,. Um “rascunho” do SUS.</p><p>➔ 1988 - Constituição Federal 1988, com regulamentação do</p><p>assunto da Saúde entre os artigos 196 - 200.</p><p>A partir de agora, temos o SUS regulamentado e chovem questões acerca deste processo!</p><p>CF/88 - Seguridade Social</p><p>O foco é memorizar quais assuntos fazem parte da Seguridade Social,</p><p>seus objetivos e financiamento.</p><p>Art. 194: A SEGURIDADE SOCIAL vem da iniciativa dos Poderes Públicos</p><p>e da Sociedade para garantir direitos relativos à:</p><p>SAÚDE ASSISTÊNCIA</p><p>SOCIAL</p><p>PREVIDÊNCIA</p><p>SOCIAL</p><p>Decore também seus objetivos:</p><p>1 CARÁTER DEMOCRÁTICO</p><p>E DESCENTRALIZADO</p><p>da administração, mediante gestão QUADRIPARTITE, com</p><p>participação dos trabalhadores, empregadores, aposentados e</p><p>governo.</p><p>2 UNIVERSALIDADE da cobertura e do atendimento.</p><p>3 UNIFORMIDADE E</p><p>EQUIVALÊNCIA</p><p>dos benefícios e serviços às populações URBANAS e RURAIS.</p><p>4 DIVERSIDADE DE</p><p>FINANCIAMENTO</p><p>rubricas contábeis específicas para cada área, preservado o caráter</p><p>CONTRIBUTIVO da previdência social.</p><p>5 EQUIDADE na forma de participação no custeio</p><p>6 IRREDUTIBILIDADE do valor dos benefícios</p><p>7 SELETIVIDADE E</p><p>DISTRIBUTIVIDADE</p><p>na prestação dos benefícios e serviços</p><p>Art. 195: Financiamento da Seguridade Social</p><p>O FINANCIAMENTO se dá por toda a sociedade, por recursos da U, E, DF e M e das</p><p>seguintes CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS:</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>I - do empregador, empresa ou similar</p><p>a) folha de salários e demais rendimentos do</p><p>trabalho pagos ou creditados a pessoa física que</p><p>lhe preste serviço, mesmo sem fins lucrativos;</p><p>II - do trabalhador e dos demais segurados da</p><p>previdência, podendo ser adotadas alíquotas</p><p>progressivas de acordo com o valor do salário de</p><p>contribuição, NÃO INCIDINDO contribuição</p><p>sobre APOSENTADORIA e PENSÃO concedidas</p><p>pelo Regime Geral da Previdência Social.</p><p>III - sobre a receita de concursos de prognósticos. IV - do importador de bens ou serviços do</p><p>exterior, ou de quem a lei a ele se equiparar.</p><p>✅ Lembre-se que:</p><p>1) As receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios destinadas à seguridade</p><p>social constarão dos respectivos orçamentos, não integrando o orçamento da União.</p><p>2) A proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos</p><p>órgãos responsáveis pela saúde, previdência social e assistência social, tendo em vista as</p><p>metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, assegurada a cada área</p><p>a gestão de seus recursos.</p><p>3) A lei poderá instituir outras fontes destinadas a garantir a manutenção ou expansão da</p><p>seguridade social.</p><p>CF/88 - Saúde</p><p>Vejamos os assuntos principais dos artigos:</p><p>Art. 196. A saúde é DIREITO de todos e DEVER do Estado, garantido mediante políticas</p><p>sociais e econômicas que visem:</p><p>1) à redução do risco de doença e de outros agravos e [quesito</p><p>preventivo / promoção da saúde]</p><p>2) acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua</p><p>promoção, proteção e recuperação. [sem discriminação]</p><p>[O mesmo será dito, posteriormente, na Lei 8080 90, visto que esta lei</p><p>regulamenta o que consta na CF 88.]</p><p>Art. 197. São de RELEVÂNCIA PÚBLICA as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder</p><p>Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo</p><p>sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou</p><p>jurídica de direito privado.</p><p>Art. 198. Dentre vários pontos, destaco que:</p><p>As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e</p><p>constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes DIRETRIZES:</p><p>Atendimento Integral:</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Descentralização:</p><p>com direção única em cada</p><p>esfera do governo.</p><p>com prioridade para as</p><p>atividades preventivas, sem</p><p>prejuízo dos serviços</p><p>assistenciais.</p><p>Participação da Comunidade</p><p>A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios aplicarão, anualmente, em ações e</p><p>serviços públicos de saúde recursos mínimos derivados da aplicação de percentuais</p><p>calculados sobre:</p><p>I - no caso da União, a receita corrente líquida do respectivo exercício financeiro, não</p><p>podendo ser inferior a 15%.</p><p>Sobre os Estados, Municípios e Distrito Federal, a norma apenas menciona os impostos</p><p>vinculados, mas os percentuais serão vistos mais adiante.</p><p>Art. 199. A assistência à saúde É LIVRE à iniciativa privada.</p><p>Isso ocorre nas seguintes condições:</p><p>Participação de forma COMPLEMENTAR Segundo as DIRETRIZES do SUS</p><p>Preferência para entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.</p><p>Lembre-se de 2⚠ vedações❌importantes:</p><p>É vedada a destinação de recursos públicos para</p><p>auxílios ou subvenções às instituições privadas</p><p>com fins lucrativos.</p><p>É vedada a participação direta ou indireta de</p><p>empresas ou capitais estrangeiros na</p><p>assistência à saúde no País, salvo nos casos</p><p>previstos em lei.</p><p>Art. 200. Atribuições do SUS:</p><p>1 controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e</p><p>participar da produção de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e</p><p>outros insumos;</p><p>2 executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do</p><p>trabalhador;</p><p>3 ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde;</p><p>4 participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico;</p><p>5 incrementar, em sua área de atuação, o desenvolvimento científico e tecnológico e a</p><p>inovação;</p><p>6 fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o controle de seu teor nutricional, bem</p><p>como bebidas e águas para consumo humano;</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>7 participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de</p><p>substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos;</p><p>8 colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho.</p><p>Lei 8.080/90</p><p>Acredite: a primeira opção de pergunta é o próprio assunto:</p><p>Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a</p><p>organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.</p><p>Lembra que o Art. 196 da CF 88 trazia a SAÚDE enquanto DIREITO? Isso é retomado aqui:</p><p>Art. 2º A saúde é um DIREITO fundamental do ser humano, DEVENDO o Estado prover as</p><p>condições indispensáveis ao seu pleno exercício.</p><p>O dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e</p><p>execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução</p><p>de riscos de doenças e de outros agravos e no estabelecimento</p><p>de condições que assegurem acesso universal e igualitário às</p><p>ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e</p><p>recuperação.</p><p>[igual ao que consta na CF 88]</p><p>O dever do Estado não exclui o</p><p>das pessoas, da família, das</p><p>empresas e da sociedade.</p><p>[este trecho é acréscimo]</p><p>Art. 3º Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a</p><p>saúde como</p><p>FATORES DETERMINANTES E CONDICIONANTES SAÚDE : [dentre outros]</p><p>educação alimentação transporte lazer renda moradia</p><p>trabalho meio ambiente saneamento</p><p>básico</p><p>atividade física moradia acesso a bens</p><p>e serviços</p><p>essenciais</p><p>Art. 5º São OBJETIVOS do Sistema Único de Saúde SUS:</p><p>I - a identificação e</p><p>divulgação dos fatores</p><p>condicionantes e</p><p>determinantes da saúde;</p><p>II - a formulação de política</p><p>de saúde destinada a</p><p>promover, nos campos</p><p>econômico e social,</p><p>III - a assistência às pessoas por</p><p>intermédio de ações de promoção,</p><p>proteção e recuperação da saúde, com a</p><p>realização integrada das ações</p><p>assistenciais e das atividades</p><p>preventivas.</p><p>Art. 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):</p><p>[Este trecho completa o Art. 200 da CF 88.]</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>I - a EXECUÇÃO de ações:</p><p>VIGILÂNCIA</p><p>SANITÁRIA</p><p>VIGILÂNCIA</p><p>EPIDEMIOLÓGICA</p><p>SAÚDE DO</p><p>TRABALHADOR</p><p>ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA</p><p>INTEGRAL, INCLUINDO A</p><p>FARMACÊUTICA</p><p>SAÚDE BUCAL</p><p>Veja trechos das definições. ENTENDE-SE por:</p><p>VIGILÂNCIA SANITÁRIA</p><p>Conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos</p><p>problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da</p><p>prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo:</p><p>I - o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde,</p><p>compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo;</p><p>II - o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a</p><p>saúde.