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<p>Introdução</p><p>A luta do Movimento Negro em prol de uma sociedade mais justa e igualitária não é de hoje. Sua trajetória é marcada pelo dinamismo, pela elaboração e pela reelaboração, em cada contexto histórico, de diversas estratégias de reivindicação a favor da integração do negro e da extirpação do racismo na sociedade brasileira. A necessidade de lutar contra toda e qualquer forma de racismo, contra o preconceito, a exclusão social e a opressão, que afetam os direitos de uma maioria em prol de uma minoria opressora, cada vez mais vem ganhando força no contexto atual. O que hoje conhecemos como Movimento Negro é uma forma de sintetizar todas as reivindicações ao longo da História pelos direitos da população negra, que sofre há séculos com o racismo estrutural e suas consequências espalhado de diversas formas no mundo inteiro. O Movimento Negro mobiliza milhões de pessoas em busca da igualdade e do respeito ao povo negro.</p><p>O Movimento Negro, na forma como o conhecemos hoje, é uma síntese de um fenômeno que vem de séculos, o qual luta pela reivindicação dos direitos da população negra ao redor do mundo. Muito presente, principalmente, nos países que a população negra sofreu com a escravidão, o Movimento Negro é uma força histórica que sempre buscou alterar a situação de opressão vivida por essas pessoas. Atualmente, o Movimento Negro é considerado plural, levantando bandeiras progressistas que vão do combate ao racismo a diversas outras vertentes, como feminismo, causa LGBT e tolerância religiosa.</p><p>Ao redor do mundo, os movimentos negros sempre buscaram uma coisa em comum: o respeito aos direitos civis da população negra e o combate ao racismo, enraizado até hoje na sociedade. Com diferentes abordagens, cada Movimento Negro busca particularidades que fazem parte da realidade de cada país. No Brasil, por exemplo, a luta da população negra gira em torno do reconhecimento do racismo como crime, da dívida histórica dos mais de 300 anos de escravidão e da igualdade de oportunidades e inclusão socialO movimento negro pode ser definido como as diferentes organizações de negros, criadas ao redor do mundo, que buscam de maneira pacífica ou violenta, direitos civis, muitas vezes básicos e negados a população negra.</p><p>Os direitos demandados pelos negros, não só aqueles ligados aos movimentos, são diversos e abrangem as áreas da política, saúde, segurança, educação, entre tantos outros.</p><p>As demandas dos movimentos negros dependem, em grande parte também, do país onde os movimentos foram criados. De maneira geral, as demandas da população negra estão ligadas com a diminuição da violência, o fim do racismo e a inserção do maior número de negros em universidades e empregos públicos a partir de políticas de reparação, como a política de cotas raciais.</p><p>Nas últimas décadas, o movimento negro tornou-se cada vez mais plural e heterogêneo e reúne pautas que vão além das relacionadas ao combate ao racismo. Os movimentos negros passaram a incluir também as questões ligadas a tolerância religiosa, feminismo e direitos LGBT para a população negra.</p><p>Movimento Negro no Brasil</p><p>O movimento negro no Brasil, assim como ao redor do mundo, corresponde a uma série de organizações de tamanhos diferentes que lutam contra o racismo, por inclusão e por direitos civis. E mais atualmente, incluíram em suas pautas a luta de liberdade religiosa, as lutas feministas e LGBT.</p><p>As primeiras organizações de negros no Brasil datam do período colonial, momento em que os negros viviam sob o regime da escravidão. Para escapar das terríveis condições a que eram submetidos os negros fugiam e organizavam-se em quilombos, que podem ser encarados como os primeiros movimentos negros, ligados principalmente, a resistência à escravidão.</p><p>Após a abolição da escravidão, em 1889 a população negra não foi efetivamente inserida na sociedade, os negros recém libertos sofreram com o preconceito do restante da população e não conseguiram empregos ou matricular suas crianças nas escolas.</p><p>A população negra ficou à margem da sociedade pós escravidão e como alternativa para sobreviver, passou a trabalhar em empregos muitas vezes inferiores, recebendo menores salários e morando nas periferias da cidade. Nesse contexto, uma série de grupos também se reuniu para lutar pelos direitos básicos e melhores condições de vida para a população recém liberta.