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AVC – AVALIAÇÃO CONTÍNUA 
FOLHA DE RESPOSTA 
 
Disci 
 
INFORMAÇÕES IMPORTANTES! LEIA ANTES DE INICIAR! 
 
A Avaliação Contínua (AVC) é uma atividade que compreende a elaboração de uma produção dissertativa. 
 
Esta avaliação vale até 10,0 pontos. 
 
Atenção1: Serão consideradas para avaliação somente as atividades com status “enviado”. As atividades com 
status na forma de “rascunho” não serão corrigidas. Lembre-se de clicar no botão “enviar”. 
 
Atenção2: A atividade deve ser postada somente neste modelo de Folha de Respostas, preferencialmente, na versão Pdf. 
 
Importante: 
Sempre desenvolva textos com a sua própria argumentação. Nunca copie e cole informações da 
internet, de outro colega ou qualquer outra fonte, como sendo sua produção, já que essas situações 
caracterizam plágio e invalidam sua atividade. 
 
Se for pedido na atividade, coloque as referências bibliográficas para não perder ponto. 
 
 
CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES - DISSERTATIVAS 
 
Conteúdo: as respostas não possuem erros conceituais e reúnem todos os elementos pedidos. 
Linguagem e clareza: o texto deve estar correto quanto à ortografia, ao vocabulário e às terminologias, e as ideias devem ser 
apresentadas de forma clara, sem incoerências. 
Raciocínio: o trabalho deve seguir uma linha de raciocínio que se relacione com o material didático. 
Coerência: o trabalho deve responder às questões propostas pela atividade. 
Embasamento: a argumentação deve ser sustentada por ideias presentes no conteúdo da disciplina. 
 
A AVC que atender a todos os critérios, sem nenhum erro conceitual, de ortografia ou concordância, bem como reunir todos os elementos 
necessários para uma resposta completa, receberá nota 10. Cada erro será descontado de acordo com sua relevância. 
 
 
CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES - CÁLCULO 
 
Caminho de Resolução: O trabalho deve seguir uma linha de raciocínio e coerência do início ao fim. O aluno deve colocar todo 
o desenvolvimento da atividade até chegar ao resultado final. 
 
Resultado Final: A resolução do exercício deve levar ao resultado final correto. 
 
A AVC que possui detalhamento do cálculo realizado, sem pular nenhuma etapa, e apresentar resultado final correto receberá nota 10. A 
atividade que apresentar apenas resultado final, mesmo que correto, sem inserir as etapas do cálculo receberá nota zero. Os erros serão 
descontados de acordo com a sua relevância. 
 
Resolução / Resposta 
A) 
B) 
C) 
D) 
Disciplina: Gerenciamento e Controle de Obras 
Nome: Éder José da Silva RA: 2288001 
 
2 
 
 
A) Desenho 1: Desenho esquemático com locais, dimensões e que materiais são 
armazenados; 
 
 
 
 
 
Tabela: áreas (m2) 
Áreas aproximadas para armazenamento de materiais e instalações 
Material/Local Quantidade Características Áreas 
(m2) 
Áreas 
Existe (m2) 
Argamassa 
Assentamento Cerâmico 
05 sacos Pilha com máximo 10 sacos 10,8 1,0 
Revestimento Branco 
34x60 Caixa 2,10 m² 
05 caixas Altura média de 1,6 metros 10,8 1,0 
Almoxarifado 01 instalação Recebimento de materiais 2,0 
Vestiário 01 instalação Não há alojamento 2,0 
Refeitório 01 instalação Aquecimento de refeições 2,0 
Central de Argamassa 01 instalação Local preparação da mistura 2,0 
Posto de controle de 
entrada 
01 instalação controle de entrada e saída de pessoas e 
materiais 
1,0 
10,74 metros 
5
,7
0
 m
etro
s 
E
N
T
R
A
D
A
 
A
L
M
O
X
A
R
IF
A
D
O
 
AZULEJO 
ARGAMASSA 
2 WC / instalações 
sanitárias 
CENTRAL DE 
ARGAMASSA 
1,00 m 
2,00 m 
2
,0
0
 m
 