</p><p>VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA</p><p>Conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer</p><p>mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a</p><p>finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou</p><p>agravos.</p><p>SAÚDE DO TRABALHADOR</p><p>Conjunto de atividades que se destina, através das ações de vigilância epidemiológica e</p><p>vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, assim como visa à</p><p>recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos</p><p>advindos das condições de trabalho.</p><p>SAÚDE BUCAL</p><p>Conjunto articulado de ações, em todos os níveis de complexidade, que visem a garantir</p><p>promoção, prevenção, recuperação e reabilitação odontológica, individual e coletiva, inseridas</p><p>no contexto da integralidade da atenção à saúde.</p><p>II - a participação na FORMULAÇÃO DA POLÍTICA E EXECUÇÃO de ações de saneamento;</p><p>III - a ordenação da formação de RECURSOS HUMANOS na área de saúde;</p><p>IV - a vigilância NUTRICIONAL e a orientação alimentar;</p><p>V - a colaboração na proteção do MEIO AMBIENTE, nele compreendido o do trabalho;</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>VI - a formulação da POLÍTICA DE MEDICAMENTOS, EQUIPAMENTOS E IMUNOBIOLÓGICOS,</p><p>e outros insumos de interesse para a saúde e a participação na sua produção;</p><p>VII - o CONTROLE E FISCALIZAÇÃO de serviços, produtos e substâncias de interesse à saúde;</p><p>VIII - a FISCALIZAÇÃO E INSPECÇÃO de alimentos, água e bebidas para consumo humano;</p><p>IX - a participação no controle e na fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de</p><p>substâncias e produtos PSICOATIVOS, TÓXICOS E RADIOATIVOS</p><p>X - o incremento do DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO.</p><p>XI - a formulação e execução da POLÍTICA DE SANGUE E SEUS DERIVADOS.</p><p>E, agora, você PRECISA memorizar os PRINCÍPIOS!</p><p>Art. 7º Eles têm por base as DIRETRIZES que vimos no Art. 198</p><p>da CF/88 e são:</p><p>I - universalidade de acesso aos</p><p>serviços de saúde em todos os</p><p>níveis de assistência;</p><p>II - integralidade de assistência,</p><p>entendida como conjunto</p><p>articulado e contínuo das ações</p><p>e serviços preventivos e</p><p>curativos, individuais e coletivos,</p><p>exigidos para cada caso em</p><p>todos os níveis de</p><p>complexidade do sistema;</p><p>III - preservação da autonomia</p><p>das pessoas na defesa de sua</p><p>integridade física e moral;</p><p>IV - igualdade da assistência à</p><p>saúde, sem preconceitos ou</p><p>privilégios de qualquer espécie;</p><p>V - direito à informação, às</p><p>pessoas assistidas, sobre sua</p><p>saúde;</p><p>VI - divulgação de informações</p><p>quanto ao potencial dos</p><p>serviços de saúde e a sua</p><p>utilização pelo usuário;</p><p>VII - utilização da epidemiologia</p><p>para o estabelecimento de</p><p>prioridades, a alocação de</p><p>recursos e a orientação</p><p>programática;</p><p>VIII - participação da</p><p>comunidade;</p><p>IX - descentralização</p><p>político-administrativa, com</p><p>direção única em cada esfera de</p><p>governo:</p><p>a) ênfase na descentralização</p><p>dos serviços para os municípios;</p><p>b) regionalização e</p><p>hierarquização da rede de</p><p>serviços de saúde;</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>X - integração em nível</p><p>executivo das ações de saúde,</p><p>meio ambiente e saneamento</p><p>básico;</p><p>XI - conjugação dos recursos</p><p>financeiros, tecnológicos,</p><p>materiais e humanos da União,</p><p>dos Estados, do Distrito Federal</p><p>e dos Municípios na prestação</p><p>de serviços de assistência à</p><p>saúde da população;</p><p>XII - capacidade de resolução</p><p>dos serviços em todos os níveis</p><p>de assistência; e</p><p>XIII - organização dos serviços</p><p>públicos de modo a evitar</p><p>duplicidade de meios para fins</p><p>idênticos.</p><p>XIV – organização de</p><p>atendimento público específico</p><p>e especializado para mulheres e</p><p>vítimas de violência doméstica</p><p>em geral, que garanta, entre</p><p>outros, atendimento,</p><p>acompanhamento psicológico e</p><p>cirurgias plásticas reparadoras.</p><p>XV – proteção integral dos</p><p>direitos humanos de todos os</p><p>usuários e especial atenção à</p><p>identificação de maus-tratos,</p><p>de negligência e de violência</p><p>sexual praticados contra</p><p>crianças e adolescentes.”</p><p>Art. 9º A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, de acordo com o inciso I do art. 198</p><p>da Constituição Federal, sendo exercida em cada esfera de governo pelos seguintes órgãos:</p><p>I - no âmbito da UNIÃO, pelo Ministério da Saúde;</p><p>II - no âmbito dos ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL, pela respectiva Secretaria de Saúde</p><p>ou órgão equivalente; e</p><p>III - no âmbito dos MUNICÍPIO, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente.</p><p>Esta Lei trata de alguns tipos de COMISSÕES, veja:</p><p>INTERSETORIAL PERMANENTES INTERGESTORES</p><p>Art. 13. A articulação das</p><p>políticas e programas, a</p><p>cargo das comissões</p><p>intersetoriais, abrangerá, em</p><p>especial, as seguintes</p><p>atividades:</p><p>I - alimentação e nutrição;</p><p>II - saneamento e meio</p><p>ambiente;</p><p>III - vigilância sanitária e</p><p>farmacoepidemiologia;</p><p>IV - recursos humanos;</p><p>V - ciência e tecnologia; e</p><p>VI - saúde do trabalhador.</p><p>Art. 14 [...] tem por finalidade</p><p>propor prioridades, métodos</p><p>e estratégias para a formação</p><p>e educação continuada dos</p><p>recursos humanos do Sistema</p><p>Único de Saúde (SUS), na</p><p>esfera correspondente, assim</p><p>como em relação à pesquisa</p><p>e à cooperação técnica entre</p><p>essas instituições.</p><p>Art. 14 A - As Comissões</p><p>Intergestores Bipartite e</p><p>Tripartite são reconhecidas</p><p>como foros de negociação e</p><p>pactuação entre gestores,</p><p>quanto aos aspectos</p><p>operacionais do Sistema</p><p>Único de Saúde (SUS).</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>A partir do Art. 16, temos competências individuais dos entes e, precisa memorizar o teor, tal</p><p>como:</p><p>➔ UNIÃO: Formular, avaliar, coordenar, elaborar, normas, etc.</p><p>➔ ESTADO: Participar, formular normas de forma suplementar, etc.</p><p>➔ MUNICÍPIO: Executar, colaborar com a fiscalização, gerir, etc.</p><p>Além das competências mais óbvias, tais como a competência do Estado “promover a</p><p>descentralização para os Municípios dos serviços e das ações de saúde” , tais verbos do</p><p>esquema ajudam a encontrar o grau de gestão executado pelo ente.</p><p>Sobre o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, destaco 4 pontos:</p><p>1. Caberá à UNIÃO, com seus recursos próprios, financiar o Subsistema de Atenção à Saúde</p><p>Indígena.</p><p>2. Dever-se-á obrigatoriamente levar em consideração a realidade local e as</p><p>especificidades</p><p>da cultura dos povos indígenas e o modelo a ser adotado para a atenção à saúde indígena,</p><p>que se deve pautar por uma abordagem diferenciada e global, contemplando os aspectos de</p><p>assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habitação, meio ambiente, demarcação de</p><p>terras, educação sanitária e integração institucional.</p><p>3. O Subsistema de Atenção à Saúde Indígena deverá ser, como o SUS:</p><p>DESCENTRALIZADO HIERARQUIZADO REGIONALIZADO</p><p>4. As populações indígenas terão direito a participar dos organismos colegiados de</p><p>formulação, acompanhamento e avaliação das políticas de saúde, tais como o Conselho</p><p>Nacional de Saúde e os Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde, quando for o caso.</p><p>Sobre os momentos do TRABALHO DE PARTO, PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO, esta</p><p>legislação aponta que os serviços são OBRIGADOS a permitir a presença, junto à parturiente</p><p>de 1 ACOMPANHANTE, INDICADO POR ELA.</p><p>Outra seção importante é acerca da ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA E DA INCORPORAÇÃO</p><p>DE TECNOLOGIA EM SAÚDE. Primeiramente, temos as definições:</p><p>PRODUTO DE INTERESSE</p><p>PARA A SAÚDE PÚBLICA</p><p>órteses, próteses, bolsas coletoras e equipamentos médicos.