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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI 
 
 
 Rodovia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa 
Postal 191 – 89130-000 – Indaial/SC 
 Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: 
www.uniasselvi.com.br 
 
 
 
 
 
O Lúdico na Contação de História 
 
 
Débora Paula Parizotto e Manuela Vieira Crestani 
Kély Zimmermann 
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI 
Curso: Pedagogia 3218 – Projeto de Ensino e Educação 
18/09/2022 
 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
 
 O tema ludicidade na educação infantil com ênfase no conto de histórias e narrativas é um 
tema relevante, pois podemos observar que está ligado essencialmente ao imaginário. A importância 
se dá devido sua relação existente entre o lúdico e a construção do conhecimento e a influência na 
organização do trabalho pedagógico. 
 O educador visa procurar maneiras de passar conhecimento que é tão importante quanto o 
ato de ensinar, descobrindo novas formas de transmitir seu conhecimento para a educação, tem 
como objetivo mostrar a importância que a contação de histórias tem na vida de uma criança na 
Educação Infantil. Esta prática, quando bem aproveitada pelo educador, contribui de forma bastante 
significativa na vida estudantil da criança, ajudando na imaginação, criatividade e o gosto pela 
leitura. A contação de histórias não deve ser utilizada com um meio de educar em si, mas sim como 
uma ferramenta de apoio aos professores que trabalham com crianças na Educação Infantil. 
 Umas das formas dos educadores desenvolverem o processo de ensino-aprendizagem é através 
do brincar, explorar o imaginário e suas próprias percepções. O objetivo deve ser levar o educando 
ao mundo da imaginação explorando em consonância o maravilhoso universo dos contos. 
 Deve-se ressaltar que a ludicidade também deve ser uma proposta metodológica a ser 
trabalhada para favorecer a oralidade e a expressão corporal através do momento lúdico. 
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 O objetivo principal é proporcionar o uso da contação de história pelo educador, com 
dramatização das crianças recontando as histórias e atividades relacionadas. 
 É muito importante aprender com alegria, pois enquanto se divertem, as crianças se conhecem 
e aprendem a descobrir o mundo. 
 
 
 
 
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
. Contar histórias para as crianças é uma forma de construir conhecimento, estimulando a 
imaginação, a criatividade, a interação e diversas outras aprendizagens. A contação de histórias pode 
enriquecer nas propostas pedagógicas diárias, proporcionadas as crianças, oferecendo atividades 
diversificadas que estimulam o desenvolvimento integral das crianças. Desenvolvendo o processo da 
criatividade, concentração, oralidade, expressão, curiosidade, imaginação, socialização e interação 
do grupo. 
A prática lúdica é algo que se pauta na ação do movimento, que favorece novas formas de se 
aproximar e de ler a realidade. Está fundamentada no diálogo dos diferentes sujeitos que fazem parte 
do processo educativo, levando em consideração cada um dentro de suas dimensões afetivas, 
culturais, cognitivas, intelectuais, sociais e emocionais. A aprendizagem ocorre através da troca de 
experiências, por isso é considera um processo permanente, contínuo, produzida no movimento 
dialético entre o mundo interior e exterior de cada indivíduo. 
 
Privilegiar atividades com histórias e materiais literários tem, por certo, 
repercussões positivas para a criança. Pesquisas têm indicado que, na infância, as 
experiências com narrativas, em vários contextos, são instâncias de refinamento da 
cognição. (Góes,1997, p. 18) 
 
 
 
O educador deverá planejar como irá abordar a contação de história, demostrando intimidade 
com a leitura escolhida é fundamental, a leitura deve ser feita com expressões e entonações adequadas 
aos momentos, esse cuidado é transmitido ao ouvinte, que pode ouvir e entrar no mundo da 
imaginação, mas que também pode ser interrompido através de um gaguejar do leitor por não 
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conhecer alguma palavra do livro, ou por demostrar confusão no decorrer da leitura, tudo isso pode 
tirar a atenção do ouvinte, trazendo-o de volta a sala de aula, quando deveriam estar mergulhando na 
narração. 
As atividades constituídas pelos jogos e brincadeiras, são de suma importância para o 
desenvolvimento integral do educando, embasado em teóricos da Educação, esse artigo constatou que 
a prática pedagógica com a utilização das atividades lúdicas possibilita o desenvolvimento da 
criatividade. 
 Diante disso, reconhece-se a necessidade da presença constante da 
literatura infantil na escola, cabendo aos professores estabelecerem uma relação 
de prazer entre a criança e o livro, levando em conta o desenvolvimento da criança. 
Por isso, deve-se abrir um espaço para a expressão livre, apresentando a leitura de 
uma forma estimulante, despertando o interesse das crianças e tornando os livros 
tão acessíveis e prazerosos quanto os brinquedos ( BRANDÃO, 2009, p.120 ) 
 
