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1
SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO
Apoio Realização
SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO
Apoio Realização
SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO
C
M
Y
CM
MY
CY
CMY
K
Capa nova.pdf 1 19/03/24 12:24
2
ORIENTATIVO DO 
PROGRAMA ALFABETIZA 
PARÁ - 2024
3
Helder Barbalho
Governador do Estado do Pará
Hana Ghassan Tuma
Vice-governadora do Estado do Pará
Rossieli Soares da Silva
Secretário de Estado de Educação - SEDUC
Júlio César Meireles de Freitas
Secretário Adjunto de Educação Básica – SAEB
Patrick Tranjan
Secretário Adjunto de Planejamento e Finanças - SAPF
Gabriela Dias Bonfim
Assessora no Gabinete do Secretário de Estado de Educação
Carla de Araujo Reis e Souza
Diretora de Educação Infantil e Ensino Fundamental I - DIEF
Maura Ruth Costa Fonseca
Coordenadora de Ensino Fundamental Anos Iniciais - CEFAI
Elisangela de Castro dos Santos
Coordenadora de Educação Infantil - CEI
Maria Suely Machado Domont
Diretora de Planejamento de Rede - DPR
Osvanilce Almeida Palheta
Coordenadora de Avaliação - CAV
Equipe Técnica da CEFAI/ Programa Alfabetiza Pará e CAV/DPR
Ana Patrícia Lima Cohen 
Josenilda Rita Teixeira Alves
Márcia Maria Pereira Ferreira 
Maria de Fátima Cravo de Sousa 
Maria de Nazaré Vilhena 
Melânia Elias de Medeiros Castelo Branco 
Reginaldo José Pereira Paiva
Roniqueli Moraes Pantoja 
Siane Pereira Nascimento 
Trícia Amoras Alves
Analistas de Implementação PARC (Associação Bem Comum)
Paloma Gomes Branco
Pedro Henrique Elgaly da Penha
Diagramação, ilustração e revisão
Esther Maria de Souza Braga - DIFOR
4
5
Sumário
PARA INÍCIO DE CONVERSA… 7
AVALIAÇÃO DE FLUÊNCIA LEITORA 8
O QUE É A AVALIAÇÃO DE FLUÊNCIA? 9
 O que é ler? 9
	 O	que	significa	ler	bem?		 9
	 O	que	é	fluência	leitora?	 9
	 O	que	os	bons	leitores	fazem?	 10
METODOLOGIA DA APLICAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE FLUÊNCIA 11
	 Quais	os	perfis	de	leitura?	 12
COMO NOS SAÍMOS? 13
PLATAFORMA PARC 18
	 Como	interpretar	os	resultados?	 18
PARA SABER FAZER 21
	 Gestores	Escolares	 21
	 Coordenador	Pedagógico	 22
	 Professores																																																																																																		22
MATERIAL DIDÁTICO COMPLEMENTAR - COLEÇÃO VEREDAS 30 
COMO MULTIPLICAR AS FORMAÇÕES DO PROGRAMA ALFABETIZA 
PARÁ? 38
VAMOS JUNTOS! 43
REFERÊNCIAS 45
6
7
 O Projeto Alfaletra Pará, criado no ano de 2019, originou-se nos dados divulgados pelo 
Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) a partir da Avaliação Nacional 
de Alfabetização (ANA/2016), que revelou que 3 em cada 4 crianças encontravam-se em níveis 
insuficientes de proficiência em compreensão leitora e letramento matemático na rede pública 
do Estado do Pará. No âmbito desse Projeto, que atendeu à Rede Estadual de Ensino do Pará, 
foram realizados encontros formativos com professores, coordenadores, diretores e técnicos das 
antigas USEs e UREs (atualmente, Diretoria Regional de Ensino, DRE).
 Na perspectiva de seguir investindo nas questões da alfabetização no Estado e potencializar 
as ações anteriormente desenvolvidas pelo Projeto Alfaletra, a Secretaria de Estado de Educação, 
lança o Programa Alfabetiza Pará, por meio da Lei 9.867, de 13 de março de 2023, como uma 
política pública que, em Regime de Colaboração com os municípios paraenses, tem como objetivo 
a alfabetização de todas as crianças até o final do 2º ano do Ensino Fundamental.
 A modelagem desse programa tem inspiração no Programa de Alfabetização na Idade 
Certa (PAIC) do Ceará e está proposto pela Associação Bem Comum em 15 estados brasileiros. 
Essa Associação firmou a parceria com o Estado do Pará no início de 2023 e atualmente oferece 
suporte à equipe da Diretoria de Educação Infantil e Ensino Fundamental da SEDUC/PA, dedicada 
ao Alfabetiza Pará, no processo de implementação do Programa no território paraense.
 A execução do objetivo central do Programa está condicionada à relação consistente 
entre três principais frentes: avaliação, formação e material didático complementar. Com isso 
em mente, este orientativo foi preparado com a intenção justamente de detalhar, aprofundar e 
subsidiar as redes de informações essenciais para o pleno funcionamento dessas frentes basilares 
ao Programa.
 Acreditamos fielmente que com a união de gestores e educadores do estado, das regionais, 
de cada um dos 144 municípios do Pará e de cada uma das escolas, seremos capazes de alfabetizar 
todas as crianças dos múltiplos territórios paraenses.
Contamos com a sua parceria!
Equipe Alfabetiza Pará
PARA INÍCIO DE CONVERSA…
88
9
 Para fins de compreendermos melhor a avaliação de fluência, é 
necessário partir das discussões dos conceitos de leitura e fluência.
 A leitura é um processo de interação entre o sujeito leitor e o texto, 
para satisfazer um propósito ou uma finalidade. O texto é o lugar dessa 
interação – inter-ação-ação – entre quem produz o texto e quem lê o 
texto. Neste processo, o leitor realiza um trabalho ativo de construção do 
significado do texto. 
 É importante destacar, segundo Solé (1998), que isso não significa 
dizer que o texto em si não tenha sentido ou significado, mas que o significado 
que um texto tem para o leitor não é uma tradução do significado que o 
autor quis lhe dar, é uma construção que envolve o texto, os conhecimentos 
prévios do leitor e seus objetivos.
 Ler com fluência significa ler sem embaraços, sem grandes dificuldades 
para decifrar o que está escrito, de modo que um leitor fluente é aquele que 
consegue “deslizar” pelo texto.
 A decodificação precisa estar consolidada para que se possa avançar 
no desenvolvimento de uma leitura fluente e hábil. A leitura não deve exigir 
um esforço cognitivo no reconhecimento de palavras, mas sim um esforço 
voltado para as estratégias de construção de sentidos do e no texto.
O QUE É A AVALIAÇÃO DE 
FLUÊNCIA?
O que é ler?
O	que	significa	ler	bem?	
O	que	é	fluência	leitora?
9
10
 Dessa forma, fluência é o elo efetivo entre os processos de 
decodificação com a compreensão de texto.
 Para uma leitura hábil, é imprescindível desenvolver nas crianças as habilidades essenciais 
relacionadas ao reconhecimento de palavras e à compreensão da linguagem. 
 O reconhecimento das palavras diz respeito à dimensão da consciência fonológica e à 
capacidade de decodificar e de reconhecer visualmente as palavras. Essas habilidades têm que ser 
cada vez mais automáticas, ou seja, não devem exigir esforço do leitor para realizar a tarefa envolvida 
no reconhecimento de palavras. 
 Portanto, a energia cognitiva deve ser despendida na dimensão da compreensão da linguagem, 
que envolve:
1. O conhecimento prévio de fatos e de conceitos; 
2. O vocabulário que diz respeito à extensão desse vocabulário, à precisão do vocabulário, à 
capacidade de estabelecer links desse vocabulário; 
3. O sentido das palavras, da estrutura da língua, no que diz respeito à sintaxe, à semântica, à 
morfologia; 
4. O raciocínio verbal - extremamente importante a capacidade de fazer inferências, reconhecer e 
construir sentido de metáforas, por exemplo; 
Esses elementos que compõem a dimensão da compreensão da linguagem são essenciais para 
compreensão de textos escritos que circulam nas práticas sociais. 
VELOCIDADE	+	PRECISÃO	+	
PROSÓDIA = AUTOMATICIDADE
Para saber mais acesse o link: 
https://parc.caeddigital.net/mdl/course/view.php?id=12
O	que	os	bons	leitores	fazem?
 É importante não confundir fluência com 
decodificação, mas é essencial que a decodificação 
esteja consolidada para que se possa avançar no 
desenvolvimento de uma leitura fluente e hábil. 
Alguns aspectos estão envolvidos nesse processo:
10
11
METODOLOGIA DA 
APLICAÇÃO DA 
AVALIAÇÃO DE FLUÊNCIA
 Como vimos anteriormente, a fluência em leitura é a articulação entre prosódia, velocidade 
e precisão - ler o que está escrito, com certa velocidade e obedecendoao ritmo/entonação das 
palavras e frases - resultando em automaticidade na leitura, ou seja, na capacidade de fluir pelo 
texto. Essas foram as dimensões consideradas na avaliação de fluência em leitura de 2023. 
 Durante a avaliação, os estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental fizeram três atividades 
(Figura 1).