</p><p>PROTOCOLO CLÍNICO E</p><p>DIRETRIZ TERAPÊUTICA</p><p>documento que estabelece critérios para o diagnóstico da</p><p>doença ou do agravo à saúde; o tratamento preconizado,</p><p>com os medicamentos e demais produtos apropriados,</p><p>quando couber; as posologias recomendadas; os</p><p>mecanismos de controle clínico; e o acompanhamento e a</p><p>verificação dos resultados terapêuticos, a serem seguidos</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>pelos gestores do SUS.</p><p>GUARDE ISSO: Art. 19-Q. A incorporação, a exclusão ou a alteração pelo SUS de novos</p><p>medicamentos, produtos e procedimentos, bem como a constituição ou a alteração de</p><p>protocolo clínico ou de diretriz terapêutica, são atribuições do Ministério da Saúde,</p><p>assessorado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.</p><p>§ 1º A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, cuja composição e</p><p>regimento são definidos em regulamento, contará com a participação de:</p><p>➔ 1 representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde,</p><p>➔ 1 representante, especialista na área, indicado pelo Conselho Federal de Medicina e de</p><p>➔ 1 representante, especialista na área, indicado pela Associação Médica Brasileira.</p><p>Art. 19-R. A incorporação, a exclusão e a alteração serão efetuadas mediante a instauração</p><p>de processo administrativo, a ser concluído em prazo não superior a 180 dias, contado da</p><p>data em que foi protocolado o pedido, admitida a sua prorrogação por 90 dias corridos,</p><p>quando as circunstâncias exigirem.</p><p>Desde que você estudou o Art. 199, você aprendeu que a iniciativa</p><p>privada pode participar do SUS e, agora, vejamos a parte dessa</p><p>regulamentação:</p><p>SERVIÇOS PRIVADOS</p><p>Caracterizam-se pela atuação, por iniciativa própria, de profissionais liberais, legalmente</p><p>habilitados, e de pessoas jurídicas de direito privado na promoção, proteção e recuperação da</p><p>saúde.</p><p>A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.</p><p>Serão observados os princípios éticos e às normas expedidas pelo órgão de direção do SUS</p><p>quanto às condições para seu funcionamento.</p><p>A participação complementar dos serviços privados será formalizada mediante contrato ou</p><p>convênio, observadas, a respeito, as normas de direito público.</p><p>Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à</p><p>população de uma determinada área, o SUS poderá recorrer à iniciativa privada.</p><p>Aos proprietários, administradores e dirigentes de entidades ou serviços contratados é</p><p>❌vedado exercer cargo de chefia ou função de confiança no SUS.</p><p>Ainda que o assunto do PLANEJAMENTO extrapola esta legislação, já encontramos, aqui,</p><p>alguns pontos iniciais, importantes!</p><p>Art. 36. O processo de planejamento e orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) será</p><p>ASCENDENTE, do nível local até o federal, ouvidos seus órgãos deliberativos,</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>compatibilizando-se as necessidades da política de saúde com a disponibilidade de recursos</p><p>em planos de saúde dos Municípios, dos Estados, do Distrito Federal e da União.</p><p>§ 1º Os PLANOS DE SAÚDE serão a base das atividades e programações de cada nível de</p><p>direção do Sistema Único de Saúde (SUS), e seu financiamento será previsto na respectiva</p><p>proposta orçamentária. [e, claro, que temos outros instrumentos de planejamento]</p><p>§ 2º É❌ vedada a transferência de recursos para o financiamento de ações não previstas nos</p><p>planos de saúde, [ou seja, é a regra básica] exceto em situações emergenciais ou de</p><p>calamidade pública, na área de saúde.</p><p>Lei 8.142/90 e Resolução 453 12</p><p>Primeiro de tudo, quais são INSTÂNCIAS COLEGIADAS de participação popular, em cada</p><p>esfera de governo?</p><p>COMPARAÇÃO CONFERÊNCIA DE SAÚDE CONSELHO DE SAÚDE</p><p>Periodicidade de reunião 4 em 4 anos (sempre no primeiro</p><p>ano da gestão)</p><p>Não se aplica</p><p>Caráter Eventual e provisório (pois é a cada</p><p>4 anos)</p><p>Permanente (atuação constante,</p><p>no mínimo 1 x por mês) e</p><p>deliberativo (órgão máximo de</p><p>deliberação em relação à saúde).</p><p>Quem compõe Representação de vários</p><p>segmentos sociais.</p><p>Idem ao Conselho de Saúde. Não</p><p>são as mesmas pessoas, mas as</p><p>mesmas representações!</p><p>Representantes do governo,</p><p>prestadores de serviço,</p><p>profissionais de saúde e</p><p>usuários.</p><p>Objetivo Avaliar a situação de saúde (para</p><p>saber se os 4 anos anteriores foram</p><p>efetivos, o que precisa melhorar</p><p>etc.) e propor as diretrizes para a</p><p>formulação da política de saúde.</p><p>Não fiscaliza e não delibera, como</p><p>o Conselho!</p><p>Aqui se aprova o Relatório de</p><p>Gestão. E depois, ainda manda</p><p>para o Conselho!</p><p>Formulação de estratégias e no</p><p>controle da execução da política</p><p>de saúde, inclusive nos aspectos</p><p>econômicos e financeiros, aliás,</p><p>esse aspecto FISCALIZADOR é</p><p>muito marcante, inclusive do</p><p>Fundo de Saúde!!!</p><p>Em que nível Municipal, Estadual e Federal. Municipal, Estadual e Federal.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Convocada por quem Poder Executivo (regra geral) ou</p><p>extraordinariamente (se necessário,</p><p>além dos 4 em 4 anos), por esta</p><p>(poder Executivo) ou pelo</p><p>Conselho de Saúde.</p><p>Lembre-se dos chefes dos poderes</p><p>Executivos: Prefeitos / Secretário</p><p>Municipal de Saúde, Governador /</p><p>Secretário Estadual de Saúde e</p><p>Presidente da República / Ministro</p><p>da Saúde. O motivo é que a</p><p>segunda opção colocada para cada</p><p>ente TAMBÉM assina a ATA!</p><p>Não se aplica, pois a atuação é</p><p>contínua, lembra!</p><p>Homologação das</p><p>decisões</p><p>Não se aplica Chefe do poder legalmente</p><p>constituído em cada esfera do</p><p>governo.</p><p>Além disso, a mesma legislação trata das TRANSFERÊNCIAS INTERGOVERNAMENTAIS,</p><p>conforme a seguir:</p><p>Art. 4° Para receberem os recursos, os Municípios, os Estados e o Distrito Federal deverão</p><p>contar com:</p><p>I - Fundo de Saúde;</p><p>II - Conselho de Saúde, com composição paritária</p><p>III - plano de saúde;</p><p>IV - relatórios de gestão</p><p>V - contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento;</p><p>VI - Comissão de elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), previsto o prazo de</p><p>dois anos para sua implantação.</p><p>A Resolução 453/2012 traz diversas diretrizes sobre o Conselhos de Saúde e não se esqueça,</p><p>principalmente, da sua composição:</p><p>50% usuários.</p><p>25% profissionais da</p><p>saúde.</p><p>25% representantes do</p><p>governo + prestador de</p><p>serviços.</p><p>Decreto 7508/11</p><p>Este decreto regulamenta a Lei 8080 90 e vamos iniciar com algumas definições:</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>REGIÃO DA SAÚDE espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de</p><p>Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais,</p><p>econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de</p><p>transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a</p><p>organização,</p><p>o planejamento e a execução de ações e serviços de</p><p>saúde.</p><p>[Note que não é apenas o limite geográfico o critério para a</p><p>formação da região de saúde e que a palavra-chave é “ESPAÇO</p><p>GEOGRÁFICO”, visto que a banca faz muita confusão com “MAPA</p><p>DA SAÚDE”.]</p><p>MAPA DA SAÚDE descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de</p><p>ações e serviços de saúde ofertados pelo SUS e pela iniciativa</p><p>privada, considerando-se a capacidade instalada existente, os</p><p>investimentos e o desempenho aferido a partir dos indicadores de</p><p>saúde do sistema.</p><p>[é como uma foto detalhada do que o território tem de ações e</p><p>serviços de saúde e a palavra-chave é ‘DESCRIÇÃO GEOGRÁFICA”.</p><p>Assim, descreve um diagnóstico. Ex. quantas UBS, UPAS, Hospitais,</p><p>recursos humanos, ações de vigilância, indicadores diversos etc.]</p><p>CONTRATO</p><p>ORGANIZATIVO DA</p><p>AÇÃO PÚBLICA DA</p><p>SAÚDE</p><p>acordo de colaboração firmado entre entes federativos com a</p><p>finalidade de organizar e integrar as ações e serviços de saúde na</p><p>rede regionalizada e hierarquizada, com definição de:</p><p>➔ responsabilidades,</p><p>➔ indicadores e metas de saúde,</p><p>➔ critérios de avaliação de desempenho,</p><p>➔ recursos financeiros que serão disponibilizados,</p><p>➔ forma de controle e fiscalização de sua execução e</p><p>➔ demais elementos necessários à implementação integrada</p><p>das ações e serviços de saúde.