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MEDICINA 
12 ANOS
SP 1.4 – Trava ou Solta...!
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
1) Descrever a fisiopatologia, diagnóstico e prognóstico das poliposes.
2) Identificar a epidemiologia e os fatores desencadeantes dos tumores 
colorretais. 
3) Descrever a fisiopatologia, rastreamento, diagnóstico e estadiamento do 
câncer colorretal. 
4) Explicar os sinais e sintomas apresentados durante a evolução dos 
tumores colorretais. 
5) Diferenciar os tipos de tratamento para o câncer (cirurgia, quimioterapia 
adjuvante, neoadjuvante e radioterapia).
6) Caracterizar os principais sítios metastáticos dos tumores colorretais.
MEDICINA 
12 ANOS
Representação Esquemática do Intestino Grosso e Reto
MEDICINA 
12 ANOS
https://www.nccn.org/patients/guidelines/content/PDF/colorectal-screening-PT-Br-patient.pdf
OBJETIVO 1: Descrever a fisiopatologia, diagnóstico e 
prognóstico das poliposes.
• Embora a maioria dos pólipos não se 
tornem câncer, quase todos os cânceres 
colorretais surgem na forma de pólipos. 
• Existem diferentes tipos de pólipos e 
alguns têm maior probabilidade de se 
tornarem câncer do que outros. 
• Em geral, os pólipos intestinais podem ser 
classificados em não neoplásicos ou 
neoplásicos. 
• Os pólipos não neoplásicos podem ser 
classificados como: inflamatórios, 
hamartomatosos ou hiperplásicos.
• O pólipo neoplásico mais comum é o 
ADENOMA – tem potencial de evoluir para 
câncer.
https://www.nccn.org/patients/guidelines/content/PDF/colorectal
-screening-PT-Br-patient.pdf 
PÓLIPOS NÃO NEOPLÁSICOS ou NÃO ADENOMATOSOS 
• Aproximadamente 50% de todos os pólipos de intestino grosso em indivíduos de risco 
médio com mais de 50 anos são não neoplásicos. 
• Podem ser hiperplásicos, inflamatórios, linfoides ou juvenis.
• Pólipos hiperplásicos normalmente são causados pela maturação anormal das células 
epiteliais da mucosa. são pequenos e na maior parte observados na parte distal do cólon 
sigmoide e no reto. Os pólipos hiperplásicos não são pré-maligno.
• Pacientes com doença intestinal inflamatória com frequência apresentam pseudopólipos 
inflamatórios, que podem ser diferenciados dos pólipos neoplásicos somente por meio de 
uma biopsia. 
• Os pólipos juvenis são malformações hamartomatosas focais, que são causadas pelo 
desenvolvimento anormal da lâmina própria e normalmente são observados no reto de 
crianças jovens. Necessitam de tratamento somente se forem sintomáticos.
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2022. E-book. ISBN 9788595159297. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159297/. Acesso em: 07 set. 2024.
PÓLIPOS HIPERPLÁSICOS
• São mais comumente encontrados no cólon 
esquerdo e, em geral, têm menos de 5 mm 
de diâmetro. 
• Trata-se de protrusões nodulares lisas nas 
cristas das pregas de mucosa. 
• Podem ocorrer isoladamente, porém com 
mais frequência, múltiplos, em particular no 
cólon sigmóide e no reto. 
• Ao exame histológico, os pólipos 
hiperplásicos são compostos de células 
caliciformes e absortivas maduras, com 
arquitetura de superfície serrilhada, que 
constitui a característica morfológica dessas 
lesões. 
Figura 1 - Pólipo hiperplásico. A. Superfície do pólipo, com tufos irregulares 
de células epiteliais. B. A formação de tufo resulta de aglomeração epitelial 
excessiva. C. A aglomeração epitelial produz uma arquitetura serrilhada nos 
cortes transversais das criptas.
Robbins & Cotran Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 2023.
PÓLIPOS INFLAMATÓRIOS 
Robbins & Cotran Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 2023.
