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Projeto de Ensino – Análise Ergonômica do Trabalho. Prof. Ana Elisa Lavezo ana.lavezo@ead.cesumar.br ‹nº› A postura é determinada, geralmente, pela natureza da tarefa ou do posto de trabalho. As posturas prolongadas podem prejudicar os músculos e as articulações (DUL; WEERDMEESTER, 2012, p. 26). Segundo Abrahão et al. (2009, p. 95), quando se analisa um posto de trabalho, o principal foco dessa análise está nos tipos de exigências resultantes da organização dos postos de trabalho, dos equipamentos e das ferramentas a serem utilizadas. Postura ‹nº› TRABALHO SENTADO No trabalho sentado, no caso da mesa de trabalho, existem dois fatores importantes que são: a altura da mesa e a superfície de trabalho. A altura da mesa tem que ser regulada pela altura dos cotovelos e deve ser determinada após o ajuste da altura da cadeira. Trabalho Sentado ‹nº› As tarefas mais importante, de maior frequência ou com maiores exigências de precisão, devem ser executadas dentro da área ótima. A faixa situada entre a área ótima e aquela de alcance máximo deve ser usada para colocação das peças a serem usadas na montagem, ou tarefas menos frequentes e que exijam menor precisão. Trabalho Sentado ‹nº› O método de avaliação OWAS (Ovako Working Posture Analysing System) foi desenvolvido por três pesquisadores finlandeses (Karku, Kansi e Kuorinka, 1977). Esses pesquisadores começaram sua análise fotografando as principais posturas encontradas nas indústrias pesadas (IIDA, 2014). Esse método tem o objetivo de avaliar as atividades que apresentam transporte de carga. MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› Os pesquisadores encontraram 72 posturas típicas da maior parte das indústrias, que adaptaram: 4 posturas de dorso, 3 posições de braços, 7 posições de pernas e 3 situações de cargas Combinadas, conseguem traçar a maior parte das posturas observadas nos trabalhadores. MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› Para a aplicação do método de avaliação de OWAS, devem ser fotografadas as posturas e fazer um filme durante a execução das tarefas para que consigamos os ângulos corretos em cada posto de trabalho. O método OWAS é um dos mais simples de observação da análise postural, pois requer pouco tempo para se realizar a observação. Ele provou ser bem funcional na prática de níveis de solo e ser útil nas melhorias do sistema de trabalho e na prevenção de problemas de doenças ocupacionais (Shida e Bento, 2012 apud KARHU et al., 1981). MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS Para a obtenção do grau de severidade, utilizaremos a tabela a seguir e a análise das classes 1 a 4. ‹nº› MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› Foram classificadas em cada uma das categorias: Classe 1: postura normal, que dispensa cuidados, a não ser em casos excepcionais. Classe 2: postura que deve ser verificada durante a próxima revisão rotineira dos métodos de trabalho. Classe 3: postura que deve merecer atenção em curto prazo. Classe 4: postura que deve merecer atenção imediata. Avaliação do desconforto: “postura normal sem desconforto e sem efeito danoso à saúde” e “postura extremamente ruim provoca desconforto em pouco tempo e pode causar doenças” MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS Classificação das posturas - com a duração das posturas. ‹nº› Foram classificadas em cada uma das categorias: Classe 1: postura normal, que dispensa cuidados, a não ser em casos excepcionais. Classe 2: postura que deve ser verificada durante a próxima revisão rotineira dos métodos de trabalho. Classe 3: postura que deve merecer atenção em curto prazo. Classe 4: postura que deve merecer atenção imediata. MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› Com a severidade de cada membro traçada, é mais fácil conseguirmos saber como proceder para evitar futuros danos à saúde do trabalhador. O método de OWAS é uma ferramenta ergonômica útil para a detenção de posturas inadequadas. MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› Durante sua aplicação, é possível determinar várias posturas que podem levar o trabalhador ao afastamento, devido a lesões por esforços repetitivos (SHIDA; BENTO, 2012). O método de OWAS possui algumas desvantagens, que são: poucos tipos de posturas, limitações quanto ao levantamento de carga, não avalia a região cervical, punhos e antebraços e não pode ser utilizado na postura deitada. MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› https://www.youtube.com/watch?v=A9X3akbs3ac Tempo: 1:13 a 4:13 Postura Sentada ‹nº› Postura Sentada ‹nº› MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS Para a obtenção do grau de severidade, utilizaremos a tabela a seguir e a análise das classes 1 a 4. Dorso = 2 Braço = 1 Pernas = 7 (sentado) Carga= 1 ‹nº› MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS RESULTADO = 2 ‹nº› Ana Elisa Lavezo (AEL) - Foram classificadas em cada uma das categorias: Classe 1: postura normal, que dispensa cuidados, a não ser em casos excepcionais. Classe 2: postura que deve ser verificada durante a próxima revisão rotineira dos métodos de trabalho. Classe 3: postura que deve merecer atenção em curto prazo. Classe 4: postura que deve merecer atenção imediata. MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› . Postura Sentada ‹nº› MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS Para a obtenção do grau de severidade, utilizaremos a tabela a seguir e a análise das classes 1 a 4. Dorso = 1 Braço = 1 Pernas = 7 (sentado) Carga= 1 ‹nº› MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS RESULTADO = 1 ‹nº› Ana Elisa Lavezo (AEL) - Foram classificadas em cada uma das categorias: Classe 1: postura normal, que dispensa cuidados, a não ser em casos excepcionais. Classe 2: postura que deve ser verificada durante a próxima revisão rotineira dos métodos de trabalho. Classe 3: postura que deve merecer atenção em curto prazo. Classe 4: postura que deve merecer atenção imediata. MÉTODO DE AVALIAÇÃO - OWAS ‹nº› Dimensionamento da Posição Sentada. 1-) Regulagem da altura da mesa. 2-) Se mesa fixa – Regulagem de altura da cadeira e regulagem do encosto. 3-) Suporte de pé. 4-) Regulagem da altura dos braços da cadeira. 5-) Regulagem da altura do monitor. 6-) Materiais de uso constante dentro da zona ótima de alcance dos braços. Postura Sentada ‹nº› REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS Cardoso Jr., Moacyr Machado. Avaliação Ergonômica: Revisão dos Métodos para avaliação postural. Revista Produção, ISSN: 1676:1901, vol. 06, numero 3, Florianópolis, 2006. Couto, Hudson de Araújo. Ergonomia Aplicada ao Trabalho – Manual Técnico da Máquina Humana. Volume I, 1ª edição, Belo Horizonte, Editora Ergo, 1995. Dul, Jan e Weerdmeester, Bernard. Ergonomia Prática. Tradução de Iida, Itiro, 3ª edição revisada e ampliada, São Paulo, Editora Blucher, 2012. ‹nº› Projeto de Ensino – Análise Ergonômica do Trabalho. Prof. Ana Elisa Lavezo ana.lavezo@ead.cesumar.br ‹nº› image2.jpeg image3.png image4.png image5.png image6.png image7.jpeg image8.jpg image9.jpg image10.jpg image1.jpeg