</p><p>ATENÇÃO!</p><p>Esse instrumento foi criado neste decreto!</p><p>Todos os entes assinam acordo e toda região tem um desses, pois é</p><p>REGIONAL!</p><p>Cuidado para não confundir com os Consórcios.</p><p>Diferenças</p><p>COAP: é obrigatório aos municípios!!!!</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>CONSÓRCIO: é opcional!</p><p>COAP: restrito a uma região!</p><p>CONSÓRCIO: extrapola as regiões!</p><p>Último detalhe: O COAP se faz APÓS o MAPA!!!</p><p>PORTAS DE ENTRADA serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no SUS.</p><p>[ao longo do decreto serão especificados quais são as portas de</p><p>entrada, mas compreenda que é por onde ele ingressa na Rede de</p><p>Atenção à Saúde]</p><p>COMISSÕES</p><p>INTERGESTORAS</p><p>instâncias de pactuação consensual entre os entes federativos para</p><p>definição das regras da gestão compartilhada do SUS;</p><p>[já vimos isso na Lei 8080 90. Lembre que aqui não tem voto, e sim,</p><p>consenso.]</p><p>REDE DE ATENÇÃO À</p><p>SAÚDE</p><p>conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de</p><p>complexidade crescente, com a finalidade de garantir a</p><p>integralidade da assistência à saúde;</p><p>[Em aula específica, teremos a Portaria 4279/10 que trata de RAS.</p><p>Temos uma mudança de uma pirâmide para um formato de rede</p><p>(mais horizontal), quanto a relação entre os níveis de atenção. Isso se</p><p>refere ao seguinte sentido: a complexidade é crescente, mas a</p><p>importância é a mesma para todos.]</p><p>SERVIÇOS ESPECIAIS</p><p>DE ACESSO ABERTO</p><p>serviços de saúde específicos para o atendimento da pessoa que,</p><p>em razão de agravo ou de situação laboral, necessita de</p><p>atendimento especial;</p><p>[Alguns exemplos: Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA),</p><p>CEREST (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador)]</p><p>PROTOCOLO CLÍNICO</p><p>E DIRETRIZ</p><p>TERAPÊUTICA</p><p>documento que estabelece: critérios para o diagnóstico da doença</p><p>ou do agravo à saúde; o tratamento preconizado, com os</p><p>medicamentos e demais produtos apropriados, quando couber; as</p><p>posologias recomendadas; os mecanismos de controle clínico; e o</p><p>acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos, a</p><p>serem seguidos pelos gestores do SUS.</p><p>[tais termos foram já vistos na Lei 8080 90].</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Art. 4º As Regiões de Saúde serão instituídas pelo Estado, em articulação com os Municípios,</p><p>respeitadas as diretrizes gerais pactuadas na Comissão Intergestores Tripartite - CIT a que se</p><p>refere o inciso I do art. 30.</p><p>Art. 5º Para ser instituída, a Região de Saúde deve conter, no mínimo, ações e serviços de:</p><p>[requisitos]</p><p>Atenção</p><p>Primária</p><p>Urgência e</p><p>Emergência</p><p>Atenção</p><p>Psicossocial</p><p>Atenção</p><p>Ambulatorial</p><p>Especializada e</p><p>Hospitalar</p><p>Vigilância em</p><p>Saúde</p><p>Parágrafo único. A instituição das Regiões de Saúde observará cronograma pactuado nas</p><p>Comissões Intergestores.</p><p>Art. 6º As Regiões de Saúde serão referência para as transferências de recursos entre os entes</p><p>federativos.</p><p>Art. 9º São PORTAS DE ENTRADA às ações e aos serviços de saúde nas Redes de Atenção à</p><p>Saúde os serviços:</p><p>I - de atenção primária;</p><p>II - de atenção de urgência e emergência;</p><p>III - de atenção psicossocial; e</p><p>IV - especiais de acesso aberto.</p><p>Art. 15. O processo de planejamento da saúde será ascendente e integrado, do nível local até o</p><p>federal, ouvidos os respectivos Conselhos de Saúde, compatibilizando-se as necessidades das</p><p>políticas de saúde com a disponibilidade de recursos financeiros.</p><p>[Começa na pessoa, depois família, comunidade, região... etc: MICRO PARA O MACRO!]</p><p>§ 1º O planejamento da saúde é obrigatório para os entes públicos e será indutor [estímulo] de</p><p>políticas para a iniciativa privada.</p><p>Art. 25. A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME compreende a seleção e a</p><p>padronização de medicamentos indicados para atendimento de doenças ou de agravos no</p><p>âmbito do SUS.</p><p>Parágrafo único. A RENAME será acompanhada do Formulário Terapêutico Nacional - FTN que</p><p>subsidiará a prescrição, a dispensação e o uso dos seus medicamentos. [uma padronização]</p><p>Art. 26. O Ministério da Saúde é o órgão competente para dispor sobre a RENAME e os</p><p>Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas em âmbito nacional, observadas as diretrizes</p><p>pactuadas pela CIT.</p><p>Parágrafo único. A cada dois anos, o Ministério da Saúde consolidará e publicará as atualizações</p><p>da RENAME, do respectivo FTN e dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas.</p><p>[Não confunda o que é RENAME com o que é RENASES!!!]</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Parágrafo único. O Ministério da Saúde consolidará e publicará as atualizações:</p><p>I - da RENAME, a cada dois</p><p>anos, e disponibilizará, nesse</p><p>prazo, a lista de tecnologias</p><p>incorporadas, excluídas e</p><p>alteradas pela CONITEC e</p><p>com a responsabilidade de</p><p>financiamento pactuada de</p><p>forma tripartite, até que haja</p><p>a consolidação da referida</p><p>lista;</p><p>II - do FTN, à medida que sejam</p><p>identificadas novas evidências</p><p>sobre as tecnologias constantes</p><p>na RENAME vigente; e</p><p>III - de protocolos</p><p>clínicos ou de diretrizes</p><p>terapêuticas, quando da</p><p>incorporação, alteração</p><p>ou exclusão de</p><p>tecnologias em saúde no</p><p>SUS e da existência de</p><p>novos estudos e</p><p>evidências científicas</p><p>identificados a partir de</p><p>revisões periódicas da</p><p>literatura relacionada aos</p><p>seus objetos.</p><p>Art. 30. As Comissões Intergestores pactuarão a organização e o funcionamento das ações e</p><p>serviços de saúde integrados em redes de atenção à saúde, sendo:</p><p>I - a CIT, no âmbito da União,</p><p>vinculada ao Ministério da</p><p>Saúde para efeitos</p><p>administrativos e operacionais;</p><p>II - a CIB, no âmbito do</p><p>Estado, vinculada à Secretaria</p><p>Estadual de Saúde para</p><p>efeitos administrativos e</p><p>operacionais;</p><p>III - a Comissão</p><p>Intergestores Regional -</p><p>CIR, no âmbito regional,</p><p>vinculada à Secretaria</p><p>Estadual de Saúde para</p><p>efeitos administrativos e</p><p>operacionais, devendo</p><p>observar as diretrizes da</p><p>CIB.</p><p>Aqui não estamos falando de composição, mas de vinculação! Quem dará o suporte técnico!!!!</p><p>Art. 31. Nas Comissões Intergestores, os gestores públicos de</p><p>saúde poderão ser representados pelo:</p><p>➔ Conselho Nacional de Secretários de Saúde - CONASS,</p><p>➔ Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde -</p><p>CONASEMS e</p><p>➔ Conselho Estadual de Secretarias Municipais de Saúde -</p><p>COSEMS.</p><p>Art. 33. O acordo de colaboração entre os entes federativos para a organização da rede</p><p>interfederativa de atenção à saúde será firmado por meio de Contrato Organizativo da Ação</p><p>Pública da Saúde.</p><p>Art. 35. O COAPS definirá:</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ as responsabilidades</p><p>individuais e solidárias dos entes federativos com relação às ações e</p><p>serviços de saúde,</p><p>➔ os indicadores e as metas de saúde,</p><p>➔ os critérios de avaliação de desempenho,</p><p>➔ os recursos financeiros que serão disponibilizados,</p><p>➔ a forma de controle e fiscalização da sua execução e</p><p>➔ demais elementos necessários à implementação integrada das ações e serviços de saúde.