Figura 2 - Síndrome da úlcera retal solitária. A. As glândulas dilatadas, o epitélio proliferativo, as erosões superficiais e o infiltrado 
inflamatório são típicos de pólipo inflamatório. Entretanto, a hiperplasia do músculo liso dentro da lâmina própria indica que também 
ocorreu prolapso da mucosa. B. Hiperplasia epitelial. C. Proliferação capilar semelhante ao tecido de granulação dentro da lâmina própria 
causada por erosão repetida.
PÓLIPOS ADENOMATOSOS ou ADENOMAS
• São tumores glandulares benignos com um potencial maligno. 
• Ao exame patológico, podem apresentar displasia de grau baixo ou alto. 
• Apresentam uma distribuição anatômica semelhante ao adenocarcinoma colorretal, 
podendo variar em tamanho e podem ser sésseis, planos ou pedunculados. 
• Evidências indicam que são lesões precursoras do adenocarcinoma colorretal. O 
rastreamento, a detecção precoce e a remoção dos pólipos adenomatosos reduzem 
substancialmente o risco de um câncer colorretal subsequente.
• São relativamente comuns e se tornam mais comuns com a idade: mais de 15% das 
mulheres saudáveis e mais de 25% dos homens saudáveis com mais de 50 anos 
apresentam adenomas. 
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2022. E-book. ISBN 9788595159297. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159297/. Acesso em: 07 set. 2024.
PÓLIPOS ADENOMATOSOS ou ADENOMAS
• Adenomas podem ser tubulares, vilosos ou tubulovilosos. 
• 70 a 85% dos adenomas são tubulares - tipicamente pequenos, pedunculados e compostos 
por glândulas displásicas que se dividem e se ramificam a partir da superfície mucosa. 
• Adenomas tubulares - raramente apresentam displasia de grau alto ou carcinoma in situ.
• Adenomas vilosos (a epidemiologia e os fatores 
desencadeantes dos CCR. 
MEDICINA 
12 ANOS
INCIDÊNCIA ESTIMADA CONFORME A 
LOCALIZAÇÃO PRIMÁRIA DO TUMOR E 
SEXO. BRASIL, 2023
Em HOMENS
1. Próstata: 71.730 casos - 30,0% 
2. Cólon e reto: 21.970 casos - 9,2%
Em MULHERES 
1. Mama: 73.610 casos - 30,1%
2. Cólon e reto: 23.660 casos - 9,7%
Fonte:
MS /INCA/Estimativa de Câncer no Brasil.
MS /INCA/Coordenação de Prevenção e Vigilância/Divisão de Vigilância 
e Análise de Situação.
MORTALIDADE CONFORME A LOCALIZAÇÃO 
PRIMÁRIA DO TUMOR E SEXO. BRASIL, 2021
Em HOMENS
1. Próstata: 16.300 óbitos - 13,5% entre as neoplasias
2. Traquéia, Brônquios e Pulmões: 15.987 óbitos - 13,2%
3. Cólon e Reto: 10.662 óbitos - 8,8%
Em MULHERES
1. Mama: 18.139 óbitos - 16,4% entre as neoplasias
2. Traquéia, Brônquios e Pulmões: 12.977 óbitos - 11,7%
3. Cólon e Reto: 10.598 óbitos - 9,6%
Fonte:
MS/SVS/DASIS/CGIAE/Sistema de Informação sobre Mortalidade - SIM.
MS/INCA/Coordenação de Prevenção e Vigilância / Divisão de Vigilância e Análise de 
Situação.
OBJETIVO 2: Identificar a epidemiologia e os fatores 
desencadeantes dos CCR. 
MEDICINA 
12 ANOS
Fontes: Sistema de Informação Ambulatorial (SIA), através do Boletim de 
Produção Ambulatorial Individualizado (BPA-I) e da Autorização de 
Procedimento de Alta Complexidade; Sistema de Informação Hospitalar 
(SIH); Sistema de Informações de Câncer (SISCAN)
Data de atualização dos dados: 15/08/2024
OBJETIVO 3: Descrever a fisiopatologia, rastreamento, diagnóstico e 
estadiamento dos CCR. 