VESTIÁRIO 
L
O
C
A
L
 D
E
 
R
E
F
E
IÇ
Õ
E
S
 
2,00 m 
2,00 m 
1
,0
0
 m
 
1
,0
0
 m
 
1
,0
0
 m
 
2
,0
0
 m
 
1
,0
0
 m
 
1
,0
0
 m
 
 
3 
 
B) Desenho 2: Desenho do fluxo de trabalhadores e materiais; 
 
 
 
 
 
 
C) Relatório justificando suas escolhas; 
O planejamento de um canteiro de obras pode ser definido como o planejamento 
do layout e da logística das suas instalações provisórias, instalações de segurança e 
sistema de movimentação e armazenamento de materiais. O planejamento do layout 
envolve a definição do arranjo físico de trabalhadores, materiais, equipamentos, áreas de 
trabalho e de estocagem. (NABACK, 2008, p. 04). 
Os canteiros de obra podem ser enquadrados dentro de um dos três seguintes tipos: 
restritos, amplos e longos e estreitos. 
Os canteiros de obras classificados como amplos são aqueles nos quais a 
construção não ocupa a maior parte do terreno, havendo assim, espaço para circulação de 
automóveis e acomodação pessoal, além de armazenamento de materiais. 
Os canteiros de obras classificados com restritos são aqueles mais comuns na 
construção de um edifício em áreas urbanas, pois a construção ocupa quase todo o terreno 
dificultando a montagem do layout do canteiro. 
Já os canteiros longos e estreitos possuem apenas uma das dimensões restrita 
tendo possibilidade de acesso em poucos pontos. 
A 
B 
G 
E 
D 
C 
F 
 
4 
 
O trabalho foi realizado utilizando a projeto de uma residência térrea (planta 
habitacional A), o qual foi desenvolvido como uma proposta de canteiro restrito seguindo 
as especificações da NR 18. 
Primeiro devemos pensar em quais são os suprimentos necessários para a 
execução dos serviços e entrega satisfatória da obra concluída ao cliente é necessário, e 
por mais que seja um pequeno espaço, ou uma pequena obra, eles não são poucos: 
revestimentos de parede, o teto, iluminação, o deslocamento das tubulações e instalações, 
os demais insumos necessários para esses serviços. 
Mas, além disso, também devem ser pensados outros fatores, como a data de 
entrega dos materiais escolhidos pelo cliente e onde eles serão armazenados quando 
chegarem no local. 
Para isso, foi feita a caracterização dessa edificação e o canteiro de obras (desenho 
1). Os canteiros de obras devem dispor de: 
a) instalações sanitárias: Deve ser constituída de lavatório, vaso sanitário e 
mictório, na proporção de 1 (um) conjunto para cada grupo de 20 (vinte) trabalhadores 
ou fração, bem como de chuveiro, na proporção de 1 (uma) unidade para cada grupo de 
10 (dez) trabalhadores ou fração. 
b) vestiário: Todo canteiro de obra deve possuir vestiário para troca de roupa dos 
trabalhadores que não residem no local. 
c) alojamento: Deve ter área mínima de 3 m² por módulo, que é composto de cama 
e armário individuais e uma área de circulação. 
d) local de refeições: Nos canteiros de obra é obrigatória a existência de local 
adequado para refeições. 
e) cozinha: Apenas se houver preparo de alimento em obra. 
f) lavanderia: As áreas de vivência devem possuir local próprio, coberto, ventilado 
e iluminado para que o trabalhador alojado possa lavar, secar e passar suas roupas de uso 
pessoal. 
g) área de lazer: Nas áreas de vivência devem ser previstos locais para recreação 
dos trabalhadores alojados, podendo ser utilizado o local de refeições para este fim. 
h) ambulatório: Quando se tratar de frentes de trabalho com 50 (cinquenta) ou 
mais trabalhadores. 
O cumprimento do disposto nas alíneas "c", "f" e "g" é obrigatório nos casos em 
que houver trabalhadores alojados. 
 