</p><p>Política Nacional de Atenção Básica</p><p>A Atenção Básica é:</p><p>AÇÕES ABRANGÊNCIA POR QUEM</p><p>o conjunto de ações de</p><p>saúde individuais, familiares e</p><p>coletivas</p><p>que envolvem promoção,</p><p>prevenção, proteção,</p><p>diagnóstico, tratamento,</p><p>reabilitação, redução de</p><p>danos, cuidados paliativos e</p><p>vigilância em saúde,</p><p>desenvolvida por meio de</p><p>práticas de cuidado integrado</p><p>e gestão qualificada</p><p>realizada com equipe</p><p>multiprofissional e dirigida à</p><p>população em território</p><p>definido, sobre as quais as</p><p>equipes assumem</p><p>responsabilidade sanitária</p><p>PORTA DE ENTRADA principal porta de entrada e centro de comunicação da Rede</p><p>de Atenção à Saúde</p><p>Coordenadora do cuidado e ordenadora das ações e serviços</p><p>Ofertada integralmente e gratuitamente</p><p>Proibida qualquer exclusão</p><p>São PRINCÍPIOS E DIRETRIZES do SUS e da RAS a serem operacionalizados na Atenção Básica:</p><p>PRINCÍPIOS</p><p>Universalidade Equidade Integralidade</p><p>DIRETRIZES</p><p>Regionalização e</p><p>Hierarquização</p><p>Resolutividade Territorialização</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Territorialização Longitudinalidade Coordenação do Cuidado</p><p>Cuidado centrado na pessoa Ordenação da Rede Participação da Comunidade</p><p>A PNAB tem na Saúde da Família sua ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA para expansão e consolidação</p><p>da Atenção Básica.</p><p>ATENÇÃO! Serão reconhecidas outras estratégias de Atenção</p><p>Básica, desde que observados os princípios e diretrizes previstos</p><p>neste Anexo e tenham caráter transitório, devendo ser estimulada</p><p>sua conversão em Estratégia Saúde da Família.</p><p>A INTEGRAÇÃO entre a Vigilância em Saúde e Atenção Básica é condição essencial para o</p><p>alcance de resultados que atendam às necessidades de saúde da população, na ótica da</p><p>integralidade da atenção à saúde e visa estabelecer processos de trabalho que considerem os</p><p>determinantes, os riscos e danos à saúde, na perspectiva da intra e intersetorialidade.</p><p>Acerca do equipamento da UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE ou UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA:</p><p>➔ funcionamento com carga horária mínima de 40 horas/semanais, no mínimo 5 dias da</p><p>semana e nos 12 meses do ano.</p><p>➔ horários alternativos de funcionamento podem ser pactuados através das instâncias de</p><p>participação social, desde que atendam expressamente a necessidade da população,</p><p>observando, sempre que possível, a carga horária mínima descrita acima.</p><p>➔ recomendação de população adscrita por equipe de 2.000 a 3.500 pessoas</p><p>➔ Padrões Essenciais - ações e procedimentos BÁSICOS relacionados a condições</p><p>básicas/essenciais de acesso e qualidade na Atenção Básica;</p><p>➔ Padrões Ampliados - ações e procedimentos considerados ESTRATÉGICOS para se avançar</p><p>e alcançar padrões elevados de acesso e qualidade na Atenção Básica, considerando</p><p>especificidades locais, indicadores e parâmetros estabelecidos nas Regiões de Saúde.</p><p>Todas as equipes que atuam na Atenção Básica deverão garantir a oferta de todas as ações e</p><p>procedimentos do Padrão Essencial e recomenda-se que também realizem ações e serviços do</p><p>Padrão Ampliado, considerando as necessidades e demandas de saúde das populações em</p><p>cada localidade.</p><p>Vejamos algumas equipes:</p><p>EQUIPE DESCRIÇÃO EQUIPE</p><p>SAÚDE DA FAMÍLIA É considerada como estratégia</p><p>de expansão, qualificação e</p><p>consolidação da Atenção Básica,</p><p>por favorecer uma reorientação</p><p>Composição mínima:</p><p>*médico, preferencialmente da</p><p>especialidade medicina de família e</p><p>comunidade</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>do processo de trabalho com</p><p>maior potencial de ampliar a</p><p>resolutividade e impactar na</p><p>situação de saúde das pessoas e</p><p>coletividades, além de propiciar</p><p>uma importante relação</p><p>custo-efetividade.</p><p>*enfermeiro, preferencialmente</p><p>especialista em saúde da família;</p><p>*auxiliar e/ou técnico de enfermagem</p><p>*agente comunitário de saúde.</p><p>Pode ser acrescido de:</p><p>*agente de combate à endemia</p><p>*profissionais de saúde bucal:</p><p>cirurgião-dentista, preferencialmente</p><p>especialista em saúde da família, e</p><p>auxiliar ou técnico em saúde bucal.</p><p>ATENÇÃO PRIMÁRIA Difere da equipe de Saúde da</p><p>Família - eSF em sua</p><p>composição, de modo a atender</p><p>às características e necessidades</p><p>de cada município, e deverá</p><p>observar as diretrizes da Política</p><p>Nacional da Atenção Básica -</p><p>PNAB e os atributos essenciais</p><p>da Atenção Primária à Saúde,</p><p>como acesso de primeiro</p><p>contato, longitudinalidade,</p><p>coordenação e integralidade</p><p>Composição mínima:</p><p>*médico, preferencialmente da</p><p>especialidade medicina de família e</p><p>comunidade</p><p>*enfermeiro, preferencialmente</p><p>especialista em saúde da família.</p><p>Modalidade I: a carga horária mínima</p><p>individual dos profissionais deverá ser</p><p>de 20 horas semanais, com</p><p>população adscrita correspondente a</p><p>50% da população adscrita para uma</p><p>eSF..</p><p>Modalidade II: a carga horária mínima</p><p>individual dos profissionais deverá ser</p><p>de 30 horas semanais, com</p><p>população adscrita correspondente a</p><p>75% da população adscrita para uma</p><p>eSF.</p><p>SAÚDE BUCAL Os profissionais de saúde bucal</p><p>que compõem as equipes de</p><p>Saúde da Família (eSF) e de</p><p>Atenção Básica (eAB) e de</p><p>devem estar vinculados à uma</p><p>UBS ou a Unidade Odontológica</p><p>Móvel</p><p>Modalidade I: Cirurgião-dentista e</p><p>auxiliar em saúde bucal (ASB) ou</p><p>técnico em saúde bucal (TSB) e;</p><p>Modalidade I-20h: eSB composta por</p><p>profissionais com carga horária</p><p>mínima individual de 20 horas</p><p>semanais e cadastrados em uma</p><p>mesma Unidade de Saúde, com</p><p>população adscrita correspondente a</p><p>50% da população adscrita para uma</p><p>eSF.</p><p>Modalidade I-30h: eSB composta por</p><p>profissionais com carga horária</p><p>mínima individual de 30 horas</p><p>semanais e cadastrados em uma</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>mesma Unidade de Saúde, com</p><p>população adscrita correspondente a</p><p>75% da população adscrita para uma</p><p>eSF.</p><p>Modalidade II: Cirurgião-dentista,</p><p>TSB e ASB, ou outro TSB.</p><p>NASF-AB</p><p>Lembra que houve uma</p><p>nota técnica que extinguiu</p><p>o financiamento federal</p><p>ao NASF e deixou cargo</p><p>do gestor tal conformação</p><p>da equipe? Pois bem,</p><p>com isso, temos que</p><p>NASF não foi extinto, mas</p><p>sua TIPOLOGIA SIM.</p><p>* Atenção ao e-MULTI,</p><p>logo adiante.</p><p>Equipe multiprofissional e</p><p>interdisciplinar composta por</p><p>categorias de profissionais da</p><p>saúde, complementar às equipes</p><p>que atuam na Atenção Básica. É</p><p>formada por diferentes</p><p>ocupações (profissões e</p><p>especialidades) da área da</p><p>saúde, atuando de maneira</p><p>integrada para dar suporte</p><p>(clínico, sanitário e pedagógico)</p><p>aos profissionais das equipes de</p><p>Saúde da Família (eSF) e de</p><p>Atenção Básica (eAB).</p><p>Ressalta-se que os Nasf-AB não</p><p>se constituem como serviços com</p><p>unidades físicas independentes</p><p>ou especiais, e não são de livre</p><p>acesso para atendimento</p><p>individual ou coletivo (estes,</p><p>quando necessários, devem ser</p><p>regulados pelas equipes que</p><p>atuam na Atenção Básica).</p><p>Devem, a partir das demandas</p><p>identificadas no trabalho</p><p>conjunto com as equipes, atuar</p><p>de forma integrada à Rede de</p><p>Atenção à Saúde e seus diversos</p><p>pontos de atenção, além de</p><p>outros equipamentos sociais</p><p>públicos/privados, redes sociais e</p><p>comunitárias.</p><p>Ocupações do Código Brasileiro de</p><p>Ocupações - CBO na área de saúde:</p><p>Médico Acupunturista; Assistente</p><p>Social; Profissional/Professor de</p><p>Educação Física; Farmacêutico;</p><p>Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo;</p><p>Médico Ginecologista/Obstetra;</p><p>Médico Homeopata; Nutricionista;</p><p>Médico Pediatra; Psicólogo; Médico</p><p>Psiquiatra; Terapeuta Ocupacional;</p><p>Médico Geriatra; Médico Internista</p><p>(clínica médica), Médico do Trabalho,</p><p>Médico Veterinário, profissional com</p><p>formação em arte e educação (arte</p><p>educador) e profissional de saúde</p><p>sanitarista, ou seja, profissional</p><p>graduado na área de saúde com</p><p>pós-graduação</p><p>em saúde pública ou</p><p>coletiva ou graduado diretamente em</p><p>uma dessas áreas conforme</p><p>normativa vigente.</p><p>ESTRATÉGIA DE</p><p>AGENTES</p><p>COMUNITÁRIOS DE</p><p>SAÚDE</p><p>É prevista a implantação da</p><p>Estratégia de Agentes</p><p>Comunitários de Saúde nas UBS</p><p>como uma possibilidade para a</p><p>reorganização inicial da Atenção</p><p>Básica com vistas à implantação</p><p>gradual da Estratégia de Saúde</p><p>da Família ou como uma forma</p><p>---</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>de agregar os agentes</p><p>comunitários a outras maneiras</p><p>de organização da Atenção</p><p>Básica.