 Com o resultado do desempenho dos estudantes na tarefas 
propostas foi possível agrupá-los nos três perfis de leitura, para melhor 
compreender as aprendizagens já construídas e as possibilidades de 
intervenção para fazê-los avançar. 
 Como demonstrado na Figura 1, na avaliação de fluência leitora os 
estudantes realizaram, no tempo de 60 segundos, três tarefas: 
 1. Leitura de palavras dicionarizadas: tarefa apresenta para o 
estudante um conjunto de palavras dicionarizadas. Nesta tarefa a leitura 
foi observada por rotas fonológicas e lexicais (pois foi preciso identificar se 
a criança conhece a palavra por memorização)
 2. Leitura de pseudopalavras: tarefa apresenta para o estudante um 
conjunto de palavras inventadas (pseudopalavras). Nesta tarefa a leitura é 
observada pelo seu aspecto fonológico, já que não há o envolvimento da 
memorização na leitura da palavra.
 3. Leitura de um pequeno texto para interpretação: tarefa 
apresenta para o estudante as palavras dentro de um contexto (utilização 
de texto curto), uma narrativa ficcional que mescla vocabulários de 
diferentes classes gramaticais em estruturas sintáticas diversas.
11
12
 Por meio da avaliação de fluência, identificamos, com base no desempenho de cada 
estudante, três perfis de leitor:
Quais	os	perfis	de	leitura?
Leitor iniciante: aquele estudante que já se apropriou do sistema de escrita alfabética, 
porém ainda não dominou por completo a base ortográfica da língua e, por isso, ainda 
não consegue ler fluentemente.
Pré-leitor: estudante que ainda não desenvolveu todas as habilidades necessárias para 
realizar uma leitura oral ou para realizá-la sem muito esforço. 
Subdivide-se em 4 níveis:
Leitor fluente: aquele estudante que, além de ter domínio do sistema de escrita 
alfabética e dos signos da língua, orais e escritos, apresenta leitura automatizada e é 
capaz de, a partir do texto, construir sentidos para o que lê.
12
13
 Para analisarmos os resultados dois elementos são fundamentais: 
participação e desempenho. 
 A taxa de participação do Pará na Avaliação de Fluência Somativa de 
2023 foi de 80,1%, como demonstra o Gráfico 1. Podemos notar um pequeno 
aumento, quando comparada à taxa de participação da avaliação Diagnóstica, 
aplicada no início do mesmo ano (78,6%). O aumento percentual deve ser 
comemorado, principalmente levando em consideração o curto período de 
implementação do Programa Alfabetiza Pará até a aplicação dessa segunda 
avaliação. 
No entanto, vale ressaltar que os motivos que nos afastaram dos 100% 
de participação devem ser objeto de atenção e análise do estado do Pará, 
devendo movimentar cada Articulador Regional e Municipal a discutir com as 
escolas de sua jurisdição a respeito das suas próprias taxas de participação. 
É essencial que busquemos 100% de participação dos estudantes paraenses 
nas duas avaliações de fluência de 2024. 
 
NÍVEL 1
NÍVEL 2
NÍVEL 3
NÍVEL 4
O estudante não realizou a leitura OU o estudante disse letras, sílabas ou palavras 
que não constavam no item, não conseguindo, ainda, relacionar a sonoridade da 
letra, sílaba ou palavra aos grafemas.
O estudante nomeou letras isoladas ao tentar ler as palavras constantes no item, 
ou seja, identifica letras. Esse estudante já consegue relacionar a sonoridade das 
letras à sua representação gráfica, mas ainda realiza uma leitura individual de cada 
elemento do código alfabético dentro de cada palavra, realizando uma soletração.
O estudante silabou ao realizar a leitura das palavras constantes no item. Esse 
estudante consegue ler algumas palavras isoladas, porém, como isso exige muito 
esforço, só o faz de modo muito lento e silabando, não fazendo, ao final, a leitura 
global da palavra lida.
O estudante leu corretamente até 10 palavras 
e 5 pseudopalavras constantes no item.
Fonte: CAEd/UFJF (2023)
Para saber mais acesse o link: 
https://parc.caeddigital.net/mdl/course/view.php?id=12
COMO NOS SAÍMOS?
13
14
Gráfico 1 - Participação dos estudantes paraenses nas avaliações diag-
nóstica e somativa - comparativo entre as edições
Por outro lado, na perspectiva do desempenho, é possível observar (Gráfico 2) como estão 
distribuídas as crianças paraenses dentre os níveis de fluência leitora no comparativo entre as 
avaliações diagnóstica (aplicada março/2023) e somativa (aplicada em dezembro/2023).
Gráfico 2 - Estudantes paraenses por níveis de fluência leitora - 
comparativo entre as edições
 Dentre os três níveis de fluência leitora (pré-leitor, leitor 
inicial e leitor fluente), os estudantes paraenses estão concentrados 
no nível pré-leitor. Em comparação com a avaliação do início do 
ano, é possível observar um salto estatístico positivo: no início 
do ano o percentual de alunos no nível pré-leitor era de 79% e, 
ao final do ano, de 53%. Para análise desses percentuais entre 
avaliações de início e final do ano letivo, é importante considerar 
que estamos diante de uma fotografia de como esses estudantes 
iniciaram o 2º ano do Ensino Fundamental e como terminaram.
 Diante disso, é importante aproximar o olhar sobre o nível 
pré-leitor para obter uma fotografia de como se comportam os 
estudantes paraenses entre os 4 níveis que subdividem o nível 
pré-leitor (gráfico 3).
1 Importante também 
considerar as Diretrizes 
para uma política 
nacional de avaliação da 
alfabetização das crianças 
apresentado pelo MEC no 
dia 31 de maio de 2023.
14
15
O Gráfico 3 demonstra o resultado do nível de fluência pré- leitora, apresentando, por nível, 
o quantitativo de estudantes e os percentuais correspondentes.
Gráfico 3 - Percentuais de estudantes paraenses por nível de fluência leitora. 
Com detalhamento do nível pré-leitor nos seus 4 níveis.
Gráfico 4 - Média de palavras lidas em cada um dos perfis de leitura
 Relembrando os perfis de leitura apresentados no capítulo anterior, sabemos que os alunos 
dos níveis pré-leitor 1 e 2 não iniciaram a leitura de sílabas. Segundo os resultados apresentados 
pelo gráfico 3, 31% dos alunos paraenses encerram o 2º ano do Ensino Fundamental sem iniciar a 
leitura de sílabas. Isso significa dizer que 1 em cada 3 alunos da rede pública de educação termina o 
2º ano do Ensino Fundamental com alguma dificuldade na habilidade de leitura silábica. 
 Ao final do 2º ano do Ensino Fundamental, momento no qual foi aplicada essa avaliação 
de Fluência, esperava-se, de acordo com as habilidades previstas para essa etapa de ensino, que 
os estudantes apresentassem um desempenho na fluência leitora equivalente aos parâmetros 
“iniciante” ou “fluente”.
Fonte: CAEd/UFJF (2023)
15
16
 Diante dos dados apresentados, convidamos que cada uma das redes (municipal ou estadual) 
observe os casos de forma mais detalhada, para que possa abordar questões específicas de cada 
estudante e de cada escola. Isso pode ser feito com apoio dos dados diponíveis na plataforma da 
Parceria pela Alfabetização em Regime de Colaboração (PARC), exposta a seguir.
 Por fim, é possível complementar as análises olhando para o Índice de Fluência Leitora (IFL) , 
construído a partir de uma ponderação da porcentagem de alunos em cada nível de fluência. Através 
desse índice, é possível, olhando somente um número (o IFL), dimensionar aproximadamente como 
ficou a distribuição de estudantes nos níveis de fluência, conforme análise apresentada no quadro 
abaixo:
Quadro 1 - Média de palavras lidas em cada nível de fluência leitora
Fonte: elaboração autoral
 Com base nas informações contidas no Gráfico 4, apresentamos em seguida (Gráfico 5) o IFL 
calculado a nível Estadual, nas duas avaliações, diagnóstica e somativa, do ano de 2023.
Gráfico 5 - IFL no comparativo entre as edições
16
172 O Índice de Fluência Leitora (IFL) foi desenvolvido para quantificar, numa escala de 0 a 10, o nível de 
fluência leitora dos estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental, nos níveis escolar, municipal, regional e 
estadual, por meio da Avaliação de Fluência Leitora. 
Fórmula do do IFL: (pPL1).0,0+(pPL2).1,0+(pPL3).2,5+(pPL4).4,0+(pLI).6,0+(pLF).10,0 
Sendo, pPL1, pPL2, pPL3, pPL4 são os percentuais de estudantes avaliados, respectivamente, nos níveis 
pré-leitores 1, 2, 3 e 4; pLI é o percentual de estudantes avaliados no perfil de leitor iniciante e pLF é o 
percentual de estudantes avaliados no perfil de leitor fluente.
