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NUTRIÇÃO E ATENÇÃO À SAÚDE Luciana de Souza Catalogação na publicação: Poliana Sanchez de Araujo – CRB 10/2094 S719n Souza, Luciana de. Nutrição e atenção à saúde / Luciana de Souza. – Porto Alegre : SAGAH, 2017. 194 p. : il. ; 22,5 cm. ISBN 978-85-9502-068-9 1. Nutrição. 2. Atenção à saúde. I. Título. CDU 613.2 Programas políticos de atenção nos diferentes ciclos da vida/ transição demográ� ca, epidemiológica, alimentar e nutricional Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: Reconhecer os programas políticos de atenção nos diferentes ciclos da vida. Identi� car a transição demográ� ca e epidemiológica na Atenção Básica de Saúde. Indicar ações de transição alimentar e nutricional na Atenção Básica de Saúde. Introdução Os programas de saúde do SUS nem sempre foram dirigidos a todos os ciclos da vida. Inicialmente, visavam apenas a saúde materno-infantil. Depois, as doenças infectocontagiosas. Atualmente, com a alta prevalência das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), surgiram programas para atender todos os ciclos da vida. Neste capítulo, você irá reconhecer os programas políticos de atenção nos diferentes ciclos da vida, identificando a transição demográfica e epidemiológica e indicando ações de transição alimentar e nutricional. Programas políticos de atenção nos diferentes ciclos da vida A organização dos Programas de Saúde no SUS nem sempre foi dirigida a todos os ciclos da vida. Primeiro, iniciaram-se ações dirigidas para a Saúde da Criança e da Mulher na primeira metade do século XX devido aos elevados índices de mortalidade materno-infantil. Mais tarde, as ações foram dirigidas às doenças infectocontagiosas, como a tuberculose e a hanseníase. Depois, com a mudança do perfi l epidemiológico, foram lançados os primeiros pro- gramas destinados às DCNT, como a hipertensão arterial e o diabetes melito. A preocupação com as diferentes fases do desenvolvimento foi observada nos últimos trinta anos com a implantação dos Programas de Atenção à Saúde dos Adolescentes e dos Idosos e na última década com a Saúde do Homem, devido à baixa procura dos homens por serviços de saúde e níveis de expectativa de vida inferiores aos das mulheres. Saúde da criança A Coordenação Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno (CGSCAM/ DAPES/SAS/MS) do Ministério da Saúde é responsável por elaborar as ações de atenção integral à saúde da criança desde a gestação até os 9 anos de idade. Tem como fi nalidade reduzir a mortalidade infantil e garantir o pleno cres- cimento e desenvolvimento da criança, apoiando a implementação das redes de atenção à saúde em seu componente específi co, com especial atenção às áreas e populações de maior vulnerabilidade. Em 2015, foi publicada a Portaria nº 1.130, de 5 de agosto, que instituiu a Política Nacional de Atenção à Saúde da Criança (PNAISC), envolvendo ações que vão desde o pré- natal de qualidade para a mulher e o bebê, nascimento seguro e humanizado com a adoção de boas práticas, atenção à saúde do recém- nascido, aleitamento materno, estímulo ao desenvolvimento integral na primeira infância, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, prevenção de violências e promoção da cultura de paz e atenção à saúde de crianças com doenças crônicas e/ou em situação de vulnerabilidades (BRA- SIL, 2015). Nos últimos anos, o lançamento de programas prioritários como a Rede Cegonha e o Brasil Carinhoso refletiu a importância com que o governo federal trata as questões voltadas para o público infantil. Os estados e municípios, bem como a sociedade civil organizada, são grandes parceiros na construção de um SUS que investe na infância. 