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9
SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL
ELIANDRA CALIXTO DO CARMO
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II APAE / JACOBINA
Jacobina – BA
2022
ELIANDRA CALIXTO DO CARMO
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II APAE / JACOBINA
Trabalho apresentado junto à Universidade Pitágoras UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de notas no sexto semestre do curso de Serviço Social
Jacobina – BA
2022
SUMÁRIO
	1. INTRODUÇÃO..............................................................................
	03
	2. DESENVOLVIMENTO..................................................................
	04
	2.1. ATIVIDADES E FUNÇÕES DESENVOLVIDAS NO DECORRER DO ESTÁGIO.................................................... 
	
05
	3. CONSIDERAÇÕES FINAIS..........................................................
	08
	4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.............................................
	10
1. INTRODUÇÃO
O estágio supervisionado III representa uma etapa de fundamental importância na vida acadêmica, pois permite momentos de aproximação com a prática profissional podendo fazer uma correlação entre a teoria e prática, fatores esses que causam efetividade à atuação do profissional de Serviço Social. 
O presente relatório tem a finalidade de caracterizar o campo de estágio, descrevendo as experiências vivenciadas enquanto acadêmico de Serviço Social e demonstra o processo de aprendizagem e as atividades realizadas no cotidiano da instituição que teve como espaço sócio-ocupacional a Associação de Pais e Amigos de Excepcionais – APAE, localizada no município de jacobina, Bairro Centro, com supervisão direta da assistente social Nilza Miquelotti. 
Além de prestar atendimento educacional especializado para pessoas com deficiência intelectual e múltipla, a APAE também disponibiliza de serviços de atendimento em saúde.
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE tem a responsabilidade de educar os alunos com necessidades especiais, sendo a única em toda a cidade. Além de oferecer à pessoa portadora de deficiência condições adequadas para o desenvolvimento do seu potencial, sua integração e inclusão no meio social; abrange todos os aspectos que favoreçam o desenvolvimento global dos usuários, visando sua inclusão, participação e realização pessoal no meio em que vive, amplia seus conhecimentos e obtém o máximo de aproveitamento no desenvolvimento do usuário. 
Proporciona orientação familiar e comunitária de modo a gerar um ambiente adequado a pessoa portadora de deficiência, tanto em casa como no contexto em que está inserida, de maneira a desenvolver ao máximo suas potencialidades; promove através de iniciativas própria, ou com órgãos públicos municipais, estaduais ou federais, e segmentos da comunidade, medidas de prevenção para a diminuição dos casos de deficiências existentes. 
Atualmente a instituição atende 198 alunos, divididos entre a Escola Especial e o Centro de reabilitação, composta de especialistas tais como: Fonoaudióloga, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, assistente social e etc. 
Os objetivos da instituição são de promover e articular ações de prevenção, orientações, prestação de serviços como atendimento clínico e pedagógico, apoio à família, direcionados à melhoria da qualidade de vida da pessoa com necessidades especiais, deficiência mental/múltipla ou associada a outros tipos de deficiência, através de atendimentos assistidos. 
Foi possível observar as dificuldades do assistente social no seu dia-a-dia, assim também como as suas conquistas, pois observa – se que os usuários que fazem parte da instituição, são de grande maioria, de baixa renda. Portanto, importa salientar que a atuação do Serviço Social nesta instituição, é de primordial importância para o bem-estar físico e social dos alunos.
Durante a realização do Estágio Supervisionado II na APAE de Jacobina, verificou-se também como são desenvolvidas as atividades na instituição. O estágio foi de fundamental importância para o acadêmico, colocando o discente mais próximo de sua realidade profissional, como Assistente Social. 
O referido estágio teve como objetivo estimular o aprofundamento na aprendizagem, observar, e compreender a realidade, este trabalho acadêmico foi desenvolvido assumindo como metodologia a pesquisa bibliográfica, tendo como fontes de dados, livros, trabalhos de conclusão de curso e dissertações que versem sobre os assuntos e alguns sites, e a observação das atividades desenvolvidas pelo assistente social, bem como conhecimentos adquiridos no decorrer do curso, buscando atender as exigências do estágio supervisionado II, cujos objetivos traçados foram: Integrar o processo de ensino; pesquisa e aprendizagem; aprimorar hábitos e atitudes profissionais; agregar valores juntos ao processo de avaliação institucional e inserir o aluno no contexto do mercado de trabalho.