MEDICINA 
12 ANOS
A base molecular do câncer 
colorretal. 
Resultado das alterações genéticas de 
sequências específicas na transição do 
epitélio do intestino grosso normal até o 
câncer invasivo.
 FAC = focos aberrantes em criptas; 
BAX = proteínas relacionadas à apoptose; 
CCR = câncer colorretal; 
CCHNP = câncer colorretal hereditário não 
poliposo; 
IIR = receptor do tipo II; 
PDH = perda de heterozigosidade; 
RIM = reparo de incompatibilidades de 
mutações; 
MSI = instabilidade de microssatélites; 
TGF-β = fator transformador de 
crescimento β.
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. 
Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2022.
OBJETIVO 3: Descrever a fisiopatologia, rastreamento, diagnóstico e 
estadiamento dos CCR. 
MEDICINA 
12 ANOS
Robbins & Cotran Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 2023.
OBJETIVO 3: Descrever a fisiopatologia, rastreamento, diagnóstico e 
estadiamento dos CCR. 
MEDICINA 
12 ANOS
Hossain, M.S.; Karuniawati, H.; Jairoun, A.A.; Urbi, Z.; Ooi, D.J.; John, A.; Lim, Y.C.; Kibria, K.M.K.; Mohiuddin, A.K.M.; Ming, L.C.; et al. Colorectal 
Cancer: A Review of Carcinogenesis, Global Epidemiology, Current Challenges, Risk Factors, Preventive and Treatment Strategies. Cancers 2022, 14, 
1732. https://doi.org/10.3390/cancers14071732 
https://doi.org/10.3390/cancers14071732
OBJETIVO 3: Descrever a fisiopatologia, rastreamento, 
diagnóstico e estadiamento do CCR. 
MEDICINA 
12 ANOS
WING, Edward J.; SCHIFFMAN, Fred J. Cecil Medicina Essencial. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2023. E-book. ISBN 9788595159716. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159716/. Acesso em: 07 set. 2024.
O rastreamento do câncer colorretal é uma importante ferramenta de saúde pública. 
Os métodos de rastreamento incluem:
• Pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSO).
• Exames de imagem (enema de bário, colonografia guiada por TC).
• Endoscopia (retossigmoidoscopia flexível). 
• Colonoscopia - é o padrão-ouro para confirmação visual e diagnóstico histológico de 
câncer de cólon. 
• Tomografia Computadorizada (TC) de tórax, abdome e pelve - indicada para investigar 
doença distante. 
•RM da pelve – usada para determinar a localização exata do tumor e a sua extensão 
antes da terapia neoadjuvante.
Rastreamento
MEDICINA 
12 ANOS
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2022. E-book. ISBN 9788595159297. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159297/. Acesso em: 07 set. 2024.
Rastreamento 
MEDICINA 
12 ANOS
OBS: A repetição do rastreamento é preconizada mais frequentemente 
para pacientes com achados positivos
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2022. E-book. ISBN 9788595159297. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159297/. Acesso em: 07 set. 2024.
MEDICINA 
12 ANOS
Anamnese - ocorrência anterior de pólipos adenomatosos ou CCR, história pregressa de 
doença intestinal inflamatória e história familiar de CCR ou de outros tumores sólidos. 
• Exame físico - podem ser observadas lesões extraintestinais características da síndrome 
de Peutz-Jeghers ou síndrome de Gardner. A doença metastática em fígado ou linfonodos 
pode ser sugerida por hepatoesplenomegalia ou linfadenopatia, e distensão abdominal ou 
ascite podem refletir o envolvimento peritoneal. 
• Avaliação radiológica 
• Exame das fezes revela sangue franco ou oculto em até 80% dos casos avançados. 