121Programas políticos de atenção nos diferentes ciclos da vida Saúde do adolescente Existe um impacto na saúde das pessoas jovens evidenciado ao analisar sua atual situação de saúde , as difi culdades de acesso à educação, o desemprego, as profundas desigualdades sociais, o meio ambiente degradado, a morbi- mortalidade por violências, entre outras. Em consequência, esses indivíduos podem fi car vulneráveis aos agravos resultantes do uso abusivo de álcool e de outras drogas; agravos resultantes das violências; de doenças sexualmente transmissíveis e Aids; à mortalidade materna; na saúde sexual e na saúde re- produtiva, ao início ou ao estabelecimento de doenças crônicas, o que interfere no crescimento e desenvolvimento saudáveis. Confira as ações da Coordenação Geral da Saúde dos Adolescentes e Jovens: Implementação das Diretrizes Nacionais para a Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens na promoção, proteção e recu- peração da saúde: seu objetivo é desenvolver um conjunto de ações com o propósito de atender adolescentes numa visão biopsicossocial, enfatizando a promoção à saúde, prevenção dos agravos, diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação, melhorando a qualidade de vida de adolescentes e de suas famílias. Implementação da Caderneta da Saúde do Adolescente: tem o pro- pósito de contribuir com o trabalho dos profissionais de saúde, dar maior visibilidade ao público adolescente, melhorar o atendimento, incentivar o autocuidado e promoção da saúde. Implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em conflito com a lei, em regime de internação provisória: será garantida a atenção à saúde no SUS, no que diz respeito à promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde, nas três esferas de gestão. Implementação do Plano de Ação Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens: tem o objetivo de promover atenção integral à saúde de adolescentes, considerando as questões de gênero, orientação sexual, raça/etnia, meio familiar, condições de vida, escola- ridade e trabalho, visando à promoção da saúde, à prevenção de agravos e à redução da morbimortalidade. Nutrição e atenção à saúde122 Saúde da mulher O Programa “Assistência Integral à Saúde da Mulher: base de ação progra- mática” (PAISM) foi elaborado pelo Ministério da Saúde e apresentado na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da explosão demográfi ca no ano de 1983. Saiba que a discussão se pautava sobre o controle da natalidade. Além disso, o Ministério da Saúde teve papel fundamental, pois infl uenciou no âmbito do Governo Federal que se posicionou e defendeu o livre arbítrio das pessoas e das famílias brasileiras em relação a quando, quantos e qual o espaçamento entre fi lhos. O PAISM propôs formas mais simétricas de relacionamento entre os pro- fissionais de saúde e mulheres, apontando para a apropriação, autonomia e maior controle sobre saúde, corpo e vida. Assistência clínico ginecológica, em todas as fases da vida, no campo da reprodução (planejamento reprodutivo, gestação, parto e puerpério), como nos casos de doenças crônicas ou agudas. A partir de 2011, a saúde da mulher teve diversos avanços. Importante! Merece destaque a implementação de 30 novos serviços de atenção à mulher em situação de violência sexual e interrupção legal da gestação em hospitais de ensino. Para efetivar a Atenção Integral à Saúde da Mulher e da Criança, na qualificação da atenção obstétrica e infantil em rede, todos os estados já aderiram à Rede Cegonha, contemplando mais de 5 mil municípios. Além disso, 50% das regiões de saúde do país já elaboraram os Planos de Ação Regional, beneficiando mais de 2,5 milhões de gestantes. Também mais de 1,7 milhão de unidades de Caderneta da Gestante foram disponibilizadas. Saúde do idoso A Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa COSAPI/DAET/SAS é responsável pela implementação da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa que tem como principais diretrizes: envelhecimento ativo e saudável, atenção integral e integrada à saúde da pessoa idosa, estimulo às ações intersetoriais, além do fortalecimento do controle social, garantia de orçamento, incentivo a estudos e pesquisas entre outras. 