 No comparativo entre as avaliações, o IFL do Estado do Pará cresceu significativamente. Isso, 
segundo Quadro 1, quer dizer que o Estado performou melhor, de maneira geral, na avaliação de 
saída e que “em média 50% dos alunos estão no nível pré-leitor, com apenas 12% no pré-leitor 1, 
40% de leitores iniciantes e 8% de fluentes”. Aquilo que o quadro traz como previsão se aproxima 
da realidade do Estado quanto à distribuição dos estudantes pelos níveis de leitura. Isso facilita 
uma leitura a nível de gestão desses resultados. Para apresentação para secretários de educação e 
prefeitos, por exemplo. 
 Porém, destrinchar o índice, entendendo melhor as informações que estão por trás desse 
número, como taxa de participação e em qual nível estão concentrados os alunos é essencial para 
que sejam mapeados os pontos de atenção para melhoria em cada uma das escolas paraenses.
17
18
PLATAFORMA PARC
 A plataforma CAEd/PARC (Figura 2) reúne os dados da avaliação nos seguintes níveis: 
alunos(as), turmas, escolas e municípios. Ela pode ser acessada através deste link: 
https://avaliacaoemonitoramentopara.caeddigital.net/#!/pagina-inicial. 
Figura 2
Fonte: CAEd/UFJF (2023)
 Depois de fazer o login, poderá apenas ser realizado por gestores escolares, basta clicar em 
“Resultados”, e a página será direcionada à planilha com os dados resultantes da última avaliação. 
Ao clicar em “Resultados atuais”, será aberto o relatório completo, com as opções de filtragem 
disponíveis. Caso você, professor, queira ter acesso a esses dados, solicite ao diretor de sua escola, 
que poderá fazer a consulta ou criar seu cadastro.
 A partir da consulta desses dados, será possível elaborar ações precisas baseadas em 
evidências bem fundamentadas. É através da mobilização de todos os agentes envolvidos no regime 
de colaboração, do estado, passando pelas regionais, atingindo cada rede municipal e, finalmente, 
cada professor de todas as escolas, que potencializaremos o processo de alfabetização das crianças 
paraenses.
Como	interpretar	os	resultados?
 O objetivo principal da avaliação é criar evidências, com o intuito de nortear o trabalho das 
equipes que fazem parte da escola, sobretudo o trabalho docente e a gestão, bem como para a 
formulação de políticas públicas que garantam a melhoria da qualidade da educação básica no 
estado do Pará.
 A avaliação de Fluência Leitora possibilita identificar os perfis de leitores dos estudantes 
e assim, de acordo com cada perfil de leitor, desenvolver práticas de ensino que contribuam, 
efetivamente, para a garantia das aprendizagens de todos e todas.
 Agora é hora de analisar os resultados dos estudantes e juntos pensar em ações pedagógicas 
que orientem o trabalho da gestão e do professor em sala de aula. A leitura dos resultados da 
Avaliação de Fluência Leitora – Avaliação Diagnóstica (de entrada), permite saber em qual nível o 
estudante se encontra.
18
19
Há dois indicadores que compõem o resultado desta avaliação: participação e desempenho. 
Se analisados conjuntamente, eles permitem o diagnóstico do desempenho dos estudantes e, 
consequentemente, a definição de estratégias focadas nas dificuldades apresentadas.
 Professor(a), como realizar a análise dos resultados?
1º passo – Diagnóstico
Leitura e análise dos resultados com a equipe gestora escolar e com o corpo docente.
Agora é hora de analisar o perfil do leitor, pensando nas ações a serem desenvolvidas em sala de aula 
com o intuito de melhorar a fluência leitora dos estudantes.
Identifique o nível de desempenho em que se encontra a maioria dos estudantes da sua turma e, 
verifique a porcentagem de alunos em cada nível.
● Participação – consiste em verificar o percentual de participação dos estudantes da 
rede;
 A taxa de participação é um indicador muito importante na análise dos resultados, 
para que os resultados expressem com mais precisão os níveis de fluência leitora da sua 
escola, é importante almejar uma taxa de participação mais próxima de 100%.
Para refletir:
1. A taxa de participação na avaliação retrata a participação dos estudantes nas aulas?
2. Os estudantes foram estimulados a participar da avaliação?
3. Há diferenças entre as médias gerais de participação da sua turma e as médias gerais da 
sua escola?
● Desempenho – consiste em observar qual o perfil de fluência leitora estão os 
estudantes da sua turma e escola.
19
Converse com seus pares e registre algumas hipóteses para os resultados encontrados.
O diálogo e a troca de experiências são fundamentais para o planejamento de ações
Olhar os resultados em uma perspectiva é nos permitir olhar todas as ações pensadas e 
desenvolvidas pela comunidade escolar.
20
Problematize e reflita com seus pares:
 ● O que diz o perfil de desempenho de cada estudante? 
 ● Está de acordo com o que se observa na sala de aula? 
 ● Considerando para cada perfil de leitor (pré-leitores, leitores iniciantes e leitores 
 fluentes), quais as estratégias você sugere para aplicar com a sua turma?
2º passo – Plano de Ação
 De posse dos resultados, chegou o momento de pensar em ações, baseadas nas evidências, 
cujo propósito é a melhoria do processo de ensino-aprendizagem.
 Para auxiliá-los a sistematizar melhor os resultados e a construir o plano de ação, a PARC, em 
conjunto com o CAEd, desenvolveu um roteiro de análise dos resultados, que pode ser adaptado de 
acordo com a necessidade de cada estudante, de cada turma e de cada escola.
 O roteiro de análise e apropriação dos resultados está disponível na plataforma PARC, no card 
Boas Práticas, na área restrita da Plataforma PARC.
Sugestão de leitura complementar:
https://novaescola.org.br/entrar?voltar=/conteudo/136/a-importancia-da-leitura-em-sala-de-aula-
para-a-fluencia-leitora
20
21
PARA SABER FAZER
 O Programa Alfabetiza Pará considera essencial a articulação pedagógica para aprendizagem, 
tendo em vista a melhoria na qualidade do ensino no Estado do Pará. Para isso, entende ser 
imprescindível uma boa gestão escolar em que os Diretores Escolares e Coordenadores Pedagógicos 
atuem para apoiar, fortalecer, contribuir e acompanhar a prática de professores em sala de aula, 
especialmente os que atuam no Ciclo de Alfabetização. 
 Vale ressaltar que o Programa propõe apoiar professores alfabetizadores com estratégias 
metodológicas que contribuam no avanço do processo de leitura /escrita dos estudantes paraenses. 
Para entender melhor como essa proposta pode ser colocada em prática no contexto escolar, segue 
abaixo algumas orientações para diretores escolares, coordenadores pedagógicos e professores 
alfabetizadores.
Gestores	Escolares
 O(A) Diretor(a) Escolar é uma peça importante no processo de efetivação das ações do 
Programa Alfabetiza Pará, uma vez que é responsável por fomentar as ações do Programa no chão 
da escola.
 
Nessa lógica, o(a) Diretor(a) Escolar pode:
• Investigar o contexto escolar para entender os fatores que podem ter influenciado os 
resultados da Avaliação de Fluência; 
• Reunir e dialogar com os coordenadores pedagógicos e professores sobre os resultados; 
• Garantir o cumprimento das ações previstas no Alfabetiza Pará, por meio do 
acompanhamento das práticas dos coordenadores e professores e seu alinhamento com 
a proposta pedagógica do Programa; 
• Construir de forma conjunta com os coordenadores pedagógicos e professores,uma 
rotina diária e semanal para a turma, promovendo atividades voltadas para prática de 
linguagem de leitura e escrita; 
• Organizar o espaço escolar, tendo em vista que seja um ambiente alfabetizador dentro e 
fora de sala de aula; 
• Dar suporte aos coordenadores e professores no planejamento pedagógico das turmas e 
das atividades pedagógicas sugeridas pelo Programa; 
• Acessar a Plataforma PARC/CAEd, tendo em vista o acompanhamento dos alunos nas 
avaliações; 
• Identificar em que perfil de leitor cada criança está inserida; 
• Proporcionar condições para que ao longo do ano letivo ocorra momentos individuais de 
leitura em voz alta, nas turmas do Ciclo de Alfabetização; 
 
• Relacionar os resultados da avaliação com registros de frequência escolar, analisando, 
socializando os dados e adotando medidas para a correção dos desvios. 
• Realizar reuniões periódicas com a família, buscando sempre a parceria.
21
22
Coordenador	Pedagógico
 O Coordenador Pedagógico é um profissional estratégico no direcionamento e 
acompanhamento das ações pedagógicas desenvolvidas no espaço escolar, uma vez que articula e 
contribui com o professor a encontrar as melhores formas de otimizar a aprendizagem dos alunos.
 
Nessa perspectiva, o Coordenador Pedagógico pode:
 Os resultados da avaliação ampliam a visão das possibilidades de intervenção nos processos, 
trazendo possíveis colaborações de outros atores, e práticas que podem ser articuladas tendo a 
alfabetização como finalidade. Entretanto, o protagonismo da ação docente sistematizada e 
intencional, que ocorre diariamente na sala de aula entre professores e estudantes, ocupa papel de 
destaque dada a potencialidade aí existente.