</p><p>No decorrer da década de 1960, o movimento negro brasileiro é influenciado pelo pastor estadunidense Martin Luther King que defendia a inserção do negro na sociedade de maneira pacífica. Nessa mesma época, também nos Estados Unidos, Malcolm X e os Pantera Negras defendiam que a inserção do negro na sociedade estadunidense deveria acontecer de maneira violenta.</p><p>No ano de 1978, o movimento negro brasileiro ganha as ruas e deixa de ser restrito aos membros participantes. O Movimento Negro contra a Discriminação Racial, fundado em 1978, torna-se um marco para outras organizações pois reuniria todos os movimentos criados a partir daí em uma grande pauta: o combate à discriminação.</p><p>As lutas da década anterior intensificam-se na década de 1980. Com o fim da ditadura, os movimentos negros ganham força e começam a pressionar para maior participação política. No estado de São Paulo, o então governador Franco Montoro, criou em 1984 o Conselho de Participação da Comunidade Negra. Em 1986, o Movimento Negro Unificado durante a Conferência Nacional do Negro realizada em Brasília dá os primeiros passos para que os preconceitos racial e étnicos tornem-se crimes.</p><p>Em 1989, é promulgada a lei  7.716/1989 que determina que discriminação racial e étnica são crimes. Em 2003 é criada a Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, a SEPIR, que tem como objetivo promover a inclusão social da população negra. Ainda em 2003, é promulgada a lei 10.639 que determina obrigatoriedade do ensino de história africana.</p><p>Em 2006  foi criada a  Lei de cotas, sancionada em 2012 que garante um número de vagas reservadas para negros em universidades públicas e concursos públicos.</p><p>Embora o movimento tenha agido ao longo dos anos para promover mudanças  nas condições de vida da população negra, os negros ainda são vítimas de preconceito social e racial, ainda sofrem preconceito e ainda lutam diariamente contra o preconceito, por isso, a luta dos movimentos negros é constante e de total importância para tentar alterar as estruturas racistas da sociedade brasileira.</p><p>O combate ao racismo e à injúria racial deve ser feito por todos e todas. Com o passar dos anos, o número de pessoas que ajudam a combater o ódio e a discriminação racial tem aumentado muito, graças à maior conscientização de mais e mais pessoas.</p><p>Existem aqueles(as) que, há muito anos, são símbolos e exemplos a serem seguidos no combate ao racismo. Pessoas que lutaram por um mundo mais digno e igual, que lutaram para que todos e todas sejam respeitadas e tenham seus direitos garantidos como todo ser humano deve ter.</p><p>A seguir, você conhece um pouco mais da história de algumas pessoas que simbolizam a luta contra o racismo e a discriminação no Brasil e no mundo</p><p>Luís Gama</p><p>Filho de Luiza Mahin, figura importante na Revolta dos Malês, Luís Gama (1830 - 1882) foi vendido pelo próprio pai, um fidalgo branco de origem portuguesa, aos 10 anos. Consciente de que a situação era ilegal, uma vez que era filho de mãe livre, o jovem fugiu em 1848. Inteligente e autodidata, tornou-se advogado e passou a exercer atividades contra a escravidão, sendo responsável pela libertação de mais de 500 escravos. Foi também poeta, jornalista e patrono da cadeira número 15 da Academia</p><p>Aleijadinho</p><p>Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1839 - 1908) era filho de um português e uma africana e pelo fato de ser mestiço sofreu com o preconceito. Isso não o impediu de se expressar e deixar sua marca como artista ao esculpir, com requinte, imagens religiosas em pedra-sabão. Um de seus trabalhos mais conhecidos é o Adro dos Profetas, na Igreja de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, Minas Gerais</p><p>Machado de Assis</p><p>Machado</p><p>de Assis (1839 - 1908) tornou-se o principal nome do realismo literário e fundou a Academia Brasileira de Letras (ABL), sendo o primeiro presidente da organização. Títulos como "Quincas Borba", "Dom Casmurro" e "O Alienista" estão entre os mais aclamados do conjunto de sua obra, que é composta por romances, peças teatrais, contos e crônicas</p><p>Lima Barreto</p><p>O escritor morreu aos 41 anos deixando uma extensa obra de 17 volumes, entre contos, memórias, ensaios, crônicas e críticas literárias. Foi em 1911, que Lima Barreto (1881 - 1922) publicou um de seus livros mais renomados: "Triste Fim de Policarpo Quaresma". Quatro anos depois, foi a vez de lançar a crítica política "Numa e a Ninfa". Mestiço, o escritor e jornalista fez questão de se manifestar e militar a respeito dos preconceitos sociais e raciais, dos quais ele mesmo</p><p>Cartola</p><p>Angenor de Oliveira, o Cartola (1908 - 1980) foi um dos fundadores da segunda escola de samba do Rio de Janeiro, a Estação