123Programaspolíticos de atenção nos diferentes ciclos da vida Em 2014, foi iniciada a implementação do Modelo de Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa, que visa integrar esse segmento às redes de atenção à saúde e articular as áreas e programas estratégicos, como o acesso a medica- mentos e insumos, além de ações de promoção da saúde e prevenção de agravos. Saúde do homem É importante saber que a Coordenação Nacional de Saúde do Homem (CNSH/ DAPES/SAS/MS) é responsável pela implementação da Política Nacional de Atenção Integral da Saúde do Homem/PNAISH, que foi instituída pela Portaria nº 1.944/GM, do Ministério da Saúde, de 27 de agosto de 2009. A PNAISH tem como objetivo promover a melhoria das condições de saúde da população masculina adulta (20 a 59 anos) do Brasil, sendo desenvolvida a partir de cinco (05) eixos temáticos. Saiba quais são eles (BRASIL, 2009): Acesso e acolhimento: objetiva reorganizar as ações de saúde, na qual os homens considerem os serviços de saúde como espaços masculinos e, os serviços reconheçam os homens como sujeitos que necessitam de cuidados. Saúde sexual e reprodutiva: busca reconhecer os homens como sujeitos de direitos sexuais e reprodutivos, os envolvendo nas ações voltadas a esse fim e implementando estratégias para aproximá-los desta temática. Paternidade e cuidado: objetiva sensibilizar sobre os benefícios do envolvimento ativo dos homens com/em todas as fases da gestação e nas ações de cuidado com seus filhos, visando trazer saúde, bem- -estar e fortalecimento de vínculos saudáveis entre crianças, homens e suas(eus) parceiras(os). Doenças prevalentes na população masculina: busca fortalecer a assistência básica no cuidado à saúde dos homens, facilitando e garan- tindo o acesso e a qualidade da atenção necessária ao enfrentamento dos fatores de risco das doenças e dos agravos à saúde. Prevenção de violências e acidentes: visa propor e/ou desenvolver ações que chamem atenção para a grave relação entre a população masculina e as violências (em especial à violência urbana) e acidentes, sensibili- zando a população em geral e os profissionais de saúde sobre o tema. Nutrição e atenção à saúde124 Saiba que a Política Nacional Saúde Mental, apoiada na lei 10.216/02, busca consolidar um modelo de atenção à saúde mental aberto e de base comunitária. Isto é, mudança do modelo de tratamento: no lugar do isolamento, o convívio com a família e a comu- nidade; garantir a livre circulação das pessoas com transtornos mentais pelos serviços, comunidade e cidade; e oferecer cuidados com base nos recursos que a comunidade dispõe. Ainda conta com uma rede de serviços e equipamentos variados, tais como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), os Centros de Convivência e Cultura e os leitos de atenção integral (em Hospitais Gerais, nos CAPS III). O Programa De Volta para Casa, que oferece bolsas para egressos de longas internações em hospitais psiquiátricos, também faz parte desta Política. Transição demográfica e epidemiológica na Atenção Básica de Saúde Transição demográfica É a dinâmica do crescimento populacional decorrente dos avanços da medicina, urbanização, desenvolvimento de novas tecnologias, taxas de natalidade e outros fatores. Tradicionalmente, a transição demográfica relacionava a taxa de mortali- dade com as condições dadas pela industrialização. Em 1929, as tendências demográficas se relacionavam com a ideia de que os países desenvolvidos são acompanhados por uma transição epidemiológica. A tendência ao sedentarismo começou com o surgimento de máquinas e equipamentos para substituir parte do trabalho físico, com isso diminuiu o gasto energético. Mas com os avanços tecnológicos também tivemos melhorias no acesso, cobertura e resolutividade das ações de saúde (pré-natal, vacinas), no sanea- mento e nos meios de comunicação (televisão principalmente). 125Programas políticos de atenção nos diferentes ciclos da vida Transição epidemiológica Refere-se ao processo saúde-doença. Veja que a transição epidemiológica está relacionada com a transição demográfi ca, mas apenas com 4 fases. Confi ra: Primeira: é aquela em que a população tem esperança média de vida de 35 anos e caracteriza-se pela má nutrição e pela presença de epidemias. Segunda: a esperança de vida aumenta para 50 anos de idade; emergem um conjunto de doenças não comunicáveis, por exemplo, hipertensão, doenças coronárias e algumas doenças degenerativas. Terceira: corresponde a uma esperança média de vida de 60 anos; e emergem doenças como AVC, cancros e ataques cardíacos. As infecções entram em recessão. Quarta: emerge, em 1980, quando a esperança de vida ultrapassa os 70 anos de idade; e caracteriza-se pelas doenças degenerativas, em que há uma esperança média de vida de 80 anos, com manutenção dos estados anteriores. Inicialmente, surgiram