</p><p>Equipes Multiprofissionais - eMULTI</p><p>Tais equipes são consideradas o NASF de ROUPA NOVA! Grave</p><p>assim para fazer associações. Está regulamentado pela Portaria MS</p><p>635/2023. Ele institui, define e cria incentivo financeiro federal de</p><p>implantação, custeio e desempenho para as modalidades de</p><p>equipes Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde.</p><p>Diante da forma “solta” que a equipe NASF ficou, temos a regulamentação pela eMULTI. Olha a</p><p>descrição:</p><p>Art. 1º Esta portaria institui incentivo financeiro federal de implantação e custeio para as equipes</p><p>Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde - eMulti.</p><p>Parágrafo único. Para efeitos desta Portaria entende-se por eMulti equipes compostas por</p><p>profissionais de saúde de diferentes áreas de conhecimento que atuam de maneira</p><p>complementar e integrada às demais equipes da Atenção Primária à Saúde - APS, com atuação</p><p>corresponsável pela população e pelo território, em articulação intersetorial e com a Rede de</p><p>Atenção à Saúde - RAS.</p><p>Art. 2º São diretrizes e objetivos do processo de trabalho das eMulti, para atender a demanda</p><p>em saúde da pessoa, da população e do território:</p><p>I - facilitar o acesso da</p><p>população aos cuidados em</p><p>saúde, por meio do trabalho</p><p>colaborativo entre profissionais</p><p>das eMulti e das equipes</p><p>II - pautar-se pelo princípio da</p><p>integralidade da atenção à</p><p>saúde;</p><p>III - ampliar o escopo de práticas</p><p>em saúde no âmbito da APS e</p><p>do território;</p><p>IV - integrar práticas de</p><p>assistência, prevenção,</p><p>promoção da saúde, vigilância e</p><p>formação em saúde na APS;</p><p>V - favorecer os atributos</p><p>essenciais e derivados da APS,</p><p>conforme orientado pela Política</p><p>Nacional da Atenção Básica -</p><p>PNAB, por meio da atenção</p><p>interprofissional, de modo a</p><p>superar a lógica de</p><p>fragmentação do cuidado que</p><p>compromete a</p><p>corresponsabilização clínica;</p><p>VI - oportunizar a comunicação,</p><p>integração e articulação da APS</p><p>com os outros serviços da RAS e</p><p>intersetoriais, contribuindo para</p><p>a continuidade de fluxos</p><p>assistenciais;</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>VII - contribuir para aprimorar a</p><p>resolubilidade da APS; e</p><p>VIII - proporcionar que a atenção seja contínua ao longo do tempo,</p><p>por meio da definição de profissional de referência da eMulti e</p><p>equipe vinculada, a fim de qualificar a diretriz de longitudinalidade</p><p>do cuidado.</p><p>O parágrafo único trata das INCUMBÊNCIAS:</p><p>Atendimento</p><p>individual, em grupo</p><p>e domiciliar</p><p>Atividades coletivas Apoio matricial Discussões de caso</p><p>Atendimento</p><p>compartilhado</p><p>Ações a distância Projetos terapêuticos</p><p>i intervenções no</p><p>território</p><p>Práticas intersetoriais</p><p>Seguindo, o próximo artigo trata das modalidades da e-Multi:</p><p>Equipe Multiprofissional</p><p>AMPLIADA</p><p>Equipe Multiprofissional</p><p>COMPLEMENTAR</p><p>Equipe Multiprofissional</p><p>ESTRATÉGICA</p><p>I - para a eMulti Ampliada:</p><p>a) ser vinculada a, no mínimo 10</p><p>e no máximo 12, equipes</p><p>citadas no parágrafo único do</p><p>art. 4º, no mesmo município ou</p><p>em um conjunto de municípios;</p><p>b) cumprir a carga horária</p><p>mínima de 300 horas semanais</p><p>por equipe; e</p><p>c) não compor a carga horária</p><p>de equipe com mais de 120</p><p>horas da mesma categoria</p><p>profissional ou especialidade.</p><p>II - para a eMulti Complementar:</p><p>a) ser vinculada a no mínimo 5 e</p><p>no máximo 9 equipes citadas no</p><p>parágrafo único do art. 4º;</p><p>b) cumprir a carga horária</p><p>mínima de 200 (duzentas) horas</p><p>semanais por equipe; e</p><p>c) não compor a carga horária</p><p>de equipe com mais de 80 horas</p><p>da mesma categoria profissional</p><p>ou especialidade.</p><p>III - para a eMulti Estratégica:</p><p>a) ser vinculada a no mínimo 1 e</p><p>no máximo 4 equipes citadas no</p><p>parágrafo único do art. 4º;</p><p>b) cumprir a carga horária</p><p>mínima de 100 horas semanais</p><p>por equipe; e</p><p>c) não compor a carga horária</p><p>de equipe com mais de 40 horas</p><p>da mesma categoria profissional</p><p>ou especialidade.</p><p>Art. 4º Todas as modalidades de eMulti deverão atender aos seguintes REQUISITOS:</p><p>I - as eMulti serão compostas por um conjunto fixo e variável de profissionais de nível superior</p><p>II - a carga horária individual mínima médica exigida por equipe é de 10 horas semanais; e</p><p>III - a carga horária individual mínima das demais categorias profissionais exigida por equipe é</p><p>de 20 horas semanais.</p><p>Ademais, poderá ter vínculo com as seguintes equipes:</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Equipe Saúde da</p><p>Família</p><p>Equipe Saúde da</p><p>Família</p><p>Ribeirinha</p><p>Equipe</p><p>Consultório de</p><p>Rua</p><p>Equipe de</p><p>Atenção Primária</p><p>Equipe de</p><p>Unidade Básica</p><p>de Saúde Fluvial</p><p>Como algumas ações podem ser remotas, os estabelecimentos de saúde deverão dispor,</p><p>MINIMAMENTE, de:</p><p>I - sala para a atividade de atendimento remoto, por eMulti;</p><p>II - profissional da área da saúde, preferencialmente de nível</p><p>técnico ou superior, para intermediar a utilização das TIC e os</p><p>processos gerenciais da consulta; e</p><p>III - equipamentos de TIC suficientes para a realização de</p><p>consultas de forma virtual, em qualidade adequada, incluindo,</p><p>além do computador, webcam acoplada e microfone, ou</p><p>equipamentos equivalentes, bem como conexão de internet.</p><p>E, por fim, como estamos focando no que mais importa em cada tema, lembre-se que para fins</p><p>de financiamento federal, fica estipulado o seguinte teto de credenciamento de eMulti, de</p><p>acordo com a proporção abaixo:</p><p>I - eMulti Ampliada: cada 10 equipes vinculadas</p><p>homologadas,</p><p>o município fará jus a 1 eMulti;</p><p>II - eMulti Complementar: a cada 05 equipes vinculadas</p><p>homologadas,</p><p>o município fará jus a 1 eMulti;</p><p>III - eMulti Estratégica: a cada equipe vinculada</p><p>homologada,</p><p>o município fará jus a 01 eMulti.</p><p>Modelos de Atenção à Saúde</p><p>Mágico Religioso ou</p><p>Xamânico</p><p>O adoecer era concebido como resultante de transgressões de natureza</p><p>individual e coletiva, sendo requeridos, para reatar o enlace com as</p><p>divindades, processos liderados pelos sacerdotes, feiticeiros ou xamãs.</p><p>Empírico-Racional ou</p><p>Hipocrático</p><p>A tentativa dos primeiros filósofos era encontrar explicações não</p><p>sobrenaturais para as origens do universo e da vida, bem como para a</p><p>saúde e a doença.</p><p>Saúde, na concepção hipocrática, é fruto do equilíbrio dos humores, sendo</p><p>a doença exatamente o oposto. Assim, o cuidado deve visar a busca de tal</p><p>equilíbrio, novamente.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Campanhista-Sanitarista Caracterizado por campanhas e programas especiais.</p><p>A CAMPANHA tem a características de ser algo pontual, provisório! Ex.</p><p>Desinfecção dos espaços urbanos, guardar sanitários etc.</p><p>O PROGRAMA tem o caráter mais contínuo, mas são focais e verticalizados</p><p>(não se integram entre si): combate a febre amarela silvestre, contra a</p><p>tuberculose etc.</p><p>Biomédico É um modelo hegemônico (uma antítese ao modelo sanitarista),</p><p>também chamado de modelo flexneriano (referência ao autor da</p><p>ideia), cujas principais características vão ao encontro da época</p><p>assistencial privatista.</p><p>São características: fragmentação do cuidado, individualismo,</p><p>biologismo, hospitalocêntrico, curativismo, etc.</p><p>Processual Baseia-se no modelo de História Natural da Doença proposto por</p><p>Leavell e Clark em 1976. Prevê que os estímulos patológicos do meio</p><p>ambiente desencadeiam uma resposta do corpo, e esta terá como</p><p>desenlace a cura ou defeito ou invalidez ou morte.</p><p>Veja os períodos correspondentes aos tipos de prevenção</p><p>mais</p><p>cobrados:</p><p>PERÍODO PRÉ-PATOGÊNICO</p><p>PREVENÇÃO PRIMÁRIA</p><p>Promoção da Saúde Proteção específica</p><p>PERÍODO PATOGÊNICO: incubação, latência e clínico</p><p>PREVENÇÃO SECUNDÁRIA PREVENÇÃO</p><p>SECUNDÁRIA</p><p>PREVENÇÃO</p><p>SECUNDÁRIA</p><p>Diagnóstico e</p><p>Tratamento</p><p>Precoce</p><p>Limitação do</p><p>dano</p><p>Reabilitação Prevenção de</p><p>iatrogenias</p><p>PREVENÇÃO PRIMÁRIA: engloba a promoção da saúde e a</p><p>proteção específica.