5 
 
No canteiro de obra (desenho 1) foram instalados: 
✓ 02 (duas) instalações sanitárias, sendo uma para a família e outra para os 
colaboradores; 
✓ 01 (um) vestiário, localizado próxima à entrada da obra, sem ligação direta 
com o local destinado às refeições. 
✓ )01 (um) local de refeições, em todo canteiro de obra deve haver local 
exclusivo para o aquecimento de refeições, dotado de equipamento 
adequado e seguro para o aquecimento. 
✓ 01 (um) posto de controle de entrada no canteiro de obras, onde estão 
vigias para o controle de entrada e saída de pessoas e materiais, de 
equipamentos de segurança individuais e/ou coletivos. 
✓ 01 (um) almoxarifado, é um dos principais locais do canteiro de obras, de 
responsabilidade do almoxarife, que deve controlar o armazenamento de 
materiais,máquinas, equipamentos e ferramentas. 
✓ 02 (duas) ligações provisórias para o funcionamento do canteiro de obras, 
com água e energia. Necessário ter água potável para o consumo das 
equipes, para ingestão e para higiene pessoal. Também é preciso água para 
limpeza de ferramentas e da obra, além de alguns serviços que necessitam 
o seu uso, como a central de argamassa. 
✓ 01 (um) Tapumes, para o fechamento de canteiro de obras. 
✓ 01 (um) Placa de obras, em frente à obra, deve estar a sua identificação 
uma placa com todas as informações sobre ela. 
Observação: Não foi necessário instalar alojamento, lavanderia, área de lazer, 
ambulatório e cozinha, pois não há pessoa alojadas, nem frente de trabalho e 
não há preparo de comida no local; 
O planejamento do canteiro de obras é, muitas vezes, negligenciado. Os problemas 
surgem e os responsáveis tentam resolvê-los com arranjos e gambiarras, em vez de 
planejar anteriormente como as atividades serão desenvolvidas e as necessidades da 
construção atendidas. Neste sentido o projeto do canteiro de obras tem papel importante 
e deve ser considerado uma fase do planejamento da obra assim como o orçamento e 
cronograma. 
 
6 
 
Com base nos estudos de planejamento, criou uma estrutura analítica de projeto, 
em fluxograma, para o estudo do funcionamento do canteiro obras. Onde os serviços não 
são sempre os mesmos, portanto o fluxo de materiais e mão de obra se altera também. 
O projeto do canteiro de obras (desenho 2) apresenta a definição do acesso, de 
chegada e controle de materiais, e assim também de pessoas. 
Em seguida, foram traçados fluxos físicos de algumas etapas de execução da obra, 
conforme projeto de canteiro, utilizando o diagrama espaguete. Esse diagrama é usado 
para exibir ou esboçar o processo de movimentação existente, assim representa 
graficamente os processos e os fluxos de produção adotados na obra. 
O diagrama é feito através do traçado de linhas ligando um ponto a outro e, por 
meio desse, pode-se rastrear o caminho de movimento de equipamentos e trabalhadores. 
Também é possível usar cores diferentes para vários materiais, trabalhadores ou meios 
técnicos e rastrear o deslocamento em momentos diferentes. 
A análise do diagrama permite identificar os comprimentos dos movimentos, 
número de movimentos, movimentos de sobreposição e cruzamento, e suas características 
de acordo com a classificação escolhida. Aplicando o resultado do diagrama, pode-se 
identificar movimentos ineficientes, eliminar o número de funcionários e fazer alterações 
na organização do trabalho ou no layout. 
As áreas do canteiro de obras, devem atender aos requisitos da NR 18 e abranger 
uma equipe de 02 funcionários, também foram estabelecidas as áreas de circulação de 
equipamentos e colaboradores no interior do canteiro. 
As áreas foram projetadas para oferecer, aos trabalhadores, condições mínimas de 
segurança, conforto e privacidade e devem ser mantidas em perfeito estado de 
conservação, higiene e limpeza. 
O canteiro foi delimitado, em todo o seu entorno, por tapumes de madeira 
compensada de 2,80 m de altura. Além disso, foi implementado uma entrada para os 
equipamentos e à entrada e saída dos funcionários. 
A duração da obra foi prevista para dois dias, levando em consideração todas as 
etapas construtivas, desde os serviços preliminares aos finais. Embora haja diferentes 
etapas na obra, o canteiro foi projetado para uma única fase, não havendo modificações 
do posicionamento dos elementos ao longo de todo o período de execução da obra, a fim 
de evitar desmobilizações. 
 