as doenças infectocontagiosas (malária, rubéola, coqueluxe, cólera e outras), as quais cura-se ou morre-se. Após, surgiram do- enças crônicas não-transmissíveis (diabetes, câncer, cardiopatias, hipertensão), com as quais se convive por muitos anos. Aumenta-se o número da população idosa, ou seja, mais anos serão vividos com doenças. A estrutura de saúde pública terá que se adaptar para receber esse contingente. Publicada no dia 11 de maio de 2016, a Portaria Ministerial 958, alterou o anexo da Portaria 2.488 de 2011, a Política Nacional da Atenção Básica, e ampliou as possibilidades de composição das Equipes de Atenção Básica, com a incorporação de mais técnicos de enfermagem nas equipes de saúde. Considerando a transição demográfica e o perfil epidemiológico da população, pretende-se com a alteração aumentar a capa- cidade clínica na Unidade Básica de Saúde e o cuidado no domicílio, fortalecendo a continuidade da relação clínica na construção de vínculo e responsabilização, bem como ampliar a resolutividade da Atenção Básica. Nutrição e atenção à saúde126 Transição alimentar e nutricional na Atenção Básica de Saúde São transformações ocorridas no padrão nutricional das populações. Infl uen- ciadas e determinadas tanto pelas mudanças demográfi cas como pelas epide- miológicas. Ocorre um atraso econômico e social da “Civilização Ocidental”, infl uenciando, diretamente, as políticas públicas de saúde. De acordo com o Relatório 916 da OMS sobre Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, há provas científicas de que as pessoas podem manter-se saudáveis depois dos 70, 80 e 90 anos, se tiverem uma alimentação saudável e mantiverem uma prática regular de atividade física e não fumarem. Nas populações em geral, estão aumentando os fatores de risco (que coexis- tem e interagem) e o nível de exposição a eles; por conseguinte, as estratégias de prevenção devem se propor a reduzir os riscos. Neste contexto, a alimentação saudável e a prática de atividade física junto com o controle do tabaco podem trazer amplos benefícios e constituírem a melhor estratégia para melhorar a qualidade de vida e conter a crescente ameaça mundial das DCNT. A urbanização, sem dúvida, parece ter induzido a uma mudança nos pa- drões de vida e comportamento alimentar das populações. No Brasil, o tipo de alimento consumido na zona rural é diferente daquele consumido na zona urbana, que está relacionado diretamente ao poder aquisitivo ou ao nível socioeconômico. Estudos demonstram que a população urbana de baixa renda apresenta uma ingestão calórica inferior, quando comparada com a população rural, apesar de que a primeira consome proporcionalmente mais proteína e gordura animal do que a segunda. A população urbana consome maior quantidade de alimentos processados, como carnes, gorduras, açúcares e derivados do leite, em relação à área rural, onde a ingestão de cereais, raízes e tubérculos é maior. Por causa da urbanização/globalização acontece a perda da cultura das preparações e receitas caseiras, e com isso, o crescenteconsumo de alimentos industrializados e pré-preparados. Agora, veja as etapas da transição nutricional: 1. Desaparecimento da desnutrição edematosa “kwashiorkor” e do ma- rasmo nutricional: apesar de ter reduzido, ainda não há uma região que esteja livre da desnutrição em crianças menores de 5 anos (norte e nordeste). Nas áreas rurais os números são acentuados mesmo no centro-sul. Na população adulta, a desnutrição já não existe desde 127Programas políticos de atenção nos diferentes ciclos da vida a década de 80, com exceção do nordeste rural. A frequência é mais elevada nas camadas de renda mais baixas. 2. Aparecimento do binômio sobrepeso/obesidade: a partir dos 18 anos, o problema seria o sobrepeso/obesidade; 3. Doenças crônicas não-transmissíveis: diabetes, câncer, doenças car- diovasculares, decorrentes, principalmente, do sobrepeso e obesidade. 