2. DESENVOLVIMENTO
O estágio supervisionado II foi realizado na Área da Educação Especial, tendo como unidade a Associação de Pais e Amigos de Excepcionais – APAE, concedido através da representante legal a Sr.ª Nilza Miquelotti. 
As APAE, nas suas diferentes modalidades são pontos estratégicos que por sua vez prestam serviços de Educação Especial, Saúde e Assistência Social, de caráter aberto e comunitário constituídos por uma equipe multiprofissional que atuam sob ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com necessidades especiais. 
As APAE têm como principal missão prestar serviços de assistência social no que se diz respeito à melhoria da qualidade de vida da pessoa com necessidades especiais, conscientizando cada vez mais a sociedade. 
O prédio da APAE do município onde realizou – se o estágio fica localizado na Av. Lomanto Júnior 312, Centro, Jacobina – BA e dispõe de salas para ensino, atendimentos individuais e em grupos, conta com transporte para atividades externas, possui estrutura e equipamentos necessários para realização de faturamento, produção de informações relevantes, possui infraestrutura, material para realização de atividades terapêuticas, além de espaços de convivência e conta com refeição. 
O quadro de funcionários durante o período do estágio era composto por uma coordenadora, uma psicóloga, quatro auxiliares administrativos, um no serviço geral, uma terapeuta ocupacional, uma cozinheira, uma recepcionista uma fonoaudióloga, um neuropsiquiatra, uma fisioterapeuta, e uma assistente social. 
Todos muito receptivos, bons profissionais e comprometidos com esta causa, no qual me proporcionou um ótimo relacionamento e interação, contribuindo significativamente no meu processo de aprendizagem.
2.1. ATIVIDADES E FUNÇÕES DESENVOLVIDAS NO DECORRER DO ESTÁGIO 
Pode-se elencar, dentre os instrumentos utilizados pelo assistente social em seu trabalho na APAE, a colhida, escuta, estudo social, elaboração de relatórios, parecer social e prontuários dos pacientes dentre outros. 
Durante o período de realização do estágio, pude acompanhar as seguintes atividades que compõe o seguinte plano de estágio: No primeiro momento junto a Assistente Social, houve a apresentação do prédio e toda a equipe de profissionais que compõe o quadro de funcionários da APAE, em seguida houve uma reunião com a coordenadora seguida de orientações técnicas e normativas do estágio supervisionado a ser realizado na instituição, logo após com a presença da supervisora de campo foi definido os dias e realizado o plano de atividades de estágio. 
No dia posterior fora feito pela supervisora de campo, introdução sobre a APAE, seu contexto histórico e sua atual política de atuação. Em seguida esta fez apresentação das ferramentas de trabalho do assistente social, tais como: Relatório de visitas domiciliares; Livro de registro de atividades; Prontuários dos pacientes; Relatórios de boletim de produção Ambulatorial – BPA e etc. 
A primeira atividade realizada foi a triagem social com a supervisão da Assistente Social, fizemos uma avaliação dacriança com deficiência intelectual, investigamos a vida escolar, avaliamos o desempenho pedagógico, sua convivência com a família, amigos e vizinhos. 
Buscamos informações para que houvesse uma ligação de aproximação do aluno com o corpo docente. Essas triagens foram de fundamental importância para a vida escolar do aluno, pois possibilitou conhecer suas dificuldades, habilidades e buscou – se aprofundar mais seus conhecimentos de mundo, família, sociedade, escola e contribuiu com seu desenvolvimento pessoal. 
Essa ferramenta de trabalho ajuda o educador no relacionamento com o aluno, pois nota – se que há um grande aproveitamento nessa busca constante, contribuindo no seu crescimento pessoal, educacional e social, que almeja aprofundar esse aluno e direciona-lo a vencer suas dificuldades e focar em seus objetivos profissionais. 