7 
 
Inicialmente, foram previstos instalação das áreas de apoio, além das instalações 
provisórias elétricas e hidráulicas. 
Na etapa de execução dos revestimentos e acabamentos, as áreas de vivência e de 
apoio continuam dispostas nos mesmos espaços iniciais. 
Foram analisados os fluxos de entrega de materiais até o local de armazenagem; 
de execução da argamassa para revestimento e do caminho percorrido até o banheiro 
No desenho 2 está apresentado o diagrama espaguete dos fluxos analisados para 
o período previsto de execução da obra do banheiro (edificação A), conforme layout 
proposto pelo projeto do canteiro. 
Cada fluxo está representado por uma linha de cor distinta, indicada na legenda, 
juntamente com os elementos. 
 
ELEMENTOS DO CANTEIRO FLUXOS 
A ALMOXARIFADO Entrega de materiais e conferência 
B AZULEJO/REVESTIMENTO Transporte de azulejo - revestimento 
C ARGAMASSA Transporte de argamassa e rejunte 
D CENTRAL DE ARGAMASSA Caminho da argamassa pronta para a aplicação 
E LOCAL DE REFEIÇÃO Caminho do azulejo para o local de aplicação 
F SANITÁRIOS Retorno do funcionário para recarga 
G VESTIÁRIO Transporte da argamassa para a central 
 ENTRADA/SAÍDA Caminho mais longo percorrido até o banheiro 
 
POSTO DE CONTROLE DE 
ENTRADA 
Onde estão vigias para o controle de entrada e saída de 
pessoas e materiais, controle de equipamentos de segurança 
individuais e/ou coletivos. 
 
A movimentação de equipamentos foi feita pela análise de três processos 
diferentes. A entrega de materiais, representada pelas linhas pretas, indica a entrada para 
o descarregamento dos materiais para o almoxarifado (ponto A). As linhas verdes indicam 
o transporte das argamassas, da área de armazenamento até os pontos C e D, onde serão 
realizados a mistura para aplicação. As linhas em azul claro indicam a distância percorrida 
por um colaborador, da central de argamassa ao ponto para aplicação no banheiro. A linha 
roxa indica o deslocamento realizado saindo do estoque de azulejo, para realizar a 
execução do revestimento. 
 
8 
 
As análises prévias de fluxos são importantes para que sejam apontadas 
oportunidades de melhorias no layout, e ainda, sejam evitadas desmobilizações quando 
se trata de uma obra de pequeno porte. 
A análise de fluxos individuais possibilita a constatação de consideráveis reduções 
de desperdícios de deslocamentos, o que leva a considerar que essa redução também 
implicará na diminuição de custo e prazo para a realização da obra como um todo. 
Percebemos então a importância de um projeto do layout do canteiro de obras, que 
nos traz vantagens, como a melhora das condições de trabalho, redução de fluxos 
desnecessários, diminuição do cansaço, aumento do lucro, reduz desperdícios de 
materiais e acidentes de trabalho. 
 