4. Outros problemas carenciais: ANEMIA: mantém comportamento epi- dêmico, não importando a classe social, sendo o principal problema carencial do país. Acomete principalmente gestantes, mulheres em idade fértil e crianças. Mantenha em mente que incentivar o aleitamento materno é o principal meio de prevenção. IODO: sua deficiência ocorre, principalmente em localidades distantes do litoral e na zona rural. Causa o “bócio” ou cretinismo. VITAMINA A: sua deficiência afeta a visão, levando a quadros de cegueira irreversível, xeroftalmia, além de comprometer a imunidade da criança. Mudanças importantes: redução da natalidade e melhoria no sanea- mento básico, proteção contra doenças infecciosas, elevação do nível de escolaridade da mãe, acesso a ações básicas de saúde. Atividades importantes na área da nutrição: programas de incentivo ao aleitamento materno; Política Nacional de Alimentação Escolar (PNAE); Programa Bolsa Família (PBF); Programa de combate a ca- rências nutricionais (Ferro, vitamina A, Iodo). A presença da obesidade infantil é uma das consequências da transição nutricional, pois o alto consumo de alimentos ultraprocessados (ricos em sal, açúcar e gordura) e a redução do consumo de vegetais (arroz, feijão e frutas, ricos em vitaminas e minerais) é uma das características desta transição. Ao observar que as crianças com maior prevalência de obesidade eram aquelas em que o aleitamento materno não era praticado ou interrompido precocemente, a equipe de saúde decidiu fortalecer os Programas de incentivo ao aleitamento materno, com o objetivo de promovê-los exclusivamente até os 6 meses e complementarmente até os 2 anos de idade, com introdução alimentar de alimentos não processados ou minimamente processados, para tentar reduzir a obesidade infantil na comunidade atendida. Nutrição e atenção à saúde128 1. Qual programa não diz respeito à Saúde da Criança na Atenção Básica? a) Prevenção de Violências e Acidentes. b) Pré-natal. c) Aleitamento materno. d) Rede Cegonha. e) Brasil Carinhoso. 2. Qual ação não faz parte da Atenção Básica à Saúde do Adolescente? a) Caderneta de Saúde do Adolescente. b) Atenção Integral visando somente o trabalho. c) Política de Atenção para adolescentes em conflito com a Lei. d) Política de Atenção Integral, incluindo gênero e orientação sexual. e) Política de Atenção Integral, incluindo raça e etnia. 3. Qual alternativa faz parte da Transição Demográfica? a) É um processo saúde-doença. b) Cresce a expectativa de vida e, simultaneamente, as pessoas vivem com mais doenças. c) Há redução do gasto energético das pessoas empregadas, devido ao aumento do uso de máquinas. d) A alta prevalência de doenças infectocontagiosas passa para as doenças crônicas não transmissíveis. e) Transição demográfica e transição epidemiológica são independentes. 4. Qual ação não influenciou a Transição Alimentar e Nutricional? a) Mudanças demográficas. b) Mudanças epidemiológicas. c) Aumento da urbanização. d) Aumento da ruralização. e) Maior consumo de alimentos processados e ultraprocessados. 5. Qual etapa não faz parte da Transição Alimentar e Nutricional? a) Desaparecimento da desnutrição e marasmo. b) Aparecimento do sobrepeso. c) Aumento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). d) Manutenção das carências nutricionais, como ferro, iodo e vitamina A. e) Redução da obesidade. 129Programas políticos de atenção nos diferentes ciclos da vida BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.130, de 5 de agosto de 2015. Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília, DF: 2015. Disponível em: . Acesso em: 14 fev. 2017. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.944, de 27 de agosto de 2009. Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Brasília, DF: 2009. Disponível em: . Acesso em: 14 fev. 2017. Leituras recomendadas BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção em Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes nacionais para a atenção integral à saúde de adolescentes e jovens na promoção, proteção e recuperação da saúde. Brasília, DF : Ministério da Saúde, 2010. (Série A. Normas e Manuais Técnicos). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política nacional de atenção integral à saúde de adolescen- tes em conflito com a Lei: normas e reflexões. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2015. BRASIL. Conheça a CGSCAM. 2017. Disponível em: . Acesso em: 11 jan. 2017. BRASIL. Portal da Saúde. 2017. Disponível em: . Acesso em: 11 jan. 2017. CANELLA, D. S.; SILVA, A. C. F.; JAIME, P. C. 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