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>PROMOÇÃO À SAÚDE: educação sanitária, nutrição,</p><p>desenvolvimento da personalidade, educação, moradia</p><p>adequada, boas condições de trabalho, lazer, etc.</p><p>PROTEÇÃO ESPECÍFICA: imunização, proteção contra riscos</p><p>ocupacionais, proteção contra acidentes, etc.</p><p>PREVENÇÃO SECUNDÁRIA: engloba o diagnóstico precoce, o</p><p>tratamento precoce e a limitação da invalidez.</p><p>DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO PRECOCE: medidas</p><p>individuais e coletivas para descoberta de casos, pesquisa de</p><p>triagem e exames seletivos, etc.</p><p>LIMITAÇÃO DA INVALIDEZ: instituir tratamento adequado para</p><p>interromper o processo mórbido e evitar futuras complicações e</p><p>sequelas, provisão de meios para limitar a invalidez e evitar a</p><p>morte. Engloba estratégias populacionais para detecção</p><p>precoce de doenças, como por exemplo, o rastreamento de</p><p>câncer de colo uterino.</p><p>PREVENÇÃO TERCIÁRIA: engloba a reabilitação, ou seja, consiste no</p><p>cuidado de sujeitos com sequelas de doenças ou acidentes, visando</p><p>a recuperação ou a manutenção em equilíbrio funcional.</p><p>PREVENÇÃO QUATERNÁRIA: detecção de indivíduos em risco de</p><p>tratamento excessivo para protegê-los de novas intervenções</p><p>médicas.</p><p>Determinação Social da</p><p>Saúde</p><p>Determinantes sociais de saúde são fatores sociais, econômicos,</p><p>culturais, étnicos/raciais, psicológicos e, também, comportamentais</p><p>que influenciam a ocorrência de problemas de saúde e seus fatores</p><p>de risco na população.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Modelo de Atenção às</p><p>Doenças Crônicas</p><p>Construído em 3 vertentes:</p><p>População total estratificada em subpopulações por ESTRATOS DE</p><p>RISCO;</p><p>Diferentes níveis de determinação social da saúde: os determinantes</p><p>intermediários, proximais e individuais;</p><p>Cinco níveis das intervenções de saúde sobre os determinantes e</p><p>suas populações:</p><p>*intervenções promocionais (nível 1),</p><p>*preventivas (nível 2) e</p><p>*gestão da clínica sobre as condições crônicas (níveis 3, 4 e 5)</p><p>Política Nacional de Promoção da Saúde</p><p>Constituída com o OBJETIVO de promover a qualidade de vida e reduzir a</p><p>vulnerabilidade e os riscos à saúde relacionados aos seus determinantes e</p><p>condicionantes (modos de viver, condições de trabalho, habitação, ambiente,</p><p>educação, lazer, cultura e acesso a bens e serviços essenciais).</p><p>Em 2014, a Política Nacional de Promoção da Saúde foi revisada através da</p><p>Portaria 2446/2014 e esta foi recepcionada na Portaria de Consolidação 2,</p><p>Anexo I.</p><p>Esta Portaria é lotada de conceitos teóricos com subdivisões, portanto, reuni em tabelas para</p><p>facilitar suas visualizações:</p><p>VALORES PRINCÍPIOS DIRETRIZES</p><p>Solidariedade Equidade Cooperação e articulação Inter e</p><p>Intersetorial</p><p>Felicidade Participação social Fomento ao planejamento de ações</p><p>territorializadas de promoção da saúde</p><p>Ética Autonomia Incentivo à gestão democrática,</p><p>participativa e transparente</p><p>Respeito à diversidade Empoderamento Ampliação da governança no</p><p>desenvolvimento de ações de</p><p>promoção da saúde</p><p>Humanização Inter e Intersetorialidade Estímulo à pesquisa, produção e</p><p>difusão de experiências, conhecimento</p><p>e evidências.</p><p>Corresponsabilidade Sustentabilidade Apoio à formação e à educação</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>permanente em promoção da saúde</p><p>Justiça social Integralidade Incorporação das intervenções de</p><p>promoção da saúde no modelo de</p><p>atenção à saúde</p><p>Inclusão social Territorialidade Organização dos processos e gestão e</p><p>planejamento das variadas ações</p><p>intersetoriais.</p><p>TEMAS</p><p>TRANSVERSAIS</p><p>EIXOS OPERACIONAIS TEMAS PRIORITÁRIOS</p><p>Determinantes Sociais</p><p>da Saúde, equidade e</p><p>respeito à diversidade</p><p>Territorialização Formação e educação permanente</p><p>Desenvolvimento</p><p>sustentável</p><p>Articulação e cooperação</p><p>intra e intersetorial</p><p>Alimentação adequada e saudável</p><p>Produção de saúde e</p><p>cuidado</p><p>RAS Práticas corporais e atividades físicas</p><p>Ambientes e territórios</p><p>saudáveis</p><p>Participação e Controle</p><p>Social</p><p>Enfrentamento do uso do tabaco e</p><p>seus derivados</p><p>Vida no trabalho Gestão Enfrentamento do uso abusivo de</p><p>álcool e outras drogas.</p><p>Cultura da paz e</p><p>direitos humanos</p><p>Educação e Formação Promoção da mobilidade segura</p><p>Vigilância, monitoramento e</p><p>avaliação</p><p>Promoção da cultura da paz e de</p><p>direitos humanos</p><p>Produção e disseminação de</p><p>saberes</p><p>Promoção do desenvolvimento</p><p>sustentável</p><p>Comunicação social e mídia</p><p>Política Nacional de Humanização</p><p>Documento tranquilo de ler, no entanto, para a prova são cobrados detalhes bem específicos:</p><p>Quantos aos propósitos e objetivos, temos 5 para você se habituar:</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Contagiar trabalhadores, gestores e usuários do</p><p>SUS com os princípios e as diretrizes da</p><p>humanização;</p><p>Fortalecer iniciativas de humanização existentes;</p><p>Desenvolver tecnologias</p><p>relacionais e de</p><p>compartilhamento das práticas</p><p>de gestão e de atenção;</p><p>Aprimorar, ofertar e divulgar</p><p>estratégias e metodologias de</p><p>apoio a mudanças sustentáveis</p><p>dos modelos de atenção e de</p><p>gestão;</p><p>Implementar processos de</p><p>acompanhamento e avaliação,</p><p>ressaltando saberes gerados no</p><p>SUS e experiências coletivas</p><p>bem-sucedida</p><p>A Política Nacional de Humanização se pauta em três princípios:</p><p>TRANSVERSALIDADE A Política Nacional de Humanização deve se fazer presente e estar inserida</p><p>em todas as políticas e programas do SUS. Transversalizar é reconhecer</p><p>que as diferentes especialidades e práticas de saúde podem conversar</p><p>com a experiência daquele que é assistido. Juntos, esses saberes podem</p><p>produzir saúde de forma mais corresponsável.</p><p>As equipes de referência e o apoio matricial são dois arranjos</p><p>organizacionais que apresentam essas características de transversalidade.</p><p>INDISSOCIABILIDADE</p><p>ENTRE ATENÇÃO E</p><p>GESTÃO</p><p>As decisões da gestão interferem diretamente na atenção à saúde. Por</p><p>isso, trabalhadores e usuários devem buscar conhecer como funciona a</p><p>gestão dos serviços e da rede de saúde, assim como participar ativamente</p><p>do processo de tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações</p><p>de saúde coletiva.</p><p>Ao mesmo tempo, o cuidado e a assistência em saúde não se restringem</p><p>às responsabilidades da equipe de saúde. O usuário e sua rede</p><p>sociofamiliar devem também se corresponsabilizar pelo cuidado de si nos</p><p>tratamentos, assumindo posição protagonista com relação a sua saúde e a</p><p>daqueles que lhes são caros.</p><p>PROTAGONISMO,</p><p>CORRESPONSABILIDAD</p><p>E E AUTONOMIA DOS</p><p>SUJEITOS E COLETIVOS</p><p>Qualquer mudança na gestão e atenção é mais concreta se construída com</p><p>a ampliação da autonomia e vontade das pessoas envolvidas, que</p><p>compartilham responsabilidades. Os usuários não são só pacientes, os</p><p>trabalhadores não só cumprem ordens: as mudanças acontecem com o</p><p>reconhecimento do papel de cada um.</p><p>Um SUS humanizado reconhece cada pessoa como legítima cidadã de</p><p>direitos e valoriza e incentiva sua atuação na produção de saúde.</p><p>Acerca das diretrizes, a PNH atua a partir de orientações clínicas, éticas e políticas, que se</p><p>traduzem em determinados arranjos de trabalho.</p><p>As diretrizes apresentam uma certa variação nos seguintes documentos:</p><p>1. Manual tradicional de 2013 e</p><p>2. Documento base de gestores de 2010.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Manual da PNH Documento Base para Gestores</p><p>Acolhimento Acolhimento</p><p>Gestão Participativa e Cogestão</p><p>Gestão Participativa e Cogestão</p><p>Clínica Ampliada e Compartilhada Clínica Ampliada e Compartilhada</p><p>Valorização do trabalhador Valorização do trabalhador</p><p>Defesa dos Direitos dos usuários Defesa dos Direitos dos usuários</p><p>Ambiência Fomento das Grupalidades, Coletivos e</p><p>Redes</p><p>Construção da Memória do SUS que dá</p><p>certo</p><p>Apesar do primeiro ser mais recente, ora ou outra, a banca traz a cobrança do segundo</p><p>documento, então, importa conhecer!