D) Pesquisa sobre o que é a lei 11.888. 
Brasil têm sido marcadas por projetos de arquitetura e de urbanismo produzidos 
em grande escala, que em muitos casos convertem-se em espaços construídos de baixa 
qualidade ambiental e que não atendem adequadamente às necessidades das famílias 
beneficiadas. 
A Lei 11.888/08 cria a oportunidade para transformar esta realidade, assegurando 
às famílias de mais baixa renda o atendimento por profissional competente para elaborar 
projetos, executar obras de melhorias e construção de novas unidades habitacionais. Mais 
que isso, ao promover uma relação direta entre o profissional e o usuário final, tende a 
criar condições muito mais férteis para que sejam atendidas as necessidades reais e suas 
intenções estéticas em relação à sua moradia. 
Ao favorecer e potencializar a participação do morador nas decisões sobre o seu 
espaço de habitar, este é o modelo capaz de promover soluções para as especificidades de 
cada família atendida. 
Neste sentido, esta proposta de Assistência Técnica elaborada pelo IAB visa 
construir uma das maneiras possíveis de implementação da Lei, criando um sistema capaz 
de aproximar o usuário do profissional autônomo e de escritórios de arquitetura e 
construção, a fim de promover a prestação de serviços de arquitetura de forma direta e 
personalizada. 
Os programas existentes ainda não atendem de maneira universal a todas as 
demandas de habitação da população. Algumas iniciativas recentes de urbanização de 
favelas e assentamentos precários corremo risco de repetir modelos ultrapassados e 
 
9 
 
criticáveis sob vários aspectos. Ao pretenderem resolver o problema em larga escala, 
muitas destas iniciativas acabam por gerar conjuntos monótonos, repetindo soluções 
padrão com projetos de baixa qualidade, de excessiva uniformidade e com unidades 
residenciais muito pequenas, não ampliáveis e mal construídas. 
Esta proposta para a implantação da Assistência Técnica se pauta pela 
universalização do acesso aos serviços profissionais. 
Pretende-se que todas as famílias que atendam às exigências da lei, basicamente 
que tenham renda até 3 salários-mínimos, possam ser atendidas gratuitamente por um 
profissional para a construção, reforma ou ampliação de sua casa. 
O acesso das famílias se dará a partir de um cadastro realizado pelo município, 
independente do seu local de moradia ou da participação da família em algum movimento 
organizado. Desta maneira, universaliza-se a assistência de maneira difusa e pulverizada 
no território da cidade, qualificando a moradia no bairro em que as famílias já vivem e no 
qual já têm suas relações sociais e culturais. 
A assistência realizada desta maneira evita que se criem demandas de 
abastecimento, de serviços e transporte, tendo em vista que o melhoramento da habitação 
é realizado onde ela já está, qualificando a moradia e reforçando as relações sociais 
existentes, exceto se as famílias estão localizadas em áreas de risco ou impróprias para 
ocupação residencial. 
Para a implementação deste programa e para a viabilização da autonomia técnica 
de grande parte da população, os recursos devem estar prontamente disponíveis ao usuário 
e ao profissional para a própria realização do projeto técnico, já que este é em si o objeto 
da assistência. 
A dedicação das entidades profissionais em nível local e estadual é fundamental 
não somente para efetivar a implementação dos programas em suas regiões, como 
também para promover a troca de experiências em nível nacional, colaborando para a 
evolução das iniciativas e o fortalecimento do programa em todo o país, visando a criação 
de um programa com um impacto positivo proporcional à magnitude da questão 
habitacional brasileira. 
Esta é uma oportunidade ímpar para transformar as políticas públicas de 
habitação, na qual urge a necessidade de não reproduzir as práticas que representem 
obstáculos à universalização deste direito social garantido pela Constituição Federal a 
todos os cidadãos. 
 
10 
 
 
REFERÊNCIA: 
 
LEI Nº 11.888, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2008. L11888 – Planalto. Acesso em: 01 de 
set. de 2022. http://www.planalto.gov.br › _ato2007-2010 
 
KROLOW, Fabiane. Implantação e Logística de Canteiro de Obras. Londrina – PR: 
Editora e Distribuidora Educacional S.A, 2018. 
 
NABACK, G. L. S. Planejamento de canteiro de obras. Poço de Caldas – MG: 
Pontifícia universidade católica de Minas Gerais, 2008. 
 
MINISTÉRIO DO TRABALHO. NR 18: Condições e Meio Ambiente de Trabalho 
na Indústria da Construção. 22 ed. 2015.

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