As práticas de atendimento em grupo fazem parte do cotidiano dos profissionais e usuários da APAE, visando, entre outras finalidades, a troca de experiências e à formação de vínculos, aspectos fundamentais para a ressocialização e a reabilitação social. 
Alguns profissionais salientam que os grupos produzem efeitos como desconstrução de cristalizações, invenção de alternativas existenciais e oportunidades de compartilhar sofrimentos. Nesse modelo de atendimento, é possível atender maior número de pessoas ao mesmo tempo. 
Realizamos na manhã do dia 08 de abril de 2024 uma palestra seguida de uma homenagem a todas as mulheres mães por suas lutas e conquistas, abordamos também alguns assuntos relevantes como a prevenção da saúde da mulher.
Elas interagiram e esclareceram muitas dúvidas, além de levar informações sobre os seus direitos, deveres e a importância delas no contexto social, assim como a importância de melhorar a autoestima das mulheres em situação de vulnerabilidade. 
No decorrer do estágio também realizamos preenchimentos de algumas ferramentas de trabalho do Assistente Social como: Preenchimentos dos Boletins de Produção – BPA, Ficha de Inscrição, Fichas de Atendimento Individual, livro de registro dentre outros. 
Nos livros de registro anotamos as atividades desenvolvidas no cotidiano, as questões pendentes, atendimentos realizados, dentre outras questões, de modo que toda a equipe tivesse acesso ao que estava sendo desenvolvido, salvo as questões de sigilo profissional que não podem ser socializadas na equipe multidisciplinar.
Já os Relatórios de atividades relatamos as ações que foram desenvolvidas no cotidiano. No atendimento individual foi realizada uma orientação social através de uma escuta qualificada com os usuários. Nesse atendimento houve orientações referentes à documentação, trabalho, frequências dos alunos, orientação e aconselhamento familiar. 
Nas atividades externas foram realizadas visitas domiciliares constantemente na casa dos alunos, para verificar diversos fatores como: verificação da situação do aluno, verificar o porquê da falta do aluno na escola, fazer intervenções com os pais relacionadas aos problemas sociais, saber informações de como está o aluno, de modo geral e em casos de doenças, alterações comportamentais. 
Estas atenções desenvolvidas no local da morada da pessoa ou de seus familiares se fazem necessárias para a compreensão de seu contexto e suas relações para acompanhamentos de casos ou situações que impossibilitem outra modalidade de atendimento.
Alguns cuidados devem ser tomados na visita domiciliar, de forma que não se torne invasiva e desvirtue do objetivo traçado: abordar cuidadosamente, respeitando costumes e valores; ter cautela para não possibilitar o envolvimento emocional no processo de interação; procurar que o ponto de vista pessoal não interfira ou direcione o diálogo; atentar para não gerar situações duvidosas; linguagem adequada; explicar os motivos e as finalidades da visita; e manter sigilo ao que foi ouvido ou informado. 
Na Observação Sócio comportamental das salas de ensino foi mediante a participação e caracterização das práticas do Pedagogo, o objetivo foi acompanhar o Pedagogo nas suas atividades diárias, nos possibilitando conhecer o cotidiano escolar, integrando teoria e pratica. 
As observações consistiram em adquirir um conhecimento através do olhar a uma determinada realidade. Essa técnica nos possibilitou analisar diversos contextos e situações. 
Nas salas que acompanhamos durante o estágio, analisamos que nas atividades escolares em algumas turmas havia alunos com Autismo e Transtorno do Déficit de Atenção – TDA os quais estavam a todo segundo desatentos as explicações do professor, como também, havia crianças com altas Habilidades, as quais mostravam uma intensa criatividade e habilidade motora nas atividades.
Nas entrevistas dialogamos com os usuários onde eles expõem suas necessidades, vontades e ideias sem se sentirem pressionados. Quando começamos fazer uma entrevista com uma criança com deficiência intelectual não dá para se colocar numa posição de entrevistador e entrevistado. 