</p><p>CONCEITOS EXPLICAÇÃO</p><p>ACOLHIMENTO</p><p>Documentos 1 e 2</p><p>Acolher é reconhecer o que o outro traz como legítima e singular</p><p>necessidade de saúde.</p><p>Como valor das práticas de saúde, o acolhimento é construído de forma</p><p>coletiva a partir da análise dos processos de trabalho e tem como</p><p>objetivo a construção de relações de confiança, compromisso e vínculo</p><p>entre as equipes/serviços, trabalhador/equipes e usuário com sua rede</p><p>socioafetiva.</p><p>O acolhimento é uma postura ética que implica na escuta do usuário em</p><p>suas queixas, no reconhecimento do seu protagonismo no processo de</p><p>saúde e adoecimento, e na responsabilização pela resolução, com</p><p>ativação de redes de compartilhamento de saberes.</p><p>Acolher é um compromisso de resposta às necessidades dos cidadãos</p><p>que procuram os serviços de saúde.</p><p>Aplicação: Com uma escuta qualificada oferecida pelos trabalhadores às</p><p>necessidades do usuário, é possível garantir o acesso oportuno desses</p><p>usuários a tecnologias adequadas às suas necessidades, ampliando a</p><p>efetividade das práticas de saúde. Isso assegura, por exemplo, que</p><p>todos sejam atendidos com</p><p>GESTÃO PARTICIPATIVA E</p><p>COGESTÃO</p><p>Cogestão expressa tanto a inclusão de novos sujeitos nos processos de</p><p>análise e decisão quanto a ampliação das tarefas da gestão, que se</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Documentos 1 e 2</p><p>transforma também em espaço de realização de análise dos contextos,</p><p>da política em geral e da saúde em particular, em lugar de formulação e</p><p>de pactuação de tarefas e de aprendizado coletivo.</p><p>Aplicação: A organização e experimentação de rodas é uma importante</p><p>orientação da cogestão. Rodas para colocar as diferenças em contato de</p><p>modo a produzir movimentos de desestabilização que favoreçam</p><p>mudanças nas práticas de gestão e de atenção.</p><p>A PNH destaca dois grupos de dispositivos de cogestão:</p><p>*aqueles que dizem respeito à organização de um espaço coletivo de</p><p>gestão, que permita o acordo entre necessidades e interesses de</p><p>usuários, trabalhadores e gestores; e [papel “mais gestor”]</p><p>* aqueles que se referem aos mecanismos que garantem a participação</p><p>ativa de usuários e familiares no cotidiano das unidades de saúde. [papel</p><p>“mais” usuário]</p><p>Colegiados gestores, mesas de negociação, contratos internos de</p><p>gestão, Câmara Técnica de Humanização (CTH), Grupo de Trabalho de</p><p>Humanização (GTH), Gerência de Porta Aberta, entre outros, são</p><p>arranjos de trabalho que permitem a experimentação da cogestão no</p><p>cotidiano da saúde.</p><p>CLÍNICA AMPLIADA E</p><p>COMPARTILHADA</p><p>Documentos 1 e 2</p><p>A clínica ampliada é uma ferramenta teórica e prática cuja finalidade é</p><p>contribuir para uma abordagem clínica do adoecimento e do sofrimento,</p><p>que considere a singularidade do sujeito e a complexidade do processo</p><p>saúde/doença. Permite o enfrentamento da fragmentação do</p><p>conhecimento e das ações de saúde e seus respectivos danos e</p><p>ineficácia.</p><p>Aplicação: Utilizando recursos que permitam enriquecimento dos</p><p>diagnósticos (outras variáveis, além do enfoque orgânico, inclusive a</p><p>percepção dos afetos produzidos nas relações clínicas) e a qualificação</p><p>do diálogo (tanto entre os profissionais de saúde envolvidos no</p><p>tratamento quanto destes com o usuário), de modo a possibilitar</p><p>decisões compartilhadas e compromissadas com a autonomia e a saúde</p><p>dos usuários do SUS.</p><p>VALORIZAÇÃO DO</p><p>TRABALHADOR</p><p>Documentos 1 e 2</p><p>É importante dar visibilidade à experiência dos trabalhadores e incluí-los</p><p>na tomada de decisão, apostando na sua capacidade de analisar, definir</p><p>e qualificar os processos de trabalho.</p><p>Aplicação: O Programa de Formação em Saúde e Trabalho e a</p><p>Comunidade Ampliada de Pesquisa são possibilidades que tornam</p><p>possível o diálogo, intervenção e análise do que causa sofrimento e</p><p>adoecimento, do que fortalece o grupo de trabalhadores e do que</p><p>propicia os acordos de como agir no serviço de saúde. É importante</p><p>também assegurar a participação dos trabalhadores nos espaços</p><p>coletivos de gestão.</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>DEFESA DOS DIREITOS</p><p>DOS USUÁRIOS</p><p>Documentos 1 e 2</p><p>Todo cidadão tem direito a uma equipe que cuide dele, de ser</p><p>informado sobre sua saúde e também de decidir sobre compartilhar ou</p><p>não sua dor e alegria com sua rede social.</p><p>AMBIÊNCIA</p><p>Documento 1.</p><p>Organização de espaços saudáveis e acolhedores de trabalho. Espaços</p><p>de encontros entre sujeitos como um dispositivo que potencializa e</p><p>facilita a interação, capacidade de ação e reflexão das pessoas</p><p>envolvidas nos processos de trabalho.</p><p>Ambiente físico, social, profissional e de relações interpessoais que deve</p><p>estar relacionado a um projeto de saúde voltado para a atenção</p><p>acolhedora, resolutiva e humana. Nos serviços de saúde, a ambiência é</p><p>marcada tanto pelas tecnologias médicas ali presentes quanto por</p><p>outros componentes estéticos ou sensíveis apreendidos pelo olhar,</p><p>olfato, audição, por exemplo, a luminosidade e os ruídos do ambiente, a</p><p>temperatura, etc.</p><p>FOMENTOS DAS</p><p>GRUPALIDADES,</p><p>COLETIVOS E REDES</p><p>Documento 2</p><p>Coletivos em agenciamento e transformação, compondo uma rede de</p><p>conexão no desafio de produção de cuidado ampliado.</p><p>CONSTRUÇÃO DA</p><p>MEMÓRIA DO SUS QUE</p><p>DÁ CERTO.</p><p>Documento 2</p><p>Registro em arquivo e divulgação de práticas que tenham como</p><p>proposta produzir novas formas de fazer saúde comprometidas com a</p><p>defesa da vida e ampliação da autonomia dos sujeitos com a intenção</p><p>de valorizar o sistema de saúde junto à sociedade.</p><p>DISPOSITIVOS</p><p>➔ Acolhimento com Classificação de Risco</p><p>➔ Equipes de Referência e de Apoio Matricial;</p><p>➔ Projeto Terapêutico Singular e Projeto de Saúde Coletiva;</p><p>➔ Projetos Cogeridos de Ambiência</p><p>➔ Colegiado Gestor;</p><p>➔ Contrato de Gestão;</p><p>➔ Sistemas de escuta qualificada para usuários e trabalhadores da saúde: gerência de</p><p>“porta aberta”; ouvidorias; grupos focais e pesquisas de satisfação, etc.;</p><p>➔ Visita Aberta e Direito à Acompanhante;</p><p>➔ Programa de Formação em Saúde do trabalhador (PFST) e Comunidade Ampliada de</p><p>Pesquisa (CAP);</p><p>➔ Programas de Qualidade de Vida e Saúde para os Trabalhadores da Saúde</p><p>➔ Grupo de Trabalho de Humanização (GTH);</p><p>➔ Câmaras Técnicas de Humanização (CTH):</p><p>Leonardo Mathias, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 01</p><p>Bizu Regular de SUS</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ Projeto Memória do SUS que dá certo.</p><p>Financiamento do SUS</p><p>Guarde alguns trechos da Lei Complementar 141/2012, tal como os percentuais de aplicação</p><p>na saúde dos entes. Não veremos na ordem dos artigos, ok!</p><p>Já tínhamos visto pela CF 88 que a União aplicaria, minimamente, 15% e o complemento dos</p><p>demais entes, está nesta Lei, assim:</p><p>Art. 1o Esta Lei Complementar institui, nos termos do § 3o do art. 198 da Constituição</p><p>Federal:</p><p>I - o valor mínimo e normas de cálculo do montante mínimo a ser aplicado, anualmente, pela</p><p>UNIÃO em ações e serviços públicos de saúde;</p><p>II - percentuais mínimos do produto da arrecadação de impostos a serem aplicados anualmente</p><p>pelos ESTADOS, DF E MUNICÍPIOS em ações e serviços públicos de saúde;</p><p>III - critérios de RATEIO dos recursos da União vinculados à saúde destinados aos Estados, ao</p><p>Distrito Federal e aos Municípios, e dos Estados destinados aos seus respectivos Municípios,</p><p>visando à progressiva redução das disparidades regionais;</p><p>IV - NORMAS DE FISCALIZAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DAS DESPESAS normas de</p><p>fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas esferas federal, estadual, distrital</p><p>e municipal.</p><p>Art. 6º Os Estados e o Distrito Federal aplicarão,</p>