O professor deve selecionar criteriosamente a leitura que oferecerá as crianças, considerando 
a categoria a qual o grupo se aproxima, facilitando o entendimento das crianças sobre a leitura 
apresentada. Caso contrário, a história causará tédio, falta de atenção, inquietude e dispersão. 
A contação de história na educação infantil proporciona na criança uma alegria inexplicável, 
um prazer que exala por suas atitudes diárias. A história traz ensinamentos positivos para e que nem 
sempre são percebidos no ato que a criança escuta a história. 
 As crianças necessitam reviver a fantasia, pois esta propicia a imaginar um mundo com outras 
possibilidades. Criar situações criativas e utilizar instrumentos certos tornará o momento de contação 
de história agradável e satisfatório. 
 
A criação de uma situação imaginária não é algo fortuito na vida da criança; pelo contrário, 
é a primeira manifestação da emancipação da criança em relação às restrições situacionais. 
O primeiro paradoxo contido no brinquedo é que a criança opera com um significado alienado 
numa situação real. O segundo é que, no brinquedo, a criança segue o caminho do menor 
esforço – ela faz o que mais gosta de fazer, porque o brinquedo está unido ao prazer – e, ao 
mesmo tempo, aprende a seguir os caminhos mais difíceis, subordinando-se a regras e, por 
conseguinte, renunciando ao que ela quer, uma vez que a sujeição a regras e a renúncia à ação 
impulsiva constitui o caminho para o prazer do brinquedo (VYGOTSKY, 2002, p.130). 
 
 
A conclusão deve apresentar o posicionamento sintetizado da argumentação desenvolvida no 
corpo do trabalho. Apresenta-se uma análise sobre o trabalho desenvolvido, informando resultados e 
reflexões sobre o Estágio, área de concentração. Também poderá ser relatada uma opinião pessoal 
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sobre a experiência que acaba de realizar, apresentando recomendações e sugestões referentes ao 
aperfeiçoamento de futuros trabalhos. 
 Não se deve eleger uma história e contar de uma forma autêntica. É necessário passá-la 
para a linguagem oral e usar sua criatividade para contá-la, compreender, buscar, pesquisar, refletir e 
adquirir o conhecimento sobre ela, nesse cenário entram as práticas lúdicas, que oportunizam isso aos 
estudantes, ou seja, sua participação efetiva. 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
http://docs.uninove.br/arte/fac/publicacoes/pdf/v6-2016/ARTIGO-ANA-LUCIA-
SANCHES.pdf 
https://portal.fslf.edu.br/wp-content/uploads/2016/12/tcc_01-1.pdf 
 
BASSEDAS, Eulália; HUGUET, Teresa; SOLÉ. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto 
Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. 
 
 
BRASIL. Ministério da Educação e Desportos. Secretaria da Educação Fundamental. Referencial 
Curricular Nacional para a Educação Infantil – introdução. Brasília: MEC/SEF, 1998. 
 
 
________. Presidência da República. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei nº. 
9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB 9394/96). Disponível em: 
. Acessado em: 16 abr. 2019. 
 
 
BRAZELTON, T. Berry; SPARROW, Joshua D. 3 a 6 anos: momentos decisivos do 
desenvolvimento infantil. Porto Alegre: Artmed, 2003. 
 
 
GAYOTTO, Maria Leonor Cunha. Creches: desafios e contradições da criança pequena. São 
Paulo: Icone, 1992. 
 
 
LÜCK, Heloísa. Ação integrada: administração, supervisão e orientação educacional. Petrópolis: 
Vozes, 2011. 
 
http://www.uniasselvi.com.br/
http://docs.uninove.br/arte/fac/publicacoes/pdf/v6-2016/ARTIGO-ANA-LUCIA-SANCHES.pdf
http://docs.uninove.br/arte/fac/publicacoes/pdf/v6-2016/ARTIGO-ANA-LUCIA-SANCHES.pdf
https://portal.fslf.edu.br/wp-content/uploads/2016/12/tcc_01-1.pdf
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www.uniasselvi.com.br 
 
 
MELO, Fabiana C. M. Lúdico e musicalização na educação infantil. Indaial: UNIASSELVI, 
2015. 
 
 
NAVARRO, Maria Carmen Díes. Afetos e emoções na dia-a-dia da educação infantil. Porto 
Alegre: Artmed, 2004. 
 
 
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 
 
 
ZABALA, Antoni. A prática educativa/como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. 
 
 
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	Débora Paula Parizotto e Manuela Vieira Crestani
	Kély Zimmermann
	Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
	1 INTRODUÇÃO
	REFERÊNCIAS

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