 Nesse sentido, a abordagem aqui realizada parte do entendimento que o professor 
alfabetizador é o profissional que diariamente pensa, propõe, acompanha, faz e refaz, de forma 
crítica e criativa, as práticas alfabetizadoras que dão vida à rotina pedagógica e fazem das salas 
de aula ambientes alfabetizadores estimulantes para as aprendizagens necessárias à alfabetização 
das crianças. Essas práticas pedagógicas envolvem diversas concepções e fazeres, que vão desde 
diagnósticos de aprendizagem, escolha de aprendizagens prioritárias, organização de planejamentos, 
elaboração de metodologias e materiais, avaliação formativa, entre outros, num movimento laboral 
contínuo.
- Dialogar com os professores do ciclo de alfabetização sobre os resultados alcançados pelos 
alunos na Avaliação de Fluência Leitora;
- Identificar em que perfil de leitor cada criança está inserida;
- Mapear os resultados obtidos pelos alunos nas avaliações ao longo do ano;
- Dar suporte aos professores no planejamento pedagógico das turmas e das atividades 
pedagógicas sugeridas pelo Programa;
- Acompanhar e orientar o trabalho dos professores, por meio dos planos de aula e da 
observação das aulas;
- Planejar de forma conjunta com os professores, uma rotina diária e semanal para a turma, 
promovendo atividades voltadas para prática de linguagem de leitura e escrita;
- Incentivar e contribuir com os professores nas ações pedagógicas da escola, especialmente 
as voltadas para a leitura e escrita;
- Acompanhar a frequência escolar dos alunos, e sempre que for necessário realizar a busca 
ativa dos alunos;
- Organizar e coordenar momentos de estudos de professores;
- Estimular a participação dos professores nas trocas de experiências;
- Reunir periodicamente com as famílias, buscando sempre a fortalecer a parceria com elas.
Professores
22
23
 É no bojo dessas práticas, pensando em fornecer evidências quanto ao desenvolvimento da 
leitura, que os resultados da avaliação de fluência em leitura podem ser utilizados como um indicador 
e fornecer elementos para a intervenção nas aprendizagens, através do uso pedagógico destes 
resultados. Para isso é importante conhecer os diferentes perfis de leitores, para nos debruçarmos 
sobre aquilo que em cada nível já é possível identificar como aprendizagem e assim propor possíveis 
práticas para o avanço de cada estudante.
 Como já identificamos, nos resultados da avaliação em fluência leitora os estudantes foram 
agrupados em três perfis: Pré-leitor (Nível 1, Nível 2, Nível 3 e Nível 4), Leitor Iniciante e Leitor 
Fluente. A seguir resgataremos pontos de atenção sobre as aprendizagens que os estudantes já 
desenvolveram e, brevemente, refletiremos sobre algumas possibilidades de intervenção pedagógica 
em cada um dos perfis apresentados.
 O estudante que se encontra nesse perfil ainda não dispõe de 
condições para realizar uma leitura oral e, quando o faz, isso exige 
muito esforço. Nesse perfil, encontra-se, portanto, o estudante 
com dificuldades nas aprendizagens iniciais da alfabetização, que 
ainda não se apropriaram do Sistema de Escrita Alfabética.
 É importante destacar que, se relacionarmos as 
características de aprendizagem dos estudantes agrupados 
neste nível com os níveis de escrita considerados na psicogênese 
da escrita podemos nos aproximar de formas de intervenção 
relacionadas a cada nível de escrita. 
 Segundo Morais (2012), no processo inicial de alfabetização 
é importante priorizar algumas habilidades de consciência 
fonológica que tornarão possível os principiantes avançarem no 
Sistema de Escrita Alfabética, pensado que:
São habilidades imprescindíveis para a alfabetização inicial 
das crianças:
● Segmentar palavras em suas sílabas;
● Contar as sílabas de palavras;
● Comparar palavras quanto à quantidade de sílabas;
● Identificar palavras com sílabas iguais no início;
● Produzir palavras com sílabas iguais no início;
● Produzir palavras que rimam;
● Identificar palavras com fonemas iniciais iguais. 
PRÉ-LEITOR
Para saber mais sobre 
os níveis de escrita na 
psicogênese acessar o 
Infográfico Psicogênese 
da escrita, elaborado por 
Magda Soares, 
disponível em: 
https://www.cenpec.org.br/
hotsite/aprendizado-ini-
cial-da-escrita/).
A escrita alfabética não é um mero código de transcrição da fala, como ainda concebem alguns. 
Ela é um objeto de conhecimento em si, um sistema notacional, e seu aprendizado requer que 
o estudante foque palavras e partes de palavras. Sendo mais explícitos: para compreender o 
alfabeto e aprender suas convenções, o principiante precisa ‘partir’ o signo linguístico, esquecer, 
provisoriamente, o significado e focar, de forma muito especial, o significante (oral e escrito). Só 
observando o significante oral e escrito (a palavra escrita como sequência de letras, a sequência 
de sons pronunciados quando falamos a palavra), para poder analisar seus “pedaços” sonoros 
e gráficos, é que o aprendiz vai poder se apropriar da escrita alfabética (MORAIS, 2012, p. 123).
23
24
1. Escreve-se com letras que não podem ser inventadas, que têm um repertório 
finito e que são diferentes de números e de outros símbolos;
2. As letras têm formatos fixos e pequenas variações produzem mudanças em sua 
identidade (p, q, b, d), embora uma letra assuma formatos variados (P, p, D, d).
3. A ordem da letra no interior da palavra não pode ser mudada.
4. Uma letra pode se repetir no interior de uma palavra e em diferentes palavras, 
ao mesmo tempo em que distintas palavras compartilham as mesmas letras;
5. Nem todas as letras podem ocupar certas posições no interior das palavras e 
nem todas as letras podem vir juntas de quaisquer outros.
6. As letras notam ou substituem a pauta sonora das palavras que pronunciamos 
e nunca levam em conta as características físicas ou funcionais dos referentes que 
substituem.
7. As letras notam segmentos sonoros menores que as sílabas orais que 
pronunciamos.
8. As letras têm valores sonoros fixos, apesar de muitas terem mais de um valor 
sonoro e certos sons poderem ser notados com mais de uma letra.
9. Além das letras, na escrita de palavras usam-se, também, algumas marcas 
(acentos) que podem modificar a tonicidade ou o som das letras ou sílabas onde 
aparecem.
10. As sílabas podem variar quanto às combinações entre consoantese vogais 
(CV, CCV, CVV, CVC, V, VC, VCV, VCC, CCVCC...), mas a estrutura predominante 
no português é a sílaba CV (consoante-vogal), e todas as sílabas do português 
contêm ao menos, uma vogal. (MORAIS, 2012, p.51).
 De forma semelhante, é importante atentar para as propriedades do SEA que o aprendiz 
precisa reconstruir para se tornar alfabetizado:
 Assim, as atividades importantes para o ensino sistemático do SEA são aquelas que:
 As propostas de intervenção podem 
ser planejadas por nível de escrita, tendo a 
exploração de textos poéticos da tradição 
popular (cantigas, parlendas, trava-
línguas), o nome próprio, listas, contos 
de repetição, entre outros, como suporte 
para o desenvolvimento da consciência 
fonológica, em intervenções diárias, 
com atividades permanentes de Leitura, 
oralidade, produção de textos e ensino 
sistemático do SEA (Quadro 3).
● Envolvem a reflexão de aspectos fonológicos das palavras;
● Exploram palavras estáveis, como os nomes próprios e outras palavras 
já familiares para os alunos;
● São feitas montando e desmontando palavras com sílabas móveis e o 
alfabeto móvel;
24
25
Sugestões/Possibilidades de intervenção 
Pré-silábico Silábico Silábico 
alfabético Alfabético
*Comparar palavras 
quanto ao tamanho
Jogos de reflexão so-
bre palavras
*Exploração de textos 
poéticos e da tradição 
oral que as crianças 
sabem de cor
*Identificar palavras 
iniciadas com a mesma 
sílaba
*Identificar e produzir 
palavras que rimam
*Identificar palavras 
iniciadas com a mesma 
sílaba
*Identificar palavras 
que compartilham o 
mesmo fonema inicial
*Identificar e produzir 
palavras que rimam
*Identificar palavras 
iniciadas com a mesma 
sílaba
*Identificar palavras 
que compartilham o 
mesmo fonema inicial
*Identificar e produzir 
palavras que rimam
*Estímulo à leitura 
de livrinhos e uso de 
jogos
Fonte: elaboração autoral
 Em suma, para esse grupo de estudantes, o foco das práticas de leitura deve estar em atividades 
relacionadas às etapas iniciais do processo de identificação dos valores sonoros das letras e do modo 
como elas se organizam na formação de palavras e de como essas se organizam, sinteticamente, nos 
textos.
 Dessa forma é preciso que:
● Os textos tenham rimas e aliterações, para que os estudantes 
percebam a sonoridade das palavras.
● Sejam lidos poemas para as crianças, apresentando o texto escrito, 
apontando as palavras do texto à medida que se lê. Assim os estudantes 
se dão conta das relações entre fala e escrita e da semelhança sonora (das 
rimas).
● Utilizem-se trava-línguas e parlendas também, pois são textos 
da tradição popular, bastante adequados às atividades de leitura com 
estudantes com o perfil pré-leitor. Como são, em geral, textos de memória, 
os estudantes podem recitá-los e, ao fazê-lo, observar o modo como são 
escritos.