Primeira de Mangueira, em 1928. Foi ele quem escolheu e instituiu as cores verde e rosa e ainda tornou-se diretor de harmonia. Ainda deixou sua marca para além do Carnaval com composições como "As Rosas Não Falam" e "O Mundo É</p><p>Rosa Parks</p><p>A costureira americana foi símbolo dos direitos civis dos negros nos EUA. Sua história tornou-se mundialmente conhecida depois que Rosa Parks (1913 - 2013) se recusou a ceder seu lugar a um homem branco em um ônibus em 1955, no Alabama, ano e lugar em que regiam as leis de segregação racial</p><p>Carolina de Jesus</p><p>Carolina Maria de Jesus (1914 - 1977) trabalhava como catadora até ser descoberta pelo jornalista Audálio Dantas e tornar-se uma das grandes revelações da literatura brasileira. Considerada uma das primeiras e mais importantes escritoras negras do país, tornou-se celebridade ao publicar o livro "Quarto de Despejo", no qual conta o seu cotidiano na favela de São Paulo em que criou os três filhos. A obra foi traduzida para 16 idiomas e publicada em mais de 40 países, virando rapidamente um best seller</p><p>Malcom X</p><p>Importante militante na luta contra o racismo nas décadas de 1950 e 1960, Al Hajj Al-Shabazz, ou Malcom X (1925 - 1965), apostava na resistência pacífica como arma para enfrentar o racismo. Viajava pelos EUA para falar sobre a libertação dos negros e seus direitos. Foi assassinado diante da mulher Betty, que estava grávida, e das quatro filhas, com vários tiros enquanto discursava em Nova York</p><p>Milton Santos</p><p>O geógrafo conquistou o Prêmio Vautrin Lud, o Nobel de Geografia, em 1994. Foi o único brasileiro a obter esse feito e o primeiro fora do circuito anglo-saxão. Milton Santos (1926 - 2001) também levou o Prêmio Jabuti em 1997 pelo melhor livro de ciência humanas com "A Natureza do Espaço". Além de ter sido professor da USP, lecionou em outros países, como a França</p><p>Maya Angelou</p><p>A escritora e poetisa Maya Angelou (1928 - 2014) foi a primeira motorista de ônibus negra em São Francisco, nos EUA, com apenas 17 anos. Em uma época em que a situação não era comum, assumiu-se mãe solteira e, na década de 1950, firmou-se como atriz, cantora e dançarina. Maya foi a primeira mulher negra a ser roteirista de Hollywood e trabalhou por muitos anos em prol dos direitos civis, viajando o mundo em defesa de movimentos de independência africanos</p><p>Martin Luther King</p><p>Quem não conhece o famoso discurso de Luther King (1929 - 1968)? "Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados pelo caráter, e não pela cor da pele", diz um trecho proferido por ele em 1963. Graças às manifestações contra a segregação racial que ajudou a liderar, nasceram a Lei dos Direitos Civis, de 1964, e a Lei dos Direitos de Voto, de 1965. Conquistou o Prêmio Nobel da Paz e foi assassinado a tiros por opositores.</p><p>Elza Soares</p><p>Considerada pela BBC como "a melhor cantora do milênio", Elza nasceu em 1937 e consagrou-se como artista internacional aos 30 anos. Foi indicada ao Grammy Latino de 2003 por conta do trabalho "Do Cóccix ao Pescoço", mas viu o álbum "A Mulher Do Fim Do Mundo", seu primeiro álbum só de inéditas lançado após mais de seis décadas de carreira, tornar-se o seu trabalho mais premiado. Com o disco, em que fala sobre racismo e violência doméstica, a cantora recebeu o Troféu APCA da Associação Paulista de Críticos de Arte, o Prêmio da Música Brasileira e o Grammy Latino de Melhor Álbum</p><p>Wangari Muta Maathai</p><p>A ativista política lutava pelo meio ambiente no Quênia e fundou o movimento Cinturão Verde Pan-Africano, responsável por plantar mais de 30 milhões de árvores. Graças a sua luta, Wangari (1940 - 2011) tornou-se a primeira africana a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, em 2004</p><p>Pelé</p><p>Edson Arantes do Nascimento veio ao mundo em 1940. Em 1981 recebeu o título de Atleta do Século (20), conquistado após uma eleição feita pelo jornal francês L'Equipe. O atleta consagrou-se em 1958, na Copa em que o Brasil foi campeão mundial pela primeira vez e Pelé marcou seis gols. Criou e aperfeiçoou jogadas que levaram não apenas o seu nome como o de seu país para o mundo, ganhando o apelido de Rei da imprensa francesa em 1961. Tornou-se embaixador para Ecologia e Meio ambiente (ONU 1992), embaixador da Boa Vontade (UNESCO 1993), embaixador para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco 1994), recebeu o título de Sir-Cavaleiro Honorário do Império Britânico, das mãos da Rainha Elizabeth 2ª, em 1997, foi considerado o Maior Futebolista do Século em 1999, pela Unicef, e ainda foi eleito Melhor Jogador do Século da