• Exames laboratoriais - avaliar anemia ferropriva, elevação de enzimas hepáticas (AST, 
ALT e fosfatase alcalina), bilirrubina sérica, marcadores tumorais (CEA e CA19-9) no sangue 
periférico podem estar elevados.
OBJETIVO 3: Descrever o diagnóstico do CCR
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2022.
MEDICINA 
12 ANOS
OBJETIVO 3: Descrever o diagnóstico do CCR
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2022.
OBJETIVO 3: Caracterizar o ESTADIAMENTO do CCR. 
MEDICINA 
12 ANOS
O sistema de estadiamento mais usado para 
o câncer colorretal é o TNM do American 
Joint Committee on Cancer (AJCC).
Informações principais: 
• A extensão (tamanho) do tumor (T).
•A propagação para os gânglios linfáticos 
próximos (N).
• A propagação (metástase) para locais 
distantes (M).
https://www.cancer.org/cancer/types/colon-rectal-cancer/detection-diagnosis-staging/staged.html
Objetivo 3: Caracterizar o ESTADIAMENTO do CCR. 
MEDICINA 
12 ANOS
T Definição
Tx Não avaliável
T0 Sem evidência de tumor primário
Tis
Carcinoma in situ: carcinoma intramucoso (envolvimento da lâmina própria sem extensão para a 
muscular da mucosa)
T1 Invasão da submucosa através da muscular da mucosa, mas não a muscular própria
T2 Invasão da muscular própria
T3 Invasão dos tecidos pericólicos através da muscular própria
T4 Invasão do peritônio visceral ou invasão/adesão a órgãos adjacentes 
T4a
Invasão do peritônio visceral, incluindo perfuração do intestino através do tumor e invasão por 
contiguidade através de áreas com inflamação para a superfície do peritônio visceral
T4b Invasão/adesão a órgãos adjacentes
TUMOR PRIMÁRIO
Fonte: Diretrizes de tratamentos oncológicos. Sociedade Brasileira de Oncologia. Capítulo: “Colon, doença localizada”, 2024.
 
MEDICINA 
12 ANOS
N Definição
Nx Não avaliável
N0 Ausência de metástases em LFN regionais
N1
Metástase em 1 a 3 LFN regionais (com pelo menos 0,2 mm), ou depósitos tumorais presentes com 
LFN regionais negativos
N1a Metástase em 1 LFN regional
N1b Metástase em 2 a 3 LFN regionais
N1c
Nenhum LFN regional positivo, porém, há depósitos tumorais na subserosa, mesentério, tecidos 
pericólicos não-peritonealizados ou tecidos perirretais/mesorretais
N2 Metástase em 4+ LFN regionais
N2a Metástase em 4 a 6 LFN regionais
N2b Metástase em 7+ LFN regionais
LINFONODOS
Fonte: Diretrizes de tratamentos oncológicos. Sociedade Brasileira de Oncologia. Capítulo: “Colon, doença localizada”, 2024.
 
MEDICINA 
12 ANOS
M Definição
M0 Ausência de metástases à distância
M1 Presença de metástases à distância
M1a Metástase em 1 sítio/órgão, sem metástase peritoneal
M1b Metástase em 2+ sítios/órgãos, sem metástase peritoneal
M1c
Metástase peritoneal com ou sem acometimento de outros 
órgãos
METÁSTASES
Fonte: Diretrizes de tratamentos oncológicos. Sociedade Brasileira de Oncologia. Capítulo: “Colon,doença localizada”, 2024.
 
MEDICINA 
12 ANOS
Estádio T N M
0 Tis N0 M0
I T1/T2 N0 M0
II T3 N0 M0
IIB T4a N0 M0
IIC T4b N0 M0
IIIA (baixo risco) T1/T2 N1/N1c M0
IIIA (alto risco) T1 N2a M0
IIIB (baixo risco) T3 N1/N1c M0
IIIB (alto risco)
T4a N1/N1c M0
T2/T3 N2a M0
T1/T2 N2b M0
IVA Qualquer Qualquer M1a
IVB Qualquer Qualquer M1b
IVC Qualquer Qualquer M1c
Agrupamento TNM
Fonte: Diretrizes de tratamentos oncológicos. Sociedade Brasileira de Oncologia. Capítulo: “Colon, doença localizada”, 2024.