● Sejam lidos livros de literatura infantil produzidos com o objetivo de 
contribuir com o processo de alfabetização. Em geral, são textos curtos e 
compostos por sílabas simples. Podem ser lidos primeiro pelo professor e 
depois pelos alunos.
● Sejam lidos diversos tipos de textos literários, mais extensos, lidos 
pelo professor, que se constitui como um modelo de leitor para esses 
estudantes. 
25
26
LEITOR INICIANTE
LEITOR FLUENTE
 Os estudantes que compõem esse grupo já venceram os desafios da alfabetização inicial, mas 
precisam avançar na automatização dos processos de decodificação, de modo a concentrarem sua 
energia cognitiva para poderem compreender o que leem, bem como desenvolverem a dimensão 
prosódica da leitura. 
 As atividades para esse grupo de estudantes devem ser práticas de leituras intencionalmente 
organizadas para que os estudantes, progressivamente, tenham contato com textos sintaticamente 
mais complexos e também mais extensos, para que adquiram o que chamamos fôlego de leitura.
Dessa forma é preciso que:
 Esses estudantes apresentam um perfil de leitor bastante satisfatório para a etapa de 
escolarização em que se encontram. Já demonstraram a habilidade de ler com desenvoltura textos 
compostos por palavras de diferentes padrões silábicos, observando, inclusive, aspectos prosódicos 
do texto.
 As atividades para esse grupo de estudantes devem incluir práticas de leitura bem variadas 
e contemplar diferentes gêneros textuais. Estudantes com esse perfil provavelmente já dispõem de 
condições mínimas para utilizar a leitura como fonte de aprendizagem, ou seja, provavelmente já 
dispõem de condições de ler e compreender textos variados e extrair deles informações relevantes.
 Dessa forma é preciso que:
● Os estudantes sejam incentivados a planejarem atividades de escrita; 
eles devem planejar sua leitura oral.
● A primeira etapa da leitura oral seja iniciada silenciosamente. Nela, 
os estudantes podem esclarecer suas dúvidas sobre palavras desconhecidas, 
observar a pontuação do texto, dentre outros aspectos relevantes.
● A segunda etapa da leitura oral seja feita pelo professor, considerado o 
leitor mais experiente, assim os estudantes conseguem observar os aspectos 
prosódicos do texto.
● A terceira etapa da leitura oral seja feita pelos estudantes em voz alta; 
a leitura pode ser feita cada vez por um grupo de estudante.
● Reflita-se com os estudantes sobre o desempenho deles em leitura. O 
professor pode gravar a leitura do estudante e, posteriormente, reproduzir a 
gravação para que os estudantes avaliem seu desempenho, especialmente no 
que se refere aos aspectos prosódicos do texto.
● Os textos tragam curiosidades científicas e outros temas relacionados 
às diferentes áreas de conhecimento.
26
27
 Além das possibilidades listadas por perfil de agrupamento dos leitores, é válido destacar que 
as práticas de leitura devem permear a rotina pedagógica das salas de aula de alfabetização. Por isso 
é importante:
● Incorporar atividades de leitura à rotina da turma
● A leitura oral deve ser uma atividade que faça parte da rotina diária 
da turma.
● Disponibilizar materiais de leitura e tempo para a exploração dos 
estudantes
● Manter um “cantinho” de leitura ou uma biblioteca de sala é um 
meio de introduzir a leitura na rotina da turma. Nesse espaço, devem 
estar disponíveis livros de literatura, revistas em quadrinhos, revistas com 
curiosidades científicas, dentre outras possibilidades.
● Explorar momentos de leitura significativos em sala de aula
● Introduzir, no cotidiano escolar, atividades como leitura de cartazes 
da rotina, calendário; solicitar a redação de bilhete para comunicação com 
a família e, na sequência, a leitura dele em voz alta; pedir aos estudantes 
que leiam os enunciados das atividades e perguntar a eles o que deve ser 
feito, após a leitura. 
The passage experienced a surge in 
popularity during the 1960s when 
Letraset used it on their sheets.
● Esses estudantes sejam bons modelos de leitores para outros 
estudantes.
● Seja feita a seleção de textos que desafiem os estudantes, com 
léxico mais variado e padrões sintáticos mais complexos.
● Situações que motivem a aprendizagem sejam criadas, como 
a simulação de apresentação de um telejornal, que favorece o maior 
desenvolvimento da fluência em leitura, especialmente porque, nesse 
caso, os aspectos prosódicos cumprem um importante papel: a entonação 
certa para dar uma determinada notícia.
● O professor grave vídeos das atividades de leitura em voz alta e 
discuta a atuação dos leitores com a turma. 
27
28
No caso de um jogo fonológico, em que tem que agrupar gravura 
cujos nomes rimam, a dupla de alunos com níveis silábico-alfabético e 
alfabético poderia receber como desafio extra escrever outras palavras 
(tantas quanto conseguissem lembrar) terminadas com aquelas rimas. 
Em outro dia, num jogo de palavras cruzadas, as crianças com hipóteses 
menos avançadas poderiam consultar um banco com as palavras que 
respondem o jogo (o que lhes permite usar pistas, como o número de 
letras de cada palavra e as letras iniciais, por exemplo), ao passo que 
seus pares mais avançados teriamque descobrir as palavras respostas 
apenas lendo os enunciados (ou lendo as figuras referentes a cada 
palavra e escrevendo-as, sem qualquer ajuda. (MORAIS, 2012, p.179)
 Por fim, para pensar em possibilidades de ajustes do ensino adequando-o às necessidades de 
cada aluno, Morais (2012) faz refletirmos sobre a possibilidade de propor, num mesmo momento, 
atividades diferentes ou que possam ser resolvidas de modo distinto por alunos que se encontram 
em diferentes níveis. Ensino simultâneo diversificado (trabalho com grupos produtivos - em duplas 
ou agrupamentos pequenos, considerando, por exemplo a proximidade dos níveis da psicogênese 
da escrita que vivenciam no momento silábico, com silábico-alfabético/ silábico-alfabético com 
alfabético por exemplo), considerando um contrato didático com os estudantes que disponha sobre 
a organização em sala para a realização das atividades propostas, com isso propor atividades que 
possam ser respondidas modo diferente por alunos que estão em níveis diferentes.
 Há muitas práticas de leitura possíveis de se desenvolver com os estudantes nas aulas para 
estimular a leitura e a sua fluência. Manter os estudantes motivados e incentivá-los a ler é papel 
do professor/professora. É importante lembrar que os dados das avaliações de fluência devem ser 
analisados juntamente com os dados de outras modalidades da avaliação externa em larga escala – 
avaliação de leitura e de escrita – pois, como dito inicialmente, a fluência em leitura é apenas uma 
das dimensões relevantes para se ter um diagnóstico da alfabetização inicial. 
 Também é importante que o(a) professor(a) considere os dados das avaliações realizadas 
por ele(a) com a própria turma. Isso porque a fluência em leitura pode ser afetada pela particular 
condição de ler oralmente numa situação de teste, o que para alguns estudantes pode ser inibidora.
28
29
INFORMATIVO ALFABETIZA PARÁ
Orientações para o uso do material didático
complementar/2024 do Programa Alfabetiza Pará
A Coleção Veredas da Leitura e da Escrita é o material didático referência do
Programa Alfabetiza Pará (Lei n° 9867/2023) e tem como objetivo apoiar e
inspirar práticas de ensino a prendizagem no processo de alfabetização e
letramento inicial das crianças paraenses. 
SOBRE O MATERIAL
COMPOSIÇÃO DA COLEÇÃO VEREDAS
A Coleção Veredas 2024 apresenta capa nova,
escolhida via “Concurso de Desenho - Cores do
Futuro” (EDITAL Nº 002/2023-GAB/SEDUC-PA),
cujo objetivo foi selecionar os desenhos dos(as)
estudantes da rede de ensiso paraense para
ilustrar as comunicações e projetos/programas
gráficos, incluindo as capas dos materiais
didáticos da SEDUC.
Estudantes e professores(as) do 1º e do 2º ano do Ensino Fundamental das
escolas públicas dos 143 municípios adesos ao Programa Alfabetiza Pará.
PÚBLICO ALVO
ESTUDANTE:
PROFESSOR(A)
1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA) 1 LIVRO DE LEITURA
1 LIVRO DE LEITURA1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA)
ESTUDANTE:
PROFESSOR(A)
1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA)
1 LIVRO DE LEITURA
4 CARTAZES
1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA)
1 LIVRO DE LEITURA
1º AN
O
4 CARTAZES
2º AN
O
SOBRE A CAPA
SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO
INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
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INFORMATIVO ALFABETIZA PARÁ
Orientações para o uso do material didático
complementar/2024 do Programa Alfabetiza Pará
A Coleção Veredas da Leitura e da Escrita é o material didático referência do
Programa Alfabetiza Pará (Lei n° 9867/2023) e tem como objetivo apoiar e
inspirar práticas de ensino a prendizagem no processo de alfabetização e
letramento inicial das crianças paraenses. 