Isso demanda um certo tempo, para se construir uma relação de confiança, porque elas se colocam na defensiva, se ficamos numa relação muito institucionalizada, não funciona.
Como cidadãs que são elas vivenciam, em seu cotidiano e com suas particularidades, os dilemas da nossa sociedade.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com esta etapa de estágio concluída, considera-se um grande êxito, pois uma nova carga de conhecimentos fora adquirida. O relacionamento em que se estabeleceu entre o conhecimento teórico e a pratica do assistente social foi de modo especial direcionado à educação especial. 
É de fundamental importância enfatizar a atuação do profissional do Serviço Social que deve estar embasada em três dimensões fundamentais: ético-político, técnico-operativo e teórico-metodológico, tendo como principal objetivo a emancipação e autonomia do indivíduo no acesso aos seus direitos. 
É também através dessas orientações que identificamos a importância da intervenção e acompanhamento desse recém-nascido de risco ou com alguma deficiência por uma equipe multidisciplinar, são esses profissionais de diversas áreas e que possuem conhecimentos acerca dos atrasos no desenvolvimento das crianças que vão propor os estímulos que atendam às necessidades de cada uma.
Sendo que para ingresso dessa criança na instituição APAE teremos o assistente social como intermediador e desenvolvendo um papel importante no acolhimento dessas famílias, orientando e incentivando a participação da família não somente nos tratamentos terapêuticos dentro da instituição, como a de criar um ambiente estimulante dando continuidade ao seu desenvolvimento, imprescindível nessa fase dos primeiros anos que é quando o cérebro ainda está em desenvolvimento.
Ambos caminham juntos e oferecem suporte para a pratica do profissional que deve ter o domínio principalmente em buscar desvelar a sua realidade social, intermediando as necessidades do sujeito aos serviços oferecidos e na busca constante da efetivação de seu Projeto Ético-Político. 
Há de se reconhecer que a educação especial nos moldes em que se apresentam atualmente, traz consigo o resultado de inúmeras lutas de pais, amigos, profissionais e usuários que buscam pela efetivação de direitos e atendimento digno e de qualidade. 
Com todo o estudo, além de perceber o quanto é importante a atuação do profissional do Serviço Social na área da educação especial, também se observou o quanto ele pode auxiliar e contribuir no aprendizado e desenvolvimento dos alunos inseridos dentro na APAE. 
Este estágio supervisionado na APAE de Cabo Frio foi de suma relevância para a vida profissional, pois nele é possível aliar a práxis do Serviço Social. Foi possível observar que é nas maiores dificuldades que se encontram forças para superar os obstáculos. 
Pois ser Assistente Social segundo Iamamoto (2008) necessita ter um compromisso ético com a profissão e com o usuário e está à frente da luta pela defesa e efetivação dos direitos, neste caso os direitos dos estudantes deficientes da APAE.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL.Ministério da Educação e do Desporto. Política Nacional de Educação Especial. Brasília, DF: Secretaria de Educação Especial, 1994. 
BUDEL, Gislaine Coimbra. Mediação de Aprendizagem na educação especial/ Gislaine Coimbra Budel, Marcos Meier. – Curitiba: InterSaberes, 2012. 
DECLARAÇÃO de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. (1994, Salamanca). Brasília: CORDE, 1997. 
FEUERSTEIN, Reuven. A avaliação dinâmica da modificabilidade cognitiva: a dispositiva propensão de aprendizagem: teoria, instrumentos e técnicas. Jerusalém, Israel: ICELP Press, 2002. 
FEUERSTEIN, Reuven. FALIK, Louis H. FEUERSTEIN, Rafi. As definições de conceitos essenciais e termos: Um glossário de trabalho. Jerusalém, Israel: ICELP Printshop de 2006. 
FREIRE, PAULO. Educação como prática de liberdade. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1967. 
UNESCO. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília, CORDE, 1994. 
SANTOS, S.M.P.; CRUZ, D.R.M. O lúdico na formação do educador. In. SANTOS, Santa Marli Pires (Org.). O lúdico na formação do educador. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 1999. 
VYGOTSKY, LEVI. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
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