 
OBJETIVO 4: Explicar os sinais e sintomas apresentados durante 
a evolução dos tumores colorretais 
MEDICINA 
12 ANOS
Estágio inicial - tipicamente 
assintomático, e o câncer é, 
em geral, descoberto no 
rastreamento de rotina. 
Se houver sintomas, isto 
ocorre quando o tumor cresce 
para o lúmen ou quando o 
tumor invade as estruturas 
anatômicas adjacentes. 
Sinais/sintomas comuns 
incluem dor abdominal baixa, 
alteração na função intestinal, 
sangramento GI, anemia e 
alterações no calibre das fezes. 
Podem apresentar anorexia, 
perda de peso e fadiga, e as 
metástases hepáticas podem 
ser manifestadas por 
hepatomegalia, icterícia, 
distensão abdominal ou 
ascite. 
Os sinais/sintomas dependem 
do local primário. 
As lesões proximais mais 
frequentemente se 
manifestam como anemia 
ferropriva resultante da perda 
de sangue oculto. 
CCR na parte distal do cólon 
provoca tipicamente alteração 
nos hábitos intestinais, como 
constipação intestinal ou 
diarreia, e hematoquezia. 
Os tumores com origem no 
reto provocam habitualmente 
alterações do calibre das fezes, 
sangramento retal e dor retal.
Quando o tumor retal envolve 
o plexo dos nervos sacrais, o 
paciente sente dor 
neuropática significativa.
OBJETIVO 5: Diferenciar os tipos de tratamento para o câncer 
(cirurgia, quimioterapia adjuvante, neoadjuvante e radioterapia).
MEDICINA 
12 ANOSCirurgia - A ressecção cirúrgica é o 
tratamento primário para o câncer 
de cólon em estágio inicial, 
localmente confinado. 
Radioterapia - não é considerada 
para o câncer de cólon em estágio 
inicial cirurgicamente ressecado, 
nem para o câncer de cólon 
primário quando existe doença 
metastática. 
Terapias sistêmicas e de 
combinação
OBJETIVO 6: Caracterizar os principais sítios metastáticos dos 
tumores colorretais.
MEDICINA 
12 ANOSOs órgãos que geralmente apresentam metástases do câncer de intestino 
são o fígado, os pulmões e o peritônio.
O sítio mais comum de metástases do carcinoma colorretal é o fígado, 
sendo acometido em até 75% dos pacientes que desenvolvem alguma 
metástase desta afecção. 
https://observatorio-api.fm.usp.br/server/api/core/bitstreams/ab60139b-6194-4404-8ae0-2ae97029e6cc/content 
Referências
MEDICINA 
12 ANOS
1. Manejo atual das metástases hepáticas de câncer colorretal - recomendações do Clube do Fígado 
de São Paulo . Rev. Col. Bras. Cir. 2012; 40(3): 251-260. https://observatorio-
api.fm.usp.br/server/api/core/bitstreams/ab60139b-6194-4404-8ae0-2ae97029e6cc/content .
2. Colorectal Cancer Stages. https://www.cancer.org/cancer/types/colon-rectal-cancer/detection-
diagnosis-staging/staged.html 
3. WING, Edward J.; SCHIFFMAN, Fred J. Cecil Medicina Essencial. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2023. E-
book. ISBN 9788595159716. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159716/. Acesso em: 07 set. 2024.
4. Diretrizes de tratamentos oncológicos. Sociedade Brasileira de Oncologia. Capítulo: “Colon, doença 
localizada”, 2024.
5. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2022. E-
book. ISBN 9788595159297. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159297/. Acesso em: 07 set. 2024
6. Robbins & Cotran Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 2023.
MEDICINA 
12 ANOS
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