SOBRE O MATERIAL
COMPOSIÇÃO DA COLEÇÃO VEREDAS
A Coleção Veredas 2024 apresenta capa nova,
escolhida via “Concurso de Desenho - Cores do
Futuro” (EDITAL Nº 002/2023-GAB/SEDUC-PA),
cujo objetivo foi selecionar os desenhos dos(as)
estudantes da rede de ensiso paraense para
ilustrar as comunicações e projetos/programas
gráficos, incluindo as capas dos materiais
didáticos da SEDUC.
Estudantes e professores(as) do 1º e do 2º ano do Ensino Fundamental das
escolas públicas dos 143 municípios adesos ao Programa Alfabetiza Pará.
PÚBLICO ALVO
ESTUDANTE:
PROFESSOR(A)
1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA) 1 LIVRO DE LEITURA
1 LIVRO DE LEITURA1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA)
ESTUDANTE:
PROFESSOR(A)
1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA)
1 LIVRO DE LEITURA
4 CARTAZES
1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA)
1 LIVRO DE LEITURA
1º AN
O
4 CARTAZES
2º AN
O
SOBRE A CAPA
SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO
INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
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INFORMATIVO ALFABETIZA PARÁ
Orientações para o uso do material didático
complementar/2024 do Programa Alfabetiza Pará
A Coleção Veredas da Leitura e da Escrita é o material didático referência do
Programa Alfabetiza Pará (Lei n° 9867/2023) e tem como objetivo apoiar e
inspirar práticas de ensino a prendizagem no processo de alfabetização e
letramento inicial das crianças paraenses. 
SOBRE O MATERIAL
COMPOSIÇÃO DA COLEÇÃO VEREDAS
A Coleção Veredas 2024 apresenta capa nova,
escolhida via “Concurso de Desenho - Cores do
Futuro” (EDITAL Nº 002/2023-GAB/SEDUC-PA),
cujo objetivo foi selecionar os desenhos dos(as)
estudantes da rede de ensiso paraense para
ilustrar as comunicações e projetos/programas
gráficos, incluindo as capas dos materiais
didáticos da SEDUC.
Estudantes e professores(as) do 1º e do 2º ano do Ensino Fundamental das
escolas públicas dos 143 municípios adesos ao Programa Alfabetiza Pará.
PÚBLICO ALVO
ESTUDANTE:
PROFESSOR(A)
1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA) 1 LIVRO DE LEITURA
1 LIVRO DE LEITURA1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA)
ESTUDANTE:
PROFESSOR(A)
1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA)
1 LIVRO DE LEITURA
4 CARTAZES
1 LIVRO DE ATIVIDADES
(SÃO 2 OPÇÕES DE CAPA)
1 LIVRO DE LEITURA
1º AN
O
4 CARTAZES
2º AN
O
SOBRE A CAPA
SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO
INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
32
O material foi elaborado a partir:
1. das habilidades da Base Nacional Comum
Curricular (BNCC);
2. das habilidades do Documento Curricular do
Estado do Pará (DCE/PA) presentes na BNCC; 
3. das habilidades do Programa Parceria pela
Alfabetização em Regime de Colaboração
(PARC) elaboradas exclusivamente para
possibilitar o desenvolvimento da fluência
leitora no 2º ano. 
EMBASAMENTO DA COLEÇÃO 
ORIENTAÇÕES PARA USO DO MATERIAL
Desenvolver os processos de
alfabetização e letramento, concebendo-
os como processos cognitivos distintos,
porém intimamente imbricados; 
Conceber os gêneros discursivos como
ferramentas linguísticas por meio dos
quais os(as) estudantes podem se
envolver, com maior autonomia e
protagonismo, na vida social,
reconhecendo que suas produções
textuais – orais, escritas, multissemióticas –
compreendem um lugar de manifestação
e negociação de sentidos, valores e
ideologias.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA COLEÇÃO
1. APROPRIAÇÃO DAS ORIENTAÇÕES presentes no “CADERNO DO
PROFESSOR” pela coordenação pedagógica e pelos professores
alfabetizadores para Coleção nos planejamentos das turmas de 1º e 2º
ano do EF, desde o Plano de Ensino Anual 2024 até os planos de aula, que
materializarão as rotinas pedagógicas a serem desenvolvidas, juntamente
com outros recursos didáticos disponíveis e em diálogo com os diferentes
componentes curriculares.
2. CONSTRUIR O ESPAÇO-TEMPO ESCOLAR incluindo as orientações
presentes no caderno do professor:
observar o tempo de uso diário do material de até duas horas; 
executar as atividades permanentes no decorrer da semana (Para
gostar de histórias, Para gostar de escrever, Para gostar de acolher,
Para gostar de ler); 
desenvolver as sequências didáticas, considerando a progressão das
habilidades, as práticas de linguagem envolvidas nas atividades
propostas (leitura e escuta;oralidade; análise linguística e semiótica;
escrita e produção de texto);
ter em mente de que cada um dos capítulos que compõem as
unidades, correspondem a uma aula.
Abordar a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável,
heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio
de construção de identidades de seus(suas) usuários(as ) e da
comunidade a qual pertencem; 
Promover situações adequadas para a plena aprendizagem da língua
escrita, tomando-a instrumento fundamental para a interação dos
sujeitos nos diferentes campos de atuação da vida humana; 
INFORMATIVO ALFABETIZA PARÁ
Orientações para o uso do material didático
complementar/2024 do Programa Alfabetiza Pará
INFORMATIVO
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complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
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O material foi elaborado a partir:
1. das habilidades da Base Nacional Comum
Curricular (BNCC);
2. das habilidades do Documento Curricular do
Estado do Pará (DCE/PA) presentes na BNCC; 
3. das habilidades do Programa Parceria pela
Alfabetização em Regime de Colaboração
(PARC) elaboradas exclusivamente para
possibilitar o desenvolvimento da fluência
leitora no 2º ano. 
EMBASAMENTO DA COLEÇÃO 
ORIENTAÇÕES PARA USO DO MATERIAL
Desenvolver os processos de
alfabetização e letramento, concebendo-
os como processos cognitivos distintos,
porém intimamente imbricados; 
Conceber os gêneros discursivos como
ferramentas linguísticas por meio dos
quais os(as) estudantes podem se
envolver, com maior autonomia e
protagonismo, na vida social,
reconhecendo que suas produções
textuais – orais, escritas, multissemióticas –
compreendem um lugar de manifestação
e negociação de sentidos, valores e
ideologias.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA COLEÇÃO
1. APROPRIAÇÃO DAS ORIENTAÇÕES presentes no “CADERNO DO
PROFESSOR” pela coordenação pedagógica e pelos professores
alfabetizadores para Coleção nos planejamentos das turmas de 1º e 2º
ano do EF, desde o Plano de Ensino Anual 2024 até os planos de aula, que
materializarão as rotinas pedagógicas a serem desenvolvidas, juntamente
com outros recursos didáticos disponíveis e em diálogo com os diferentes
componentes curriculares.
2. CONSTRUIR O ESPAÇO-TEMPO ESCOLAR incluindo as orientações
presentes no caderno do professor:
observar o tempo de uso diário do material de até duas horas; 
executar as atividades permanentes no decorrer da semana (Para
gostar de histórias, Para gostar de escrever, Para gostar de acolher,
Para gostar de ler); 
desenvolver as sequências didáticas, considerando a progressão das
habilidades, as práticas de linguagem envolvidas nas atividades
propostas (leitura e escuta; oralidade; análise linguística e semiótica;
escrita e produção de texto);
ter em mente de que cada um dos capítulos que compõem as
unidades, correspondem a uma aula.
Abordar a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável,
heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio
de construção de identidades de seus(suas) usuários(as ) e da
comunidade a qual pertencem; 
Promover situações adequadas para a plena aprendizagem da língua
escrita, tomando-a instrumento fundamental para a interação dos
sujeitos nos diferentes campos de atuação da vida humana; 
INFORMATIVO ALFABETIZA PARÁ
Orientações para o uso do material didático
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INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
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INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO
INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
LIVRO DE ATIVIDADES
“VEREDAS DA LEITURA E DA ESCRITA” DISTRIBUIÇÃO SEMESTRAL
LIVRO DE LEITURA
“LEIO LÁ QUE EU LEIO CÁ” DISTRIBUIÇÃO ANUAL
1º SEMESTRE: 
UNIDADE 1 - Compartilhando nossos sentimentos na
escola; 
UNIDADE 2 - Lendo e escrevendo listas;
UNIDADE 3 - Quadrinhas e mais quadrinhas!;
UNIDADE 4 - Parlendas).
2º SEMESTRE
UNIDADE 5 - Pensar sobre nossos sentimentos para
nos entendermos melhor; 
UNIDADE 6 - Trocando bilhetes; 
UNIDADE 7 - Brincadeira de roda: cantigas; 
UNIDADE 8 -Textos acumulativos)
1º SEMESTRE
UNIDADE 1 - Eu sou, eu sinto; 
UNIDADE 2 - Listar para ajudar nossa escola; 
UNIDADE 3 - Um mundo de versos - poemas; 
UNIDADE 4 - Escrever ou falar: é hora de comunicar!
- bilhetes. 