FIFA em 2000</p><p>Angela Davis</p><p>Nascida em 1944, Angela é uma professora, filósofa, socialista e integrante do Partido Comunista dos EUA. Sua militância em prol da mulheres e contra o racismo a fez ficar conhecida pelo mundo todo. "Nós representamos as poderosas forças de mudança que estão determinadas a impedir que as moribundas culturas do racismo e do patriarcado heterossexual se ergam novamente", afirmou em seus discurso na Marcha das Mulheres, um dia após a posse de</p><p>Nascida em 1954, a artista, com uma intensa história de superação, tornou-se a primeira mulher negra a ser incluída na lista de bilionários da Forbes. Além disso, segundo a própria Forbes, Oprah é uma das maiores filantropas de todos os tempos. Lutou por uma lei para a criação de uma base de dados com os nomes de todas as pessoas que tivessem sido condenadas no país por abusar de menores, que foi aprovada e ganhou o seu nome. Além disso é atriz, dona do próprio canal de TV a cabo, já foi indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro, conquistou um Oscar honorário por conta de seu trabalho humanitário e se firmou como apresentadora conceituada, tendo recebido mais de 20 indicações ao Emmy, levando o prêmio em mais de uma dezena de vezes</p><p>Aqualtune</p><p>Aqualtune Ezgondidu Mahamud da Silva Santos, conhecida por Aqualtune, era uma princesa africana filha do importante Rei do Congo, viveu no século XVII. Numa guerra entre reinos africanos, comandou um exército de 10 mil guerreiros quando os Jagas invadiram o seu reino.</p><p>Derrotada, foi levada como escrava para um navio negreiro e vendida ao Brasil, chegando ao Porto de Recife, principal centro produtor de açúcar e entreposto comercial da América Portuguesa.</p><p>Comprada como escrava reprodutora e obrigada a manter relações sexuais com um escravo, para fins de reprodução, já grávida foi vendida para um engenho de Porto Calvo, no sul de Pernambuco, onde pela primeira vez conheceu então a trajetória de Palmares, um dos principais Quilombos negros durante o período escravocrata, e as histórias de resistência dos negros à escravidão.</p><p>Nos últimos meses de gestação organizou a sua fuga e a de alguns escravos para aquele quilombo e teve sua ascendência reconhecida, recebendo então o governo de um dos territórios quilombolas, onde as tradições africanas eram mantidas e cada mocambo organizava-se de acordo com suas próprias regras.</p><p>Este tinha uma grande dimensão territorial com inúmeros povoados fortificados, onde os ex-escravos preparavam a organização de um estado negro naquelas terras. Mantinham a</p><p>tradições africanas e seus ritos originais, assim o governo de cada localidade era dado aos que em sua terra tinham sido chefes.</p><p>Começou, então, ao lado de Ganga Zumba, seu filho, a organização de um Estado Negro, que abrangia povoados distintos, confederados sob a direção suprema de um chefe. Dois de seus filhos, Ganga Zumba e Gana Zona, tornaram-se chefes dos mocambos mais importantes do quilombo.</p><p>Aqualtune também teve filhas, a mais velha das quais, chamada Sabina, deu-lhe um neto, nascido quando Palmares se preparava para mais um ataque holandês. Por isso, os negros cantaram e rezaram muito aos deuses, pedindo que o Sobrinho de Ganga Zumba, e, portanto, seu herdeiro, crescesse forte. Para sensibilizar o deus da guerra, deram-lhe o nome de Zumbi.</p><p>A criança cresceu livre e passou sua infância ao lado de seu irmão mais novo chamado Andalaquituche, em pescarias, caçadas, brincadeiras, ao longo dos caminhos camuflados, que ligavam os mocambos entre si. Garoto ainda, Zumbi conhecia Palmares inteiro. Passam-se os anos e Palmares tornou-se cada vez mais uma potência. Zumbi cresceu e casou-se com Dandara.</p><p>A guerra comandada pelos paulistas para destruir o quilombo de Palmares é uma das páginas mais dolorosas da história do Brasil. Em 1677, a aldeia de Aqualtune, que já estava idosa, foi queimada pelas expedições coloniais. Não se sabe a data de morte de Aqualtune, mas os quilombolas permaneceram lutando até serem finalmente derrotados, em novembro de 1695, pela bandeira do paulista Domingos Jorge Velho.</p><p>Referências:</p><p>Bicloteca Nacional (13 de maio de 1888 – Dia da Abolição da Escravatura)</p><p>Abdias Nascimento</p><p>The King Center (About Dr. King)</p><p>DW – 1955: Rosa Parks se recusa a ceder lugar a um branco nos EUA</p><p>Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012</p><p>Lei nº 12.716, de 5 de janeiro de 2009</p><p>Lei nº 12.990, de 9 de junho de 2014</p><p>JusBrasil – Lei Afonso Irinos</p>

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