2º SEMESTRE
UNIDADE 5 - Compartilhando sentimentos; 
UNIDADE 6 - Cantando canções; 
UNIDADE 7 - Receitas culinárias; 
UNIDADE 8 - Era uma vez, os contos de fadas);
Sumário resumido com as unidades que
compõem a coleção completa:
1º ANO
2º ANO
3. ESTRUTURA DA COLEÇÃO
4. FICHA DE ACOMPANHAMENTO DAS APRENDIZAGENS
Orientamos o estudo, planejamento e uso das Fichas de Acompanhamento
de Aprendizagens presentes no Livro do Professor como instrumentos que
podem orientar intervenções pedagógicas intencionalmente realizadas
para o avanço das aprendizagens dos estudantes. 
Ficha de Acompanhamento das Aprendizagens retirado do Material didático do 1º ano do EF.
INFORMATIVO ALFABETIZA PARÁ
Orientações para o uso do material didático
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INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO
INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
LIVRO DE ATIVIDADES
“VEREDAS DA LEITURA E DA ESCRITA” DISTRIBUIÇÃO SEMESTRAL
LIVRO DE LEITURA
“LEIO LÁ QUE EU LEIO CÁ” DISTRIBUIÇÃO ANUAL
1º SEMESTRE: 
UNIDADE 1 - Compartilhando nossos sentimentos na
escola; 
UNIDADE 2 - Lendo e escrevendo listas;
UNIDADE 3 - Quadrinhas e mais quadrinhas!;
UNIDADE 4 - Parlendas).
2º SEMESTRE
UNIDADE 5 - Pensar sobre nossos sentimentos para
nos entendermos melhor; 
UNIDADE 6 - Trocando bilhetes; 
UNIDADE 7 - Brincadeira de roda: cantigas; 
UNIDADE 8 -Textos acumulativos)
1º SEMESTRE
UNIDADE 1 - Eu sou, eu sinto; 
UNIDADE 2 - Listar para ajudar nossa escola; 
UNIDADE 3 - Um mundo de versos - poemas; 
UNIDADE 4 - Escrever ou falar: é hora de comunicar!
- bilhetes. 
2º SEMESTRE
UNIDADE 5 - Compartilhando sentimentos; 
UNIDADE 6 - Cantando canções; 
UNIDADE 7 - Receitas culinárias; 
UNIDADE 8 - Era uma vez, os contos de fadas);
Sumário resumido com as unidades que
compõem a coleção completa:
1º ANO
2º ANO
3. ESTRUTURA DA COLEÇÃO
4. FICHA DE ACOMPANHAMENTO DAS APRENDIZAGENS
Orientamos o estudo, planejamento e uso das Fichas de Acompanhamento
de Aprendizagens presentes no Livro do Professor como instrumentos que
podem orientar intervenções pedagógicas intencionalmente realizadas
para o avanço das aprendizagens dos estudantes. 
Ficha de Acompanhamento das Aprendizagens retirado do Material didático do 1º ano do EF.
INFORMATIVO ALFABETIZA PARÁ
Orientações para o uso do material didático
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36
INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
1. Quando começar a usar os materiais da Coleção Veredas da
leitura e da escrita na sala de aula?
A partir do momento que as escolas o receberem. 
Reiteramos que o aprofundamento do material didático será objeto
das formações do Programa Alfabetiza Pará em 2024.
2. Qual a frequência de uso do material?
Diariamente. A Coleção Veredas da Leitura e da Escrita, como
material didático complementar, foi pensada para ser inserida no
planejamento diário das aulas, podendo compor até duas horas da
rotina diária, de modo a complementar outros materiais e propostas
já existentes na sala de aula.
3. Os materiais da Coleção Veredas são consumíveis?
Sim. Reforçamos que para a realização das atividades os estudantes
podem escrever, pintar, recortar, colar sempre que necessário e sob a
orientação e mediação do professor. 
Obs.: o material é dos estudantes e dos professores(as) não sendo
necessário recolhimento do material após uso, sendo possível levá-lo
para casa diariamenteou não, dependendo da melhor forma de
organização prevista, sempre com atenção para os cuidados com a
conservação do material, perda ou extravio, pois uma vez realizada a
distribuição, não haverá estoque para reposição por esses motivos.
4. No ano letivo de 2024 a “Coleção Veredas da Leitura e da Escrita”
será distribuída aos estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental?
Não. A Coleção será distribuída somente aos(as) estudantes e
professores(as) do 1º e do 2º ano do Ensino Fundamental reportadas
no Censo Escolar 2023
5. E para o ano de 2025, teremos novamente a “Coleção Veredas da
Leitura e da Escrita” como material didático do Programa Alfabetiza
Pará?
Sim. A Coleção Veredas da Leitura e da Escrita, que usamos em 2023
e usaremos em 2024, é o material de referência e está sendo utilizado
como parâmetro para a produção do material educacional autoral
de alfabetização do estado do Pará, que será distribuído em 2025.
DÚVIDAS FREQUENTES
INFORMATIVO ALFABETIZA PARÁ
Orientações para o uso do material didático
complementar/2024 do Programa Alfabetiza Pará
Contatos do Programa Alfabetiza Pará 
alfabetiza.para@seduc.pa.gov.br
(91) 99633-0284
BORA ALFABETIZAR!
CONTATOS DO PROGRAMA ALFABETIZA PARÁ
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INFORMATIVO
Orientações para o uso do material didático 
complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
1. Quando começar a usar os materiais da Coleção Veredas da
leitura e da escrita na sala de aula?
A partir do momento que as escolas o receberem. 
Reiteramos que o aprofundamento do material didático será objeto
das formações do Programa Alfabetiza Pará em 2024.
2. Qual a frequência de uso do material?
Diariamente. A Coleção Veredas da Leitura e da Escrita, como
material didático complementar, foi pensada para ser inserida no
planejamento diário das aulas, podendo compor até duas horas da
rotina diária, de modo a complementar outros materiais e propostas
já existentes na sala de aula.
3. Os materiais da Coleção Veredas são consumíveis?
Sim. Reforçamos que para a realização das atividades os estudantes
podem escrever, pintar, recortar, colar sempre que necessário e sob a
orientação e mediação do professor. 
Obs.: o material é dos estudantes e dos professores(as) não sendo
necessário recolhimento do material após uso, sendo possível levá-lo
para casa diariamente ou não, dependendo da melhor forma de
organização prevista, sempre com atenção para os cuidados com a
conservação do material, perda ou extravio, pois uma vez realizada a
distribuição, não haverá estoque para reposição por esses motivos.
4. No ano letivo de 2024 a “Coleção Veredas da Leitura e da Escrita”
será distribuída aos estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental?
Não. A Coleção será distribuída somente aos(as) estudantes e
professores(as) do 1º e do 2º ano do Ensino Fundamental reportadas
no Censo Escolar 2023
5. E para o ano de 2025, teremos novamente a “Coleção Veredas da
Leitura e da Escrita” como material didático do Programa Alfabetiza
Pará?
Sim. A Coleção Veredas da Leitura e da Escrita, que usamos em 2023
e usaremos em 2024, é o material de referência e está sendo utilizado
como parâmetro para a produção do material educacional autoral
de alfabetização do estado do Pará, que será distribuído em 2025.
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complementar 2024 do Programa Alfabetiza Pará
1. Quando começar a usar os materiais da Coleção Veredas da
leitura e da escrita na sala de aula?
A partir do momento que as escolas o receberem. 
Reiteramos que o aprofundamento do material didático será objeto
das formações do Programa Alfabetiza Pará em 2024.
2. Qual a frequência de uso do material?
Diariamente. A Coleção Veredas da Leitura e da Escrita, como
material didático complementar, foi pensada para ser inserida no
planejamento diário das aulas, podendo compor até duas horas da
rotina diária, de modo a complementar outros materiais e propostas
já existentes na sala de aula.
3. Os materiais da Coleção Veredas são consumíveis?
Sim. Reforçamos que para a realização das atividades os estudantes
podem escrever, pintar, recortar, colar sempre que necessário e sob a
orientação e mediação do professor. 
Obs.: o material é dos estudantes e dos professores(as) não sendo
necessário recolhimento do material após uso, sendo possível levá-lo
para casa diariamente ou não, dependendo da melhor forma de
organização prevista, sempre com atenção para os cuidados com a
conservação do material, perda ou extravio, pois uma vez realizada a
distribuição, não haverá estoque para reposição por esses motivos.
4. No ano letivo de 2024 a “Coleção Veredas da Leitura e da Escrita”
será distribuída aos estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental?
Não. A Coleção será distribuída somente aos(as) estudantes e
professores(as) do 1º e do 2º ano do Ensino Fundamental reportadas
no Censo Escolar 2023
5. E para o ano de 2025, teremos novamente a “Coleção Veredas da
Leitura e da Escrita” como material didático do Programa Alfabetiza
Pará?
Sim. A Coleção Veredas da Leitura e da Escrita, que usamos em 2023
e usaremos em 2024, é o material de referência e está sendo utilizado
como parâmetro para a produção do material educacional autoral
de alfabetização do estado do Pará, que será distribuído em 2025.
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Como multiplicar as formações do 
Programa Alfabetiza Pará?
 A formação continuada no âmbito do Programa Alfabetiza Pará objetiva contribuir com o 
desenvolvimento profissional dos atores envolvidos no trabalho pedagógico e potencializar a 
melhoria dos processos de alfabetização das crianças paraenses. Por isso, no ano de 2024, novas 
frentes formativas serão incluídas e diferentes atores escolares participarão das formações do 
Alfabetiza Pará. Seguiremos investindo na formação dos/as professores/as alfabetizadores/as, das 
turmas do 1º e 2º ano/EF e incluiremos, desde o Módulo I/2024, a frente formativa para gestão 
escolar (diretores escolares e coordenadores pedagógicos), com ênfase na gestão sob a perspectiva 
do acompanhamento das aprendizagens de alfabetização.
Para melhor compreensão dos processos que estão envolvidos na arquitetura formativa do 
Alfabetiza Pará, apresentamos, abaixo, algumas orientações para o desenvolvimento das formações 
continuadas.
 Inicialmente, ressaltamos que as frentes formativas do Alfabetiza (professores/as 
alfabetizadores/as 1º e 2º ano/EF e gestão escolar - diretores e coordenadores escolares), acontecerão 
no formato de cascateamento (em cascata), processo no qual a multiplicação dos módulos inicia na 
Etapa Estadual, passa pela Etapa Regional e finaliza na Etapa Municipal.
 No caso das Regionais a multiplicação dos módulos inicia na Etapa Estadual e finaliza na Etapa 
Regional (DRE da Região Metropolitana, municípios da Região Metropolitana de Belém e Região 
das Ilhas ), na qual o conteúdo será multiplicado para o público alvo (professores alfabetizadores ou 
gestores escolares), dependendo do eixo formativo.
Multiplicação	das	formações	
para	as	DREs	do	interior
1. ETAPA DA FORMAÇÃO ESTADUAL: formadores estaduais formam formadores regionais 
 É o momento em que o grupo de formadores estaduais realiza a formação com as duplas de 
formadores/as regionais, indicados pelas Diretorias Regionais de Ensino - DRE da SEDUC-PA. Este 
momento dá início ao cascateamentoda formação, possui carga horária de 24 horas, por módulo, e 
acontece em três dias consecutivos, conforme previstos no Calendário Formativo 2024 do Programa 
Alfabetiza Pará (abaixo). Nessa Etapa a dupla de formadores/as da DRE receberá a formação das 
duas frentes formativas a serem desenvolvidas (professores/as alfabetizadores/as 1º e 2º ano/EF e 
gestão escolar - diretores e coordenadores escolares).
2. ETAPA DA FORMAÇÃO REGIONAL: formadores regionais formam formadores municipais 
É o momento em que a dupla de formadores/as regionais, das DRE’s/SEDUC-PA, formarão as duplas 
de formadores/as municipais sob sua jurisdição, também com a carga horária total de 24 horas, em 
três dias consecutivos, referente as duas frentes formativas a serem desenvolvidas (professores/as 
alfabetizadores/as 1º e 2º ano/EF e gestão escolar - diretores e coordenadores escolares). Cada DRE, 
em articulação com os municípios jurisdicionados, escolhe os dias, na semana marcada para a etapa 
da formação regional no calendário formativo do Programa Alfabetiza Pará (abaixo). Temos aqui a 
segunda etapa do cascateamento.
3. ETAPA DA FORMAÇÃO MUNICIPAL: formadores municipais formam professores/as 
alfabetizadores/as e gestores escolares (diretores e coordenadores pedagógicos).
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É o último momento do cascateamento da formação. Aqui a dupla de formadores municipais, 
que recebeu a formação dos formadores regionais, formará, nas duas frentes formativas a serem 
desenvolvidas (professores/as alfabetizadores/as 1º e 2º ano/EF e gestão escolar - diretores e 
coordenadores escolares), atendendo, dessa forma, os professores alfabetizadores, os diretores 
escolares e os coordenadores pedagógicos no seu município. 
Para isso, a formação recebida de 24 horas, por módulo, em três dias consecutivos, deverá desdobrar-
se da seguinte forma:
- Formação de Professores Alfabetizadores: 4 encontros mensais, de 8 horas cada, sendo dois 
deles correspondentes ao módulo 1 e dois, ao módulo 2. Tendo como público alvo os professores do 
1º e 2º ano do EF. O conteúdo de cada encontro corresponde, respectivamente, ao conteúdo do 1º 
e 2º dia da formação recebida na Etapa Regional, por módulo.
- Formação de Gestores Escolares: 4 encontros mensais, de 8 horas cada, sendo dois deles 
correspondentes ao módulo 1 e dois, ao módulo 2. Tendo como público-alvo os coordenadores 
pedagógicos em todos os encontros e os diretores escolares somente nos encontros 1 e 3. Para o 
conteúdo dos encontros 1 e 3, considerar o conteúdo do 3º dia da formação de cada módulo. E para 
os encontros 2 e 4, considerar a síntese dos conteúdos da formação para professores alfabetizadores 
do módulo em curso, considerando a necessidade de acompanhamento do trabalho docente a ser 
desenvolvida pelo coordenador pedagógico. 
 O município, no âmbito de suas atribuições e em contrapartida do Regime de Colaboração, 
premissa do Alfabetiza Pará, deverá escolher 1 (um) dia que melhor atenda suas especificidades, 
para cada grupo a ser formado, em cada uma das semanas previstas à etapa da formação municipal 
no Calendário formativo 2024.1 do Alfabetiza Pará (abaixo).
 Acerca da estruturação da formação fica a critério dos municípios, em diálogo com os 
secretários e articuladores municipais, e, nos casos das DREs, os articuladores regionais, com os seus 
respectivos dirigentes, a definição de realizar a formação, por escola, por série/ano de atuação ou a 
junção dos professores alfabetizadores dos 1º, 2º anos.
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Multiplicação	das	formações	para	Região	
Metropolitana	+	Municípios	da	Região	
Metropolitana	de	Belém	e	Região	das	Ilhas
1. ETAPA DA FORMAÇÃO ESTADUAL: formadores estaduais formam formadores regionais 
 É o momento em que o grupo de formadores estaduais realiza a formação com as duplas de 
formadores/as regionais, indicados pelas Diretorias Regionais de Ensino - DRE da SEDUC-PA. Este 
momento dá início ao cascateamento da formação, possui carga horária de 24 horas, por módulo, e 
acontece em três dias consecutivos, conforme previstos no Calendário Formativo 2024 do Programa 
Alfabetiza Pará (abaixo). Nessa Etapa a dupla de formadores/as da DRE receberá a formação das 
duas frentes formativas a serem desenvolvidas (professores/as alfabetizadores/as 1º e 2º ano/EF e 
gestão escolar - diretores e coordenadores escolares).
2. ETAPA DA FORMAÇÃO REGIONAL: formadores regionais formam formadores municipais 
É o momento em que a dupla de formadores/as regionais, das DRE’s/SEDUC-PA, formarão as duplas 
de formadores/as municipais sob sua jurisdição, também com a carga horária total de 24 horas, em 
três dias consecutivos, referente as duas frentes formativas a serem desenvolvidas (professores/as 
alfabetizadores/as 1º e 2º ano/EF e gestão escolar - diretores e coordenadores escolares). Cada DRE, 
em articulação com os municípios jurisdicionados, escolhe os dias, na semana marcada para a etapa 
da formação regional no calendário formativo do Programa Alfabetiza Pará (abaixo). Temos aqui a 
segunda etapa do cascateamento.
3. ETAPA DA FORMAÇÃO MUNICIPAL: formadores municipais formam professores/as 
alfabetizadores/as e gestores escolares (diretores e coordenadores pedagógicos).
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VAMOS JUNTOS!
 Que bom que vocês chegaram até aqui! Esperamos que esse guia possa ser um instrumento 
de consulta constante das equipes do Programa nas instâncias Regional, Municipal e escolar. Para 
isso, é importante que ele seja lido com muita atenção e compartilhado para alcançar todos esses 
atores.
 Enquanto equipe do órgão central, consideramos a consolidação e compartilhamento das 
informações primordiais às principais frentes do Programa um marco para a sua implementação. 
Esperamos que possa ser um suporte para a implementação de seus eixos, especialmente os aqui 
detalhados: avaliação de fluência leitora, formações e material didático complementar. 
 Compreendemos que ainda há muito o que avançar nos fluxos de comunicação e execução da 
política. De todo modo, acreditamos que este material contém as informações mais relevantes para 
que o Programa alcance com qualidade as regionais, municípios e escolas de nosso querido estado. 
Assim, nos despedimos com um até breve, desejando que possamos aprimorar, neste ano de 2024, 
as ações do Programa Alfabetiza Pará. 
BORA ALFABETIZAR!
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REFERÊNCIAS
MORAIS, Artur Gomes de. Sistema de escrita alfabética. São Paulo: 
Editora Melhoramentos, 2012.
SOLÈ, Isabel. Estratégias de Leitura. Porto Alegre :Artmed, 6ª 
edição.Porto Alegre,1998.
 
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Apoio Realização
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Capa nova.pdf 1 19/03/24 12:24

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